*
A Gênese Planetária
*
• Os espíritos puros;
• Os primeiros tempos do orbe
terrestre;
• A criação da lua;
• A solidificação da matéria;
• A divina esculturação da
Terra.
A vida organizada
*
• As construções celulares e o ideal da
beleza;
• Os primeiros habitantes da Terra;
• A elaboração paciente das formas, a
evolução a partir dos seres microscópios;
• As formas intermediárias da natureza – as
placas tectônicas e a vida animal mais
complexa;
• Os ensaios assombrosos;
• Os antepassados do homem;
• A grande transição evolutiva humana.
As raças adâmicas
*
• O sistema de Capela – Um planeta? Uma
estrela!
• Um dos orbes da Capela e seu
extraordinário aperfeiçoamento
evolutivo;
• Espíritos exilados na Terra;
• Os quatro grandes povos – Árias
(brancos), a civilização do Egito, o povo
de Israel e as castas da Índia;
• As promessas consoladoras do Cristo – a
volta.
A civilização egípcia
*
*
*
• Dentre os Espíritos degredados na Terra, os que
constituíram a civilização egípcia foram os que mais
se destacavam na prática do bem e no culto da
verdade;
• Eram eles os que menos débitos possuíam perante o
tribunal da Justiça divina;
• Em razão dos seus elevados patrimônios morais,
guardavam no íntimo uma lembrança das experiências
de sua pátria distante;
• Um desejo de trabalhar para regressar, uma saudade
do céu (Capela) foi a base de todas as religiões;
• O culto a morte foi altamente desenvolvido (o desejo
de voltar ao orbe distante).
*
• Os egípcios traziam consigo uma ciência que a
evolução da época não comportava;
• Recolheram o acervo de suas tradições e de suas
lembranças no ambiente reservado dos templos;
• Os conhecimentos mais profundos ficaram circunscritos
ao círculo dos mais graduados sacerdotes da época;
• Os sábios egípcios conheciam perfeitamente a
inorportunidade das grandes revelações espirituais
naquela fase do progresso terrestre;
• Os sacerdotes mais eminentes conheciam o roteiro que
a humanidade terrestre teria de realizar.
*
• Embora a grande massa egípcia fosse politeísta, os
sacerdotes sabiam da existência do Deus único e
absoluto, Pai de todas as criaturas e Providência de
todos os seres;
• Também tinham conhecimento da função dos Espíritos
prepostos de Jesus, na execução de todas as leis físicas
e sociais da existência planetária, em virtude das suas
experiências pregressas;
• Os sacerdotes da época conheciam essa fraqueza das
almas jovens em cultuar vários deuses, da ideia de
homenagear as forças invisíveis que controlavam os
fenômenos naturais.
*
SOBRE O CULTO A MORTE EGÍPCIO
• Os egípcios não viam a morte como um fim, mas
como um início de uma nova existência;
• Quando alguém morria, embalsamavam-lhe o
corpo para que se conservasse por muito tempo
(mumificação);
• O corpo era perfumado e envolto em ligaduras;
• Colocavam-no num belo sarcófago de madeira ou
de pedra, decorada com textos e imagens;
*
• Para a viagem ao além, cercavam-se de tudo o que
tinham usado em vida (toda a riqueza material
inclusive);
• Móveis, alimentos e joias eram colocados nos túmulos
junto ao corpo mumificado;
• Os egípcios pensavam que a alma do morto seria
julgada num tribunal presidido pelo deus Osíris;
• Se o morto tivesse levado uma vida justa seria
compensado e teria a vida eterna;
• Para isso, voltaria ao seu corpo e este tinha de se
manter em boas condições;
• O processo de mumificação era restrito as mais altas
camadas sociais devido ao alto custo, os menos
favorecidos tinham técnicas mais simples e baratas.
ASSIM,
• Um dos traços essenciais desse grande povo foi
a preocupação insistente e constante da morte.
