Lição prática
Segundo reinadoSegundo reinado
A aristocracia rural se
consolida no poder.
Bandeira do Segundo Reinado no
Brasil.
Golpe da maioridade
E nada se altera com o golpe...
NADA DE
MEXER NA
GRANDE
PROPRIEDADE!!
NEM NO
TRABALHO
ESCRAVO!!
 O Brasil buscou afirmar-se como
nação.
 A economia: café (produto
fundamental) .
 Pressões inglesas para a extinção
do tráfico negreiro.
 1847 - criada a Presidência do
Conselho de Ministros-
Parlamentarismo.
 Criação da Lei de Terras - 1850.
 Imigração européia – 1847,
Nicolau de Campos Vergueiro.
Dom Pedro II
Parlamentarismo às avessas
Brasil Inglaterra
•Quem manda é o Rei
exercendo o poder moderador.
•Com eleições o povo vota e
escolhe o parlamento que
exerce o poder legislativo.
•O Rei indica o 1º ministro que
governa o país exercendo o
poder executivo.
•O parlamento indica o 1º
ministro que é o chefe de
estado e governa o país
exercendo o poder executivo.
•O 1º ministro que convoca as
eleições para se formar o
parlamento que exerce o poder
legislativo.
•Rei reina mas não Governa.
Se é tão óbvio que esse
parlamentarismo à brasileira era
inverso daquele praticado em outras
partes do mundo, por que chamá-lo
de parlamentarismo? Ou melhor,
por que a sociedade brasileira
daquela época assim o fazia?
Parlamento britânico
 Rebeliões Liberais
1842 : Barbacena(MG)
Sorocaba(SP)
1848 Praieira(Pernambuco)
 Questão Christie
 Guerra do Paraguai (1864-1870)
PRAIEIRA
A Revolta Praieira, também
denominada como Insurreição
Praieira, Revolução Praieira ou
simplesmente Praieira, foi um
movimento de caráter liberal e
separatista que eclodiu na então
Província de Pernambuco, no Brasil,
entre 1848 e 1852.
Quem viver em
Pernambuco
não há de estar
enganado:
Que, ou há de ser
Cavalcanti,
ou há de ser cavalgado."
(Quadra popular)
Depois da Praieira – paz interna
Economia imperial
Até 1860, a economia brasileira ainda
apresentava características coloniais:
Exportação de matérias primas para o
mercado externo;
Mercado interno insignificante;
Burguesia industrial praticamente
inexistente;
Comércio exterior controlado por
estrangeiros;
Dependência de produtos estrangeiros.
O que mudou na Economia
1) Tarifa Alves Branco (1844): aumento
da arrecadação fiscal do Estado
2) Fim do Trafico Negreiro (1850):
realocação dos capitais antes
destinados à compra de escravos
para a indústria.
3) Ascensão do Café:
- Produto sem concorrência no mercado internacional e
valorizado após a
- Revolução Industrial pelas suas propriedades
estimulantes;
- Modernização da infra-estrutura (estradas, portos,
etc).
4) Surgimento do trabalho assalariado – imigrantes:
- Mais produtivo, proporciona retorno dos
investimentos.
5) Lenta urbanização e aumento do mercado interno.
I
M
I
G
R
A
Ç
Ã
O
Teatro Municipal de Manaus
Crescimento da população imigrante
Política
O café: expansão 1840-60
Principais áreas de
produção do CAFÉ
Regiões Mão-de-obra
Vale do Paraíba Escrava
Oeste Paulista Livre
Causas da expansão:
Monocultura, ferrovias, portos,
consumo mundial de café em
expansão, terras boas e sem preço,
mão-de-obra barata, livre, colonato,
“escravo branco”.
 Oeste Paulista:
- Trabalho livre, quem plantava era a burguesia
do café, eram liberais e republicanos,
adotavam o abolicionismo.
 Vale do Paraíba:
- Trabalho escravo,
eram a oligarquia
do café, conservadorismo,
davam apoio à Realeza.
O ciclo da borracha justificou a construção da estrada
Madeira Mamoré.
