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GÊNEROS TEXTUAIS QUE CIRCULAM NO
CONTEXTO ACADÊMICOS E
PROFISSIONAIS
GÊNEROS ACADÊMICOS - PUBLICÁVEIS
CIRCULAÇÃO INTERNA
 Tese;
 Dissertação;
 Monografia;
 Trabalho de
Conclusão de Curso
– TCC;
CIRCULAÇÃO EXTERNA
 Artigo;
 Ensaio;
 Resenha crítica;
 Resumo de
comunicação.
GÊNEROS ACADÊMICOS – DE ESTUDO
 Outros textos são produzidos a título de
estudo, diferente dos anteriores, que são
submetidos à publicação.
 Resumo;
 Resenha;
 Fichamento.
GÊNEROS PROFISSIONAIS - ESPECÍFICOS DE
NAVEGAÇÃO
 Diário de Bordo:
 Espécie de caderno para registro das
atividades ocorridas antes, durante e depois
da navegação. Nele são anotadas
informações sobre hora de embarque e
desembarque, partida e chegada no porto,
atmosfera, humidade do ar, posição, rumo,
vento, etc.
GÊNEROS PROFISSIONAIS EM GERAL
 Contrato: acordo feito entre duas ou mais
partes para estabelecer, modificar ou anular
uma relação de direito. (compra, venda,
prestação de serviço, etc)
 Edital: instrumento de notificação pública
que se afixa em local de acesso aos
interessados ou se publica em imprensa
oficial ou particular.
 Ordem de serviço: ato através do qual são
expedidas determinações a serem
executadas por subordinados ou por
servidores dos mesmos.
 Parecer: análise de um caso; aponta
solução favorável ou contrária, através de
dispositivos legais e informações. Pode ser
técnico, administrativo ou científico.
GÊNEROS PROFISSIONAIS EM GERAL
 Procuração: instrumento através do qual
uma pessoa física ou jurídica outorga poder
a outra.
 Requerimento: documento específico de
solicitação através do qual alguém requer
algo a que tem direito – ou pressupõe tê-lo -,
concedido por lei, decreto, ato, decisão, etc.
GÊNEROS PROFISSIONAIS EM GERAL
 Relatório: documento através do qual se expõem
resultados de uma atividade. Deve ser objetivo,
informativo e apresentável.
 Carta comercial: correspondência tradicionalmente
usada por indústria e comércio. Com o surgimento do
e-mail, teve sua utilização reduzida.
 Carta oficial: correspondência usada por órgãos
públicos, endereçadas a pessoas alheias ao serviço
público. Vem perdendo espaço para os ofícios.
GÊNEROS PROFISSIONAIS EM GERAL
ARTIGO CIENTÍFICO
 Título
 Subtítulo (se houver)
 Nome do Autor
 Resumo (língua vernácula)
 Palavras-chave (língua do texto)
 Introdução
 Desenvolvimento
 Considerações finais
 Título, subtítulo (em língua
 estrangeira)
 Resumo (em língua
 estrangeira)
 Palavras-chave (em língua
 estrangeira)
 Nota Explicativa
 Referências
 Glossário
 Apêndices
 Anexos
COMO FAZER A INTRODUÇÃO
É a apresentação do trabalho, que deverá conter todos estes elementos.
Não é necessário colocar em tópicos todas as partes.
a) Tema – definição da área a ser pesquisada, possibilitando ao leitor o
conhecimento do que vai ser estudado no trabalho. Delimitação do tema –
é a seleção do aspecto do tema, que será objeto de estudo.
b) Delimitação do problema – Toda pesquisa precisa possuir como
pressuposto, um problema. A formulação do problema ou problemática
permite selecionar com precisão o campo de atuação da pesquisa, já que,
o
tema possui uma amplitude que comporta vários estudos e interpretações.
Portanto, após a escolha do tema, o pesquisador deverá delimitá-lo, a
partir
da situação problema. Esta etapa requer bastante objetividade e clareza.
c) Hipóteses – A hipótese é formulada a fim de
responder, provisoriamente, a
um problema de pesquisa. Tem a função de
propor explicações para certos
fatos ou fenômenos, e tem como característica
uma formulação provisória
da verdade. Para tanto, esta deve ser testada, a
fim de ser constatada ou refutada, quanto a sua
validade. É partindo da formulação do problema,
que se propõe a elaboração das hipóteses.
d) Objetivos – responder para que? é formular os objetivos da
pesquisa.
