SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 100
Baixar para ler offline
O Universo
A observação do céu e o começo
da Astronomia
• O céu sempre foi motivo de fascínio e
interesse para o ser humano. Desde as
primeiras civilizações, o ser humano teria
observado o céu, admirando a passagem
do Sol, da Lua, das estrelas, dos planetas
e de outros astros e acontecimentos
celestes.
A observação do céu e o começo
da Astronomia
Stonehenge é um monumento
de pedras de aproximadamente
4.000 anos, localizado no Sul da
Inglaterra. A posição das pedras
sugere que seus construtores já
conheciam e podiam prever o
início das estações do ano
Sítio megalítico (“pedras grandes”) de
Callanish, na Escócia. Alinhamentos e
círculos serviam como marcos
indicadores de importantes pontos do
horizonte, como as posições do
nascer e pôr do Sol e da Lua, ao
longo do ano.
Observando o céu
• As primeiras observações que o ser
humano fez do céu foram feitas a olho nu,
pois ainda não existiam telescópios
• O que será que era observado?
Constelações
Constelações
• Conjunto de estrelas;
• Orientação e localização
para navegação
• Movimento da Terra em
torno do Sol permite que
algumas constelações
sejam visíveis
Observando as estrelas no céu
• Na Antiguidade, os primeiros povos tinham
a impressão de que as estrelas parecem
estar todas à mesma distância da Terra e
próximas umas das outras.
• Hoje, usando instrumentos de observação,
sabemos que isso não é verdade. Veremos
alguns exemplos no final.
Observando o espaço
A caminho do espaço
• Usando a imaginação, os povos antigos
relacionaram os agrupamentos de estrelas
com algumas figuras para facilitar a
identificação desses grupos no céu.
Animais (urso, lince, baleia, lobo, corvo),
objetos (cruz, balança, taça, lira) e seus
heróis da mitologia (centauro, dragão,
pégaso, Hércules) passaram a dar nome às
constelações.
Observando as estrelas no céu
Constelações
Constelações e mitologias
• Conhecendo as constelações e o nome delas, ficava
mais fácil navegar, pois a orientação nos mares era feita
pelas estrelas.
• Além disso, era possível definir as estações do ano e
fazer calendários.
• Em cada época do ano, com o movimento da Terra em
torno do Sol, algumas constelações ficam visíveis.
• Os astrônomos dividem o céu em 88 constelações.
Então é por isso que são 88
armaduras entre os Cavaleiros de
Atena?
(Cavaleiros do Zodíaco)
Astronomia ou Astrologia:
qual a diferença entre elas?
Astronomia x Astrologia
• Astronomia é a ciência que estuda corpos celestes e fenômenos que se
originam fora da atmosfera da Terra.
• Astrologia não é uma ciência. Ela procura explicar a influência dos astros celestes sobre
os indivíduos. A astrologia não usa o método científico, é imprecisa, muito genérica e não
se atualiza.
Astronomia x Astrologia
Adivinhe o signo
“Você tem uma necessidade de ser querido e admirado por
outros, e mesmo assim você faz críticas a si mesmo. Você possui
certas fraquezas de personalidade mas, no geral, consegue
compensá-las. Você tem uma capacidade não utilizada que ainda
não a tomou em seu favor. Disciplinado e com auto-controle, você
tende a se preocupar e ser inseguro por dentro. Às vezes tem
dúvidas se tomou a decisão certa ou se fez a coisa certa. Você
prefere certas mudanças e variedade, e fica insatisfeito com
restrições e limitações. Você tem orgulho por ser um pensador
independente, e não aceita as opiniões dos outros sem uma
comprovação satisfatória. Mas você descobriu que é melhor não
ser tão franco ao falar de si para os outros. Você é extrovertido e
sociável, mas há momentos em que você é introvertido e
reservado. Por fim, algumas de suas aspirações tendem a fugir da
realidade.”
(Teste de Bertrand Forer, 1948)
Astronomia
• Os registros astronômicos mais antigos apareceram entre os chineses,
babilônios, assírios e egípcios e datam de, aproximadamente, 3.000
a.C. No começo, os astros eram estudados mais por motivação mística,
já que esses povos acreditavam que os corpos celestes tinham
influência sobre a vida na Terra (Astrologia).
• Com o tempo, passaram a se estabelecer relações matemáticas para
analisar as variações observadas nos movimentos da Lua e dos
planetas, permitindo a contagem do tempo a partir de ciclos que se
repetiam no céu, montando-se calendários, prevendo-se a melhor
época de plantio e colheita, etc.
• Nas Américas, os quéchuas (do império Inca), os maias e os astecas
também desenvolveram calendários e diversos monumentos foram
construídos de acordo com os alinhamentos astronômicos.
Modelos geocêntrico e heliocêntrico
• Os gregos desenvolveram a Astronomia e procuraram
explicar os fenômenos naturais pela própria natureza.
Observando que muitos astros mudavam de posição, vários
modelos foram elaborados para descrever seus
movimentos, entre eles os modelos geocêntrico e
heliocêntrico.
• Um modelo é a representação de uma ideia ou um sistema,
cuja finalidade é explicá-los, para facilitar sua compreensão.
Modelos geocêntrico e heliocêntrico
• Modelo Geocêntrico: proposto pelo filósofo grego
Aristóteles (384-322 a.C.), que imaginava a Terra
como centro do Universo e os corpos celestes girando
ao seu redor. Essa ideia do geocentrismo permaneceu
até o século XV e também era defendida por Ptolomeu
(87-151 d.C.)
• Modelo Heliocêntrico: neste modelo, o Sol passa a
ser considerado o centro do Universo, com os astros
girando ao seu redor. Aristarco de Samos (310-230
a.C.) foi quem primeiro defendeu essa ideia, e
séculos depois, Nicolau Copérnico (1473-1543),
entre outros, retomou a mesma ideia. Outro cientista
que defendeu essa ideia foi Galileu Galilei (1564-
1642)
Nicolau Copérnico
(1473-1543)
Galileu Galilei (1564-1642)
Museu Galileo, em Florença,
na Itália. Alguns instrumentos
de observação dos astros de
Galileu.
Conceitos básicos em Astronomia
• Universo: é tudo que existe no espaço e no tempo e todas as formas de
matéria, incluindo todos os planetas, estrelas, galáxias, os componentes do
espaço intergaláctico, as partículas subatômicas e a energia. É o mesmo
que cosmo.
• Galáxia: são formadas por estrelas e nebulosas. Uma galáxia pode conter
milhões ou bilhões de estrelas e possui formas variadas. A nossa galáxia é a
Via Láctea e é formada por centenas de bilhões de estrelas e nebulosas.
• Nebulosa: é uma nuvem de gases e poeira estelar que representam a maior
parte do Universo.
• Estrela: são corpos celestes que emitem calor e têm luz própria por causa
das altíssimas temperaturas em seu interior. Constelação é um grupo de
estrelas ligadas por linhas imaginárias que formam um desenho.
• Planeta: Astro que gira ao redor de uma estrela e são iluminados por ela, ou
seja, não possuem luz própria
Universo: conjunto de galáxias
As Galáxias
• Enorme aglomerado
de estrelas, nuvem de
gás, poeiras e outros
corpos;
• Nosso sistema solar
está inserido na Via
Láctea;
• Via Láctea: extensão
de120 mil anos-luz e
500 bilhões de estrelas
Via Láctea: nossa galáxia
Galáxia M31 (Andrômeda)
(acreditava-se que era uma nebulosa)
As estrelas
• Formam-se através de
nebulosas;
• São diferentes dos
planetas pois produzem
sua própria luz e calor;
• O que vemos é a luz
emitida pela estrela;
Supernova: explosão de uma estrela que apaga por um instante uma galáxia inteira
e irradia tanta energia quanto se espera que uma estrela emita por toda sua vida.
As estrelas
• Quando olhamos para uma estrela, o que vemos é o
passado dela.
• O Sol e as outras estrelas emitem luz. Quando
observamos uma estrela, o que captamos é a luz
emitida por ela no espaço. Mas a luz demora um certo
tempo para ir de um ponto ao outro: ela não se propaga
instantaneamente.
• A luz é uma forma de energia que viaja com a incrível
velocidade de 300 mil quilômetros por segundo! Mas,
como as distâncias entre os corpos celestes são
enormes, pode demorar muito para que a luz de uma
estrela chegue até nós.
O ano-luz: medida de distância no Universo
• É a distância percorrida pela luz em um
ano, no espaço.
• Como a luz tem a velocidade de 300 mil
quilômetros por segundo, em um ano, a
luz percorre cerca de 10 trilhões de
quilômetros ou
As estrelas
As estrelas
• Formam-se através
de nebulosas;
• São diferentes dos
planetas pois
produzem sua própria
luz e calor;
• O que vemos é a luz
emitida pela estrela;
Fissão e fusão nuclear:
emissão de energia luminosa pela estrela
Átomos de Hidrogênio (H) e
Hélio (He) no núcleo da
estrela
Esses átomos se chocam,
se dividem (fissão) e se
fundem (fusão), emitindo
grande quantidade de luz
Fissão e fusão nuclear:
emissão de energia luminosa pela estrela
Conceitos básicos em Astronomia
Conceitos básicos em Astronomia
Meteoro de Pégaso!!!
• Céu: também chamado de abóboda celeste, é a
pequena parte do Universo vista da Terra, onde
podemos identificar o Sol e a Lua, as estrelas e outros