Embarque do café em 1885 –
Fotografia de Marc Ferrez.
Lição prática
Segundo reinadoSegundo reinado
A aristocracia rural se
consolida no poder.
Bandeira do Segundo Reinado no
Brasil.
A imigração
2 min e 36 seg
Mão-de-Obra:
 Colono: trabalhador livre, não assalariado que vive
“escravo” sobre o “sistema de barracão”.
 Esse trabalhador tem a tarefa de cuidar dos pés de café,
ele recebe por safra, por pés de café, o senhor do café
permite que ele plante alimentos para seu consumo.
 O colono acaba comprando no barracão da fazenda,
que pertence ao patrão, bens que ele não pode fabricar
como por exemplo farinha, remédios,café,
cevada,roupa, etc.
 Estes bens tem um alto preço e o colono faz dívida com
o patrão, tornando-se “escravo”, é o chamado “escravo
branco”, ele não pode deixar a fazenda enquanto não
pagar a sua dívida com o dono da fazenda, então,
quanto mais se dedica ao café mais deve ao patrão.
Problemas
Expansão do café;
Rio de Janeiro tinha no plantio do café
mão de obra escravocrata;
São Paulo na região Oeste, tinha no
plantio do café mão de obra escravocrata,
livre, livre assalariada e o sistema do
colonato.
 Os sistemas de imigração nos cafezais:
PARCERIA (fracasso) COLONATO (sucesso)
Primeiro sistema introduzido
(1847).
Oeste Paulista (por volta de
1870), subvencionada pelo
governo.
Trabalho familiar camponês. Trabalho familiar camponês.
Colono dividia lucros e prejuízos.
Ficava com metade do produzido.
Camponês recebia 2 salários:
fixo anual e por produtividade.
Colonos se endividavam
(passagens, mantimentos, juros
elevados...).
Governo paulista pagava as
passagens.
Eventualmente era permitida uma
pequena roça ao imigrante.
Era garantido um pedaço de
roça para subsistência ou
comércio.
Sociedade
 Domínio dos grandes proprietários de terra
(minoria);
 Grande massa da população composta por brancos
empobrecidos, mestiços (mulatos, cafuzos,
caboclos), índios e negros;
 Advento do imigrante europeu como forma de
proporcionar mão-de-obra para a lavoura de café e
para “branquear” a população;
 Desejo das elites em “modernizar” o país;
 Lei de Terras (1850) – estratégia para manter os
privilégios econômicos das elites e garantir a mão-
de-obra para a lavoura cafeeira;
Cultura
 Predomínio das idéias importadas da Europa
pela elite brasileira.
 Cientificismo, racismo, “realismo”.
 Bacharéis em Direito são os principais
homens do Estado brasileiro.
 Imigrantes trazem consigo os ideais
socialistas e anarquistas.
 Urbanização propicia novas identidades
culturais.
Tarifa Alves BrancoTarifa Alves Branco - 1844: ministro o barão Alves Branco
elevou a tarifa de 30 a 60% para a importação de
produtos estrangeiros, foi uma tarifa que agiu de modo
contrário ao tratado de Navegação e Comércio firmado
com a Inglaterra no Período Joanino. A Inglaterra ficou
insatisfeita com esta tarifa e começa a fazer pressão
para a extinção do tráfico negreiro e para a abolição da
escravidão.
A Tarifa Alves Branco aumentou a arrecadação brasileira e
também gerou um surto industrial, promoveu o
desenvolvimento da indústria nacional, mas gerou um
arrocho diplomático entre Brasil e Inglaterra.
O capital antes
empregado na
compra de
negros, depois
de 1850, foi
empregado em
máquinas.
Lei Bill AberdeenLei Bill Aberdeen - 1845: essa lei feita pela Inglaterra
dava a ela plenos poderes de atracar qualquer
navio brasileiro em alto mar e verificar se a carga
dos navios eram produtos do tráfico negreiro, ou
seja, se o navio transportava escravos, em caso
positivo os navios deveriam se desfazer da carga
devolvendo os escravos para a África ou
transferindo a carga para os navios ingleses , ou
jogando a carga ao mar. Com essa nova lei os
ingleses tornariam os “xerifes” do mundo, do mar,
dificultaram o tráfico de escravos para o Brasil, esse
acaba prejudicado pois dependia da mão-de-obra
escrava.