Divide-se em Objetivo Geral e Objetivos Específicos.
 Objetivo geral – o que se pretende alcançar com a
pesquisa, em referência ao tema;
 Objetivos específicos – ações particulares que viabilizarão
alcançar o objetivo geral. Ligam-se aos assuntos enfocados
na pesquisa
(delimitação do tema).
e) Justificativa – apresentação de elementos de ordem
teórica, prática e social que justificam a escolha do tema, sua
importância e pertinência
f) Metodologia empregada – esclarecimento, de
forma sucinta, sobre como o assunto será tratado,
quais os caminhos que serão percorridos para se
chegar aos objetivos propostos e qual o plano
adotado para o desenvolvimento da pesquisa, tipo
de pesquisa, universo da pesquisa, instrumentos
de coleta de dados, analise e interpretação dos
dados. Esta deve ser detalhada e argumentada
em uma seção própria após o referencial teórico.
DESENVOLVIMENTO
Principal etapa do artigo, que apresenta o trabalho realizado.
Apresenta:
a) Fundamentação teórica: etapa que situa o leitor acerca do estado atual
em que se encontram as pesquisas na área e refere-se ao levantamento
dos estudos publicados sobre o assunto pesquisado. O autor deve
embasar todo seu conteúdo em autores conceituados na área, podendo
se utilizar de citações diretas ou indiretas. Orienta-se que as citações não
sejam muito frequentes nem longas, o que pode caracterizar o trabalho
com um aspecto de compilação. É desaconselhável tanto a completa
ausência, quanto o excesso de citações no trabalho científico.
b) Metodologia: onde o autor irá definir os
métodos de pesquisa adotados, recursos
materiais, técnicas, instrumentos de coleta de
dados, equipamentos utilizados e a população
investigada, se for o caso.
c) Discussão e Resultados: onde o autor
interpreta e analisa os dados que foram
obtidos na pesquisa. Essa fase se dá com
base em técnicas de análises, expondo os
resultados alcançados numa mesma
seqüência lógica, de forma clara e objetiva.
Podem-se utilizar, se necessário, figuras,
quadros, gráficos, tabelas, desenhos,
fotografias etc.
ELABORAÇÃO DE RELATÓRIOS E
RESUMOS CIENTÍFICOS
1 - Por que escrever um relatório ou um
resumo?
2 - O que considerar ao planejar um
relatório ou um resumo?
3 - Como escrever um relatório?
4 - Como escrever um resumo?
5 - Lembrar de fazer...
6 - Lembrar de não fazer...
realizar a pesquisa
formular a pergunta
interpretar resultados
divulgar resultados
sem divulgação dos resultados, sua pesquisa não servirá a seu fim
ESCREVER AUXILIA NA:
organização das idéias desenho
dos experimentos
organização dos resultados
interpretação, conclusões
compreensão dos princípios sob
investigação.
O CIENTISTA ESCREVE:
 relatório de Iniciação Científica,
 projeto de Mestrado,
 dissertação de Mestrado,
 projeto de Doutorado,
 tese de Doutorado,
 projetos para solicitar recursos ao CNPq, FINEP, FAPs,
PADCT...
 relatórios para CNPq, FINEP, FAPs, PADCT...
 resumos para apresentação em congressos,
 livros e capítulos de livros,
 artigos científicos completos.
2 - O QUE CONSIDERAR AO PLANEJAR UM
RELATÓRIO OU UM RESUMO?
 O texto deve ser
 conciso
 informativo
 com maior ou menor detalhamento (relatório x
resumo)
ALGUMAS REGRAS:
não deixe para a última hora
faça um esboço
critique
escreva
revise
reescreva/
corrija
mostre para o orientador
leia alguns relatórios
ou resumos
imprima a cópia final!
3 - COMO ESCREVER UM RELATÓRIO?
