Apresentação hub escola_inovação no financiamento de causas

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Apresentação hub escola_inovação no financiamento de causas

  1. 1. INOVAÇÃO NO FINANCIAMENTO DE CAUSAS IMPACT HUB 27 de junho de 2015
  2. 2. Há recursos para todos?
  3. 3. O paradigma da escassez A cultura da sociedade atual está fundamentada em teorias econômicas desenvolvidas a partir de situações de escassez: guerras, fome, invernos rigorosos... A premissa é: não há recursos para todos. “Já está faltando”!
  4. 4. Arraigado em nosso modo de pensar Pelo menos No mínimo Só para garantir Por pouco Ou isso ou aquilo Você tem duas opções Só me resta Só se você Toma lá dá cá Não tenho a mínima ideia Você tem um minutinho do seu tempo? Só um pouquinho, bem rapidinho? Vou atrapalhar o mínimo possível Nada cai do céu Mais vale um pássaro na mão do que dois voando Mato dois coelhos com uma só cajadada Não vem que não tem Olho por olho, dente por dente There is no freee lunch Nada é de graça Dinheiro não dá em árvore Dinheiro não cai do céu O que vem fácil vai fácil Quando a esmola é muita...
  5. 5. Consequências: • Medo, insegurança, ansiedade, desconfiança; • Controle, contenção, acúmulo; • Desigualdade; • Consumismo; • Dominação, exploração, competição, tirar vantagem sobre outros, “lei do mais forte”; • Exclusão, isolamento, violência, depressão; • Redução de possibilidades: ou...ou
  6. 6. Qual a polaridade da escassez? O desperdício!!! escassez – ABUNDÂNCIA - desperdício
  7. 7. O paradigma da abundância A natureza é abundante. Há recursos para todos, se utilizados corretamente. Recursos são meios para a vida acontecer.
  8. 8. Premissas da abundância • Todos têm capacidades e necessidades • Todos temos recursos • Não temos o controle sobre tudo • Busca a expressão dos potenciais de todos • Questões complexas pedem respostas diversas
  9. 9. Consequências: • Participação, interação e convivência • Confiança • Colaboração • Aceitação • Criatividade • Inclusão e aumento de possibilidades: e...e
  10. 10. Objetivos da oficina • Que os participantes consigam “ler” o que está acontecendo no mundo e na vida de suas organizações, e com isso ampliem a capacidade de tomar decisões mais conscientes de seu próprio futuro e sobre seu modelo de financiamento, de maneira criativa, genuína e alinhada às características de sua organização; • Que os participantes consigam ter uma visão mais ampla de recursos, numa lógica de colaboração e abundância; • Que vocês saiam da oficina com vontade de exercitar habilidades para uma prática mais abundante; • Que vocês estejam mais conscientes de que existe um caminho de desenvolvimento pessoal e organizacional a ser trilhado.
  11. 11. Definindo a Sociedade Civil organizada Mercado Estado Sociedade Civil Organizações privadas, sem fins lucrativos, de interesse público Fronteiras são determinadas pela configuração jurídica, mas estão cada vez menos claras.
  12. 12. Compartilhamento de carros, por exemplo • Para os negócios: oportunidade de U$ 26 bi; • Para os ambientalistas: Cultura que desestimula o materialismo e diminui a pressão por recursos naturais; • Precificação desestimula longas distâncias – quanto maior a distância, maior o custo por Km rodado; • Estudos de impacto e advocacy sobre o tema; Para nós, "Acesso para Todos" não é apenas marketing. E já que não temos que nos preocupar com os lucros, nós podemos nos dar ao luxo de dizer isso. É por isso que criamos e mantemos programas para garantir que todos possam se locomover. Porque na CarShare, entendemos a diferença entre uma base de clientes ... e uma comunidade.