astros. A palavra firmamento também é usada como
sinônimo de céu; ela descreve como os antigos
imaginavam os astros: fixos ou “firmados” no céu.
Conceitos básicos em Astronomia
Observação do céu noturno
• Planeta-anão: corpo celeste de forma aproximadamente
esférica que giram ao redor do Sol e em cuja trajetória há
outros astros com tamanhos parecidos. Até junho de 2010
eram conhecidos cinco planetas-anões: Ceres, Plutão, Éris,
Makemake e Haumea.
• Satélites naturais: corpos celestes que giram ao redor de
outro maior que eles. O satélite da Terra é a Lua.
Conceitos básicos em Astronomia
A origem do Universo
• Como será que se formou o Universo?
A origem do Universo
• Existem várias explicações sobre a origem do Universo, entre
elas explicações mitológicas, religiosas e as científicas. Como
estamos em uma aula de Ciências, trataremos aqui da visão
científica, ou seja, de como os cientistas procuram explicar os
fenômenos que observam no Universo.
• A teoria científica mais aceita atualmente é a do Big Bang
(“grande explosão”). Essa teoria foi proposta em 1948, por
George Gamow (1904-1968), cientista ucraniano naturalizado
estadunidense.
A Teoria do Big Bang
• Há cerca de 15 bilhões de anos, houve um momento em que tudo o
que existe no Universo estava concentrado num minúsculo ponto.
• Então esse “Universo” começou a se expandir.
• Uma expansão do espaço em toda parte, para todas as direções e
ao mesmo tempo.
• Após milhões de anos, uma nuvem de gases se formou.
• E, há aproximadamente 13 bilhões de anos, formaram-se
aglomerações de corpos celestes, chamadas galáxias.
Formação do Sistema Solar
A origem do Sistema Solar
• Surgimento a 4,6
bilhões de anos atrás
a partir de uma
nuvem de poeira, gás
e partículas;
• Força gravitacional
provoca o choque e
fusão das partículas;
• Formação do Sol ao
centro e de planetas
e seus satélites ao
redor.
Origem e evolução
do Sistema Solar.
nuvem de
poeira e gás
núcleo da matéria
formação das
órbitas dos planetas
Sol
A formação do Sistema Solar
O Sistema Solar
• Formado há cerca de 4,6 bilhões de anos
• Composto por uma estrela (Sol), oito
planetas e mais de uma centena de luas
ou satélites naturais e por milhões de
astros menores. Todos giram em órbitas
ao redor da estrela, o Sol.
O Sistema Solar
Os 8 planetas do Sistema Solar
Sol
• Massa 333 mil vezes
maior do que a da Terra;
• Emissão de luz devido
as transformações que
ocorrem em seu núcleo,
onde a temperatura
pode chegar a 15
milhões de graus
Celsius;
• Superfície com
temperatura de 5,5
milhões de graus
Celsius.
Movimentos dos planetas
• Movimento de translação – movimento realizado
pelo planeta ao redor do Sol.
No caso da Terra, esse movimento dura 365 dias e
determina as estações do ano.
• Movimento de rotação – movimento realizado pelos
planetas ao redor do seu próprio eixo, como se
fossem piões. No caso da Terra, esse movimento
determina o dia e a noite e dura 24 horas.
Movimento de translação da Terra e as estações do ano
Estações do ano no Hemisfério Sul
Estações do ano no Hemisfério Norte
As estações do ano
A quantidade de luz
que chega à Terra
não é a mesma em
todos os pontos de
sua superfície.
Por causa de sua inclinação, cada hemisfério do globo terrestre fica,
alternadamente, mais exposto ao Sol durante uma parte do ano.
As estações do ano dependem das diferenças na incidência da luz sobre
a Terra.
Hemisfério
Norte
Hemisfério
Norte
Hemisfério
Sul
Hemisfério
Sul
Equinócio
Solstício
Distribuição dos raios solares no solstício
As setas amarelas representam os raios solares que incidem na linha do Equador.
As setas azuis correspondem aos raios solares que chegam oblíquos e incidem
em uma área mais ampla. Eles atravessam uma espessura da atmosfera maior,
portanto, aquecem menos: esse é o solstício de inverno.
Ao contrário, no solstício de verão, os raios solares (setas vermelhas) chegam de
forma perpendicular e se concentram e áreas menores da Terra, portanto,
aquecem mais.
Primavera no
hemisfério norte.
Outono no
hemisfério sul.
Inverno no
hemisfério norte.
Verão no
hemisfério sul.
Verão no
hemisfério norte.
Inverno no
hemisfério sul.
Outono no
hemisfério norte.
Primavera no
hemisfério sul.
As estações do ano
Os dias e as noites não têm a mesma duração ao longo do ano por causa
da inclinação de 23,5 graus do eixo da Terra em relação ao plano da órbita.
Os dias tendem a ser mais longos (e as noites mais
curtas) nas regiões mais ao norte do equador do que
nas regiões mais ao sul.
Os dias tenderão a ser mais longos (e as noites
mais curtas) nas regiões mais ao sul do equador do
que nas regiões mais ao norte.
Inverno no
hemisfério norte.
Verão no
hemisfério sul.
Verão no
hemisfério
norte.
Inverno no
hemisfério sul.
LUÍSMOURA/ARQUIVODAEDITORA
As estações do ano
Movimento de rotação da Terra e os dias e noites
Tipos de planetas
• Interiores ou rochosos, são aqueles mais
próximos do Sol e formados
principalmente por matéria sólida;
• Exteriores ou gasosos, mais afastados do
Sol e possuem muito mais matéria gasosa
do que sólida.
Mercurio
• É o planeta mais
próximo do Sol;
• Menor em tamanho;
• Muita variação em
temperatura (400
graus Celsius de dia
e -200 graus Celsius
a noite;
Vênus
• Pouco menor do que a
Terra;
• Temperatura de
superfície mais alta
entre todos os planetas,
464 graus Celsius;
• Sem água.
Terra
• Terceiro planeta mais
próximo do Sol;
• Maior entre os
planetas rochosos;
• Temperatura média
na superfície é de 15
graus Celsius;
• É o planeta em que
vivemos.
Marte
• Temperatura superficial
varia de 25 graus Celsius
a -120 graus Celsius;
• Sem água em forma
liquida, porem em seus
pólos encontra-se água
em forma sólida
(congelada).
Júpiter
• Maior que todos os
outros planetas do
Sistema Solar juntos;
• Temperatura
superficial é de -110
graus Celsius;
• Apresenta ao redor
um fino anel de
partículas de poeira.
Saturno
• Segundo maior planeta
do Sistema Solar;
• Famoso por seus
anéis, formados por
rochas e pedaços de
gelo que giram ao seus
redor;
• Temperatura média de
superfície é de -180
graus Celsius.
Urano
• Apresenta anéis mais
finos e escuros;
• Temperatura média é
de -210 graus Celsius;
• Pequeno núcleo
rochoso rodeado por
uma mistura de água e
amônia.
Netuno
• Semelhante a Urano,
pois também possui
um pequeno núcleo
rochoso;
• Ao redor de seu
núcleo apresenta um
oceano de água
Alguns planetas do Sistema Solar são muito quentes, outros não têm água.
Mas será que no meio de bilhões de estrelas não há outro sistema planetário
com vida?
Os cientistas acreditam que sim. Talvez seja uma forma de vida semelhante a
bactérias, e não vida inteligente.
Até agora, porém, nada foi encontrado.
Existe vida em outros planetas?
Robô Opportunity, usado
para analisar e fotografar a
superfície de Marte.
NASA/SCIENCEPHOTOLIBRARY/SLATINSTOCK
GENEBLEVINS/LADAILYNEWS/
CORBIS/LATINSTOCK
92
A Terra e seu satélite
Lua cheia à noite..
• E os eclipses: em que
condições eles ocorrem?
A Lua
• Diâmetro: 3 476 km
• Não tem atmosfera, nem água,
nem vida
• Parte interna completamente
solidificada
• Em sua superfície existem
muitas crateras
Movimento de revolução: a Lua dá
uma volta completa ao redor da Terra
em aproximadamente 27 dias e
8 horas, a mesma duração do seu
movimento de rotação.
Em 1969, dois dos tripulantes da
nave Apollo 11 andaram no solo
lunar. Nessa missão foram
colhidas amostras do solo lunar
para análise.
O astronauta Neil Armstrong foi o primeiro
ser humano a pisar na Lua.
O ser humano no espaço
As fases da Lua
Vista aqui da Terra, a Lua apresenta diversos aspectos no decorrer de
seu trajeto.
A Lua não tem luz própria e a iluminação que ela recebe do Sol varia à medida
que percorre sua órbita.
O ciclo das fases da Lua é dividido em quatro em função do tamanho da área
que aparece iluminada para nós: lua nova, quarto crescente, lua cheia e
quarto minguante.
LUÍSMOURA/ARQUIVODAEDITORA
Sol
lua nova
órbita da Terra
Terra
órbita da Lua
lua cheia
quarto minguante
quarto crescente
As fases da Lua
Os eclipses
Eclipse solar: a Lua, o Sol e
a Terra se encontram sobre a
mesma reta e a Lua passa
entre o Sol e a Terra.
LUIZNOVAES/FOLHAPRESS
LUÍSMOURA/ARQUIVODAEDITORA
umbra
Lua
penumbra
deslocamento da sombra da Lua sobre
a Terra (regiões onde ocorre eclipse total)
regiões onde ocorre eclipse parcial
Sol
O eclipse só acontece de vez em quando porque o plano da órbita lunar é
inclinado em relação ao plano da órbita da Terra.
Se as duas órbitas estivessem no mesmo plano, teríamos um
eclipse solar por mês!
LUÍSMOURA/ARQUIVODAEDITORA
órbita da Terra
Terra
órbita da Lua
Lua
Eclipse solar
Eclipse lunar: a Terra fica exatamente entre o Sol e a Lua.
Os eclipses lunares ocorrem sempre na fase de lua cheia, porque é nessa
ocasião que a Terra está entre o Sol e a Lua.
A sombra da Terra é projetada sobre a Lua, fazendo-a sumir total ou
parcialmente.
LUÍSMOURA/ARQUIVODAEDITORA

