Gestao de Petroleo e Gás - Amigos do Brasil

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Gestao de Petroleo e Gás - Amigos do Brasil

  1. 1.
  2. 2. Exploração e Produção (Upstream)<br />
  3. 3.
  4. 4. Analise Sísmica<br />Viabilidade técnica e econômica<br />
  5. 5.
  6. 6. Analise de Superfície.<br />
  7. 7. A Descoberta (Sísmica)<br />Tempo e Amplitude<br />
  8. 8. Aquisição de Dados Terrestre<br />Perfuração para colocação de explosivos<br />
  9. 9. Aquisição em Zonas Alagadas<br />
  10. 10. Aquisição em Desertos <br />e Selvas<br />
  11. 11. Fontes, Receptores e Equipamentos de Registro e Armazenamento de Dados<br />
  12. 12. Sismógrafo<br />
  13. 13. Aquisição 3D no Mar<br />Hidrofone<br />
  14. 14. Aquisição 3D<br />Navio com vários cabos adquirindo simultaneamente<br /> várias linhas sísmicas num levantamento 3D <br />(extraído de Thomas, J., E., 2001).<br />
  15. 15. Registro, Armazenamento e Processamento de Dados Sísmicos<br />
  16. 16. Resposta acústica <br />Migração<br />
  17. 17. Interpretação Sísmica<br />Interpretação Sísmica:Impacto dos Softwares de Visualização 3D<br />
  18. 18. Exploração até 9 anos, não prorrogáveis...<br />
  19. 19. Levantamentos Sísmicos Terrestre <br />e Marítimo<br />
  20. 20. Levantamentos Sísmicos Terrestre <br />e Marítimo<br />
  21. 21. Levantamentos Sísmicos Terrestre <br />e Marítimo<br />
  22. 22. Levantamentos Sísmicos Terrestre <br />e Marítimo<br />pontos marcados<br />
  23. 23.
  24. 24. L.A ou LDA<br />
  25. 25. Da Geologia <br />ao Petróleo<br />
  26. 26. Tabela de Situação <br />de Operação<br />
  27. 27. UNIDADES MARÍTIMAS DE PRODUÇÃO<br />
  28. 28. SONDA MODULADA (SM)<br />CARACTERÍSTICAS :<br />* L.A. RASAS - APROXIMADAMENTE 100m.<br /> * A JAQUETA É LANÇADA E ENCAIXADA <br />EM ESTACAS NO FUNDO DO MAR. <br /> * EM SEGUIDA OS MÓDULOS SÃO COLOCADOS<br /> SOBRE A JAQUETA. <br /> * POÇOS PODEM SER PERFURADOS ANTES <br /> OU DEPOIS DA INSTALAÇÃO DA JAQUETA.<br /> * NÃO É NECESSÁRIO COMPENSADOR<br /> DE MOVIMENTOS.<br />
  29. 29. PLATAFORMA <br />AUTO-ELEVÁVEL (PA)<br />CARACTERÍSTICAS :<br /><ul><li> * FORNECE UMA PLATAFORMA DE</li></ul> PERFURAÇÃO FIXA NÃO AFETADA PELAS <br /> CONDIÇÕES DE TEMPO.<br /><ul><li> * PERMITE POSICIONAMENTO EM ÁREAS COM</li></ul> RESTRIÇÕES NO FUNDO DO MAR. <br /><ul><li> * BAIXO CUSTO.
  30. 30. * PERFURA EM LÂMINA D´ÁGUA DE ATÉ 100m.
