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Instituto Superior de Psicologia Aplicada
           Departamento de Formação Permanente

      Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação
                   de Trabalhos Científicos
                II
     Comunicação Escrita e Oral


                                    #11
                       DFP | ISPA   metodologias




                                                   Carlos Lopes | 2009
                                                    (clopes@ispa.pt)
1
Frase
A palavra foi dada ao homem para
explicar os seus pensamentos.
Os pensamentos são retratos das
coisas da mesma forma que as
palavras são retratos dos nossos
pensamentos.
                     Jean Molière ,


              22-06-2009              2
AGENDA
1. Comunicação Escrita
2. Comunicação Oral

3. As ideias de Robert Sternberg
   sobre a comunicação científica

4. Exercícios
        Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
                     Departamento de Formação Permanente do ISPA
                                                                                    3
Instituto Superior de Psicologia Aplicada
           Departamento de Formação Permanente

      Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação
                   de Trabalhos Científicos
                     II
              Comunicação Oral



                DFP | ISPA   metodologias




                                              Carlos Lopes | 2009
4
1. Não ler

    É muito aborrecido escutar
    uma conferência que é lida
    directamente do texto escrito
                             escrito,
    devemos ter um esquema ou
    qualquer outro resumo que nos
    permita transmitir sem ler.



             Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
5                         Departamento de Formação Permanente do ISPA
2. Iniciar de forma atraente e
    interessante

    Pode significar a
    diferença entre
    conseguir o
    interesse do público
    ou perdê-lo desde o
    início.



            Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
6                        Departamento de Formação Permanente do ISPA
3. Organizar a conferência de
    forma clara e adequada


      Uma sequência lógica
      de argumentos facilita
      a compreensão dos
      ouvintes.




           Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
7                       Departamento de Formação Permanente do ISPA
4. Anunciar a estrutura da conferência
    e resumir o principal


      Prepara os ouvintes
      e ajuda-os a perceber
      melhor o conteúdo.




           Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
8                       Departamento de Formação Permanente do ISPA
5. Dar exemplos concretos



     São os exemplos
     concretos que ajudam
     os ouvintes a entender
     argumentos abstractos.




          Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
9                      Departamento de Formação Permanente do ISPA
6. Não comprimir o que se vai dizer



          Ter em conta a
          quantidade de
          material em função
          do tempo de que se
          dispõe.


             Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
10                        Departamento de Formação Permanente do ISPA
7. Mostrar entusiasmo


      Só se pode transmitir
      entusiasmo ao público se
      se estiver entusiasmado.




             Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
11                        Departamento de Formação Permanente do ISPA
8. Assinalar a importância do tema



       Fazer com que o tema
       seja interessante para
       os ouvintes, é importante
       que se demonstre o
       interesse e relevância da
       conferência.

             Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
12                        Departamento de Formação Permanente do ISPA
9. Conhecer o público


      Averiguar o máximo
      possível sobre o
      público para ajustar a
      conferência em função
      dele.



            Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
13                       Departamento de Formação Permanente do ISPA
10. Variar o ritmo e o conteúdo


     Ajuda a manter o
     interesse do público;
     alternar o nível mais
     abstracto com exemplos
     concretos, o geral com o
     específico, temas mais
     densos com temas mais
     ligeiros.
             Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
14                        Departamento de Formação Permanente do ISPA
11. Não acelarar


      Não falar demasiado
     depressa nem
     “despachar”, ir variando
     os ritmos mas mantendo
     uma velocidade que
     permita a compreensão.



             Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
15                        Departamento de Formação Permanente do ISPA
12. Não ser arrogante




      Respeitar o auditório é
                   auditório,
      melhor ser modesto do
      que arrogante.


            Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
16                       Departamento de Formação Permanente do ISPA
13. Não se colocar na defensiva




        Aceitar abertamente
        perguntas e comentários.




             Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
17                        Departamento de Formação Permanente do ISPA
14. Não improvisar

      Não podemos pensar
      que os outros não
      perceberão que não
      estamos preparados,
      portanto o melhor é
      prepararmo-nos.


            Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
18                       Departamento de Formação Permanente do ISPA
15. Ter confiança

     Se se preparar a
     conferência e tiver um
     domínio razoável do
     material que se apresenta,
     devemos então ter
     confiança e fazê-lo o
     melhor possível.

            Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
19                       Departamento de Formação Permanente do ISPA
Questões?




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20                     Departamento de Formação Permanente do ISPA
Referências


      •   Rego, A., & Cunha, M. P. (2002). Comunicar:
             Aprenda as regras de ouro das
             apresentações em público. Lisboa: Dom
                                público.
             Quixote.

      •   Sternberg,
          Sternberg, R. J. (2005). The psychologist’s
              companion:
              companion: A guide to scientific writing for
              students and researchers (4th ed.).
              Cambridge: Cambridge University Press.
                                                Press.

                Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
21                      Departamento de Formação Permanente do ISPA
Departamento de Formação Permanente do ISPA

            Metodologia de Pesquisa, Redacção e
            Apresentação de Trabalhos Científicos



     Comunicação             Escrita
                                 # 12

                                                    Carlos Lopes | 2009
                                                     (clopes@ispa.pt)
22
O LEITOR é o alvo que queremos atingir
  pelo que a redacção do artigo deve:




                 •Interessá-lo
                 •Informá-lo
                 •Persuadi-lo


                   23
1. ELEMENTOS PRINCIPAIS DO ARTIGO



               O TÍTULO
       Deve informar do que se trata

              O RESUMO
               Faz a síntese

             A INTRODUÇÃO
      Deve aumentar a motivação do
     Leitor para a continuação da leitura

                   24
2. ESCREVER PENSANDO NO LEITOR




•   Ter em conta o vocabulário técnico utilizado



•   Manter um estilo de escrita adequada ao público


•   Incluir os detalhes que se adequam aos leitores
    a quem nos dirigimos

•   Evitar abreviaturas
                          25
3. ESCREVER COM CLAREZA




   O autor deve ser claro nas descrições
   que faz, pois o leitor pode não partilhar
   da mesma estrutura cognitiva e não
   seguir o raciocínio realizado.


                  26
4. ELIMINAR A REDUNDÂNCIA DESNECESSÁRIA



Se por um lado a redundância pode
reforçar os argumentos, pode por outro
dificultar a sua compreensão.

Para dar mais ênfase ao que se pretende, deve-se:

•   situar as questões importantes nas zonas estratégicas-
     recorda-se melhor o que se lê no início ou final do artigo.

•   discutir com mais detalhe as questões que se querem enfatizar.

•    assinalar quais os pontos mais importantes pode ajudar a concentrar
a atenção do leitor.
                                27
5. EVITAR DIVAGAÇÕES



 As divagações distraem os Leitores
 das questões principais dos artigos.




                   28
6. NÃO EXPLICAR DEMASIADO



 Temos que supôr que os leitores, se
são profissionais, estão familiarizados
com os procedimentos habituais e que
só estão interessados nos que não são
habituais.




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                 Departamento de Formação Permanente do ISPA

                                    29
7. EVITAR A SOBREVALORIZAÇÃO



Na escrita científica deve-se
ser conservador nas afirmações !!

A sobrevalorização pode pôr em causa
 a credibilidade do autor e colocar o
Leitor de “pé a trás” quanto à
veracidade dos factos.

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                                   30
8. EVITAR OS QUALIFICATIVOS DESNECESSÁRIOS



EXEMPLO:
Um som bastante alto não é muito
diferente de um som alto.

  Ao usar qualificativos como apenas,
  bastante, em grande parte, em grande
  medida, deve-se certificar que
  acrescentam realmente algo à frase.
  Caso contrário, devem ser eliminados!


                   31
9. UTILIZAR A PALAVRA MAIS ADEQUADA



                      Não devemos utilizar
                      uma palavra
                      que apenas se aproxima
                      da ideia que queremos
                      transmitir, quando
                      existe uma que é a
                      palavra mais adequada.
                      (e.g., dicionário dos sinónimos)



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                Departamento de Formação Permanente do ISPA

                                   32
10. OPTAR POR PALAVRAS MAIS SIMPLES



 O principal objectivo da escrita
 é COMUNICAR e as palavras mais
 simples comunicam mais
 efectivamente do que as mais difíceis.

