Atps fundamentos sociológicos da educação pronta 1

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Atps fundamentos sociológicos da educação pronta 1

  1. 1. UNIVERSIDADE ANHANGUERA – UNIDERP CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CURSO DE PEDAGOGIA Fundamentos Sociológicos da Educação KEULENE KAROLINE DE F. PEREIRA RA: 413911 TATIANE SILVA E SILVA RA: Atividade Prática Supervisionada (ATPS) entregue como requisito para conclusão da disciplina “Fundamentos Sociológicos da Educação”, sob orientação do Professor-Tutor à distância Marciene Aparecida dos Santos Reis Luciana Haddad Ferreira. Polo Unieducação 7109 Goiânia 2014
  2. 2. Desafio O presente desafio consiste na produção de um Portfólio Virtual, ou seja, um conjunto de registros argumentativos, críticos e reflexivos sobre a temática da Sociologia da Educação e sua representação na sociedade. Ao entender que a Sociologia estuda a vida dos indivíduos em sociedade sua origem, desenvolvimento, organização, grupos sociais e cultura, compreende se que, além de investigar as relações entre os sujeitos e seu coletivo, seu estudo permite interpretar problemas e refletir sobre os processos de transformação destas relações/estruturas sociais. Este desafio torna se relevante para a formação de profissionais críticos, que entendam não somente as situações problematizadas em aula, mas que atuem com consciência na sociedade, ao cotejarem as diversas teorias e práticas presentes no universo acadêmico, e ao proporem e produzirem situações de aprendizado reflexivo em relação às vivências. Para a resolução deste desafio, a equipe deverá ler artigos e obras, assistir a filme e elaborar textos crítico reflexivos. Objetivo do Desafio Produção de um Portfólio Virtual sobre a temática da Sociologia da Educação e sua representação na sociedade.
  3. 3. INTRODUÇÃO Através deste trabalho, buscaremos retratar o cotidiano escolar que tanto vem afligindo toda uma sociedade, que desacreditada da escola, os alunos vêem se evadindo do ambiente escolar e ou tornando-o violento e desinteressante. Abordaremos no presente trabalho questões importantes sobre o papel da escola na solução dos problemas que interferem na aprendizagem dificultando o crescimento intelectual do aluno no desenvolvimento do seu senso de autocrítica para analisar e agir como um sujeito construtor e modificador da realidade social que vive. Segundo, BATTINI, Okçana, (2009, p.126): Desde o ensinar uma criança a falar “direito”, que era esquecer a maneira de se falar paraaprender uma forma letrada e única, de uma brasilidade inexistente, até esse apagamento de nossas tradições populares em nome, muitas vezes, de uma incorporação de valores universais que nos pareciam até desfigurados em nossa educação. O presente trabalho tem o objetivo de retratar as dificuldades encontradas pelo docente no âmbito escolar observando-se a educação e o progresso não se articulam em virtude da educação no Brasil está aquém da expectativa do nível esperado para esperado para os países em desenvolvimento. Diante dos fatos evidenciados no texto é possível perceber que o educador encontra-se desorientado com tantos conflitos existentes dentro de uma sala.
