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<ul><li>CARACTERÍSTICAS GERAIS: </li></ul>
<ul><li>NATALISTAS </li></ul><ul><li>CAUSAS: </li></ul><ul><li>Avanço da medicina; </li></ul><ul><li>Melhores condições de...
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<ul><li>Política antinatalista </li></ul><ul><li>Planejamento familiar </li></ul>
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“ XENOFOBIA” EUA adotam medidas contra hispânicos Com as novas legislações anti-imigração aprovadas em junho no Alabama, n...
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<ul><li>Dicionário Online de Português.  Xenofobia . Disponível em < http://www.dicio.com.br/xenofobia >. Acesso em 24 de ...
<ul><li>Organização Internacional do Trabalho . Migração laboral interna e internacional: Assegurar os benefícios e limita...
<ul><li>RODRIGUES ,  José.  Política natalista alemã.  Disponível em http://saber-mais-geo.blogspot.com/2009/03/as-politic...
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Politicas Populacionais: um grande desafio aos planejadores sociais

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política populacional o conjunto de medidas destinadas a modificar o estado de uma população de acordo com interesses sociais determinados. Tal modificação se refere tanto às mudanças no volume e no ritmo de aumento (ou decréscimo) da população, quanto à distribuição e densidades esta dentro de um território dado, assim como também à sua composição qualitativa e quantitativa em relação a atividades específicas. Quanto aos interesses sociais, consistem em fazer cada vez mais e extensiva a participação dos grupos sociais majoritários nos benefícios do desenvolvimento econômico e social” (Dicionário de Ciências Sociais, 1987. apud ALVES, 2006. P.08)

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Politicas Populacionais: um grande desafio aos planejadores sociais

  1. 1. ALAN JOHANN SAUER JAILTON XAVIER MOREIRA JOSIMAR NUNES PEREIRA DE FREITAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E NATURAIS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA DISCIPLINA: GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO
  2. 2. <ul><li>Processo social induzido com base em estudos acerca das populações: </li></ul><ul><li>Crescimento; </li></ul><ul><li>Acidentes populacionais;  </li></ul><ul><li>Comportamentos. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Podem ter caráter: </li></ul><ul><li>Reativo; </li></ul><ul><li>Pró-ativo. </li></ul><ul><li>De intenções perante a sociedade: </li></ul><ul><li>Implícitas; </li></ul><ul><li>Explícitas. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>QUAIS SÃO OS PROMOTORES? </li></ul><ul><li>* Os Estados-nacionais; </li></ul><ul><li>* ONU (Organização das Nações Unidas); * Políticas do BIRD e do FMI. </li></ul><ul><li>A partir dos dados populacionais de um determinado período, os Estados planejam ações que permitam adequar os acontecimentos porvir aos seus projetos de governo.  </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Por Alan Sauer </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Determinada pela Secretaria de Saúde ou pela OMS (Organização Mundial da Saúde). </li></ul><ul><li>Condições de salubridade (saneamento básico, noções de higiene); </li></ul><ul><li>Tratamento às enfermidades  (prevenção ou reação - doenças infecciosas e parasitárias (como a dengue e a malária), câncer, doenças do sistema circulatório e respiratório, DSTs; </li></ul><ul><li>Gravidez de alto risco; </li></ul><ul><li>Distribuição/acompanhamento de contraceptivos </li></ul><ul><li>Esterilização; </li></ul><ul><li>Aborto como questão de saúde; </li></ul><ul><li>Desnutrição infantil. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>ATENÇÃO ESPECIAL A SAÚDE FEMININA: </li></ul><ul><li>A OMS oficializa na década de 1980 o termo “Saúde Integral da Mulher” (em 1988 alterado para saúde reprodutiva), articulando aspectos relacionados à reprodução biológica e social, dentro dos marcos da cidadania. </li></ul><ul><ul><ul><ul><li>Reivindicações por pré-natal e parto com qualidade; </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Mudança na qualidade da relação médico-paciente; </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Acesso à informação sobre anatomia e procedimentos médicos. </li></ul></ul></ul></ul>
  8. 9. <ul><li>Por Jailton Xavier </li></ul>
