Universidade Federal de Goiás
Escola de Engenharia Elétrica e de Computação
Graduação em Engenharia Mecânica
Disciplina: Elementos de Máquinas 2
Prof.: Ricardo Humberto de Oliveira Filho
ANÁLISE DE TENSÕES
EM ENGRENAGENS
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Engrenagens podem falhar basicamente por dois tipos de solicitação:
•a que ocorre no contato, devido à tensão normal;
•e a que ocorre no pé do dente, devido a flexão causada pela carga
transmitida.
A fadiga no pé do dente causa a quebra do dente, o que não é comum
em conjuntos de transmissão bem projetados.
Geralmente, a falha que ocorre primeiro é a por fadiga de contato.
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
A parte que tende ao vermelho mostra as maiores tensões em magnitude (Von
Mises) e a parte em azul as menores.
Esse modelo corresponde exatamente ao resultado obtido por outras técnicas,
como a fotoelasticidade, e mostra as tensões que levam às falhas citadas.
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
A próxima figura mostra um caso de falha por fadiga de contato ainda no estágio
inicial.
Esses pequenos sulcos são formados na região próximo a linha primitiva do
dente, que é definida pelo diâmetro primitivo.
Surgem nessa região porque a velocidade de deslizamento entre os dentes anula-
se no ponto primitivo
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
A figura a seguir mostra ainda o mesmo tipo de falha após a progressão.
Nesse caso, a falha de fadiga por contato aumenta de tamanho e partes maiores
são arrancadas da superfície.
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Formulação de Lewis (1892):
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
2
3
t
W P xP
onde Y
FY
σ = =
2
4
t
x
l
=
2 2 2 4
6
6 1 1 1
/ 6 / 4
t t t
W l W W
Ft F t l F t l
σ = = =
( )2
3
passo circular
largura da face
t
pW p
FF xp
σ

= 

2
3
x
y
p
=
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
P
p
π
=Y yπ=
2
/ 2
/ 2 4
t l t
x
x t l
= =Por semelhança de triângulos:
t
W P
FY
σ =2
3
xP
Y =
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Fatores de Correção:
Dinâmicos:
• Desvios do perfil evolvental;
• Velocidade;
• Deformações decorrentes do contato;
• Tenacidade do material das engrenagens, etc.
O ruído no engrenamento significa que existem impactos sobre os
dentes das engrenagens.
v
t
WK P
FY
σ =
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
• Fatores dinâmicos perfil cicloidal (Século XIX):
600
Engrenagem de FoFo obtida por fundição
600
1200
Perfis cortados em fresas
1200
v
v
V
K
V
K
+
= →
+
= →
• Fatores dinâmicos perfil evolvental (Século XX):
50
Engrenagem obtida por processo de corte em fresa
50
78
Perfil retificado
78
v
v
V
K
V
K
+
= →
+
= →
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
≅
Raio de curvatura do dente Raio do cilindro
Largura do dente Comprimento do cilindro
≅
≅
t
W
t
W
Durabilidade Superficial:
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Teoria de Hertz para contato entre cilindros:
( ) ( )
( ) ( )
max
1
22 2
1 1 2 2
1 2
max
1 2 1 2
1 2
2
1 12
1 1
orça de contato nos cilindros
pressão máxima nas superfícies
comprimento dos cilindros
, , E e constantes elásticas
e d
F
p
bl
E EF
b
l d d
F f
p
l
E
d
π
ν ν
π
ν ν
=
    − + −    =  
+  
→
→
→
→
→ diâmetros dos cilindros







ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Teoria de Hertz para contato em engrenagens:
É negativo por ser tensão de compressão!
( ) ( )
( ) ( )
1
1 22
2 2
1 1 2 2
2
1
2
1 2
sin
1/ 1/ 2
cos sin1 / 1 /
2
1 1
cos
p
t
c
G
t
v
c p
d
r
r rW
F dE E
r
K W
C
F r r
φ
σ
π φ φν ν
σ
φ

=+ 
= 
   − + −     =

  
= − +  ÷
  
1
2
2 2
1 2
1 2
1
1 1
pC
E E
ν ν
π
 
 
 =
  − −
+  ÷
   
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Equações Fundamentais de Tensão de Flexão da Norma AGMA:
0
0
(Imperial Units)
1
(Unidades Métricas)
t d m B
v s
t H B
v s
t J
P K K
W K K K
F J
K K
W K K K
bm Y
σ