  13. 13. 290 mil Associações e Fundações sem fins lucrativos que empregam 1,7 milhão de assalariados. Setor mobiliza 1,2% do PIB nacional, 4x o volume de recursos da indústria automobilística. Quem são as Organizações da Sociedade Civil no Brasil?
  14. 14. 1988 – constituição cidadã • Constituição de 1988 é promulgada, tendo forte participação da sociedade brasileira; Mais de 60% das atuais 290 mil OSC são criadas a partir dos anos 90;
  15. 15. 26% 1% 20% 53% RECURSOS PRÓPRIOS (produtos e serviços prestados) R$ 35 bi (fonte: cálculos estimados por consultores IDIS com base em pesquisa Johns Hopkins, 1995) FILANTROPIA PRIVADA Empresas: R$ 11 bi Indivíduos: R$ 6 bi (fontes: pesquisa Ação Social das Empresas, IPEA, 2004 e Perfil Doadores no Brasil Child Fund e Rgarber, 2010) COOPERAÇÃO INTERNACIONAL R$ 0,75 bi (fonte: cálculos estimados por consultores IDIS com base em pesquisa Instituto Fonte/D3, 2010) RECURSOS GOVERNAMENTAIS (Repasses do Governo Federal para OSCs) R$ 13 bi (fonte: SIGA Brasil – dados do Senado Federal) TOTAL: R$ 65 bi 1,2% do PIB 0,35% do PIB Média mundial é 1,2% Média AL é 0,8%
  16. 16. CAF World Giving Index Rank Doou $ (%) Voluntariado (%) Ajudou estranho (%) Austrália 1 70% 38% 64% Nova Zelândia 1 68% 41% 63% Canadá 3 64% 35% 68% Irlanda 3 72% 35% 60% EUA 5 60% 39% 65% Suiça 5 71% 34% 60% Holanda 7 77% 39% 46% Reino Unido 8 73% 29% 58% Sri Lanka 8 58% 52% 50% Brasil 76 25% 15% 49% • Brasil 76ª posição em 2011 e 85ª em 2012
  17. 17. Por que somos a 6ª economia mundial, mas o 85º lugar em solidariedade?
  18. 18. Anos 90 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 A Associação Brasileira de Organizações não Governamentais - ABONG, fundada em 10 de agosto de 1991, é uma sociedade civil sem fins lucrativos, democrática, pluralista, antirracista e anti-sexista, que congrega organizações que lutam contra todas as formas de discriminação, de desigualdades, pela construção de modos sustentáveis de vida e pela radicalização da democracia. Congrega pouco mais de 200 OSCs, mas possui atuação política relevante no setor.
  19. 19. Anos 90 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 Criada a Lei Rouanet, abrindo espaço para a criação de uma série de outras leis de incentivo a projetos, incentivando uma lógica de apoio a projetos e uma intermediação estatal na doação.
  20. 20. Anos 90 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 Conhecida mundialmente como Rio 92, a conferência foi a maior reunião de chefes de Estado da história da humanidade com a presença de cerca de 117 governantes de países tentando buscar soluções para o desenvolvimento sustentável. O evento foi acompanhado por todo o mundo e contou com a participação da sociedade civil organizada. Cerca de 22 mil pessoas, pertencentes a mais de 9 mil organizações não- governamentais, estiveram presentes nos dois principais eventos da Conferência: a reunião de chefes de Estado, Cúpula da Terra, e o Fórum Global, promovido pelas ONGs.
  21. 21. Anos 90 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 Instabilidade política Instabilidade econômica
  22. 22. Anos 90 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 Campanha liderada pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, mobiliza a população para uma série de iniciativas de cidadania. Começam a surgir os Centros de Estudos o Terceiro Setor nas faculdades.
  23. 23. Anos 90 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 Stephen Kantiz organiza o Premio Bem Eficiente, marco na concepção de profissionalismo das organizações Sem fins lucrativos. Criado o GIFE, Grupo de Institutos, Fundações E Empresas.
