Novena de Natal 2015 CEBs - Diocese de São josé dos Campos - SP

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Novena de Natal 2015 CEBs - Diocese de São josé dos Campos - SP

  1. 1. Subsídio para Reflexão nas Comunidades Nº 4 - Ano V - 2015XX Diocese de São José dos Campos - SP Palavra de DeusPalavra de Deus Na Vida do PovoNa Vida do Povo NOVENA DE NATAL
  2. 2. 1
  3. 3. 2
  4. 4. 3 Apresentação ..................................................................................04 Mensagem do Bispo Diocesano ............................................05 Orientações práticas ...................................................................07 Oração Inicial ..................................................................................09 Encontro nas Casas • 1º Dia ............................................................................................10 • 2º Dia ............................................................................................13 • 3º Dia ............................................................................................16 • 4º Dia ............................................................................................19 • 5º Dia ............................................................................................22 • 6º Dia ............................................................................................24 • 7º Dia ............................................................................................27 • 8º Dia ............................................................................................29 • 9º Dia ............................................................................................32 Músicas ..............................................................................................35 Ofício pela Paz ...............................................................................42 Terço Martirial.................................................................................44 ÍNDICE
  5. 5. 4 APRESENTAÇÃO Natal todo dia! Queridos irmãos e irmãs das Comunidades Eclesiais de Base! O Natal é o momento propício para refletirmos o nascimento de Jesus, nosso Deus Salvador. Um Deus que se fez pobre por amor, não nasceu num berço de ouro, mesmo sendo Rei, mas nasceu em meio aos animais que ali estavam, “porque não havia lugar para eles na hospedaria” (Lc 2,7b). Qual o lugar que o menino Jesus tem na minha vida? Será que Ele nasce todos os dias no meu coração? O espírito do Natal nos contagia; alegra-nos; nos motiva na caridade para com aqueles irmãos que passam dificuldades. Mas a caridade não pode ficar só no final de ano; quem passa fome tem pressa do alimento. Recordemos um trecho da música do Pe. Zezinho “Tudo seria bem melhor: Se o Natal não fosse um dia, E se as mães fossem Maria, E se os pais fossem José, E se os filhos parecessem, Com Jesus de Nazaré”. Ah, se vivêssemos o Natal todo dia! Com certeza ninguém mais passa- ria fome. Infelizmente não vivemos o Natal todo dia porque ainda somos egoístas, somos apegados às coisas materiais que nos impedem de viver a caridade. É preciso ser desapegado, colocar-se nas mãos do Senhor como pobre, pois Jesus Cristo: “sendo rico, se fez pobre por nós, a fim de nos enriquecer com sua pobreza” (II Cor 8,9). “Deve haver um lugar dentro do seu coração; onde a paz brilhe mais que uma lembrança; sem a Luz que ela traz já nem se consegue mais en- contrar o caminho da esperança; sinta, chega o tempo de enxugar o pranto dos homens; se fazendo irmão e estendendo a mão”. Esforcemo-nos para que o Natal seja todo dia. Feliz Natal e um abençoado Ano Novo! Deus abençoe! Forte abraço! Pe. Alexandre Rodolfo Aparecido da Costa Assessor Diocesano das CEBs
  6. 6. 5 MENSAGEM DE DOM CESAR Natal 2015 Já tendo iniciado o Ano Santo da Misericórdia, o Jubileu da Misericór- dia, com o qual o Papa Francisco quis celebrar os cinquenta anos do encer- ramento do Concílio Vaticano II, celebramos com imensa alegria a NATAL DO SENHOR JESUS. A cada ano temos esta graça de refletir, rezar e celebrar o nascimento do nosso Salvador e Redentor. Salvador e Redentor de toda a humanidade, renovador de toda a criação. “Quando, porém, chegou a plenitude do tem- po, enviou Deus seu Filho, nascido de uma mulher, nascido sob a Lei, para remir os que estavam sob a Lei, a fim de que recebêssemos a adoção filial “(Gl 4, 4-5). A Igreja confessa que Jesus é, inseparavelmente, verdadeiro Deus e ver- dadeiro homem. Ele é, verdadeiramente, o Filho de Deus que se fez ho- mem, nosso irmão, e isto sem deixar de ser Deus, nosso Senhor. “Ele per- maneceu o que era, assumiu o que não era”, canta a liturgia romana. Assim, queremos neste Natal, todos nós que cremos, esperamos e se- guimos o menino Jesus, cantar como cantaram os anjos dos céus: “Glória a Deus nas alturas e Paz na terra aos homens de boa vontade”. Paz para to- dos: para cada um de nós, para nossas famílias, para nossas comunidades, para nossa cidade, para nosso país, para toda a humanidade. Quem é de Deus, diz São João em sua primeira carta é da Paz. A Paz é um dom e uma responsabilidade nossa, nos diz São Paulo na carta aos Romanos. Neste Natal do ano da Misericórdia, queremos nos alegrar com todos os que vivem e atuam a partir da Misericórdia, que resplandece no rosto de Jesus. Ele é o Senhor da Paz, Ele é o rosto da Misericórdia, Ele é o totalmen- te santo, Ele é a garantia de nossa salvação. Assim, sejamos também nós, pessoas de Misericórdia, para testemunhar ao mundo a verdadeira fé em Cristo Jesus. Que a paz que os anjos proclamam no dia do Natal Santo do Filho de Deus, seja prolongada pelas nossas palavras, pelas nossas atitudes, pelos nossos gestos, pelas nossas tomadas de decisão, em favor da vida de todos e de todas as criaturas de Deus. Juntemos nossa voz a voz dos anjos para que o mundo todo escute e creia que Jesus é o ÚNICO SALVADOR, e
  7. 7. 6 que “diante dele haverão de se dobrar todos os joelhos: no céu, na terra e nos infernos”. Confiemos em Deus, assim como fez Maria, a mãe de Jesus Cristo, que acolheu com humildade em sua vida o projeto de Deus. Para ser a Mãe do Salvador, Maria foi enriquecida por Deus com dons dignos para tamanha função. No momento da Anunciação, o anjo Gabriel a saúda como “cheia de graça”. Efetivamente, para poder dar o assentimento livre de sua fé ao anúncio da sua vocação, era preciso que ela estivesse totalmente sob a moção da graça de Deus. É isto que queremos celebrar neste Santo Natal de Jesus: a graça de Deus que também quer habitar em nós e em nossas famílias e comunidades. Que possamos celebrar este Natal cheios da graça de Deus, sendo misericordiosos conosco mesmos, com nossos familiares, com nossos amigos, com as pessoas que passam à nossa porta e pedem de nós um gesto de amor e compaixão. Festejemos com alegria este tempo de graça e de paz. Lembremo-nos de forma especial, de nossos irmãos e irmãs, que em tantos lugares do mundo, são perseguidos por causa da fé, por confessarem com coragem o nome de Jesus Cristo. O sangue dos mártires é semente de novos cristãos, diziam os Padres da Igreja. Rezemos por eles e vivamos com alegria nossa Fé. Cantemos com os anjos as mara- vilhas que Deus tem feito por nós, através de seu Filho Unigênito, Jesus Cristo Nosso Senhor. Feliz e abençoa- do Natal a todos e a todas. Que a gra- ça e paz de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja com cada um de vocês. D. José Valmor Cesar Teixeira, SDB Bispo Diocesano de São José dos Campos
  8. 8. 7 • Recomenda-se que a Novena de Natal seja realizada em família, em casas e não no salão paroquial, capela ou igreja matriz. • É necessário que nas comunidades, sobretudo nas maiores, sejam formados vários grupos para a realização da novena (para essa divisão dos grupos, contamos com o apoio dos coordenadores de cada comunidade). • A Bíblia é indispensável. Deve estar presente em todos os encontros, em lugar de destaque; motivar os participantes para levarem a Bíblia. • Preparar o símbolo da novena, que irá acompanhar todos os dias. Nesta novena será uma caixinha e papel recortado em formato de folhas para as pessoas escreverem as intenções. • Sugerimos que cada rua, cada setor, confeccione de acordo com sua criatividade, uma Coroa da Novena de Natal, contendo nove velas que serão acesas ao longo da novena; pode ser construída com ramos verdes e enfeites. • Lembremo-nos da vela que deverá ser acesa no momento da Oração Inicial, que poderá ser decorada de acordo com a criatividade dos participantes. • Algo importante a ser observado é a pontualidade. O encontro não deve ser realizado de modo muito rápido, nem muito demorado. • Estudar e preparar antes os encontros. • Escolher com antecedência os leitores e leitoras. • Marcar com antecedência a casa das famílias que serão visitadas durante a novena. ORIENTAÇÕES PRÁTICAS
  9. 9. 8 • É importante ir ao encontro daquelas famílias que estão afastadas da comunidade ou que estão precisando de uma visita. • Fazer a apresentação das pessoas que estão participando pela primeira vez, de modo carinhoso. •Os avisos devem ser breves; somente o essencial: a próxima casa, gesto concreto, a celebração de encerramento, etc. • Conversar e combinar no início da novena, como será a Celebração de Encerramento, de preferência envolvendo as diversas comunidades. •Combinar desde o início qual será o gesto concreto do grupo e o paroquial. • A novena que apresentamos é apenas um roteiro, que pode e deve ser enriquecido com a criatividade e a realidade da comunidade. • Deixar a imagem do Menino Jesus para a Festa do Natal, do 1º ao 8º dia da novena estaremos vivendo a espera.