 A comunicação não se deve interromper
 devido a palavras difíceis.

         Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
                 Departamento de Formação Permanente do ISPA


                                    33
11. UTILIZAR PALAVRAS E EXEMPLOS CONCRETOS


  Sempre que possível devemos escolher
  palavras concretas em vez de palavras
  abstractas.

  Os leitores percebê-las–ão melhor !!

  Ao expormos uma ideia abstracta
  devemos dar exemplos.



                   34
12. OPTAR POR FRASES SIMPLES



Tudo depende do estilo do autor, mas frases
mais curtas tornam-se mais simples :


 - são de mais fácil compreensão;

- existe uma menor probabilidade de se
cometerem erros linguísticos e gramaticais.
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                  Departamento de Formação Permanente do ISPA


                                   35
13. ESCREVER NA VOZ ACTIVA OU NA PASSIVA REFLEXA



As expressões na voz Passiva são mais
difíceis de ler.
Torna-se mais fácil se as modificarmos
 para a voz Activa ou Passiva Reflexa.

Exemplos:
       >- ”A investigação deverá ser revista.”
          “Dever-se-á rever a investigação”

          >- “ Os testes foram aplicados”
              “Aplicaram-se os testes.”

                      36
14. OPTAR POR FRASES AFIRMATIVAS
EM VEZ DE NEGATIVAS


          As frases Afirmativas são
         mais fáceis de compreender
Exemplo:
 “ Seis crianças estiveram ausentes da escola”
               – frase afirmativa

       > PERCEBE-SE MELHOR DO QUE

   “ Seis crianças não estiveram na escola.”
                – frase negativa
                   37
15. EVITAR CONSTRUÇÕES PENDENTES
  (tornam as frases vagas com mais do que um sentido)



Exemplo:
“Os participantes foram informados falsamente pelos
   participantes cúmplices quando acabaram a sua tarefa.”


  O autor deveria ter escrito:
  a) “Quando os participantes terminaram a sua
     tarefa, os participantes cúmplices informaram-
     nos falsamente”.
                                             Ou
  b) “Quando terminaram a sua tarefa, os
  participantes foram informados falsamente pelos
  participantes cúmplices”.

                          38
16. EVITAR AS CONSTRUÇÕES IMPESSOAIS
SEM UM REFERENTE CLARO


Exemplo:
“Controlando o pulso, injectou-se adrenalina no braço
esquerdo”
        Trata-se de uma frase ambígua, não
       se sabe quem controlou o pulso o
       próprio participante ou o
       experimentador.

      > Deveria ser então:
       “ Enquanto o experimentador controlava o
      pulso do participante, injectou adrenalina no
      braço esquerdo do participante”.
                        39
17. NÃO OMITIR O SUJEITO QUANDO
O SUJEITO ANTERIOR É DIFERENTE



EXEMPLO:
”Quando a tarefa acabou, pôde ir embora”

deverá ser:
 ”Quando a tarefa acabou, o participante
pôde ir embora”
Ou
 ”Quando o participante acabou a tarefa,
pôde ir embora”

                  40
18. UTILIZAR FRASES DE RESUMO




Em artigos muito extensos será útil,
no final de cada parte ou de um
argumento mais longo, juntar uma ou
duas frases de resumo, por forma a
facilitar a compreensão do texto.


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                Departamento de Formação Permanente do ISPA

                                   41
19. UTILIZAR FRASES DE TRANSIÇÃO




Por vezes os autores descrevem o passo A
passando logo ao passo C, sem incluir
a frase de transição correspondente ao passo B.




Ajudam a compreender o raciocínio do
autor, fazendo a transição entre as ideias.
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                 Departamento de Formação Permanente do ISPA

                                     42
20. MANTER-SE EM SEGUNDO PLANO
    MANTER-


O uso excessivo da “Primeira Pessoa”
tende a distrair o leitor, pois concentra a
sua atenção no autor em vez de naquilo
que se quer transmitir.