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comum
Aula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comumAula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comum
Aula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comumLeonardo Kaplan
 
O ciclo lunar e as fases da lua
O ciclo lunar e as fases da luaO ciclo lunar e as fases da lua
O ciclo lunar e as fases da luaCristina Graça
 
Misturas homogêneas e Heterogeneas
Misturas homogêneas e HeterogeneasMisturas homogêneas e Heterogeneas
Misturas homogêneas e HeterogeneasURCA
 
Conceitos Básicos de Astronomia
Conceitos Básicos de AstronomiaConceitos Básicos de Astronomia
Conceitos Básicos de AstronomiaWilliam Ananias
 
Sistema Solar
Sistema SolarSistema Solar
Sistema SolarCatir
 
Modelos atômicos ( 9 ano)
Modelos atômicos ( 9 ano)Modelos atômicos ( 9 ano)
Modelos atômicos ( 9 ano)Karol Maia
 
Os movimentos da terra
Os movimentos da terraOs movimentos da terra
Os movimentos da terraProfessor
 
Aula 7º ano - Origem da vida na Terra
Aula 7º ano - Origem da vida na TerraAula 7º ano - Origem da vida na Terra
Aula 7º ano - Origem da vida na TerraLeonardo Kaplan
 
A Terra e o Universo
A Terra e o UniversoA Terra e o Universo
A Terra e o Universodantasrdl
 
Aula 21 composição sistema solar
Aula 21   composição sistema solarAula 21   composição sistema solar
Aula 21 composição sistema solarLiliane Morgado
 
Aula 7º ano - Reino Animalia (Vertebrados)
Aula 7º ano - Reino Animalia (Vertebrados)Aula 7º ano - Reino Animalia (Vertebrados)
Aula 7º ano - Reino Animalia (Vertebrados)Leonardo Kaplan
 
IV.1 O ar - Composição e Propriedades
IV.1 O ar - Composição e PropriedadesIV.1 O ar - Composição e Propriedades
IV.1 O ar - Composição e PropriedadesRebeca Vale
 
As rochas (Ciências 6º ano)
As rochas (Ciências 6º ano)As rochas (Ciências 6º ano)
As rochas (Ciências 6º ano)Ewerton Marinho
 
8 ano_A Terra, a Lua e o Sol.ppt
8 ano_A Terra, a Lua e o Sol.ppt8 ano_A Terra, a Lua e o Sol.ppt
8 ano_A Terra, a Lua e o Sol.pptDenieleViegaGarcia1
 

Mais procurados (20)

Aula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comum
Aula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comumAula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comum
Aula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comum
 
O Universo
O UniversoO Universo
O Universo
 
O planeta terra
O planeta terraO planeta terra
O planeta terra
 
O ciclo lunar e as fases da lua
O ciclo lunar e as fases da luaO ciclo lunar e as fases da lua
O ciclo lunar e as fases da lua
 
Misturas homogêneas e Heterogeneas
Misturas homogêneas e HeterogeneasMisturas homogêneas e Heterogeneas
Misturas homogêneas e Heterogeneas
 
Conceitos Básicos de Astronomia
Conceitos Básicos de AstronomiaConceitos Básicos de Astronomia
Conceitos Básicos de Astronomia
 
Fases lua
Fases luaFases lua
Fases lua
 
CONSTELAÇÕES
CONSTELAÇÕESCONSTELAÇÕES
CONSTELAÇÕES
 
Sistema Solar
Sistema SolarSistema Solar
Sistema Solar
 
Modelos atômicos ( 9 ano)
Modelos atômicos ( 9 ano)Modelos atômicos ( 9 ano)
Modelos atômicos ( 9 ano)
 
Os movimentos da terra
Os movimentos da terraOs movimentos da terra
Os movimentos da terra
 
Aula 7º ano - Origem da vida na Terra
Aula 7º ano - Origem da vida na TerraAula 7º ano - Origem da vida na Terra
Aula 7º ano - Origem da vida na Terra
 
A Terra e o Universo
A Terra e o UniversoA Terra e o Universo
A Terra e o Universo
 
Movimentos da terra
Movimentos da terraMovimentos da terra
Movimentos da terra
 
Aula 21 composição sistema solar
Aula 21   composição sistema solarAula 21   composição sistema solar
Aula 21 composição sistema solar
 
Aula 7º ano - Reino Animalia (Vertebrados)
Aula 7º ano - Reino Animalia (Vertebrados)Aula 7º ano - Reino Animalia (Vertebrados)
Aula 7º ano - Reino Animalia (Vertebrados)
 
IV.1 O ar - Composição e Propriedades
IV.1 O ar - Composição e PropriedadesIV.1 O ar - Composição e Propriedades
IV.1 O ar - Composição e Propriedades
 
