SlideShare uma empresa Scribd logo
ADMINISTRAÇÃO
E LIDERANÇA
LIÇÃO 1
A IGREJA
Jesus projetou, claramente, a
existência duma sociedade de seus
seguidores que daria aos homens seu
Evangelho e ministraria à humanidade
no seu Espírito, e que trabalharia pelo
aumento do reino de Deus como Ele o
fez. Ele não modelou nenhuma
organização e nenhum plano de
governo para esta sociedade ... Ele fez
algo mais grandiosos que lhe dar
organização; ele lhe concedeu vida.
Jesus formou essa sociedade de seus
seguidores chamando-os a unirem-se
a Ele, comunicando-lhes, durante o
tempo em que esteve no mundo, tanto
quanto fosse possível, de sua própria
vida, do seu Espírito e do seu propósito.
Ele prometeu continuar até ao fim do
mundo concedendo sua vida à sua
sociedade, à sua Igreja.
Podemos dizer que seu dom à Igreja foi
Ele mesmo.
Robert Hastings Nichols
Na linguagem comum, o vocábulo
tem um significado muito amplo. É
aplicado ao edifício em que se realiza o
culto cristão; a uma congregação de
adoradores crentes; a um
estabelecimento religioso; a
determinado tipo de ordem eclesiástica;
ao conjunto de todos os crentes em
Cristo, e a um grupo local de discípulos
cristãos associados num pacto com
propósitos religiosos.
Este último significado é o comumente
encontrado no Novo Testamento.
O vocábulo “igreja” vem da palavra
grega “ekklesia”, que significa
“chamado para fora”, “ek” para fora, e
“klesis”, chamado. Entre os gregos, o
termo designava um grupo de pessoas
dotadas do privilégio e cidadania
incumbidos de certas funções
públicas administrativas importantes,
convocado, ou chamado para fora,
dentre a massa comum do povo.
No Novo Testamento, a “Ekklesia” é
um grupo de pessoas chamadas e
separadas da multidão comum, em
virtude de uma vocação divina,
escolhida para serem santas,
investidas nos privilégios e
incumbidas dos deveres de cidadania
no reino de Cristo.
Conforme o Novo Testamento, uma
igreja cristã é um grupo de pessoas
divinamente chamadas e separadas
do mundo, batizadas sob profissão de
sua fé em Cristo, unidas em aliança
para o culto e o serviço cristão, sob
suprema autoridade de Cristo, cuja
Palavra é sua única lei e regra de vida
em todas as questões de fé e prática
religiosa.
A Igreja é:
a) Uma fraternidade.
b) Um grupo de crentes.
c) Um grupo de santos.
d) Um grupo de eleitos.
e) Um grupo de discípulos.
f) Um grupo de cristãos.
g) O corpo de Cristo.
h) O templo de Deus, I Pe 2.5,6.
i) A noiva de Cristo.
j) O fundamento de Cristo, Mt 16.18.
k) O povo de Deus, Gl 3.28
l) O mistério de Deus, Dt 29.29
m) A nação santa, I Pe 2.9
n) O eterno propósito de Deus, Rm 8.26-
30.
o) O fruto da vontade de Deus, Ef 1.2-11.
p) Um organismo vivo.
q) Uma organização.
r) Um exército.
s) Uma lavoura.
t) Um rebanho.
A Igreja não é:
a) Edifício material.
b) Uma denominação.
c) Um empreendimento nacionalista.
d) Continuação do judaísmo, Mt 9.16.
e) Não é o reino de Deus, contudo, faz
parte.
f) Não é um plano parentético de Deus.
Propósitos Divinos e Missão da Igreja.
Pregar a Salvação, Ef 3.10,11
Prover meios de adoração
Prover comunhão religiosa.
Prover edificação
Sustentar uma norma de conduta
moral.
No Novo Testamento a palavra
Igreja é usada em dois sentidos:
1º) Corpo místico de Cristo, formado
pelos que o recebem como o Único e
Suficiente Salvador.
2º) Ajuntamento dos fiéis com o
objetivo de adorar a Deus.
No primeiro caso, temos a Igreja
invisível ou Universal; e, no segundo, a
Igreja visível ou local. Como Igreja
Universal, além de ser invisível, a
igreja é um organismo vivo, militante e
triunfante. Como Igreja visível, além de
ser uma congregação local, ela é uma
organização, ou igreja institucional.
ASPECTO EXCLUSIVO DA IGREJA
 Ter conhecimento ortodoxo, vivo e
experimental de seu Salvador,
acompanhado de verdadeira convicção
de pecado e sede de salvação, sem
confiar em seus próprios méritos e
obras para salvar-se.
 Ter fé, e deve ser caracterizada por
uma entrega total a Cristo e firme
crença no que a Bíblia revela.
 Ter sua ação, conduta e frutos
pautados de verdadeira regeneração,
Mt 7.20; Gl 5.22.
GOVERRNO ECLESIÁSTICO
A forma de governo da Igreja não é
democracia e nem ditadura, e sim,
Teocrático. Embora por teocracia
entende-se “governo de Deus”,
entretanto, esse governo é levado a
efeito mediante os dons ministeriais
que ele mesmo deu a Igreja, Ef 4.11.
Existem três formas de governo na
Igreja:
1) Episcopal ou Prelática.
Episcopal é um termo gr “episkopos”,
que significa “supervisor”, a tradução
mais freqüente desse termo é “bispo”
ou “superintendente”. É a forma de
governo da Igreja romana, grega e
anglicana.
2) Presbiteriana ou Oligárquica.
3) Congregacional ou Independente
CORPO ECLESIAL
Pastor, Ministro, Ancião, Presbítero,
Bispo são termos que referem-se ao
mesmo ofício, pois significam
oficialmente o mesmo, At 20.17,28; I Tm
3.1; Tt 1.5-7
PARTICIPAÇÃO DO MEMBRO NO GOVERNO
1) Cooperando
2) Apoiando as Decisões.
3) Reconhecendo que provém de Deus.
Os diáconos foram escolhidos
pelos crentes, segundo At 6.1-7, para
atender aos interesses temporais da
Igreja. O termo significa ministro ou
servo.
FORMAS DE TORNAR-SE MEMBRO
1) Pelo batismo, Mt 28.19; At 2.38.
2) Por carta de transferência.
3) Por aclamação.
FILIAÇÃO
Na Igreja Universal a admissão se
dá pela experiência da salvação ou
pela regeneração, e na Igreja Local, é
pelo batismo nas águas.
DEVERES DOS MEMEBROS:
Consagrar-se
Aprender a levar as almas a Cristo;
Honrar, respeitar, sustentar a obra
com dízimos;
Assistir aos cultos.
Votar nas várias reuniões
Participar da Santa Ceia
Visitar e ser visitado.
Tomar parte nas atividades da Igreja.
Ser separado, eventualmente, para
obreiro local.
PERIGOS A SEREM EVITADOS
Pensar o pastor somente no número
de membros.
Pensar demais em apoio financeiro
ou social.
Ter na Igreja, como membros,
pessoas que não querem se
comprometer com o bom exemplo;
Ter na Igreja, como membros,
pessoas que crêem em doutrinas
diferentes.
Aceitar como membros pessoas que
se separaram bruscamente de suas
igrejas originais.
CARTAS
Recomendação (viagem)
Mudança (transferência)
Declaração ( entre igrejas
evangélicas que não professam a
mesma fé e ordem)
Apresentação (entre congregações
do ministério, ou para congregados)
A DISCIPLINA NA IGREJA
A palavra “disciplina” tem origem
latina e significa “ensino metódico”,
“ensino continuado”, “ensino voltado
para a obtenção de uma boa ordem”.
“Disciplina” é palavra derivada de
“docere”, que significa “ensinar” (daí,
por exemplo, “corpo docente”, ou seja,
corpo de professores, de ensinadores).
Logo, portanto, vemos que “disciplina”
não se confunde com castigo, nem
com punição, castigo e punição são
apenas uma das formas de disciplina.
A disciplina envolve, deste modo, a
ação de ensino, a ação de ensino com
método, de um ensino voltado para um
objetivo. Segundo o Dicionário
Teológico, disciplina é o regime de
ordem imposta por força da lei, ou
consentida por um pacto, ou aliança,
livremente estabelecido. A correção é
a essência da disciplina. É o amor, a
alma da correção, pois o Senhor Deus
castiga a todos quantos ama, e
aqueles a quem toma por filhos. Nas
Sagradas Escrituras, a disciplina é
uma das prerrogativas que Jeová usa
para preservar os termos da aliança
que ele firmou primeiramente com os
filhos de Israel, e, mais tarde, com os
que vieram a receber a Cristo. Para que
a disciplina vingue seus objetivos, os
judeus contavam com os Dez
Mandamentos e as outras legislações
do Pentateuco. Na Igreja Primitiva,
havia normas congregacionais para se
manter a ordem e a decência entre os
salvos, I Co 5. 1-13. Disciplinar não é
banir; é tornar o santo mais santo.
Portanto, disciplina na Igreja é uma
necessidade, At 5.1-11; II Ts 3.6-14; Rm
16.17,18; I Co 5. A norma cristã está em
Mt 18.15-19.
LIÇÃO 2
ORGANIZAÇÃO
DA IGREJA
Introdução
Para que a igreja forme uma
unidade, retrate a vida que lhe é
inerente, a fim de funcionar com
eficiência e harmonia, assim como
acontece ao corpo humano, é
necessário que tenha uma
organização, e uma interdependência
entre os seus membros.
OS OBJETIVOS DA ORGANIZAÇÃO
ECLESIÁSTICA.
1º) Tem que moldar-se à natureza de
Deus. O Senhor Deus é muito ordeiro,
analise, os pontos seguintes:
O Universo.
Israel no deserto.
A Multiplicação dos pães.
O próprio Corpo humano.
2º) Prover o máximo de eficiência.
A sabedoria diz que com medidas de
prudência farás a guerra, Pv 24.6. Uma
multidão desorganizada, se torna presa
fácil de um pequeno grupo organizado.
3º) Assegurar a probidade em sua
administração, pois não havendo
organização, um pequeno grupo poderá
monopolizar a posse e os privilégios
legais.
O ideal é que a igreja local fosse
composta de pessoas regeneradas, as
quais pertencem ao reino espiritual,
Mt 18.3; Jo 3.3. Contudo, sabemos que
só a Igreja Invisível ou Universal é
composta somente de pessoas
regeneradas, por isso, ela é sem
mancha e sem ruga, Ef 5.27 .
ROL DE MEMBROS
Uma necessidade com embasamento
bíblico, At 5.13,14. Havia uma linha de
demarcação entre os fiéis e os infiéis.
Uma prova irrefutável dessa verdade
bíblica é o registro da disciplina, I Co
5.12,13; Tt 3.10; II Ts 3.6,14,15.
Já no princípio se fazia uma contagem
dos que abraçavam a fé, leia At 1.15; 2.41;
4.4.
O rol de membros define quais as
pessoas investem, e por conseguinte, têm
o direito de voto nas decisões da
comunidade.
NORMAS PARA TORNAR-SE MEMBRO.
Um regimento interno, baseado na
Palavra de Deus, que dite as normas.
Nascido de novo, II Co 5.17.
Santo, II Co 6.17; I Pe 1.16; I Jo 2.15.
Viver o que preceitua a Palavra, Js 1.8; Sl
1.
A DIRETORIA ADMINISTRATIVA
PRESIDENTE
1º SECRETÁRIO 1º TESOUREIROVICE PRESIDENTE
2º SECRETÁRIO 2º TESOUREIROCONSELHO FISCAL
MINISTÉRIO
PASTOR PRESIDENTE
PASTORES AUXILIARES EVANGELISTAS
PRESBÍTEROS DIÁCONOS
COOPERADORES DIACONIZAS
DEPARTAMENTOS
Departamento de Senhoras
Departamento de homens
Departamento de jovens e Adolescentes
Departamento Infantil
Departamento musical
Departamento de Educação ou Ensino
Departamento de Missões
Assistência social
O ideal é que tenha uma reunião
mensal do ministério, com o objetivo
de buscar a direção de Deus para a
execução da tarefa ministerial,
provendo treinamento para os
obreiros e fortalecendo o
companheirismo e unidade da Igreja. O
pastor deve dirigir essa reunião, como
deve também participar das reuniões
regulares dos demais departamentos.
IMÓVEIS E EQUIPAMENTOS
A falta de zelo com a casa de Deus é a
causa de muitos males, Ag 1.8,9.
A iniciativa de tornar o espaço de
reuniões mais amplo e confortável,
deve ter apoio de todos, II Rs 6.1.
O que fazemos para Deus deve
retratar a magnitude de Deus e não a
nossa pequenez, II Cr 2.5.
No obstante ser a magnitude do
templo de extrema importância, o mais
importante é a presença de Deus, I Rs
8.10,11, pois é a presença de Deus que
motiva o levantamento de uma Casa,
onde se possa adorar ao seu nome, Gn
28.16,17. Ao planejar a construção de
uma casa de adoração, deve-se dar
prioridade a aquisição de um bom
equipamento de som, bancos
confortáveis, ventiladores; sem
esquecer que o templo deve ser bem
arejado, e se possível, construído de
forma a evitar que o som incomode os
vizinhos, evitando assim, futuros
aborrecimentos e até mesmo,
envolvimento com as autoridades.
Outrossim, o templo deve ser
planejado de forma a atender as reais
necessidades da Igreja, que com o
crescimento irá precisar de casa
pastoral, secretaria, tesouraria, sala
para o gabinete pastoral, para a
secretaria de missões, salas para a
Escola Dominical, biblioteca, berçário,
etc. O líder deve ter uma visão alcance
o futuro da Igreja. É necessário
providenciar os equipamentos
necessários para o bom andamento
dos diversos departamentos da Igreja,
como por exemplo: Quadros-negros,
retroprojetores, vídeos, fantoches,
flanelógrafos, móveis infantis.
MANUTENÇÃO
Tanto o prédio como as suas
dependências e equipamentos devem
ser bem cuidados e conservados em
boa ordem e sempre limpos. Os
homens que precisamos ganhar, são
atraídos pela aparência.
Tanto a manutenção preventiva como a
corretiva, deve ser vista não somente
como uma necessidade, mas
sobretudo, como um ato de amor à
obra e obediência à Palavra do Senhor,
leia Jr 48.10a.
CERIMÔNIAS
Muitos, se pudessem, evitariam as
cerimônias, entretanto, convém aos
ministros familiarizarem com elas, porque
querendo ou não, fazem parte da função
ministerial. As pessoas consideram as
cerimônias de extrema relevância para as
suas vidas, porquanto os ministros devem
conduzi-las com dignidade e decoro,
contando com as bênçãos e a presença de
Deus nessas ocasiões.
CASAMENTO
O ministro precisa conhecer as
leis do país, onde irá realizar o
casamento, bem como, as regras da
denominação. É necessário que o
ministro saiba não somente do estado
civil dos noivos, como também se os
mesmos estão devidamente
documentados e preparados com
ensaios para o rigor da cerimônia.
MODELO
Introdução : Saudação e uma palavra aos
presentes.
Oração: Em favor dos noivos e do novo lar.
Mensagem: Texto a escolher
Votos: Jovem____________ queres receber a
senhorita _______________ por tua esposa e
viver com ela segundo os mandamentos de Deus?
(Depois fazer a mesma pergunta à noiva)
Música Coral ou solo
Oficiante: Irmãos visto que viestes aqui com o
propósito de receber a bênção de Deus para o vosso
enlace nupcial, eu na qualidade de ministro de Deus,
vos rogo que solenemente, recebais um ao outro em
perfeito amor, na qualidade de esposo e esposa,
fazendo para isto as seguintes declarações:
O noivo segurando a mão da noiva, dirá:
Eu _________________recebo a ti _____________
por minha esposa, para ter-te e conservar-te de
hoje em diante, na felicidade ou na desventura, na
riqueza ou na pobreza, enferma ou com saúde, para
amar-te e querer-te até que a morte nos separe, de
acordo com a santa vontade de Deus.Para isto
empenho a minha honra.
(Depois do noivo, a noiva diz ao noivo as mesmas
palavras)
Alianças: Primeiro o noivo coloca no dedo da noiva,
dizendo:
Com este anel selo a minha união contigo em nome
do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Bênçãos Finais: Noivos ajoelhados, unem as mãos
sobre o altar, e o ministrante diz:
“Aqueles que são unidos por Deus ninguém os
separe. Visto que ________ e _______ consentiram
ambos no santo matrimônio e o testificaram na
presença destas testemunhas e diante de Deus e
para este fim deram e empenharam a sua fé e
palavra um ao outro, pela união de mãos, eu os
declaro marido e mulher, casados em nome do Pai e
do Filho e do Espírito Santo.
CERIMÔNIA FÚNEBRE.
