O documento discute a importância dos estatutos para as igrejas adquirirem personalidade jurídica e explica que os estatutos precisam ser registrados para a igreja ter vida própria e autonomia em relação aos membros. Também resume os dois modelos mais comuns de administração eclesiástica encontrados nos estatutos: o modelo episcopal que centraliza decisões na liderança e o modelo congregacional que descentraliza o poder de governo para assembleias gerais.