  24. 24. Filantropia organizada no Brasil e nos EUA Brasil EUA Filantropia Organizada (número de membros) 133 associados ao GIFE 82,27% - Empresarial 10,7% - Independentes, Familiares 2,9% - Comunitárias 75.808 associados ao Foundation Center 89,5% - Independentes, Familiares 3,57% - Corporativas 0,96% - Comunitárias Predominância Empresarial Independente/Familiar Influência na qualidade do ISP Foco Específico (em termos temáticos e geográficos) e pouco diversificado (em termos de fontes de receitas) voltado para as necessidades mais populares e menos “polêmicas”’. Foco Abrangente e diversificado. Fontes: Foundation Center e Censo GIFE (dados 2009)
  25. 25. Ondas do ISP Corporativo Ação social da empresa RSC e ISP Doação como parte dos valores da empresa e da família Mobilização de funcionários Pauta da Responsabilidade Social Empresarial Criação de Institutos e Fundações Empresariais anos 90
  26. 26. Anos 90 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 Iniciativa de combate à pobreza pela cidadania e inclusão social, não pelo assistencialismo e clientelismo.
  27. 27. Anos 90 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 Transparência Responsabilidade Social Corporativa
  28. 28. Anos 90 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 Associação Brasileira de Captadores de Recursos Código de Ética da Prática profissional
  29. 29. Anos 90 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99
  30. 30. Anos 2000 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 Busca pela auto sustentabilidade das ONGs Atividades que pudessem gerar renda Planos de Negócios
  31. 31. Anos 2000 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 Fome Zero substitui o Comunidade Solidária Forte intervenção governamental no desenvolvimento social.
  32. 32. Anos 2000 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 Negócios Sociais Redes Sociais Microcrédito Ampliação dos mecanismos financeiros para combate à pobreza. Diminuição das distâncias entre as pessoas e os problemas sociais.
  33. 33. Kiva
  34. 34. Anos 2000 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 “mensalão” CPI DAS ONGs Segundo o barômetro da confiança, as ONGs são as organizações mais confiáveis, quando comparadas com EMPRESAS, GOVERNO E MÍDIA; No Brasil, estão em 3º. Lugar, perdendo apenas para o GOVERNO, em termos de confiança.
  35. 35. Anos 2000 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 Aquecimento Global ganha mais atenção.
  36. 36. Ondas do ISP Corporativo Ação social da empresa RSC e ISP Reputação Integração com o Negócio Doação como parte dos valores da empresa e da família Mobilização de funcionários Pauta da Responsabilidade Social Empresarial Criação de Institutos e Fundações Empresariais Consumidores mais conscientes Associação positiva gera ganhos de imagem da empresa Sustentabilidade Licença Social para operar anos 90 Anos 2000 Anos 2010
  37. 37. Anos 2000 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 Também crise de valores Gera, alguns anos depois, os movimentos “Occupy” Desigualdade econômica e social “Power to the people”
  38. 38. Anos 2000 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 “mensalão”
  39. 39. Anos 2010 10 11 12 13 14 Cyberativismo Financiamento Coletivo
  40. 40. Anos 2010 10 11 12 13 14 Resultados para os negócios e para a sociedade são indissociáveis
  41. 41. Anos 2010 10 11 12 13 14 Sociedade brasileira se manifesta contra a corrupção e por melhores serviços públicos. Liderança pulverizada ou inexistente
  42. 42. Anos 2010 10 11 12 13 14 Força tarefa de Finanças Sociais Instrumentos para aumentar o volume e modalidades de Investimento de Impacto Nova geração conectada
  43. 43. Anos 2010 10 11 12 13 14 Foco na relação entre OSCs e Governo Atinge 9.000 OSCs no Brasil. Pautas do fortalecimento das OSCs e dos incentivos à doação não são prioridade hoje.