É necessário conhecer o costume da
região.
Desde que não extrapole os limites
éticos, o ministro deve atender aos
desejos dos parentes e familiares.
O CULTO DE SANTA CEIA DO SENHOR
O pastor tem o dever de doutrinar a
Igreja com relação à Santa Ceia.
Ser criativo com relação à Santa
Ceia, a fim de não cair numa rotina
constante, isto, variar os textos e
mensagens, e até mesmo, a
ornamentação.
O BATISMO EM ÁGUAS
Instrução aos catecúmenos quanto à
doutrina cristã, à roupa sobressalente
no dia do batismo e à compostura de
algumas pessoas, especialmente as
irmãs .
Mensagem concernente ao batismo.
Profissão de fé.
Postura corporal.
Rito cerimonial.
RECEPÇÃO DE MEMBROS
A recepção de membros por
aclamação, por confissão de fé e
batismo, ou por carta de mudança, deve
ser precedida por uma entrevista,
ocasião em que o pastor ou um obreiro
por ele designado, exponha os costumes
e doutrinas da Igreja. Somente deverão
ser aceitos, se antes concordarem com
os costumes e doutrinas da Igreja.
APRESENTAÇÃO DE CRIANÇAS
Os pais se dirigem ao púlpito,
enquanto a Igreja canta um louvor
relativo às crianças.
O Pastor dirige aos presentes, uma
rápida mensagem.
Depois o ministro deve fazer
algumas perguntas aos pais,
enfatizando a responsabilidade dos
mesmos na criação dos filhos.
PERTURBAÇÃO AO SOSSEGO ALHEIO
Conforme a legislação em vigor no
país, constitui-se contravenção penal
(ficando o infrator sob as penas da lei)
qualquer perturbação ao sossego
alheio, por meio de:
Gritaria ou algazarra.
Exercício de profissão incômoda ou
ruidosa, em desacordo com as
prescrições legais.
Abuso de instrumentos sonoros ou
sinais acústicos (buzina ou apito)
Provocação de animal, ou não
procurando impedir barulho produzido
por animal sob sua guarda.
LIÇÃO 3
A
ADMINISTRAÇÃO
DA IGREJA
Administração – Conjunto de
princípios, normas e funções
destinadas a ordenar, dirigir e
controlar os esforços de grupos de
indivíduos para obtenção de um
resultado comum.
Administração Esclesiástica – É o
estudo dos diversos assuntos ligados
ao trabalho do pastor no que tange a
sua função de líder ou administrador
principal da igreja que serve. Apesar
da igreja ser uma organização, ela não
simplesmente uma organização, é
também um organismo vivo; porquanto
a administração eclesiástica lida com
um tríplice aspecto:
ESPIRITUAL
ECONÔMICOSOCIAL
Cuidar do Rol de membros
Promover o crescimento espiritual
Prover aperfeiçoamento dos santos
Não descuidar da Evangelização
Manter a unidade da Igreja
Para manter um corpo sadio, às vezes
há necessidade de extirpar tumores,
eliminar vírus mortais, etc.
A ADMINISTRAÇÃO PATRIMONIAL
EFICIENTE
O pastor é responsável por manter
o patrimônio da igreja devidamente
documentado. Cabe ao secretário da
igreja a responsabilidade de guardar
os documentos originais de todos os
bens patrimoniais da igreja, sem
impedir que o pastor tenha acesso aos
mesmos.
ADMINISTRAÇÃO ECLESIÁSTICA SOB O
PONTO DE VISTA BÍBLICO
Exemplos Bíblicos de Administradores:
Jetro
José
Moisés
Davi, Salomão
Daniel
Neemias
Jesus
ADMINISTRAÇÃO SECULAR
PESSOAL
FINANCEIRO O & M
O QUE É ADMINISTRAR?
A palavra “administração é
originária do latim e significa
literalmente “sustentar com as mãos”.
Administrar é essencialmente, “fazer
funcionar um sistema” Administrar é a
um só tempo:
(1º) Prever;
(2º) Organizar;
(3º) Comandar;
(4º) Coordenar;
(5º) Controlar.
A ADMINISTRAÇÃO DOS BENS DA IGREJA
Embora a principal atividade da
Igreja seja a evangelização, isto é, a
propagação do Evangelho, ela possui
bens materiais que precisam ser
administrados com eficiência.
A DIRETORIA ADMINISTRATIVA
PRESIDENTE
1º SECRETÁRIO 1º TESOUREIROVICE PRESIDENTE
2º SECRETÁRIO 2º TESOUREIROCONSELHO FISCAL
Secretaria:
Sua importância na Administração.
Sua instalação.
Qualificações necessárias ao Secretário:
Maturidade espiritual
Educação exemplar
Boa caligrafia
Boa redação
Zelo
Tempo disponível
Atribuições do Secretário: (Diretoria)
Lavrar atas da Assembléia, em livro
próprio, assiná-las e apresentá-las
para aprovação nas assembléias
seguintes;
Assinar com o presidente, os
documentos oficiais da igreja;
Manter em dia o fichário de membros
e todos os serviços relacionados à
secretaria.
Confeccionar e expedir toda a
correspondência sob sua
responsabilidade;
Manter atualizados todos os dados
estatísticos na sua gestão;
Prestar relatórios de suas
atividades;
Tratar com afabilidade e amor
cristão todas as pessoas que
necessitam de seus serviços;
Cumprir outras providências
determinadas pela direção da igreja;
Ser criterioso com as diversas
anotações, a fim de não extraviar
dados importantes.
Atribuições do Secretário
(Funcionário)
Devido as atividades do secretário,
comumente a igreja contrata uma
funcionária regida pela CLT
Recepcionar todos os membros e
visitantes durante o expediente da
semana, que tenham algo a tratar.
Digitar os documentos de rotina.
Atender as solicitações da diretoria.
Confeccionar os boletins da Escola
Dominical
Providenciar os documentos
necessários às Assembléias Gerais.
Confeccionar cartões de membros;
Atender telefone e direcionar os
atendimentos.
Manter em dia todas as informações
pertinentes os membros.
Endereçar e postar cartas,
impressos e pacotes;
Organizar arquivos; receber,
Classificar, distribuir e arquivar as
correspondências;
Controlar o estoques de materiais e
formulários necessários à
administração geral;
Manter em perfeita ordem o
funcionamento da secretaria;
Manter em dia um dos principais
documentos da secretaria, o Rol de
membros.
AS IGREJAS E O DIREITO TRIBUTÁRIO
Conforme o inciso VI, letra b do artigo
150 do texto constitucional, é direito da
União, Estados, Municípios e do Distrito
Federal, instituir impostos sobre templos
de qualquer culto, que tenham como fato
gerador da obrigação tributária o
patrimônio, a renda e os serviços
relacionados (isto é, diretamente
vinculados) com finalidades essenciais
das entidades nelas mencionadas.
MEDIDAS A SEREM ADOTADAS PELA
MATRIZ E SUAS FILIAIS
Cuidados com a tesouraria da Igreja.
A Igreja Evangélica , para os devidos fins, declara
haver pago a (nome do vendedor), portador da RG nº
_______ e do CPF nº ___________, o valor de R$
________ (por extenso), pela compra de (nome do
objeto), usado ou em perfeito estado de funcionamento.
(Local e data)
Responsável pela Igreja Responsável pela venda
Manter o pagamento de tarifas em
dia.
DOCUMENTAÇÃO DA IGREJA
Atos de Constituição
Ata de fundação constando a eleição
da diretoria, registrada em cartório.
Estatuto registrado em cartório.
Registro no CNPJ
Outros documentos:
Carimbo do CNPJ
Livro Caixa
Livro Ata
Declaração de Isenção do Imposto de
Renda de Pessoa Jurídica.
Ata da eleição da última diretoria.
Escrituras dos Imóveis
Contrato de cessão de direito dos
imóveis
Contrato de locação dos salões.
DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA AS
CONGREGAÇÕES
Livro ATA
Contendo, endereço, termo de
abertura e encerramento, como
também, declaração de sua filiação e
assinatura do Presidente.
O livro ata da congregação deve
ser utilizado somente para as
seguintes atividades:
Número de membros em comunhão;
Número de membros apresentados
para o batismo;
Número de crianças apresentadas;
Número de casamentos e o nome do
pastor celebrante;
Nome do tesoureiro auxiliar,
nomeado pelo dirigente.
Nome do secretário auxiliar,
nomeado pelo dirigente;
Todos os casos de disciplina.
Cópia da ata que deu posse, por
tempo indeterminado, ao seu
dirigente.
Livro Movimento Caixa da
congregação.
Neste livro o tesoureiro auxiliar
deve escriturar todas as receitas e
despesas, devidamente comprovados.
Ao fechá-lo, deve ser assinado pelo
tesoureiro e dirigente.
Logo após ser fechado, deve ser
levado ao tesoureiro da matriz, que
após a conferência deve carimbar e
assinar.
Tanto a matriz como a
congregação deve arquivar as folhas
do livro caixa da congregação.
Livro de Registro de Casamento.
Livro de Apresentação de Crianças
Boletim Informativo
Este boletim informativo tem
objetivo de manter a matriz bem
informada sobre todos os dados
necessários para atender as
exigências do IBGE.
Toda atividade ou
documentação
pertinente à pessoa
jurídica, deve ser
realizada ou estar de
posse do secretário da
ASPECTOS DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA
As associações e instituições
civis, organizações religiosas, pias,
morais, científicas ou literárias e as
associações de utilidade pública,
como sujeitos de direito (pessoas
jurídicas de direito privado artigo 44,
inciso I do Código Civil) serão
empregadores, nos termos constantes
da legislação que regulamenta as
relações do trabalho assalariado, se
firmarem e, sempre que firmarem
contrato de trabalho com pessoa
física, sendo este trabalho rotineiro,
desenvolvido sob a dependência
jurídica do empregador, por força do
contrato assinado com o seu
empregador com a imposição de
normas e procedimentos
operacionais, e mediante o pagamento
de quantia previamente estabelecida
neste contrato, a retribuição pelo
trabalho, o salário. Este é o conceito
estabelecido nos artigos 2º e 3º da
Consolidação das Leis do Trabalho e
consagrado em toda a nossa
jurisprudência trabalhista.
DO ASPECTO JURÍDICO-DOUTRINÁRIO DO
TRABALHO PASTORAL E DE SEUS
AUXILIARES, PRESBÍTEROS, DIÁCONOS E
DEMAIS OBREIROS.
As relações religiosas, não devem
ser entendidas com as mesmas
características das relações
trabalhistas regidas pela CLT, até
porque o ministério não é visto como
profissão e sim, como vocação, e no
ministério não se presta serviço a uma
pessoa jurídica com fins lucrativos,
mas ao Reino de Deus, ainda que
entendemos que aquele que dá o seu
tempo integral à obra, deve receber
dela o seu sustento.
VÍNCULO EMPREGATÍCIO DO PASTOR E A
LEI PREVIDENCIÁRIA
A legislação atual e sobretudo o
Decreto 3.048 de 1999, com alterações
posteriores, classifica como
contribuinte individual, dentre outros,
o ministro de confissão religiosa, que
na legislação anterior era equiparado
por equiparação ao profissional
autônomo, recolhendo a sua
contribuição à Previdência Social
nesta modalidade de contribuinte,
através de uma tabela básica de
contribuições previdenciárias,
estipulada com base em períodos de
interstícios de pagamentos.
Ibadep   administracao e lideranca
Ibadep   administracao e lideranca
Introdução
Líder é um chefe, condutor, tipo
representativo de uma sociedade. A
posição de líder exige uma criteriosa
administração de suas próprias
características negativas, pois são
elas que tiram o líder de sua posição e
não os liderados.
CARACTERÍSTICAS DA VIDA DE UM LÍDER
Qualidades Espirituais
Qualidades Morais
Qualidades pessoais
O líder precisa ter ideal, e, aliada a
este, ter visão, alma e olhar de condutor de
vidas. Segue-se a tenacidade aliada à
serenidade. Em seguida, segurança e
confiança, que, ao lado da simpatia,
autenticidade e comunicação, formam o
perfil do líder cristão.
Fé
Coragem
Amor
Determinação
Humildade
Paciência
Entusiasmo
Benignidade
Competência
Confiança
Disciplina
Integridade
Espírito de servo e capacidade
administrativa.
Persistência
Objetividade
Treinamento
Persuasão
Tolerância
Lealdade
Humor
Disciplina própria
Prudência
Temperança
Justiça
Reconhecimento
Controle emocional
Equilíbrio
Gratidão
MOTIVAÇÕES
Recompensa
Maturidade dos Crentes
Glória de Deus
Aperfeiçoando o Líder
A vida e palavras do líder (o
propósito deve ser servir, e não ser
servido.
Deve procurar sempre a glória de
Deus e nunca a sua própria, Jo 5.44
Ter o amor como guia supremo nos
relacionamentos.
Motivar o grupo
Cortesia
Sinceridade
Senso de humor
Tratamento com naturalidade,
diplomacia e tato, não perdendo o
controle da voz ou falar fora de turno.
Ter controle emocional em todas as
circunstâncias
Expressar-se afetivamente em
público
Ser hábil em incentivar e inspirar
outros a executar o seu trbalho.
Ter interesse sincero nos detalhes
da vida de seus superiores, pares e
cooperadores.
FUNÇÕES DO LÍDER
PREVISÃO
PLANEJAMENTO DEFESA
ESTILODO LÍDER
Estilo é o somatório do tipo de ação
desenvolvida pelo líder no cumprimento
de sua liderança.
Autocrático (Governo com poderes
ilimitados e absolutos.
Burocrático
Democrático
Laissez-faire
Paternalista
Participativo
A INFLUÊNCIA DO LÍDER NOS LIDERADOS
Pode ser positiva ou negativa.
Um dos segredos do líder é saber exercer sua
influência sem que os outros percebam, e sem
impor sua vontade.
Necessidade de formar um novo líder.
a) Não criar discípulos dependentes.
b) Não subestimar as suas qualidades.
AUTOGNOSE E AS MARCAS DA VIDA
Autognose é o conhecimento que
cada líder deve ter de si mesmo. Não
basta o desejo de ser o exemplo, se
você não sabe o que tem dentro de
você para ensinar aos outros. É
necessário fazer um exame
introspectivo.
DEVERES DOS LÍDERES
Sentir o que os outros sentem.
Não reprimir os seus sentimentos; se
necessário deve chorar.
Usar os vocabulários: Obrigado,
parabéns, feliz aniversário, muito bom.
Orar pedindo humildade, honra,
sabedoria, discernimento, etc.
Compartilhar do sofrimento dos
menos favorecidos
Pureza mental
Firmeza nas decisões
Demonstrar os seus sentimentos,
nunca esquecendo dos mais fracos.
O que o Líder Não Deve Ser e Fazer
Hipócrita
Mentiroso
Maledicente
Não permitir ser traído pelos seus
próprios sentimentos.
Esconder sentimentos, querendo
aparentar o que não é.
MORALIDADE SEM SEGREDOS
Nada poderá salvar um líder, se ele
tem um segredo em sua vida moral.
Não dar lugar à aparência do mal.
Um líder cai naquilo em que se acha
forte.
A solidão do líder
 Dinheiro
 Sexo
 Poder
CONSELHOS AOS LÍDERES NA CASA DE
DEUS
Amar aos outros em detrimento de si
mesmo.
Evite esforços em demasia. Não
devemos trabalhar por Deus e sim com
Ser de fato espiritual, e não apenas
se comportar como tal.
Ouvir sempre os seus liderados.
Ser humilde e quebrantado.
Não faça tudo sozinho, evite se expor
demais na reunião, aprenda a
distribuir tarefas.
Procure agir sempre debaixo da
unção do Espírito, caso contrário os
seus liderados sentir-se-ão enfadados.
Nunca tire conclusões precipitadas.
Nunca trate com leviandade as
coisas espirituais.
Aprenda a não confiar unicamente
em seus próprios juízos. Antes de
qualquer decisão a respeito de algo
importante, compartilhe com os seus
companheiros.
Nunca faça nada, sem antes ter a
convicção de que aquilo é a vontade de
Deus. Quem age assim, terá sempre a
autoridade de Deus.
Diante dos desafios, nunca olhe para
as suas próprias capacidades, porque
as nossas capacidades são as provas
de nossa incapacidade.
No campo espiritual, o sucesso se
obtém, quando o líder se considera um
servo disposto a fazer a vontade do seu