3.1 - Identificação
3.2 - Introdução
3.3 - Material e Métodos
3.4 - Resultados
3.5 - Discussão / Conclusões
3.6 - Matéria encaminhada para publicação
3.7 - Bibliografia
3.8 - Perspectivas de continuidade ou desdobramento do trabalho
3.9 - Outras atividades de interesse universitário
3.10 - Apoio
3.11 - Agradecimentos
IMRAD
ADAPTAÇÕES QUE PODEM SER IMPORTANTES NESTE
ESQUEMA GERAL:
 regras específicas do órgão ao qual o relatório será enviado
 diferentes áreas do conhecimento podem necessitar diferentes
ítens
3.7 - BIBLIOGRAFIA CITADA
Exemplos
Gluckman E, Rocha V, Chastang C: Cord blood stem cell.
Baillieres Best Pract Res Clin Haematol. 1999;
12:279-292.
MORRISON S J, WRIGHT D E, CHESHIER S H,
WEISSMAN, I L (1997) Hematopoietic stem cells:
challenges to expectations. Curr Opin Immunol, 9:
216-221.
Diversos formatos: definir qual o
mais apropriado
3.7 - BIBLIOGRAFIA CITADA
IMPORTANTE
 Não liste se não citar.
 Não cite se não listar.
4 - COMO ESCREVER UM RESUMO?
 Resumo: apresentação concisa das idéias de um
texto (Norma NBR 6028, da Associação Brasileira
de Normas Técnicas).
apresentação sintética e seletiva das idéias de um
texto, ressaltando sua progressão e articulação
principais idéias do autor
Obs: consulta à apresentação da Profa. Dra. Léa Masina - Instituto de Letras UFRGS - Como
apresentar um trabalho num Congresso Científico: Elaboração do Resumo
4 - COMO ESCREVER UM RESUMO?
Forma:
tamanho: determinado em muitos casos
um só parágrafo
3ª pessoa sing., 3ª pessoa plural, 1ª pessoa sing.
frases pouco extensas
terminologia específica
ordem direta das frases
4 - COMO ESCREVER UM RESUMO?
4.1 - Identificação
4.2 - Introdução
4.3 - Material e Métodos
4.4 - Resultados
4.5 - Discussão / Conclusões
4.6 - Apoio
4 - COMO ESCREVER UM RESUMO?
ADAPTAÇÕES QUE PODEM SER IMPORTANTES NESTE
ESQUEMA GERAL:
 regras específicas do órgão ao qual o resumo é destinado
 diferentes áreas do conhecimento podem necessitar diferentes
ítens
Título, participantes, local
de execução
4.1 - IDENTIFICAÇÃO
4.2 - INTRODUÇÃO
Qual a pergunta que você está fazendo, e
por que vale a pena fazê-la?
Rápida introdução ao
assunto
Objetivo(s)
Características biológicas de células hematopoiéticas
transfectadas com o gene egfp. Leonardo Augusto Karam
Teixeira, Cecília Matte Fricke, Camila Ilgenfritz e Nance Beyer
Nardi. Departamento de Genética – Instituto de Biociências,
UFRGS – Porto Alegre/RS.
Células hematopoiéticas estão sendo intensamente
investigadas devido a seu potencial como alvo de terapia
gênica. Tem sido mostrado entretanto que a transferência de
genes exógenos pode alterar biologicamente as células alvo,
diminuindo sua capacidade de proliferação e diferenciação. O
presente trabalho teve como objetivo a análise das
características biológicas de células da linhagem
hematopoiética K562, previamente transfectadas com o gene
repórter egfp (enhanced green fluorescent protein), cuja
expressão é detectada por citometria de fluxo.
Células K562 transfectadas ou normais foram cultivadas em diferentes
condições, e comparadas com relação a diferentes parâmetros que
incluiram a expressão de marcadores de superfície. Os principais
resultados encontrados foram: (1) quando cultivadas na ausência de
pressão seletiva, a expressão do gene repórter mostrou um rápido
declínio; (2) células K562 transfectadas apresentaram uma capacidade
mitótica diminuída quando co-cultivadas com células K562 normais,
em diferentes concentrações; e (3) os níveis das moléculas de adesão
CD11c, CD31 (baixo) e CD49e (alto) não foram afetados pela
transfecção, enquanto a baixa expressão dos marcadores CD62L e
CD117 mostraram uma tendência a aumentar nas células
transfectadas. Estes resultados mostram que dois dos principais
problemas dos protocolos de terapia gênica, manutenção da
expressão do transgene e expansão das células transfectadas, podem
ser analisados para correção in vitro.