  44. 44. Anos 2010 10 11 12 13 14 ALS Ice Bucket Challenge
  45. 45. Exercício em duplas O que chama a atenção nesta linha do tempo? Que leituras fazemos desse período? Como minha organização(eu) transitou(ei) nesse período?
  46. 46. Charity Water – agentes livres
  47. 47. Meu Rio - transparência
  48. 48. ALS Ice Bucket Challenge • Pete Frates, conhecido jogador de baseball americano, é acometido da doença Esclerose Lateral Amiotrófica, e resolve trabalhar para arrecadar recursos para a pesquisa sobre a doença. • Teve ajuda de Corey Griffen, consultor que o ajudou a criar a ideia e dissemina-la por sua rede social.
  49. 49. ALS Ice Bucket Challenge • Resultados: – 2,5 milhões de vídeos no You Tube; – U$ 85 milhões arrecadados de 29 de julho a 26 de agosto, 34 vezes mais do que o arrecadado pela ALS no mesmo período do ano anterior; – Mais de 1,1 milhão de pessoas fizeram a primeira doação para a organização e o número não para de crescer; – No Brasil, 3 organizações arrecadam para o tema.
  50. 50. Crowdfunding – Viviane Sedola
  51. 51. Que elementos desses casos nos chamam a atenção? O que é emblemático desse novo tempo?
  52. 52. Organizações conectadas 1. Sabem fazer parte de um ecossistema mais amplo 2. Buscam permeabilidade 3. Usam as mídias sociais 4. São abertas à colaboração 5. Praticam a transparência
  53. 53. 1. Sabem fazer parte de um ecossistema mais amplo • À frente está sua causa • Inter-agem com indivíduos e organizações • Abertas ao saber e ao fazer de outros • Planejam, implementam, aprendem junto • Compartilham bens e saberes • ... Sem esperar “em troca” • Sabem que a generosidade “genera”
  54. 54. Organizações conectadas 1. Sabem fazer parte de um ecossistema mais amplo 2. Buscam permeabilidade
  55. 55. 2. Buscam permeabilidade • Relacionamentos são responsabilidade central de todos os membros da equipe • Mantêm diversos canais de contato com todos os públicos • Conversas bidirecionais • Respondem rapidamente aos contatos, críticas e sugestões • Aprendem ao relacionar-se
  56. 56. Organizações conectadas 1. Sabem fazer parte de um ecossistema mais amplo 2. Buscam permeabilidade 3. Usam as mídias sociais
  57. 57. 3. Usam as mídias sociais • Blog, site, email, facebook, tweeter, etc • Da comunicação para o diálogo • As redes são uma atividade social • Todos os membros se relacionam pelas redes sociais – um parêntesis • Reconhecem o poder dos agentes livres - dois parêntesis
  58. 58. Todos tecem redes sociais • Não dá para separar o pessoal e o profissional • Atuam através de múltiplos canais • Respondem pela organização e são atores sociais ao mesmo tempo • Curtem, divulgam e respondem aos anseios de outros • Compartilham recursos, links e informações sem esperar retorno • Certos acordos podem ser feitos - internÉtica
  59. 59. Reconhecem o poder dos agentes livres • Nativos digitais – não têm memória do mundo sem a internet • Vêem o mundo através das mídias sociais • Causas os mobilizam; organizações não necessariamente • O compartilhamento de informação e poder está nas mãos de indivíduos • Têm paixões fluidas, que vêm e vão • Esperam a mesma fluência com a mídia social dos que com eles interagem • São disseminadores, doadores, captadores, reeditores, colaboradores. • Não perguntam como fazer, agem rapidamente
  60. 60. Colaboração com agentes livres • Chegam através de críticas e sugestões • Muitos são jovens, adolescentes • Têm um interesse, uma necessidade • Trazem ideias que não estavam nos nossos planos • Trazem consigo um enorme potencial • Querem ser recompensados e desfrutar • Se não for com você, será com outro
  61. 61. ESTRATÉGIAS DE MOBILIZAÇÃO NÍVELDEENVOLVIMENTO Fonte: “Mídias Sociais Transformadoras” – Beth Kanter e Allison Fine Escutar Espectadores Disseminadores Doadores Formadores De Opinião Disponibilizar Solicitar Dialogar Facilitar Reeditores
  62. 62. Organizações conectadas 1. Sabem fazer parte de um ecossistema mais amplo 2. Buscam permeabilidade 3. Usam as mídias sociais 4. São abertas à colaboração
  63. 63. 4. São abertas à colaboração – “wikily” • Desenham projetos voltados à solução de problemas • Compõem com capacidades complementares • Combinam abordagens “top-down” e “bottom-up” • Valorizam regras de relacionamento • Compreendem suas posições dentro das redes • Compartilham o que estão fazendo e aprendendo
  64. 64. O que muda no atuar “wikily” • “Imprevisto” • Controle firme • Poder centralizado • Propriedade • Fins claros • “Emergente” • Controle frouxo • Poder disperso • Público • Fins em aberto Dá certa vertigem!!!