Senhor; então o servo deixa de ser um
simples servo, e passa ser o próprio
Deus agindo através desse servo. Pois
ele mesmo disse: “Sem mim nada
podeis fazer”
UM LÍDER QUASE PERFEITO
Num mundo que produz
informação de forma tão veloz, nos
sentimos pressionados a saber cada
vez mais, a estar atualizados.
“Por um longo tempo, as pessoas não perceberam o
quanto não sabiam – não sabiam que não sabiam.
Atualmente, porém, elas sabem o que não sabem, e
isso as deixa ansiosas”. Wurman p.358
Para nós líderes cristãos sempre
em busca da competência, da
atualização, a pergunta é: Será que é
possível ser um líder competente,
atualizado sem sofrer deste tipo de
mal?
Alguns Conselhos:
Ao longo dos anos, temos
assimilado a idéia que para sermos
competentes temos que saber a
respeito de tudo e saber fazer tudo.
Ninguém consegue ser bom em tudo.
Temos que fazer algumas escolhas, e
manter o foco. Reflitam sobre a
história dos grandes homens. Eles
foram bons em tudo, ou são
conhecidos por terem dedicado suas
vidas a um propósito, a uma causa?
“Reduza os sentimentos de culpa em
relação ao que não leu, reconhecendo
que a quantidade de informação é
tanta que você não pode ler tudo”.
Wurman p. 341
“Se você aceitar que não pode saber
tudo, ficará muito mais à vontade com
a idéia de desconhecer alguma coisa”.
Wurman p. 344
O interesse é a chave para o
aprendizado. Muito da nossa busca por
maior conhecimento e habilidade
procede de um sentimento de
obrigação:
Eu tenho que.
Eu preciso.
Mas o segredo para uma boa
aprendizagem é o prazer. Nem tudo o
que estudamos será uma tarefa fácil e
repleta de prazer, mas sim que, quando
há interesse de adquirir conhecimento
torna-se mais fácil. Selecione o que é
essencial para a sua vida. Você terá
controle sobre o fluxo de informação
se souber discernir o que realmente é
essencial à sua vida, ao seu trabalho.
“O segredo para processar
informação é limitar seu campo
de informação dentro do que é
relevante para sua vida, isto é,
escolher cuidadosamente que
tipo de informação merece seu
tempo e sua atenção”.
Wurman p. 339
Por que tenho que me tornar “fera”
em informática se uso em meu
trabalho apenas um editor de texto?
Por que tenho que conhecer
profundamente a psicologia se
aconselhamento é apenas uma das
áreas do meu trabalho? Por que tenho
que ler a montanha de revistas que
chegam pelo correio se a maioria não
acrescenta quase nada ao que já sei?
Wurman nos aconselha:
“Minimize o tempo que gasta lendo
ou assimilando notícias que não sejam
pertinentes ao seu trabalho ou à sua
vida. Muitas pessoas se sentem na
obrigação de assistirem ao noticiário
local toda a noite, mesmo quando ele
não passa de uma lista de crimes e
catástrofes. Se você não é criminalista
ou bombeiro, esta informação é
provavelmente supérflua”.
LIÇÃO 5
A
LIDERANÇA
Liderança – Função de líder; forma de
dominação baseada no prestígio
pessoal e aceita pelos liderados. Líder
é alguém que conhece o caminho,
mostra o caminho ou segue o caminho.
O líder cristão é caracterizado por uma
fé profunda em Deus, que não somente
o chamou para a obra, mas também o
capacita e se faz presente durante a
execução dessa obra.
CONCEITOS BÁSICOS SOBRE A LIDERANÇA
DA IGREJA
Devido a pesada carga da
liderança, por mais capacitado que
seja o líder, levá-la sozinho, será
sempre uma tarefa impossível. Por
isso há dois conceitos básicos sobre a
liderança: Pluralidade e unanimidade.
Pluralidade
A pluralidade na liderança é
demonstrada na Bíblia tanto no Antigo
como no Novo Testamento, analise:
Israel no deserto, Ex 18.13-26
A Igreja de Jerusalém, At 15.4,6,22.
A Igreja de Antioquia, At 13.1,2;
14.21,23.
As igrejas de Creta, Tt 1.5
A Igreja de Éfeso, Ef 4.11
A Igreja de Filipos, Fp 1.1
Os Hebreus, Hb 13.7,17
Nas Igrejas da Galácia, At 14.23.
A Unanimidade
A liderança deve ser caracterizada
tanto pela pluralidade, como também
pela unanimidade, observe:
Unidade do Espírito, Ef 4.3
Unidade de coração e alma, At 4.32
Unanimidade na oração, At 1.14; 4.24
Unanimidade nas reuniões, At 2.46
Unanimidade nos sentimentos, Rm
15.5,6
Unanimidade no pensar, Fp 2.2; 4.2;
3.15; I Pe 4.1
Unanimidade no falar, I Co 1.10
Unanimidade nas decisões, At 1.26; Tt
1.5; At 13.1-3
FUNDAMENTO BÍBLICO DA LIDERANÇA
O fundamento bíblico da Liderança
Cristã, encontra-se no fato de que Deus
se utiliza de homens para a execução
dos seus desígnios. Utilizou-se de
Moisés para conduzir o seu povo, e
também para treinar novos líderes ou
líderes auxiliares, Ex 18.20,21. Assim foi
com Josué, Js 6.6,7 e também com os
apóstolos, leia II Tm 2.2.
TEOLOGIA DA LIDERANÇA
Liderança cristã é essencialmente
a missão de conduzir o ser humano
para Deus e para tudo o que dEle
recebeu.
É uma obra de fé, Hb 11.6.
A liderança é caracterizada pela
servidão, Mt 20.28; Lc 22.27; Gl 5.13; I Co
9.19; Fp 1.1.
O líder tem poder ou autoridade. Há
duas palavras gregas “kratos” e
“dynamis”
Kratos – é poder, autoridade
especialmente no sentido de poder
político, comando, autoridade de
mando.
Dynamis – Força espiritual, potência,
energia, raiz dos termos dínamo,
dinamite e dinamismo.
DESAFIOS DA LIDERANÇA CRISTÃ
Crise de Integridade – Falta de ética,
manipulação dos sentimentos. Espera-
se do líder que seja limpo de mãos,
puro de coração, e mente de Cristo.
Como nos dias de Jeremias, há uma
comercialização do Evangelho, Jr
5.30,31.
Novos Estilos de Culto – A liderança da
Igreja deve estar aberta para o novo
sem perder a visão do permanente na
Igreja.
TRIDIMENSIONAL QUADRIMENSIONAL
Liderança que
trabalha para o
povo
Liderança que
trabalha com o
povo
A história sagrada está cheia de
exemplos de líderes, que a visão que
tiveram de Deus, configurou-se num
divisor em suas vidas. O momento da
visão dividiu suas vidas em antes e
depois. Dentre eles podemos citar, Noé,
Abraão, Jacó, Moisés, Gideão, Elias,
Isaías, Paulo, etc. Ver a Deus dá novas
energias e proporciona uma nova
dimensão de vida.
Quem tem uma visão de Deus, como Ele
realmente é, não necessita ser
aguilhoado para crer que tudo é
possível para Deus. A visão de Deus
leva o líder a superar todas as
dificuldades próprias da sua missão.
Porquanto, há dois tipos de líderes, o
líder natural e o líder erspiritual.
LÍDER NATURAL
1.É autoconfiante
2.Conhece os
homens
3.Toma as próprias
decisões
4.Usa os próprios
métodos
5.Gosta de
comandar
6.É independente
LÍDER ESPIRITUAL
1. Confia em Deus
2.Conhece os homens e
a Deus
3.Faz a vontade de Deus
4.É humilde
5.Usa o método de Deus
6.Busca obedecer a
Deus
7. É motivado pelo amor
a Deus e aos homens
8.Dependênciade Deus.
DIRETRIZES PARA LIDERANÇA
Embora a autoconfiança seja uma
característica do líder natural, o líder
espiritual é alguém que tem confiança
em si mesmo, no sentido de ter
consciência de que sua capacidade é
igual à exigida para o cargo que ocupa;
até porque, uma pessoa insegura, não
inspira confiança nos liderados. O
pastor lida com os problemas das
pessoas, e com as pessoas com
problemas. A coerência e o caráter
íntegro e a imparcialidade com que o
pastor demonstra nos julgamentos, é
que fará com que os seus liderados
sintam-se seguros.
Tratando das causas pessoais:
O pastor deve ser acessível e estar
sempre disponível para atender a
todos.
Mesmo que não esteja de acordo
com o que ouve, mostre-se simpático
com a pessoa ouvida.
Não atue de modo precipitado
enquanto não estiver de posse de
todos os fatos, para fazer um
julgamento correto.
Deixe transparecer interesse e amor
cristão, orando com as pessoas.
Esteja preparado para agir de
maneira corajosa
O verdadeiro problema nem sempre
está na primeira queixa, sendo
prudente isolar o problema, ao ouvi-lo.
Peça à pessoa interessada para lhe
dizer o que ela pensa que seja a
resposta ou solução do problema
Porque o nosso falar deve ser sim,
sim; não, não; devemos cumprir com a
nossa palavra na solução de um
problema de um membro da Igreja.
Tratando das causas coletivas
 Mantenha sua igreja informada, para
não o criticarem após saberem do fato
depois de consumado.
 Deixe que o pessoal com quem
trabalha perceba que você sabe que
haverá problemas; assim não se
surpreenderão quando surgirem.
 Pesquise formas de antecipar e
interceptar o curso dos problemas
 Permita que as pessoas apresentem
as suas idéias e enfrentem
coletivamente as áreas do problema.
 Aprender a tirar vantagem dos próprios
erros
Ser humilde para admitir que esteja
errado, e corrigir-se.
Falar bem das outras pessoas
Ficar calado quando não se pode dizer
nada de bom de outrem.
 Não passar adiante os boatos, para não
incriminar o inocente.
 Fazer uma apreciação honesta e
sincera, dando o devido crédito a quem
merece.
 Respeitar sempre o direito dos
outros; o que sentem o que pensam e
expressam
 Ser um bom ouvinte.
 Procurar compreender e sentir o
que a outra pessoa sente no momento,
e aceitá-la plenamente
 Nunca forçar uma relação, pois a
condição de líder pode deixar as
pessoas pouco à vontade.
O PREÇO DA LIDERANÇA
Toda a liderança tem o seu preço,
quanto maior for a conquista, maior será
o preço a pagar. Podemos destacar os
seguintes:
A Renúncia, Hb 11.24-26
Abuso do poder
Muitos, em posição de mando,
tratam as pessoas como objetos, a fim
de satisfazer seus instintos de
supremacia.
Crítica
O líder amadurecido deve aceitá-
las e fazer as devidas correções.
Competição
Há um preço a pagar quando o
líder sofre de uma ansiedade de
competição, que assume a forma de
fracasso ou medo do êxito.
Fadiga
Cuidado coma saúde, descanso e o
equilíbrio para se manter saudável e
resistente.
Identificação
Precisa identificar-se com o povo,
gastar tempo em conhecê-lo,
compartilhar suas emoções, vitórias e
 Orgulho e inveja
Cuidado com a popularidade e o
sentimento de infalibilidade, você está
a um passo do orgulho, que por sua vez,
está a um passo da queda e ruína.
Rejeição
Um caminho difícil de ser
palmilhado por qualquer líder, leia I Sm
 Solidão
 Tomar decisões desagradáveis
Utilização de um tempo a sós com
Deus.
A ALMA DA LIDERANÇA
Nossas motivações e atitudes são
a alma da liderança. Com que atitudes
devemos servir?
 Alegria, Sl 100.2a
 Dedicação, Jr 48.10.
Deus é bom, mas é também exigente.
 Constância, Gl 6.9, I Co 15.58.
REFLETINDO SOBRE A LIDERANÇA CRISTÃ
Há três tipos de pessoas no mundo:
1º) As que não sabem o que está
acontecendo;
2º) As que observam o que está
acontecendo
3º) As que fazem com que as coisas
aconteçam
Estas últimas detêm o dom da liderança.
A LIDERANÇA CRISTÃ E O DISCIPULADO
A liderança cristã deve estar
comprometida com o Reino de Deus, Mt
6.33, inclusive com a sua continuação;
o líder precisa não só descobrir
pessoas talentosas, como também
precisa treiná-las, a ponto da
organização funcionar sem ele. E os
princípios para discipular são
imutáveis.
Tomar a cruz, Lc 14.27 – Ninguém
chegará a Glória, sem passar pelo
calvário. A cruz é o instrumento de
morte, na qual o eu deve morrer. A cruz
é o marco da redenção de Cristo, deve
ser também o marco da vida dos seus
discípulos. É carregando a cruz que o
discípulo encontra os meios de auto-
mortificação e de separação com este
mundo.
Renúncia, Lc 14.33 – A dureza do
discipulado cristão é a renúncia de
tudo. Billy Graham, disse:
“A salvação é de graça, mas o
discipulado custa tudo o que temos.”
O amor a Cristo e o gozo pelo
serviço cristão, é algo tão forte na vida
do discípulo, que leva-o a pôr em
segundo plano todas as demais
posses.
Constância, Jo 8.31 – Crer em Cristo é
uma coisa, e ser seu discípulo, outra
muito diferente. Crer pode ser
motivado por um impulso
momentâneo, mas ser seu discípulo
exige estudo constante e a atitude
permanente de obediência.
Produção de frutos, Jo 15.8 – Somente
dando muito frutos, podemos ser
considerados discípulos do Senhor.
A LIDERANÇA E A PALAVRA DE DEUS
A palavra de Deus é a fonte da
meditação do líder, Sl 1.1,2. É a regra
áurea da sua atividade, Js 1.8. Pautando
a sua vida e ministério na Palavra, ela
será a vida de sua mensagem, a vara
da sua direção, a energia do seu
dinamismo, e o poder da sua
autoridade.
A LIDERANÇA PASTORAL
“Quem deseja o episcopado,
excelente obra deseja”, I Tm 3.1
O privilégio e a excelência do
ministério exige muita
responsabilidade, pois quem exerce o
seu ministério relaxadamente, acaba
transformando a bênção do ministério
em maldição.
PRINCÍPIOS DO TRABALHO PASTORAL
O pastor geralmente se considera
uma pessoa de ação, de movimentos.
As igrejas gostam de dizer: “Nosso
pastor é muito ativo. Visita e prega
todos os dias”. No entanto, esta
atividade intensa geralmente não
produz os melhores frutos. Também
não permite pastorado de longo
alcance. Por que?
Porque a tarefa de dirigir uma igreja
não é tão simples como parece. É um
trabalho complexo. É uma
responsabilidade que não exige
unicamente “ação visível”, mas
orientação clara, motivação bem
definida, atitudes positivas,
compreensão e visão panorâmica,
planejamento e execução cuidadosa.
Tudo isso precedido por uma vida de
íntimo relacionamento com quem guia
a igreja, o Espírito Santo, e uma
capacidade cada vez maior de
discernimento da mente e planos
divinos para seu corpo.
É sempre instrutivo ver com que
determinação Jesus, algumas vezes,
ensinou seus discípulos a atender às
multidões além das suas próprias
capacidades, recursos e tempo, e
outras vezes, em que, simplesmente os
afastou delas e os levou a um lugar à
parte. Também é importante ver como
o Senhor, no devido tempo, os enviou a
pregar, ensinar, curar, libertar de
opressões satânicas, mediante
instruções muito cuidadosas e claras,
depois escutava seus relatórios e, com
base em tais experiências, ensinavam-
lhes coisas novas.
Para que a tarefa ministerial seja bem
feita, é indispensável orientar o
trabalho prático diário, mensal, anual
ou por longos períodos.
FUNDAMENTOS DO TRABALHO PASTORAL
O fundamento do trabalho pastoral
repousa na Palavra de Deus. A
autoridade que reveste esta obra não
procede de uma simples tradição
religiosa ou cultural. Também não se
fundamenta em um determinado
sistema de organização social,
econômica ou política. O pastorado tem
fundamentos próprios que são de valor
permanente e universal.
Três são os seus enunciados básicos:
1)A existência de um Deus (Deus está
intensamente preocupado e ocupado
com o destino do ser humano)
2)A existência de um povo escolhido
por Deus (o povo é especial, e
necessita de direção. O Salmo 23
ilustra com clareza isso);
3)A tarefa que ambos estão
executando.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Eclesiologia ana
Eclesiologia anaEclesiologia ana
Eclesiologia ana
Eraldo Luciano
 