  31. 31. * NÃO É NECESSÁRIO COMPENSADOR</li></ul> DE MOVIMENTOS.<br />
  32. 32. SONDA SEMI-SUBMERSÍVEL (SS)<br />CARACTERÍSTICAS :<br /> * PLATAFORMA ESTÁVEL: TRABALHA EM <br /> CONDIÇÕES DE MAR E TEMPO MAIS <br /> SEVEROS DO QUE OS NAVIOS. <br /><ul><li> * PODE SER ANCORADA OU DE </li></ul> POSICIONAMENTO DINÂMICO. <br /><ul><li> * É NECESSÁRIO COMPENSADOR</li></ul> DE MOVIMENTOS.<br />
  33. 33. NAVIO SONDA (NS)<br />CARACTERÍSTICAS :<br /> * GRANDE CAPACIDADE DE <br /> ARMAZENAGEM DE SUPRIMENTO <br /> PARA PERFURAÇÃO.<br /> * MENOS ESTÁVEL QUE A SONDA<br /> SEMI-SUBMERSÍVEL (SS).<br /> * PROPULSÃO PRÓPRIA.<br /> * PODE SER ANCORADO OU DP. <br /> * É NECESSÁRIO COMPENSADOR<br /> DE MOVIMENTOS.<br />
  34. 34. TLP <br />(TENSION LEG PLATFORM)<br />CARACTERÍSTICAS :<br /> * PLATAFORMA FLUTUANTE POSICIONADA NA<br /> LOCAÇÃO POR TENDÕES VERTICAIS FIXADOS<br /> NO FUNDO DO MAR POR ESTACAS.<br /> * RAIO DE ANCORAGEM NULO.<br /> * NÃO POSSUI COMPENSADOR DE MOVIMENTOS.<br /> * UTILIZADAS COMO UEP´s COM OS POÇOS<br /> EQUIPADOS COM ÁVORE DE NATAL SECA. <br />
  35. 35. SPAR<br />CARACTERÍSTICAS :<br /> * PLATAFORMA FLUTUANTE DE CALADO PROFUNDO.<br /> * O CASCO CILÍNDRICO É ANCORADO NO FUNDO DO MAR<br /> COM SISTEMA CONVENCIONAL OU TAUTLEG. O RAIO DE<br /> ANCORAGEM DEPENDE DO SISTEMA UTILIZADO.<br /> * APÓS A ANCORAGEM A PLATAFORMA É MONTADA<br /> SOBRE O CASCO.<br /> * AS PAREDES DO CASCO ABRIGAM TANQUES DE<br /> LASTRO E DE CONSUMÍVEIS.<br /> * POSSUI COMPENSADOR DE MOVIMENTOS.<br /> * UTILIZADAS COMO UEP´s COM OS POÇOS EQUIPADOS<br /> COM ÁRVORE DE NATAL SECA. <br />
  36. 36. PLATAFORMA AUTO-ELEVÁVEL (PA)<br />
  37. 37. PLATAFORMA SUBMERSÍVEL <br />
  38. 38. SUBMERSÍVEL<br />
  39. 39. PLATAFORMA SEMI-SUBMERSÍVEL (SS) <br />
  40. 40. SEMI-SUBMERSÍVEL<br />
  41. 41. SEMI-SUBMERSÍVEL<br />
  42. 42. SEMI-SUBMERSÍVEL<br />
  43. 43. NAVIO SONDA<br />
  44. 44. NAVIO SONDA<br />
  45. 45. NAVIO SONDA(NS) <br />
  46. 46. TLP – TENSION LEG PLATFORM <br />
  47. 47. PLATAFORMA FIXA - SONDA MODULADA (SM) <br />SONDA MODULADA<br />
  48. 48. SONDA MODULADA<br />
  49. 49. SONDA MODULADA<br />
  50. 50. SONDA MODULADA (SM) <br />
  51. 51. SONDA MODULADA (SM) <br />
  52. 52. SISTEMAS DE ANCORAGEM<br />UNIDADES SUBMERSÍVEIS<br />
  53. 53. SISTEMAS DE ANCORAGEM - UNIDADES SUBMERSÍVEIS<br />
  54. 54. SISTEMAS DE ANCORAGEM UNIDADES SUBMERSÍVEIS<br />
  55. 55. SONDAS TERRESTRES<br />
  56. 56. UNIDADES DE PERFURAÇÃO<br />SONDAS TERRESTRES<br />
  57. 57. SONDAS TERRESTRES MÓVEIS<br />
  58. 58. TÓPICOS A SEREM ABORDADOS<br />O POÇO E OPERAÇÕES NORMAIS DE PERFURAÇÃO. (Alargamento –Circulação – Revestimento – Conexão - Cimentação –Perfilagem - Manobras)<br />PRINCIPAIS COMPONENTES DE UMA SONDA DE PERFURAÇÃO.<br />PRINCIPAIS COMPONENTES DA COLUNA DE PERFURAÇÃO.<br />BROCAS. <br />FLUIDO DE PERFURAÇÃO.<br />PERFURAÇÃO DIRECIONAL E PERFURAÇÃO MARITIMA.<br />
  59. 59. O POÇO E OPERAÇÕES NORMAIS DE PERFURAÇÃO<br />
  60. 60. Poço<br />Elo de Ligação entre a Rocha Reservatório e a Superfície ou o Fundo do Mar<br />