  9. 10. <ul><li>DEFINIÇÃO: </li></ul><ul><li>“ Primeiramente achamos necessário explicar que natalidade significa número de nascidos vivos ocorridos numa dada região, num dado período de tempo, geralmente um ano [...]” (Geovista,2009. apud Jornal de notícias, 2009). </li></ul>
  10. 11. <ul><li>CARACTERÍSTICAS GERAIS: </li></ul>
  11. 12. <ul><li>NATALISTAS </li></ul><ul><li>CAUSAS: </li></ul><ul><li>Avanço da medicina; </li></ul><ul><li>Melhores condições de vida; </li></ul><ul><li>Emancipação da mulher; </li></ul><ul><li>Casamentos tardios; </li></ul><ul><li>Aumento dos divórcios; </li></ul><ul><li>Planejamento familiar; </li></ul><ul><li>Razões econômicas; </li></ul><ul><li>Religião; </li></ul>
  12. 13. <ul><li>CONSEQUÊNCIAS: </li></ul><ul><li>diminuição ou falta de sucessão hereditária; </li></ul><ul><li>redução da população ativa; </li></ul><ul><li>população envelhecida; </li></ul><ul><li>Economia quanto à políticas infantis( construção de creches, merenda escolar, professores da área pedagógica); </li></ul>
  13. 14. <ul><li>Portugal </li></ul><ul><li>É um dos países que mais sofrem com a natalidade baixa, alcançando em média 1,5 nascimentos por mulher. </li></ul><ul><li>Um dos incentivos do governo português foi anunciar um aumento de 33% no numero de creches. </li></ul>
  14. 15. <ul><li>Alemanha </li></ul><ul><li>Aumento do percentual de idosos em relação ao de jovens; </li></ul><ul><li>Importante aumento da expectativa de vida e, ao mesmo tempo, da baixa no índice de natalidade; </li></ul><ul><li>Nesse processo a população retraiu de 82,5 milhões, em 2004, para 82,2 milhões, em 2007. </li></ul>
  15. 16. <ul><li>POLÍTICAS ANTINATALISTA: </li></ul><ul><ul><li>CONSEQUÊNCIAS </li></ul></ul><ul><li>Escassez de vagas de emprego </li></ul><ul><li>Quantidade insuficiente de creches e escolas </li></ul><ul><li>Alfabetização precária da população </li></ul><ul><li>Aumento da criminalidade </li></ul><ul><li>Entre outros; </li></ul>
  16. 17. <ul><li>Política antinatalista </li></ul><ul><li>Planejamento familiar </li></ul>
  17. 18. <ul><li>CHINA </li></ul><ul><li>&quot;Política do filho único”; </li></ul><ul><li>Esterilização forçada da população; </li></ul><ul><li>Elevado uso de métodos contraceptivos; </li></ul><ul><li>Medidas punitivas, como a perda de certos benefícios sociais, pagamento de multas e até a perda do emprego; </li></ul><ul><li>“ [...] então, isso fez com que não houvesse mulheres suficientes para casar com os homens devido à média de a população ser de 117 homens para cada 100 meninas, e em regiões do interior chegando a 163,8 meninos. No entanto, com a implantação desse sistema, a população chinesa que crescia 2,6% ao ano na década de 70, agora cresce apenas 0,6 ao ano[...] ” (HELOÁ) </li></ul>
  18. 19. <ul><li>CONSEQUÊNCIAS DA POLÍTICA ANTINATALISTA CHINESA: </li></ul><ul><li>Abandonavam ou matavam as filhas por preferirem filho do sexo masculino e por só poderem ter uma prole </li></ul><ul><li>Alta taxa de masculinidade; </li></ul><ul><li>117 homens para cada 100 meninas, e em regiões do interior chegando a 163,8 meninos; </li></ul><ul><li>Solteirismo ; </li></ul><ul><li>Redução do ritmo de crescimento demográfico de 2,6% ao ano na década de 70 para agora crescer 0,6% ao ano; </li></ul>
  19. 20. <ul><li>POLÍTICAS ANTINATALISTAS </li></ul><ul><li>Vale lembrar que os países em desenvolvimento são os que apresentam as maiores taxas de natalidade do planeta e justamente por este motivo são os que pertencem ao cenário dos governos que implantam políticas públicas para conterem o avanço do crescimento populacional objetivando diminuir os efeitos dessa condição. </li></ul>
  20. 21. <ul><li>Por Josimar Nunes </li></ul>
  21. 22. <ul><li>PORQUE OCORREM MIGRAÇÕES? </li></ul><ul><li>Em detrimento de uma série de fatores, dentre eles: </li></ul><ul><ul><li>O enorme salto demográfico; </li></ul></ul><ul><ul><li>Condições de vida nos países menos desenvolvidos. </li></ul></ul><ul><li>Tais condições culminaram em uma exagerada migração. (principalmente dos países “mais pobres” em direção aos países com um nível de desenvolvimento mais avançado) </li></ul>
  22. 23. <ul><li>Políticas Pró-Migração: </li></ul><ul><li>São políticas adotadas em geral por países que sofrem com o baixo crescimento demográfico de sua população. </li></ul>
