SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 76
Instalações Submarinas Sandro Souza
1° Aula:  Introdução ao Estudo da Construção Submarina
INSTALAÇÕES SUBMARINAS EM PETRÓLEO E  GÁS NATURAL
Adquirir e ampliar conhecimentos em construção submarina para a indústria de petróleo e gás natural. Objetivo
Onde se aplica estes conhecimentosna carreira do Tecnólogo de Petróleo e Gás: Nas diversas áreas das empresas de petróleo e gás (Principalmente ligadas a instalações submarinas)e suas prestadoras de serviço. O tecnólogo tem possibilidade de atuar em varias funções.  Compras Financeiro Gestão do Conhecimento Logística Marketing Planejamento
Demanda Mundial de Energia
Um Mundo de Mudanças
Demanda mundial de petróleo de 89 mb/d. Previsão de investimento da Petrobras de 112,4 bilhões de dólares no período 2009/2013. Investimento de 65% desse capital em E&P. Aumento de 2mb/d em 2008 para 2,8mb/d em 2013. Aumento de 35 milhões de m3 de gás no mesmo período. Por que Investir em E&P ?
Construção de 20 plataformas. Pelo menos 09 vão começar a operar entre 2009/2013 A P51-1º Plataforma brasileira, 100% construída no Brasil. Entrará em operação até o final de 01/09. Custo total de 1 bilhão de dólares.  Lâmina d’água de aproximadamente 1225m, com produção de 180 mil/b/d. Por que Investir em E&P ?
Até o final de 2010 ainda entrará em operação as plataformas: P52, P56 (semi-submersíveis) e a FPSO – Espírito Santo BC-10 - Shell. Produção de +ou- 300 mil b/d. Geração de 4,8 mil empregos diretos e 20 mil indiretos. Por que Investir em E&P ?
Instalações Submarinas
[object Object]
Descoberta de óleo em águas ultra profundas.
Elevar o país a condição de grande produtor de óleo, com reservas estimadas em 62 bilhões de barris, somente com a descoberta dos campos de Tupi(8 bilhões) e Carioca(40 bilhões).
Parati, Júpiter, Caramba e Bem-te-vi, ainda não possuem reservas estimadasPor que Investir em E&P ?
Assuntos abordados neste curso: ROV ATIVIDADES DE PRÉ-INSTALAÇÃO TUBOS ou DUTOS UMBILICAIS SUCTION PILE PLETs  JUMPERS MANIFOLDs
Projeto Shell BC-10
ROV – Remotely Operated Vehicle Veículos submarinos não tripulados, ligados a embarcação de apoio através de cabo de potência e comunicação. Podem ser de 02 tipos: ,[object Object]
Observation Class,[object Object]
Ávila garante que se perde muito dinheiro com os transponders, pois eles sempre têm falhas eletrônicas e mecânicas e não funcionam mais, logo são facilmente substituídos. Com o uso do robô, haverá um maior acompanhamento mecânico dos sinalizadores. O veículo ajuda a localizá-los e a levá-los à superfície para a sua respectiva manutenção. A tarefa de recuperar transponders, atualmente é realizada por ROV (Veículos Operados por Controle Remoto) que também são veículos submarinos, mas controlados por controle remoto. De acordo com o professor, é mais complicado operar o ROV porque se houver uma correnteza submarina, o equipamento fica desviando e logo se tem muita imprecisão em relação à direção onde estão os sensores tornando difícil seu controle e sua recuperação. A proposta de Adamowski em fazer o veículo diferente do ROV (semi-autônomo) foi com o objetivo de diminuir custos e tempo de operação. O professor garante que o equipamento custa muito caro, mas que vale a pena. "Formamos mestres doutores e vários professores aprendem a trabalhar com o projeto", afirma, acrescentando que "está envolvido um alto valor tecnológico que não se vê e são essas coisas que valem a pena testar e desenvolver". "É um projeto bastante complexo. O Brasil tem mar à vontade e se olharmos em outras partes do mundo várias universidades têm esse tipo de linha de pesquisa. Nós a começamos e daqui a uns 10 ou 15 anos vamos estar já bastante avançados", garante o professor.
Protótipo de um simulador de robô submarino utilizado para a exploração de petróleo em águas profundas é apresentado em São Carlos Está concluído o primeiro protótipo de um simulador de robô submarino utilizado para a exploração de petróleo em águas profundas. Desenvolvido pela Multicorpos, empresa incubada na Fundação Parque de Alta Tecnologia São Carlos (ParqTec), no interior paulista, o modelo comercial deverá estar pronto em 2010, depois de passar por todas as fases de validação tecnológica.O simulador será utilizado para capacitar operadores de veículos operados remotamente – ROVs, de Remotely Operated Vehicle, na sigla em inglês – em operações de manutenção e na instalação de plataformas de extração do óleo.Os ROVs são submergíveis não-tripulados que, presos ao navio na superfície, recebem comandos de movimentação para que o operador colha informações e sinais dos sensores e câmeras instaladas no equipamento. Nos campos de extração no Brasil, os ROVs ficam em profundidades que variam entre mil e 2 mil metros.
Ao ser instalado em computador, o simulador fornece imagens das câmeras do ROV para que o operador manipule virtualmente o equipamento por meio de joysticks. De acordo com Marcelo Prado, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Multicorpos, como o sucesso da missão depende diretamente da experiência do indivíduo, o simulador permitirá o treinamento dos operadores em situações próximas às reais.“Os ROVs têm custo operacional de cerca de US$ 150 mil por dia, o que inviabilizaria sua utilização para treinamento. A Petrobras tem dezenas deles em operação no Brasil e chega a gastar mais de US$ 60 milhões por ano na manutenção e em aluguéis do equipamento”, disse o engenheiro mecânico.
