Economia solidária e Finanças Solidárias

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Apresentação de conceitos referentes a Economia Solidária, Finanças Solidárias, Consumismo, etc...

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  • Owen testou suas proposições, inicialmente em sua grande indústria têxtil inglesa de New Lanark, limitando a jornadas de trabalho e não empregando crianças. Com esta prática, atestou que os níveis de produtividade da fábrica outras experiências como a Colônia Cooperativa de New Harmony, nos Estados Unidos e outras Aldeias Cooperativas no mesmo país e na Irlanda que propunham uma reformulação da sociedade. Criou ainda o Labour Exchange, uma espécie de Clube de Trocas, no qual o parâmetro de medida para as transações eram as horas trabalhadas para produção de um determinado bem, as
    notas de trabalho. Decorrente desta experiência, presenciamos na década de 1980 a criação do LETS, Local Employment and Trade System, no
    Canadá, as Comunas Kibbutzin de Israel e diversas outras experiências no mesmo sentido comprovam que as experiências e pensamentos cooperativos
    distribuição.
  • Um marco no movimento cooperativista foi a criação em 1844 da Cooperativa de Consumo primeira cooperativa moderna, cujos princípios num contexto de capitalismo concorrencial e em defesa econômica dos trabalhadores propondo a democracia na gestão dos negócios - a denominada autogestão, além da cooperação daqueles que fazem e são a cooperativa. Esta nova relação social do trabalho em pouco tempo demonstrou num Complexo Cooperativo.
  • No Século XX, na Europa e na América e em outros continentes nascem novas experiências que propõem a centralidade no trabalho e na autogestão.
    Na Espanha o Complexo de Mondragón iniciou como uma cooperativa de produção fundada pelo Padre José Maria Arizmendiaterra a partir do
    processo falimentar de uma empresa de fogões, transformando-a em uma empresa autogestionada, fortalecendo os laços de cooperação, solidariedade
    e autogestão. Atualmente o Complexo reúne cerca de 100 cooperativas, desde a produção, consumo à distribuição e ainda uma Universidade própria.
  • Mais de 15.000 empreendimentos pelo Brasil segundo o mapeamento
  • Antes de 60 herança da revolução industrial/a partir de 60 bem estarismo / 90/ recentemente Com o crescimento dos movimentos
    populares de defesa da cidadania, ética e nas políticas contra a fome e a miséria, entra na discussão a
    importância da participação da sociedade civil na busca pelo desenvolvimento por meio da interlocução
    entre a sociedade, a administração pública e o setor privado, que, juntos, buscam ações locais que tenham
    como prioridade a atenção aos excluídos”.
  • Vantagens desse
    tipo de ação incluem a satisfação das necessidades de todos por um preço menor – devido aos descontos
    por quantidade – e com maior respeito ao meio-ambiente. O grupo vem dando, ainda, apoio a
    empreendimentos solidários para implementarem compras coletivas para seus sócios eliminação dos distribuidor
  • Economia solidária e Finanças Solidárias

    1. 1. Economia Solidária, Finanças Solidárias Adm. Álvaro Leandro Borges Atenção: Essa apresentação possui efeitos do Power Point 2010. O download da mesma pode apresentar a perda de alguns recursos importantes. Caso tenha interesse na versão original, entre em contato através do e-mail admborges@yahoo.com.br
    2. 2. Economia Solidária: Introdução
    3. 3. “Economia Solidária é o fruto da organização de trabalhadores e trabalhadoras na construção de novas práticas econômicas e sociais fundadas em relações de colaboração solidária.” Fórum Brasileiro de Economia Solidária
    4. 4. Socialismo Utópico
    5. 5. Complexo de Mondragon
    6. 6. Banco Palmas
    7. 7. A organização de um movimento Economia Solidária Fórum Brasileiro de Economia Solidária Gestores públicos Entidades de apoio e fomento Excluídos gênero, raça, idade ou qualificação profissional Secretaria Nacional de Economia Solidária
    8. 8. Uma Economia que acontece!
    9. 9. Sistema Econômico Convencional x Comércio Justo Vídeo: A história das coisas
    10. 10. O que leva alguém a preferir o Comércio Justo? • Reflexão sobre seus hábitos de consumo; • Redução de geração de resíduos, reciclagem e reutilização; • Obtenção de informações sobre impactos sociais e ambientais da produção, consumo e pós-consumo de produtos e serviços; • A preferência por empreendimentos da economia solidária, e por empresas reconhecidas por práticas responsáveis e éticas na produção e nas relações de trabalho; • A participação e apoio a associações de consumidores; • A denúncia de relações abusivas de trabalho e produção; • A utilização de suportes duráveis para compras
    11. 11. Produto Interno Bruto IDH Ecologicamente Sustentável Desenvolvimento Local Integrado Sustentabilidade
    12. 12. Bancos Comunitário • Criação, gestão e propriedade do banco pela comunidade; • Atuação com linhas de microcrédito, em reais e em moeda social circulante local, que estimulam a criação e o fortalecimento de uma rede local de produção, comercialização e consumo, promovendo o desenvolvimento endógeno do território; • Oferecimento de serviços de forma diferenciada, em que o social sobrepõe o econômico – concessão e cobrança de empréstimo baseadas na confiança, juros justo e diferenciado, educação financeira, entre outros; • Atuação em territórios caracterizados pelo alto grau de exclusão, vulnerabilidade e desigualdade social.
    13. 13. Empreendimentos de Consumo Responsável
    14. 14. Referências • CHAVES, Daniela Freitas. Economia Solidária como alternativa de desenvolvimento regional. Tec Amazônia. Ano V, número 10, 2007. • ZANIN, Maria. Finanças solidárias e comunidades sustentáveis: uma abordagem da economia solidária. Elecs 2009.
    15. 15. Obrigado! Comente! • Adm. Álvaro Leandro Borges • admborges@yahoo.com.br / alvaroborges@caern.com.br • Administrador e Especialista em Economia Solidária e Desenvolvimento Territorial pela UFRN • Administrador na CAERN – Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte

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