  10. 10. 9 “Natal de Jesus, Esperança para a humanidade” Dirigente: Iniciemos nosso encontro recordando o sinal do batismo. Todos: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém! Dirigente: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam sempre conosco! CANTO DE ABERTURA. - Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar! (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito! (bis) Glória a Trindade Santa, glória ao Deus Bendito! (bis) - De pé, vigilantes, lâmpadas nas mãos! (bis) Ele já está bem perto, nossa Salvação! (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia irmãos! (bis) Nosso Senhor vem vindo, a Deus louvação! (bis) Dirigente: Bendito seja Deus, que ilumina com a Luz de Jesus Cristo, seu Filho, nossa vida, nossa casa, nossa comunidade, nosso bairro, nossa cidade e todas as realidades que nos cercam. Recordemos estas realidades que desejamos abençoar neste momento de oração e peçamos a graça de preparar um Natal com compromissos que tragam mais vida, mais amor. Dirigente: Rezemos o Ângelus com o coração agradecido à nossa Mãe Santíssima, que ao dizer sim a Deus, ofereceu a toda humanidade a certeza do amor. Dirigente: O Anjo anunciou a Maria. Todos: E ela concebeu do Espírito Santo. Ave Maria... Dirigente: Eis aqui a escrava do Senhor. Todos: Faça-se em mim segundo a vossa Palavra. Ave Maria... Dirigente: E o Verbo se fez carne. Todos: E habitou entre nós. Ave Maria... Dirigente: Ó Deus de bondade, olha o teu povo reunido nesta Novena de Natal. Dá-nos a graça de acolher com muita alegria nosso Senhor Jesus Cristo que vem e, anunciar com nossa vida o mistério de sua encarnação em nossa humanidade. Por Cristo, nosso Senhor. Amém. CANTO: Nossa novena será abençoada, pois o Senhor vai derramar o seu amor. Derrama, ó Senhor, derrama, ó Senhor. Derrama sobre nós o teu amor. Todos: Deus de amor e de ternura, Senhor da vida e da história, nós te louvamos e bendizemos, porque nos amaste desde toda a eternidade e nos chamaste para fazer parte do teu povo escolhido. 1º AO 8º DIA DA NOVENAORAÇÃO INICIAL
  11. 11. 10 PREPARANDO O AMBIENTE: Preparar um símbolo, utilizando uma garrafa pet de dois litros, cortando as pontas, formando um cilindro e recobri-la com papel camurça preto, com pequenos furos para permitir resplandecer a luz e duas velas, sendo que uma para ser colocada dentro do cilindro e outra ser enfeitada com mo- tivo natalino. Colocar no ambiente a Bíblia Sagrada, aberta em Isaias 9, 1-6, flores, o cilindro com a luz e a vela decorada. ACOLHIDA: Amados irmãos e irmãs, sejam bem-vindos(as) ao primeiro encon- tro em preparação à grande “Festa do Natal”. O tema de hoje: “Nata, Luz que brilha nas trevas”. Com profundo espírito de entrega a Deus, vamos assumir o compro- misso de participar com alegria desta novena, pois Natal é a Festa do Menino Je- sus! É a festa da família! É a festa da Paz, do Amor e da Esperança! 1. ORAÇÃO INICIAL. (página 9) 2. MOTIVAÇÃO. Leitor(a) 1: Em Belém, o Menino Jesus é luz esplendorosa do amor do Pai. Ele testemunha com sua encarnação, que Deus ama a humanidade com amor eterno a ponto de enviar o próprio Filho para nos salvar. Todos: “O povo que andava nas trevas viu uma grande luz; sobre aqueles que habitavam uma região tenebrosa resplandeceu uma luz” (Is 9,1). Acender a vela. Leitor(a) 2: Deitado na manjedoura está Jesus. Nele Deus dá a maior de todas as provas de seu amor para conosco: O filho faz-se um de nós para nos mostrar como a vida humana é bela. Ele vem para nos ensinar como ser felizes. Vem para nos salvar do pecado e da morte. Todos: “Um menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre seus ombros e ele se chama Conselheiro Admirável, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz” (Is 9,5). Leitor(a) 3: O povo escolhido esperava um Salvador e tinha a certeza de que ele traria a paz e que ela seria fruto da justiça, de um novo jeito de viver, longe do mal. Todos: “O seu reino será grande e a paz sem fim. Ele o firmará e o manterá pelo direito e pela justiça desde agora e para sempre.” (Is 9,6). “Natal, Luz que brilha nas trevas” 1º DIA
  12. 12. 11 3. HINO: Eis me aqui - cantado ou rezado. Eis me aqui, Senhor! Eis me aqui, Senhor!/ Pra fazer tua vontade, pra viver do Teu Amor/ Pra fazer Tua Vontade, pra viver do Teu amor/ Eis-me aqui, Senhor! 1- O Senhor é o pastor que me conduz/ por caminhos nunca vistos me enviou/ Sou chamado a ser fermento, sal e luz/ E por isso respondi: aqui estou! 2- Ponho minha confiança no Senhor/ Da esperança sou chamado a ser sinal/ Seu ouvido se inclinou do meu clamor/ E por isso respondi: aqui estou! 4. ACOLHENDO A PALAVRA DE DEUS. Canto de acolhida à Palavra. Ler pausadamente IsaÍas 9, 1-6. (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente) 5. MOMENTO DA PARTILHA. Dirigente: Reler o versículo 5 e partilhar a- O que entendemos por PAZ? Que importância ela tem em nossa vida? b- Por que o presépio transmite paz? O que há nele, que nos convida a sermos “promotores da paz”? c- Jesus trouxe a paz. O que falta, então para que tenhamos paz na família, na comunidade, na sociedade? 6. GESTO CONCRETO. Dirigente: Conversar sobre o gesto concreto da paróquia, da comunidade, da rua. Convidar todos os nossos vizinhos para participarem do 2º encontro e acom- panharem a novena. 7. A PALAVRA SE FAZ ORAÇÃO. (PRECES) Dirigente: Apresentamos a Deus nossos pedidos a fim de que tenhamos espe- rança, por meio da paciência e da coragem que as Escrituras nos dão. Todos: Deus Amor, confiamos nossa vida a Vós! Dirigente: Senhor, ajudai nossa comunidade a promover a justiça e a paz. Dirigente: Senhor, pedimos por todas as pessoas que vivem ao relento, nas ruas, sem rumo. Dirigente: Senhor, pedimos pelas crianças abandonadas que não encontram nenhum motivo para celebrar o nascimento de Jesus Cristo. Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 8. AVISOS/ COMEMORAÇÕES. - Local e horário do segundo dia da novena. - Ler com antecedência Lucas 1, 26-31. - Convidar mais pessoas para o segundo dia da Novena de Natal. - Lembrar de escolher e preparar a folha de canto para o 9º dia de acordo com a comunidade.
  13. 13. 12 9. ORAÇÃO FINAL / BÊNÇÃO. Todos: Dá-nos, Senhor, um coração igual ao Teu! Vem com a Tua paz, vem com a Tua ternura habitar nos nossos corações e em nossas comunidades! Vem visitar o mundo inteiro! Ensina-nos a amar o nosso irmão, a enxergá-lo com os Teus olhos. A perdoar com teu perdão, e enche-nos com teu Espírito! Dá-nos, Senhor, um coração novo! Dirigente: O Deus da esperança, da alegria e da paz permaneça com todos nós, agora e para sempre. Amém! CANTO FINAL. Vida em Primeiro Lugar
  14. 14. 13 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, símbolo da novena, vela, recortes de jor- nais e revistas, que nos mostrem a realidade que precisamos mudar. 1. ORAÇÃO INICIAL. (página 9) 2. OLHANDO A REALIDADE. Dirigente: Os mais pobres muitas vezes são ignorados, esquecidos, deixados de lado, desprezados pela sociedade. Leitor(a) 1: Diante dos pobres a comunidade não pode deixar-se levar pelos pecados da sociedade. O pecado social é o abandono dos pobres, dos excluídos. Leitor(a) 2: A comunidade cristã precisa ter uma atitude evangélica diante dos pobres e excluídos, a mesma atitude de Jesus: a preferência pelos pobres e excluí- dos, por isso a comunidade faz opção pelos pobres e excluídos. Leitor(a) 3: É preciso buscar os mais pobres, os esquecidos, os sem voz e sem vez, os desempregados, os excluídos da sociedade. São eles que precisam dos ser- viços da comunidade. Todos: Natal é tempo de conversão. Tempo de construir um mundo mais ir- mão. Leitor(a) 1: O serviço aos mais pobres e excluídos atende a três níveis, confor- me as circunstâncias: assistência imediata é o primeiro passo, mas que não muda a condição, é dar o peixe. Promoção é um segundo passo, melhora a condição de vida, mas não muda o sistema, é ensinar a pescar. Libertação é o passo mais avan- çado, procurando combater na sociedade o que gera a pobreza, a marginalização e a exclusão. É garantir o direito de pescar. Todos: Natal é tempo de conversão, tempo de construir um mundo mais ir- mão. 3. HINO: Projeto de Deus – cantado ou rezado 1- O projeto de Deus é fartura na mesa. O projeto de Deus não gera pobreza. O projeto de Deus é que haja a partilha de toda riqueza. (2x) 2- O projeto de Deus é amor e bondade. O projeto de Deus á a fraternidade. O projeto de Deus é que haja a igualdade na sociedade. (2x) “Resgatar a dignidade dos Filhos de Deus” 2º DIA
  15. 15. 14 3- O projeto de Deus é terra pra todos. O projeto de Deus é casa pra todos. O projeto de Deus é o fim do sistema que oprime o seu povo. (2X) 4- O projeto de Deus não está concluído. O projeto de Deus é seu reino implantado. O projeto de Deus com as mãos de nós todos será realizado. (2X) 4. ACOLHENDO A PALAVRA DE DEUS. Canto de acolhida à Palavra. Ler pausadamente: Lucas 1, 26-31. (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente) 5. MOMENTO DA PARTILHA. a- O coração de Maria foi um lugar acolhedor do projeto de Deus. Comentar. b- O jeito de agir da nossa comunidade ajuda a formar um povo a sair da escra- vidão? Que escravidão? Dar exemplos. c- Quais são os sinais do cuidado de Deus para com a nossa comunidade? 6. GESTO CONCRETO. Dirigente: O que podemos fazer para que nossa comunidade, nosso bairro, nossa rua sejam sinais de Luz e exemplos a serem seguidos? - Conversar sobre a possibilidade de formar um grupo para pensar e trabalhar uma missão transformadora em 2016. 7. A PALAVRA SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: A oração é da comunidade e é de cada um. Tiramos do chão da vida o assunto para conversar com Deus. Louvamos e agradecemos ao Pai pelo bem que Ele nos faz. Pela força que Ele nos dá para enfrentar os problemas na busca de uma vida melhor, plena de amor. Agradeçamos a Deus por seu imenso amor por nós! Agradeçamos ao Senhor Deus da vida pela graça deste encontro. Todos: Bendito seja Deus! Dirigente: Por tudo que tens feito por cada um de nós e por nossas famílias: Dirigente: Pela força com que nos capacita para enfrentar as adversidades da vida: Dirigente: Pela comunidade que temos, por nosso país, pela nossa Igreja: Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 8. AVISOS/ COMEMORAÇÕES. Convidar mais pessoas para participarem, lembrar os que não puderam partici- par hoje. Preparar o terceiro dia da novena. 9. ORAÇÃO FINAL / BÊNÇÃO. Dirigente: Ó Mistério, escondido há séculos nos céus, aos fiéis fostes um dia revelado, e dos cegos os olhos recobrados, já se firmam do coxo os passos seus, faz o pobre escutar a voz de Deus, vem levanta os humilhados, ó, ó, ó. Todos: Vem, ó Filho de Maria, o amanhã já se anuncia, quanta sede, quanta espera, quando chega, quando chega aquele dia? Dirigente: Deus da compaixão, do carinho, do cuidado, sejamos também com-
  16. 16. 15 passivos, cuidadores e carinhosos com nossos irmãos. Conceda-nos a graça de ser- mos fraternos em seu amor. Que assim seja! Amém! Dirigente: Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL. XV Romaria CEBs CNBB Sul 1 à Aparecida
  17. 17. 16 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, flores, símbolos de Natal. 1. ORAÇÃO INICIAL. (página 9) 2. OLHANDO A REALIDADE. Dirigente: Olhando a imagem de José, imagino sempre o pai de Jesus, o esposo da virgem Maria. Homem do povo, pobre, simples, corajoso, destemido, que cum- priu com amor a missão que lhe foi confiada. Missão esta que imagino o quanto deve ter sido difícil de cumprir naqueles dias, na cultura local, machista e discri- minatória da mulher. Receber Maria grávida de um filho que não era seu. Ele en- tendeu a mensagem do anjo e acolheu Maria, cuidou dela, a protegeu, a defendeu da perseguição do Faraó. Contemplo José caminhando com Maria se preparando para a chegada de Jesus, trabalhando na carpintaria de Nazaré, ensinando o seu ofício de carpinteiro. José é exemplo para tantos pais que lutam com dificuldade na defesa da família, na luta por dignidade no mundo conflituoso de hoje. Leitor(a) 1: A Paz é fruto da justiça, e justiça se faz com direitos iguais, pelos quais todos possam ser favorecidos, com moradia, escola, trabalho remunerado, segurança e qualidade de vida. Leitor(a) 2: Partilhar o que sobra é fácil, difícil é partilhar do pouco que se tem. Significa oferecer o que se tem de melhor em prol daqueles que nada têm. É com- partilhar a vida, os dons, o saber, como fez José que abriu mão de si para aderir ao projeto do Pai. Leitor(a) 3: No Reino que Jesus sonhou todos os homens e mulheres são iguais em dignidade, ninguém é melhor do que ninguém. Deus não faz distinção de pes- soas, independente de cor, raça, religião ou posição social. 3. HINO: Entre nós está - cantado ou rezado. 1- Seu nome é Jesus Cristo e passa fome / E grita pela boca dos famintos. E a gente quando o vê, passa adiante / Às vezes pra chegar depressa à Igreja! Seu nome é Jesus Cristo e está sem casa / E dorme pelas beiras das calçadas. E a gente quando o vê, apressa o passo / E diz que ele dormiu embriagado! Entre nós está e não o conhecemos Entre nós está e nós o desprezamos! Desprezamos! (bis) “José: Justiça, Partilha e Paz” 3º DIA
  18. 18. 17 2- Seu nome é Jesus Cristo e é analfabeto, / E vive mendigando um subemprego. E a gente quando o vê diz: “é um à toa”! / Melhor que trabalhasse e não pedisse. Seu nome é Jesus Cristo e está banido / Das rodas sociais e das igrejas Porque dele fizeram um rei potente / Enquanto Ele vive como um pobre... 3- Seu nome é Jesus Cristo e está doente / E vive atrás das grades da cadeia. E nós tão raramente vamos vê-Lo... / sabemos que ele é um marginal! Seu nome é Jesus Cristo e anda sedento / Por um mundo de amor e de justiça, Mas, logo que contesta pela paz, / A “ordem” o obriga a ser da guerra. 4- Seu nome é Jesus Cristo e é difamado / E vive nos imundos meretrícios. Mas muitos o expulsam das cidades, / Com medo estendera mão a ele. Seu nome é Jesus Cristo e é todo homem / Que vive neste mundo e quer viver Pra Ele não existem mais fronteiras. 4. ACOLHENDO A PALAVRA DE DEUS. Canto de Acolhida à Palavra. Ler pausadamente Mateus 1, 18-25. (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente). 5. MOMENTO DA PARTILHA. - Como estou preparando o Natal neste ano? O que vai ser diferente? - Paz, você entende que para que a paz aconteça, a partilha e a justiça precisam ser praticadas? - Fale um pouco sobre a devoção a José e o que ele significa dentro do projeto de nossa salvação. 6. GESTO CONCRETO. - Lembrar o gesto da novena deste ano. - Procurar valorizar mais a missão de pai na comunidade em encontros especí- ficos para pais. 7. A PALAVRA SE FAZ ORAÇÃO. (PRECES) Dirigente: O sim de José acompanha e protege o sim de Maria. Também ele é escolhido por Deus. Aceita sua vocação, responde com fidelidade ao plano do Senhor. Seguindo o seu exemplo rezemos. Todos: São José, rogai por nós! Dirigente: Que a exemplo de São José nossos ouvidos estejam atentos à voz do Pai que nos convoca a sermos colaboradores no seu projeto de amor e na constru- ção do reino de justiça, partilha e paz, rezemos. Dirigente: No mundo conflituoso de hoje sejamos luz, alento para as pessoas que precisam de mãos estendidas que partilham, acolhem e ajudam, rezemos. Dirigente: Que a celebração do Natal de Jesus renove em nós a alegria, a espe- rança e a vontade de mudança de transformações de realidades que oprimem e ferem a dignidade da pessoa humana, rezemos. Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria...