Apoio: CNPq, FINEP
3.3 - MATERIAL E MÉTODOS
Descreva de forma breve, mas
compreensível, como você
procedeu para responder a
questão levantada.
3.5 - DISCUSSÃO / CONCLUSÕES
Descreva de forma suscinta o
que estas respostas
significam.
5 - LEMBRAR DE FAZER...
siga uma ordem lógica
tente ser claro, conciso e completo
cite apenas referências relevantes e necessárias
inclua apenas tabelas e figuras necessárias
confira a digitação
6 - LEMBRAR DE NÃO FAZER...
uso de gíria de laboratório ou de rua
sentenças ou parágrafos muito longos
nunca apresente parte de livros ou idéias da literatura como
suas - é plágio, um crime intelectual
no resumo, não escrever “os resultados serão discutidos”
Resenhas Críticas
Resenha descritiva e resenha crítica
 Fiorin e Savioli, em Para entender o texto (1990:426), partem da
conceituação de resenha e dividem-na em descritiva e crítica. O
objeto de uma resenha pode ser um acontecimento, ou textos, ou
obras culturais, como romance , peça de teatro, filme.
 O procedimento do resenhista será seletivo, uma vez que não pode
abarcar a totalidade das propriedades de um texto. O que relatar
numa resenha depende da finalidade que tem em vista.
 Na descritiva, ressalta-se a estrutura da obra (partes, número de
páginas, capítulos, assuntos tratados, índices). Se tradução,
informa-se o nome do tradutor. Contém ainda um resumo da obra, a
perspectiva teórica, o gênero (crítica literária, livro de negócios,
esotérico, romance, teatro, ensaio), o método adotado.
 Na resenha crítica, colocam-se comentários e julgamentos do
resenhista.
Elementos constituintes de resenhas científicas:
1 Referência Bibliográfica:
 Autor.
 Título da Obra.
 Elementos de imprensa (local de edição,
editora, data).
 Número de Páginas.
 Formato.
Elementos constituintes de resenhas científicas:
2 Credenciais do Autor:
 Informações sobre o autor,
 nacionalidade,
 formação universitária,
 títulos,
 livro ou artigo publicado.
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3 Resumo da Obra (digesto):
 Resumo das idéias principais da obra.
 De que trata o texto?
 Qual sua característica principal?
 Exige algum conhecimento prévio para entendê-
la?
 Descrição do conteúdo dos capítulos ou partes
da obra.
Elementos constituintes de resenhas científicas:
4 Conclusões da Autoria:
 Quais as conclusões a que o autor chegou?
5 Metodologia da Autoria:
 Que métodos utilizou? Dedutivo? Indutivo?
Histórico? Comparativo? Estatístico?
Elementos constituintes de resenhas científicas:
6 Quadro de referência do autor:
 Que teoria serve de apoio ao estudo
apresentado?
 Qual o modelo teórico utilizado?
Elementos constituintes de resenhas científicas:
7 Crítica do Resenhista (apreciação):
 Julgamento da Obra.
 Qual a contribuição da obra?
 As idéias são originais?
 Como é o estilo do autor: conciso, objetivo,
simples? Idealista? Realista?
Elementos constituintes de resenhas científicas:
8 Indicações do resenhista:
 A quem é dirigida a obra?
 A obra é endereçada a que disciplina?
 Pode ser adotada em algum curso? Qual?
Considerações
 A resenha não é, pois, um resumo. Este é apenas um
elemento da estrutura da resenha.
 Além disso se, por um lado, o resumo não admite o juízo
valorativo, o comentário, a crítica; a resenha, por outro,
exige tais elementos.
 Em alguns casos, não é possível dar resposta a todas as
interrogações feitas; outras vezes, se publicada em
jornais ou revistas não especializados, pode-se omitir um
ou outro elemento da estrutura da resenha. Numa
publicação científica, porém, deve-se observar com rigor
os pontos salientados. Para fins de avaliação nesta
disciplina, serão exigidos os itens 1,3, 4 e 7.
 Acrescente-se: se bem redigida, a resenha é um valioso
instrumento de pesquisa; se, no entanto, a crítica
apresentada é impressionista (gosto/ não gosto), a
resenha deixa de ter interesse para o pesquisador.