A sua vida era apenas um esforço para bem
morrer;
• Assim, criou-se a teoria da metempsicose: é o
termo genérico para transmigração da alma,
de um corpo para outro, seja este do mesmo
tipo de ser vivo ou não. Acreditando que a alma
de um homem podia regressar ao corpo de um
animal irracional, por determinação punitiva
dos deuses.
*
• A comunhão de origem dos seres vivos no princípio inteligente
não é a consagração da doutrina da metempsicose?
- Duas coisas podem ter a mesma origem e não se assemelharem
em nada mais tarde. Quem reconheceria a árvore, suas folhas,
suas flores e seus frutos no germe informe que se contém na
semente de onde saíram? No momento em que o princípio
inteligente atinge o grau necessário para ser Espírito e entrar no
período de humanidade, não tem mais relação com o seu estado
primitivo e não é mais a alma dos animais, como a árvore não é
a semente. No homem, somente existe do animal o corpo, as
paixões que nasce da influência do corpo e os instintos de
conservação inerente à matéria. Não se pode dizer, portanto,
que tal homem é a encarnação do Espírito de tal animal, e por
conseguinte a metempsicose, tal como a entendem não é exata.
*
• O Espírito que animou o corpo de um homem poderia
encarnar-se num animal?
- Isso seria retrogradar, e o Espírito não retrograda. O rio
não remonta à nascente.
*
• Os egiptólogos modernos reconhecem que os
iniciados sabiam da existência do corpo espiritual
pre-existente;
• Seus conhecimentos, a respeito das energias solares
com relação ao magnetismo humano, eram muito
superiores aos da atualidade;
• Seus reis tinham poderes espirituais; suas
desencarnações eram cercadas de veneração e
supremo respeito; o ambiente dos túmulos era
santificado por um estranho magnetismo;
*
• Nessas saturações magnéticas, que ainda aí
estão a desafiar milênios, residem as razões da
tragédia amarga de Lord Carnarvon e de alguns
dos seus companheiros de expedição que
penetraram em primeiro lugar na câmara
mortuária de Tur Ankh Amon, e ainda por isso é
que, muitas vezes, nos tempos que correm, os
aviadores ingleses observam o não
funcionamento dos aparelhos radiofônicos,
quando as suas máquinas de voo atravessam a
limitada atmosfera do vale sagrado.
• Esses grandiosos monumentos teriam duas finalidades
simultâneas:
- Representariam os mais sagrados templos de estudo e
iniciação
- Constituiriam, para os pósteros, um livro do passado,
com as mais singulares profecias em face das
obscuridades do povir.
• As pirâmides revelam mais extraordinários
conhecimentos daqueles conjunto de Espíritos
estudiosos das verdades da vida. A par desses
conhecimentos, encontram-se ali os roteiros futuros da
humanidade terrestre.
*
• Cada medida tem a sua expressão simbólica,
relativamente ao sistema cosmogônico do
planeta e à sua posição no sistema solar. Ali está
o meridiano ideal, que atravessa mais
continentes e menos oceano, e através do qual
se pode calcular a extensão das terras
habitáveis pelo homem, a distância aproximada
entre o Sol e a Terra, a longitude percorrida
pelo globo terrestre sobre a sua órbita no
espaço de um dia, a precessão dos equinócios,
bem como muitas outras conquistas científicas
que somente agora vêm sendo consolidadas pela
moderna astronomia.
• Depois dessa edificação extraordinária, os grandes
iniciados do Egito voltam ao plano espiritual, no
curso incessante dos séculos;
• Em algumas centenas de anos, reuniram-se de
novo, nos planos espirituais, os antigos degredados,
com a sagrada bênção do Cristo, seu patrono e
salvador. A maioria regressa, então, ao sistema da
Capela, onde os corações se reconfortam nos
sagrados imperativos do sentimento e, ao seu
influxo divino, muitas vezes têm reencarnado na
Terra, para desempenho de generosas e abençoadas
missões.