  23. 24. <ul><li>Políticas Pró-Migração: Principais países que adotam este modelo de política </li></ul><ul><ul><ul><li>CANADÁ </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>AUSTRÁLIA </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>CANADÁ: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Política de “Imigração em massa”; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Políticas de Integração: Acesso a rápida Cidadania; Ensino do idioma, reconhecimento das qualificações (trabalhar na profissão em que é formado), etc. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Cerca de 19% de sua população nasceu no exterior. Em Toronto, a maior cidade do país, 50% dos moradores são de origem estrangeira (fonte: Canal RH). </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>AUSTRÁLIA: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O sistema é semelhante, mas ainda voltado para categorias profissionais (O governo escolhe quais categorias profissionais vai “privilegiar”) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Recebe 77 mil trabalhadores qualificados por ano. (fonte: Canal RH). </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Cerca de 11% da população do país nasceu no exterior. (fonte: Canal RH). </li></ul></ul></ul>
  24. 25. <ul><li>Políticas Ante-Migração: </li></ul><ul><li>Políticas com o objetivo de barrar a entrada em massa de imigrantes, que em sua maioria migra para estes, em busca de trabalho. </li></ul>
  25. 26. <ul><li>Políticas Ante-Migração: Alguns países que adotam este modelo de política </li></ul><ul><ul><ul><li>ESTADOS UNIDOS </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>HOLANDA </li></ul></ul></ul>
  26. 27. <ul><ul><ul><li>XENOFOBIA </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>1) 2) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>1 ) Servimos apenas brancos. Campanha amplamente divulgada em alguns bares norte americanos (XENOFOBIA) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>2) Cartaz do Partido Nacional Renovador em que se proclama uma assumida e bem explícita mensagem xenófoba anti-imigração </li></ul></ul></ul>
  27. 28. “ XENOFOBIA” EUA adotam medidas contra hispânicos Com as novas legislações anti-imigração aprovadas em junho no Alabama, na Carolina do Sul e na Geórgia, a discriminação contra hispânicos, que já era alta, aumentou com a política repressiva organizada pelo Estado. Segundo Maureen Costello, integrante do Southern Poverty Law Center, “ao dificultar a contratação, o transporte e até mesmo qualquer ajuda humanitária a imigrantes não-documentados, a lei aprovada no Alabama já é um horror para os adultos. Mas o desastre é ainda maior para crianças, já que ela determina que as escolas chequem o status migratório de cada aluno, eliminando, na prática, a diferença entre educadores e oficiais da Imigração. Já há pais questionando se devem ou não matricular seus filhos nas escolas em setembro, quando o novo ano letivo começar por aqui”. Da legislação já aprovada, o conteúdo fascistóide é claro: na Carolina do Sul e na Geórgia , a idéia é tornar  impossível a vida nos EUA de cidadãos sem documentação legal. Os estados estão obrigados a partir de setembro a informar ao governo sobre a situação legal de todas as crianças matriculadas, entre 5 e 17 anos. Desde abril de 2010, a polícia estadual estava livre para prender qualquer cidadão maior de 14 anos que esteja em público sem documentos provando estar no país de forma legal. Após uma guerra judicial, a lei perdeu sua eficácia.   Governo Obama reprime imigrantes A realidade dessas legislações é a completa inoperância do governo Obama no tocante à política de imigração. O governo permitiu que a maioria dessas leis fosse aprovada, ao mesmo tempo em que não se vê em parte alguma políticas públicas para a população negra e hispânica, que estão largadas à própria sorte. Obama viajou no mês passado para a fronteira com o México para anunciar que seu governo orgulhosamente já realizou 800.000 deportações. Com essa permissão para a extrema-direita levar adiante políticas de segregação, reduziu o número de latino-americanos que entram no país, algo inédito nos últimos 30 anos. A justificativa, apresentada até mesmo por pesquisadores burgueses, também está na própria crise econômica, que levou as condições de vida dos imigrantes a uma piora sem precedentes.   Portal PCO. 15 de julho de 2011. ( http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=30604 )