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Prática de leitura ivanilde

  • 1. GÊNEROS TEXTUAIS QUE CIRCULAM NO CONTEXTO ACADÊMICOS E PROFISSIONAIS
  • 2. GÊNEROS ACADÊMICOS - PUBLICÁVEIS CIRCULAÇÃO INTERNA  Tese;  Dissertação;  Monografia;  Trabalho de Conclusão de Curso – TCC; CIRCULAÇÃO EXTERNA  Artigo;  Ensaio;  Resenha crítica;  Resumo de comunicação.
  • 3. GÊNEROS ACADÊMICOS – DE ESTUDO  Outros textos são produzidos a título de estudo, diferente dos anteriores, que são submetidos à publicação.  Resumo;  Resenha;  Fichamento.
  • 4. GÊNEROS PROFISSIONAIS - ESPECÍFICOS DE NAVEGAÇÃO  Diário de Bordo:  Espécie de caderno para registro das atividades ocorridas antes, durante e depois da navegação. Nele são anotadas informações sobre hora de embarque e desembarque, partida e chegada no porto, atmosfera, humidade do ar, posição, rumo, vento, etc.
  • 5.
  • 6. GÊNEROS PROFISSIONAIS EM GERAL  Contrato: acordo feito entre duas ou mais partes para estabelecer, modificar ou anular uma relação de direito. (compra, venda, prestação de serviço, etc)  Edital: instrumento de notificação pública que se afixa em local de acesso aos interessados ou se publica em imprensa oficial ou particular.
  • 7.  Ordem de serviço: ato através do qual são expedidas determinações a serem executadas por subordinados ou por servidores dos mesmos.  Parecer: análise de um caso; aponta solução favorável ou contrária, através de dispositivos legais e informações. Pode ser técnico, administrativo ou científico. GÊNEROS PROFISSIONAIS EM GERAL
  • 8.  Procuração: instrumento através do qual uma pessoa física ou jurídica outorga poder a outra.  Requerimento: documento específico de solicitação através do qual alguém requer algo a que tem direito – ou pressupõe tê-lo -, concedido por lei, decreto, ato, decisão, etc. GÊNEROS PROFISSIONAIS EM GERAL
  • 9.  Relatório: documento através do qual se expõem resultados de uma atividade. Deve ser objetivo, informativo e apresentável.  Carta comercial: correspondência tradicionalmente usada por indústria e comércio. Com o surgimento do e-mail, teve sua utilização reduzida.  Carta oficial: correspondência usada por órgãos públicos, endereçadas a pessoas alheias ao serviço público. Vem perdendo espaço para os ofícios. GÊNEROS PROFISSIONAIS EM GERAL
  • 11.  Título  Subtítulo (se houver)  Nome do Autor  Resumo (língua vernácula)  Palavras-chave (língua do texto)  Introdução  Desenvolvimento  Considerações finais
  • 12.  Título, subtítulo (em língua  estrangeira)  Resumo (em língua  estrangeira)  Palavras-chave (em língua  estrangeira)  Nota Explicativa  Referências  Glossário  Apêndices  Anexos
  • 13. COMO FAZER A INTRODUÇÃO É a apresentação do trabalho, que deverá conter todos estes elementos. Não é necessário colocar em tópicos todas as partes. a) Tema – definição da área a ser pesquisada, possibilitando ao leitor o conhecimento do que vai ser estudado no trabalho. Delimitação do tema – é a seleção do aspecto do tema, que será objeto de estudo. b) Delimitação do problema – Toda pesquisa precisa possuir como pressuposto, um problema. A formulação do problema ou problemática permite selecionar com precisão o campo de atuação da pesquisa, já que, o tema possui uma amplitude que comporta vários estudos e interpretações. Portanto, após a escolha do tema, o pesquisador deverá delimitá-lo, a partir da situação problema. Esta etapa requer bastante objetividade e clareza.
  • 14. c) Hipóteses – A hipótese é formulada a fim de responder, provisoriamente, a um problema de pesquisa. Tem a função de propor explicações para certos fatos ou fenômenos, e tem como característica uma formulação provisória da verdade. Para tanto, esta deve ser testada, a fim de ser constatada ou refutada, quanto a sua validade. É partindo da formulação do problema, que se propõe a elaboração das hipóteses.