Com as simulações, o objetivo é reduzir o custo e baratear a exploração de petróleo em águas profundas, sendo que as missões poderão ser realizadas mais rapidamente, em até metade do tempo. “Cálculos preliminares indicam ser possível economizar até 60% nas missões de maior grau de complexidade”, disse Prado.“Além disso, serão bem menores os riscos de acidentes que podem levar a desastres ambientais em decorrência de vazamento de petróleo. As simulações também permitirão que os ROVs não sejam danificados. Modelos mais sofisticados desse equipamento chegam a custar até US$ 3 milhões”, afirmou Prado. Fonte: Thiago Romero / Agência Fapesp
Tecnologia no mundo:
[object Object]
Mapear o fundo do mar;
Inspecionar instalações submarinas;
Tirar fotografias e fazer seqüências de vídeo.ROV – Observation Class
Possuem “braços mecânicos” São operados por pilotos via “joystick”. Utilizados para a construção submarina.(conectar equipamentos) ROV – Work Class
2° Aula: Pré-Instalação de Equipamentos e Recolhimento de dutos Sandro Souza
- Instalação de Transponders - Pre-lay survey - Fabricação dos Stalks - Realização do Spooling Atividades Pré-Instalação
Atividades Pré-Instalação–(PrelaySurvey) - Instalações dos Transponders:     Os transponders são colocados nos pontos onde os equipamentos serão instalados. Servem para mensurar a distância entre os equipamentos.     O transponder ou transpondedor (abreviação de Transmitter-responder) é um dispositivo de comunicação eletrônico complementar de automação  e cujo objetivo é receber, amplificar e retransmitir um sinal em uma freqüência diferente ou transmitir de uma fonte uma mensagem pré-determinada em resposta à outra pré-definida “de outra fonte”.
   - TDM:     É o caminho que o navio vai fazer por toda a extensão da linha a ser instalada. São colocados transponders que vão ler o subsolo e através destas leituras será  determinado o que deve ser colocado no solo marinho para preservar a tubulação e os equipamentos.
É o carregamento dos stalks de tubos rígidos ou flexíveis das bases. Spooling
Stalk São ±1000 metros de tubos soldados que serão recolhidos pelo navio. Os stalks são produzidos de 1 em 1km e são recolhidos na mesma proporção. Obs.: dependendo da lâmina d’água, e da pressão algumas linhas devem ter um “Buckle Arrestor” entre os Stalks.
É o ato de carregar os equipamentos e suprimentos nos navios necessários para a construção submarina. Loadout
É a instalação, abandono da linha ou dos equipamentos no leito marinho. Laydown
Barcos de recolhimento de dutos e abandono no mar
3° aula: Instalação de Linhas Submarinas Sandro Souza
É o primeiro equipamento a ser instalado no fundo do mar. Através de uma válvula podemos colocar ou retirar água no seu interior e assim enterrar ou retirar a âncora do solo marinho. Suction Pile
São instaladas na posição vertical. ,[object Object],Suction Pile
- Os tubos podem ser – Rígidos ou Flexíveis - O que são Risers ? - O que são Flowlines?  - O que são Farings? - O que são Strakes? - O que são Flexjoints? Instalações de Pipelines, Flowlines & Risers
Rígidos São tubos de aço que variam de comprimento (9m á 12m), de diâmetro (6” á 20”) e de espessura ou parede do tubo.  Precisam de um navio específico para serem instalados. Maior sensibilidade aos acidentes no fundo do mar. Necessidade de calçamento dos dutos nos trechos com grandes vãos. Podemos instalar esses tubos de três formas: ,[object Object]
Rebocados (Towing)
Soldados nos navio de instalação Tubos Rígidos e Flexíveis
Tubos rígidos e suas camadas de proteção
Método Reeling
Método Towing
Flexíveis ,[object Object],Tubos Rígidos e Flexíveis
Flexíveis Podem ser de três tipos: Risers, Flowlines e Umbilicais Risers     Esta linha é exposta a um número de flexões significativas e não estão apoiadas em nada, sofrem ação da maré, da correnteza, das movimentações da plataforma etc... Tubos Rígidos e Flexíveis
- Flowlines    Linha exposta a um número não significativo de flexões. Está sempre  apoiada no solo marinho. Tubos Rígidos e Flexíveis
Tubos Rígidos e FlexíveisUmbilicais Não há fluxo de óleo e gás no seu interior, são cabos elétricos e hidráulicos e podem estar ou não apoiados no solo marinho.  São conectados a plataforma e as UTAs
Umbilical Manufacture
Recebe o umbilical vindo da plataforma, com informações elétricas e hidráulicas e redistribuem estas informações por cabos mais finos chamados Flying leads, para os demais equipamentos instalados no solo marinho.  UTA – Umbilical Termination Assembly
  Umbilical Manufacture
Umbilical Systems
Umbilical Systems
          UMBILICAL SUPPORT
São cabos de transmissão elétrica (EFL) e hidráulica (HFL), que tem como características, serem mais finos que os umbilicais e tem a função de interligar os equipamentos as UTA (Umbilical Termination Assembly)  Flying Leads
4° Aula: Instalação de Equipamentos Submarinas Sandro Souza
São instalados no final do riser e conectados direto a plataforma, é muito grande e robusto, pois segura todo o peso da tubulação. Não entra em contato com a água. Flexjoints