A estrutura da terra 6o ano
A estrutura da terra 6o anoA estrutura da terra 6o ano
A estrutura da terra 6o ano
 
As rochas (Ciências 6º ano)
As rochas (Ciências 6º ano)As rochas (Ciências 6º ano)
As rochas (Ciências 6º ano)
 
8 ano_A Terra, a Lua e o Sol.ppt
8 ano_A Terra, a Lua e o Sol.ppt8 ano_A Terra, a Lua e o Sol.ppt
8 ano_A Terra, a Lua e o Sol.ppt
 

Destaque

SISTEMA SOLAR - AULA 5º ANO
SISTEMA SOLAR - AULA 5º ANOSISTEMA SOLAR - AULA 5º ANO
SISTEMA SOLAR - AULA 5º ANOfabiaconti
 
Reino Vegetal
Reino VegetalReino Vegetal
Reino Vegetaltheus19
 
Classificação do Reino Vegetal
Classificação do Reino VegetalClassificação do Reino Vegetal
Classificação do Reino Vegetallindana01
 
Reino vegetal aprofundamento
Reino vegetal aprofundamentoReino vegetal aprofundamento
Reino vegetal aprofundamentoletyap
 
Teoria do Universo
Teoria do UniversoTeoria do Universo
Teoria do UniversoLeila nny
 
Aula 7º ano - Origem da vida na Terra
Aula 7º ano - Origem da vida na TerraAula 7º ano - Origem da vida na Terra
Aula 7º ano - Origem da vida na TerraLeonardo Kaplan
 
Professor dudu espelho plano 1
Professor dudu   espelho plano 1Professor dudu   espelho plano 1
Professor dudu espelho plano 1Theo Luiz
 
Aula2 reflexao-da-luz-e-espelho-plano
Aula2 reflexao-da-luz-e-espelho-planoAula2 reflexao-da-luz-e-espelho-plano
Aula2 reflexao-da-luz-e-espelho-planoMoseo
 
Energia luminosa
Energia luminosaEnergia luminosa
Energia luminosaleirmmourao
 
Aula HIV Aids DST Prevencao Calouros Unesp 2015
Aula HIV Aids DST Prevencao Calouros Unesp 2015Aula HIV Aids DST Prevencao Calouros Unesp 2015
Aula HIV Aids DST Prevencao Calouros Unesp 2015Alexandre Naime Barbosa
 
Espelhos planos resumo
Espelhos planos resumoEspelhos planos resumo
Espelhos planos resumoRildo Borges
 

Destaque (20)

SISTEMA SOLAR - AULA 5º ANO
SISTEMA SOLAR - AULA 5º ANOSISTEMA SOLAR - AULA 5º ANO
SISTEMA SOLAR - AULA 5º ANO
 
Plano de Aula Sistema Solar
Plano de Aula Sistema SolarPlano de Aula Sistema Solar
Plano de Aula Sistema Solar
 
Plano de aula
Plano de aula Plano de aula
Plano de aula
 
Reino Vegetal
Reino VegetalReino Vegetal
Reino Vegetal
 
Classificação do Reino Vegetal
Classificação do Reino VegetalClassificação do Reino Vegetal
Classificação do Reino Vegetal
 
Reino vegetal aprofundamento
Reino vegetal aprofundamentoReino vegetal aprofundamento
Reino vegetal aprofundamento
 
SISTEMA SOLAR.AULA
SISTEMA SOLAR.AULASISTEMA SOLAR.AULA
SISTEMA SOLAR.AULA
 
Fetran 2016
Fetran 2016Fetran 2016
Fetran 2016
 
Teoria do Universo
Teoria do UniversoTeoria do Universo
Teoria do Universo
 
Slide Sistema Solar
Slide Sistema SolarSlide Sistema Solar
Slide Sistema Solar
 
Aula 7º ano - Origem da vida na Terra
Aula 7º ano - Origem da vida na TerraAula 7º ano - Origem da vida na Terra
Aula 7º ano - Origem da vida na Terra
 
Professor dudu espelho plano 1
Professor dudu   espelho plano 1Professor dudu   espelho plano 1
Professor dudu espelho plano 1
 
I.3 A Terra
I.3  A TerraI.3  A Terra
I.3 A Terra
 
9. atmosfera
9. atmosfera9. atmosfera
9. atmosfera
 
Aula2 reflexao-da-luz-e-espelho-plano
Aula2 reflexao-da-luz-e-espelho-planoAula2 reflexao-da-luz-e-espelho-plano
Aula2 reflexao-da-luz-e-espelho-plano
 
Energia luminosa
Energia luminosaEnergia luminosa
Energia luminosa
 
Aula HIV Aids DST Prevencao Calouros Unesp 2015
Aula HIV Aids DST Prevencao Calouros Unesp 2015Aula HIV Aids DST Prevencao Calouros Unesp 2015
Aula HIV Aids DST Prevencao Calouros Unesp 2015
 
Espelhos planos resumo
Espelhos planos resumoEspelhos planos resumo
Espelhos planos resumo
 
Gravidade power point
Gravidade power pointGravidade power point
Gravidade power point
 
Aula Gravitação Universal
Aula Gravitação UniversalAula Gravitação Universal
Aula Gravitação Universal
 

Semelhante a Aula 6º ano - O Universo e o Sistema Solar

A terra e o universo
A terra e o universoA terra e o universo
A terra e o universoKethlin Ruas
 
Astronomia 2 - A esfera celeste
Astronomia 2 - A esfera celesteAstronomia 2 - A esfera celeste
Astronomia 2 - A esfera celesteNuricel Aguilera
 
Astronomia 1 - A astronomia na Antigüidade
Astronomia 1 - A astronomia na AntigüidadeAstronomia 1 - A astronomia na Antigüidade
Astronomia 1 - A astronomia na AntigüidadeNuricel Aguilera
 
Astronomia e astrof´+¢sica parte 001
Astronomia e astrof´+¢sica parte 001Astronomia e astrof´+¢sica parte 001
Astronomia e astrof´+¢sica parte 001Thommas Kevin
 
O universo e o sistema solar slide power point
O universo e o sistema solar slide power pointO universo e o sistema solar slide power point
O universo e o sistema solar slide power pointJorgeDias104
 
IECJ - Cap. 3 - Universo e sistema solar - 6º ano do EFII
IECJ - Cap.   3 -  Universo e  sistema solar - 6º ano do EFIIIECJ - Cap.   3 -  Universo e  sistema solar - 6º ano do EFII
IECJ - Cap. 3 - Universo e sistema solar - 6º ano do EFIIprofrodrigoribeiro
 
18112016154909899.pdf
18112016154909899.pdf18112016154909899.pdf
18112016154909899.pdfssuser94caff
 
Introdução à Astronomia
Introdução à AstronomiaIntrodução à Astronomia
Introdução à AstronomiaCarlos Priante
 
Novo F.Q. 7 - PPT Universo
Novo F.Q. 7 - PPT UniversoNovo F.Q. 7 - PPT Universo
Novo F.Q. 7 - PPT Universoandygracolas
 
História da astronomia
História da astronomiaHistória da astronomia
História da astronomiaAlison Martins
 
Os desafios da ciência à descoberta de um novo espaço celestial
Os desafios da ciência à descoberta de um novo espaço celestialOs desafios da ciência à descoberta de um novo espaço celestial
Os desafios da ciência à descoberta de um novo espaço celestialRita Costa
 

Semelhante a Aula 6º ano - O Universo e o Sistema Solar (20)

Primeira aula de Astrofísica
Primeira aula de AstrofísicaPrimeira aula de Astrofísica
Primeira aula de Astrofísica
 
Madison.pptx
Madison.pptxMadison.pptx
Madison.pptx
 
O universo [só de leitura]
O universo [só de leitura]O universo [só de leitura]
O universo [só de leitura]
 
A terra e o universo
A terra e o universoA terra e o universo
A terra e o universo
 
Astronomia giu
Astronomia giuAstronomia giu
Astronomia giu
 
Astronomia 2 - A esfera celeste
Astronomia 2 - A esfera celesteAstronomia 2 - A esfera celeste
Astronomia 2 - A esfera celeste
 