45. o profeta malaquias
45. o profeta malaquias45. o profeta malaquias
45. o profeta malaquias
Igreja Presbiteriana de Dourados
 
Batismo nas águas
Batismo nas águasBatismo nas águas
Batismo nas águas
Icm Bela Vista
 
doutrinas bíblicas
doutrinas bíblicasdoutrinas bíblicas
doutrinas bíblicas
faculdadeteologica
 
Conhecendo a salvação
Conhecendo a salvaçãoConhecendo a salvação
Conhecendo a salvação
Josue Lima
 
4. O Evangelho Segundo Marcos
4. O Evangelho Segundo Marcos4. O Evangelho Segundo Marcos
4. O Evangelho Segundo Marcos
Igreja Presbiteriana de Dourados
 
Lição 4 – A história da Igreja até a Reforma Protestante
Lição 4 – A história da Igreja até a Reforma ProtestanteLição 4 – A história da Igreja até a Reforma Protestante
Lição 4 – A história da Igreja até a Reforma Protestante
Éder Tomé
 
Doutrina da igreja
Doutrina da igrejaDoutrina da igreja
Doutrina da igreja
ugleybson
 
7. arrebatamento
7. arrebatamento7. arrebatamento
7. arrebatamento
Moisés Sampaio
 
CETADEB - Lição 4 e 5 - O Preparo do Obreiro
CETADEB - Lição 4 e 5 - O Preparo do ObreiroCETADEB - Lição 4 e 5 - O Preparo do Obreiro
CETADEB - Lição 4 e 5 - O Preparo do Obreiro
Ednilson do Valle
 
Lição 9 - A Igreja e sua Organização
Lição 9 - A Igreja e sua OrganizaçãoLição 9 - A Igreja e sua Organização
Lição 9 - A Igreja e sua Organização
Éder Tomé
 
Os Perigos das Obras da Carne
Os Perigos das Obras da CarneOs Perigos das Obras da Carne
Os Perigos das Obras da Carne
Márcio Martins
 
A Epistola de Tiago
A Epistola de TiagoA Epistola de Tiago
A Epistola de Tiago
UEPB
 
Tribulação fim
Tribulação fimTribulação fim
Tribulação fim
Dagmar Wendt
 
70 SEMANAS DE DANIEL
70 SEMANAS DE DANIEL70 SEMANAS DE DANIEL
70 SEMANAS DE DANIEL
ESTUDANTETEOLOGIA
 
Teologia Sistemática - Aula 1 - Apresentação
Teologia Sistemática - Aula 1 - ApresentaçãoTeologia Sistemática - Aula 1 - Apresentação
Teologia Sistemática - Aula 1 - Apresentação
Missões Adoração
 
Revisão do discipulado
Revisão do discipuladoRevisão do discipulado
Revisão do discipulado
Valdinar Viana
 
IBADEP - ECLESIOLOGIA E MISSIOLOGIA
IBADEP - ECLESIOLOGIA E MISSIOLOGIAIBADEP - ECLESIOLOGIA E MISSIOLOGIA
IBADEP - ECLESIOLOGIA E MISSIOLOGIA
Coop. Fabio Silva
 
Do esfriamento espiritual à queda
Do esfriamento espiritual à quedaDo esfriamento espiritual à queda
Do esfriamento espiritual à queda
Edilson Jose Barbosa Barbosa
 
7. atos dos apóstolos
7. atos dos apóstolos7. atos dos apóstolos
7. atos dos apóstolos
Igreja Presbiteriana de Dourados
 

Mais procurados (20)

Eclesiologia ana
Eclesiologia anaEclesiologia ana
Eclesiologia ana
 
45. o profeta malaquias
45. o profeta malaquias45. o profeta malaquias
45. o profeta malaquias
 
Batismo nas águas
Batismo nas águasBatismo nas águas
Batismo nas águas
 
doutrinas bíblicas
doutrinas bíblicasdoutrinas bíblicas
doutrinas bíblicas
 
Conhecendo a salvação
Conhecendo a salvaçãoConhecendo a salvação
Conhecendo a salvação
 
4. O Evangelho Segundo Marcos
4. O Evangelho Segundo Marcos4. O Evangelho Segundo Marcos
4. O Evangelho Segundo Marcos
 
Lição 4 – A história da Igreja até a Reforma Protestante
Lição 4 – A história da Igreja até a Reforma ProtestanteLição 4 – A história da Igreja até a Reforma Protestante
Lição 4 – A história da Igreja até a Reforma Protestante
 
Doutrina da igreja
Doutrina da igrejaDoutrina da igreja
Doutrina da igreja
 
7. arrebatamento
7. arrebatamento7. arrebatamento
7. arrebatamento
 
CETADEB - Lição 4 e 5 - O Preparo do Obreiro
CETADEB - Lição 4 e 5 - O Preparo do ObreiroCETADEB - Lição 4 e 5 - O Preparo do Obreiro
CETADEB - Lição 4 e 5 - O Preparo do Obreiro
 
Lição 9 - A Igreja e sua Organização
Lição 9 - A Igreja e sua OrganizaçãoLição 9 - A Igreja e sua Organização
Lição 9 - A Igreja e sua Organização
 
Os Perigos das Obras da Carne
Os Perigos das Obras da CarneOs Perigos das Obras da Carne
Os Perigos das Obras da Carne
 
A Epistola de Tiago
A Epistola de TiagoA Epistola de Tiago
A Epistola de Tiago
 
Tribulação fim
Tribulação fimTribulação fim
Tribulação fim
 
70 SEMANAS DE DANIEL
70 SEMANAS DE DANIEL70 SEMANAS DE DANIEL
70 SEMANAS DE DANIEL
 
Teologia Sistemática - Aula 1 - Apresentação
Teologia Sistemática - Aula 1 - ApresentaçãoTeologia Sistemática - Aula 1 - Apresentação
Teologia Sistemática - Aula 1 - Apresentação
 