  19. 19. 18 8. AVISOS/ COMEMORAÇÕES. Convidar para o próximo dia da novena. (Local) 9. ORAÇÃO FINAL/BÊNÇÂO. Dirigente: Senhor abençoe nossas casas, nossas famílias e nossa comunidade. Que o teu amor se propague por toda terra e traga vida nova a todos. Vem renas- cer no coração de cada um de nós, de todos. Que a tua vida floresça em nossas vidas! Amém! Dirigente: Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL. 23/11/2014 XXVI Encontro Celebrativo das CEBs
  20. 20. 19 PREPARANDO O AMBIENTE: preparar um ambiente simples e acolhedor. Colo- car a Bíblia em lugar de destaque, velas, flores e símbolos natalinos que a família goste. 1. ORAÇÃO INICIAL. (página 9) 2. OLHANDO A REALIDADE - Experiência de Vida. Dirigente: Em uma cidade do interior de São Paulo, Helena, enfermeira, traba- lhadora, formou uma linda família. Quando seu filho completou 18 anos, Helena pensou que sua missão de mãe estava se completando. O rapaz frequentava a faculdade, tinha bom emprego e estava namorando. Helena já se imaginava como avó, segurando novamente nos braços um bebê. Então, aconteceu uma tragédia: o filho único morreu num acidente de carro. Helena e o marido ficaram desolados. Leitor(a) 1: Helena pediu muito a Deus que a ajudasse a aceitar esta situação, tão absurda. O que vai ser de mim agora, como mãe? Em seu trabalho como enfer- meira, percebeu como muitas adolescentes grávidas vinham para fazer o acompa- nhamento pré-natal. Certo dia, encontrou uma delas sentada no banco de espera. Aproximou-se e olhou-a nos olhos. Leitor(a) 2: Não precisou muita conversa para perceber como a menina de 14 anos estava confusa e desemparada. O namorado não assumiu a paternidade. Os pais queriam expulsá-la de casa. Não tinha emprego nem condições de preparar o enxoval do futuro bebê. De repente, Helena redescobriu sua vocação de mãe: ela iria ajudar a menina a reconstruir sua vida. Na semana seguinte começou a concre- tizar o novo sonho de mãe. Leitor(a) 3: Dedicou um tempo semanal para escutar as mulheres grávidas e ajudá-las. Conversou com algumas amigas, criou um mutirão para recolher mate- rial reutilizado para bebês, como berços e carrinhos. A iniciativa se consolidou com uma Associação de proteção às adolescentes e mulheres grávidas na sua cidade. Atualmente, já aposentada, Helena diz: “hoje sou a mãe de muitas mulheres que precisam. Aprendi a tratá-las não como coitadinhas, mas como pessoas que mere- cem ser valorizadas. A associação é uma comunidade de mulheres que se ajudam. Quem já passou pela experiência, fortalece as outras.” “A serviço da vida: abraçar com fé e coragem a missão” 4º DIA
  21. 21. 20 3. HINO: Mãe do Céu Morena - cantado ou rezado. 1- Mãe do Céu Morena, Senhora da América Latina, de olhar e caridade tão divi- na, de cor igual a cor de tantas raças. Virgem tão serena, Senhora destes povos tão sofridos / Patrona dos pequenos e oprimidos / Derrame sobre nós as tuas graças. 2- Derrama sobre os jovens tua luz / Aos pobres vem mostrar o teu Jesus / Ao mundo inteiro traz o teu amor de Mãe./ Ensina a quem tem tudo a partilhar/ Ensi- na quem tem pouco a não cansar / E faz o nosso povo caminhar em Paz. 3- Derrama a esperança sobre nós / Ensina o povo a não calar a voz./ Desperta o coração de quem não acordou. / Ensina que a justiça é condição / De construir um mundo mais irmão. / E faz o nosso povo conhecer Jesus. 4. ACOLHENDO A PALAVRA DE DEUS. Canto de acolhida à Palavra. Ler pausadamente Lucas 1, 39-45. (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente). 5. PARTILHA DA PALAVRA E DA REALIDADE. Dirigente: Maria sai de casa, apressadamente, para visitar Isabel (Lc 1, 39). E passaram um bom tempo juntas. Viveram uma intensa experiência de comunida- de. Na comunidade, nós também aprendemos e ensinamos. Doamos e recebe- mos. Esta é uma das belezas do serviço, quando é realizado com liberdade, gene- rosidade, desprendimento e muito amor. a- No “Olhando a realidade”, Helena também se coloca a serviço de mulheres com diversas dificuldades. Comente a experiência de vida de Helena e a relação com a experiência de Maria. b- Estamos assumindo com fé e coragem nossa missão, de transformar a socie- dade do jeito que Deus quer? 6. GESTO CONCRETO. Dirigente: Além do gesto concreto assumido pela comunidade Paroquial, pen- sar em um gesto a partir da reflexão de hoje para o grupo. 7. A PALAVRA SE FAZ ORAÇÃO. (PRECES) Dirigente: Invoquemos o Cristo Jesus, esperança e alegria dos pobres de todos os tempos. Todos: Vem, ó Senhor Jesus! Dirigente: Senhor, vem fortalecer as mãos cansadas e os pés vacilantes. Enche de tua esperança os corações abatidos. Dirigente: Faze-nos corajosos em assumir nossa vocação de profetas, anun- ciando e preparando os caminhos do teu Reino nesta terra. Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 8. AVISOS/ COMEMORAÇÕES.
  22. 22. 21 9. ORAÇÃO FINAL / BÊNÇÂO. Dirigente: Como Maria, recebemos a boa notícia de Deus. Alegremo-nos. O ca- minho não está pronto. É preciso renovar a opção a cada ciclo de vida. Que Maria nos ajude a sermos discípulos e seguidores de Jesus. E pela Sua intercessão aben- çoe-nos, ó Deus da vida, ó Deus de amor. O Deus da alegria, da Luz e da Esperança permaneça conosco, agora e para sempre. Amém! Dirigente: Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL. 12 de dezembro Nossa Senhora de Guadalupe Padroeira da América Latina 09 de dezembro São João (Juan) Diego Cuauhtlatoatzin (que significa: Águia que fala ou o que fala como águia)
  23. 23. 22 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia em destaque, velas, flores, símbolos de Na- tal, imagem de Nossa Senhora. 1. ORAÇÃO INICIAL. (página 9) 2. OLHANDO A REALIDADE. Análise de conjuntura brasileira. Dirigente: O mais significativo na conjuntura brasileira foram as manifestações de março a 1º de maio de 2015. Que bonito quando o povo se mobiliza e faz a diferença! O governo e os políticos tremeram quando viram a força que o povo organizado tem. E o povo só queria um mundo melhor, o reino de Deus. Por isso, gritou contra a cor- rupção, pediu mais educação, mais trabalho e salário justo. Exigiu o fim da violência e menos impostos. Demonstrou que deseja uma sociedade fraterna, na qual os mais necessitados são priorizados. Fiquemos alertas e não nos esqueçamos de que: Leitor(a) 1: Que há uma crise mundial sem precedentes – econômica, financei- ra e geopolítica – que influencia a conjuntura de todos os países; Leitor(a) 2: Que há uma crise capitalista, para retomar seu padrão de acumu- lação. Avança sobre a classe trabalhadora e sobre os recursos naturais; e que a corda sempre arrebenta do lado dos mais pobres, que têm que pagar uma conta que não fizeram. 3. HINO: Maria de Nazaré - cantado ou rezado. Maria de Nazaré, Maria me cativou; Fez mais forte a minha fé, e por filho me adotou; Às vezes eu paro e fico a pensar, e sem perceber, me vejo a rezar; E meu coração se põe a cantar, pra Virgem de Nazaré; Menina que Deus amou e escolheu, pra Mãe de Jesus, o Filho de Deus; Maria que o povo inteiro elegeu, Senhora e Mãe do Céu. Ave Maria, Ave Maria, Ave Maria, Mãe de Jesus! Maria que eu quero bem, Maria do puro amor; Igual a você, ninguém, Mãe pura do meu Senhor; Em cada mulher que a terra criou, um traço de Deus Maria deixou; Um sonho de Mãe Maria plantou, pro mundo encontrar a paz; “Anunciar a Boa-Nova aos pobres, com profetismo e esperança” 5º DIA
  24. 24. 23 Maria que fez o Cristo falar, Maria que fez Jesus caminhar; Maria que só viveu pra seu Deus, Maria do povo meu. 4. ACOLHENDO A PALAVRA DE DEUS. Canto de acolhida à Palavra. Ler pausadamente: Lucas 1, 46-55. (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente) 5. PARTILHA DA PALAVRA E DA REALIDADE. a- O que mais te chamou a atenção neste texto? b- O que estamos fazendo para promover a dignidade humana? c- O que gera a pobreza e a exclusão em nossa sociedade? 6. GESTO CONCRETO. Dirigente: O que podemos fazer para que nossas famílias sejam mais solidárias? Sugestão: visitar uma família que esteja passando por dificuldades. 7. A PALAVRA SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: Senhor, que as famílias de nossas comunidades possam ser verdadei- ramente profetas, encarando a realidade que vivemos, levando esperança aos povos. Todos: Ouve, Senhor, as nossas preces. Dirigente: Senhor, que sejamos sinais visíveis do amor de Deus em nossas co- munidades. Dirigente: Senhor, que os pais possam ser verdadeiros catequistas de seus fi- lhos, educando-os como verdadeiros cidadãos. Dirigente: Senhor, que pais e mães trabalhadores sejam mantidos seguramente em seus trabalhos. Que os desempregados não percam a fé, nem a esperança. Que sejamos solidários com todos eles. Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 8. AVISOS/ COMEMORAÇÕES. - conversar sobre a preparação do próximo encontro. 9. ORAÇÃO FINAL/BÊNÇÃO. Dirigente: Ó Deus de bondade, olha teu povo reunido nesta novena de Natal. Dá-nos a graça de acolher, com muita alegria, nosso Senhor Jesus Cristo que vem e anunciar com nossa vida o mistério da sua encarnação em nossa humanida- de. Por Cristo, nosso Senhor. Amém! Dirigente: Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL.