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mais procurados (20)

EmbarcaçõEs
EmbarcaçõEsEmbarcaçõEs
EmbarcaçõEs
 
Tabelas rusch
Tabelas ruschTabelas rusch
Tabelas rusch
 
95950 parafusos e-porcas
95950 parafusos e-porcas95950 parafusos e-porcas
95950 parafusos e-porcas
 
Aula 2 nomenclatura do navio 1
Aula 2   nomenclatura do navio 1Aula 2   nomenclatura do navio 1
Aula 2 nomenclatura do navio 1
 
Fisica1 ex1
Fisica1 ex1Fisica1 ex1
Fisica1 ex1
 
Hidrodinamica
HidrodinamicaHidrodinamica
Hidrodinamica
 
Incident summary 08.10.12 "Bibby Topaz"
Incident summary 08.10.12 "Bibby Topaz"Incident summary 08.10.12 "Bibby Topaz"
Incident summary 08.10.12 "Bibby Topaz"
 
INIO2014 Presentation
INIO2014 PresentationINIO2014 Presentation
INIO2014 Presentation
 
Art nav01a nomenclatura
Art nav01a nomenclaturaArt nav01a nomenclatura
Art nav01a nomenclatura
 
Lect 9 ship propellers (new)
Lect 9 ship propellers (new)Lect 9 ship propellers (new)
Lect 9 ship propellers (new)
 
Hatch ways
Hatch waysHatch ways
Hatch ways
 
Marine Propulsion
Marine PropulsionMarine Propulsion
Marine Propulsion
 
Bombas e Instalações de Bombeamento - PPT - Máquinas de Fluxo
Bombas e Instalações de Bombeamento - PPT - Máquinas de FluxoBombas e Instalações de Bombeamento - PPT - Máquinas de Fluxo
Bombas e Instalações de Bombeamento - PPT - Máquinas de Fluxo
 
Arte naval cap. 02
Arte naval   cap. 02Arte naval   cap. 02
Arte naval cap. 02
 
Fluidos de Perfuração
Fluidos de Perfuração Fluidos de Perfuração
Fluidos de Perfuração
 
Nbr 11.682-Estabilidade de taludes
Nbr 11.682-Estabilidade de taludesNbr 11.682-Estabilidade de taludes
Nbr 11.682-Estabilidade de taludes
 
Parts of ship
Parts of shipParts of ship
Parts of ship
 
Manutenção ferroviária - socadoras
Manutenção ferroviária - socadorasManutenção ferroviária - socadoras
Manutenção ferroviária - socadoras
 
Drenagem Superficial
Drenagem SuperficialDrenagem Superficial
Drenagem Superficial
 
Completação de Petróleo e Gás
Completação de Petróleo e GásCompletação de Petróleo e Gás
Completação de Petróleo e Gás
 

Destaque

Petróleo e Gás Natural - 10º B
Petróleo e Gás Natural - 10º BPetróleo e Gás Natural - 10º B
Petróleo e Gás Natural - 10º BFísica Química A
 
Apostila separação, armazenagem e transporte de petróle
Apostila separação,  armazenagem e transporte de petróleApostila separação,  armazenagem e transporte de petróle
Apostila separação, armazenagem e transporte de petróleJhurengo Margon
 
Petróleo e gás natural - 10º D
Petróleo  e gás natural - 10º DPetróleo  e gás natural - 10º D
Petróleo e gás natural - 10º DFísica Química A
 