Lei Eusébio de QueirozLei Eusébio de Queiroz - 1850: finalmente em 1850 o Governo
brasileiro faz a lei que proíbe o tráfico negreiro. O Brasil
cede às pressões inglesas e proíbe o tráfico de escravos. A
Inglaterra queria o fim da escravatura alegando “razões
humanísticas”, mas tinha outros interesses neste ato.
O final do tráfico
negreiro acarretou
na diminuição da
mão-de-obra
escrava
Lei de TerrasLei de Terras - 1850: em 1823 D. Pedro I extinguiu as
sesmarias, então, de 1823 a 1850 não tinha posse
judicial de terras, qualquer pessoa podia ocupar
qualquer terra que não estivesse ocupada.
Em 1850 o Governo brasileiro lança uma lei restringindo
a posse da terra, Lei de Terras, as terras não
ocupadas seriam entregues ao domínio do Estado,
para assim, serem comercializadas.Surgem ai as
terras devolutas. Essa lei foi premeditada com o
objetivo de impedir que o imigrante e o ex-escravo
fizessem a aquisição das terras.
- 1862: lei de terras americana (Homestead Act).
Política Externa
 Intervenções no Prata.
- Interesse em manter o
Uruguai separado da
Argentina.
- Uruguai – Blancos e
Colorados.
 Guerra contra Oribe e Rosas
– 1852
 Guerra do Paraguai (1864 –
1870)
- Mais longa e sangrenta
guerra da América do Sul.
Causas:
- Desejo argentino de anexar o Paraguai.
- Necessidade do Paraguai em obter acesso para o mar.
- Paraguai possuía características únicas entre os países
sul-americanos – auto-suficiência econômica.
- Indústria incipiente.
- Pequena propriedade e economia estatizada.
- Inexistência de analfabetismo entre a população.
- Preocupação com a situação do Uruguai.
- Tríplice Aliança financiada pela Inglaterra, que
desejava destruir um país não-alinhado com seus
interesses imperialistas.
- Destruição do Paraguai e genocídio de sua população,
perdeu metade de seu território.
- Profissionalização do Exército brasileiro.
O MASSACRE DA POPULAÇÃO PARAGUAIA
População no começo da guerra 800 mil
População morta durante a guerra 606 mil (75,75%)
População após a guerra 194 mil (24,25%)
Homens sobreviventes 14 mil (1,75%)
Mulheres sobreviventes 180 mil (22,5%)
Homens sobreviventes menores de 10 anos 9800 (1,225%)
Homens sobreviventes até 20 anos 2100 (0,2625%)
Homens sobreviventes maiores de 20 anos 2100 (0,2625%)
BARÃO DE MAUÁ
 Barão de Mauá, considerado o primeiro grande empresário
brasileiro, responsável por uma série de iniciativas
modernizadoras para economia nacional.
 Suas iniciativas vanguardistas representavam uma ameaça
para os setores mais conservadores do governo e para o
próprio imperador, que não lhe deu o devido apoio.
 Sua postura liberal em defesa da abolição da escravatura e
sua atitude contrária à Guerra do Paraguai, acabam o
isolando ainda mais, resultando na falência ou venda por
preços reduzidos de suas empresas.
EMPREENDIMENTOS MAUÁ (1844-59):
- o estaleiro de Ponta da Areia;
- a construção da 1º ferrovia brasileira;
- a reabertura do Banco do Brasil;
- o Banco Mauá;
- a instalação da iluminação a gás;
- a fundição de Ponta da Areia;
- cabos submarinos ligando o Brasil à
Europa (telégrafo).