Revisão do discipulado
Revisão do discipuladoRevisão do discipulado
Revisão do discipulado
 
IBADEP - ECLESIOLOGIA E MISSIOLOGIA
IBADEP - ECLESIOLOGIA E MISSIOLOGIAIBADEP - ECLESIOLOGIA E MISSIOLOGIA
IBADEP - ECLESIOLOGIA E MISSIOLOGIA
 
Do esfriamento espiritual à queda
Do esfriamento espiritual à quedaDo esfriamento espiritual à queda
Do esfriamento espiritual à queda
 
7. atos dos apóstolos
7. atos dos apóstolos7. atos dos apóstolos
7. atos dos apóstolos
 

Semelhante a Ibadep administracao e lideranca

Razões da nossa fé lição 5
Razões da nossa fé   lição 5Razões da nossa fé   lição 5
Razões da nossa fé lição 5
Mariângela Domeniche Perdomo
 
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptxBatismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
nadeclarice
 
Discipulado lição 4 conhecendo a igreja
Discipulado lição 4 conhecendo a igrejaDiscipulado lição 4 conhecendo a igreja
Discipulado lição 4 conhecendo a igreja
Josue Lima
 
A ordem de deus bruce anstey
A ordem de deus   bruce ansteyA ordem de deus   bruce anstey
A ordem de deus bruce anstey
Jessé Ferreira
 
Bruce anstey-a-ordem-de-deus
Bruce anstey-a-ordem-de-deusBruce anstey-a-ordem-de-deus
Bruce anstey-a-ordem-de-deus
Alysson Pessoa Miranda
 
LBJ LIÇÃO 2 - O real proposito da Igreja
LBJ LIÇÃO 2 - O real proposito da IgrejaLBJ LIÇÃO 2 - O real proposito da Igreja
LBJ LIÇÃO 2 - O real proposito da Igreja
boasnovassena
 
3. as marcas da verdadeira igreja
3. as marcas da verdadeira igreja3. as marcas da verdadeira igreja
3. as marcas da verdadeira igreja
Pedro Vitalino
 
Lição 10 O jovem e a consagração
Lição 10 O jovem e a consagraçãoLição 10 O jovem e a consagração
Lição 10 O jovem e a consagração
boasnovassena
 
Porque ser membro de uma igreja?
Porque ser membro de uma igreja?Porque ser membro de uma igreja?
Porque ser membro de uma igreja?
Noimix
 
Por Que Vivermos JUNTOS?
Por Que Vivermos JUNTOS?Por Que Vivermos JUNTOS?
Por Que Vivermos JUNTOS?
Eid Marques
 
M7 ensino 01 02
M7 ensino 01 02M7 ensino 01 02
Lição 1 - A Igreja e o Plano Divino
Lição 1 - A Igreja e o Plano DivinoLição 1 - A Igreja e o Plano Divino
Lição 1 - A Igreja e o Plano Divino
Éder Tomé
 
A natureza e_a_tarefa_da_igreja
A natureza e_a_tarefa_da_igrejaA natureza e_a_tarefa_da_igreja
A natureza e_a_tarefa_da_igreja
Vinicio Pacifico
 
Doc 53 da cnbb
Doc 53 da cnbbDoc 53 da cnbb
Doc 53 da cnbb
Cassio Felipe
 
Pacto e Comunhão Batistas
Pacto e Comunhão BatistasPacto e Comunhão Batistas
Pacto e Comunhão Batistas
Viva a Igreja
 
Decreto Apostolicam Actuositatem
Decreto Apostolicam ActuositatemDecreto Apostolicam Actuositatem
Decreto Apostolicam Actuositatem
José Vieira Dos Santos
 
Apostolicam actuositatem
Apostolicam actuositatemApostolicam actuositatem
Apostolicam actuositatem
Elaine Ribeiro
 
Lição 03 - A Natureza da Igreja (1).pptx
Lição 03 - A Natureza da Igreja (1).pptxLição 03 - A Natureza da Igreja (1).pptx
Lição 03 - A Natureza da Igreja (1).pptx
EdinaldoVieiradeSous
 
Tese 10 eclesiologia
Tese 10 eclesiologiaTese 10 eclesiologia
Tese 10 eclesiologia
Zé Vitor Rabelo
 
E.b.d adultos 3ºtrimestre 2017 lição 08
E.b.d   adultos 3ºtrimestre 2017 lição 08E.b.d   adultos 3ºtrimestre 2017 lição 08
E.b.d adultos 3ºtrimestre 2017 lição 08
Joel Silva
 

Semelhante a Ibadep administracao e lideranca (20)

Razões da nossa fé lição 5
Razões da nossa fé   lição 5Razões da nossa fé   lição 5
Razões da nossa fé lição 5
 
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptxBatismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
 
Discipulado lição 4 conhecendo a igreja
Discipulado lição 4 conhecendo a igrejaDiscipulado lição 4 conhecendo a igreja
Discipulado lição 4 conhecendo a igreja
 
A ordem de deus bruce anstey
A ordem de deus   bruce ansteyA ordem de deus   bruce anstey
A ordem de deus bruce anstey
 
Bruce anstey-a-ordem-de-deus
Bruce anstey-a-ordem-de-deusBruce anstey-a-ordem-de-deus
Bruce anstey-a-ordem-de-deus
 
LBJ LIÇÃO 2 - O real proposito da Igreja
LBJ LIÇÃO 2 - O real proposito da IgrejaLBJ LIÇÃO 2 - O real proposito da Igreja
LBJ LIÇÃO 2 - O real proposito da Igreja
 
3. as marcas da verdadeira igreja
3. as marcas da verdadeira igreja3. as marcas da verdadeira igreja
3. as marcas da verdadeira igreja
 
Lição 10 O jovem e a consagração
Lição 10 O jovem e a consagraçãoLição 10 O jovem e a consagração
Lição 10 O jovem e a consagração
 
Porque ser membro de uma igreja?
Porque ser membro de uma igreja?Porque ser membro de uma igreja?
Porque ser membro de uma igreja?
 
Por Que Vivermos JUNTOS?
Por Que Vivermos JUNTOS?Por Que Vivermos JUNTOS?
Por Que Vivermos JUNTOS?
 
M7 ensino 01 02
M7 ensino 01 02M7 ensino 01 02
M7 ensino 01 02
 
Lição 1 - A Igreja e o Plano Divino
Lição 1 - A Igreja e o Plano DivinoLição 1 - A Igreja e o Plano Divino
Lição 1 - A Igreja e o Plano Divino
 
A natureza e_a_tarefa_da_igreja
A natureza e_a_tarefa_da_igrejaA natureza e_a_tarefa_da_igreja
A natureza e_a_tarefa_da_igreja
 
Doc 53 da cnbb
Doc 53 da cnbbDoc 53 da cnbb
Doc 53 da cnbb
 
Pacto e Comunhão Batistas
Pacto e Comunhão BatistasPacto e Comunhão Batistas
Pacto e Comunhão Batistas
 
Decreto Apostolicam Actuositatem
Decreto Apostolicam ActuositatemDecreto Apostolicam Actuositatem
Decreto Apostolicam Actuositatem
 
Apostolicam actuositatem
Apostolicam actuositatemApostolicam actuositatem
Apostolicam actuositatem
 
Lição 03 - A Natureza da Igreja (1).pptx
Lição 03 - A Natureza da Igreja (1).pptxLição 03 - A Natureza da Igreja (1).pptx
Lição 03 - A Natureza da Igreja (1).pptx
 
Tese 10 eclesiologia
Tese 10 eclesiologiaTese 10 eclesiologia
Tese 10 eclesiologia
 
E.b.d adultos 3ºtrimestre 2017 lição 08
E.b.d   adultos 3ºtrimestre 2017 lição 08E.b.d   adultos 3ºtrimestre 2017 lição 08
E.b.d adultos 3ºtrimestre 2017 lição 08
 