18 03-2008 José Sergio Gabrielli de Azevedo - A indústria de Petróleo e Gás N...
18 03-2008 José Sergio Gabrielli de Azevedo - A indústria de Petróleo e Gás N...18 03-2008 José Sergio Gabrielli de Azevedo - A indústria de Petróleo e Gás N...
18 03-2008 José Sergio Gabrielli de Azevedo - A indústria de Petróleo e Gás N...Petrobras
 
Tipos de tanques e as inspeções realizadas para armazenagem de petróleo e de ...
Tipos de tanques e as inspeções realizadas para armazenagem de petróleo e de ...Tipos de tanques e as inspeções realizadas para armazenagem de petróleo e de ...
Tipos de tanques e as inspeções realizadas para armazenagem de petróleo e de ...Renato Manta
 
Plano Estratégico do Porto de Aveiro – Sumário executivo
Plano Estratégico do Porto de Aveiro – Sumário executivoPlano Estratégico do Porto de Aveiro – Sumário executivo
Plano Estratégico do Porto de Aveiro – Sumário executivoportodeaveiro
 
Aula 02 - Atividades logisiticas e Modais de Transporte de P&G
Aula 02 - Atividades logisiticas e Modais de Transporte de P&GAula 02 - Atividades logisiticas e Modais de Transporte de P&G
Aula 02 - Atividades logisiticas e Modais de Transporte de P&GAnderson Pontes
 
Gestao de Petroleo e Gás - Amigos do Brasil
Gestao de Petroleo e Gás - Amigos do BrasilGestao de Petroleo e Gás - Amigos do Brasil
Gestao de Petroleo e Gás - Amigos do BrasilJosimar Nunes
 
Logistica do Petroleo - Aula 01
Logistica do Petroleo - Aula 01Logistica do Petroleo - Aula 01
Logistica do Petroleo - Aula 01Anderson Pontes
 
Tanques de armazenamento de petróleo
Tanques de armazenamento de petróleoTanques de armazenamento de petróleo
Tanques de armazenamento de petróleomarcionilo neri
 
Apresentacao institucional reduzida 6 slides
Apresentacao institucional reduzida 6 slidesApresentacao institucional reduzida 6 slides
Apresentacao institucional reduzida 6 slidesCamila Marquesin
 
Perfuração, Completação e Recuperação de Petróleo e Gás
Perfuração, Completação e Recuperação de Petróleo e GásPerfuração, Completação e Recuperação de Petróleo e Gás
Perfuração, Completação e Recuperação de Petróleo e GásAnderson Pontes
 

Destaque (20)

Transporte de Petróleo e Gás
Transporte de Petróleo e GásTransporte de Petróleo e Gás
Transporte de Petróleo e Gás
 
Petróleo e Gás Natural - 10º B
Petróleo e Gás Natural - 10º BPetróleo e Gás Natural - 10º B
Petróleo e Gás Natural - 10º B
 
Apostila separação, armazenagem e transporte de petróle
Apostila separação,  armazenagem e transporte de petróleApostila separação,  armazenagem e transporte de petróle
Apostila separação, armazenagem e transporte de petróle
 
Aula 3 logística do petróleo - transporte
Aula 3   logística do petróleo - transporteAula 3   logística do petróleo - transporte
Aula 3 logística do petróleo - transporte
 
Petróleo e gás natural - 10º D
Petróleo  e gás natural - 10º DPetróleo  e gás natural - 10º D
Petróleo e gás natural - 10º D
 
18 03-2008 José Sergio Gabrielli de Azevedo - A indústria de Petróleo e Gás N...
18 03-2008 José Sergio Gabrielli de Azevedo - A indústria de Petróleo e Gás N...18 03-2008 José Sergio Gabrielli de Azevedo - A indústria de Petróleo e Gás N...
18 03-2008 José Sergio Gabrielli de Azevedo - A indústria de Petróleo e Gás N...
 
Tipos de tanques e as inspeções realizadas para armazenagem de petróleo e de ...
Tipos de tanques e as inspeções realizadas para armazenagem de petróleo e de ...Tipos de tanques e as inspeções realizadas para armazenagem de petróleo e de ...
Tipos de tanques e as inspeções realizadas para armazenagem de petróleo e de ...
 