= 


( )
0
força tangencial
fator de sobrecarga
fator de velocidade ou fator dinâmico
fator de tamanho
diametral pitch transversal
fator geométrico (inclui a concentração de tensão na raiz)
t
v
S
d
J
W
K
K
K
P
J Y
( )
( )
largura da face
fator distribuição de carga
fator de espessura do anel
módulo
m H
B
t
F b
K K
K
m
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
( )
( ) ( )
( )
0
0
1
2 2
(Imperial Units)
(Unidades Métricas)
fator distribuição de carga
coeficiente elástico, / /
fator de acabamento superfíc
ft m
P v s
P
C
t H R
E v s
w I
m H
P E
f R
CK
C W K K K
d F I
K Z
Z W K K K
d b Z
K K
C Z lbf in N mm
C Z
σ




= 




( )
( )
1
ial
diametro primitivo do pinhão
fator de geometria para o contato
P w
I
d d
I Z
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Equações Fundamentais de Tensão de Contato da Norma AGMA:
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Equações de resistência AGMA: utiliza a resistência de engrenagem (sat
sac), também chamados de números de tensão admissível.
A resistência flexional (St) é dada pelas equações e gráficos a seguir.
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Número de tensão de flexão admissível para aços endurecidos por
completo.
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Número de tensão de flexão admissível para engrenagens de aço
endurecidas totalmente por nitretação.
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Número de tensão de flexão admissível para engrenagens de aço
nitretado.
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
A equação para tensão admissível de flexão é:
( )
( )
2 2
(Imperial Units)
(Unidades métricas)
Tensão admissível devido a flexão / /
fator de repetição para a tensão de flexão
fator
t N
F T R
all
t N
F Z
t
N
T
S Y
S K K
S Y
S Y Y
S lbf in N mm
Y
K Y
θ
θ
σ



= 



( )
de temperatura
fator de confiabilidade
Fator segurança da norma AGMA
R z
F
K Y
S
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
A equação para tensão de contato admissível é:
( )
( )
,
2 2
(Imperial Units)
(Unidades métricas)
Tensão admissível ao contato / /
fator de repetição para a tensão de contato
fat
c N H
H T R
c all
c N W
H Z
c
N
H W
S Z C
S K K
S Z Z
S Y Y
S lbf in N mm
Z
C Z
θ
σ



= 



( )
( )
or de relação de durezas
fator de temperatura
fator de confiabilidade
Fator segurança da norma AGMA
T
R z
H
K Y
K Y
S
θ
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Fator de geometria para resistência à flexão YJ ou J: calculado pela
norma AGMA 908-B89;
0.95
f N
N
N
Y
J
K m
p
m
Z
=
=
• Fator de correção de tensão Kf.
• Y: Fator da norma AGMA 908-B89.
• pN: Passo de base normal.
• Z: Comprimento da linha de ação.
• mN: razão de compartilhamento de carga, =1
para ECDR.
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
0
0
1
t d m B
v s
t H B
v s
Jt
P K K
W K K K
F
K K
W K K K
bm
J
Y
σ


= 


ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
0
0
1
t d m B
v s
t H B
v s
Jt
P K K
W K K K
F
K K
W K K K
bm
J
Y
σ


= 


ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Fator geométrico da resistência superficial I, ZI:
0
0
1
ft m
P v s
P
C
t H R
E v s
Iw
CK
C W K K K
d F
K Z
Z W K K K
d b
I
Z
σ



= 



cos sin
2 1
cos sin
2 1
t t G
N G
t t G
N G
m
m m
I
m
m m
φ φ
φ φ

 +
= 

 −
Engrenagens Externas
Engrenagens Internas
mG: razão de velocidades=NG/NP
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Coeficiente elástico CP, ZE: 0
0
1
ft m
v s
P
C
t
P
E
H R
v s
w I
CK
W K K K
d F I
K Z
W K K KZ
d b
C
Z
σ



= 



1
2
2 2
1
1 1
p
p G
P G
C
E E
ν ν
π
 
 
 