EMPREENDIMENTOS MAUÁ (1844-59):
- o estaleiro de Ponta da Areia;
- a construção da 1º ferrovia brasileira;
- a reabertura do Banco do Brasil;
- o Banco Mauá;
- a instalação da iluminação a gás;
- a fundição de Ponta da Areia;
- cabos submarinos ligando o Brasil à
Europa (telégrafo).
Bonde elétrico no Rio de Janeiro por volta de 1880.
O declínio do Império – 1870/89
 Fatores:
 Manifesto Republicado: “Somos da América
e queremos ser Americanos.”
 A crise econômica provocada pela guerra.
 Questão religiosa: padronato no Brasil.
 Questão militar.
 Positivismo: Benjamin Constant.
 Questão abolicionista:
Castro Alves, Rui
Barbosa e outros
querem o fim da
escravidão.
(O GOVERNO VAI(O GOVERNO VAI
ENROLANDO POR NÃOENROLANDO POR NÃO
TER DINHEIRO ETER DINHEIRO E
FAZENDO LEIS BONITASFAZENDO LEIS BONITAS
NO PAPEL MAS SEMNO PAPEL MAS SEM
EFEITOS FAVORÁVEIS).EFEITOS FAVORÁVEIS).
Castro Alves, o “Poeta dosCastro Alves, o “Poeta dos
escravos”.escravos”.
 1871: Lei Rio Branco ou Ventre livre.
 1885: Lei Saraiva Cotegipe ou Sexagenária.
 monarquia.
1 850: E u sébio d e Q u eirós 1871 : Lei do V entre Livre 18 85:Lei dos S exa ge nários 18 88 : Lei Á urea
P R O C E S S O
A B O LIC IO N IS TA
Influê ncia inglesa
184 5 "bill A be rde en"
 1888: Lei Áurea = Gota
d’água para a queda da
Monarquia.
Princesa Isabel
OS LATIFUNDIÁRIOS SE JUNTAM CONTRA
A MONARQUIA.
LATIFUNDIÁRIO + BURGUESIA = EXÉRCITOLATIFUNDIÁRIO + BURGUESIA = EXÉRCITO
- Ocorre o golpe militar comandado pelo
exército que derruba a monarquia, FIM
do Império em 15/11/89.
Proclamação da República
2º reinado

2º reinado

  • 1.
    Lição prática Segundo reinadoSegundoreinado A aristocracia rural se consolida no poder. Bandeira do Segundo Reinado no Brasil.
  • 2.
  • 3.
    E nada sealtera com o golpe... NADA DE MEXER NA GRANDE PROPRIEDADE!! NEM NO TRABALHO ESCRAVO!!
  • 4.
     O Brasilbuscou afirmar-se como nação.  A economia: café (produto fundamental) .  Pressões inglesas para a extinção do tráfico negreiro.  1847 - criada a Presidência do Conselho de Ministros- Parlamentarismo.  Criação da Lei de Terras - 1850.  Imigração européia – 1847, Nicolau de Campos Vergueiro. Dom Pedro II
  • 5.
    Parlamentarismo às avessas BrasilInglaterra •Quem manda é o Rei exercendo o poder moderador. •Com eleições o povo vota e escolhe o parlamento que exerce o poder legislativo. •O Rei indica o 1º ministro que governa o país exercendo o poder executivo. •O parlamento indica o 1º ministro que é o chefe de estado e governa o país exercendo o poder executivo. •O 1º ministro que convoca as eleições para se formar o parlamento que exerce o poder legislativo. •Rei reina mas não Governa.
  • 6.
    Se é tãoóbvio que esse parlamentarismo à brasileira era inverso daquele praticado em outras partes do mundo, por que chamá-lo de parlamentarismo? Ou melhor, por que a sociedade brasileira daquela época assim o fazia?
  • 7.
  • 8.
     Rebeliões Liberais 1842: Barbacena(MG) Sorocaba(SP) 1848 Praieira(Pernambuco)  Questão Christie  Guerra do Paraguai (1864-1870)
  • 9.
  • 10.
    A Revolta Praieira,também denominada como Insurreição Praieira, Revolução Praieira ou simplesmente Praieira, foi um movimento de caráter liberal e separatista que eclodiu na então Província de Pernambuco, no Brasil, entre 1848 e 1852.