Astronomia aula2 janete pdf
Astronomia aula2 janete pdfAstronomia aula2 janete pdf
Astronomia aula2 janete pdf
 
Universo
UniversoUniverso
Universo
 
Astronomia 1 - A astronomia na Antigüidade
Astronomia 1 - A astronomia na AntigüidadeAstronomia 1 - A astronomia na Antigüidade
Astronomia 1 - A astronomia na Antigüidade
 
Astronomia e astrof´+¢sica parte 001
Astronomia e astrof´+¢sica parte 001Astronomia e astrof´+¢sica parte 001
Astronomia e astrof´+¢sica parte 001
 
O universo e o sistema solar slide power point
O universo e o sistema solar slide power pointO universo e o sistema solar slide power point
O universo e o sistema solar slide power point
 
Astronomia e a formação do universo
Astronomia e a formação do universoAstronomia e a formação do universo
Astronomia e a formação do universo
 
IECJ - Cap. 3 - Universo e sistema solar - 6º ano do EFII
IECJ - Cap.   3 -  Universo e  sistema solar - 6º ano do EFIIIECJ - Cap.   3 -  Universo e  sistema solar - 6º ano do EFII
IECJ - Cap. 3 - Universo e sistema solar - 6º ano do EFII
 
18112016154909899.pdf
18112016154909899.pdf18112016154909899.pdf
18112016154909899.pdf
 
Astronomia antiga
Astronomia antigaAstronomia antiga
Astronomia antiga
 
Oba aula 1 2014
Oba aula 1 2014Oba aula 1 2014
Oba aula 1 2014
 
Introdução à Astronomia
Introdução à AstronomiaIntrodução à Astronomia
Introdução à Astronomia
 
Novo F.Q. 7 - PPT Universo
Novo F.Q. 7 - PPT UniversoNovo F.Q. 7 - PPT Universo
Novo F.Q. 7 - PPT Universo
 
História da astronomia
História da astronomiaHistória da astronomia
História da astronomia
 
Os desafios da ciência à descoberta de um novo espaço celestial
Os desafios da ciência à descoberta de um novo espaço celestialOs desafios da ciência à descoberta de um novo espaço celestial
Os desafios da ciência à descoberta de um novo espaço celestial
 

Mais de Leonardo Kaplan

Aula Visões de ciências e sobre cientista entre estudantes do ensino médio
Aula Visões de ciências e sobre cientista entre estudantes do ensino médioAula Visões de ciências e sobre cientista entre estudantes do ensino médio
Aula Visões de ciências e sobre cientista entre estudantes do ensino médioLeonardo Kaplan
 
Aula O debate contemporâneo sobre os paradigmas
Aula O debate contemporâneo sobre os paradigmasAula O debate contemporâneo sobre os paradigmas
Aula O debate contemporâneo sobre os paradigmasLeonardo Kaplan
 
Aula O método nas Ciências Sociais
Aula O método nas Ciências SociaisAula O método nas Ciências Sociais
Aula O método nas Ciências SociaisLeonardo Kaplan
 
A "sociedade" no enfoque CTS - ressignificações sobre as atividades científic...
A "sociedade" no enfoque CTS - ressignificações sobre as atividades científic...A "sociedade" no enfoque CTS - ressignificações sobre as atividades científic...
A "sociedade" no enfoque CTS - ressignificações sobre as atividades científic...Leonardo Kaplan
 
Aula a constituição da disciplina escolar ciências
Aula a constituição da disciplina escolar ciênciasAula a constituição da disciplina escolar ciências
Aula a constituição da disciplina escolar ciênciasLeonardo Kaplan
 
Apresentação CESPEB Ensino de Ciências 2016 - Educação Ambiental Aula 3
Apresentação CESPEB Ensino de Ciências 2016 - Educação Ambiental Aula 3Apresentação CESPEB Ensino de Ciências 2016 - Educação Ambiental Aula 3
Apresentação CESPEB Ensino de Ciências 2016 - Educação Ambiental Aula 3Leonardo Kaplan
 
Apresentação cespeb 2016 - A inserção da EA nas escolas e a tensão público-pr...
Apresentação cespeb 2016 - A inserção da EA nas escolas e a tensão público-pr...Apresentação cespeb 2016 - A inserção da EA nas escolas e a tensão público-pr...
Apresentação cespeb 2016 - A inserção da EA nas escolas e a tensão público-pr...Leonardo Kaplan
 
Ciência e conhecimento cotidiano - parte 2
Ciência e conhecimento cotidiano - parte 2Ciência e conhecimento cotidiano - parte 2
Ciência e conhecimento cotidiano - parte 2Leonardo Kaplan
 
Ciência e conhecimento cotidiano - parte 1
Ciência e conhecimento cotidiano - parte 1Ciência e conhecimento cotidiano - parte 1
Ciência e conhecimento cotidiano - parte 1Leonardo Kaplan
 
Ciência natural: os pressupostos filosóficos
Ciência natural: os pressupostos filosóficosCiência natural: os pressupostos filosóficos
Ciência natural: os pressupostos filosóficosLeonardo Kaplan
 
Aula 1 CESPEB 2016 - As macrotendências político-pedagógicas da educação ambi...
Aula 1 CESPEB 2016 - As macrotendências político-pedagógicas da educação ambi...Aula 1 CESPEB 2016 - As macrotendências político-pedagógicas da educação ambi...
Aula 1 CESPEB 2016 - As macrotendências político-pedagógicas da educação ambi...Leonardo Kaplan
 
Aula 7º ano revisão do 6º ano-introdução ao 7º ano
Aula 7º ano   revisão do 6º ano-introdução ao 7º anoAula 7º ano   revisão do 6º ano-introdução ao 7º ano
Aula 7º ano revisão do 6º ano-introdução ao 7º anoLeonardo Kaplan
 
As macrotendências político pedagógicas da educação ambiental brasileira
As macrotendências político pedagógicas da educação ambiental brasileiraAs macrotendências político pedagógicas da educação ambiental brasileira
As macrotendências político pedagógicas da educação ambiental brasileiraLeonardo Kaplan
 
Aula 7º ano - Reino Monera
Aula 7º ano - Reino MoneraAula 7º ano - Reino Monera
Aula 7º ano - Reino MoneraLeonardo Kaplan
 
Aula 6º ano - Estrutura do planeta Terra, rochas e solos
Aula 6º ano - Estrutura do planeta Terra, rochas e solosAula 6º ano - Estrutura do planeta Terra, rochas e solos
Aula 6º ano - Estrutura do planeta Terra, rochas e solosLeonardo Kaplan
 
Aula 8º ano - O sistema nervoso
Aula 8º ano - O sistema nervosoAula 8º ano - O sistema nervoso
Aula 8º ano - O sistema nervosoLeonardo Kaplan
 
Aula 8º ano - O sistema endócrino
Aula 8º ano - O sistema endócrinoAula 8º ano - O sistema endócrino
Aula 8º ano - O sistema endócrinoLeonardo Kaplan
 
Aula 8º ano - Saúde mental e drogas
Aula 8º ano - Saúde mental e drogasAula 8º ano - Saúde mental e drogas
Aula 8º ano - Saúde mental e drogasLeonardo Kaplan
 
Aula 8º ano - O sistema nervoso
Aula 8º ano - O sistema nervosoAula 8º ano - O sistema nervoso
Aula 8º ano - O sistema nervosoLeonardo Kaplan
 
Aula 8º ano - Sexualidade (07-09-2014)
Aula 8º ano - Sexualidade (07-09-2014)Aula 8º ano - Sexualidade (07-09-2014)
Aula 8º ano - Sexualidade (07-09-2014)Leonardo Kaplan
 

Mais de Leonardo Kaplan (20)

Aula Visões de ciências e sobre cientista entre estudantes do ensino médio
Aula Visões de ciências e sobre cientista entre estudantes do ensino médioAula Visões de ciências e sobre cientista entre estudantes do ensino médio
Aula Visões de ciências e sobre cientista entre estudantes do ensino médio
 
Aula O debate contemporâneo sobre os paradigmas
Aula O debate contemporâneo sobre os paradigmasAula O debate contemporâneo sobre os paradigmas
Aula O debate contemporâneo sobre os paradigmas
 
Aula O método nas Ciências Sociais
Aula O método nas Ciências SociaisAula O método nas Ciências Sociais
Aula O método nas Ciências Sociais
 
A "sociedade" no enfoque CTS - ressignificações sobre as atividades científic...
A "sociedade" no enfoque CTS - ressignificações sobre as atividades científic...A "sociedade" no enfoque CTS - ressignificações sobre as atividades científic...
A "sociedade" no enfoque CTS - ressignificações sobre as atividades científic...
 