  4. 4. DESENVOLVIMENTO O objetivo deste texto é o de refletir sobre os Fundamentos Sociológicos da Educação, tendo como eixo a efetividade do ensino de sociologia da educação ou como se chama nessa grade curricular, ensino dos Fundamentos Sociológicos da Educação. Começo, então com algumas perguntas que tentaremos discutir ao longo do artigo. Para que servem os fundamentos sociológicos da educação? Qual sua função na formação de professores para a educação infantil e das séries iniciais do ensino fundamental? Em que sentido se insere na proposta geral do curso? O quê e como ensinar nessa disciplina “sociologia da educação”? E aí cabe a pergunta: quais são os fundamentos sociológicos da educação? São perguntas pertinentes a todos nós envolvidos com a formação de professores. São perguntas queteremos que responder aos alunos, mas que eles só irão compreender no final do curso, ou, ainda quando estiverem atuando como profissionais; ou, quem sabe se prosseguirem os estudos em nível superior. Mas, o fato é que precisamos enfrentar essas questões e, se possível, coletivamente no trabalho escolar. O objetivo é problematizar, debater ou ainda alimentar o debate nas escolas. Não tenho receitas ou fórmulas mágicas para oferecer como nos programas de TV, nas palestras midiáticas de colegas da educação que tentam nos iludir com diagnósticos simplistas e soluções ainda mais ingênuas. 1. Para Que Servem Os Fundamentos Sociológicos Da Educação? Qual Sua Função Na Formação De Professores Para A Educação Infantil e Das Série Iniciais Do Ensino Fundamental? O sociólogo francês Christian Baudelot, tentando responder às questões semelhantes a essas propôs que a sociologia da educação servisse para instrumentalizar os professores com mapas que os ajudassem a traçar seus itinerários, veja o que ele diz:
  5. 5. No fundo o trabalho do sociólogo da educação se assemelha ao trabalho de um cartógrafo. Levantar o mapa escolar, proceder ao levantamento topográfico do terreno e do relevo, representar uma escala precisa os principais maciços da paisagem escolar, medir os caudais dos rios, ter os mapas em dia, eis aqui em que o sociólogo da educação pode ajudar o professor. Pode ajudá-lo a orientar-se na “floresta” escolar. Ajudá-lo a orientar-se e nãoguiá-lo. Caberá aos professores depois traçar, com o mapa na mão, seus próprios itinerários em função de suas opções e da natureza do terreno em que se encontram. (Baudelot, 1991) A sociologia da educação comporia o arsenal teórico que ajudaria os professores a se orientarem, juntamente com as outras disciplinas, mas que deveria oferecer aos futuros professores instrumentos para olhar a sociedade e a escola, as crianças, as famílias, a sua prática docente e o contexto macro social e político.
  6. 6. RESENHA ENTRE os Muros da Escola. Direção: Laurent Cantet. Produção: Caroline Benjo e Carole Scotta. Paris: Imovision, 2008. 1 DVD. Palavras-chave: ensino; vernáculo; prática docente. Há anos são discutidas questões acerca do ensino de língua materna no Brasil. Com o filme Entre os Muros da Escola percebemos que os problemas enfrentados por nós brasileiros não são exclusivos de nosso país. Embora a organização burocrática do ensino, a estrutura das escolas e as realidades de professores e de alunos sejam diferentes daquelas encontradas no Brasil, o retrato feito por Laurent Cantet nos mostra que nosso país não está tão atrás no que tange à educação mundial. O filme, baseado no livro homônimo escrito por François Bégaudeau, retrata sua prática docente do próprio Bégaudeau, autor e personagem da história. Bégaudeau é jornalista, professor e autor de dois romances: Jouer juste (Jogar justo), de 2003 e Dans la diagonale (Na diagonal), de 2005. Escreveu tambémuma ficção biográfica sobre o vocalista da banda inglesa Rolling Stones chamado Un démocrate Mick Jagger 1960-1969 (Um democrata Mick Jagger 1960-1969), de 2005. Sua obra Entre les murs (Entre os muros da escola), de 2006, ganhou o prêmio France Culture/Télerama no ano de lançamento. Tão aclamado pela crítica cinematográfica quanto o livro, pela literária, o filme ganhou o Palme d’Or do Festival de Cannes também no ano em que foi lançado. O filme é inteiramente gravado na escola com exceção de duas cenas que mostram a chegada dos professores. As cenas na escola mostram a convivência dos professores, da coordenadora e do diretor em suas relações com alunos e pais. Os atores todos representaram seus reais papéis, desde François, personagem principal. François, personagem citado anteriormente, é o professor de uma escola que atende tanto a alunos parisienses, como também aqueles provindos de antigas colônias francesas (como o Reino de Marrocos e a República de Mali), bem como de outros países, como o casal de irmãos asiáticos, filhos de imigrantes ilegais. O professor, frente ao contexto heterogêneo em sala, em meio a tantas culturas, prende-se cada vez mais ao ensino de uma língua normatizada pela gramática, temendo talvez não conseguir arcar com os diferentes dialetos trazidos por seus alunos. Conduz, assim, aulas expositivas nas quais mostra e explica os conteúdos gramaticais com exemplos descontextualizados. Isso constitui o foco de alguns dos questionamentos que osalunos levantam: o nome do sujeito de uma das frases expostas pelo professor (o nome inglês Bill, que duas alunas julgam esquisito e pedem para substituir por Aïïïsata, nome mais comum para elas); o desuso, pela população, dos tempos verbais mais formais (imperfeito do subjuntivo).