  • 15. d) Objetivos – responder para que? é formular os objetivos da pesquisa. Divide-se em Objetivo Geral e Objetivos Específicos.  Objetivo geral – o que se pretende alcançar com a pesquisa, em referência ao tema;  Objetivos específicos – ações particulares que viabilizarão alcançar o objetivo geral. Ligam-se aos assuntos enfocados na pesquisa (delimitação do tema). e) Justificativa – apresentação de elementos de ordem teórica, prática e social que justificam a escolha do tema, sua importância e pertinência
  • 16. f) Metodologia empregada – esclarecimento, de forma sucinta, sobre como o assunto será tratado, quais os caminhos que serão percorridos para se chegar aos objetivos propostos e qual o plano adotado para o desenvolvimento da pesquisa, tipo de pesquisa, universo da pesquisa, instrumentos de coleta de dados, analise e interpretação dos dados. Esta deve ser detalhada e argumentada em uma seção própria após o referencial teórico.
  • 17. DESENVOLVIMENTO Principal etapa do artigo, que apresenta o trabalho realizado. Apresenta: a) Fundamentação teórica: etapa que situa o leitor acerca do estado atual em que se encontram as pesquisas na área e refere-se ao levantamento dos estudos publicados sobre o assunto pesquisado. O autor deve embasar todo seu conteúdo em autores conceituados na área, podendo se utilizar de citações diretas ou indiretas. Orienta-se que as citações não sejam muito frequentes nem longas, o que pode caracterizar o trabalho com um aspecto de compilação. É desaconselhável tanto a completa ausência, quanto o excesso de citações no trabalho científico.
  • 18. b) Metodologia: onde o autor irá definir os métodos de pesquisa adotados, recursos materiais, técnicas, instrumentos de coleta de dados, equipamentos utilizados e a população investigada, se for o caso.
  • 19. c) Discussão e Resultados: onde o autor interpreta e analisa os dados que foram obtidos na pesquisa. Essa fase se dá com base em técnicas de análises, expondo os resultados alcançados numa mesma seqüência lógica, de forma clara e objetiva. Podem-se utilizar, se necessário, figuras, quadros, gráficos, tabelas, desenhos, fotografias etc.
  • 20. ELABORAÇÃO DE RELATÓRIOS E RESUMOS CIENTÍFICOS
  • 21. 1 - Por que escrever um relatório ou um resumo? 2 - O que considerar ao planejar um relatório ou um resumo? 3 - Como escrever um relatório? 4 - Como escrever um resumo? 5 - Lembrar de fazer... 6 - Lembrar de não fazer...
  • 22. realizar a pesquisa formular a pergunta interpretar resultados divulgar resultados sem divulgação dos resultados, sua pesquisa não servirá a seu fim
  • 23. ESCREVER AUXILIA NA: organização das idéias desenho dos experimentos organização dos resultados interpretação, conclusões compreensão dos princípios sob investigação.
  • 24. O CIENTISTA ESCREVE:  relatório de Iniciação Científica,  projeto de Mestrado,  dissertação de Mestrado,  projeto de Doutorado,  tese de Doutorado,  projetos para solicitar recursos ao CNPq, FINEP, FAPs, PADCT...  relatórios para CNPq, FINEP, FAPs, PADCT...  resumos para apresentação em congressos,  livros e capítulos de livros,  artigos científicos completos.
  • 25. 2 - O QUE CONSIDERAR AO PLANEJAR UM RELATÓRIO OU UM RESUMO?  O texto deve ser  conciso  informativo  com maior ou menor detalhamento (relatório x resumo)
  • 26. ALGUMAS REGRAS: não deixe para a última hora faça um esboço critique escreva revise reescreva/ corrija mostre para o orientador leia alguns relatórios ou resumos imprima a cópia final!