  61. 61. Classificação dos Poços<br />Finalidade<br />Exploração<br />1) Pioneiro – descobrir jazida com base em dados geológicos ou geofísicos<br />2) Estratigráfico – obter dados geológicos<br />3) Extensão – ampliar limites conhecidos da jazida<br />4) Pioneiro Adjacente – extensão que descobre novo campo<br />5) Jazida mais Rasa – dentro dos limites do campo para descobrir<br />6) Jazida mais Profunda – similar ao anterior<br />Explotação<br />7) Desenvolvimento – drenar racionalmente HC<br />8) Injeção – de fluidos no reservatório para aumentar recuperação<br />Especial (9) – sem o objetivo de procurar ou produzir HC<br />
  62. 62. Classificação dos Poços<br />Profundidade Final<br />Rasos (Dados Referente a Posição do Intervenção (Tubo Vertical Direcional < 1500 m)<br />Médios (1500 m < TVD < 2500 m)<br />Profundos (TVD > 2500 m)<br />Percurso<br />Vertical<br />Direcional<br />Horizontal<br />Multilateral<br />Grande Afastamento<br />Deslocamento > 2 X TVD<br />Deslocamento > 4000 m<br />
  63. 63. Seqüência de Perfuração<br />Locação<br />Terraplanagem<br />Base para assentamento da sonda<br />Ante-poço<br />Revestimento Condutor de 20”<br />Cravado a ±10 m<br />
  64. 64. Seqüência de Perfuração<br />Perfuração da Fase 12 ¼” <br />até ± 300 m<br />Descida do Revestimento <br />De 9 5/8”<br />Revestimento de Superfície<br />
  65. 65. Seqüência de Perfuração<br />Cimentação do Revestimento de 9 5/8”<br />Cimentação de Superfície<br />Instalação da Cabeça de Revestimento<br />Aclopação para Equipamentos de Segurança do Poço.<br />
  66. 66. Seqüência de Perfuração<br />Perfuração da Fase 8 ½” até ± 1000 m<br />Descida do Revestimento de 7”<br />Revestimento de Produção<br />
  67. 67. Seqüência de Perfuração<br />Cimentação do Revestimento de 7”<br />Cimentação de Produção<br />Revestimento de 7” é acunhado no Suspensor<br />Poço típico no Campo de Fazenda Imbé na Bahia<br />
  68. 68. Tabela Fases de Perfuração<br />
  69. 69. PRINCIPAIS COMPONENTES DE UMA SONDA DE PERFURAÇÃO.<br />
  70. 70. Sistemas das Sondas de Perfuração Rotativa<br />Geração e Transmissão de Energia<br />Sonda Mecânica<br />Sonda Diesel-Elétrica<br />Movimentação de Cargas<br />Rotação<br />Circulação<br />Segurança de Poço<br />Monitoração<br />Sub-superfície<br />
  71. 71. Sistema de Geração e Transmissão de Energia<br />Sondas Mecânicas – os vários motores são ligados a “compounds” no qual são conectados os principais equipamentos de perfuração; usam-se ainda conversores de torque e embreagens.<br />
  72. 72. Sistema de Geração e Transmissão de Energia<br />Sondas Diesel-Elétricas – os motores diesel <br />são ligados a geradores de energia elétrica (o sistema mais usado é o AC-DC) onde a geração é feita em corrente alternada e a utilização nos equipamentos é feito em corrente contínua (retificação e controle de tensão em SCR’s).<br />
  73. 73. Equipamentos<br />BLOCO DE COROAMENTO (CROWN BLOCK)<br />CATARINA (TRAVELLING BLOCK)<br />GANCHO (HOOK)<br />CABEÇA DE INJEÇÃO (SWIVEL)<br />GUINCHO (DRAWWORK)<br />MESA ROTATIVA (ROTARY TABLE)<br />BOMBAS DE LAMA (MUD PUMP)<br />
  74. 74. Movimentação de Cargas<br />Guincho<br />Tambor Principal<br />Tambor Auxiliar<br />2 - Freios<br />2 – Molinete (Chave Flutuante – Cathead e Catline) <br />
  75. 75. Equipamentos<br />BLOCO DE COROAMENTO <br />(CROWN BLOCK)<br />