  7. 7. Dois momentos chamam bastante atenção no que tange ao andamento das aulas por representarem uma realidade também presente no Brasil. O primeiro momento diz respeito à aula na qual o professor pede que os alunos leiam um texto e apontem as palavras que desconhecem. Após escrever as palavras no quadro, o professor passa a perguntar aos alunos se eles sabem o que significam as palavras e escreve frases contendo-as, de maneira que os alunos possam descobrir, em outro contexto, de que se tratam aquelas palavras. O segundo momento diz respeito à aula na qual o professor fala sobre o imperfeito do subjuntivo a partir de um exemplo demonstrado no quadro e os alunos não aceitam, dizendo ser algo que apenas os burgueses usam. Enquanto o professor explica que sim, que o imperfeito do subjuntivo é uma construção que faz parte de um determinado registro da língua, uma aluna pergunta como saber que palavra empregar em cada registro. Inseguro, o professor responde ser algo que se aprende com a prática e que é preciso aprender a usar a intuição. É preciso observar atentamente esses dois momentos: em ambos, vemos o uso de exemplos recortados, frases criadas pelo próprio professor e que se adaptam exatamente aoque ele tenta explicar. No que tange ao significado das palavras, François poderia ter optado por ensinar aos alunos a buscar no próprio texto algo que sugerisse o significado das palavras, trabalhando assim sua maturidade em leitura. Quanto à aula sobre o imperfeito do subjuntivo, a atitude de François é repetida pelos professores acostumados a trabalhar a gramática normativa, distante da realidade do aluno e também do uso que fazem da língua. Frente a um questionamento como o exposto no final do parágrafo anterior, os professores não encontram respostas nos livros e, despreparados, respondem imprudentemente. Pressupõe-se então que o tempo reservado para a reflexão sobre a prática docente e para o planejamento das aulas não existe, uma vez que, inclusive, não é retratado no filme. O momento em que a prática docente é realmente colocada em cheque na película ocorre na cena em que os professores preocupam-se com a situação de um aluno que será expulso da escola como medida disciplinar. Os professores questionam-se se fizeram tudo o que poderiam para ajudar esse aluno, depois de uma aluna ter dito que o rapaz seria mandado de volta para Mali pelo pai caso saísse da escola. François questiona-se, principalmente, se não seria apenas inércia mandá-lo para outra escola sem dedicar um momento para estudar a questão que envolvia esse estudante mais a fundo. No fim, os professores acabam por concluir que o destino daquele aluno não estava mais em suas mãos e que as atitudes delelevaram-no à expulsão. Sem tempo para planejar as aulas, ou tendo esse tempo reduzido a seus dias de folga, os professores não podem pensar em questionamentos como os expostos pelos alunos, ou em maneiras diferentes de tratar o conteúdo. Quando uma proposta pedagógica que considera mais a interdisciplinaridade e o pensamento crítico dos alunos, enriquecendo o trabalho de professor e alunos, aparece, o professor François se mostra receoso: ele nega a proposta de Fréderic, professor de História e Geografia, de passar aos alunos leituras de Voltaire, autor francês que se enquadra no período histórico que será trabalhado. O livro escolhido