  • 27. 3 - COMO ESCREVER UM RELATÓRIO? 3.1 - Identificação 3.2 - Introdução 3.3 - Material e Métodos 3.4 - Resultados 3.5 - Discussão / Conclusões 3.6 - Matéria encaminhada para publicação 3.7 - Bibliografia 3.8 - Perspectivas de continuidade ou desdobramento do trabalho 3.9 - Outras atividades de interesse universitário 3.10 - Apoio 3.11 - Agradecimentos IMRAD
  • 28. ADAPTAÇÕES QUE PODEM SER IMPORTANTES NESTE ESQUEMA GERAL:  regras específicas do órgão ao qual o relatório será enviado  diferentes áreas do conhecimento podem necessitar diferentes ítens
  • 29. 3.7 - BIBLIOGRAFIA CITADA Exemplos Gluckman E, Rocha V, Chastang C: Cord blood stem cell. Baillieres Best Pract Res Clin Haematol. 1999; 12:279-292. MORRISON S J, WRIGHT D E, CHESHIER S H, WEISSMAN, I L (1997) Hematopoietic stem cells: challenges to expectations. Curr Opin Immunol, 9: 216-221. Diversos formatos: definir qual o mais apropriado
  • 30. 3.7 - BIBLIOGRAFIA CITADA IMPORTANTE  Não liste se não citar.  Não cite se não listar.
  • 31. 4 - COMO ESCREVER UM RESUMO?  Resumo: apresentação concisa das idéias de um texto (Norma NBR 6028, da Associação Brasileira de Normas Técnicas). apresentação sintética e seletiva das idéias de um texto, ressaltando sua progressão e articulação principais idéias do autor Obs: consulta à apresentação da Profa. Dra. Léa Masina - Instituto de Letras UFRGS - Como apresentar um trabalho num Congresso Científico: Elaboração do Resumo
  • 32. 4 - COMO ESCREVER UM RESUMO? Forma: tamanho: determinado em muitos casos um só parágrafo 3ª pessoa sing., 3ª pessoa plural, 1ª pessoa sing. frases pouco extensas terminologia específica ordem direta das frases
  • 33. 4 - COMO ESCREVER UM RESUMO? 4.1 - Identificação 4.2 - Introdução 4.3 - Material e Métodos 4.4 - Resultados 4.5 - Discussão / Conclusões 4.6 - Apoio
  • 34. 4 - COMO ESCREVER UM RESUMO? ADAPTAÇÕES QUE PODEM SER IMPORTANTES NESTE ESQUEMA GERAL:  regras específicas do órgão ao qual o resumo é destinado  diferentes áreas do conhecimento podem necessitar diferentes ítens
  • 35. Título, participantes, local de execução 4.1 - IDENTIFICAÇÃO
  • 36. 4.2 - INTRODUÇÃO Qual a pergunta que você está fazendo, e por que vale a pena fazê-la? Rápida introdução ao assunto Objetivo(s)
  • 37. Características biológicas de células hematopoiéticas transfectadas com o gene egfp. Leonardo Augusto Karam Teixeira, Cecília Matte Fricke, Camila Ilgenfritz e Nance Beyer Nardi. Departamento de Genética – Instituto de Biociências, UFRGS – Porto Alegre/RS. Células hematopoiéticas estão sendo intensamente investigadas devido a seu potencial como alvo de terapia gênica. Tem sido mostrado entretanto que a transferência de genes exógenos pode alterar biologicamente as células alvo, diminuindo sua capacidade de proliferação e diferenciação. O presente trabalho teve como objetivo a análise das características biológicas de células da linhagem hematopoiética K562, previamente transfectadas com o gene repórter egfp (enhanced green fluorescent protein), cuja expressão é detectada por citometria de fluxo.
  • 38. Células K562 transfectadas ou normais foram cultivadas em diferentes condições, e comparadas com relação a diferentes parâmetros que incluiram a expressão de marcadores de superfície. Os principais resultados encontrados foram: (1) quando cultivadas na ausência de pressão seletiva, a expressão do gene repórter mostrou um rápido declínio; (2) células K562 transfectadas apresentaram uma capacidade mitótica diminuída quando co-cultivadas com células K562 normais, em diferentes concentrações; e (3) os níveis das moléculas de adesão CD11c, CD31 (baixo) e CD49e (alto) não foram afetados pela transfecção, enquanto a baixa expressão dos marcadores CD62L e CD117 mostraram uma tendência a aumentar nas células transfectadas. Estes resultados mostram que dois dos principais problemas dos protocolos de terapia gênica, manutenção da expressão do transgene e expansão das células transfectadas, podem ser analisados para correção in vitro. Apoio: CNPq, FINEP
  • 39. 3.3 - MATERIAL E MÉTODOS Descreva de forma breve, mas compreensível, como você procedeu para responder a questão levantada.