=   − − + ÷ ÷   
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
( )
( )
2/3
[ / min]
200
[ / ]
50 56 1
0.25 12
B
v B
v
A V
V ft
A
K
A V
V m s
A
A B
B Q
  +
 → ÷ ÷  
= 
  +
→ ÷ ÷
 
= + −
= −
( )
( )
( )
2
max 2
3 / min
3 200 /
v
t
v
A Q ft
V
A Q m s
 + −   
= 
+ −  
Fator dinâmico KV:
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Fator de sobrecarga KO:
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Fator de condição da superfície CF, ZR:
A norma AGMA ainda não definiu um valor ou uma equação para o
calculo do valor.
Uma regra, “bom senso”, seria considerar quanto mais rugoso maior o
valor deste fator.
Este fator representaria a redução da área real de contato em relação a
área aparente dentre outros fatores.
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Fator de tamanho Ks:
Normalmente adota-se a unidade para este fator, mas caso queira, existe
uma equação para determinação:
Se o fator calculado for menor que a unidade, adote o fator igual a 1.
0,0535
1
1,192S
b
F Y
K
k P
 
= =  ÷ ÷
 
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Fator de distribuição de carga Km, KH:
Este fator leva em consideração:
•Montagem da engrenagem;
•Deformações do eixo e da engrenagem;
•Largura da face;
•Relação largura da face e diâmetro primitivo.
( )1m mc pf pm ma eK C C C C C= + +
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
( )1m pf pmmc ma eK C CC C C= + +
1 Dentes não coroados
0.8 Dentes coroados*
mcC

= 

* Contato esférico
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
2
0.025 1
10
0.0375 0.0125 1 17
10
0.1109 0.0207 0.000228 17 40
10
0.05 0.05
10
pf
F
F in
d
F
F F in
d
C
F
F F F
d
F
d

− ≤

 − + < ≤

= 
 − + − < ≤


 <

( )1 pfm mc pm ma eK C C C CC= + +
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
( )1m mc pf pm ma eK C C C CC= + +
1
1
1 / 0.175
1.1 / 0.175
pm
S S
C
S S
<
= 
≥
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
( )1m mc pf pm emaK C C CCC= + +
2
. .maC A B F C F= + +
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
( )1m mc pf pm emaK C C CCC= + +
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
0.8 para engrenamentos ajustados no local ou quando
a compatibilidade é melhorada por lapidação.
1 para todos os outros casos
eC


= 


( )1m mc pf pm emaK C CC C C= + +
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Fator de razão de dureza CH:
( )
( ) ( )3 3
1.0 ' 1.0 relação de transmissão
8.98 10 8.29 10 1.2 1.7
' 0 1.2
0.00698 1.7
H G G
BP BP
BG BG
BP
BG
BP
BG
C A m m
H H
H H
H
A
H
H
H
− −
= + − → =
  
− ≤ ≤  ÷
 

= <


>

,
(Imperial Units)
(Unidades métricas)
c N
H T R
c all
C N
H Z
H
W
S Z
S K K
S Z
S
C
Z
Y Yθ
σ



= 


ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Fator de número de ciclos YN, ZN: t
F T R
all
t
N
N
F Z
S
S K K
S
S Y
Y
Y
Y
θ
σ



= 


ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
,
c H
H
N
T R
c all
C W
H Z
N
S C
S K K
S Z
S Y Y
Z
Z
θ
σ



= 


ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Fator de confiabilidade KR, YZ:
,
c N H
H RT
c all
C N W
ZH
S Z C
S K
S Z Z
S Y
K
Yθ
σ



= 


t N
F T
all
t N
R
F Z
S Y
S K
Y
K
S Y
S Yθ
σ



= 


( )
( )
0.658 0.0759ln 1 0.5 0.99
0.5 0.109ln 1 0.99 0.9999R
R R
K
R R
− − < <
= 
− − < <
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Fator de temperatura KT, Yɵ:
•A temperatura limite é dada pelo óleo que se degenera quando
aquecido.
•Em geral os óleos possuem ponto de fulgor próximo à 150ºC.
•A norma AGMA recomenda que os redutores quando trabalharem
abaixo de 120ºC utilizem este fator igual à 1.
•Para temperaturas superiores, utiliza-se o fator maior que 1.
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Fator de espessura de aro KB: Quando a espessura do aro não é suficiente para
proporcionar suporte completo para a raiz do dente, pode ocorrer falha por fadiga flexional.
R
B
t
t
m
h
=
2.242
1.6ln 1.2
1 1.2
B
BB
B
m
mK
m