  76. 76. Equipamentos<br />CATARINA (TRAVELLING BLOCK)<br />
  77. 77. Equipamentos<br />GANCHO (HOOK)<br />
  78. 78. Equipamentos<br />CABEÇA DE INJEÇÃO (SWIVEL)<br />
  79. 79. Movimentação de Cargas<br />Catarina 4 m<br />Swivel<br />Bloco de Coroamento de<br /> 4 a 7 Polias<br />Gancho<br />
  80. 80. Movimentaçãode Cargas<br />Compensador de Movimentos<br />
  81. 81. Rotação<br />Sistema Convencional<br />Mesa Rotativa <br />Kelly (haste quadrada)<br />Kelly bushing (bucha da haste quadrada)<br />Top Drive<br />
  82. 82. Movimentação de Cargas<br />MESA ROTATIVA<br />(ROTARY TABLE)<br />
  83. 83. Rotação<br /><ul><li>Quadrada em Terra
  84. 84. Hexagonal Marítima</li></li></ul><li>Movimentação de Cargas<br />
  85. 85. Rotação<br />Top Drive<br />Perfura por Seção <br />Menor Número de Conexões<br />Permite Retirada Da Coluna com Circulação e Rotação <br />Imprescindível em Poços Horizontais e com Grande Afastamento<br />
  86. 86. Equipamentos<br />BOMBAS DE LAMA (MUD PUMP)<br />QUIMPLEX OU TRIPLEX<br />
  87. 87. Circulação<br />Bombas de Lama<br />Tanques <br />Extração de Sólidos<br />
  88. 88. Circulação<br />Peneira<br />
  89. 89. Circulação<br />BOMBAS DE LAMA<br />TANQUES DE LAMA<br />
  90. 90. Circulação<br /><ul><li>SISTEMA DE EXTRAÇÃO DE SÓLIDOS</li></ul>DESGASEIFICADOR<br />MUD CLEANER<br />DESSILTADOR<br />DESAREADOR<br />PENEIRAS DE LAMA<br />CENTRÍFUGA<br />
  91. 91. Sedimentos e Processos Sedimentares <br />Os sedimentos são classificados de <br />acordo com o tamanho do grão em:<br /> Cascalho matacão - diâmetro > 256 mm<br /> bloco - 256 a 64 mm<br /> seixo - 64 a 4 mm <br /> grânulo - 4 a 2 mm<br />Areia - diâmetro variando de 2 mm (areia muito grossa) a 0,062 mm (areia muito fina)<br />Silte - diâmetro variando de 0,062 mm (silte grosso) a 0,004 mm (silte muito fino)<br />Argila - diâmetro da partícula < 0,004 mm.<br />
  92. 92. Circulação<br />
  93. 93. ACESSóRIOSde pERFURAÇÃO<br />
  94. 94. KICK<br />KICK ou erupção do poço<br /><ul><li>É A INVASÃO DOS FLUIDOS DA FORMAÇÃO PARA DENTRO DO POÇO.
  95. 95. OCORRE QUANDO A HIDROSTÁTICA DO FLUIDO DE PERFURAÇÃO FICA</li></ul> MENOR QUE A PRESSÃO DO RESERVATÓRIO.<br /><ul><li> A CONDIÇÃO ACIMA PODE SER PROVOCADA POR :
  96. 96. PERFURAÇÃO NÃO PREVISTA DE ZONAS COM PRESSÃO</li></ul> ANORMALMENTE ALTA.<br /><ul><li> LAMA CORTADA POR GÁS.
  97. 97. NÃO ABASTECIMENTO DO POÇO DURANTE AS MANOBRAS (TRIP TANK).
  98. 98. PISTONEIO.</li></li></ul><li>KICK (CONTINUAÇÃO)<br /><ul><li>INDÍCIOS DE KICK
  99. 99. POÇO EM FLUXO COM AS BOMBAS DESLIGADAS.
  100. 100. AUMENTO DO VOLUME DE LAMA NOS TANQUES.
  101. 101. AUMENTO DA TAXA DE PENETRAÇÃO.
  102. 102. AUMENTO DA VELOCIDADE DAS BOMBAS.</li></li></ul><li>KICK<br />KICK (CONTINUAÇÃO)<br /><ul><li>CONTROLE DO KICK
  103. 103. FECHAMENTO DO POÇO (BOP) NA PRIMEIRA SUSPEITA.
  104. 104. LEITURA DAS PRESSÕES NA CABEÇA (SIDPP E SICP).
  105. 105. EXPULSÃO DO FLUIDO INVASOR MANTENDO PRESSÃO</li></ul> CONSTANTE NO FUNDO.<br /><ul><li> SUBSTITUIÇÃO DO FLUIDO DE PERFURAÇÃO POR OUTRO</li></ul> MAIS PESADO MANTENDO PRESSÃO CONSTANTE NO FUNDO.<br /><ul><li> RETIRADA DE POSSÍVEL GÁS TRAPEADO ABAIXO DA GAVETA DO BOP.
