A mensagem na comunicação pública

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Apresentação para o II Encontro Nacional de Comunicação do Poder Judiciário / Workshop de Redes Sociais.
Brasília, agosto de 2014.

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  • Este modelo de e-participação reconhece:
    mudança de visão das pessoas como receptores passivos de serviços para cocriadores de valor público e contribuintes para a resiliência comunitária
    (Rio+20 )desenvolvimento sustentável – inclusive com crescimento econômico com pleno emprego produtivo, proteção da biosfera frágil e redução dos efeitos do aquecimento global – requer ação concertada de partes relevantes
  • A mensagem na comunicação pública

    1. 1. A mensagem na comunicação pública II Encontro Nacional de Comunicação do Judiciário Brasília, agosto de 2014 Murilo Pinto
    2. 2. Princípios vêm no início... ...e são aplicados aos meios para... ...se chegar aos fins.
    3. 3. É preciso uma mente muito incomum para buscar analisar o óbvio. Alfred North Whitehead “
    4. 4. Conceito Os princípios da comunicação pública
    5. 5. Comunicação pública  Não é comunicação de governo  Obras, campanhas institucionais, convencimento...  Não é divulgação da autoridade (Res. 85/CNJ, art. 2º, VII)  Honrarias, palestras, cursos...  Não é seguir índices de audiência  Mesmo os digitais  Conteúdos alternativos à lógica de mercado  Não é “divulgar”  Cidadão é parte ativa no processo  Feedback efetivo, relação sem hierarquia
    6. 6. O que é  Comunicação transparente e horizontal  Inclusive nos processos de construção da mensagem  Público é sujeito das ações de comunicação  Objetivo de esclarecer a tomada de decisões de interesse coletivo  Justificar e explicar escolhas, não convencer instrumentalmente  Não defender uma política, posição ou decisão  Respeitar o contraditório e incluí-lo no debate
    7. 7. Cuidados Os riscos com a comunicação pública
    8. 8. Fonte oficial
    9. 9.  É preciso ter 1.002‰ de certeza da informação fornecida  Em qualquer tema  Em especial:  nos que não são da própria competência  nos que não podem ser dogmatizados (direito, português...)  Copyright, direito de imagem, créditos  Lei e ética  #pequenascorrupções  “fonte: internet/divulgação” Legalidade, precisão e correção
    10. 10. Conteúdo institucional  Não pode depender de preferências individuais dos gestores du jour da página  Tom humano e pessoal não é isso  Precisa refletir a imagem pretendida pela instituição  Humor pode ser recurso importante, mas não principal  Peças de qualidade, tanto na estética/forma quanto teor/ informação  É preciso respeitar o ser humano, mesmo réus e condenados
    11. 11. Participação O fim da comunicação pública
    12. 12. Comunicação como vetor de e∙participação e∙Informação e∙Consulta e∙Decisão • Acesso à informação pública arquivos, dados abertos, transparência, mídias tradicionais • Discussão e deliberação sobre políticas e serviços públicos redes sociais, fóruns, enquetes, petições • Desenvolvimento conjunto e implementação de políticas e serviços licitações, LAI, regras e calendários, feedback sobre influência da contribuição, crowdsourcing Cidadaniamaisativa UN E-Gov Survey, 2014 e∙Participação
    13. 13. Participação e Judiciário Aspecto contramajoritário Influência da opinião pública vs. leis e princípios universais Escopo intrapartes dos processos judiciais Limites legais da participação popular Formulação indireta de políticas públicas Restrições ao ativismo
    14. 14. Aprenda as regras. Quebre as regras. Crie novas regras. Quebre as novas regras. Marvin Bell “
    15. 15. Experiências
    16. 16. Experiências e possibilidades
    17. 17. E os meios?
    18. 18. Upworthytização dos títulos  Jornalismo x Marketing  “valor” CTR x Valor informativo  o que ganha o órgão com um visitante a mais no site?  O que ganha o cidadão com uma visita desnecessária?  Visitantes irritados  Visitantes irrelevantes  Princípios: não esclarece  Fins: não promove debate  “clickbaiting”  Manipulativo  Apelativo  http://www.upworthygenerator.com/ http://www.headlinesagainsthumanity.com/
    19. 19. Compartilhar ou “recriar” Usada em mais de 100 páginas todas apresentando como “própria”
    20. 20. Acredito que se você não pode dizer o que tem para dizer em 20 minutos, deve logo escrever um livro sobre o assunto. Lord Brabazon “
    21. 21. But wait! There’s more!
    22. 22. 3 provocações ao CNJ  Incentivar a troca de acesso direto a dados entre os tribunais, em nível de análise (somente leitura)  Facebook, Twitter, Google Analytics  Fomentar o desenvolvimento de métricas padronizadas e comparáveis entre os órgãos e mídias  Tribunal A x Tribunal Y x Tribunal F...  TV x Facebook x Rádio x Portal ...  Tornar efetivo o SicJus como órgão de integração e disseminação modelos, com o desenvolvimento de comunidades de práticas  Canal Sicom / Cultura Digital / Secom-PR  Ocupar o espaço deixado pelo FNCJ, que é cada vez mais mero organizador de evento de premiação
    23. 23. A mensagem na comunicação pública twitter.com/MuriloPinto slideshare.net/MuriloPinto
    24. 24. Referências  Entrevista STF / Google Moderator  https://www.youtube.com/watch?v=Yt1tnv5p30I  http://www.conjur.com.br/2010-abr-21/ministro-gilmar-mendes-enfrenta-bombardeio- perguntas-youtube  Primeira audiência pública do STJ: score de crédito  https://www.facebook.com/notes/superior-tribunal-de-justi%C3%A7a-stj/primeira- audi%C3%AAncia-p%C3%BAblica-do-stj-discutir%C3%A1-dano-moral-por- pontua%C3%A7%C3%A3o-de-cr%C3%A9dito/10154310209815397  Ministra Nancy Andrighi / atendimento de advogados por Skype  https://www.youtube.com/watch?v=Tj4qJTHpkRU  Consultas públicas / CNJ  http://www.cnj.jus.br/programas-de-a-a-z/sistemas/bnmp/211-rodape/poder- judiciario/19655-consulta-publica
    25. 25. Referências  ONU / E-Gov 2014  http://unpan3.un.org/egovkb/Reports/UN-E-Government-Survey-2014  Glossário de Comunicação / Jorge Duarte  http://www.comunicacaoecrise.com/downloads/glossario4.pdf  Adote uma caneca (original)  http://instagram.com/p/mnGG0QPtEm  Sicom  http://culturadigital.br/comunidadesicom/  http://www.secom.gov.br/
    26. 26. Referências  Upworthy  http://pt.slideshare.net/Upworthy/the-sweet-science-of-virality  http://blog.upworthy.com/post/69093440334/what-actually-makes-things-go-viral-will- blow-your  http://mouseandman.com/anatomy-of-a-bulletproof-headline-the-upworthy-model/  http://www.theatlantic.com/technology/archive/2013/12/why-are-upworthy-headlines- suddenly-everywhere/282048/  http://www.theguardian.com/media/2014/mar/16/upworthy-website-generation-y- awful-headlines  http://www.niemanlab.org/2012/11/upworthy-has-a-recipe-for-chocolate-covered-news- broccoli-that-actually-tastes-delicious/  http://allfacebook.com/infographic-facebooks-shocking-effect-upworthy-will-blow- mind_b133955

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