  • 11.
    Quem viver em Pernambuco nãohá de estar enganado: Que, ou há de ser Cavalcanti, ou há de ser cavalgado." (Quadra popular)
  • 12.
    Depois da Praieira– paz interna
  • 13.
  • 14.
    Até 1860, aeconomia brasileira ainda apresentava características coloniais: Exportação de matérias primas para o mercado externo; Mercado interno insignificante; Burguesia industrial praticamente inexistente; Comércio exterior controlado por estrangeiros; Dependência de produtos estrangeiros.
  • 15.
    O que mudouna Economia 1) Tarifa Alves Branco (1844): aumento da arrecadação fiscal do Estado 2) Fim do Trafico Negreiro (1850): realocação dos capitais antes destinados à compra de escravos para a indústria.
  • 16.
    3) Ascensão doCafé: - Produto sem concorrência no mercado internacional e valorizado após a - Revolução Industrial pelas suas propriedades estimulantes; - Modernização da infra-estrutura (estradas, portos, etc). 4) Surgimento do trabalho assalariado – imigrantes: - Mais produtivo, proporciona retorno dos investimentos. 5) Lenta urbanização e aumento do mercado interno.
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21.
  • 22.
    O café: expansão1840-60 Principais áreas de produção do CAFÉ Regiões Mão-de-obra Vale do Paraíba Escrava Oeste Paulista Livre Causas da expansão: Monocultura, ferrovias, portos, consumo mundial de café em expansão, terras boas e sem preço, mão-de-obra barata, livre, colonato, “escravo branco”.
  • 23.
     Oeste Paulista: -Trabalho livre, quem plantava era a burguesia do café, eram liberais e republicanos, adotavam o abolicionismo.  Vale do Paraíba: - Trabalho escravo, eram a oligarquia do café, conservadorismo, davam apoio à Realeza.
  • 27.
    O ciclo daborracha justificou a construção da estrada Madeira Mamoré.
  • 28.
    Embarque do caféem 1885 – Fotografia de Marc Ferrez.
  • 30.
    Lição prática Segundo reinadoSegundoreinado A aristocracia rural se consolida no poder. Bandeira do Segundo Reinado no Brasil.
  • 31.
  • 33.
    2 min e36 seg
  • 34.
    Mão-de-Obra:  Colono: trabalhadorlivre, não assalariado que vive “escravo” sobre o “sistema de barracão”.  Esse trabalhador tem a tarefa de cuidar dos pés de café, ele recebe por safra, por pés de café, o senhor do café permite que ele plante alimentos para seu consumo.  O colono acaba comprando no barracão da fazenda, que pertence ao patrão, bens que ele não pode fabricar como por exemplo farinha, remédios,café, cevada,roupa, etc.  Estes bens tem um alto preço e o colono faz dívida com o patrão, tornando-se “escravo”, é o chamado “escravo branco”, ele não pode deixar a fazenda enquanto não pagar a sua dívida com o dono da fazenda, então, quanto mais se dedica ao café mais deve ao patrão.
  • 35.
    Problemas Expansão do café; Riode Janeiro tinha no plantio do café mão de obra escravocrata; São Paulo na região Oeste, tinha no plantio do café mão de obra escravocrata, livre, livre assalariada e o sistema do colonato.
  • 36.
     Os sistemasde imigração nos cafezais: PARCERIA (fracasso) COLONATO (sucesso) Primeiro sistema introduzido (1847). Oeste Paulista (por volta de 1870), subvencionada pelo governo. Trabalho familiar camponês. Trabalho familiar camponês. Colono dividia lucros e prejuízos. Ficava com metade do produzido. Camponês recebia 2 salários: fixo anual e por produtividade. Colonos se endividavam (passagens, mantimentos, juros elevados...). Governo paulista pagava as passagens. Eventualmente era permitida uma pequena roça ao imigrante. Era garantido um pedaço de roça para subsistência ou comércio.
  • 37.