  106. 106. O CONTROLE DA PRESSÃO NO FUNDO É FEITO ATRAVÉS DE</li></ul> AJUSTES NO CHOKE. <br />
  107. 107. Segurança e Cabeça de Poço<br />BOP<br />Plugs<br />Gavetas<br />ChokeManifold<br />Acumuladores<br />Linhas e Válvulas<br />BOP<br />
  108. 108. BOP (BLOW OUT PREVENTER)<br />Sua principal função é impedir que os fluidos das formações atinjam a superfície de maneira descontrolada.<br />
  109. 109. Segurança e Cabeçade Poço<br />BOP GAVETAS DE TUBO<br />(PIPE RAMS)<br />GAVETA CORTADORA<br />(SHEAR RAMS)<br />
  110. 110. Segurança e Cabeça de Poço<br />BOP ANULAR<br />BOP SUBMARINO<br />
  111. 111. Conjunto de gavetas<br />
  112. 112. Segurança e Cabeça de Poço<br />Acionamento Remoto do BOP<br />
  113. 113. Monitoração<br />VARIAÇÃO DO VOLUME<br />DE LAMA<br />CPM DA BOMBA<br />DE LAMA<br />RETORNO<br />DE LAMA<br />TOTALIZADOR<br />DE CPM<br />VOLUME TOTAL<br />DE LAMA<br />PESO SOBRE<br />A BROCA<br />VOLUME NO<br />TRIP TANQUE<br />TORQUE<br />ELÉTRICO<br />TORQUE<br />ELÉTRICO<br />TORQUE DA<br />MESA ROTATIVA<br />CPM<br />PRESSÃO DE<br />BOMBEIO<br />TORQUE NA<br />CHAVE FLUTUANTE<br />RPM DA<br />M.R.<br />
  114. 114. Sub-Superfície<br />Coluna de Perfuração e Acessórios<br />Brocas<br />Motor de Fundo<br />Martelo<br />Sistema de Monitoramento<br />
  115. 115. Sub-Superfície<br />COMPONENTES DA COLUNA <br />DE PERFURAÇÃO<br />TUBO DE PERFURAÇÃO<br /> (DRILL PIPE)<br />COMANDO DE PERFURAÇÃO<br /> (DRILL COLLAR)<br />TUBO DE PERFURAÇÃO PESADO<br /> (HW)<br />
  116. 116. Sub-Superfície<br />COMPONENTES DA COLUNA <br />DE PERFURAÇÃO<br />Calibre<br />ALARGADOR<br />PROTETORES DE ROSCA<br />ESTABILIZADORES<br />ESCARIADOR<br />
  117. 117. Sub-Superfície<br />ESTALEIRO COM <br />TUBOS DE PERFURAÇÃO<br />(DRILL PIPES)<br /><ul><li>VIGAS-PILARES
  118. 118. FICA EM FRENTE A SONDA
  119. 119. NA PASSARELA FICA OS TUBOS DE PERFURAÇÃO, COMANDOS,REVESTIMENTOS ENTRE OUTROS EQUIPAMENTOS PARA MANOBRAS.</li></li></ul><li>Tabela de Torque e Torção<br />
  120. 120. Coluna de perfuração<br />
  121. 121. Sub-Superfície<br />Buraco do Rato<br />CHAVES FLUTUANTES<br />CONEXÃO DOS TUBOS<br />
  122. 122. Sub-Superfície<br />IRON <br />ROUGHNECK<br />CONEXÃO DOS TUBOS<br />
  123. 123. Sub-Superfície<br />BROCAS DE CONES<br />Tricone<br />de Dentes <br />de Aço<br />Tricone com Insertos<br />de Carbureto<br />de Tungstênio<br />
  124. 124. Brocas Polycristaline<br />Diamond<br />Compactou PDC<br />
  125. 125. Brocas de Diamante <br />Natural<br />
  126. 126. Brocas de Perfuração <br />Percussiva<br />Broca para <br />Martelo Hidráulico<br />
  127. 127. Sub-Superfície<br />MOTOR DE FUNDO<br />
  128. 128. Sub-Superfície<br />MARTELO<br />
  129. 129. Programação de Broca<br />1-Suportar as Paredes mais Frágeis<br />2-proteção contra lençóis freáticos<br />3-controlar as pressões intermediarias<br />4-suportar os equipamentos de segurança na cabeça do poço.<br />
  130. 130. Obrigado pela Atenção!<br />E-mail e Orkut: furlani.emerson@hotmail.com<br />Fim<br />

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