Concepção bancária da educação

5.448 visualizações

Publicada em

Concepção bancária de educação e a dialogicidade como essência da educação como prática de liberdade, segundo Paulo Freire.
Livro: "Pedagogia do Oprimido", Paulo Freire.

Publicada em: Educação
0 comentários
3 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
5.448
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
110
Comentários
0
Gostaram
3
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Concepção bancária da educação

  1. 1. Concepção bancária de educação e dialogicidade como essência da educação como prática de liberdade. Segundo Paulo Freire.
  2. 2. Estudos Sócio-Históricos e Culturais da Educação Atividade de Portfólio Aula 03: A educação no Brasil: as relações entre educação e sociedade Micaele Mayra Torres Henrique Licenciatura em Matemática Polo de Maranguape Tutora: Adriana Paula da Silva Amorim
  3. 3. Educadores x Educandos: visão "bancária" da educação • A narração, de que o educador é o sujeito, conduz os educandos à memorização mecânica do conteúdo narrado. • A educação se torna um ato de depositar, em que os educandos são depositários, e o educador, o depositante.
  4. 4. • Educador: transmite valores e conhecimentos. • Educandos: seres da adaptação, ajustamento.
  5. 5. • Não pode haver conhecimento, pois os educandos não são chamados a conhecer, mas a memorizar o conteúdo narrado pelo educador. Não realizam nenhum ato cognoscitivo, uma vez que o objeto que deveria ser posto como incidência de seu ato cognoscente é posse do educador e não mediatizador da reflexão crítica de ambos.
  6. 6. A visão "bancária" minimiza o poder criador dos educandos, estimulando sua ingenuidade e não sua criticidade, satisfaz aos interesses dos opressores.
  7. 7. Visão da educação libertadora
  8. 8. Educação libertadora, problematizadora: • Um ato cognoscente. • Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo. • Não mais educador do educando, mas educadoreducando com educando-educador.
  9. 9. • A e d u c a ç ã o p ro b l e m a t i z a d o r a , d e c a r á t e r autenticamente reflexivo, implica num constante ato de desvelamento da realidade. • Enquanto a visão "bancária" mantem a imersão; a educação libertadora, pelo contrário, busca a emersão das consciências, de que resulte sua inserção crítica na realidade.
  10. 10. • O movimento de busca, porém, só se justifica na medida em que se dirige ao ser mais, à humanização dos homens. • O diálogo é o encontro dos homens, mediatizados pelo mundo, para pronunciá-lo, não se esgotando, portanto, na relação eu-tu. • Não pode realizar-se ao isolamento, no individualismo, mas na comunhão.
  11. 11. A humanização começa com a sua opinião.

×