<
= 
 ≥
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Fatores de segurança contra falha por fadiga flexional SF e contra
falha por crateramento SH:
/ ( ) Resist ncia flex o corrigida por completo
Tens o de flex o
/ ( ) Resist ncia de contato corrigida por completo
Tens o de contato
t N T R
F
c N H T R
H
c
S Y K K ê à ã
S
ã ã
S Z C K K ê
S
ã
σ
σ
= →
= →
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Decisões Iniciais do Projeto:
•Carregamento, velocidade, confiabilidade, vida desejada e fator de
sobrecarga.
•Fator de segurança: Quanto maior a incerteza do projeto maior deve ser
este.
•Sistema de dentes: ângulo de pressão e ângulo de hélice.
•Relação de transmissão, números de dentes da coroa e do pinhão.
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Variáveis de projeto:
•Qualidade (Qv).
•Módulo (diametral pitch).
•Largura da face.
•Material do pinhão, dureza do núcleo e superficial.
•Material da coroa, dureza do núcleo e superficial.
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Sugestão de procedimento de cálculo:
1.Escolha o módulo (diametral pitch).
2.Examine as implicações na largura da face, nos diâmetros primitivos,
nas propriedades dos materiais. Se não for factível, altere o valor.
3.Escolha o material do pinhão definindo as durezas do núcleo e da
superfície.
4.Repita o passo 3 para a coroa.
5.Repita os passos anteriores até que as variáveis de projeto não se
alterem mais.
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Critério de flexão do pinhão:
• Selecione um valor inicial de F=4π/P;
• Encontre as tensões limites;
• Encontre o material e as durezas necessárias para atender as
tensões limites;
• Ajuste o valor da largura da face caso necessário;
• Verifique o coeficiente de segurança.
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Critério de flexão da coroa:
• Encontre as tensões limites;
• Encontre o material e as durezas necessárias para atender as
tensões limites;
• Ajuste o valor da largura da face caso necessário;
• Verifique o coeficiente de segurança.
ENGRENAGENS CILÍNDRICAS
DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
Critério de desgaste:
• Encontre as tensões limites;
• Encontre o material e as durezas necessárias para atender as
tensões limites;
• Ajuste o valor da largura da face caso necessário;
• Verifique o coeficiente de segurança.
EXERCÍCIOS
Exemplos resolvidos:
14.4
14.5
14.6
14.7
14.8