  65. 65. Aprender a lidar com a “vertigem” • Mais estímulos de todos os lados • O diferente traz tensão... criativa! • Leva mais tempo E abre mais possibilidades • O que é melhor ser mantido e o que é melhor ser disponibilizado, a serviço da causa • Errar é inerente e é a principal fonte de aprendizagem (“errante é quem tenta”) • Os jovens já vêm com esses aplicativos!
  66. 66. Organizações conectadas 1. Sabem fazer parte de um ecossistema mais amplo 2. Buscam permeabilidade 3. Usam as mídias sociais 4. São abertas à colaboração 5. Praticam a transparência
  67. 67. 5. Praticam a transparência • No fluxo de informações • Interna – traz coerência • Externa – traz visibilidade • Painel de controle (dashboard) – números • Os dinheiros • Os aprendizados • Produções, materiais e serviços úteis ao público • Diálogos com os interessados • Emails dos responsáveis
  68. 68. Painel de Controle do Museu de Arte de Indianapolis
  69. 69. Solicitação de recursos Pesquisa e Seleciona doadores Escreve projetos e capta recursos Reporta os resultados
  70. 70. Empresas ONGs Governo Comuni dades Doadores TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Mobilização de todos os setores para criar mudança
  71. 71. MODELO DE FINANCIAMENTO Fontes e Estratégias RELACIONAMENTOS Relações com todos os nossos públicos de interesse IDENTIDADE INSTITUCIONAL Quem nós somos?
  72. 72. MODELO DE FINANCIAMENTO Fontes e Estratégias RELACIONAMENTOS Relações com todos os nossos públicos de interesse IDENTIDADE INSTITUCIONAL Quem nós somos?
  73. 73. MODELO DE FINANCIAMENTO Fontes e Estratégias RELACIONAMENTOS Relações com todos os nossos públicos de interesse IDENTIDADE INSTITUCIONAL Quem nós somos?
  74. 74. Exercício de Identidade institucional Em duplas (de iniciativas) Objetivo: expressar, revelar a identidade da iniciativa Uma pessoa entrevista a outra e vice-versa Buscar frescor na fala e na escuta Devolver “luzes” e “sombras” 20 minutos para cada – apresentação e feedback
  75. 75. Roteiro de perguntas 1. O que motivou o surgimento da iniciativa? Os fundadores acreditavam que poderiam fazer qual diferença? 2. O que mudou de lá para cá? Que mudanças a iniciativa provoca na vida das pessoas/comunidade? 3. Qual é a causa dessa iniciativa?
  76. 76. Roteiro... 4. Qual é a visão de transformação que inspira e orienta esta iniciativa? Em outras palavras, qual é o “sonho possível” que norteia esta iniciativa? 5. Qual o diferencial do trabalho desta iniciativa? O que é único no trabalho de vocês?