Considera-se que é melhor o autor
manter-se em Segundo Plano, passando
para primeiro plano apenas quando tem
bons motivos para chamar a atenção
sobre si próprio.
         Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
                 Departamento de Formação Permanente do ISPA
                                    43
21. CITAR AS FONTES




         Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
                 Departamento de Formação Permanente do ISPA
                                    44
22. LER O ARTIGO PARA PROCURAR ERROS




            Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
45                  Departamento de Formação Permanente do ISPA
23. PEDIR UMA LEITURA CRÍTICA A UM AMIGO




             Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
46                   Departamento de Formação Permanente do ISPA
24. NÃO PARECER SEXISTA




             Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
47                   Departamento de Formação Permanente do ISPA
Referências

          •      Rego, A., & Cunha, M. P. (2002). Comunicar:
                    Aprenda as regras de ouro das
                    apresentações em público. Lisboa: Dom
                                       público.
                    Quixote.

          •      Sternberg,
                 Sternberg, R. J. (2005). The psychologist’s
                     companion:
                     companion: A guide to scientific writing for
                     students and researchers (4th ed.).
                     Cambridge: Cambridge University Press.
                                                       Press.


              Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
48                    Departamento de Formação Permanente do ISPA
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                Carlos Lopes
                  (clopes@ispa.pt)


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#11 e #12 Sessão do Curso de Metodologias: Comunicação oral vs. Escrita