8 tensões em engrenagens 1

  • 1.
    Universidade Federal deGoiás Escola de Engenharia Elétrica e de Computação Graduação em Engenharia Mecânica Disciplina: Elementos de Máquinas 2 Prof.: Ricardo Humberto de Oliveira Filho ANÁLISE DE TENSÕES EM ENGRENAGENS
  • 2.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Engrenagens podem falhar basicamente por dois tipos de solicitação: •a que ocorre no contato, devido à tensão normal; •e a que ocorre no pé do dente, devido a flexão causada pela carga transmitida. A fadiga no pé do dente causa a quebra do dente, o que não é comum em conjuntos de transmissão bem projetados. Geralmente, a falha que ocorre primeiro é a por fadiga de contato.
  • 3.
  • 4.
    A parte quetende ao vermelho mostra as maiores tensões em magnitude (Von Mises) e a parte em azul as menores. Esse modelo corresponde exatamente ao resultado obtido por outras técnicas, como a fotoelasticidade, e mostra as tensões que levam às falhas citadas. ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
  • 5.
    A próxima figuramostra um caso de falha por fadiga de contato ainda no estágio inicial. Esses pequenos sulcos são formados na região próximo a linha primitiva do dente, que é definida pelo diâmetro primitivo. Surgem nessa região porque a velocidade de deslizamento entre os dentes anula- se no ponto primitivo ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
  • 6.
    A figura aseguir mostra ainda o mesmo tipo de falha após a progressão. Nesse caso, a falha de fadiga por contato aumenta de tamanho e partes maiores são arrancadas da superfície. ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
  • 7.
    Formulação de Lewis(1892): ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS 2 3 t W P xP onde Y FY σ = = 2 4 t x l =
  • 8.
    2 2 24 6 6 1 1 1 / 6 / 4 t t t W l W W Ft F t l F t l σ = = = ( )2 3 passo circular largura da face t pW p FF xp σ  =   2 3 x y p = ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS P p π =Y yπ= 2 / 2 / 2 4 t l t x x t l = =Por semelhança de triângulos: t W P FY σ =2 3 xP Y =
  • 9.
  • 10.
    Fatores de Correção: Dinâmicos: •Desvios do perfil evolvental; • Velocidade; • Deformações decorrentes do contato; • Tenacidade do material das engrenagens, etc. O ruído no engrenamento significa que existem impactos sobre os dentes das engrenagens. v t WK P FY σ = ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
  • 11.
    • Fatores dinâmicosperfil cicloidal (Século XIX): 600 Engrenagem de FoFo obtida por fundição 600 1200 Perfis cortados em fresas 1200 v v V K V K + = → + = → • Fatores dinâmicos perfil evolvental (Século XX): 50 Engrenagem obtida por processo de corte em fresa 50 78 Perfil retificado 78 v v V K V K + = → + = → ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
  • 12.
    ≅ Raio de curvaturado dente Raio do cilindro Largura do dente Comprimento do cilindro ≅ ≅ t W t W Durabilidade Superficial: ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
  • 13.
    Teoria de Hertzpara contato entre cilindros: ( ) ( ) ( ) ( ) max 1 22 2 1 1 2 2 1 2 max 1 2 1 2 1 2 2 1 12 1 1 orça de contato nos cilindros pressão máxima nas superfícies comprimento dos cilindros , , E e constantes elásticas e d F p bl E EF b l d d F f p l E d π ν ν π ν ν =     − + −    =   +   → → → → → diâmetros dos cilindros        ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
  • 14.
    Teoria de Hertzpara contato em engrenagens: É negativo por ser tensão de compressão! ( ) ( ) ( ) ( ) 1 1 22 2 2 1 1 2 2 2 1 2 1 2 sin 1/ 1/ 2 cos sin1 / 1 / 2 1 1 cos p t c G t v c p d r r rW F dE E r K W C F r r φ σ π φ φν ν σ φ  =+  =     − + −     =     = − +  ÷    1 2 2 2 1 2 1 2 1 1 1 pC E E ν ν π      =   − − +  ÷     ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
  • 15.
    Equações Fundamentais deTensão de Flexão da Norma AGMA: 0 0 (Imperial Units) 1 (Unidades Métricas) t d m B v s t H B v s t J P K K W K K K F J K K W K K K bm Y σ   =    ( ) 0 força tangencial fator de sobrecarga fator de velocidade ou fator dinâmico fator de tamanho diametral pitch transversal fator geométrico (inclui a concentração de tensão na raiz) t v S d J W K K K P J Y ( ) ( ) largura da face fator distribuição de carga fator de espessura do anel módulo m H B t F b K K K m ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS
  • 16.
    ( ) ( )( ) ( ) 0 0 1 2 2 (Imperial Units) (Unidades Métricas) fator distribuição de carga coeficiente elástico, / / fator de acabamento superfíc ft m P v s P C t H R E v s w I m H P E f R CK C W K K K d F I K Z Z W K K K d b Z K K C Z lbf in N mm C Z σ     =      ( ) ( ) 1 ial diametro primitivo do pinhão fator de geometria para o contato P w I d d I Z ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTES RETOS E HELICOIDAIS Equações Fundamentais de Tensão de Contato da Norma AGMA:
  • 17.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Equações de resistência AGMA: utiliza a resistência de engrenagem (sat sac), também chamados de números de tensão admissível. A resistência flexional (St) é dada pelas equações e gráficos a seguir.
  • 18.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Número de tensão de flexão admissível para aços endurecidos por completo.
  • 19.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Número de tensão de flexão admissível para engrenagens de aço endurecidas totalmente por nitretação.
  • 20.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Número de tensão de flexão admissível para engrenagens de aço nitretado.
  • 21.
  • 22.
  • 23.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS A equação para tensão admissível de flexão é: ( ) ( ) 2 2 (Imperial Units) (Unidades métricas) Tensão admissível devido a flexão / / fator de repetição para a tensão de flexão fator t N F T R all t N F Z t N T S Y S K K S Y S Y Y S lbf in N mm Y K Y θ θ σ    =     ( ) de temperatura fator de confiabilidade Fator segurança da norma AGMA R z F K Y S
  • 24.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS A equação para tensão de contato admissível é: ( ) ( ) , 2 2 (Imperial Units) (Unidades métricas) Tensão admissível ao contato / / fator de repetição para a tensão de contato fat c N H H T R c all c N W H Z c N H W S Z C S K K S Z Z S Y Y S lbf in N mm Z C Z θ σ    =     ( ) ( ) or de relação de durezas fator de temperatura fator de confiabilidade Fator segurança da norma AGMA T R z H K Y K Y S θ
  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Fator de geometria para resistência à flexão YJ ou J: calculado pela norma AGMA 908-B89; 0.95 f N N N Y J K m p m Z = = • Fator de correção de tensão Kf. • Y: Fator da norma AGMA 908-B89. • pN: Passo de base normal. • Z: Comprimento da linha de ação. • mN: razão de compartilhamento de carga, =1 para ECDR.
  • 29.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS 0 0 1 t d m B v s t H B v s Jt P K K W K K K F K K W K K K bm J Y σ   =   
  • 30.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS 0 0 1 t d m B v s t H B v s Jt P K K W K K K F K K W K K K bm J Y σ   =   
  • 31.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Fator geométrico da resistência superficial I, ZI: 0 0 1 ft m P v s P C t H R E v s Iw CK C W K K K d F K Z Z W K K K d b I Z σ    =     cos sin 2 1 cos sin 2 1 t t G N G t t G N G m m m I m m m φ φ φ φ   + =    − Engrenagens Externas Engrenagens Internas mG: razão de velocidades=NG/NP
  • 32.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Coeficiente elástico CP, ZE: 0 0 1 ft m v s P C t P E H R v s w I CK W K K K d F I K Z W K K KZ d b C Z σ    =     1 2 2 2 1 1 1 p p G P G C E E ν ν π       =   − − + ÷ ÷   
  • 33.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS ( ) ( ) 2/3 [ / min] 200 [ / ] 50 56 1 0.25 12 B v B v A V V ft A K A V V m s A A B B Q   +  → ÷ ÷   =    + → ÷ ÷   = + − = − ( ) ( ) ( ) 2 max 2 3 / min 3 200 / v t v A Q ft V A Q m s  + −    =  + −   Fator dinâmico KV:
  • 34.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Fator de sobrecarga KO:
  • 35.
  • 36.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Fator de condição da superfície CF, ZR: A norma AGMA ainda não definiu um valor ou uma equação para o calculo do valor. Uma regra, “bom senso”, seria considerar quanto mais rugoso maior o valor deste fator. Este fator representaria a redução da área real de contato em relação a área aparente dentre outros fatores.
  • 37.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Fator de tamanho Ks: Normalmente adota-se a unidade para este fator, mas caso queira, existe uma equação para determinação: Se o fator calculado for menor que a unidade, adote o fator igual a 1. 0,0535 1 1,192S b F Y K k P   = =  ÷ ÷  
  • 38.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Fator de distribuição de carga Km, KH: Este fator leva em consideração: •Montagem da engrenagem; •Deformações do eixo e da engrenagem; •Largura da face; •Relação largura da face e diâmetro primitivo. ( )1m mc pf pm ma eK C C C C C= + +
  • 39.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS ( )1m pf pmmc ma eK C CC C C= + + 1 Dentes não coroados 0.8 Dentes coroados* mcC  =   * Contato esférico
  • 40.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS 2 0.025 1 10 0.0375 0.0125 1 17 10 0.1109 0.0207 0.000228 17 40 10 0.05 0.05 10 pf F F in d F F F in d C F F F F d F d  − ≤   − + < ≤  =   − + − < ≤    <  ( )1 pfm mc pm ma eK C C C CC= + +
