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O objetivo ao escrever sobre o tema Indisciplina foi
compreender o potencial criativo e construtivo da
mesma e se é possível utilizá-la de forma relacional
para aprendizagem: aluno-professor-família-escola,
ou seja, a participação conjunta nesse processo para
o benefício do educando. Havia uma ideia clara sobre
o que iria se escrever. No entanto, a clareza de
qualquer ideia, somente é, de fato, evidenciada, após
uma pesquisa e confrontações: convergentes e
divergentes. Sendo assim, a proposta inicial era
combater a indisciplina, ou seja, pesquisar
instrumentos que possibilitassem, ao educador, a
extinção da indisciplina em sala de aula. Mas, existia
algo que não sabíamos, e após pesquisa em livros, em
sala de aula, na sala dos professores e em entrevistas
semiestruturadas, constatou-se que, não tinha um
simples elemento, importante e modificador da
proposta inicial: o conhecimento do conceito de
indisciplina e de disciplina visto pelo próprio olhar do
educador. Ouviu-se depoimentos, foram lidas as
experiências e teorias sobre a educação. Comprovou-
se que, enquanto o professor se dedica à sua
exposição, os estudantes falam o tempo todo,
parecendo não considerar a presença do mesmo em
sala de aula. Conversas, as mais diversas. Mas, por
que tanta conversa paralela, se o objetivo do aluno é
ir para escola aprender? Por qual (is) motivo (s) os
alunos não prestam atenção na aula? O Que pode o
educador fazer diante deste cenário aparentemente
caótico e desanimador? Estas atitudes dos alunos
sugerem uma total e completa indisciplina? Não seria
o caso de aplicarmos punições severas como no
passado? A partir dessas reflexões, considerou-se o
seguinte: A (s) Indisciplina (s) que ocorre (m) em sala
de aula parece (m) ser uma forma de resistência do
aluno às metodologias aplicadas. Uma sinalização aos
professores e à escola, que as metodologias não estão
acompanhando as transformações socioculturais e
cognitivas, nem as modificações tecnológicas e de
comunicabilidade da atualidade. É como se
estivessem em jogo elementos valorativos sobre
autoridade e conhecimento que se enfrentam através
de papéis sociais vivenciados por professor–aluno–
escola. O aluno da educação básica, que tem
potencial, que aprende muitas coisas e participa de
muitas atividades, pela indisciplina se expressa: “Para
que serve isto que você fala? Como posso aplicar isto
em meu dia a dia? Você não entende o que eu passo
como pode querer ter autoridade sobre o que devo
ou não aprender/fazer? ”. Esses questionamentos não
ocorriam nas décadas de 70 e 80, com o advento da
Internet, o processo de comunicação/informação se
tornou acessível e veloz, permitindo aos alunos
conhecerem outras realidades e ao mesmo tempo
refletirem sobre a própria condição social. Mas como
é possível utilizar o potencial da indisciplina em
benefício do aprendizado e do desenvolvimento para
uma visão democrática e cidadã? A pesquisa
considerou os aspectos positivos na indisciplina,
podendo até ser uma forma de aprendizagem,
quando utilizada para fazer o educando refletir sobre
um sentimento de pertencimento em seu ambiente,
que não se limita a casa, vizinhança, mas se amplia à
escola e além da escola, permitindo a esse educando
que, ao usar a energia da indisciplina que não aceita a
mesmice, o conformismo os parâmetros que
engessam o aprendizado, aprende a usar a
materialidade da teoria, o que aprende em sala,
tornando-o cidadão crítico, humanitário, autor de sua
própria história e, acima de tudo um cidadão
planetário (Gadotti, 1998) que, respeitando as
diversidades, luta pela igualdade social, pela inclusão
das diferenças e prática de uma sustentabilidade
social/ambiental, pois o meio ambiente não é
constituído apenas por animais, plantas e minerais,
mas também por seres humanos que devem
aprender a aprender sempre, se indisciplinando,
teimando e desconstruindo quaisquer formas de
engessamento de saberes.
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“Qualquer um pode zangar-se – isso é fácil.