Aula a constituição da disciplina escolar ciências
Aula a constituição da disciplina escolar ciênciasAula a constituição da disciplina escolar ciências
Aula a constituição da disciplina escolar ciências
 
Apresentação CESPEB Ensino de Ciências 2016 - Educação Ambiental Aula 3
Apresentação CESPEB Ensino de Ciências 2016 - Educação Ambiental Aula 3Apresentação CESPEB Ensino de Ciências 2016 - Educação Ambiental Aula 3
Apresentação CESPEB Ensino de Ciências 2016 - Educação Ambiental Aula 3
 
Apresentação cespeb 2016 - A inserção da EA nas escolas e a tensão público-pr...
Apresentação cespeb 2016 - A inserção da EA nas escolas e a tensão público-pr...Apresentação cespeb 2016 - A inserção da EA nas escolas e a tensão público-pr...
Apresentação cespeb 2016 - A inserção da EA nas escolas e a tensão público-pr...
 
Ciência e conhecimento cotidiano - parte 2
Ciência e conhecimento cotidiano - parte 2Ciência e conhecimento cotidiano - parte 2
Ciência e conhecimento cotidiano - parte 2
 
Ciência e conhecimento cotidiano - parte 1
Ciência e conhecimento cotidiano - parte 1Ciência e conhecimento cotidiano - parte 1
Ciência e conhecimento cotidiano - parte 1
 
Ciência natural: os pressupostos filosóficos
Ciência natural: os pressupostos filosóficosCiência natural: os pressupostos filosóficos
Ciência natural: os pressupostos filosóficos
 
Aula 1 CESPEB 2016 - As macrotendências político-pedagógicas da educação ambi...
Aula 1 CESPEB 2016 - As macrotendências político-pedagógicas da educação ambi...Aula 1 CESPEB 2016 - As macrotendências político-pedagógicas da educação ambi...
Aula 1 CESPEB 2016 - As macrotendências político-pedagógicas da educação ambi...
 
Aula 7º ano revisão do 6º ano-introdução ao 7º ano
Aula 7º ano   revisão do 6º ano-introdução ao 7º anoAula 7º ano   revisão do 6º ano-introdução ao 7º ano
Aula 7º ano revisão do 6º ano-introdução ao 7º ano
 
As macrotendências político pedagógicas da educação ambiental brasileira
As macrotendências político pedagógicas da educação ambiental brasileiraAs macrotendências político pedagógicas da educação ambiental brasileira
As macrotendências político pedagógicas da educação ambiental brasileira
 
Aula 7º ano - Reino Monera
Aula 7º ano - Reino MoneraAula 7º ano - Reino Monera
Aula 7º ano - Reino Monera
 
Aula 6º ano - Estrutura do planeta Terra, rochas e solos
Aula 6º ano - Estrutura do planeta Terra, rochas e solosAula 6º ano - Estrutura do planeta Terra, rochas e solos
Aula 6º ano - Estrutura do planeta Terra, rochas e solos
 
Aula 8º ano - O sistema nervoso
Aula 8º ano - O sistema nervosoAula 8º ano - O sistema nervoso
Aula 8º ano - O sistema nervoso
 
Aula 8º ano - O sistema endócrino
Aula 8º ano - O sistema endócrinoAula 8º ano - O sistema endócrino
Aula 8º ano - O sistema endócrino
 
Aula 8º ano - Saúde mental e drogas
Aula 8º ano - Saúde mental e drogasAula 8º ano - Saúde mental e drogas
Aula 8º ano - Saúde mental e drogas
 
Aula 8º ano - O sistema nervoso
Aula 8º ano - O sistema nervosoAula 8º ano - O sistema nervoso
Aula 8º ano - O sistema nervoso
 
Aula 8º ano - Sexualidade (07-09-2014)
Aula 8º ano - Sexualidade (07-09-2014)Aula 8º ano - Sexualidade (07-09-2014)
Aula 8º ano - Sexualidade (07-09-2014)
 