*
A caminho da luz   cap 4
A caminho da luz   cap 4

A caminho da luz cap 4

  • 2.
  • 3.
  • 4.
    • Os espíritospuros; • Os primeiros tempos do orbe terrestre; • A criação da lua; • A solidificação da matéria; • A divina esculturação da Terra.
  • 5.
  • 6.
    • As construçõescelulares e o ideal da beleza; • Os primeiros habitantes da Terra; • A elaboração paciente das formas, a evolução a partir dos seres microscópios; • As formas intermediárias da natureza – as placas tectônicas e a vida animal mais complexa; • Os ensaios assombrosos; • Os antepassados do homem; • A grande transição evolutiva humana.
  • 7.
  • 8.
    • O sistemade Capela – Um planeta? Uma estrela! • Um dos orbes da Capela e seu extraordinário aperfeiçoamento evolutivo; • Espíritos exilados na Terra; • Os quatro grandes povos – Árias (brancos), a civilização do Egito, o povo de Israel e as castas da Índia; • As promessas consoladoras do Cristo – a volta.
  • 9.
  • 10.
  • 12.
  • 13.
    • Dentre osEspíritos degredados na Terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacavam na prática do bem e no culto da verdade; • Eram eles os que menos débitos possuíam perante o tribunal da Justiça divina; • Em razão dos seus elevados patrimônios morais, guardavam no íntimo uma lembrança das experiências de sua pátria distante; • Um desejo de trabalhar para regressar, uma saudade do céu (Capela) foi a base de todas as religiões; • O culto a morte foi altamente desenvolvido (o desejo de voltar ao orbe distante). *
  • 14.
    • Os egípciostraziam consigo uma ciência que a evolução da época não comportava; • Recolheram o acervo de suas tradições e de suas lembranças no ambiente reservado dos templos; • Os conhecimentos mais profundos ficaram circunscritos ao círculo dos mais graduados sacerdotes da época; • Os sábios egípcios conheciam perfeitamente a inorportunidade das grandes revelações espirituais naquela fase do progresso terrestre; • Os sacerdotes mais eminentes conheciam o roteiro que a humanidade terrestre teria de realizar. *
  • 16.
    • Embora agrande massa egípcia fosse politeísta, os sacerdotes sabiam da existência do Deus único e absoluto, Pai de todas as criaturas e Providência de todos os seres; • Também tinham conhecimento da função dos Espíritos prepostos de Jesus, na execução de todas as leis físicas e sociais da existência planetária, em virtude das suas experiências pregressas; • Os sacerdotes da época conheciam essa fraqueza das almas jovens em cultuar vários deuses, da ideia de homenagear as forças invisíveis que controlavam os fenômenos naturais. *
  • 20.
    SOBRE O CULTOA MORTE EGÍPCIO • Os egípcios não viam a morte como um fim, mas como um início de uma nova existência; • Quando alguém morria, embalsamavam-lhe o corpo para que se conservasse por muito tempo (mumificação); • O corpo era perfumado e envolto em ligaduras; • Colocavam-no num belo sarcófago de madeira ou de pedra, decorada com textos e imagens; *
  • 21.
    • Para aviagem ao além, cercavam-se de tudo o que tinham usado em vida (toda a riqueza material inclusive); • Móveis, alimentos e joias eram colocados nos túmulos junto ao corpo mumificado; • Os egípcios pensavam que a alma do morto seria julgada num tribunal presidido pelo deus Osíris; • Se o morto tivesse levado uma vida justa seria compensado e teria a vida eterna; • Para isso, voltaria ao seu corpo e este tinha de se manter em boas condições; • O processo de mumificação era restrito as mais altas camadas sociais devido ao alto custo, os menos favorecidos tinham técnicas mais simples e baratas.
  • 26.
