1	
  
Cadeia produtiva da carne bovina


                    Produção        Processamento         Armazenamento          Preparo



        P.Q. Cria          P.Q. Alimentação        P.Q.Integrado        Marca de Carne




Cria             Engorda                 Frigoríficos         Varejo               Consumidor


       Program                 Program              Program
       Specs.                  Specs.               Specs.

                                                                       Agregação de valor




                                                                                                2	
  
Caracterís)cas	
  da	
  Pecuária	
  Brasileira	
  
•    Heterogeneidade Genética
•    Heterogeneidade de Biotipo / Frame
•    Heterogeneidade Nutricional
•    Diferentes sistemas de produção
•    Sazonalidade




                                  •    Carcaças despadronizados
                                  •    Marcas sem previsibilidade
                                  •    Carne sem identidade
                                  •    Carne sem consistência
  Características	
  padronizadas	
  
	
   	
     Maciez	
  /	
  Sabor	
  /	
  Suculência	
  /	
  Coloração	
  /	
  Cortes	
  

  Sistema	
  de	
  produção	
  padronizado	
  
	
   	
     Raças	
  /	
  Grau	
  de	
  sangue	
  /	
  Idade	
  	
  /	
  Peso	
  /	
  Alimentação	
  

  Rastreabilidade	
  /	
  Certificado	
  Origem	
  
  90%	
  consumidores	
  associam	
  maciez	
  a	
  qualidade	
  
      Animais	
  	
  ate	
  20	
  meses/	
  cruzamento	
  raças	
  européias	
  	
  e	
  
       zebuinas/	
  confinadas	
  /	
  machos	
  inteiros	
  /castrados	
  e	
  femeas	
  

  10%	
  não	
  se	
  contentam	
  somente	
  com	
  a	
  maciez,	
  exigem	
  
  maciez	
  +	
  sabor	
  
      Animais	
  24	
  a	
  36	
  meses	
  /	
  raças	
  britânicas	
  e	
  bonsmara/	
  bom	
  
      acabamento	
  
  1997	
  –	
  2000	
  -­‐	
  Desenvolvimento	
  Pesquisas	
  Unesp/Botucatu	
  


  2000	
  –	
  2005	
  	
  -­‐	
  Empresa	
  Agroindustrial	
  (SP)	
  

  2005	
  –	
  Empresa	
  Combustíveis	
  (MS)	
  


  2006	
  a	
  2010	
  –	
  Indústria	
  Frigorífica	
  

  2011	
  em	
  diante	
  –	
  Beef	
  &	
  Veal	
  
2000	
  –	
  2005	
  Empresa	
  Agroindustrial	
  (SP)	
  
Fase	
  01	
  
Novilho Superprecoce
Carcaças	
  Quentes	
  
Lições	
  
  Biologia	
  não	
  é	
  matemática	
  (	
  diferenças	
  de	
  desempenho	
  entre	
  
   indivíduos	
  de	
  raças	
  sintéticas)	
  
  Em	
  projetos	
  de	
  ciclo	
  completo	
  é	
  praticamente	
  impossível	
  
   coordenar	
  	
  cria	
  /	
  recria	
  e	
  engorda	
  com	
  demanda	
  de	
  carne	
  no	
  
   mercado	
  (vendas	
  cortes	
  não	
  se	
  da	
  em	
  proporção	
  natural)	
  
  Obrigatoriedade	
  de	
  acompanhamento	
  no	
  processo	
  desde	
  a	
  
   chegada	
  dos	
  animais	
  na	
  indústria	
  ate	
  a	
  saída	
  da	
  carne.	
  
  Alto	
  desempenho	
  x	
  Alta	
  qualidade	
  de	
  carne.	
  
  Alto	
  custo	
  da	
  terceirização	
  da	
  operação	
  (	
  fretes,	
  frio,	
  
   distribuição).	
  
Novilho	
  Precoce	
  
Lições	
  
  Alto	
  custo	
  de	
  produção	
  x	
  %	
  Premiação	
  
  Alto	
  valor	
  agregado,	
  mas	
  para	
  somente	
  alguns	
  cortes	
  
  Parceria	
  com	
  varejo	
  e	
  não	
  com	
  frigorífico	
  	
  
Fase	
  02	
  
Terneiros Bolita ou “Rose veal”
Lições	
  
  Aumento	
  da	
  especificidade	
  diminui	
  liquidez	
  
  Contrato	
  com	
  a	
  indústria	
  é	
  muito	
  vulnerável	
  
2005	
  Empresa	
  Combustíveis	
  (	
  MS)	
  
Novilhas– “Las Lilas”
Lições	
  
  Volume	
  x	
  Demanda	
  

  Aftosa	
  no	
  MS	
  afetou	
  brutalmente	
  as	
  rentabilidades	
  do	
  
  projeto	
  (	
  não	
  nos	
  cortes	
  nobres	
  ,	
  mas	
  nos	
  cortes	
  
  “commodities”)	
  