  8. 8. por Françoischamado O diário de Anne Frank, está distante da realidade francesa que, embora tenha resquícios de uma influência nazista, não teve sua cultura tão afetada quanto à alemã pela Segunda Guerra Mundial. Nota-se que professor e alunos mantêm-se saudavelmente distantes, em virtude do poder exercido por aquele sobre estes, e reafirmado constantemente durante as aulas, quando, por exemplo, François cobra que os alunos saibam a resposta correta. O poder da instituição de ensino é também constantemente reafirmado: os alunos têm de se levantar para receber o diretor; devem permanecer na sala ao final da aula caso o professor os solicite; têm uma agenda na qual o professor escreve recados para os pais sobre o comportamento do aluno e ficam em fila para entrar em sala, sendo recebidos pelo professor que entra por último.Estabelecendo uma comparação com as escolas brasileiras, perdeu-se há muito o hábito de receber de pé o diretor ou qualquer outra figura de poder. A agenda como estratégia de coerção é mantida apenas por algumas escolas particulares, mas o aluno ainda pode ser solicitado a permanecer no final da aula para falar com o professor, ou mesmo como medida punitiva de seu mau comportamento. A autonomia do professor torna-se um problema quando ele passa a pensar que apenas por meio da força far-se-á entender. Nesse momento, François altera-se e ofende duas alunas comparando-as vagabundas pelo comportamento na reunião do conselho, da qual também participavam professores e pais. As alunas levam seu descontentamento à coordenadora, que chama a atenção de François, o qual, deixando-se levar pela raiva, segue as alunas no pátio e inicia uma discussão que envolve toda a turma. Dessa maneira, as relações entre professores e alunos parecem depender de quem tem mais razão, sendo o professor sempre defendido pela escola, não havendo em momento nenhum uma discussão pacífica e sensata. No filme, o professor tem sua ação limitada apenas pela própria escola, estando hierarquicamente abaixo da coordenadora e do diretor, os quais, entretanto, não se sobrepuseram a ele no caso relatado acima. Embora advertido e tendo de responder a um relatório sobre a questão, ao professor François continua a ser creditado o controle sobre a turma. Concomitantemente, a ação dos alunos está sob total controle da escolarepresentada diretamente pela figura do professor. Nesse ponto, percebemos que a única liberdade que têm os alunos é individualidade: eles não usam farda, chegando a vestir-se de maneira inapropriada para o ambiente escolar, o que não parece constituir problema. Essa realidade aparece mais claramente no livro, embora possa ser percebida também no filme, e diverge bastante da realidade enfrentada pelos brasileiros. Aqui no Brasil, mesmo os alunos de escolas públicas usam farda, ainda que esta seja constituída apenas por uma calça azul e uma blusa branca, tornando-os identificáveis e reduzindo sua individualidade às capas dos cadernos e às cores das mochilas. Notamos que, segundo o que é mostrado no filme, o trabalho de François ainda é bastante restrito ao sistema que parece irredutível quanto a essas questões da relação ensino-aprendizagem.
  9. 9. E tal sistema, como no Brasil, não é formado pelas leis que o regem, mas pela prática de quem dele participa. Ainda que tenhamos leis e diretrizes que deem base para que mudemos nossa prática docente, parecemos sempre incorrer aos baixos salários e às demais dificuldades da profissão tão exploradas pela mídia.