Plano Estratégico do Porto de Aveiro – Sumário executivo
Plano Estratégico do Porto de Aveiro – Sumário executivoPlano Estratégico do Porto de Aveiro – Sumário executivo
Plano Estratégico do Porto de Aveiro – Sumário executivo
 
Aula 02 - Atividades logisiticas e Modais de Transporte de P&G
Aula 02 - Atividades logisiticas e Modais de Transporte de P&GAula 02 - Atividades logisiticas e Modais de Transporte de P&G
Aula 02 - Atividades logisiticas e Modais de Transporte de P&G
 
Gestao de Petroleo e Gás - Amigos do Brasil
Gestao de Petroleo e Gás - Amigos do BrasilGestao de Petroleo e Gás - Amigos do Brasil
Gestao de Petroleo e Gás - Amigos do Brasil
 
Logistica do Petroleo - Aula 01
Logistica do Petroleo - Aula 01Logistica do Petroleo - Aula 01
Logistica do Petroleo - Aula 01
 
Regulação da indústria do gás natural
Regulação da indústria do gás naturalRegulação da indústria do gás natural
Regulação da indústria do gás natural
 
As Licitações de Petróleo e Gás Natural da ANP e as Perspectivas Exploratória...
As Licitações de Petróleo e Gás Natural da ANP e as Perspectivas Exploratória...As Licitações de Petróleo e Gás Natural da ANP e as Perspectivas Exploratória...
As Licitações de Petróleo e Gás Natural da ANP e as Perspectivas Exploratória...
 
Tanques de armazenamento de petróleo
Tanques de armazenamento de petróleoTanques de armazenamento de petróleo
Tanques de armazenamento de petróleo
 
Apresentacao institucional reduzida 6 slides
Apresentacao institucional reduzida 6 slidesApresentacao institucional reduzida 6 slides
Apresentacao institucional reduzida 6 slides
 
Desafios regulatórios e legais
Desafios regulatórios e legaisDesafios regulatórios e legais
Desafios regulatórios e legais
 
Perfuração, Completação e Recuperação de Petróleo e Gás
Perfuração, Completação e Recuperação de Petróleo e GásPerfuração, Completação e Recuperação de Petróleo e Gás
Perfuração, Completação e Recuperação de Petróleo e Gás
 
Logística do Petróleo
Logística do PetróleoLogística do Petróleo
Logística do Petróleo
 
Apostila de tanques 2011
Apostila de tanques  2011Apostila de tanques  2011
Apostila de tanques 2011
 
05 aula logística do petróleo
05 aula logística do petróleo05 aula logística do petróleo
05 aula logística do petróleo
 

Semelhante a Instalações submarinas em petróleo e gás

Semelhante a Instalações submarinas em petróleo e gás (20)

Apresentação AHTS - Anchor Handler .pptx
Apresentação AHTS - Anchor Handler .pptxApresentação AHTS - Anchor Handler .pptx
Apresentação AHTS - Anchor Handler .pptx
 
21 - TCC-COPPE-Archie Watts-Farmer_Final
21 - TCC-COPPE-Archie Watts-Farmer_Final21 - TCC-COPPE-Archie Watts-Farmer_Final
21 - TCC-COPPE-Archie Watts-Farmer_Final
 
21 - TCC-COPPE-Archie Watts-Farmer_Final
21 - TCC-COPPE-Archie Watts-Farmer_Final21 - TCC-COPPE-Archie Watts-Farmer_Final
21 - TCC-COPPE-Archie Watts-Farmer_Final
 
Operação offloading app e impactos ambientais
Operação offloading   app e impactos ambientaisOperação offloading   app e impactos ambientais
Operação offloading app e impactos ambientais
 
CurricVilaPort
CurricVilaPortCurricVilaPort
CurricVilaPort
 
AHTS
AHTSAHTS
AHTS
 
Ahts
AhtsAhts
Ahts
 
2013 Portos e navios 2
2013 Portos e navios 22013 Portos e navios 2
2013 Portos e navios 2
 
Apresentação crovaph
Apresentação crovaphApresentação crovaph
Apresentação crovaph
 
Snbr
SnbrSnbr
Snbr
 
USO DE SIMULADORES INCATEP
USO DE SIMULADORES INCATEP USO DE SIMULADORES INCATEP
USO DE SIMULADORES INCATEP
 
Paraquedas
ParaquedasParaquedas
Paraquedas
 
2009 copinaval 3
2009 copinaval 32009 copinaval 3
2009 copinaval 3
 
Painel tecnico pre-sal: operacao perfuracao workshop 28012011
Painel tecnico pre-sal: operacao perfuracao workshop 28012011Painel tecnico pre-sal: operacao perfuracao workshop 28012011
Painel tecnico pre-sal: operacao perfuracao workshop 28012011
 
02 aula industria do petróleo
02 aula industria do petróleo02 aula industria do petróleo
02 aula industria do petróleo
 
A Retomada Da IndúStria Naval
A Retomada Da IndúStria NavalA Retomada Da IndúStria Naval
A Retomada Da IndúStria Naval
 
2 quetzal posicionamento dinâmico
2 quetzal posicionamento dinâmico2 quetzal posicionamento dinâmico
2 quetzal posicionamento dinâmico
 