  25. 25. 24 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, vela, símbolo da novena, fotos de famílias da comunidade, de parentes etc. 1. ORAÇÃO INICIAL. (página 9) 2. OLHANDO A REALIDADE. Família, patrimônio da humanidade! Dirigente: A família é a base da sociedade. O lugar privilegiado dos primei- ros balbÚcios, as primeiras palavras e os primeiros passos. É também uma escola social, na qual acontece a primeira experiência de preocupação com os outros, as primeiras relações interpessoais. O aprendizado dos valores que promovem a vida humana, os primeiros valores (ou antivalores), onde recebemos as primeiras regras sociais, as primeiras relações interpessoais. Leitor(a) 1: Por meio da família aprendemos a perceber o mundo. É ela que nos introduz no processo de socialização. Por isso, é tão comum que nos comporte- mos como quem nos criou e nos educou, como nossos pais e avós, trazendo traços do caráter e atitudes muito semelhantes. Leitor(a) 2: Como dissemos, as primeiras vivências são decisivas para todo o res- to da vida, em sentido negativo ou positivo. A família é cuidadora da vida num todo! Leitor(a) 3: O núcleo familiar é responsável pela forma como veremos o mundo no futuro. A escola tem o objetivo de difundir conhecimento e não de educar, dar limites ou moralidade. Leitor(a) 1: É a partir da nossa casa que aprendemos como administrar os nos- sos sentimentos e tudo isso contribui completamente como será o comportamen- to da sociedade futuramente. Leitor(a) 2: Neste momento vamos conversar sobre como compreendemos o tema, “Família, cuidadora da vida”. Todos: Sagrada Família de Nazaré, ensina-nos o recolhimento, a interiorida- de, dá-nos a disposição de escutar as boas inspirações e as palavras dos verda- deiros mestres; ensina-nos a necessidade do trabalho, da preparação, do estudo, da vida pessoal interior, da oração, que Deus vê em segredo. Ensina-nos o que é a Família, sua comunhão de amor, sua beleza simples e austera, seu caráter sagra- “Família, cuidadora da Vida” 6º DIA
  26. 26. 25 do e inviolável. Amém. (Oração a Sagrada Família – Papa Paulo VI) 3. HINO: Hino à família - cantado ou rezado. Que nenhuma família comece em qualquer de repente / Que nenhuma família termine por falta de amor / Que o casal seja um para o outro de corpo e de mente / E que nada no mundo separe um casal sonhador / Que nenhuma família se abrigue debaixo da ponte / Que ninguém interfira no lar e na vida dos dois / Que ninguém os obrigue a viver sem nenhum horizonte / Que eles vivam do ontem, no hoje e em função de um depois. Que a família comece e termine sabendo aonde vai / E que o homem carre- gue nos ombros a graça de um pai / Que a mulher seja um céu de ternura, acon- chego e calor / E que os filhos conheçam a força que brota do amor. / Abençoa Senhor as famílias, amém / Abençoa Senhor, a minha também! Que marido e mulher tenham força de amar sem medida / Que ninguém vá dormir sem pedir ou sem dar seu perdão / Que as crianças aprendam no colo o sentido da vida / Que a família celebre a partilha do abraço e do pão / Que marido e mulher não se traiam nem traiam seus filhos / Que o ciúme não mate a certeza do amor entre os dois / Que no seu firmamento a estrela que tem maior brilho / Seja a firme esperança de um céu aqui mesmo e depois. 4. ACOLHENDO A PALAVRA DE DEUS. Canto de acolhida à Palavra. Ler pausadamente: Mateus 2, 13-23. (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente) 5. MOMENTO DA PARTILHA. a- Qual versículo mais lhe chamou a atenção? Comentar. b- Em situações difíceis muitos saem em busca de lugares melhores. Mais tarde percebem que os lugares melhores também se tornam difíceis. Por quê? Como acolhemos os que chegam de outro estado ou outro país? Lembremos dos refugia- dos do oriente médio. c- Quais as principais dificuldades que nossas famílias enfrentam hoje? Que Natal estamos ensinando nossa família celebrar? 6. GESTO CONCRETO. Dirigente: Conversar sobre o gesto concreto da paróquia, da comunidade, da rua e pessoal. Sugestão: Participar de Movimentos Sociais que possam trazer mais vida às comunidades, participar de grupos de defesa contra o uso de drogas, participar de conselhos de escolas, saúde e creches... 7. A PALAVRA SE FAZ ORAÇÃO. (PRECES) Dirigente: Irmãos, com Maria e José, aguardamos vigilantes a manifestação do Filho de Deus, que a todos quer salvar. Todos: Vem, Senhor, nos salvar!
  27. 27. 26 Dirigente: Ó Cristo, guia em teu caminho todos nós que te esperamos nas es- tradas deste mundo... Dirigente: Ó Cristo, liberta as famílias do pessimismo e da desesperança. Que sejam verdadeiras Igrejas Domésticas e sinais do mundo fraterno e justo que so- nhamos. Dirigente: Ó Cristo, abençoa todas as famílias, especialmente as que mais so- frem. Que nunca falte nelas o carinho, o afeto e a ternura. Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 8. AVISOS/ COMEMORAÇÕES. Combinar e preparar o próximo encontro. 9. ORAÇÃO FINAL/BÊNÇÃO. Todos: Ó Jesus, fazei que reinem sempre nas famílias a paz e a concórdia, fazei que sejam honradas a oração e a observância da Lei de Deus, observância que é também afeto e respeito à vossa Lei. Jesus, como vivestes em Nazaré, assim vive cada família cristã; conservai-a unida com a vossa caridade num vínculo pe- rene, por toda hora do tempo e para a eternidade. Protegei, ó Jesus, aquela paz doméstica, que sozinha alivia as amarguras da vida. Amém. (Oração Pela Família - Papa João XXIII) Dirigente: O Deus da esperança, da alegria e da paz, permaneça com todos nós, agora e para sempre. Amém! Dirigente: Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL. Formação Diocesana das CEBs “Mensagem das CEBs” 22.03.2015
  28. 28. 27 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, vela, colcha de retalho, imagem do Menino Jesus, símbolos natalinos. 1. ORAÇÃO INICIAL. (página 9) 2. OLHANDO A REALIDADE: “Encantamento pelo Reino de Deus”. Dirigente: Para a transformação da sociedade, é necessário denunciar os sinais de morte desta sociedade capitalista, corrompida e injusta que causa sofrimentos, desigualdade e exclusão, que leva as pessoas a perderem a esperança e a alegria, as afastando da vida comunitária, deixando-as mergulhadas no comodismo. Leitor(a) 1: Para isso é preciso proclamar o Reino de Deus, fazendo-o realidade, que é possível só pela ação do Espírito Santo. Essa proclamação acontece no diálo- go e na esperança, na partilha e na solidariedade, na alegria e no desafio. Leitor(a) 2: Impelidos a construir uma sociedade baseada nos primeiros cristãos, sua ação é libertadora: construindo o Reino de Deus, reafirma o Projeto de Jesus de Nazaré, a serviço da Vida, na acolhida a todas as pessoas, na esperança Pascal. Leitor(a) 3: Atuando na sociedade de forma comprometedora, transformando sua realidade de injustiça, exploração e manipulação, resgatando a dignidade dos filhos e filhas de Deus. É o Reino de justiça, partilha e paz. Leitor(a) 4: Na humildade que nos torna servidores e na ousadia evangélica dos cristãos e cristãs que se arriscam, queremos, neste Natal, dar os novos passos para a renovação da Igreja e da sociedade. 3. HINO: Chegou a hora - cantado ou rezado. 1- Chegou a hora de sonhar de novo, de tornar-se povo e se fazer irmão. Chegou a hora que ligeiro passa de ganhar a graça para a conversão. Meu caro irmão, olha pra dentro do teu coração, Vê se o Natal se tornou conversão e te ensinou a viver. 2- Chegou a hora de viver o Cristo e acreditar que isto é se tornar maior. Chegou a hora de pensar profundo e perceber que o mundo pode ser melhor. 3- Será difícil, tantas mãos unidas, não fazer da vida um tempo sem igual. Será difícil, tanto amor e afeto, não tornar concreto o gesto do Natal. “Preparar os Caminhos do Senhor” 7º DIA
  29. 29. 28 4. ACOLHENDO A PALAVRA DE DEUS. Canto de Aclamação ao Evangelho. Ler pausadamente: Lucas 3, 1-20. (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente). 5. MOMENTO DA PARTILHA. a- O que mais te chamou a atenção neste texto? b- Qual o sentido do Natal para você? c- Qual a sua contribuição para a transformação da sociedade? 6. GESTO CONCRETO. Dirigente: A transformação da sociedade perpassa cada um de nós, para isso é necessário denunciar os sinais de morte desta sociedade que causam sofrimentos, desigualdade e exclusão. Conversar sobre o gesto concreto combinado pela comunidade. 7. A PALAVRA SE FAZ ORAÇÃO. (PRECES) Dirigente: A esperança move os cristãos de todos os tempos a resistir nas per- seguições e continuar na luta pela expansão do Reino. Todos: Ouvi-nos, Senhor. Dirigente: Senhor, que a exemplo de João Batista possamos desempenhar bem nossos trabalhos para a construção do Reino de Deus. Dirigente: Senhor, ajudai-nos a ser firmes em nossa fé e ser instrumentos de transformação na sociedade. Dirigente: Senhor, que neste Natal possamos dar novos passos para a renova- ção da Igreja e da sociedade. Preces espontâneas. . . Pai Nosso... Ave Maria... 8. AVISOS/COMEMORAÇÕES. 9. BÊNÇÃO/ORAÇÃO FINAL. Dirigente: O Deus fiel às promessas feitas aos nossos pais e mães, nos mantenha em seu amor, vigilantes para o dia da vinda de Jesus Cristo, nosso Salvador. Amém! Dirigente: Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL.