  • 41.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS ( )1m mc pf pm ma eK C C C CC= + + 1 1 1 / 0.175 1.1 / 0.175 pm S S C S S < =  ≥
  • 42.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS ( )1m mc pf pm emaK C C CCC= + + 2 . .maC A B F C F= + +
  • 43.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS ( )1m mc pf pm emaK C C CCC= + +
  • 44.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS 0.8 para engrenamentos ajustados no local ou quando a compatibilidade é melhorada por lapidação. 1 para todos os outros casos eC   =    ( )1m mc pf pm emaK C CC C C= + +
  • 45.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Fator de razão de dureza CH: ( ) ( ) ( )3 3 1.0 ' 1.0 relação de transmissão 8.98 10 8.29 10 1.2 1.7 ' 0 1.2 0.00698 1.7 H G G BP BP BG BG BP BG BP BG C A m m H H H H H A H H H − − = + − → =    − ≤ ≤  ÷    = <   >  , (Imperial Units) (Unidades métricas) c N H T R c all C N H Z H W S Z S K K S Z S C Z Y Yθ σ    =   
  • 46.
  • 47.
  • 48.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Fator de número de ciclos YN, ZN: t F T R all t N N F Z S S K K S S Y Y Y Y θ σ    =   
  • 49.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS , c H H N T R c all C W H Z N S C S K K S Z S Y Y Z Z θ σ    =   
  • 50.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Fator de confiabilidade KR, YZ: , c N H H RT c all C N W ZH S Z C S K S Z Z S Y K Yθ σ    =    t N F T all t N R F Z S Y S K Y K S Y S Yθ σ    =    ( ) ( ) 0.658 0.0759ln 1 0.5 0.99 0.5 0.109ln 1 0.99 0.9999R R R K R R − − < < =  − − < <
  • 51.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Fator de temperatura KT, Yɵ: •A temperatura limite é dada pelo óleo que se degenera quando aquecido. •Em geral os óleos possuem ponto de fulgor próximo à 150ºC. •A norma AGMA recomenda que os redutores quando trabalharem abaixo de 120ºC utilizem este fator igual à 1. •Para temperaturas superiores, utiliza-se o fator maior que 1.
  • 52.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Fator de espessura de aro KB: Quando a espessura do aro não é suficiente para proporcionar suporte completo para a raiz do dente, pode ocorrer falha por fadiga flexional. R B t t m h = 2.242 1.6ln 1.2 1 1.2 B BB B m mK m  < =   ≥
  • 53.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Fatores de segurança contra falha por fadiga flexional SF e contra falha por crateramento SH: / ( ) Resist ncia flex o corrigida por completo Tens o de flex o / ( ) Resist ncia de contato corrigida por completo Tens o de contato t N T R F c N H T R H c S Y K K ê à ã S ã ã S Z C K K ê S ã σ σ = → = →
  • 55.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Decisões Iniciais do Projeto: •Carregamento, velocidade, confiabilidade, vida desejada e fator de sobrecarga. •Fator de segurança: Quanto maior a incerteza do projeto maior deve ser este. •Sistema de dentes: ângulo de pressão e ângulo de hélice. •Relação de transmissão, números de dentes da coroa e do pinhão.
  • 56.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Variáveis de projeto: •Qualidade (Qv). •Módulo (diametral pitch). •Largura da face. •Material do pinhão, dureza do núcleo e superficial. •Material da coroa, dureza do núcleo e superficial.
  • 57.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Sugestão de procedimento de cálculo: 1.Escolha o módulo (diametral pitch). 2.Examine as implicações na largura da face, nos diâmetros primitivos, nas propriedades dos materiais. Se não for factível, altere o valor. 3.Escolha o material do pinhão definindo as durezas do núcleo e da superfície. 4.Repita o passo 3 para a coroa. 5.Repita os passos anteriores até que as variáveis de projeto não se alterem mais.
  • 58.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Critério de flexão do pinhão: • Selecione um valor inicial de F=4π/P; • Encontre as tensões limites; • Encontre o material e as durezas necessárias para atender as tensões limites; • Ajuste o valor da largura da face caso necessário; • Verifique o coeficiente de segurança.
  • 59.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Critério de flexão da coroa: • Encontre as tensões limites; • Encontre o material e as durezas necessárias para atender as tensões limites; • Ajuste o valor da largura da face caso necessário; • Verifique o coeficiente de segurança.
  • 60.
    ENGRENAGENS CILÍNDRICAS DE DENTESRETOS E HELICOIDAIS Critério de desgaste: • Encontre as tensões limites; • Encontre o material e as durezas necessárias para atender as tensões limites; • Ajuste o valor da largura da face caso necessário; • Verifique o coeficiente de segurança.
  • 61.