Aula 6º ano - O Universo e o Sistema Solar

  • 2. A observação do céu e o começo da Astronomia • O céu sempre foi motivo de fascínio e interesse para o ser humano. Desde as primeiras civilizações, o ser humano teria observado o céu, admirando a passagem do Sol, da Lua, das estrelas, dos planetas e de outros astros e acontecimentos celestes.
  • 3. A observação do céu e o começo da Astronomia Stonehenge é um monumento de pedras de aproximadamente 4.000 anos, localizado no Sul da Inglaterra. A posição das pedras sugere que seus construtores já conheciam e podiam prever o início das estações do ano Sítio megalítico (“pedras grandes”) de Callanish, na Escócia. Alinhamentos e círculos serviam como marcos indicadores de importantes pontos do horizonte, como as posições do nascer e pôr do Sol e da Lua, ao longo do ano.
  • 4. Observando o céu • As primeiras observações que o ser humano fez do céu foram feitas a olho nu, pois ainda não existiam telescópios • O que será que era observado?
  • 6. Constelações • Conjunto de estrelas; • Orientação e localização para navegação • Movimento da Terra em torno do Sol permite que algumas constelações sejam visíveis
  • 7. Observando as estrelas no céu • Na Antiguidade, os primeiros povos tinham a impressão de que as estrelas parecem estar todas à mesma distância da Terra e próximas umas das outras. • Hoje, usando instrumentos de observação, sabemos que isso não é verdade. Veremos alguns exemplos no final.
  • 9. A caminho do espaço
  • 10. • Usando a imaginação, os povos antigos relacionaram os agrupamentos de estrelas com algumas figuras para facilitar a identificação desses grupos no céu. Animais (urso, lince, baleia, lobo, corvo), objetos (cruz, balança, taça, lira) e seus heróis da mitologia (centauro, dragão, pégaso, Hércules) passaram a dar nome às constelações. Observando as estrelas no céu
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15. Constelações e mitologias • Conhecendo as constelações e o nome delas, ficava mais fácil navegar, pois a orientação nos mares era feita pelas estrelas. • Além disso, era possível definir as estações do ano e fazer calendários. • Em cada época do ano, com o movimento da Terra em torno do Sol, algumas constelações ficam visíveis. • Os astrônomos dividem o céu em 88 constelações.
  • 16. Então é por isso que são 88 armaduras entre os Cavaleiros de Atena? (Cavaleiros do Zodíaco)
  • 17.
  • 18. Astronomia ou Astrologia: qual a diferença entre elas?
  • 19.
  • 20.
  • 21. Astronomia x Astrologia • Astronomia é a ciência que estuda corpos celestes e fenômenos que se originam fora da atmosfera da Terra. • Astrologia não é uma ciência. Ela procura explicar a influência dos astros celestes sobre os indivíduos. A astrologia não usa o método científico, é imprecisa, muito genérica e não se atualiza.
  • 23. Adivinhe o signo “Você tem uma necessidade de ser querido e admirado por outros, e mesmo assim você faz críticas a si mesmo. Você possui certas fraquezas de personalidade mas, no geral, consegue compensá-las. Você tem uma capacidade não utilizada que ainda não a tomou em seu favor. Disciplinado e com auto-controle, você tende a se preocupar e ser inseguro por dentro. Às vezes tem dúvidas se tomou a decisão certa ou se fez a coisa certa. Você prefere certas mudanças e variedade, e fica insatisfeito com restrições e limitações. Você tem orgulho por ser um pensador independente, e não aceita as opiniões dos outros sem uma comprovação satisfatória. Mas você descobriu que é melhor não ser tão franco ao falar de si para os outros. Você é extrovertido e sociável, mas há momentos em que você é introvertido e reservado. Por fim, algumas de suas aspirações tendem a fugir da realidade.” (Teste de Bertrand Forer, 1948)
  • 24.
  • 25. Astronomia • Os registros astronômicos mais antigos apareceram entre os chineses, babilônios, assírios e egípcios e datam de, aproximadamente, 3.000 a.C. No começo, os astros eram estudados mais por motivação mística, já que esses povos acreditavam que os corpos celestes tinham influência sobre a vida na Terra (Astrologia). • Com o tempo, passaram a se estabelecer relações matemáticas para analisar as variações observadas nos movimentos da Lua e dos planetas, permitindo a contagem do tempo a partir de ciclos que se repetiam no céu, montando-se calendários, prevendo-se a melhor época de plantio e colheita, etc. • Nas Américas, os quéchuas (do império Inca), os maias e os astecas também desenvolveram calendários e diversos monumentos foram construídos de acordo com os alinhamentos astronômicos.
  • 26. Modelos geocêntrico e heliocêntrico • Os gregos desenvolveram a Astronomia e procuraram explicar os fenômenos naturais pela própria natureza. Observando que muitos astros mudavam de posição, vários modelos foram elaborados para descrever seus movimentos, entre eles os modelos geocêntrico e heliocêntrico. • Um modelo é a representação de uma ideia ou um sistema, cuja finalidade é explicá-los, para facilitar sua compreensão.
  • 27. Modelos geocêntrico e heliocêntrico • Modelo Geocêntrico: proposto pelo filósofo grego Aristóteles (384-322 a.C.), que imaginava a Terra como centro do Universo e os corpos celestes girando ao seu redor. Essa ideia do geocentrismo permaneceu até o século XV e também era defendida por Ptolomeu (87-151 d.C.) • Modelo Heliocêntrico: neste modelo, o Sol passa a ser considerado o centro do Universo, com os astros girando ao seu redor. Aristarco de Samos (310-230 a.C.) foi quem primeiro defendeu essa ideia, e séculos depois, Nicolau Copérnico (1473-1543), entre outros, retomou a mesma ideia. Outro cientista que defendeu essa ideia foi Galileu Galilei (1564- 1642)
  • 29. Museu Galileo, em Florença, na Itália. Alguns instrumentos de observação dos astros de Galileu.
  • 30.
  • 31. Conceitos básicos em Astronomia • Universo: é tudo que existe no espaço e no tempo e todas as formas de matéria, incluindo todos os planetas, estrelas, galáxias, os componentes do espaço intergaláctico, as partículas subatômicas e a energia. É o mesmo que cosmo. • Galáxia: são formadas por estrelas e nebulosas. Uma galáxia pode conter milhões ou bilhões de estrelas e possui formas variadas. A nossa galáxia é a Via Láctea e é formada por centenas de bilhões de estrelas e nebulosas. • Nebulosa: é uma nuvem de gases e poeira estelar que representam a maior parte do Universo. • Estrela: são corpos celestes que emitem calor e têm luz própria por causa das altíssimas temperaturas em seu interior. Constelação é um grupo de estrelas ligadas por linhas imaginárias que formam um desenho. • Planeta: Astro que gira ao redor de uma estrela e são iluminados por ela, ou seja, não possuem luz própria
  • 33. As Galáxias • Enorme aglomerado de estrelas, nuvem de gás, poeiras e outros corpos; • Nosso sistema solar está inserido na Via Láctea; • Via Láctea: extensão de120 mil anos-luz e 500 bilhões de estrelas
  • 34. Via Láctea: nossa galáxia
  • 35.
  • 37. As estrelas • Formam-se através de nebulosas; • São diferentes dos planetas pois produzem sua própria luz e calor; • O que vemos é a luz emitida pela estrela;
  • 38. Supernova: explosão de uma estrela que apaga por um instante uma galáxia inteira e irradia tanta energia quanto se espera que uma estrela emita por toda sua vida.
  • 39.
  • 40. As estrelas • Quando olhamos para uma estrela, o que vemos é o passado dela. • O Sol e as outras estrelas emitem luz. Quando observamos uma estrela, o que captamos é a luz emitida por ela no espaço. Mas a luz demora um certo tempo para ir de um ponto ao outro: ela não se propaga instantaneamente. • A luz é uma forma de energia que viaja com a incrível velocidade de 300 mil quilômetros por segundo! Mas, como as distâncias entre os corpos celestes são enormes, pode demorar muito para que a luz de uma estrela chegue até nós.
  • 41. O ano-luz: medida de distância no Universo • É a distância percorrida pela luz em um ano, no espaço. • Como a luz tem a velocidade de 300 mil quilômetros por segundo, em um ano, a luz percorre cerca de 10 trilhões de quilômetros ou
  • 43. As estrelas • Formam-se através de nebulosas; • São diferentes dos planetas pois produzem sua própria luz e calor; • O que vemos é a luz emitida pela estrela;
  • 44. Fissão e fusão nuclear: emissão de energia luminosa pela estrela Átomos de Hidrogênio (H) e Hélio (He) no núcleo da estrela Esses átomos se chocam, se dividem (fissão) e se fundem (fusão), emitindo grande quantidade de luz
  • 45. Fissão e fusão nuclear: emissão de energia luminosa pela estrela
  • 46. Conceitos básicos em Astronomia
  • 47. Conceitos básicos em Astronomia
  • 49. • Céu: também chamado de abóboda celeste, é a pequena parte do Universo vista da Terra, onde podemos identificar o Sol e a Lua, as estrelas e outros astros. A palavra firmamento também é usada como sinônimo de céu; ela descreve como os antigos imaginavam os astros: fixos ou “firmados” no céu. Conceitos básicos em Astronomia
  • 51. • Planeta-anão: corpo celeste de forma aproximadamente esférica que giram ao redor do Sol e em cuja trajetória há outros astros com tamanhos parecidos. Até junho de 2010 eram conhecidos cinco planetas-anões: Ceres, Plutão, Éris, Makemake e Haumea. • Satélites naturais: corpos celestes que giram ao redor de outro maior que eles. O satélite da Terra é a Lua. Conceitos básicos em Astronomia