  30. 30. 29 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia em lugar de destaque, flores, vela, símbolos natalinos e figuras dos reis magos. 1. ORAÇÃO INICIAL. (página 9) 2. OLHANDO A REALIDADE. Dirigente: Para perceber os sinais, é preciso estar atento a tudo que acontece à nossa volta. Nas cidades em que habitamos, a nossa concentração se dispersa, nosso olhar se perde por tantos fatores que se agregaram ao nosso cotidiano, que é preciso retomar o controle. O nascimento de Jesus é esta grande oportunidade de refletirmos sobre a mensagem que o Menino Deus nos traz! Leitor(a) 1: Para nos ajudar na compreensão de observar os sinais, voltemos no tempo: No relato dos pastores que ajudados por Deus por meio de uma estrela que se destacava das demais, estes homens originários de uma tribo da região da Meda, (povos de origem ariana, que migraram da Ásia para a Pérsia), com conheci- mentos de Astronomia e Astrologia, que a interpretaram como sinal inequívoco do nascimento do Rei dos Judeus. Mas não se tratava de um rei qualquer. No antigo oriente, a estrela anunciava o nascimento de um rei divinizado, por isso dizem a Herodes: “viemos adorá-lo”. Leitor(a) 2: Fica claro que eles são capazes de perceber os sinais. São homens que estão em uma atitude de reflexão, atentos. Por estarem abertos, Deus falou às suas mentes e corações e eles foram capazes de interpretar as profecias e os sinais de sua época. Fizeram silêncio e por isso conseguiram notar os detalhes, interpre- tando corretamente as profecias. Imaginemos como deve ter sido aquele encontro dos reis magos com a Família de Nazaré. Qual não deve ter sido a alegria deles ao perceberem que aquela estrela os guiou ao que os seus corações ansiavam? Podemos imaginar essa estrela como um sinal da presença do Espírito Santo, que sempre nos guia ao caminho correto. Leitor(a) 3: No mundo de hoje, no qual tudo acontece com tanta rapidez, no qual queremos fazer tantas coisas ao mesmo tempo, e há tanto barulho, como precisamos dessa atitude dos reis! A atitude deles lembra uma frase presente de alguma forma no Evangelho e que os últimos papas têm repetido: “Não tenham medo, Cristo não tira nada, dá tudo”. Abandonemos nossas falsas seguranças e “Perceber os sinais de Deus” 8º DIA
  31. 31. 30 nos coloquemos a caminho em busca da verdadeira felicidade. E se precisarmos fazer mudanças importantes, que nos tirarão da “zona de conforto”, não tenhamos medo de fazer. 3. HINO: Estou Pensando em Deus - cantado ou rezado. 1- Os homens fogem do amor, e depois que se esvaziam; No vazio se angustiam, e duvidam de você; Você chega perto deles, mesmo assim ninguém tem fé. Estou pensando em Deus, estou pensando no amor. 2- Eu me angustio quando vejo, que depois de dois mil anos; Entre tantos desenganos, poucos vivem sua fé; Muitos falam de esperança, mas esquecem de você. 3- Tudo podia ser melhor, se meu povo procurasse; Nos caminhos onde andasse, pensar mais no seu Senhor; Mas você fica esquecido, e por isso falta o amor. 4- Tudo seria bem melhor, se o Natal não fosse um dia; E se as mães fossem Maria, e se os pais fossem José; E se os filhos parecessem, com Jesus de Nazaré. 4. ACOLHENDO A PALAVRA DE DEUS. Canto de acolhida à Palavra. Ler Pausadamente Lucas 2, 8-20. (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente). 5. PARTILHA DA PALAVRA E DA REALIDADE. a- O que a Palavra nos diz? b- Por que é tão difícil seguir os sinais que Deus coloca em nosso caminho? c- Comentar o item “Olhando a Realidade”. 6. GESTO CONCRETO. Dirigente: Participar das ações desenvolvidas por sua paróquia neste Natal. - Programar uma ação em seu grupo, para visitar famílias, doentes, detentos, casas de acolhida de crianças, adolescentes, idosos etc. 7. A PALAVRA SE FAZ ORAÇÃO. (PRECES) Dirigente: Assim como os pastores que seguiram a estrela que os conduziu até o Deus Menino, também nós precisamos estar atentos aos sinais e nos colocarmos a caminho para reconhecer a presença de Jesus nas pessoas, especialmente nas que mais precisam do nosso amor e da nossa ajuda. Descobrirmos onde está o nosso presépio e nele, nossos irmãos e irmãs, com a certeza que Cristo ali se faz presente, esperando a nossa visita. Rezemos.
  32. 32. 31 Todos: Queremos, com Cristo, nesta Novena, nos encontrar! Dirigente: Senhor, abençoai nossas famílias para que possam ser sinais do vos- so amor na comunidade em que vivemos. Rezemos. Dirigente: Senhor, despertai em nós o verdadeiro sentido do Natal, para não nos deixarmos levar pelo consumismo que nos afasta da caridade. Rezemos. Dirigente: Senhor, aumentai em nós a fé para sermos perseverantes no cami- nho que conduz ao Reino da fraternidade e da justiça. Rezemos. Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 8. AVISOS / COMEMORAÇÕES. - Preparar as músicas para o último dia da novena. - Convidar todos para o encerramento, avisar sobre o local, horário e se vai haver confraternização. 9. ORAÇÃO FINAL/BÊNÇÂO. Dirigente: Ó Deus de bondade, olha teu povo reunido nesta novena de Natal. Dá-nos a graça de acolher, com muita alegria, nosso Senhor Jesus Cristo que vem e anunciar com nossa vida o mistério da sua encarnação em nossa humanidade. Dirigente: Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL III Sulão das CEBs “CEBs Contestado e as questões urbanas” 11 a 13 de Setembro - Friburgo - Santa Catarina
  33. 33. 32 PREPARANDO O AMBIENTE: Celebramos o nascimento de Jesus. O local será escolhido de acordo com a realidade local: em uma das casas, no setor, na capela da comunidade, na Igreja Matriz, em uma quadra etc. Sendo possível, após o en- contro, realizar um momento de confraternização. O local deve ser bem preparado de modo que fique bem festivo, com velas, flo- res, a Bíblia em lugar de destaque. Cada grupo trazer a vela ou o símbolo escolhido para a novena. Escolher os cantos para que fique bonita a celebração. 1. ACOLHIDA E ORAÇÃO INICIAL. Dirigente: Irmãos e Irmãs, sejam bem-vindos a esta celebração! Vamos colocar os símbolos que trouxemos. Natal é a Festa da Luz. Com o nascimento de Jesus uma nova Luz brilha para a humanidade. Coloquemos as velas perto do presépio. Cantemos para iniciar. Leitor(a) 1: O nosso coração se alegra, pois concluímos nossa caminhada em preparação a mais um Natal. Bendito seja Deus, que com a Luz de Cristo ilumina nossa vida, nossas famílias e tudo que nos cerca. Vamos cantar e celebrar com entusiasmo, pois hoje e sempre, Jesus está no meio de nós. Todos: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém! Leitor(a) 2: Natal é o mistério de Deus que se faz humano e da humanidade elevada à comunhão com Deus. Festa da fidelidade e da ternura de Deus conosco. O verbo, a Palavra eterna, a Sabedoria, a mais fiel comunicação do Pai, o Filho ama- do se faz pequenina e frágil criança, filho de um casal de pobres, provindo de um recanto não importante do mundo, para realizar o direito e a justiça. Leitor(a) 3: Recordando o nascimento de Jesus em Belém, pobre entre os po- bres, junto com Maria e José, com os pastores de ontem e de hoje, acolhemos o anúncio dos anjos e a proclamação da paz a todos os “Filhos e Filhas amados de Deus”. Saber olhar e identificar a estrela que conduz ao Menino, ao projeto de jus- tiça, fraternidade e paz que nos faz capazes de mudar de rumo: decididos nos abrir ao novo projeto, que brilha com a estrela da esperança, mudando os caminhos de nosso país, privilegiando a vida, a pessoa humana. Leitor(a) 4: Acolhemos do Menino Deus um forte apelo para o cultivo de rela- ções novas e duradoras. Valorização de tudo o que é humano, simples e pequeno, gestos gratuitos de solidariedade e benevolência entre nós e com toda a natureza. “Natal de Jesus, Esperança para a humanidade” 9º DIA
  34. 34. 33 2. MOMENTO DE PERDÃO. Dirigente: O mistério do Natal nos convida a uma verdadeira e total reconcilia- ção com nossa realidade humana, pessoal e social: sermos pessoas profundamen- te humanas, abertas a relações fraternas, sensíveis aos dramas da humanidade e solidárias com a causa dos pobres, “os pastores” de hoje a quem a boa notícia da libertação deve ser anunciada e concretizada. (momento de silêncio) Canto penitencial 3. MOMENTO DE LOUVOR. Dirigente: Para nós cristãos, relembrar o nascimento de Jesus significa muito mais do que presente e festa, é um olhar para dentro de nosso coração para agra- decer por todas as bênçãos que, diariamente, recebemos em nossas vidas. Com alegria cantemos, glorificando a Deus. 4. ACOLHENDO A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: Hoje é dia de boa notícia! Deus fiel é solidário com a humanidade e a humanidade pode tomar novo rumo. A Glória de Deus é que a humanidade toda viva, é ação concreta repercutindo na terra, trazendo a paz para todos. Canto para aclamar a palavra de Deus. Ler pausadamente: Lucas 2, 1-7. Sugestão: Encenar o nascimento de Jesus. 5. MOMENTO DE PARTILHA. - Breve reflexão feita por um convidado ou alguém da comunidade. - Preparar uma mensagem de Natal. 6. GESTO CONCRETO. Dirigente: Sugerimos a todos os presentes, como gesto concreto, participarem dos encontros de reflexão que realizaremos em 2016, nas casas das comunidades, Palavra de Deus na vida do povo. É muito importante participar desses momentos de oração, partilha da Palavra de Deus, da vida e de compromisso com o projeto de Jesus, para ficarmos mais unidos e realizarmos o projeto de transformação para um mundo melhor. - Todos são convidados a participar dos encontros referentes à Mensagem das CEBs. 7. MOMENTO DE ORAÇÃO. Dirigente: No Natal celebramos a humanidade do nosso Deus. Lembrando o nascimento de Jesus em Belém, adoramos o Verbo que se fez carne e habitou entre nós. Peçamos ao Senhor a graça de sermos cada vez mais humanos, como Jesus Cristo. Todos: Glória a Deus no mais alto dos céus! Dirigente: Senhor, concedei-nos a sabedoria para compreendermos o verda- deiro sentido do Natal, Rezemos. Dirigente: Por nossas comunidades, para que se empenhem na prática do bem,
  35. 35. 34 no acolhimento fraterno e nas obras de misericórdia, Rezemos. Dirigente: Para que sejamos fiéis ao ensinamento de Jesus e nos tornemos luz no mundo, Rezemos. Dirigente: Para que a humanidade viva a justiça, a fraternidade e a partilha e não haja pessoas sofrendo a violência de não ter o necessário para uma vida digna, Rezemos. Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 8. ORAÇÃO. Todos: Ó Deus que reacendes em nós a cada ano a alegria da espera da sal- vação, ajuda-nos a acolher, como Maria, este dom da vossa imensa misericórdia para conosco e assim sejamos, no mundo, instrumentos de vida e de paz para todos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém! 9. BÊNÇÃO DAS CRIANÇAS. Dirigente: (convidar as crianças presentes para ficarem perto do presépio) Erguendo as mãos sobre as crianças, cantemos: Nossas crianças serão abençoadas porque o Senhor vai derramar o seu amor. Derrama, Senhor, derrama, Senhor! Derrama sobre elas vosso amor! Todos: Senhor Jesus Cristo, abençoai estas crianças e guardai-as sempre sob a vossa proteção, a fim de que cresçam em sabedoria, paz e harmonia, sejam fervorosos na fé e no amor e perseverem, corajosamente, na esperança do Reino que vive para sempre. Amém! 10. BÊNÇÃO DA CEIA. (Se houver confraternização) Todos se reúnem ao redor da mesa e alguém, em nome de todos, faz a oração de bênção. Dirigente: Bendito sejas Tu, Senhor, Deus da vida, que de forma admirável qui- seste assumir nossa condição humana, tornando-nos filhos da luz. Todos: Glória a Deus no mais alto dos céus! Leitor(a) 2: Ó Deus de infinita bondade, que tornas cada vez mais firme a união dos teus filhos e filhas ao partir o pão, abençoa a nós e a estes dons que vamos re- partir; concede-nos que ao sentar-nos com alegria a esta mesa comum, saibamos sempre alimentar a nossa vida fraterna e partilhar o pão com os famintos. Amém! 11- BÊNÇÃO E CANTO FINAL. Dirigente: O Deus da esperança, da alegria e da paz permaneça com todos nós, agora e para sempre. Amém! Dirigente: Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Todos: Para sempre seja louvado! Dirigente: Feliz e Santo Natal a todos!