Ibadep administracao e lideranca

  • 3. Jesus projetou, claramente, a existência duma sociedade de seus seguidores que daria aos homens seu Evangelho e ministraria à humanidade no seu Espírito, e que trabalharia pelo aumento do reino de Deus como Ele o fez. Ele não modelou nenhuma organização e nenhum plano de governo para esta sociedade ... Ele fez algo mais grandiosos que lhe dar
  • 4. organização; ele lhe concedeu vida. Jesus formou essa sociedade de seus seguidores chamando-os a unirem-se a Ele, comunicando-lhes, durante o tempo em que esteve no mundo, tanto quanto fosse possível, de sua própria vida, do seu Espírito e do seu propósito. Ele prometeu continuar até ao fim do mundo concedendo sua vida à sua sociedade, à sua Igreja.
  • 5. Podemos dizer que seu dom à Igreja foi Ele mesmo. Robert Hastings Nichols
  • 6. Na linguagem comum, o vocábulo tem um significado muito amplo. É aplicado ao edifício em que se realiza o culto cristão; a uma congregação de adoradores crentes; a um estabelecimento religioso; a determinado tipo de ordem eclesiástica; ao conjunto de todos os crentes em Cristo, e a um grupo local de discípulos cristãos associados num pacto com propósitos religiosos.
  • 7. Este último significado é o comumente encontrado no Novo Testamento. O vocábulo “igreja” vem da palavra grega “ekklesia”, que significa “chamado para fora”, “ek” para fora, e “klesis”, chamado. Entre os gregos, o termo designava um grupo de pessoas dotadas do privilégio e cidadania incumbidos de certas funções públicas administrativas importantes,
  • 8. convocado, ou chamado para fora, dentre a massa comum do povo. No Novo Testamento, a “Ekklesia” é um grupo de pessoas chamadas e separadas da multidão comum, em virtude de uma vocação divina, escolhida para serem santas, investidas nos privilégios e incumbidas dos deveres de cidadania no reino de Cristo.
  • 9. Conforme o Novo Testamento, uma igreja cristã é um grupo de pessoas divinamente chamadas e separadas do mundo, batizadas sob profissão de sua fé em Cristo, unidas em aliança para o culto e o serviço cristão, sob suprema autoridade de Cristo, cuja Palavra é sua única lei e regra de vida em todas as questões de fé e prática religiosa.
  • 10. A Igreja é: a) Uma fraternidade. b) Um grupo de crentes. c) Um grupo de santos. d) Um grupo de eleitos. e) Um grupo de discípulos. f) Um grupo de cristãos. g) O corpo de Cristo. h) O templo de Deus, I Pe 2.5,6. i) A noiva de Cristo.
  • 11. j) O fundamento de Cristo, Mt 16.18. k) O povo de Deus, Gl 3.28 l) O mistério de Deus, Dt 29.29 m) A nação santa, I Pe 2.9 n) O eterno propósito de Deus, Rm 8.26- 30. o) O fruto da vontade de Deus, Ef 1.2-11. p) Um organismo vivo. q) Uma organização. r) Um exército.
  • 12. s) Uma lavoura. t) Um rebanho. A Igreja não é: a) Edifício material. b) Uma denominação. c) Um empreendimento nacionalista. d) Continuação do judaísmo, Mt 9.16. e) Não é o reino de Deus, contudo, faz parte. f) Não é um plano parentético de Deus.
  • 13. Propósitos Divinos e Missão da Igreja. Pregar a Salvação, Ef 3.10,11 Prover meios de adoração Prover comunhão religiosa. Prover edificação Sustentar uma norma de conduta moral.
  • 14. No Novo Testamento a palavra Igreja é usada em dois sentidos: 1º) Corpo místico de Cristo, formado pelos que o recebem como o Único e Suficiente Salvador. 2º) Ajuntamento dos fiéis com o objetivo de adorar a Deus. No primeiro caso, temos a Igreja invisível ou Universal; e, no segundo, a Igreja visível ou local. Como Igreja
  • 15. Universal, além de ser invisível, a igreja é um organismo vivo, militante e triunfante. Como Igreja visível, além de ser uma congregação local, ela é uma organização, ou igreja institucional.
  • 16. ASPECTO EXCLUSIVO DA IGREJA  Ter conhecimento ortodoxo, vivo e experimental de seu Salvador, acompanhado de verdadeira convicção de pecado e sede de salvação, sem confiar em seus próprios méritos e obras para salvar-se.  Ter fé, e deve ser caracterizada por uma entrega total a Cristo e firme crença no que a Bíblia revela.
  • 17.  Ter sua ação, conduta e frutos pautados de verdadeira regeneração, Mt 7.20; Gl 5.22. GOVERRNO ECLESIÁSTICO A forma de governo da Igreja não é democracia e nem ditadura, e sim, Teocrático. Embora por teocracia entende-se “governo de Deus”, entretanto, esse governo é levado a efeito mediante os dons ministeriais
  • 18. que ele mesmo deu a Igreja, Ef 4.11. Existem três formas de governo na Igreja: 1) Episcopal ou Prelática. Episcopal é um termo gr “episkopos”, que significa “supervisor”, a tradução mais freqüente desse termo é “bispo” ou “superintendente”. É a forma de governo da Igreja romana, grega e anglicana.
  • 19. 2) Presbiteriana ou Oligárquica. 3) Congregacional ou Independente CORPO ECLESIAL Pastor, Ministro, Ancião, Presbítero, Bispo são termos que referem-se ao mesmo ofício, pois significam oficialmente o mesmo, At 20.17,28; I Tm 3.1; Tt 1.5-7
  • 20. PARTICIPAÇÃO DO MEMBRO NO GOVERNO 1) Cooperando 2) Apoiando as Decisões. 3) Reconhecendo que provém de Deus. Os diáconos foram escolhidos pelos crentes, segundo At 6.1-7, para atender aos interesses temporais da Igreja. O termo significa ministro ou servo.
  • 21. FORMAS DE TORNAR-SE MEMBRO 1) Pelo batismo, Mt 28.19; At 2.38. 2) Por carta de transferência. 3) Por aclamação. FILIAÇÃO Na Igreja Universal a admissão se dá pela experiência da salvação ou pela regeneração, e na Igreja Local, é pelo batismo nas águas.
  • 22. DEVERES DOS MEMEBROS: Consagrar-se Aprender a levar as almas a Cristo; Honrar, respeitar, sustentar a obra com dízimos; Assistir aos cultos. Votar nas várias reuniões Participar da Santa Ceia Visitar e ser visitado. Tomar parte nas atividades da Igreja.
  • 23. Ser separado, eventualmente, para obreiro local. PERIGOS A SEREM EVITADOS Pensar o pastor somente no número de membros. Pensar demais em apoio financeiro ou social. Ter na Igreja, como membros, pessoas que não querem se comprometer com o bom exemplo;
  • 24. Ter na Igreja, como membros, pessoas que crêem em doutrinas diferentes. Aceitar como membros pessoas que se separaram bruscamente de suas igrejas originais.
  • 25. CARTAS Recomendação (viagem) Mudança (transferência) Declaração ( entre igrejas evangélicas que não professam a mesma fé e ordem) Apresentação (entre congregações do ministério, ou para congregados)
  • 26. A DISCIPLINA NA IGREJA A palavra “disciplina” tem origem latina e significa “ensino metódico”, “ensino continuado”, “ensino voltado para a obtenção de uma boa ordem”. “Disciplina” é palavra derivada de “docere”, que significa “ensinar” (daí, por exemplo, “corpo docente”, ou seja, corpo de professores, de ensinadores). Logo, portanto, vemos que “disciplina”
  • 27. não se confunde com castigo, nem com punição, castigo e punição são apenas uma das formas de disciplina. A disciplina envolve, deste modo, a ação de ensino, a ação de ensino com método, de um ensino voltado para um objetivo. Segundo o Dicionário Teológico, disciplina é o regime de ordem imposta por força da lei, ou consentida por um pacto, ou aliança,
  • 28. livremente estabelecido. A correção é a essência da disciplina. É o amor, a alma da correção, pois o Senhor Deus castiga a todos quantos ama, e aqueles a quem toma por filhos. Nas Sagradas Escrituras, a disciplina é uma das prerrogativas que Jeová usa para preservar os termos da aliança que ele firmou primeiramente com os filhos de Israel, e, mais tarde, com os
  • 29. que vieram a receber a Cristo. Para que a disciplina vingue seus objetivos, os judeus contavam com os Dez Mandamentos e as outras legislações do Pentateuco. Na Igreja Primitiva, havia normas congregacionais para se manter a ordem e a decência entre os salvos, I Co 5. 1-13. Disciplinar não é banir; é tornar o santo mais santo.
  • 30. Portanto, disciplina na Igreja é uma necessidade, At 5.1-11; II Ts 3.6-14; Rm 16.17,18; I Co 5. A norma cristã está em Mt 18.15-19.
  • 32. Introdução Para que a igreja forme uma unidade, retrate a vida que lhe é inerente, a fim de funcionar com eficiência e harmonia, assim como acontece ao corpo humano, é necessário que tenha uma organização, e uma interdependência entre os seus membros.
  • 33. OS OBJETIVOS DA ORGANIZAÇÃO ECLESIÁSTICA. 1º) Tem que moldar-se à natureza de Deus. O Senhor Deus é muito ordeiro, analise, os pontos seguintes: O Universo. Israel no deserto. A Multiplicação dos pães. O próprio Corpo humano.
  • 34. 2º) Prover o máximo de eficiência. A sabedoria diz que com medidas de prudência farás a guerra, Pv 24.6. Uma multidão desorganizada, se torna presa fácil de um pequeno grupo organizado. 3º) Assegurar a probidade em sua administração, pois não havendo organização, um pequeno grupo poderá monopolizar a posse e os privilégios legais.
  • 35. O ideal é que a igreja local fosse composta de pessoas regeneradas, as quais pertencem ao reino espiritual, Mt 18.3; Jo 3.3. Contudo, sabemos que só a Igreja Invisível ou Universal é composta somente de pessoas regeneradas, por isso, ela é sem mancha e sem ruga, Ef 5.27 .
  • 36. ROL DE MEMBROS Uma necessidade com embasamento bíblico, At 5.13,14. Havia uma linha de demarcação entre os fiéis e os infiéis. Uma prova irrefutável dessa verdade bíblica é o registro da disciplina, I Co 5.12,13; Tt 3.10; II Ts 3.6,14,15. Já no princípio se fazia uma contagem dos que abraçavam a fé, leia At 1.15; 2.41; 4.4.
  • 37. O rol de membros define quais as pessoas investem, e por conseguinte, têm o direito de voto nas decisões da comunidade. NORMAS PARA TORNAR-SE MEMBRO. Um regimento interno, baseado na Palavra de Deus, que dite as normas. Nascido de novo, II Co 5.17. Santo, II Co 6.17; I Pe 1.16; I Jo 2.15. Viver o que preceitua a Palavra, Js 1.8; Sl 1.
  • 38. A DIRETORIA ADMINISTRATIVA PRESIDENTE 1º SECRETÁRIO 1º TESOUREIROVICE PRESIDENTE 2º SECRETÁRIO 2º TESOUREIROCONSELHO FISCAL
  • 39. MINISTÉRIO PASTOR PRESIDENTE PASTORES AUXILIARES EVANGELISTAS PRESBÍTEROS DIÁCONOS COOPERADORES DIACONIZAS
  • 40. DEPARTAMENTOS Departamento de Senhoras Departamento de homens Departamento de jovens e Adolescentes Departamento Infantil Departamento musical Departamento de Educação ou Ensino Departamento de Missões Assistência social
  • 41. O ideal é que tenha uma reunião mensal do ministério, com o objetivo de buscar a direção de Deus para a execução da tarefa ministerial, provendo treinamento para os obreiros e fortalecendo o companheirismo e unidade da Igreja. O pastor deve dirigir essa reunião, como deve também participar das reuniões regulares dos demais departamentos.
  • 42. IMÓVEIS E EQUIPAMENTOS A falta de zelo com a casa de Deus é a causa de muitos males, Ag 1.8,9. A iniciativa de tornar o espaço de reuniões mais amplo e confortável, deve ter apoio de todos, II Rs 6.1. O que fazemos para Deus deve retratar a magnitude de Deus e não a nossa pequenez, II Cr 2.5.
  • 43. No obstante ser a magnitude do templo de extrema importância, o mais importante é a presença de Deus, I Rs 8.10,11, pois é a presença de Deus que motiva o levantamento de uma Casa, onde se possa adorar ao seu nome, Gn 28.16,17. Ao planejar a construção de uma casa de adoração, deve-se dar prioridade a aquisição de um bom equipamento de som, bancos
  • 44. confortáveis, ventiladores; sem esquecer que o templo deve ser bem arejado, e se possível, construído de forma a evitar que o som incomode os vizinhos, evitando assim, futuros aborrecimentos e até mesmo, envolvimento com as autoridades. Outrossim, o templo deve ser planejado de forma a atender as reais necessidades da Igreja, que com o
  • 45. crescimento irá precisar de casa pastoral, secretaria, tesouraria, sala para o gabinete pastoral, para a secretaria de missões, salas para a Escola Dominical, biblioteca, berçário, etc. O líder deve ter uma visão alcance o futuro da Igreja. É necessário providenciar os equipamentos necessários para o bom andamento dos diversos departamentos da Igreja,
  • 46. como por exemplo: Quadros-negros, retroprojetores, vídeos, fantoches, flanelógrafos, móveis infantis. MANUTENÇÃO Tanto o prédio como as suas dependências e equipamentos devem ser bem cuidados e conservados em boa ordem e sempre limpos. Os homens que precisamos ganhar, são atraídos pela aparência.
  • 47. Tanto a manutenção preventiva como a corretiva, deve ser vista não somente como uma necessidade, mas sobretudo, como um ato de amor à obra e obediência à Palavra do Senhor, leia Jr 48.10a.
  • 48. CERIMÔNIAS Muitos, se pudessem, evitariam as cerimônias, entretanto, convém aos ministros familiarizarem com elas, porque querendo ou não, fazem parte da função ministerial. As pessoas consideram as cerimônias de extrema relevância para as suas vidas, porquanto os ministros devem conduzi-las com dignidade e decoro, contando com as bênçãos e a presença de Deus nessas ocasiões.
  • 49. CASAMENTO O ministro precisa conhecer as leis do país, onde irá realizar o casamento, bem como, as regras da denominação. É necessário que o ministro saiba não somente do estado civil dos noivos, como também se os mesmos estão devidamente documentados e preparados com ensaios para o rigor da cerimônia.
  • 50. MODELO Introdução : Saudação e uma palavra aos presentes. Oração: Em favor dos noivos e do novo lar. Mensagem: Texto a escolher Votos: Jovem____________ queres receber a senhorita _______________ por tua esposa e viver com ela segundo os mandamentos de Deus? (Depois fazer a mesma pergunta à noiva) Música Coral ou solo
  • 51. Oficiante: Irmãos visto que viestes aqui com o propósito de receber a bênção de Deus para o vosso enlace nupcial, eu na qualidade de ministro de Deus, vos rogo que solenemente, recebais um ao outro em perfeito amor, na qualidade de esposo e esposa, fazendo para isto as seguintes declarações: O noivo segurando a mão da noiva, dirá: Eu _________________recebo a ti _____________ por minha esposa, para ter-te e conservar-te de hoje em diante, na felicidade ou na desventura, na
  • 52. riqueza ou na pobreza, enferma ou com saúde, para amar-te e querer-te até que a morte nos separe, de acordo com a santa vontade de Deus.Para isto empenho a minha honra. (Depois do noivo, a noiva diz ao noivo as mesmas palavras) Alianças: Primeiro o noivo coloca no dedo da noiva, dizendo: Com este anel selo a minha união contigo em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
  • 53. Bênçãos Finais: Noivos ajoelhados, unem as mãos sobre o altar, e o ministrante diz: “Aqueles que são unidos por Deus ninguém os separe. Visto que ________ e _______ consentiram ambos no santo matrimônio e o testificaram na presença destas testemunhas e diante de Deus e para este fim deram e empenharam a sua fé e palavra um ao outro, pela união de mãos, eu os declaro marido e mulher, casados em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