    Sociedade  Domínio dosgrandes proprietários de terra (minoria);  Grande massa da população composta por brancos empobrecidos, mestiços (mulatos, cafuzos, caboclos), índios e negros;  Advento do imigrante europeu como forma de proporcionar mão-de-obra para a lavoura de café e para “branquear” a população;  Desejo das elites em “modernizar” o país;  Lei de Terras (1850) – estratégia para manter os privilégios econômicos das elites e garantir a mão- de-obra para a lavoura cafeeira;
  • 38.
    Cultura  Predomínio dasidéias importadas da Europa pela elite brasileira.  Cientificismo, racismo, “realismo”.  Bacharéis em Direito são os principais homens do Estado brasileiro.  Imigrantes trazem consigo os ideais socialistas e anarquistas.  Urbanização propicia novas identidades culturais.
  • 39.
    Tarifa Alves BrancoTarifaAlves Branco - 1844: ministro o barão Alves Branco elevou a tarifa de 30 a 60% para a importação de produtos estrangeiros, foi uma tarifa que agiu de modo contrário ao tratado de Navegação e Comércio firmado com a Inglaterra no Período Joanino. A Inglaterra ficou insatisfeita com esta tarifa e começa a fazer pressão para a extinção do tráfico negreiro e para a abolição da escravidão. A Tarifa Alves Branco aumentou a arrecadação brasileira e também gerou um surto industrial, promoveu o desenvolvimento da indústria nacional, mas gerou um arrocho diplomático entre Brasil e Inglaterra.
  • 40.
    O capital antes empregadona compra de negros, depois de 1850, foi empregado em máquinas.
  • 41.
    Lei Bill AberdeenLeiBill Aberdeen - 1845: essa lei feita pela Inglaterra dava a ela plenos poderes de atracar qualquer navio brasileiro em alto mar e verificar se a carga dos navios eram produtos do tráfico negreiro, ou seja, se o navio transportava escravos, em caso positivo os navios deveriam se desfazer da carga devolvendo os escravos para a África ou transferindo a carga para os navios ingleses , ou jogando a carga ao mar. Com essa nova lei os ingleses tornariam os “xerifes” do mundo, do mar, dificultaram o tráfico de escravos para o Brasil, esse acaba prejudicado pois dependia da mão-de-obra escrava.
  • 42.
    Lei Eusébio deQueirozLei Eusébio de Queiroz - 1850: finalmente em 1850 o Governo brasileiro faz a lei que proíbe o tráfico negreiro. O Brasil cede às pressões inglesas e proíbe o tráfico de escravos. A Inglaterra queria o fim da escravatura alegando “razões humanísticas”, mas tinha outros interesses neste ato. O final do tráfico negreiro acarretou na diminuição da mão-de-obra escrava
  • 43.
    Lei de TerrasLeide Terras - 1850: em 1823 D. Pedro I extinguiu as sesmarias, então, de 1823 a 1850 não tinha posse judicial de terras, qualquer pessoa podia ocupar qualquer terra que não estivesse ocupada. Em 1850 o Governo brasileiro lança uma lei restringindo a posse da terra, Lei de Terras, as terras não ocupadas seriam entregues ao domínio do Estado, para assim, serem comercializadas.Surgem ai as terras devolutas. Essa lei foi premeditada com o objetivo de impedir que o imigrante e o ex-escravo fizessem a aquisição das terras. - 1862: lei de terras americana (Homestead Act).
  • 44.
    Política Externa  Intervençõesno Prata. - Interesse em manter o Uruguai separado da Argentina. - Uruguai – Blancos e Colorados.  Guerra contra Oribe e Rosas – 1852  Guerra do Paraguai (1864 – 1870) - Mais longa e sangrenta guerra da América do Sul.
  • 45.