  36. 36. 35
  37. 37. 36 1. Ó LUZ DO SENHOR Ó Luz do Senhor que vem sobre a ter- ra/ Inunda meu ser, permanece em nós 2. EM NOME DO PAI 1 - Em nome do Pai/ Em nome do Filho Em nome do Espírito Santo/ Estamos aqui. (2X) Para louvar e agradecer, bendizer e adorar,/ estamos aqui, Senhor, a teu dispor./ Para louvar e agradecer, ben- dizer e adorar,/ te aclamar, Deus trino de amor. 3. VAMOS COMPANHEIROS Vamos Companheiros/ Marcar mais um ponto/Ficar mais unidos / E forta- lecidos/ Com esse encontro 1 - CEBs é vida e fraternidade/ Jovem e velho/ Adulto e criança/ Na grande irmandade 2 - CEBs é Igreja/ não é movimento/ E assim sendo/ Ela vai praticando/ Os seus ensinamentos 3 - CEBs é Igreja/ No seu dia a dia/ Sempre presente/ No meio dos pobres da periferia 4. A PALAVRA QUE É LUZ E nós vamos ouvir/ A Palavra que é Luz / E que vem nos unir 1 - A palavra de Deus/ Vem chegando no meio do povo 2 - A palavra que traz boa nova/ E reno- va a esperança 3 - A palavra vai ser partilhada/ Parti- lhada em comunidade 5. VAMOS OUVIR 1 - Vamos ouvir a Palavra de Deus Que vem chegando, chegando É ela a Palavra de Jesus Em toda Igreja vai se espalhando 2 - Com as palavras do Evangelho Os oprimidos vão se libertando Ouvindo o que diz Jesus Cristo Toda gente vai caminhando. 6. ESCUTA Escuta oh Israel, Javé teu Deus vai falar Escuta oh Israel, Javé teu Deus vai falar Fala Senhor Javé, Israel quer te escutar Fala Senhor Javé, Israel quer te escutar 7. EU VIM PARA ESCUTAR 1 - Eu vim para escutar Tua Palavra, Tua Palavra, Tua Palavra de amor 2 - Eu gosto de escutar. 3 - Eu quero entender. 4 - O mundo inda vai viver 8. O MEU ESPIRITO CONDUZ O meu Espírito conduz Quem ouve a voz do Filho meu, Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia Quem der testemunho de mim Diante dos homens, dos tronos Não tema o que possa dizer Que meu Espírito mesmo dirá. 9. A PALAVRA CHEGANDO A palavra de Deus vai chegando, vai 1 - É Jesus que hoje vem nos falar. 2 - É a palavra de deus aos pequenos. 3 - É a palavra de libertação. 4 - Como o sol a brilhar no horizonte. 5 - É semente fecunda na terra. 10. ENVIA TUA PALAVRA Envia tua Palavra, Palavra de Salva- ção. Que vem trazer esperança, aos pobres libertação. 1 - Tua Palavra de vida é como a chuva
  38. 38. 37 que cai, Que torna o solo fecundo e faz nascer a semente; É água viva da fonte, que faz florir o de- serto. É uma luz no horizonte, é novo caminho aberto. 2 - Ela nos vem no silêncio, no coração de quem crê, No coração dos humildes, que vivem por teu poder. Aos fracos ela dá força, aos pobres sa- bedoria, E se tornou nossa carne; nas- ceu da Virgem Maria. 11. Ó VEM, SENHOR Ó vem, Senhor, não tardes mais, Vem saciar nossa sede de paz! 1 - Ó vem, como chega a brisa do vento trazendo aos pobres justiça e bom tempo! 2 - Ó vem, como chega a chuva no chão trazendo fartura de vida e de pão! 3 - Ó vem, como chega a luz que faltou só tua palavra nos salva, Senhor! 4 - Ó vem, como chega a carta querida bendito carteiro do reino da vida! 5 - Ó vem, como chega o filho esperado caminha conosco, Jesus bem-amado! 6 - Ó vem, como chega o libertador das mãos do inimigo, nos salva, Se- nhor! 12. ESTOU PENSANDO EM DEUS 1 - Os homens fogem do amor, e de- pois que se esvaziam; No vazio se an- gustiam, e duvidam de você; Você che- ga perto deles, mesmo assim ninguém tem fé. Estou pensando em Deus, Estou pen- sando no amor. 2 - Eu me angustio quando vejo, que depois de dois mil anos; Entre tantos desenganos, poucos vivem sua fé; Mui- tos falam de esperança, mas esquecem de você. 3 - Tudo podia ser melhor, se meu povo procurasse; Nos caminhos onde andas- se, pensar mais no seu Senhor; Mas você fica esquecido, e por isso falta o amor. 4 - Tudo seria bem melhor, se o Natal não fosse um dia; E se as mães fossem Maria, e se os pais fossem José; E se os filhos parecessem, com Jesus de Na- zaré. 13. SEJA FELIZ, MEU IRMÃO Seja feliz, meu irmão/ Leve a alegria / E a paz no coração 1 - Felicidade é ter em nossa vida Aquela paz que só o Cristo. 2 - Felicidade é ver nos oprimidos O próprio Cristo um outro, nosso irmão 3 - Felicidade é transmitir a paz É ser presença do nosso Deus amor. 14. HINO À FAMÍLIA Que nenhuma família comece em qual- quer de repente/ Que nenhuma famí- lia termine por falta de amor/ Que o casal seja um para o outro de corpo e de mente/ E que nada no mundo sepa- re um casal sonhador/ Que nenhuma família se abrigue debaixo da ponte/ Que ninguém interfira no lar e na vida dos dois/ Que ninguém os obrigue a viver sem nenhum horizonte/ Que eles vivam do ontem, no hoje e em função de um depois. Que a família comece termine saben- do onde vai/ Que o homem carregue nos braços a graça de um pai/ Que a mulher seja um céu de ternura, acon- chego e calor/ E que os filhos co-
  39. 39. 38 nheçam a força que brota do amor./ Abençoa, Senhor, as famílias, amem/ Abençoa a minha também! Que marido e mulher tenham força de amar sem medida/ Que ninguém vá dormir sem pedir ou dar o perdão/ Que as crianças aprendam no colo o sentido da vida/ Que a família cele- bre a partilha do abraço e do pão/ Que marido e mulher não se traiam nem traiam seus filhos/ Que o ciúme não mate a certeza do amor entre os dois/ Que no firmamento a estrela que tem maior brilho/ Seja a firme esperança de um céu aqui mesmo e depois. 15. LADAINHA DOS EMBOBRECIDOS Ave, cheia de graça! Ave, cheia de amor! Salve, Ó Mãe de Jesus/ A ti nosso canto, E nosso louvor. 1 - Mãe do Redentor... Rogai Mãe do Salvador... Rogai Do Libertador... Rogai por nós! Mãe dos oprimidos... Rogai Mãe dos perseguidos... Rogai Dos desvalidos... Rogai por nós! 2 - Mãe dos bóias-frias... Rogai Causa da alegria... Rogai Mãe das mães... Rogai por nós! Mãe dos humilhados... Rogai Dos martirizados... Rogai Marginalizados... Rogai por nós! 3 - Mãe dos despejados... Rogai Dos abandonados... Rogai Dos desempregados... Rogai por nós Mãe dos pecadores ... Rogai Dos agricultores ... Rogai Santos e doutores... Rogai por nós 4 - Mãe do céu clemente... Rogai Mãe dos doentes ... Rogai Do menor carente... Rogai por nós! Mãe dos operários... Rogai Dos presidiários... Rogai Dos sem-salário... Rogai por nós! 5 - Mãe dos profetas... Rogai Dos injustiçados... Rogai Mãe da juventude... Rogai por nós Mãe de toda Igreja.... Rogai Dos índios e dos negros... Rogai Mãe de todos nós... Rogai por nós! 6 - Mãe das crianças... Rogai Arca da Aliança... Rogai De nossa esperança... Rogai por nós! Mãe das vitórias... Rogai Rainha da Glória... Rogai Mãe de nossa história... Rogai por nós! 18. MISSÃO DE TODOS NÓS O Deus que me criou/ Me quis, me consagrou / Para anunciar o seu amor 1 - Eu sou como a chuva em terra seca/ Pra saciar, fazer brotar/ Eu vivo pra amar e pra servir. É missão de todos nós/ Deus chama/ Eu quero ouvir a tua voz 2 - Eu sou como flor por sobre o muro/ Eu tenho mel, sabor do céu/ Eu vivo pra amar e pra servir 3 - Eu sou como estrela em noite escu- ra/ Eu levo a luz, sigo a Jesus/ Eu vivo pra amar e pra servir 4 - Eu sou como abelha na colmeia/ Eu vou voar, vou trabalhar / Eu vivo pra amar e pra servir:/ 5 - Eu sou, sou profeta da verdade/ Canto a justiça e a liberdade / Eu vivo pra amar e pra servir. 16. NATAL É CONVERSÃO Meu caro irmão, olha pra dentro do teu coração, vê se o Natal se tornou conversão e te ensinou a viver 1 - Chegou a hora de sonhar de novo, de tornar-se povo e se fazer irmão.