Mas zangar-se com a pessoa certa, na
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Vii seminário estácio de sá indisciplina uma forma de aprendizagem

  • 1. O objetivo ao escrever sobre o tema Indisciplina foi compreender o potencial criativo e construtivo da mesma e se é possível utilizá-la de forma relacional para aprendizagem: aluno-professor-família-escola, ou seja, a participação conjunta nesse processo para o benefício do educando. Havia uma ideia clara sobre o que iria se escrever. No entanto, a clareza de qualquer ideia, somente é, de fato, evidenciada, após uma pesquisa e confrontações: convergentes e divergentes. Sendo assim, a proposta inicial era combater a indisciplina, ou seja, pesquisar instrumentos que possibilitassem, ao educador, a extinção da indisciplina em sala de aula. Mas, existia algo que não sabíamos, e após pesquisa em livros, em sala de aula, na sala dos professores e em entrevistas semiestruturadas, constatou-se que, não tinha um simples elemento, importante e modificador da proposta inicial: o conhecimento do conceito de indisciplina e de disciplina visto pelo próprio olhar do educador. Ouviu-se depoimentos, foram lidas as experiências e teorias sobre a educação. Comprovou- se que, enquanto o professor se dedica à sua exposição, os estudantes falam o tempo todo, parecendo não considerar a presença do mesmo em sala de aula. Conversas, as mais diversas. Mas, por que tanta conversa paralela, se o objetivo do aluno é ir para escola aprender? Por qual (is) motivo (s) os alunos não prestam atenção na aula? O Que pode o educador fazer diante deste cenário aparentemente caótico e desanimador? Estas atitudes dos alunos sugerem uma total e completa indisciplina? Não seria o caso de aplicarmos punições severas como no passado? A partir dessas reflexões, considerou-se o seguinte: A (s) Indisciplina (s) que ocorre (m) em sala de aula parece (m) ser uma forma de resistência do aluno às metodologias aplicadas. Uma sinalização aos professores e à escola, que as metodologias não estão acompanhando as transformações socioculturais e cognitivas, nem as modificações tecnológicas e de comunicabilidade da atualidade. É como se estivessem em jogo elementos valorativos sobre autoridade e conhecimento que se enfrentam através de papéis sociais vivenciados por professor–aluno– escola. O aluno da educação básica, que tem potencial, que aprende muitas coisas e participa de muitas atividades, pela indisciplina se expressa: “Para que serve isto que você fala? Como posso aplicar isto em meu dia a dia? Você não entende o que eu passo como pode querer ter autoridade sobre o que devo ou não aprender/fazer? ”. Esses questionamentos não ocorriam nas décadas de 70 e 80, com o advento da Internet, o processo de comunicação/informação se tornou acessível e veloz, permitindo aos alunos conhecerem outras realidades e ao mesmo tempo refletirem sobre a própria condição social. Mas como é possível utilizar o potencial da indisciplina em benefício do aprendizado e do desenvolvimento para uma visão democrática e cidadã? A pesquisa considerou os aspectos positivos na indisciplina, podendo até ser uma forma de aprendizagem, quando utilizada para fazer o educando refletir sobre um sentimento de pertencimento em seu ambiente, que não se limita a casa, vizinhança, mas se amplia à escola e além da escola, permitindo a esse educando que, ao usar a energia da indisciplina que não aceita a mesmice, o conformismo os parâmetros que engessam o aprendizado, aprende a usar a materialidade da teoria, o que aprende em sala, tornando-o cidadão crítico, humanitário, autor de sua própria história e, acima de tudo um cidadão planetário (Gadotti, 1998) que, respeitando as diversidades, luta pela igualdade social, pela inclusão das diferenças e prática de uma sustentabilidade social/ambiental, pois o meio ambiente não é constituído apenas por animais, plantas e minerais, mas também por seres humanos que devem aprender a aprender sempre, se indisciplinando, teimando e desconstruindo quaisquer formas de engessamento de saberes. INDISCIPLINA – UMA FORMA DE APRENDIZAGEM CLAUDIO, AUTOR – Faculdade de Belford Roxo MARCÉLIA, CO-AUTORA – Faculdade de Belford Roxo