  • 1. Instituto Superior de Psicologia Aplicada Departamento de Formação Permanente Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos II Comunicação Escrita e Oral #11 DFP | ISPA metodologias Carlos Lopes | 2009 (clopes@ispa.pt) 1
  • 2. Frase A palavra foi dada ao homem para explicar os seus pensamentos. Os pensamentos são retratos das coisas da mesma forma que as palavras são retratos dos nossos pensamentos. Jean Molière , 22-06-2009 2
  • 3. AGENDA 1. Comunicação Escrita 2. Comunicação Oral 3. As ideias de Robert Sternberg sobre a comunicação científica 4. Exercícios Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 3
  • 4. Instituto Superior de Psicologia Aplicada Departamento de Formação Permanente Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos II Comunicação Oral DFP | ISPA metodologias Carlos Lopes | 2009 4
  • 5. 1. Não ler É muito aborrecido escutar uma conferência que é lida directamente do texto escrito escrito, devemos ter um esquema ou qualquer outro resumo que nos permita transmitir sem ler. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 5 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 6. 2. Iniciar de forma atraente e interessante Pode significar a diferença entre conseguir o interesse do público ou perdê-lo desde o início. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 6 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 7. 3. Organizar a conferência de forma clara e adequada Uma sequência lógica de argumentos facilita a compreensão dos ouvintes. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 7 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 8. 4. Anunciar a estrutura da conferência e resumir o principal Prepara os ouvintes e ajuda-os a perceber melhor o conteúdo. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 8 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 9. 5. Dar exemplos concretos São os exemplos concretos que ajudam os ouvintes a entender argumentos abstractos. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 9 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 10. 6. Não comprimir o que se vai dizer Ter em conta a quantidade de material em função do tempo de que se dispõe. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 10 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 11. 7. Mostrar entusiasmo Só se pode transmitir entusiasmo ao público se se estiver entusiasmado. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 11 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 12. 8. Assinalar a importância do tema Fazer com que o tema seja interessante para os ouvintes, é importante que se demonstre o interesse e relevância da conferência. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 12 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 13. 9. Conhecer o público Averiguar o máximo possível sobre o público para ajustar a conferência em função dele. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 13 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 14. 10. Variar o ritmo e o conteúdo Ajuda a manter o interesse do público; alternar o nível mais abstracto com exemplos concretos, o geral com o específico, temas mais densos com temas mais ligeiros. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 14 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 15. 11. Não acelarar Não falar demasiado depressa nem “despachar”, ir variando os ritmos mas mantendo uma velocidade que permita a compreensão. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 15 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 16. 12. Não ser arrogante Respeitar o auditório é auditório, melhor ser modesto do que arrogante. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 16 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 17. 13. Não se colocar na defensiva Aceitar abertamente perguntas e comentários. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 17 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 18. 14. Não improvisar Não podemos pensar que os outros não perceberão que não estamos preparados, portanto o melhor é prepararmo-nos. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 18 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 19. 15. Ter confiança Se se preparar a conferência e tiver um domínio razoável do material que se apresenta, devemos então ter confiança e fazê-lo o melhor possível. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 19 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 20. Questões? Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 20 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 21. Referências • Rego, A., & Cunha, M. P. (2002). Comunicar: Aprenda as regras de ouro das apresentações em público. Lisboa: Dom público. Quixote. • Sternberg, Sternberg, R. J. (2005). The psychologist’s companion: companion: A guide to scientific writing for students and researchers (4th ed.). Cambridge: Cambridge University Press. Press. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 21 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 22. Departamento de Formação Permanente do ISPA Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Comunicação Escrita # 12 Carlos Lopes | 2009 (clopes@ispa.pt) 22
  • 23. O LEITOR é o alvo que queremos atingir pelo que a redacção do artigo deve: •Interessá-lo •Informá-lo •Persuadi-lo 23
  • 24. 1. ELEMENTOS PRINCIPAIS DO ARTIGO O TÍTULO Deve informar do que se trata O RESUMO Faz a síntese A INTRODUÇÃO Deve aumentar a motivação do Leitor para a continuação da leitura 24
  • 25. 2. ESCREVER PENSANDO NO LEITOR • Ter em conta o vocabulário técnico utilizado • Manter um estilo de escrita adequada ao público • Incluir os detalhes que se adequam aos leitores a quem nos dirigimos • Evitar abreviaturas 25
  • 26. 3. ESCREVER COM CLAREZA O autor deve ser claro nas descrições que faz, pois o leitor pode não partilhar da mesma estrutura cognitiva e não seguir o raciocínio realizado. 26