  40. 40. 39 Chegou a hora que ligeiro passa de ga- nhar a graça para a conversão 2 - Chegou a hora de viver o Cristo e acreditar que isto é se tornar maior/ Chegou a hora de pensar profundo e perceber que o mundo pode ser me- lhor. 3 - Sera difícil tantas mãos unidas não fazer da vida um tempo igual. Será di- fícil tanto amor e afeto não tornar con- creto o gesto do Natal. 17. POVO NOVO Lutar e crer, vencer a dor. Louvar o criador: Justiça e Paz hão de reinar. E viva o amor. 1 - Quando o Espírito de Deus soprou, O mundo inteiro se iluminou/ A espe- rança na terra brotou/ e um povo novo deu-se as mãos e caminhou 2 - Nosso poder está na união. O mun- do novo vem de Deus e dos irmãos. Vamos lutando contra a divisão. E pre- parando a festa da libertação. 18. ABRE TUA PORTA Por que não respondes? Por que tu te escondes? Impedes Jesus de renascer! (2x) 1 - Abre tua porta que alguém está ba- tendo, abre tua porta que alguém está nascendo, é Jesus que vem a ti. 2 - Tira este manto que veste o velho homem, tira da vida ideais que te con- somem, abre a porta pra Jesus. 3 - Quando acolheres idosos e crianças, pra cobri-los de paz e de esperança, é Jesus que vem a ti. 19. NESTA RUA (melodia: Se esta rua fosse minha) 1 - Nesta rua, nesta rua este ano / nós iremos, nós iremos celebrar / a che- gada, a chegada do Menino /que virá, que virá nos libertar. 2 - Se você, se você acreditar / no po- der do Menino que virá / vai chamar todo povo desta rua / pra melhor, pra melhor se organizar 20. ENTRE NÓS ESTÁ Entre nós está e não o conhecemos Entre nós está e nós o desprezamos! Desprezamos! (bis) 1 - Seu nome é Jesus Cristo e passa fome. E grita pela boca dos famintos. E agente quando o vê, passa adiante... Às vezes p’ra chegar depressa à Igreja! Seu nome é Jesus Cristo está sem casa E dorme pelas beiras das calçadas. E a gente quando o vê, apressa o Passo. E diz que ele dormiu embriagado!... 2 - Seu nome é Jesus Cristo e é anal- fabeto, E vive mendigando um subem- prego. E a gente quando o vê diz: “é um à toa”! Melhor que trabalhasse e não pedisse. Seu nome é Jesus Cristo e está banido. Das rodas sociais e das igrejas. Porque dele fizeram um rei potente. Enquanto Ele vive como um pobre... 3 - Seu nome é Jesus Cristo e está do- ente. E vive atrás das grades da cadeia. E nós tão raramente vamos vê-Lo. Sa- bemos que ele é um marginal! Seu nome é Jesus Cristo e anda seden- to. Por um mundo de amor e de justiça. Mas, logo que contesta pela paz. A “or- dem” o obriga a ser da guerra. 4 - Seu nome é Jesus Cristo e é difa- mado. E vive nos imundos meretrícios. Mas muitos o expulsa das cidades, Com medo estendera mão a ele. Seu nome é Jesus Cristo e é todo ho-
  41. 41. 40 mem, Que vive neste mundo e quer viver. P’ra Ele não existem mais fron- teiras. 21. NATAL É VIDA QUE NASCE Natal é vida que nasce, natal é Cristo que vem,/ nós somos o seu presépio e a nossa casa é Belém. 1 - Deus se tornou nossa grande espe- rança,/ e como criança no mundo nas- ceu./ Por isso vamos abrir nossas por- tas./ A Cristo o que importa é conosco viver. 2 - Ele assumiu nossa vida terrena,/ ao céu nos acena com gesto de amor/ Veio a todos salvar igualmente,/queria somente ser nosso pastor. 22. SENHOR, VEM SALVAR O TEU POVO 1 - Senhor, vem salvar teu povo das tre- vas da escuridão. Só Tu és nossa espe- rança, és nossa libertação. Vem Senhor! Vem nos salvar, com teu povo vem caminhar! 2 - Contigo o deserto é fértil, a ter- ra se abre em flor; Da rocha brota água viva, da terra nasce esplendor. 3 - Tu marchas à nossa frente, és for- ça, caminho e luz. Vem logo salvar teu povo, não tardes, Senhor Jesus. 23. SE EU NÃO PARTILHAR 1 - Se eu não partilhar Em todos os momentos Meus dons e meus talentos E os bens que Tu me dás Jamais entenderei A Tua eucaristia Milagre que extasia E traz tão grande paz 2 - Preciso compreender, Senhor, Que neste pão repartido Que neste vinho bebido Toda a verdade se encerra Sobre a justiça na terra Sobre o amor e a bondade E sobre a fraternidade Que tu vieste ensinar Que tu vieste ensinar 3 - Se eu não der de mim Podendo me doar Serei então culpado Do vinho e do pão Se acaso eu partilhar Da Santa Eucaristia A paz que ela irradia Em mim não brilhará 4 - No dia em que eu me for A fim de Te encontrar Eu quero estar tranquilo Do pão que eu dividi E Tu que és meu Senhor Irás multiplicar Meus dons e tudo aquilo Que em vida eu reparti 24. CONVERTE MEU CORAÇÂO 1 - Converte meu coração: eu quero recomeçar! Ensina-me a ser irmão Dos pobres e oprimidos Confesso meu egoísmo: Eu penso demais em mim, Teu sim para mim é não, E se dizes que não eu insisto que sim. Converte o meu coração Aos pobres a quem tanto amas A ser também pobre me chamas Converte meu coração. 2 - Converte o meu coração: eu quero reaprender! Ensina-me a ser irmão daqueles que não têm nada. Confesso meu egoísmo:
  42. 42. 41 É muito mais fácil dar Do que se comprometer E de novo aprender e, de fato, mudar. 25. UTOPIA Vai ser tão bonito se ouvir a canção, cantada de novo. No olhar da gente a certeza de irmãos: Reinado do povo. 1 - Quando o dia da paz renascer, Quando o sol da esperança brilhar, Eu vou cantar/ Quando o povo nas ruas sorrir e a roseira de novo florir, eu vou cantar! 2 - Quando as cercas caírem no chão, Quando as mesas se encherem de pão, Eu vou cantar/ Quando os muros que cercam os jardins/ destruídos, então os jasmins vão perfumar! 3 - Quando as armas da destruição, Destruídas em cada nação, eu vou sonhar!/ E o decreto que encerra a opressão, Assinado só no coração, vai triunfar! 4 - Quando a voz da verdade se ou- vir e a, Mentira não mais existir, será, enfim/ Tempo novo de eterna justiça, Sem mais ódio, sem sangue ou cobiça: vai ser assim! 26. DIZER TEU NOME MARIA 1 - Dizer teu nome Maria, É dizer que a pobreza compra os olhares de Deus. Dizer teu nome MariA, É dizer que a promessa vem com leite de mulher. 2 - Dizer teu nome Maria, É dizer que nossa carne veste o silêncio do Verbo Dizer teu nome Maria, É dizer que o Reino chega caminhando com a histó- ria. 3 - Dizer teu nome Maria, É dizer ao pé da Cruz e nas chamas do Espírito. Dizer teu nome Maria, É dizer que todo Nome pode estar cheio de Graça. 4 - Dizer teu nome Maria, É dizer que toda Morte pode ser também a Páscoa Dizer teu nome Maria, É chamar-te Toda Sua, causa da nossa alegria. 5 - Dizer teu nome Maria, É dizer que todo nome pode estar cheio de Graça Dizer teu nome Maria, é chamar-te toda Sua, causa da nossa alegria. 27. MARIA DE NAZARÉ 1 - Maria de Nazaré, Maria me cativou; Fez mais forte a minha fé, e por filho me adotou; As vezes eu paro e fico a pensar, e sem perceber, me vejo a rezar; E meu coração se põe a cantar, pra Vi- gem de Nazaré; Menina que Deus amou e escolheu, pra mãe de Jesus, o Filho de Deus; Maria que o povo inteiro elegeu, Se- nhora e Mãe do Céu. Ave Maria, Ave Maria, Ave Maria, Mãe de Jesus! 2- Maria que eu quero bem, Maria do puro amor; Igual a você, ninguém, mãe pura do meu Senhor; Em cada mulher que a terra criou, um traço de Deus Maria deixou; Um sonho de Mãe Maria plantou, pro mundo encontrar a paz; Maria que fez o Cristo falar, Maria que fez Jesus caminhar; Maria que só viveu pra seu Deus, Maria do povo meu.
  43. 43. 42 OFÍCIO DIVINO DAS COMUNIDADES 1. ACOLHIDA: A paz de Deus, fonte de amor universal esteja convosco! Todos: Assim seja! 2. RECORDAÇÃO DA VIDA. Recordar situações que ferem a paz, lembrar e acontecimentos e pessoas que promovem a paz. Oração silênciosa em comunhão com as vítimas das guerras, conflitos, de todas situações de violência. 3. CÂNTICO: Oração de São Francisco Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz Onde houver ódio, que eu leve o amor Onde houver ofensa, que eu leve o perdão Onde houver discórdia, que eu leve a união Onde houver dúvida, que eu leve a fé Onde houver erro, que eu leve a verdade Onde houver desespero, que eu leve a esperança Onde houver tristeza, que eu leve a alegria Onde houver trevas, que eu leve a luz. Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado Compreender que ser compreendido Amar que ser amado Pois, é dando que se recebe É perdoando que se é perdoado; E é morrendo que se vive Para a vida eterna 4. COMUNHÃO COM AS COMUNIDADES DE TODAS AS RELIGIÕES. Façamos memória das Igrejas cristãs e oremos para que a Unidade do Corpo de Cristo, se torne visível na diversidade das Igrejas e na comunhão de todo o povo. Silêncio... Refrão: Ouve, ó Pai santo, esta oração, Glória do teu Filho é a união. 5. SALMO 23 – cantado ou rezado 6. LEITURA BÍBLICA. Mateus 5, 1-12. 7. MOMENTO DA PARTILHA. 8. PRECES. Irmãos e irmãs, elevemos neste dia nossos louvores e nossas súplicas ao Senhor Jesus Cristo. Leitor(a) 1: Ó Deus, Tu és a Luz verdadeira e a paz que reconcilia a humanidade. Vem, conforta o teu povo com a paz da justiça e afasta de nós o ódio, a inveja e as OFÍCIO PELA PAZ
  44. 44. 43 divisões. Dá a todos nós o teu Espírito Santo, hoje e sempre. Amém. Todos: Ouve ó Deus, o grito do teu povo,/ Ouve, Cristo, vem para nos salvar. Leitor(a) 2: Ó Deus da Aliança, dá-nos amor e compreensão entre nós. Que a paz e a amizade sejam a nossa força nas tempestades da vida. Faze que ninguém alimente no coração ódio contra nós e nós não tenhamos ódio de ninguém, pois tu és a nossa paz, hoje e sempre. Todos: Ouve ó Deus, o grito do teu povo, /Ouve, Cristo, vem para nos salvar. Leitor(a) 3: Pelo esforço que nos guia na estrada da iluminação, que todos os seres vivos sejam impregnados da paz. Que as pessoas sofredoras sejam libertadas da dor, que as mulheres grávidas dêem a luz sem sofrer e quem está com frio seja aquecido. Que os animais sejam livres do medo e da crueldade humana e toda a natureza, em paz, seja a tua voz e a tua força de paz. Todos: Ouve ó Deus, o grito do teu povo, /Ouve, Cristo, vem para nos salvar. Leitor(a) 1: Ó Espírito de amor, faze-nos olhar todas as pessoas com amizade e ser para elas testemunhas de paz. Todos: Ouve ó Deus, o grito do teu povo, /Ouve, Cristo, vem para nos salvar. Dirigente: Rezemos com todas as pessoas que procuram Deus, independente de qualquer religião... Silêncio... É bom mentalizar a cor azul que é de paz. Visualizar como se fosse um grande manto envolvendo as pessoas e o universo. Refrão meditativo: Deus vos salve, Deus, Deus vos salve, Deus Deus salve o universo Onde mora Deus, ...vos salve, Deus, Deus vos salve, Deus, Deus salve as pessoas Onde mora Deus... Oração: Do coração de Deus e de todos os Santos e Santas, que a terra e todos os seres pensantes sejam abençoados com amor-bondade. Que toda a terra seja abençoada com grande alegria, felicidade e paz divina. Que toda a terra e todos os seres pensantes sejam abençoados com compreensão, harmonia, boa vontade e desejo de bem! Assim seja. Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria 9. BÊNÇÃO. O Deus da nossa libertação e garantia de nossa vitória nos abençoe com a força do seu amor, agora e sempre. Amém! Dirigente: Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo. Todos: Para sempre seja louvado!