  77. 77. ORGANIZAÇÃO CAUSA NECESSIDADES FONTES ESTRATÉGIAS Criança/educação MOTIVO PRINCIPAL DA DOAÇÃO Fundação Abrinq SEGUNDO MOTIVO DA DOAÇÃO – CREDIBILIDADE/CAPACIDADE DE OPERAÇÃO Salários, equipamentos, despesas de projetos etc. SE FOCAMOS AQUI, PEDIMOS DINHEIRO SE FOCAMOS NA CAUSA, OFERECEMOS OPORTUNIDADES Projetos, Visitas pessoais, mala direta, telemarketing... PARA CADA DOADOR, UM CANAL CORRETO, UMA FORMA CORRETA DE ABORDAR Empresas, Indivíduos, Governos, Fundações Internacionais, Organismos Multilaterais. A PERGUNTA NÃO É SOBRE A SUA NECESSIDADE, MAS SOBRE A NECESSIDADE DO DOADOR
  78. 78. 1. Pessoas doam para pessoas; 2. Pessoas não doam se não forem solicitadas; 3. Pessoas doam para oportunidades, não para necessidades; 4. Pessoas doam porque elas querem fazer a diferença no mundo; 5. Amplie sua percepção do que são recursos. Recursos estão em toda parte e estão o tempo todo mudando de forma. Regras de ouro da captação de recursos
  79. 79. ECONÔMICOS AMBIENTAIS/MATERIAIS SOCIAISCULTURAIS Recursos Financeiros Tempo Materiais Estruturas físicas Redes Tecido Social Relacionamentos Articulação Lideranças Criatividade Conhecimento Metodologias Linguagens artísticas Valores Humanos Visíveis/escassosInvisíveis/abundantes
  80. 80. Premissa: O princípio VÍNCULO, INTERESSE E CAPACIDADE. VÍNCULO INTERESSE CAPACIDADE
  81. 81. Exercício para reflexão: • Como é a composição (%) de fontes de recursos de sua organização hoje (empresas, indivíduos, geração de receitas, governo)? • Por que é assim? O que essa composição revela sobre nossa organização? Ela está alinhada com nossa identidade institucional? • Que aspectos gostaria de modificar em 2015/2016? • Como gostaria que sua torta de financiamento fosse em 2020?
  82. 82. Como ampliar sua rede de relacionamentos? • Petições • Engajamento em campanhas; • Realização de eventos • Geração de conteúdo que interesse às pessoas • Captura de dados de interessados • Google Grants
  83. 83. O MOTE da captação ESTABELECE A NECESSIDADE DE FORMA CLARA EXPLICA COMO A ORGANIZAÇÃO VAI ATENDER A ESSA NECESSIDADE MOSTRA QUE NÓS SOMOS A ORGANIZAÇÃO ADEQUADA PARA ATENDER A ESSA NECESSIDADE 1 2 3 Problema social adequado Ao contexto dos doadores Proposta Única de Valor Metas da Campanha
  84. 84. Redes contra a malária na África Christian Aid
  85. 85. Um lar para estudar Habitat para Humanidade Brasil
  86. 86. Apadrinhamento de crianças Child Fund Brasil
  87. 87. Doador Sem Fronteiras Médicos Sem Fronteiras
  88. 88. As ESTRATÉGIAS de captação • Empresas • Indivíduos • Governo • Fundações • Geração de Renda • Visitas pessoais • Projetos • Patrocínio • Crowdfunding • Marketing Direto – Mala Direta – Telemarketing – Diálogo Direto – Anúncios em revista, jornais – TV
  89. 89. As ESTRATÉGIAS de captação Experiência Prévia Capacidade Gerencial Contatos Existentes Potencial de mercado Risco Aporte de fundos irrestritos Patrocínio de Empresas via Leis de Incentivo Captação de Recursos com indivíduos Crowdfunding Convênio com Prefeitura Local Projetos para organismos internacionais Governo Federal - SICONV Prestação de serviços .... ….. ….. Passo 1. Defina as estratégias de captação de recursos que sua organização já implementa e outras que pretende implementar
  90. 90. As ESTRATÉGIAS de captação Passo 2. Dê uma nota de 0 a 3 para cada estratégia, considerando todos os critérios das colunas abaixo Experiência Prévia Capacidade Gerencial Contatos Existentes Potencial de mercado Risco Aporte de fundos irrestritos Patrocínio de Empresas via Leis de Incentivo Captação de Recursos com indivíduos Crowdfunding Convênio com Prefeitura Local Projetos para organismos internacionais Governo Federal - SICONV Prestação de serviços .... ….. …..