  • 27. 4. ELIMINAR A REDUNDÂNCIA DESNECESSÁRIA Se por um lado a redundância pode reforçar os argumentos, pode por outro dificultar a sua compreensão. Para dar mais ênfase ao que se pretende, deve-se: • situar as questões importantes nas zonas estratégicas- recorda-se melhor o que se lê no início ou final do artigo. • discutir com mais detalhe as questões que se querem enfatizar. • assinalar quais os pontos mais importantes pode ajudar a concentrar a atenção do leitor. 27
  • 28. 5. EVITAR DIVAGAÇÕES As divagações distraem os Leitores das questões principais dos artigos. 28
  • 29. 6. NÃO EXPLICAR DEMASIADO Temos que supôr que os leitores, se são profissionais, estão familiarizados com os procedimentos habituais e que só estão interessados nos que não são habituais. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 29
  • 30. 7. EVITAR A SOBREVALORIZAÇÃO Na escrita científica deve-se ser conservador nas afirmações !! A sobrevalorização pode pôr em causa a credibilidade do autor e colocar o Leitor de “pé a trás” quanto à veracidade dos factos. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 30
  • 31. 8. EVITAR OS QUALIFICATIVOS DESNECESSÁRIOS EXEMPLO: Um som bastante alto não é muito diferente de um som alto. Ao usar qualificativos como apenas, bastante, em grande parte, em grande medida, deve-se certificar que acrescentam realmente algo à frase. Caso contrário, devem ser eliminados! 31
  • 32. 9. UTILIZAR A PALAVRA MAIS ADEQUADA Não devemos utilizar uma palavra que apenas se aproxima da ideia que queremos transmitir, quando existe uma que é a palavra mais adequada. (e.g., dicionário dos sinónimos) Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 32
  • 33. 10. OPTAR POR PALAVRAS MAIS SIMPLES O principal objectivo da escrita é COMUNICAR e as palavras mais simples comunicam mais efectivamente do que as mais difíceis. A comunicação não se deve interromper devido a palavras difíceis. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 33
  • 34. 11. UTILIZAR PALAVRAS E EXEMPLOS CONCRETOS Sempre que possível devemos escolher palavras concretas em vez de palavras abstractas. Os leitores percebê-las–ão melhor !! Ao expormos uma ideia abstracta devemos dar exemplos. 34
  • 35. 12. OPTAR POR FRASES SIMPLES Tudo depende do estilo do autor, mas frases mais curtas tornam-se mais simples : - são de mais fácil compreensão; - existe uma menor probabilidade de se cometerem erros linguísticos e gramaticais. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 35
  • 36. 13. ESCREVER NA VOZ ACTIVA OU NA PASSIVA REFLEXA As expressões na voz Passiva são mais difíceis de ler. Torna-se mais fácil se as modificarmos para a voz Activa ou Passiva Reflexa. Exemplos: >- ”A investigação deverá ser revista.” “Dever-se-á rever a investigação” >- “ Os testes foram aplicados” “Aplicaram-se os testes.” 36
  • 37. 14. OPTAR POR FRASES AFIRMATIVAS EM VEZ DE NEGATIVAS As frases Afirmativas são mais fáceis de compreender Exemplo: “ Seis crianças estiveram ausentes da escola” – frase afirmativa > PERCEBE-SE MELHOR DO QUE “ Seis crianças não estiveram na escola.” – frase negativa 37
  • 38. 15. EVITAR CONSTRUÇÕES PENDENTES (tornam as frases vagas com mais do que um sentido) Exemplo: “Os participantes foram informados falsamente pelos participantes cúmplices quando acabaram a sua tarefa.” O autor deveria ter escrito: a) “Quando os participantes terminaram a sua tarefa, os participantes cúmplices informaram- nos falsamente”. Ou b) “Quando terminaram a sua tarefa, os participantes foram informados falsamente pelos participantes cúmplices”. 38
  • 39. 16. EVITAR AS CONSTRUÇÕES IMPESSOAIS SEM UM REFERENTE CLARO Exemplo: “Controlando o pulso, injectou-se adrenalina no braço esquerdo” Trata-se de uma frase ambígua, não se sabe quem controlou o pulso o próprio participante ou o experimentador. > Deveria ser então: “ Enquanto o experimentador controlava o pulso do participante, injectou adrenalina no braço esquerdo do participante”. 39
  • 40. 17. NÃO OMITIR O SUJEITO QUANDO O SUJEITO ANTERIOR É DIFERENTE EXEMPLO: ”Quando a tarefa acabou, pôde ir embora” deverá ser: ”Quando a tarefa acabou, o participante pôde ir embora” Ou ”Quando o participante acabou a tarefa, pôde ir embora” 40
  • 41. 18. UTILIZAR FRASES DE RESUMO Em artigos muito extensos será útil, no final de cada parte ou de um argumento mais longo, juntar uma ou duas frases de resumo, por forma a facilitar a compreensão do texto. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 41
  • 42. 19. UTILIZAR FRASES DE TRANSIÇÃO Por vezes os autores descrevem o passo A passando logo ao passo C, sem incluir a frase de transição correspondente ao passo B. Ajudam a compreender o raciocínio do autor, fazendo a transição entre as ideias. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 42
  • 43. 20. MANTER-SE EM SEGUNDO PLANO MANTER- O uso excessivo da “Primeira Pessoa” tende a distrair o leitor, pois concentra a sua atenção no autor em vez de naquilo que se quer transmitir. Considera-se que é melhor o autor manter-se em Segundo Plano, passando para primeiro plano apenas quando tem bons motivos para chamar a atenção sobre si próprio. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 43
  • 44. 21. CITAR AS FONTES Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 44
  • 45. 22. LER O ARTIGO PARA PROCURAR ERROS Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 45 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 46. 23. PEDIR UMA LEITURA CRÍTICA A UM AMIGO Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 46 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 47. 24. NÃO PARECER SEXISTA Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 47 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 48. Referências • Rego, A., & Cunha, M. P. (2002). Comunicar: Aprenda as regras de ouro das apresentações em público. Lisboa: Dom público. Quixote. • Sternberg, Sternberg, R. J. (2005). The psychologist’s companion: companion: A guide to scientific writing for students and researchers (4th ed.). Cambridge: Cambridge University Press. Press. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 48 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  • 49. Para mais informações… Carlos Lopes (clopes@ispa.pt) 49