    ASSIM, • Um dostraços essenciais desse grande povo foi a preocupação insistente e constante da morte. A sua vida era apenas um esforço para bem morrer; • Assim, criou-se a teoria da metempsicose: é o termo genérico para transmigração da alma, de um corpo para outro, seja este do mesmo tipo de ser vivo ou não. Acreditando que a alma de um homem podia regressar ao corpo de um animal irracional, por determinação punitiva dos deuses.
  • 27.
  • 28.
    • A comunhãode origem dos seres vivos no princípio inteligente não é a consagração da doutrina da metempsicose? - Duas coisas podem ter a mesma origem e não se assemelharem em nada mais tarde. Quem reconheceria a árvore, suas folhas, suas flores e seus frutos no germe informe que se contém na semente de onde saíram? No momento em que o princípio inteligente atinge o grau necessário para ser Espírito e entrar no período de humanidade, não tem mais relação com o seu estado primitivo e não é mais a alma dos animais, como a árvore não é a semente. No homem, somente existe do animal o corpo, as paixões que nasce da influência do corpo e os instintos de conservação inerente à matéria. Não se pode dizer, portanto, que tal homem é a encarnação do Espírito de tal animal, e por conseguinte a metempsicose, tal como a entendem não é exata. *
  • 29.
    • O Espíritoque animou o corpo de um homem poderia encarnar-se num animal? - Isso seria retrogradar, e o Espírito não retrograda. O rio não remonta à nascente. *
  • 30.
    • Os egiptólogosmodernos reconhecem que os iniciados sabiam da existência do corpo espiritual pre-existente; • Seus conhecimentos, a respeito das energias solares com relação ao magnetismo humano, eram muito superiores aos da atualidade; • Seus reis tinham poderes espirituais; suas desencarnações eram cercadas de veneração e supremo respeito; o ambiente dos túmulos era santificado por um estranho magnetismo; *
  • 31.
    • Nessas saturaçõesmagnéticas, que ainda aí estão a desafiar milênios, residem as razões da tragédia amarga de Lord Carnarvon e de alguns dos seus companheiros de expedição que penetraram em primeiro lugar na câmara mortuária de Tur Ankh Amon, e ainda por isso é que, muitas vezes, nos tempos que correm, os aviadores ingleses observam o não funcionamento dos aparelhos radiofônicos, quando as suas máquinas de voo atravessam a limitada atmosfera do vale sagrado.
  • 33.
    • Esses grandiososmonumentos teriam duas finalidades simultâneas: - Representariam os mais sagrados templos de estudo e iniciação - Constituiriam, para os pósteros, um livro do passado, com as mais singulares profecias em face das obscuridades do povir. • As pirâmides revelam mais extraordinários conhecimentos daqueles conjunto de Espíritos estudiosos das verdades da vida. A par desses conhecimentos, encontram-se ali os roteiros futuros da humanidade terrestre. *
  • 34.
    • Cada medidatem a sua expressão simbólica, relativamente ao sistema cosmogônico do planeta e à sua posição no sistema solar. Ali está o meridiano ideal, que atravessa mais continentes e menos oceano, e através do qual se pode calcular a extensão das terras habitáveis pelo homem, a distância aproximada entre o Sol e a Terra, a longitude percorrida pelo globo terrestre sobre a sua órbita no espaço de um dia, a precessão dos equinócios, bem como muitas outras conquistas científicas que somente agora vêm sendo consolidadas pela moderna astronomia.
  • 37.
    • Depois dessaedificação extraordinária, os grandes iniciados do Egito voltam ao plano espiritual, no curso incessante dos séculos; • Em algumas centenas de anos, reuniram-se de novo, nos planos espirituais, os antigos degredados, com a sagrada bênção do Cristo, seu patrono e salvador. A maioria regressa, então, ao sistema da Capela, onde os corações se reconfortam nos sagrados imperativos do sentimento e, ao seu influxo divino, muitas vezes têm reencarnado na Terra, para desempenho de generosas e abençoadas missões. *