  • 52.
  • 53.
  • 54. A origem do Universo • Como será que se formou o Universo?
  • 55. A origem do Universo • Existem várias explicações sobre a origem do Universo, entre elas explicações mitológicas, religiosas e as científicas. Como estamos em uma aula de Ciências, trataremos aqui da visão científica, ou seja, de como os cientistas procuram explicar os fenômenos que observam no Universo. • A teoria científica mais aceita atualmente é a do Big Bang (“grande explosão”). Essa teoria foi proposta em 1948, por George Gamow (1904-1968), cientista ucraniano naturalizado estadunidense.
  • 56. A Teoria do Big Bang • Há cerca de 15 bilhões de anos, houve um momento em que tudo o que existe no Universo estava concentrado num minúsculo ponto. • Então esse “Universo” começou a se expandir. • Uma expansão do espaço em toda parte, para todas as direções e ao mesmo tempo. • Após milhões de anos, uma nuvem de gases se formou. • E, há aproximadamente 13 bilhões de anos, formaram-se aglomerações de corpos celestes, chamadas galáxias.
  • 57.
  • 58.
  • 59.
  • 60.
  • 62. A origem do Sistema Solar • Surgimento a 4,6 bilhões de anos atrás a partir de uma nuvem de poeira, gás e partículas; • Força gravitacional provoca o choque e fusão das partículas; • Formação do Sol ao centro e de planetas e seus satélites ao redor.
  • 63. Origem e evolução do Sistema Solar. nuvem de poeira e gás núcleo da matéria formação das órbitas dos planetas Sol A formação do Sistema Solar
  • 64. O Sistema Solar • Formado há cerca de 4,6 bilhões de anos • Composto por uma estrela (Sol), oito planetas e mais de uma centena de luas ou satélites naturais e por milhões de astros menores. Todos giram em órbitas ao redor da estrela, o Sol.
  • 66. Os 8 planetas do Sistema Solar
  • 67. Sol • Massa 333 mil vezes maior do que a da Terra; • Emissão de luz devido as transformações que ocorrem em seu núcleo, onde a temperatura pode chegar a 15 milhões de graus Celsius; • Superfície com temperatura de 5,5 milhões de graus Celsius.
  • 68. Movimentos dos planetas • Movimento de translação – movimento realizado pelo planeta ao redor do Sol. No caso da Terra, esse movimento dura 365 dias e determina as estações do ano. • Movimento de rotação – movimento realizado pelos planetas ao redor do seu próprio eixo, como se fossem piões. No caso da Terra, esse movimento determina o dia e a noite e dura 24 horas.
  • 69.
  • 70. Movimento de translação da Terra e as estações do ano
  • 71. Estações do ano no Hemisfério Sul
  • 72. Estações do ano no Hemisfério Norte
  • 73. As estações do ano A quantidade de luz que chega à Terra não é a mesma em todos os pontos de sua superfície. Por causa de sua inclinação, cada hemisfério do globo terrestre fica, alternadamente, mais exposto ao Sol durante uma parte do ano. As estações do ano dependem das diferenças na incidência da luz sobre a Terra.
  • 75. Distribuição dos raios solares no solstício As setas amarelas representam os raios solares que incidem na linha do Equador. As setas azuis correspondem aos raios solares que chegam oblíquos e incidem em uma área mais ampla. Eles atravessam uma espessura da atmosfera maior, portanto, aquecem menos: esse é o solstício de inverno. Ao contrário, no solstício de verão, os raios solares (setas vermelhas) chegam de forma perpendicular e se concentram e áreas menores da Terra, portanto, aquecem mais.
  • 76. Primavera no hemisfério norte. Outono no hemisfério sul. Inverno no hemisfério norte. Verão no hemisfério sul. Verão no hemisfério norte. Inverno no hemisfério sul. Outono no hemisfério norte. Primavera no hemisfério sul. As estações do ano
  • 77. Os dias e as noites não têm a mesma duração ao longo do ano por causa da inclinação de 23,5 graus do eixo da Terra em relação ao plano da órbita. Os dias tendem a ser mais longos (e as noites mais curtas) nas regiões mais ao norte do equador do que nas regiões mais ao sul. Os dias tenderão a ser mais longos (e as noites mais curtas) nas regiões mais ao sul do equador do que nas regiões mais ao norte. Inverno no hemisfério norte. Verão no hemisfério sul. Verão no hemisfério norte. Inverno no hemisfério sul. LUÍSMOURA/ARQUIVODAEDITORA As estações do ano
  • 78.
  • 79. Movimento de rotação da Terra e os dias e noites
  • 80. Tipos de planetas • Interiores ou rochosos, são aqueles mais próximos do Sol e formados principalmente por matéria sólida; • Exteriores ou gasosos, mais afastados do Sol e possuem muito mais matéria gasosa do que sólida.
  • 81.
  • 82.
  • 83.
  • 84. Mercurio • É o planeta mais próximo do Sol; • Menor em tamanho; • Muita variação em temperatura (400 graus Celsius de dia e -200 graus Celsius a noite;
  • 85. Vênus • Pouco menor do que a Terra; • Temperatura de superfície mais alta entre todos os planetas, 464 graus Celsius; • Sem água.
  • 86. Terra • Terceiro planeta mais próximo do Sol; • Maior entre os planetas rochosos; • Temperatura média na superfície é de 15 graus Celsius; • É o planeta em que vivemos.
  • 87. Marte • Temperatura superficial varia de 25 graus Celsius a -120 graus Celsius; • Sem água em forma liquida, porem em seus pólos encontra-se água em forma sólida (congelada).
  • 88. Júpiter • Maior que todos os outros planetas do Sistema Solar juntos; • Temperatura superficial é de -110 graus Celsius; • Apresenta ao redor um fino anel de partículas de poeira.
  • 89. Saturno • Segundo maior planeta do Sistema Solar; • Famoso por seus anéis, formados por rochas e pedaços de gelo que giram ao seus redor; • Temperatura média de superfície é de -180 graus Celsius.
  • 90. Urano • Apresenta anéis mais finos e escuros; • Temperatura média é de -210 graus Celsius; • Pequeno núcleo rochoso rodeado por uma mistura de água e amônia.
  • 91. Netuno • Semelhante a Urano, pois também possui um pequeno núcleo rochoso; • Ao redor de seu núcleo apresenta um oceano de água
  • 92. Alguns planetas do Sistema Solar são muito quentes, outros não têm água. Mas será que no meio de bilhões de estrelas não há outro sistema planetário com vida? Os cientistas acreditam que sim. Talvez seja uma forma de vida semelhante a bactérias, e não vida inteligente. Até agora, porém, nada foi encontrado. Existe vida em outros planetas? Robô Opportunity, usado para analisar e fotografar a superfície de Marte. NASA/SCIENCEPHOTOLIBRARY/SLATINSTOCK GENEBLEVINS/LADAILYNEWS/ CORBIS/LATINSTOCK 92
  • 93. A Terra e seu satélite Lua cheia à noite.. • E os eclipses: em que condições eles ocorrem?
  • 94. A Lua • Diâmetro: 3 476 km • Não tem atmosfera, nem água, nem vida • Parte interna completamente solidificada • Em sua superfície existem muitas crateras Movimento de revolução: a Lua dá uma volta completa ao redor da Terra em aproximadamente 27 dias e 8 horas, a mesma duração do seu movimento de rotação.
  • 95. Em 1969, dois dos tripulantes da nave Apollo 11 andaram no solo lunar. Nessa missão foram colhidas amostras do solo lunar para análise. O astronauta Neil Armstrong foi o primeiro ser humano a pisar na Lua. O ser humano no espaço
  • 96. As fases da Lua Vista aqui da Terra, a Lua apresenta diversos aspectos no decorrer de seu trajeto. A Lua não tem luz própria e a iluminação que ela recebe do Sol varia à medida que percorre sua órbita.
  • 97. O ciclo das fases da Lua é dividido em quatro em função do tamanho da área que aparece iluminada para nós: lua nova, quarto crescente, lua cheia e quarto minguante. LUÍSMOURA/ARQUIVODAEDITORA Sol lua nova órbita da Terra Terra órbita da Lua lua cheia quarto minguante quarto crescente As fases da Lua
  • 98. Os eclipses Eclipse solar: a Lua, o Sol e a Terra se encontram sobre a mesma reta e a Lua passa entre o Sol e a Terra. LUIZNOVAES/FOLHAPRESS LUÍSMOURA/ARQUIVODAEDITORA umbra Lua penumbra deslocamento da sombra da Lua sobre a Terra (regiões onde ocorre eclipse total) regiões onde ocorre eclipse parcial Sol
  • 99. O eclipse só acontece de vez em quando porque o plano da órbita lunar é inclinado em relação ao plano da órbita da Terra. Se as duas órbitas estivessem no mesmo plano, teríamos um eclipse solar por mês! LUÍSMOURA/ARQUIVODAEDITORA órbita da Terra Terra órbita da Lua Lua Eclipse solar
  • 100. Eclipse lunar: a Terra fica exatamente entre o Sol e a Lua. Os eclipses lunares ocorrem sempre na fase de lua cheia, porque é nessa ocasião que a Terra está entre o Sol e a Lua. A sombra da Terra é projetada sobre a Lua, fazendo-a sumir total ou parcialmente. LUÍSMOURA/ARQUIVODAEDITORA

Notas do Editor

  1. Telescópios captando a radiação e a luz;radiotelescópios captando ondas emitidas pelas estrelas,nuvens de poeiras e gases e outros corpos celestes;telescópios espaciais que ficam em orbita em volta da terra
  2. Satélites artificiais giram em torno da orbita da terra, fotografando e transmitindo informações importantes;Sondas espaciais sendo lançadas ao espaço, não tripuladas,são guiadas por sinais de radio da terra, sobrevoam outros planetas e podem pousar no solo para analise química dos solos;naves espaciais, são sondas espaciais tripuladas e onibus espaciais; estaçoes espaciais, é onde os astronautas ficam “hospedados” enquanto no espaço.
  3. Constelação de touro e escorpião
  4. Um ano luz é igual a 9,45 trilhões de quilômetros
  5. Andrômeda como uma das galáxias próximas a via láctea (2,3 milhões de anos luz)
  6. Explicar como são formados os pólos