2011	
  –	
  atualmente	
  	
  Projetos	
  Beef&	
  Veal	
  
Lojas	
  
Confinamentos	
  
Marcas	
  de	
  Carne	
  
           •  Padrão ( genética /nutrição / manejo)
           •  Volume
           •  Regularidade
Par)cularidades	
  
Projeto	
  ideal	
  
  Capacidade	
  estática	
  do	
  confinamento:	
  abate	
  semanal	
  x	
  16	
  
  Animais	
  em	
  recria:	
  minimo	
  abate	
  semanal	
  x	
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Projetos	
  




               ?	
  
15 roberto-barcellos-workshop beefpoint confinamento

15 roberto-barcellos-workshop beefpoint confinamento

  • 1.
  • 2.
    Cadeia produtiva dacarne bovina Produção Processamento Armazenamento Preparo P.Q. Cria P.Q. Alimentação P.Q.Integrado Marca de Carne Cria Engorda Frigoríficos Varejo Consumidor Program Program Program Specs. Specs. Specs. Agregação de valor 2  
  • 3.
    Caracterís)cas  da  Pecuária  Brasileira   •  Heterogeneidade Genética •  Heterogeneidade de Biotipo / Frame •  Heterogeneidade Nutricional •  Diferentes sistemas de produção •  Sazonalidade •  Carcaças despadronizados •  Marcas sem previsibilidade •  Carne sem identidade •  Carne sem consistência
  • 4.
      Características  padronizadas       Maciez  /  Sabor  /  Suculência  /  Coloração  /  Cortes     Sistema  de  produção  padronizado       Raças  /  Grau  de  sangue  /  Idade    /  Peso  /  Alimentação     Rastreabilidade  /  Certificado  Origem  
  • 7.
      90%  consumidores  associam  maciez  a  qualidade     Animais    ate  20  meses/  cruzamento  raças  européias    e   zebuinas/  confinadas  /  machos  inteiros  /castrados  e  femeas     10%  não  se  contentam  somente  com  a  maciez,  exigem   maciez  +  sabor     Animais  24  a  36  meses  /  raças  britânicas  e  bonsmara/  bom   acabamento  
  • 8.
      1997  –  2000  -­‐  Desenvolvimento  Pesquisas  Unesp/Botucatu     2000  –  2005    -­‐  Empresa  Agroindustrial  (SP)     2005  –  Empresa  Combustíveis  (MS)     2006  a  2010  –  Indústria  Frigorífica     2011  em  diante  –  Beef  &  Veal  
  • 9.
    2000  –  2005  Empresa  Agroindustrial  (SP)  
  • 10.
  • 11.
  • 14.
  • 15.
    Lições     Biologia  não  é  matemática  (  diferenças  de  desempenho  entre   indivíduos  de  raças  sintéticas)     Em  projetos  de  ciclo  completo  é  praticamente  impossível   coordenar    cria  /  recria  e  engorda  com  demanda  de  carne  no   mercado  (vendas  cortes  não  se  da  em  proporção  natural)     Obrigatoriedade  de  acompanhamento  no  processo  desde  a   chegada  dos  animais  na  indústria  ate  a  saída  da  carne.     Alto  desempenho  x  Alta  qualidade  de  carne.     Alto  custo  da  terceirização  da  operação  (  fretes,  frio,   distribuição).  
  • 16.
  • 19.
    Lições     Alto  custo  de  produção  x  %  Premiação     Alto  valor  agregado,  mas  para  somente  alguns  cortes     Parceria  com  varejo  e  não  com  frigorífico    
  • 20.
  • 21.
    Terneiros Bolita ou“Rose veal”
  • 26.
    Lições     Aumento  da  especificidade  diminui  liquidez     Contrato  com  a  indústria  é  muito  vulnerável  
  • 27.
  • 28.
  • 30.
    Lições     Volume  x  Demanda     Aftosa  no  MS  afetou  brutalmente  as  rentabilidades  do   projeto  (  não  nos  cortes  nobres  ,  mas  nos  cortes   “commodities”)  
  • 31.
    2011  –  atualmente    Projetos  Beef&  Veal  
  • 42.
  • 43.
    Marcas  de  Carne   •  Padrão ( genética /nutrição / manejo) •  Volume •  Regularidade
  • 44.
  • 54.
    Projeto  ideal    Capacidade  estática  do  confinamento:  abate  semanal  x  16     Animais  em  recria:  minimo  abate  semanal  x  4  
  • 55.