  • 54. CERIMÔNIA FÚNEBRE. É necessário conhecer o costume da região. Desde que não extrapole os limites éticos, o ministro deve atender aos desejos dos parentes e familiares.
  • 55. O CULTO DE SANTA CEIA DO SENHOR O pastor tem o dever de doutrinar a Igreja com relação à Santa Ceia. Ser criativo com relação à Santa Ceia, a fim de não cair numa rotina constante, isto, variar os textos e mensagens, e até mesmo, a ornamentação.
  • 56. O BATISMO EM ÁGUAS Instrução aos catecúmenos quanto à doutrina cristã, à roupa sobressalente no dia do batismo e à compostura de algumas pessoas, especialmente as irmãs . Mensagem concernente ao batismo. Profissão de fé. Postura corporal. Rito cerimonial.
  • 57. RECEPÇÃO DE MEMBROS A recepção de membros por aclamação, por confissão de fé e batismo, ou por carta de mudança, deve ser precedida por uma entrevista, ocasião em que o pastor ou um obreiro por ele designado, exponha os costumes e doutrinas da Igreja. Somente deverão ser aceitos, se antes concordarem com os costumes e doutrinas da Igreja.
  • 58. APRESENTAÇÃO DE CRIANÇAS Os pais se dirigem ao púlpito, enquanto a Igreja canta um louvor relativo às crianças. O Pastor dirige aos presentes, uma rápida mensagem. Depois o ministro deve fazer algumas perguntas aos pais, enfatizando a responsabilidade dos mesmos na criação dos filhos.
  • 59. PERTURBAÇÃO AO SOSSEGO ALHEIO Conforme a legislação em vigor no país, constitui-se contravenção penal (ficando o infrator sob as penas da lei) qualquer perturbação ao sossego alheio, por meio de: Gritaria ou algazarra. Exercício de profissão incômoda ou ruidosa, em desacordo com as prescrições legais.
  • 60. Abuso de instrumentos sonoros ou sinais acústicos (buzina ou apito) Provocação de animal, ou não procurando impedir barulho produzido por animal sob sua guarda.
  • 62. Administração – Conjunto de princípios, normas e funções destinadas a ordenar, dirigir e controlar os esforços de grupos de indivíduos para obtenção de um resultado comum. Administração Esclesiástica – É o estudo dos diversos assuntos ligados ao trabalho do pastor no que tange a sua função de líder ou administrador
  • 63. principal da igreja que serve. Apesar da igreja ser uma organização, ela não simplesmente uma organização, é também um organismo vivo; porquanto a administração eclesiástica lida com um tríplice aspecto: ESPIRITUAL ECONÔMICOSOCIAL
  • 64. Cuidar do Rol de membros Promover o crescimento espiritual Prover aperfeiçoamento dos santos Não descuidar da Evangelização Manter a unidade da Igreja Para manter um corpo sadio, às vezes há necessidade de extirpar tumores, eliminar vírus mortais, etc.
  • 65. A ADMINISTRAÇÃO PATRIMONIAL EFICIENTE O pastor é responsável por manter o patrimônio da igreja devidamente documentado. Cabe ao secretário da igreja a responsabilidade de guardar os documentos originais de todos os bens patrimoniais da igreja, sem impedir que o pastor tenha acesso aos mesmos.
  • 66. ADMINISTRAÇÃO ECLESIÁSTICA SOB O PONTO DE VISTA BÍBLICO Exemplos Bíblicos de Administradores: Jetro José Moisés Davi, Salomão Daniel Neemias Jesus
  • 68. O QUE É ADMINISTRAR? A palavra “administração é originária do latim e significa literalmente “sustentar com as mãos”. Administrar é essencialmente, “fazer funcionar um sistema” Administrar é a um só tempo:
  • 69. (1º) Prever; (2º) Organizar; (3º) Comandar; (4º) Coordenar; (5º) Controlar.
  • 70. A ADMINISTRAÇÃO DOS BENS DA IGREJA Embora a principal atividade da Igreja seja a evangelização, isto é, a propagação do Evangelho, ela possui bens materiais que precisam ser administrados com eficiência.
  • 71. A DIRETORIA ADMINISTRATIVA PRESIDENTE 1º SECRETÁRIO 1º TESOUREIROVICE PRESIDENTE 2º SECRETÁRIO 2º TESOUREIROCONSELHO FISCAL
  • 72. Secretaria: Sua importância na Administração. Sua instalação. Qualificações necessárias ao Secretário: Maturidade espiritual Educação exemplar Boa caligrafia Boa redação Zelo Tempo disponível
  • 73. Atribuições do Secretário: (Diretoria) Lavrar atas da Assembléia, em livro próprio, assiná-las e apresentá-las para aprovação nas assembléias seguintes; Assinar com o presidente, os documentos oficiais da igreja; Manter em dia o fichário de membros e todos os serviços relacionados à secretaria.
  • 74. Confeccionar e expedir toda a correspondência sob sua responsabilidade; Manter atualizados todos os dados estatísticos na sua gestão; Prestar relatórios de suas atividades; Tratar com afabilidade e amor cristão todas as pessoas que necessitam de seus serviços;
  • 75. Cumprir outras providências determinadas pela direção da igreja; Ser criterioso com as diversas anotações, a fim de não extraviar dados importantes. Atribuições do Secretário (Funcionário) Devido as atividades do secretário, comumente a igreja contrata uma funcionária regida pela CLT
  • 76. Recepcionar todos os membros e visitantes durante o expediente da semana, que tenham algo a tratar. Digitar os documentos de rotina. Atender as solicitações da diretoria. Confeccionar os boletins da Escola Dominical Providenciar os documentos necessários às Assembléias Gerais. Confeccionar cartões de membros;
  • 77. Atender telefone e direcionar os atendimentos. Manter em dia todas as informações pertinentes os membros. Endereçar e postar cartas, impressos e pacotes; Organizar arquivos; receber, Classificar, distribuir e arquivar as correspondências;
  • 78. Controlar o estoques de materiais e formulários necessários à administração geral; Manter em perfeita ordem o funcionamento da secretaria; Manter em dia um dos principais documentos da secretaria, o Rol de membros.
  • 79. AS IGREJAS E O DIREITO TRIBUTÁRIO Conforme o inciso VI, letra b do artigo 150 do texto constitucional, é direito da União, Estados, Municípios e do Distrito Federal, instituir impostos sobre templos de qualquer culto, que tenham como fato gerador da obrigação tributária o patrimônio, a renda e os serviços relacionados (isto é, diretamente vinculados) com finalidades essenciais das entidades nelas mencionadas.
  • 80. MEDIDAS A SEREM ADOTADAS PELA MATRIZ E SUAS FILIAIS Cuidados com a tesouraria da Igreja. A Igreja Evangélica , para os devidos fins, declara haver pago a (nome do vendedor), portador da RG nº _______ e do CPF nº ___________, o valor de R$ ________ (por extenso), pela compra de (nome do objeto), usado ou em perfeito estado de funcionamento. (Local e data) Responsável pela Igreja Responsável pela venda
  • 81. Manter o pagamento de tarifas em dia. DOCUMENTAÇÃO DA IGREJA Atos de Constituição Ata de fundação constando a eleição da diretoria, registrada em cartório. Estatuto registrado em cartório. Registro no CNPJ
  • 82. Outros documentos: Carimbo do CNPJ Livro Caixa Livro Ata Declaração de Isenção do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica. Ata da eleição da última diretoria. Escrituras dos Imóveis Contrato de cessão de direito dos imóveis Contrato de locação dos salões.
  • 83. DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA AS CONGREGAÇÕES Livro ATA Contendo, endereço, termo de abertura e encerramento, como também, declaração de sua filiação e assinatura do Presidente. O livro ata da congregação deve ser utilizado somente para as seguintes atividades:
  • 84. Número de membros em comunhão; Número de membros apresentados para o batismo; Número de crianças apresentadas; Número de casamentos e o nome do pastor celebrante; Nome do tesoureiro auxiliar, nomeado pelo dirigente. Nome do secretário auxiliar, nomeado pelo dirigente;
  • 85. Todos os casos de disciplina. Cópia da ata que deu posse, por tempo indeterminado, ao seu dirigente. Livro Movimento Caixa da congregação. Neste livro o tesoureiro auxiliar deve escriturar todas as receitas e despesas, devidamente comprovados.
  • 86. Ao fechá-lo, deve ser assinado pelo tesoureiro e dirigente. Logo após ser fechado, deve ser levado ao tesoureiro da matriz, que após a conferência deve carimbar e assinar. Tanto a matriz como a congregação deve arquivar as folhas do livro caixa da congregação.
  • 87. Livro de Registro de Casamento. Livro de Apresentação de Crianças Boletim Informativo Este boletim informativo tem objetivo de manter a matriz bem informada sobre todos os dados necessários para atender as exigências do IBGE.
  • 88. Toda atividade ou documentação pertinente à pessoa jurídica, deve ser realizada ou estar de posse do secretário da
  • 89. ASPECTOS DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA As associações e instituições civis, organizações religiosas, pias, morais, científicas ou literárias e as associações de utilidade pública, como sujeitos de direito (pessoas jurídicas de direito privado artigo 44, inciso I do Código Civil) serão empregadores, nos termos constantes da legislação que regulamenta as
  • 90. relações do trabalho assalariado, se firmarem e, sempre que firmarem contrato de trabalho com pessoa física, sendo este trabalho rotineiro, desenvolvido sob a dependência jurídica do empregador, por força do contrato assinado com o seu empregador com a imposição de normas e procedimentos operacionais, e mediante o pagamento
  • 91. de quantia previamente estabelecida neste contrato, a retribuição pelo trabalho, o salário. Este é o conceito estabelecido nos artigos 2º e 3º da Consolidação das Leis do Trabalho e consagrado em toda a nossa jurisprudência trabalhista.
  • 92. DO ASPECTO JURÍDICO-DOUTRINÁRIO DO TRABALHO PASTORAL E DE SEUS AUXILIARES, PRESBÍTEROS, DIÁCONOS E DEMAIS OBREIROS. As relações religiosas, não devem ser entendidas com as mesmas características das relações trabalhistas regidas pela CLT, até porque o ministério não é visto como profissão e sim, como vocação, e no
  • 93. ministério não se presta serviço a uma pessoa jurídica com fins lucrativos, mas ao Reino de Deus, ainda que entendemos que aquele que dá o seu tempo integral à obra, deve receber dela o seu sustento.
  • 94. VÍNCULO EMPREGATÍCIO DO PASTOR E A LEI PREVIDENCIÁRIA A legislação atual e sobretudo o Decreto 3.048 de 1999, com alterações posteriores, classifica como contribuinte individual, dentre outros, o ministro de confissão religiosa, que na legislação anterior era equiparado por equiparação ao profissional autônomo, recolhendo a sua
  • 95. contribuição à Previdência Social nesta modalidade de contribuinte, através de uma tabela básica de contribuições previdenciárias, estipulada com base em períodos de interstícios de pagamentos.
  • 98. Introdução Líder é um chefe, condutor, tipo representativo de uma sociedade. A posição de líder exige uma criteriosa administração de suas próprias características negativas, pois são elas que tiram o líder de sua posição e não os liderados.
  • 99. CARACTERÍSTICAS DA VIDA DE UM LÍDER Qualidades Espirituais Qualidades Morais Qualidades pessoais O líder precisa ter ideal, e, aliada a este, ter visão, alma e olhar de condutor de vidas. Segue-se a tenacidade aliada à serenidade. Em seguida, segurança e confiança, que, ao lado da simpatia, autenticidade e comunicação, formam o perfil do líder cristão.
  • 101. Disciplina Integridade Espírito de servo e capacidade administrativa. Persistência Objetividade Treinamento Persuasão Tolerância Lealdade
  • 103. MOTIVAÇÕES Recompensa Maturidade dos Crentes Glória de Deus Aperfeiçoando o Líder A vida e palavras do líder (o propósito deve ser servir, e não ser servido. Deve procurar sempre a glória de Deus e nunca a sua própria, Jo 5.44
  • 104. Ter o amor como guia supremo nos relacionamentos. Motivar o grupo Cortesia Sinceridade Senso de humor Tratamento com naturalidade, diplomacia e tato, não perdendo o controle da voz ou falar fora de turno. Ter controle emocional em todas as circunstâncias
  • 105. Expressar-se afetivamente em público Ser hábil em incentivar e inspirar outros a executar o seu trbalho. Ter interesse sincero nos detalhes da vida de seus superiores, pares e cooperadores.
  • 107. ESTILODO LÍDER Estilo é o somatório do tipo de ação desenvolvida pelo líder no cumprimento de sua liderança. Autocrático (Governo com poderes ilimitados e absolutos. Burocrático Democrático Laissez-faire Paternalista Participativo
  • 108. A INFLUÊNCIA DO LÍDER NOS LIDERADOS Pode ser positiva ou negativa. Um dos segredos do líder é saber exercer sua influência sem que os outros percebam, e sem impor sua vontade. Necessidade de formar um novo líder. a) Não criar discípulos dependentes. b) Não subestimar as suas qualidades.
  • 109. AUTOGNOSE E AS MARCAS DA VIDA Autognose é o conhecimento que cada líder deve ter de si mesmo. Não basta o desejo de ser o exemplo, se você não sabe o que tem dentro de você para ensinar aos outros. É necessário fazer um exame introspectivo.
  • 110. DEVERES DOS LÍDERES Sentir o que os outros sentem. Não reprimir os seus sentimentos; se necessário deve chorar. Usar os vocabulários: Obrigado, parabéns, feliz aniversário, muito bom. Orar pedindo humildade, honra, sabedoria, discernimento, etc. Compartilhar do sofrimento dos menos favorecidos
  • 111. Pureza mental Firmeza nas decisões Demonstrar os seus sentimentos, nunca esquecendo dos mais fracos. O que o Líder Não Deve Ser e Fazer Hipócrita Mentiroso Maledicente Não permitir ser traído pelos seus próprios sentimentos.
  • 112. Esconder sentimentos, querendo aparentar o que não é. MORALIDADE SEM SEGREDOS Nada poderá salvar um líder, se ele tem um segredo em sua vida moral. Não dar lugar à aparência do mal. Um líder cai naquilo em que se acha forte. A solidão do líder
  • 113.  Dinheiro  Sexo  Poder CONSELHOS AOS LÍDERES NA CASA DE DEUS Amar aos outros em detrimento de si mesmo. Evite esforços em demasia. Não devemos trabalhar por Deus e sim com
  • 114. Ser de fato espiritual, e não apenas se comportar como tal. Ouvir sempre os seus liderados. Ser humilde e quebrantado. Não faça tudo sozinho, evite se expor demais na reunião, aprenda a distribuir tarefas. Procure agir sempre debaixo da unção do Espírito, caso contrário os seus liderados sentir-se-ão enfadados.
  • 115. Nunca tire conclusões precipitadas. Nunca trate com leviandade as coisas espirituais. Aprenda a não confiar unicamente em seus próprios juízos. Antes de qualquer decisão a respeito de algo importante, compartilhe com os seus companheiros.
  • 116. Nunca faça nada, sem antes ter a convicção de que aquilo é a vontade de Deus. Quem age assim, terá sempre a autoridade de Deus. Diante dos desafios, nunca olhe para as suas próprias capacidades, porque as nossas capacidades são as provas de nossa incapacidade.
  • 117. No campo espiritual, o sucesso se obtém, quando o líder se considera um servo disposto a fazer a vontade do seu Senhor; então o servo deixa de ser um simples servo, e passa ser o próprio Deus agindo através desse servo. Pois ele mesmo disse: “Sem mim nada podeis fazer”