    Causas: - Desejo argentinode anexar o Paraguai. - Necessidade do Paraguai em obter acesso para o mar. - Paraguai possuía características únicas entre os países sul-americanos – auto-suficiência econômica. - Indústria incipiente. - Pequena propriedade e economia estatizada. - Inexistência de analfabetismo entre a população. - Preocupação com a situação do Uruguai. - Tríplice Aliança financiada pela Inglaterra, que desejava destruir um país não-alinhado com seus interesses imperialistas. - Destruição do Paraguai e genocídio de sua população, perdeu metade de seu território. - Profissionalização do Exército brasileiro.
  • 49.
    O MASSACRE DAPOPULAÇÃO PARAGUAIA População no começo da guerra 800 mil População morta durante a guerra 606 mil (75,75%) População após a guerra 194 mil (24,25%) Homens sobreviventes 14 mil (1,75%) Mulheres sobreviventes 180 mil (22,5%) Homens sobreviventes menores de 10 anos 9800 (1,225%) Homens sobreviventes até 20 anos 2100 (0,2625%) Homens sobreviventes maiores de 20 anos 2100 (0,2625%)
  • 50.
    BARÃO DE MAUÁ Barão de Mauá, considerado o primeiro grande empresário brasileiro, responsável por uma série de iniciativas modernizadoras para economia nacional.  Suas iniciativas vanguardistas representavam uma ameaça para os setores mais conservadores do governo e para o próprio imperador, que não lhe deu o devido apoio.  Sua postura liberal em defesa da abolição da escravatura e sua atitude contrária à Guerra do Paraguai, acabam o isolando ainda mais, resultando na falência ou venda por preços reduzidos de suas empresas.
  • 51.
    EMPREENDIMENTOS MAUÁ (1844-59): -o estaleiro de Ponta da Areia; - a construção da 1º ferrovia brasileira; - a reabertura do Banco do Brasil; - o Banco Mauá; - a instalação da iluminação a gás; - a fundição de Ponta da Areia; - cabos submarinos ligando o Brasil à Europa (telégrafo). EMPREENDIMENTOS MAUÁ (1844-59): - o estaleiro de Ponta da Areia; - a construção da 1º ferrovia brasileira; - a reabertura do Banco do Brasil; - o Banco Mauá; - a instalação da iluminação a gás; - a fundição de Ponta da Areia; - cabos submarinos ligando o Brasil à Europa (telégrafo).
  • 52.
    Bonde elétrico noRio de Janeiro por volta de 1880.
  • 54.
    O declínio doImpério – 1870/89  Fatores:  Manifesto Republicado: “Somos da América e queremos ser Americanos.”  A crise econômica provocada pela guerra.  Questão religiosa: padronato no Brasil.  Questão militar.  Positivismo: Benjamin Constant.
  • 55.
     Questão abolicionista: CastroAlves, Rui Barbosa e outros querem o fim da escravidão. (O GOVERNO VAI(O GOVERNO VAI ENROLANDO POR NÃOENROLANDO POR NÃO TER DINHEIRO ETER DINHEIRO E FAZENDO LEIS BONITASFAZENDO LEIS BONITAS NO PAPEL MAS SEMNO PAPEL MAS SEM EFEITOS FAVORÁVEIS).EFEITOS FAVORÁVEIS). Castro Alves, o “Poeta dosCastro Alves, o “Poeta dos escravos”.escravos”.
  • 56.
     1871: LeiRio Branco ou Ventre livre.  1885: Lei Saraiva Cotegipe ou Sexagenária.  monarquia. 1 850: E u sébio d e Q u eirós 1871 : Lei do V entre Livre 18 85:Lei dos S exa ge nários 18 88 : Lei Á urea P R O C E S S O A B O LIC IO N IS TA Influê ncia inglesa 184 5 "bill A be rde en"
  • 57.
     1888: LeiÁurea = Gota d’água para a queda da Monarquia. Princesa Isabel
  • 58.
    OS LATIFUNDIÁRIOS SEJUNTAM CONTRA A MONARQUIA. LATIFUNDIÁRIO + BURGUESIA = EXÉRCITOLATIFUNDIÁRIO + BURGUESIA = EXÉRCITO - Ocorre o golpe militar comandado pelo exército que derruba a monarquia, FIM do Império em 15/11/89.
  • 59.