Aquaviarios2019
Aquaviarios2019Aquaviarios2019
Aquaviarios2019
 
LOGÍSTICA PORTUÁRIA NA ÁREA DA EMPRESA VALE NO ES
LOGÍSTICA PORTUÁRIA NA ÁREA DA  EMPRESA VALE  NO ESLOGÍSTICA PORTUÁRIA NA ÁREA DA  EMPRESA VALE  NO ES
LOGÍSTICA PORTUÁRIA NA ÁREA DA EMPRESA VALE NO ES
 
Apresentação do CTMSP - ENFIR 2000
Apresentação do CTMSP - ENFIR 2000Apresentação do CTMSP - ENFIR 2000
Apresentação do CTMSP - ENFIR 2000
 

Mais de Sydney Dias

Trabalho prático #1 (regime de concessão -henrique santana 74278)
Trabalho prático   #1 (regime de concessão -henrique santana 74278)Trabalho prático   #1 (regime de concessão -henrique santana 74278)
Trabalho prático #1 (regime de concessão -henrique santana 74278)Sydney Dias
 
Trabalho prático #5 sondas de perfuração e completação (henrique santana 74...
Trabalho prático #5   sondas de perfuração e completação (henrique santana 74...Trabalho prático #5   sondas de perfuração e completação (henrique santana 74...
Trabalho prático #5 sondas de perfuração e completação (henrique santana 74...Sydney Dias
 
Trabalho prático #4 brocas (henrique santana 74278)
Trabalho prático #4   brocas (henrique santana 74278)Trabalho prático #4   brocas (henrique santana 74278)
Trabalho prático #4 brocas (henrique santana 74278)Sydney Dias
 
Trabalho prático #2 (marco regulatório - henrique santana 74278)
Trabalho prático   #2 (marco regulatório - henrique santana 74278)Trabalho prático   #2 (marco regulatório - henrique santana 74278)
Trabalho prático #2 (marco regulatório - henrique santana 74278)Sydney Dias
 
Trabalho prático #3 gom (henrique santana 74278)
Trabalho prático #3   gom (henrique santana 74278)Trabalho prático #3   gom (henrique santana 74278)
Trabalho prático #3 gom (henrique santana 74278)Sydney Dias
 
Trabalho prático #1 (regime de concessão -henrique santana 74278)
Trabalho prático   #1 (regime de concessão -henrique santana 74278)Trabalho prático   #1 (regime de concessão -henrique santana 74278)
Trabalho prático #1 (regime de concessão -henrique santana 74278)Sydney Dias
 
1 programacao final-iii-semacit-26-08-2010
1   programacao final-iii-semacit-26-08-20101   programacao final-iii-semacit-26-08-2010
1 programacao final-iii-semacit-26-08-2010Sydney Dias
 
2 descricao-iii semacit
2   descricao-iii semacit2   descricao-iii semacit
2 descricao-iii semacitSydney Dias
 
E mail do-sidney_e_a_resposta
E mail do-sidney_e_a_respostaE mail do-sidney_e_a_resposta
E mail do-sidney_e_a_respostaSydney Dias
 
Perspectivas mundiais dos biocombustíveis petrobras
Perspectivas mundiais dos biocombustíveis petrobrasPerspectivas mundiais dos biocombustíveis petrobras
Perspectivas mundiais dos biocombustíveis petrobrasSydney Dias
 

Mais de Sydney Dias (20)

Tn+76 flip novo
Tn+76 flip novoTn+76 flip novo
Tn+76 flip novo
 
Unipeg
UnipegUnipeg
Unipeg
 
Coluna eco oil
Coluna eco oilColuna eco oil
Coluna eco oil
 
Revista164
Revista164Revista164
Revista164
 
Unipeg
UnipegUnipeg
Unipeg
 
Unipeg
UnipegUnipeg
Unipeg
 
Unipeg
UnipegUnipeg
Unipeg
 
Trabalho prático #1 (regime de concessão -henrique santana 74278)
Trabalho prático   #1 (regime de concessão -henrique santana 74278)Trabalho prático   #1 (regime de concessão -henrique santana 74278)
Trabalho prático #1 (regime de concessão -henrique santana 74278)
 
Trabalho prático #5 sondas de perfuração e completação (henrique santana 74...
Trabalho prático #5   sondas de perfuração e completação (henrique santana 74...Trabalho prático #5   sondas de perfuração e completação (henrique santana 74...
Trabalho prático #5 sondas de perfuração e completação (henrique santana 74...
 