  28. 29. <ul><li>A ONU e a população mundial. Disponível em: < http://www.onu.org.br/a-onu-em-acao/a-onu-em-acao/a-onu-e-a-populacao-mundial > Acesso em: 03 de setembro de 2011. </li></ul><ul><li>ALVES, José Eustáquio Diniz. As políticas populacionais e o planejamento familiar na América Latina e no Brasil. Disponível em: < http://pt.scribd.com/doc/27889303/As-Politicas-Populacionais-e-o-Planejamento-Familiar-na-America-Latina-e-no-Brasil > Acesso em: 18 de setembro de 2011. </li></ul><ul><li>BOL NOTÍCIAS. Ranking dos países com menores taxas de natalidade. Disponível em <http://noticias.bol.uol.com.br/infograficos/2008/09/15/ult5633u203. jhtm> Acesso em 24 de setembro de 2011 </li></ul><ul><li>BRUNO. Portugal tem menos filhos : disponível em http://www.vbruno.net/escola/Ides/#natalidade> Acesso em 22 de setembro de 2011. </li></ul><ul><li>CAMARGO, Walace. Controle da natalidade não é o mesmo que Planejamento familiar, assim como,marginal não é sinônimo de bandido! Disponível em < http://wallacecamargo.blogspot.com/2007/10/controle-da-natalidade-no-o-mesmo-que.html >. Acesso em 23 de setembro de 2011. </li></ul><ul><li>Conceito de Globalização. Disponível em < http://empreendedorglobal.wordpress.com/projeto-empreendedor-global/conceito-de-globalizacao/ >. Acesso em 20 de setembro de 2011. </li></ul>
  29. 30. <ul><li>Dicionário Online de Português. Xenofobia . Disponível em < http://www.dicio.com.br/xenofobia >. Acesso em 24 de setembro de 2011. </li></ul><ul><li>ESCOLA 24H. Causas da alta natalidade . Disponível em <http://www.escola24h.com.br/salaaula/estudos/geografia/172_conc_demograficos/tax_nat.htm> Acesso em 24 de setembro de 2011 </li></ul><ul><li>GUALDA, Ricardo. Canadá e Austrália: especialistas em atrair talentos. Disponível em < http://www.canalrh.com.br/revista/revista_artigo.asp?o={967D1526-65AB-4905-B738-FD82F96105D8} > Acesso em 10 de outubro de 2011. </li></ul><ul><li>HELOÀ. Política antinatalista da China . Disponível em <http://geoemrededucativa.blogspot.com/2008/09/poltica-anti-natalista-da-china.html> Acesso em 24 de setembro de 2011 </li></ul><ul><li>Imigrante e Emigrante. Disponível em < http://imaginacaoativa.wordpress.com/2009/03/16/emigrante-e-imigrante/ >. Acesso em 20 de setembro de 2011. </li></ul><ul><li>JORNAL DE NOTÍCIAS. Conceito de natalidade: Disponível em <http://geovista.weebly.com/8-ano.html> Acesso em 19 de setembro de 2011. </li></ul><ul><li>OMS (Organização Mundial da Saúde). Brasil: Estatísticas. Disponível em < http://www.who.int/countries/bra/es/ > acesso em 18 de setembro de 2011. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  30. 31. <ul><li>Organização Internacional do Trabalho . Migração laboral interna e internacional: Assegurar os benefícios e limitar os riscos da mobilidade dos trabalhadores. Disponível em < http://www.ilo.org/public/portugue/region/eurpro/lisbon/pdf/issuepaper_3.pdf> Acesso em 20 de setembro de 2011. </li></ul><ul><li>TYLER, John . Política de migração holandesa: pioneira ou lobo solitário? Disponível em < http://www.rnw.nl/portugues/article/pol%C3%ADtica-holandesa-de-imigra%C3%A7%C3%A3o-pioneira-ou-lobo-solit%C3%A1rio >. Acesso em 20 de setembro de 2011. </li></ul><ul><li>REITZ, Jeffrey G. A experiência da imigração no Canadá tem lições a dar? 2009. Disponível em < http://www.gulbenkian.pt/media/files/fundacao/programas/PG%20Desenvolvimento%20Humano/pdf/J_Reitz_R.pdf > Acesso em 20 de setembro de 2011. </li></ul><ul><li>RIBEMBOIM, Jacques. Fundamentos éticos para uma política populacional ativa . Disponível em < http://www.abep.nepo.unicamp.br/docs/anais/PDF/1998/a189.pdf> Acesso em 24 de setembro de 2011. </li></ul>
  31. 32. <ul><li>RODRIGUES , José. Política natalista alemã. Disponível em http://saber-mais-geo.blogspot.com/2009/03/as-politicas-demograficas-estrutura.html> Acesso em 22 de setembro de 2011. </li></ul><ul><li>Universidade Federal do Espírito Santo. Biblioteca Central. Normatização de referências: NBR 6023:2002 / Universidade Federal do Espírito Santo, Biblioteca Central. Vitória, ES: A Biblioteca, 2006. </li></ul><ul><li>  Universidade Federal do Espírito Santo. Biblioteca Central. Normatização e apresentação de trabalhos científicos e acadêmicos / Universidade Federal do Espírito Santo, Biblioteca Central. Vitória, ES: A Biblioteca, 2006. </li></ul>

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