  45. 45. 44 Sugestão para Oração na Comunidade! Nossas comunidades são convidadas para a reza do Terço dos Mártires, para meditar os mistérios do martírio de Jesus, desde a sua Encarnação, sua vida e morte até a sua Páscoa. O martírio de Jesus continua, hoje, na vida do povo sofrido de todo mundo, especialmente dos pobres, indígenas, refugiados, crucificados nas cruzes do dia a dia, por causa de um sistema injusto e pecaminoso de exclusão. Na reza do Terço dos Mártires, a comunidade relembra os irmãos e irmãs conhecidos ou não, que, a exemplo de Jesus, deram o testemunho maior do martírio por causa do Reino, por acreditarem num mundo novo de justiça, de fraternidade, de solidariedade e partilha. Que todas as comunidades, ao meditar os mistérios de Jesus, na companhia da Mãe do Mártir Jesus, possam se comprometer cada vez mais com a causa do Reino, na força do Espírito de Deus. TERÇO MARTIRIAL - MISTÉRIOS PASCAIS 01. CHEGADA - silêncio, oração pessoal, refrão meditativo: Firme, de pé, junto da cruz, estava Maria, mãe de Jesus, estava Maria, mãe de Jesus. 02. ABERTURA (Uma pessoa acende uma vela.) - Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar! (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Glória à Trindade Santa, Glória ao Deus bendito. (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Com a Mãe do Senhor, nossa louvação! (bis) - A mãe meditava em seu coração (bis) os feitos e as palavras da Libertação! (bis) - Vidas pela vida, vidas pelo Reino. (bis) Com tantas testemunhas, nosso Deus louvemos! (bis) 03. RECORDAÇÃO DA VIDA. Irmãs e irmãos, fazendo memória de Maria, a Mãe do Mártir Jesus, nossa Mãe e Companheira da Caminhada e, no espírito da Romaria dos Mártires, vamos rezar o terço, contemplando os Mistérios Pascais e celebrando a Memória de nossos Mártires. Queremos assumir as causas pelas quais, como Jesus, eles e elas deram a vida e fortalecer nossa mística na construção de “um outro mundo possível”. Canto: Vidas pela vida, vidas pelo Reino, vidas pelo Reino.
  46. 46. 45 Todas as nossas vidas, como as suas vidas, como a vida d’Ele, o Mártir Jesus! (Recordemos a vida e a história do mártir que estamos celebrando... O que nós conhecemos da sua história?) 04. HINO: COM MARIA ou outro relacionado com o mártir que estamos recordando (Durante o hino crianças entram com flores, fotografia ou cartaz do mártir). 1. Com Maria em Deus exultemos/ neste canto de amor-louvação. Escolhida d’entre os pequenos/ Mãe-profeta da libertação. És a imagem da ‘nova cidade’,/ sem domínio dos grandes ou nobres, o teu canto nos mostra a verdade/ que teu Deus é do lado dos pobres. Maria de Deus, Maria da gente,/ Maria da singeleza da flor! Vem caminhar, vem com teu povo/ de quem provaste a dor! 2. És o grito do irmão bóia-fria/ nesta América empobrecida, espoliada com vil valentia,/ do direito ao chão de sua vida. És Maria de nossos caminhos,/ solidária de tantas Marias coroadas de sangue e espinhos/ pela exploração noite e dia. 3. És a força de nossa esperança,/ó Maria da fraternidade. No cansaço de nossas andanças/ guia os passos da real liberdade! Com as flores e o pão partilhados,/preparamos a Mesa da História. Da opressão, afinal, libertados,/ cantaremos contigo vitória. 05. REZA DO TERÇO. 1º Mistério: Contemplamos a oração e a agonia de Jesus no Horto das Oliveiras. Contemplamos o mistério da Páscoa de Cristo presente na agonia da Mãe-terra, na destruição das matas e rios. Na situação, na vida e nos sofrimentos dos sem-terra, dos migrantes e de todas as pessoas que passam fome. Canto: Angústia de morte Jesus padecia/ e o sangue em suor da fronte corria. Pai-Nosso, Ave-Maria... 2º Mistério: Contemplamos Jesus amarrado a uma coluna, em casa de Pilatos, cruelmente açoitado e flagelado. Contemplamos o mistério da Páscoa de Cristo que acontece hoje nos açoites, na violência praticada contra os povos indígenas, negros, mulheres e crianças do campo e da cidade. Canto: À dura coluna Jesus foi atado,/ de chagas coberto seu corpo sagrado. Pai-Nosso, Ave-Maria...
  47. 47. 46 3º Mistério: Contemplamos Jesus coroado de espinhos por seus algozes. É humilhado diante de todos, e Ele sofre em silêncio. Contemplamos o mistério da Páscoa de Cristo presente nos espinhos da discriminação, do preconceito, da falta de consciência crítica e do consumismo, cravados na vida do povo. Canto: Afronte divina, de sangue banhada,/ de agudos espinhos lhe foi coroada. Pai-Nosso, Ave-Maria... 4º Mistério: Contemplamos Jesus condenado à morte, carregando em seus próprios ombros a cruz. Contemplamos o mistério da Páscoa que acontece hoje no peso do trabalho escravo e infantil; no baixo salário e no desemprego; no mundo das drogas e nas doenças. Canto: Encontra Maria seu Filho Jesus,/ curvado, oprimido, ao peso da cruz. Pai-Nosso, Ave-Maria... 5º Mistério: Contemplamos Jesus crucificado, morrendo na Cruz, ressuscitado, vencendo o pecado, a escravidão e a morte. Contemplamos o mistério da Páscoa de Cristo presente em tantas mortes morridas e mortes matadas. Mas também recordamos o mistério da Páscoa de Cristo na Ressurreição dos irmãos e irmãs, que deram suas Vidas pelo Reino da Vida - nas causas da Justiça, da Fraternidade, da Libertação, da Paz, da União Ecumênica e da Ecológica. Canto: Maria contempla seu filho adorado/ morrendo na cruz e ressuscitado. Pai-Nosso, Ave-Maria... 06. LADAINHA. Jesus Cristo, Filho de Deus, Testemunha fiel! - Tende piedade de nós! Jesus Cristo, Filho de Maria, nossa Páscoa! - Tende piedade de nós! Jesus Cristo, nosso irmão, vida e ressurreição de todos os mártires! - Tende piedade de nós! Maria, Companheira dos mártires, Mãe do mártir do Calvário, - Rogai por nós! Santos e santas mártires do Reino, Rogai por nós! Santos e santas mártires da Igreja de Jesus, Rogai por nós! Santas e santos mártires de todas as religiões, Rogai por nós! Mártires da justiça e da libertação, Rogai por nós! Mártires da dignidade e da cidadania, Rogai por nós! Mártires da igualdade e da paz, Rogai por nós! Mártires da solidariedade, Rogai por nós! Mártires da causa indígena, Rogai por nós! Mártires da negritude, Rogai por nós!
  48. 48. 47 Mártires do povo migrante, Rogai por nós! Mártires da terra, Rogai por nós! Mártires do trabalho, Rogai por nós! Mártires da ecologia, Rogai por nós! Mártires das lutas populares, Rogai por nós! Mártires dos direitos humanos, Rogai por nós! Mártires da comunicação livre e solidaria, Rogai por nós! Mártires crianças, Rogai por nós! Mártires jovens, Rogai por nós! Todas e todos os mártires da caminhada. Rogai por nós! (Convidar para continuar rezando a ladainha, invocando nomes de mártires:) Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, - Tende piedade de nós! Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, - Tende piedade de nós! Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, - Dai-nos a paz! 07. ORAÇÃO. Ó Deus da vida, Pai de Jesus e nosso Pai, fazendo memória dos nossos mártires, celebrando com Maria a Páscoa de Jesus, celebramos a páscoa dos mártires da caminhada. Nós vos bendizemos pelo amor que neles e nelas venceu o medo e o ódio e vos pedimos que derrameis em nós a força do vosso Espírito para que sejamos sempre fiéis, no meio dos sofrimentos e das lutas da vida. Por Cristo Nosso Senhor. Amém. 08. BÊNÇÃO. Aspergir as pessoas e a casa com água perfumada, enquanto todos cantam: Dai-nos a bênção, ó Mãe querida. Nossa Senhora Aparecida! O Deus que olhou para Maria volte seus olhos para nós e nos faça caminhar na esperança da Libertação agora e para sempre. - Amém! Abençoe-nos o Pai, o Filho e o Espírito Santo. - Amém, Axé, Awiri, Aleluia! Cruz de Lampedusa Papa Francisco - Condena a “globalização de indiferença” ante o drama da imigração ilegal.
  49. 49. 48 LIVRETO Nº 4 – Ano XXV - 2015 Equipe Luíz Mario S. Marinho, Par. Coração de Jesus Maria Aparecida Matsutacke, Par. Nossa Sra. de Guadalupe Maria das Graças Bustamente, Par. Santuário São Judas Tadeu Maria de Fátima Silva, Par. São Vicente de Paulo Maria José de Oliveira, Par. Nossa Sra. de Guadalupe Rosa Maria da Silva, Par. São Vicente de Paula Silvia Maria Andrade Macedo, Par. Coração Eucarístico de Jesus Assessor Diocesano das CEBs Pe. Alexandre Rodolfo Aparecido da Costa Revisão Teológica Pe. Rogério Felix Machado Revisão Redacional Diác. José Aparecido de Oliveira (Cido) Painel Ilustrativo da Capa Luís Henrique Alves Pinto - Varginha - MG Diagramação e Impressão Katú Editora Gráfica Tiragem 37.000 exemplares. Subsídio Palavra de Deus no Meio do Povo
  50. 50. CEBs (COMUNIDADES ECLESIAIS DE BASE) Contato: tremdascebs.sjc@gmail.com Diocese de São José dos Campos - SP Oração à Virgem Maria Virgem e Mãe Maria, Vós que, movida pelo Espírito, acolhestes o Verbo da vida na profundidade da vossa fé humilde, totalmente entregue ao Eterno, ajudai-nos a dizer o nosso “sim” perante a urgência, maisimperiosadoquenunca,defazerressoaraBoaNovadeJesus. Vós, cheia da presença de Cristo, levastes a alegria a João o Batista, fazendo-o exultar no seio de sua mãe. Vós, estremecendo de alegria, cantastesasmaravilhasdoSenhor. Vós, que permanecestes firme diante da Cruz com uma fé inabalável, e recebestes a jubilosa consolação da ressurreição, reunistes os discípulosàesperadoEspíritoparaquenascesseaIgrejaevangelizadora. Alcançai-nos agora um novo ardor de ressuscitados para levar a todosoEvangelhodavidaquevenceamorte.Dai-nosasantaousadiade buscar novos caminhos para que chegue a todos o dom da beleza que nãoseapaga. Vós, Virgem da escuta e da contemplação, Mãe do amor, esposa das núpciaseternasintercedeipelaIgreja,daqualsoisoíconepuríssimo, para que ela nunca se feche nem se detenha na sua paixão por instauraroReino. Estrela da nova evangelização, ajudai-nos a refulgir com o testemunho da comunhão, do serviço, da fé ardente e generosa, da justiça e do amor aos pobres, para que a alegria do Evangelho chegue atéaosconfinsdaterraenenhumaperiferiafiqueprivadadasualuz. MãedoEvangelhovivente,manancialdealegriaparaospequeninos, rogaipornós.Amém.Aleluia! Papa Francisco - Evangelii Gaudium

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