  10. 10. Podemos Observar nas imagens acima que realmente vivemos em uma sociedade injustas onde muitas pessoas não se preocupam com os seus semelhantes. Texto Crítico: Observa-se atualmente um grande desinteresse por parte de alguns educadores no ato de ensinar em virtude dadesvalorização profissional, do desinteresse das famílias em acompanhar o desenvolvimento da aprendizagem de seus filhos transferindo a responsabilidade para o educador. Antigamente cabia ao professor a tarefa de ensinar. Hoje lidamos com todos os tipos de problemas alheios ao âmbito escolar que interferem significativamente na aprendizagem dos alunos tornando uma atividade trabalhosa, despertar e desenvolver um aluno crítico, consciente de suas possibilidades de modificar e construir uma realidade social melhor. A natureza do trabalho docente é a mediação da relação cognoscitiva entre o aluno e as matérias de ensino, isso significa que o ensino de história, por exemplo, não é só transmissão de informações, mas também deve se tornar uma possibilidade de repensar a prática cotidiana dos sujeitos sociais. Sendo assim, é importante que o educador e o aluno se organizem de maneira que favoreça tanto o ato de ensinar como o de aprender. O docente mediador não é só um transmissor de informações, mas deve ser capaz de tornar seu aluno sujeito crítico e pensante. Podemos citar como exemplo numa turma de quinto ano, atividade artística com a música: “Para não dizer que não falei das flores” do compositor Geraldo Vandré que foi perseguido por causa da letra na época da ditadura militar. Durante esse trabalho podemos ilustrar, fazer recortes de jornais e revistas que falem do período da ditadura militar, propiciando o desenvolvimento de análise critico reflexiva ao educando. Podemos concluiressa atividade com uma apresentação artística sobre a música. Observou-se que a educação sofreu uma grande complexidade da evolução humana ao constatar através dos questionamentos dos alunos sobre os problemas vividos na sociedade sugerindo ações para modificar a realidade que está vivendo. Entendeu-se que é inquestionável a importância do educador como transmissor dos conhecimentos necessários para despertar no aluno a capacidade de construir sua cidadania de maneira que o torne capaz de modificar positivamente a realidade social que vive.
  11. 11. Percebe-se através do meio de comunicação que no Brasil o ensino foi afetado politicamente através de movimentos populares questionando o quadro de desorganização da sociedade e da escola, entre repetência, elevado índice de pessoas analfabetas e por conseqüência a desmotivação do educador com o ato de ensinar. Diante dos fatos acima citados, a educação atualmente vem sofrendo com o descrédito da sociedade que não vê a instituição educacional como um norteador na vida de uma pessoa. A tarefa do professor atualmente é árdua. Ele lida diariamente com as diversidades culturais e sociais, não encontrando ajuda das famílias e nem do poder público, deixando ao professor não só a tarefa de ensinar e de dar conta de problemas alheios a sua função.
  12. 12. Referências bibliográficas •Introdução à Sociologia de Durkheim Disponível em:<http://www.educacional.com.br/upload/dados/materialapoio/3710007/8200100/Introdu%C3%A7%C3%A3o%20%C3% A0%20%20Sociologia%20de%20Durkheim.p df>. Acesso em: 21 out 2014. •Compartilhado em: <https://dl.dropboxusercontent.com/u/59805542/ATPS-TEXTOS/ Introdu%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A0%20%20Sociologia%20de%20Du rkheim.pdf>. Acesso em: 21 out 2014. •FERREIRA, Rosilda Arruda. Sociologia da Educação :Uma análise de suas origens e desenvolvimento a partir de um enfoque da sociologia do conhecimento. Disponível em: <http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/rle/n7/n7a07.pdf> .Acesso em: 21 out 2014. •NOGUEIRA, Cláudio Marques Martins; NOGUEIRA, Maria Alice. A sociologia da educação de Pierre Bourdieu: limites e contribuições. Disponível em: <> . Acesso em: 21 out 2014. •Fonte:<http://www.cbpf.br/~eduhq/html/tirinhas/tirinhas_assunto/sociologia/sociologia.php?pageNum_Recordset1Sociolo gia=13&totalRows_Recordset1Sociologia=42>. Acesso em: 21 out 2014. •Fonte: <http://sociologado.wordpress.com/2011/01/23/63/>. Acesso em: 21 maio 2014.CARVALHO, Alonso B.; SILVA, Calis S. Sociedade e Educação: Leituras e Interpretações. São Paulo: Avercamp, 2006. PLT 156.

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