  • 2. “Qualquer um pode zangar-se – isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa – não é fácil.” Aristóteles Ética a Nicômaco INDISCIPLINA – UMA FORMA DE APRENDIZAGEM CLAUDIO, AUTOR – Faculdade de Belford Roxo MARCÉLIA, CO-AUTORA – Faculdade de Belford Roxo
  • 3. INTRODUÇÃO INDISCIPLINA – UMA FORMA DE APRENDIZAGEM CLAUDIO, AUTOR – Faculdade de Belford Roxo MARCÉLIA, CO-AUTORA – Faculdade de Belford Roxo
  • 4. INTRODUÇÃO INDISCIPLINA – UMA FORMA DE APRENDIZAGEM CLAUDIO, AUTOR – Faculdade de Belford Roxo MARCÉLIA, CO-AUTORA – Faculdade de Belford Roxo
  • 5. DISCIPLINA & INDISCIPLINA INDISCIPLINA – UMA FORMA DE APRENDIZAGEM CLAUDIO, AUTOR – Faculdade de Belford Roxo MARCÉLIA, CO-AUTORA – Faculdade de Belford Roxo
  • 6. UM OLHAR SOBRE A DISCIPLINA INDISCIPLINA – UMA FORMA DE APRENDIZAGEM CLAUDIO, AUTOR – Faculdade de Belford Roxo MARCÉLIA, CO-AUTORA – Faculdade de Belford Roxo
  • 7. UM OLHAR SOBRE A INDISCIPLINA INDISCIPLINA – UMA FORMA DE APRENDIZAGEM CLAUDIO, AUTOR – Faculdade de Belford Roxo MARCÉLIA, CO-AUTORA – Faculdade de Belford Roxo
  • 8. EDUCAÇÃO & INSTRUÇÃO INDISCIPLINA – UMA FORMA DE APRENDIZAGEM CLAUDIO, AUTOR – Faculdade de Belford Roxo MARCÉLIA, CO-AUTORA – Faculdade de Belford Roxo
  • 9. INDISCIPLINA ESCOLAR ORIGENS E CONSEQUÊNCIAS INDISCIPLINA – UMA FORMA DE APRENDIZAGEM CLAUDIO, AUTOR – Faculdade de Belford Roxo MARCÉLIA, CO-AUTORA – Faculdade de Belford Roxo
  • 10. O PAPEL DO EDUCADOR – FINALIDADE E ATUAÇÃO INDISCIPLINA – UMA FORMA DE APRENDIZAGEM CLAUDIO, AUTOR – Faculdade de Belford Roxo MARCÉLIA, CO-AUTORA – Faculdade de Belford Roxo
  • 11. PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA INDISCIPLINA – UMA FORMA DE APRENDIZAGEM CLAUDIO, AUTOR – Faculdade de Belford Roxo MARCÉLIA, CO-AUTORA – Faculdade de Belford Roxo
  • 12. CONSIDERAÇÕES INDISCIPLINA – UMA FORMA DE APRENDIZAGEM CLAUDIO, AUTOR – Faculdade de Belford Roxo MARCÉLIA, CO-AUTORA – Faculdade de Belford Roxo
  • 13. CONSIDERAÇÕES FINAIS INDISCIPLINA – UMA FORMA DE APRENDIZAGEM CLAUDIO, AUTOR – Faculdade de Belford Roxo MARCÉLIA, CO-AUTORA – Faculdade de Belford Roxo
  • 14. MUITO OBRIGADO LIVRO EM CONSTRUÇÃO: TRANSFERÊNCIA E CONTRATRANSFERÊNCIA EM SALA DE AULA INDISCIPLINA – UMA FORMA DE APRENDIZAGEM CLAUDIO, AUTOR – Faculdade de Belford Roxo MARCÉLIA, CO-AUTORA – Faculdade de Belford Roxo

Notas do Editor

  1. GUARDA COMPARTILHADA SOB O VIÉS DA LEI No. 11698/2008 E O PODER FAMILIAR
  2. GUARDA COMPARTILHADA SOB O VIÉS DA LEI No. 11698/2008 E O PODER FAMILIAR
  3. GUARDA COMPARTILHADA SOB O VIÉS DA LEI No. 11698/2008 E O PODER FAMILIAR
  4. GUARDA COMPARTILHADA SOB O VIÉS DA LEI No. 11698/2008 E O PODER FAMILIAR
  5. GUARDA COMPARTILHADA SOB O VIÉS DA LEI No. 11698/2008 E O PODER FAMILIAR
  6. GUARDA COMPARTILHADA SOB O VIÉS DA LEI No. 11698/2008 E O PODER FAMILIAR
  7. GUARDA COMPARTILHADA SOB O VIÉS DA LEI No. 11698/2008 E O PODER FAMILIAR
  8. GUARDA COMPARTILHADA SOB O VIÉS DA LEI No. 11698/2008 E O PODER FAMILIAR
  9. GUARDA COMPARTILHADA SOB O VIÉS DA LEI No. 11698/2008 E O PODER FAMILIAR
  10. GUARDA COMPARTILHADA SOB O VIÉS DA LEI No. 11698/2008 E O PODER FAMILIAR
  11. GUARDA COMPARTILHADA SOB O VIÉS DA LEI No. 11698/2008 E O PODER FAMILIAR
  12. GUARDA COMPARTILHADA SOB O VIÉS DA LEI No. 11698/2008 E O PODER FAMILIAR
  13. GUARDA COMPARTILHADA SOB O VIÉS DA LEI No. 11698/2008 E O PODER FAMILIAR
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