Trabalho prático #4 brocas (henrique santana 74278)
Trabalho prático #4   brocas (henrique santana 74278)Trabalho prático #4   brocas (henrique santana 74278)
Trabalho prático #4 brocas (henrique santana 74278)
 
Trabalho prático #2 (marco regulatório - henrique santana 74278)
Trabalho prático   #2 (marco regulatório - henrique santana 74278)Trabalho prático   #2 (marco regulatório - henrique santana 74278)
Trabalho prático #2 (marco regulatório - henrique santana 74278)
 
Trabalho prático #3 gom (henrique santana 74278)
Trabalho prático #3   gom (henrique santana 74278)Trabalho prático #3   gom (henrique santana 74278)
Trabalho prático #3 gom (henrique santana 74278)
 
Trabalho prático #1 (regime de concessão -henrique santana 74278)
Trabalho prático   #1 (regime de concessão -henrique santana 74278)Trabalho prático   #1 (regime de concessão -henrique santana 74278)
Trabalho prático #1 (regime de concessão -henrique santana 74278)
 
Unipeg
UnipegUnipeg
Unipeg
 
161pdf final
161pdf final161pdf final
161pdf final
 
Revista gm
Revista gmRevista gm
Revista gm
 
1 programacao final-iii-semacit-26-08-2010
1   programacao final-iii-semacit-26-08-20101   programacao final-iii-semacit-26-08-2010
1 programacao final-iii-semacit-26-08-2010
 
2 descricao-iii semacit
2   descricao-iii semacit2   descricao-iii semacit
2 descricao-iii semacit
 
E mail do-sidney_e_a_resposta
E mail do-sidney_e_a_respostaE mail do-sidney_e_a_resposta
E mail do-sidney_e_a_resposta
 
Perspectivas mundiais dos biocombustíveis petrobras
Perspectivas mundiais dos biocombustíveis petrobrasPerspectivas mundiais dos biocombustíveis petrobras
Perspectivas mundiais dos biocombustíveis petrobras
 