  91. 91. As ESTRATÉGIAS de captação Passo 3. Com base nas notas, escolha as estratégias prioritárias Experiência Prévia Capacidade Gerencial Contatos Existentes Potencial de mercado Risco Aporte de fundos irrestritos Patrocínio de Empresas via Leis de Incentivo Captação de Recursos com indivíduos Crowdfunding Convênio com Prefeitura Local Projetos para organismos internacionais Governo Federal - SICONV Prestação de serviços .... ….. …..
  92. 92. Reflexão sobre as práticas de relacionamento com públicos Reflita sobre as práticas de sua iniciativa e responda cada pergunta tendo em mente um gradiente, do tipo:  Não há, bem incipiente - engatinhando  Temos alguma prática, informal, ocasional - andando  Temos esta prática em desenvolvimento – correndo  Temos uma prática exemplar - voando
  93. 93. Olhando para nossa prática 1. A iniciativa tem espaços reais ou virtuais e práticas para receber/dialogar com os seus públicos? 2. Dialoga, responde sugestões e reclamações de interessados de modo aberto? 3. Mantém contato com antigos usuários e doadores? Eles estão atualizados sobre a organização? 4. Conhece as necessidades de doadores, voluntários e apoiadores? Busca atender a essas necessidades?
  94. 94. Olhando um pouco mais 5. Qual o nível de contato com os vizinhos, o comércio local e com os fornecedores? 6. O público sabe quem apoia a organização, com quanto e com o que? 7. O público tem acesso aos números da iniciativa?
  95. 95. E mais: a iniciativa… 8. Compartilha seus recursos com os diversos públicos? 9. Realiza projetos em parceria com iniciativas congêneres/complementares? 10.Divulga, fortalece intencionalmente a ação de iniciativas congêneres?
  96. 96. Ainda... 11. Seu público interno trabalha conectado com as mídias sociais? 12. Quantos podem falar em nome da organização? 13. Abre diálogo com os diversos públicos a respeito de seu futuro?
  97. 97. Uma visão de organização saudável • Uma organização viva que cresce, expande suas ações, melhora suas atividades, passa a oferecer melhores serviços para o seu público. • Dá ao público a visão de crescimento e amadurecimento, do serviço, dos beneficiários e da equipe de colaboradores. • Assegura a seus membros oportunidades de realização através de envolvimento e doação. • Conhece, escuta, envolve, inspira e reconhece seus interessados. • Compartilha a visão, os passos que está dando rumo ao futuro.
  98. 98. MODELO DE FINANCIAMENTO Fontes e Estratégias RELACIONAMENTOS Relações com todos os nossos públicos de interesse IDENTIDADE INSTITUCIONAL Quem nós somos?
  99. 99. Teste de consistência • Considerando o que vimos nesses dia, como avalia a coerência e consistência de seu “iceberg”? • Há algo a ser mudado ou revisado em nosso modelo de financiamento? E em nossos relacionamentos? E na forma de ser de nossa organização? • O que podem ser “pontos de acupuntura”, capazes de trazer “saúde” para todo o sistema? • Qual o primeiro passo a ser dado?

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