  • 118. UM LÍDER QUASE PERFEITO Num mundo que produz informação de forma tão veloz, nos sentimos pressionados a saber cada vez mais, a estar atualizados. “Por um longo tempo, as pessoas não perceberam o quanto não sabiam – não sabiam que não sabiam. Atualmente, porém, elas sabem o que não sabem, e isso as deixa ansiosas”. Wurman p.358
  • 119. Para nós líderes cristãos sempre em busca da competência, da atualização, a pergunta é: Será que é possível ser um líder competente, atualizado sem sofrer deste tipo de mal? Alguns Conselhos: Ao longo dos anos, temos assimilado a idéia que para sermos competentes temos que saber a
  • 120. respeito de tudo e saber fazer tudo. Ninguém consegue ser bom em tudo. Temos que fazer algumas escolhas, e manter o foco. Reflitam sobre a história dos grandes homens. Eles foram bons em tudo, ou são conhecidos por terem dedicado suas vidas a um propósito, a uma causa?
  • 121. “Reduza os sentimentos de culpa em relação ao que não leu, reconhecendo que a quantidade de informação é tanta que você não pode ler tudo”. Wurman p. 341 “Se você aceitar que não pode saber tudo, ficará muito mais à vontade com a idéia de desconhecer alguma coisa”. Wurman p. 344
  • 122. O interesse é a chave para o aprendizado. Muito da nossa busca por maior conhecimento e habilidade procede de um sentimento de obrigação: Eu tenho que. Eu preciso. Mas o segredo para uma boa aprendizagem é o prazer. Nem tudo o que estudamos será uma tarefa fácil e
  • 123. repleta de prazer, mas sim que, quando há interesse de adquirir conhecimento torna-se mais fácil. Selecione o que é essencial para a sua vida. Você terá controle sobre o fluxo de informação se souber discernir o que realmente é essencial à sua vida, ao seu trabalho.
  • 124. “O segredo para processar informação é limitar seu campo de informação dentro do que é relevante para sua vida, isto é, escolher cuidadosamente que tipo de informação merece seu tempo e sua atenção”. Wurman p. 339
  • 125. Por que tenho que me tornar “fera” em informática se uso em meu trabalho apenas um editor de texto? Por que tenho que conhecer profundamente a psicologia se aconselhamento é apenas uma das áreas do meu trabalho? Por que tenho que ler a montanha de revistas que chegam pelo correio se a maioria não acrescenta quase nada ao que já sei?
  • 126. Wurman nos aconselha: “Minimize o tempo que gasta lendo ou assimilando notícias que não sejam pertinentes ao seu trabalho ou à sua vida. Muitas pessoas se sentem na obrigação de assistirem ao noticiário local toda a noite, mesmo quando ele não passa de uma lista de crimes e catástrofes. Se você não é criminalista ou bombeiro, esta informação é provavelmente supérflua”.
  • 128. Liderança – Função de líder; forma de dominação baseada no prestígio pessoal e aceita pelos liderados. Líder é alguém que conhece o caminho, mostra o caminho ou segue o caminho. O líder cristão é caracterizado por uma fé profunda em Deus, que não somente o chamou para a obra, mas também o capacita e se faz presente durante a execução dessa obra.
  • 129. CONCEITOS BÁSICOS SOBRE A LIDERANÇA DA IGREJA Devido a pesada carga da liderança, por mais capacitado que seja o líder, levá-la sozinho, será sempre uma tarefa impossível. Por isso há dois conceitos básicos sobre a liderança: Pluralidade e unanimidade.
  • 130. Pluralidade A pluralidade na liderança é demonstrada na Bíblia tanto no Antigo como no Novo Testamento, analise: Israel no deserto, Ex 18.13-26 A Igreja de Jerusalém, At 15.4,6,22. A Igreja de Antioquia, At 13.1,2; 14.21,23. As igrejas de Creta, Tt 1.5 A Igreja de Éfeso, Ef 4.11
  • 131. A Igreja de Filipos, Fp 1.1 Os Hebreus, Hb 13.7,17 Nas Igrejas da Galácia, At 14.23. A Unanimidade A liderança deve ser caracterizada tanto pela pluralidade, como também pela unanimidade, observe: Unidade do Espírito, Ef 4.3 Unidade de coração e alma, At 4.32 Unanimidade na oração, At 1.14; 4.24
  • 132. Unanimidade nas reuniões, At 2.46 Unanimidade nos sentimentos, Rm 15.5,6 Unanimidade no pensar, Fp 2.2; 4.2; 3.15; I Pe 4.1 Unanimidade no falar, I Co 1.10 Unanimidade nas decisões, At 1.26; Tt 1.5; At 13.1-3
  • 133. FUNDAMENTO BÍBLICO DA LIDERANÇA O fundamento bíblico da Liderança Cristã, encontra-se no fato de que Deus se utiliza de homens para a execução dos seus desígnios. Utilizou-se de Moisés para conduzir o seu povo, e também para treinar novos líderes ou líderes auxiliares, Ex 18.20,21. Assim foi com Josué, Js 6.6,7 e também com os apóstolos, leia II Tm 2.2.
  • 134. TEOLOGIA DA LIDERANÇA Liderança cristã é essencialmente a missão de conduzir o ser humano para Deus e para tudo o que dEle recebeu. É uma obra de fé, Hb 11.6. A liderança é caracterizada pela servidão, Mt 20.28; Lc 22.27; Gl 5.13; I Co 9.19; Fp 1.1.
  • 135. O líder tem poder ou autoridade. Há duas palavras gregas “kratos” e “dynamis” Kratos – é poder, autoridade especialmente no sentido de poder político, comando, autoridade de mando. Dynamis – Força espiritual, potência, energia, raiz dos termos dínamo, dinamite e dinamismo.
  • 136. DESAFIOS DA LIDERANÇA CRISTÃ Crise de Integridade – Falta de ética, manipulação dos sentimentos. Espera- se do líder que seja limpo de mãos, puro de coração, e mente de Cristo. Como nos dias de Jeremias, há uma comercialização do Evangelho, Jr 5.30,31. Novos Estilos de Culto – A liderança da Igreja deve estar aberta para o novo
  • 137. sem perder a visão do permanente na Igreja. TRIDIMENSIONAL QUADRIMENSIONAL Liderança que trabalha para o povo Liderança que trabalha com o povo
  • 138. A história sagrada está cheia de exemplos de líderes, que a visão que tiveram de Deus, configurou-se num divisor em suas vidas. O momento da visão dividiu suas vidas em antes e depois. Dentre eles podemos citar, Noé, Abraão, Jacó, Moisés, Gideão, Elias, Isaías, Paulo, etc. Ver a Deus dá novas energias e proporciona uma nova dimensão de vida.
  • 139. Quem tem uma visão de Deus, como Ele realmente é, não necessita ser aguilhoado para crer que tudo é possível para Deus. A visão de Deus leva o líder a superar todas as dificuldades próprias da sua missão. Porquanto, há dois tipos de líderes, o líder natural e o líder erspiritual.
  • 140. LÍDER NATURAL 1.É autoconfiante 2.Conhece os homens 3.Toma as próprias decisões 4.Usa os próprios métodos 5.Gosta de comandar 6.É independente LÍDER ESPIRITUAL 1. Confia em Deus 2.Conhece os homens e a Deus 3.Faz a vontade de Deus 4.É humilde 5.Usa o método de Deus 6.Busca obedecer a Deus 7. É motivado pelo amor a Deus e aos homens 8.Dependênciade Deus.
  • 141. DIRETRIZES PARA LIDERANÇA Embora a autoconfiança seja uma característica do líder natural, o líder espiritual é alguém que tem confiança em si mesmo, no sentido de ter consciência de que sua capacidade é igual à exigida para o cargo que ocupa; até porque, uma pessoa insegura, não inspira confiança nos liderados. O pastor lida com os problemas das
  • 142. pessoas, e com as pessoas com problemas. A coerência e o caráter íntegro e a imparcialidade com que o pastor demonstra nos julgamentos, é que fará com que os seus liderados sintam-se seguros. Tratando das causas pessoais: O pastor deve ser acessível e estar sempre disponível para atender a todos.
  • 143. Mesmo que não esteja de acordo com o que ouve, mostre-se simpático com a pessoa ouvida. Não atue de modo precipitado enquanto não estiver de posse de todos os fatos, para fazer um julgamento correto. Deixe transparecer interesse e amor cristão, orando com as pessoas.
  • 144. Esteja preparado para agir de maneira corajosa O verdadeiro problema nem sempre está na primeira queixa, sendo prudente isolar o problema, ao ouvi-lo. Peça à pessoa interessada para lhe dizer o que ela pensa que seja a resposta ou solução do problema
  • 145. Porque o nosso falar deve ser sim, sim; não, não; devemos cumprir com a nossa palavra na solução de um problema de um membro da Igreja. Tratando das causas coletivas  Mantenha sua igreja informada, para não o criticarem após saberem do fato depois de consumado.
  • 146.  Deixe que o pessoal com quem trabalha perceba que você sabe que haverá problemas; assim não se surpreenderão quando surgirem.  Pesquise formas de antecipar e interceptar o curso dos problemas  Permita que as pessoas apresentem as suas idéias e enfrentem coletivamente as áreas do problema.
  • 147.  Aprender a tirar vantagem dos próprios erros Ser humilde para admitir que esteja errado, e corrigir-se. Falar bem das outras pessoas Ficar calado quando não se pode dizer nada de bom de outrem.  Não passar adiante os boatos, para não incriminar o inocente.
  • 148.  Fazer uma apreciação honesta e sincera, dando o devido crédito a quem merece.  Respeitar sempre o direito dos outros; o que sentem o que pensam e expressam  Ser um bom ouvinte.
  • 149.  Procurar compreender e sentir o que a outra pessoa sente no momento, e aceitá-la plenamente  Nunca forçar uma relação, pois a condição de líder pode deixar as pessoas pouco à vontade.
  • 150. O PREÇO DA LIDERANÇA Toda a liderança tem o seu preço, quanto maior for a conquista, maior será o preço a pagar. Podemos destacar os seguintes: A Renúncia, Hb 11.24-26 Abuso do poder Muitos, em posição de mando, tratam as pessoas como objetos, a fim de satisfazer seus instintos de supremacia.
  • 151. Crítica O líder amadurecido deve aceitá- las e fazer as devidas correções. Competição Há um preço a pagar quando o líder sofre de uma ansiedade de competição, que assume a forma de fracasso ou medo do êxito.
  • 152. Fadiga Cuidado coma saúde, descanso e o equilíbrio para se manter saudável e resistente. Identificação Precisa identificar-se com o povo, gastar tempo em conhecê-lo, compartilhar suas emoções, vitórias e
  • 153.  Orgulho e inveja Cuidado com a popularidade e o sentimento de infalibilidade, você está a um passo do orgulho, que por sua vez, está a um passo da queda e ruína. Rejeição Um caminho difícil de ser palmilhado por qualquer líder, leia I Sm
  • 154.  Solidão  Tomar decisões desagradáveis Utilização de um tempo a sós com Deus.
  • 155. A ALMA DA LIDERANÇA Nossas motivações e atitudes são a alma da liderança. Com que atitudes devemos servir?  Alegria, Sl 100.2a  Dedicação, Jr 48.10. Deus é bom, mas é também exigente.
  • 156.  Constância, Gl 6.9, I Co 15.58. REFLETINDO SOBRE A LIDERANÇA CRISTÃ Há três tipos de pessoas no mundo: 1º) As que não sabem o que está acontecendo; 2º) As que observam o que está acontecendo 3º) As que fazem com que as coisas aconteçam Estas últimas detêm o dom da liderança.
  • 157. A LIDERANÇA CRISTÃ E O DISCIPULADO A liderança cristã deve estar comprometida com o Reino de Deus, Mt 6.33, inclusive com a sua continuação; o líder precisa não só descobrir pessoas talentosas, como também precisa treiná-las, a ponto da organização funcionar sem ele. E os princípios para discipular são imutáveis.
  • 158. Tomar a cruz, Lc 14.27 – Ninguém chegará a Glória, sem passar pelo calvário. A cruz é o instrumento de morte, na qual o eu deve morrer. A cruz é o marco da redenção de Cristo, deve ser também o marco da vida dos seus discípulos. É carregando a cruz que o discípulo encontra os meios de auto- mortificação e de separação com este mundo.
  • 159. Renúncia, Lc 14.33 – A dureza do discipulado cristão é a renúncia de tudo. Billy Graham, disse: “A salvação é de graça, mas o discipulado custa tudo o que temos.” O amor a Cristo e o gozo pelo serviço cristão, é algo tão forte na vida do discípulo, que leva-o a pôr em segundo plano todas as demais posses.
  • 160. Constância, Jo 8.31 – Crer em Cristo é uma coisa, e ser seu discípulo, outra muito diferente. Crer pode ser motivado por um impulso momentâneo, mas ser seu discípulo exige estudo constante e a atitude permanente de obediência.
  • 161. Produção de frutos, Jo 15.8 – Somente dando muito frutos, podemos ser considerados discípulos do Senhor.
  • 162. A LIDERANÇA E A PALAVRA DE DEUS A palavra de Deus é a fonte da meditação do líder, Sl 1.1,2. É a regra áurea da sua atividade, Js 1.8. Pautando a sua vida e ministério na Palavra, ela será a vida de sua mensagem, a vara da sua direção, a energia do seu dinamismo, e o poder da sua autoridade.
  • 163. A LIDERANÇA PASTORAL “Quem deseja o episcopado, excelente obra deseja”, I Tm 3.1 O privilégio e a excelência do ministério exige muita responsabilidade, pois quem exerce o seu ministério relaxadamente, acaba transformando a bênção do ministério em maldição.
  • 164. PRINCÍPIOS DO TRABALHO PASTORAL O pastor geralmente se considera uma pessoa de ação, de movimentos. As igrejas gostam de dizer: “Nosso pastor é muito ativo. Visita e prega todos os dias”. No entanto, esta atividade intensa geralmente não produz os melhores frutos. Também não permite pastorado de longo alcance. Por que?
  • 165. Porque a tarefa de dirigir uma igreja não é tão simples como parece. É um trabalho complexo. É uma responsabilidade que não exige unicamente “ação visível”, mas orientação clara, motivação bem definida, atitudes positivas, compreensão e visão panorâmica, planejamento e execução cuidadosa. Tudo isso precedido por uma vida de
  • 166. íntimo relacionamento com quem guia a igreja, o Espírito Santo, e uma capacidade cada vez maior de discernimento da mente e planos divinos para seu corpo. É sempre instrutivo ver com que determinação Jesus, algumas vezes, ensinou seus discípulos a atender às multidões além das suas próprias capacidades, recursos e tempo, e
  • 167. outras vezes, em que, simplesmente os afastou delas e os levou a um lugar à parte. Também é importante ver como o Senhor, no devido tempo, os enviou a pregar, ensinar, curar, libertar de opressões satânicas, mediante instruções muito cuidadosas e claras, depois escutava seus relatórios e, com base em tais experiências, ensinavam- lhes coisas novas.
  • 168. Para que a tarefa ministerial seja bem feita, é indispensável orientar o trabalho prático diário, mensal, anual ou por longos períodos.
  • 169. FUNDAMENTOS DO TRABALHO PASTORAL O fundamento do trabalho pastoral repousa na Palavra de Deus. A autoridade que reveste esta obra não procede de uma simples tradição religiosa ou cultural. Também não se fundamenta em um determinado sistema de organização social, econômica ou política. O pastorado tem fundamentos próprios que são de valor permanente e universal.
  • 170. Três são os seus enunciados básicos: 1)A existência de um Deus (Deus está intensamente preocupado e ocupado com o destino do ser humano) 2)A existência de um povo escolhido por Deus (o povo é especial, e necessita de direção. O Salmo 23 ilustra com clareza isso); 3)A tarefa que ambos estão executando.