  • 40. 3.5 - DISCUSSÃO / CONCLUSÕES Descreva de forma suscinta o que estas respostas significam.
  • 41. 5 - LEMBRAR DE FAZER... siga uma ordem lógica tente ser claro, conciso e completo cite apenas referências relevantes e necessárias inclua apenas tabelas e figuras necessárias confira a digitação
  • 42. 6 - LEMBRAR DE NÃO FAZER... uso de gíria de laboratório ou de rua sentenças ou parágrafos muito longos nunca apresente parte de livros ou idéias da literatura como suas - é plágio, um crime intelectual no resumo, não escrever “os resultados serão discutidos”
  • 44. Resenha descritiva e resenha crítica  Fiorin e Savioli, em Para entender o texto (1990:426), partem da conceituação de resenha e dividem-na em descritiva e crítica. O objeto de uma resenha pode ser um acontecimento, ou textos, ou obras culturais, como romance , peça de teatro, filme.  O procedimento do resenhista será seletivo, uma vez que não pode abarcar a totalidade das propriedades de um texto. O que relatar numa resenha depende da finalidade que tem em vista.  Na descritiva, ressalta-se a estrutura da obra (partes, número de páginas, capítulos, assuntos tratados, índices). Se tradução, informa-se o nome do tradutor. Contém ainda um resumo da obra, a perspectiva teórica, o gênero (crítica literária, livro de negócios, esotérico, romance, teatro, ensaio), o método adotado.  Na resenha crítica, colocam-se comentários e julgamentos do resenhista.
  • 45. Elementos constituintes de resenhas científicas: 1 Referência Bibliográfica:  Autor.  Título da Obra.  Elementos de imprensa (local de edição, editora, data).  Número de Páginas.  Formato.
  • 46. Elementos constituintes de resenhas científicas: 2 Credenciais do Autor:  Informações sobre o autor,  nacionalidade,  formação universitária,  títulos,  livro ou artigo publicado.
  • 47. Elementos constituintes de resenhas científicas: 3 Resumo da Obra (digesto):  Resumo das idéias principais da obra.  De que trata o texto?  Qual sua característica principal?  Exige algum conhecimento prévio para entendê- la?  Descrição do conteúdo dos capítulos ou partes da obra.
  • 48. Elementos constituintes de resenhas científicas: 4 Conclusões da Autoria:  Quais as conclusões a que o autor chegou? 5 Metodologia da Autoria:  Que métodos utilizou? Dedutivo? Indutivo? Histórico? Comparativo? Estatístico?
  • 49. Elementos constituintes de resenhas científicas: 6 Quadro de referência do autor:  Que teoria serve de apoio ao estudo apresentado?  Qual o modelo teórico utilizado?
  • 50. Elementos constituintes de resenhas científicas: 7 Crítica do Resenhista (apreciação):  Julgamento da Obra.  Qual a contribuição da obra?  As idéias são originais?  Como é o estilo do autor: conciso, objetivo, simples? Idealista? Realista?
  • 51. Elementos constituintes de resenhas científicas: 8 Indicações do resenhista:  A quem é dirigida a obra?  A obra é endereçada a que disciplina?  Pode ser adotada em algum curso? Qual?
  • 52. Considerações  A resenha não é, pois, um resumo. Este é apenas um elemento da estrutura da resenha.  Além disso se, por um lado, o resumo não admite o juízo valorativo, o comentário, a crítica; a resenha, por outro, exige tais elementos.  Em alguns casos, não é possível dar resposta a todas as interrogações feitas; outras vezes, se publicada em jornais ou revistas não especializados, pode-se omitir um ou outro elemento da estrutura da resenha. Numa publicação científica, porém, deve-se observar com rigor os pontos salientados. Para fins de avaliação nesta disciplina, serão exigidos os itens 1,3, 4 e 7.  Acrescente-se: se bem redigida, a resenha é um valioso instrumento de pesquisa; se, no entanto, a crítica apresentada é impressionista (gosto/ não gosto), a resenha deixa de ter interesse para o pesquisador.