Instalações submarinas em petróleo e gás

  • 2. 1° Aula: Introdução ao Estudo da Construção Submarina
  • 3. INSTALAÇÕES SUBMARINAS EM PETRÓLEO E GÁS NATURAL
  • 4. Adquirir e ampliar conhecimentos em construção submarina para a indústria de petróleo e gás natural. Objetivo
  • 5. Onde se aplica estes conhecimentosna carreira do Tecnólogo de Petróleo e Gás: Nas diversas áreas das empresas de petróleo e gás (Principalmente ligadas a instalações submarinas)e suas prestadoras de serviço. O tecnólogo tem possibilidade de atuar em varias funções. Compras Financeiro Gestão do Conhecimento Logística Marketing Planejamento
  • 7. Um Mundo de Mudanças
  • 8.
  • 9.
  • 10. Demanda mundial de petróleo de 89 mb/d. Previsão de investimento da Petrobras de 112,4 bilhões de dólares no período 2009/2013. Investimento de 65% desse capital em E&P. Aumento de 2mb/d em 2008 para 2,8mb/d em 2013. Aumento de 35 milhões de m3 de gás no mesmo período. Por que Investir em E&P ?
  • 11. Construção de 20 plataformas. Pelo menos 09 vão começar a operar entre 2009/2013 A P51-1º Plataforma brasileira, 100% construída no Brasil. Entrará em operação até o final de 01/09. Custo total de 1 bilhão de dólares. Lâmina d’água de aproximadamente 1225m, com produção de 180 mil/b/d. Por que Investir em E&P ?
  • 12. Até o final de 2010 ainda entrará em operação as plataformas: P52, P56 (semi-submersíveis) e a FPSO – Espírito Santo BC-10 - Shell. Produção de +ou- 300 mil b/d. Geração de 4,8 mil empregos diretos e 20 mil indiretos. Por que Investir em E&P ?
  • 14.
  • 15. Descoberta de óleo em águas ultra profundas.
  • 16. Elevar o país a condição de grande produtor de óleo, com reservas estimadas em 62 bilhões de barris, somente com a descoberta dos campos de Tupi(8 bilhões) e Carioca(40 bilhões).
  • 17. Parati, Júpiter, Caramba e Bem-te-vi, ainda não possuem reservas estimadasPor que Investir em E&P ?
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21.
  • 22. Assuntos abordados neste curso: ROV ATIVIDADES DE PRÉ-INSTALAÇÃO TUBOS ou DUTOS UMBILICAIS SUCTION PILE PLETs JUMPERS MANIFOLDs
  • 23.
  • 25.
  • 26.
  • 27. Ávila garante que se perde muito dinheiro com os transponders, pois eles sempre têm falhas eletrônicas e mecânicas e não funcionam mais, logo são facilmente substituídos. Com o uso do robô, haverá um maior acompanhamento mecânico dos sinalizadores. O veículo ajuda a localizá-los e a levá-los à superfície para a sua respectiva manutenção. A tarefa de recuperar transponders, atualmente é realizada por ROV (Veículos Operados por Controle Remoto) que também são veículos submarinos, mas controlados por controle remoto. De acordo com o professor, é mais complicado operar o ROV porque se houver uma correnteza submarina, o equipamento fica desviando e logo se tem muita imprecisão em relação à direção onde estão os sensores tornando difícil seu controle e sua recuperação. A proposta de Adamowski em fazer o veículo diferente do ROV (semi-autônomo) foi com o objetivo de diminuir custos e tempo de operação. O professor garante que o equipamento custa muito caro, mas que vale a pena. "Formamos mestres doutores e vários professores aprendem a trabalhar com o projeto", afirma, acrescentando que "está envolvido um alto valor tecnológico que não se vê e são essas coisas que valem a pena testar e desenvolver". "É um projeto bastante complexo. O Brasil tem mar à vontade e se olharmos em outras partes do mundo várias universidades têm esse tipo de linha de pesquisa. Nós a começamos e daqui a uns 10 ou 15 anos vamos estar já bastante avançados", garante o professor.
  • 28. Protótipo de um simulador de robô submarino utilizado para a exploração de petróleo em águas profundas é apresentado em São Carlos Está concluído o primeiro protótipo de um simulador de robô submarino utilizado para a exploração de petróleo em águas profundas. Desenvolvido pela Multicorpos, empresa incubada na Fundação Parque de Alta Tecnologia São Carlos (ParqTec), no interior paulista, o modelo comercial deverá estar pronto em 2010, depois de passar por todas as fases de validação tecnológica.O simulador será utilizado para capacitar operadores de veículos operados remotamente – ROVs, de Remotely Operated Vehicle, na sigla em inglês – em operações de manutenção e na instalação de plataformas de extração do óleo.Os ROVs são submergíveis não-tripulados que, presos ao navio na superfície, recebem comandos de movimentação para que o operador colha informações e sinais dos sensores e câmeras instaladas no equipamento. Nos campos de extração no Brasil, os ROVs ficam em profundidades que variam entre mil e 2 mil metros.
  • 29. Ao ser instalado em computador, o simulador fornece imagens das câmeras do ROV para que o operador manipule virtualmente o equipamento por meio de joysticks. De acordo com Marcelo Prado, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Multicorpos, como o sucesso da missão depende diretamente da experiência do indivíduo, o simulador permitirá o treinamento dos operadores em situações próximas às reais.“Os ROVs têm custo operacional de cerca de US$ 150 mil por dia, o que inviabilizaria sua utilização para treinamento. A Petrobras tem dezenas deles em operação no Brasil e chega a gastar mais de US$ 60 milhões por ano na manutenção e em aluguéis do equipamento”, disse o engenheiro mecânico.
  • 30. Com as simulações, o objetivo é reduzir o custo e baratear a exploração de petróleo em águas profundas, sendo que as missões poderão ser realizadas mais rapidamente, em até metade do tempo. “Cálculos preliminares indicam ser possível economizar até 60% nas missões de maior grau de complexidade”, disse Prado.“Além disso, serão bem menores os riscos de acidentes que podem levar a desastres ambientais em decorrência de vazamento de petróleo. As simulações também permitirão que os ROVs não sejam danificados. Modelos mais sofisticados desse equipamento chegam a custar até US$ 3 milhões”, afirmou Prado. Fonte: Thiago Romero / Agência Fapesp
  • 32.
  • 33.
  • 34. Mapear o fundo do mar;
  • 36. Tirar fotografias e fazer seqüências de vídeo.ROV – Observation Class
  • 37. Possuem “braços mecânicos” São operados por pilotos via “joystick”. Utilizados para a construção submarina.(conectar equipamentos) ROV – Work Class
  • 38. 2° Aula: Pré-Instalação de Equipamentos e Recolhimento de dutos Sandro Souza
  • 39. - Instalação de Transponders - Pre-lay survey - Fabricação dos Stalks - Realização do Spooling Atividades Pré-Instalação
  • 40. Atividades Pré-Instalação–(PrelaySurvey) - Instalações dos Transponders: Os transponders são colocados nos pontos onde os equipamentos serão instalados. Servem para mensurar a distância entre os equipamentos. O transponder ou transpondedor (abreviação de Transmitter-responder) é um dispositivo de comunicação eletrônico complementar de automação e cujo objetivo é receber, amplificar e retransmitir um sinal em uma freqüência diferente ou transmitir de uma fonte uma mensagem pré-determinada em resposta à outra pré-definida “de outra fonte”.
  • 41. - TDM: É o caminho que o navio vai fazer por toda a extensão da linha a ser instalada. São colocados transponders que vão ler o subsolo e através destas leituras será determinado o que deve ser colocado no solo marinho para preservar a tubulação e os equipamentos.
  • 42. É o carregamento dos stalks de tubos rígidos ou flexíveis das bases. Spooling
  • 43. Stalk São ±1000 metros de tubos soldados que serão recolhidos pelo navio. Os stalks são produzidos de 1 em 1km e são recolhidos na mesma proporção. Obs.: dependendo da lâmina d’água, e da pressão algumas linhas devem ter um “Buckle Arrestor” entre os Stalks.
  • 44. É o ato de carregar os equipamentos e suprimentos nos navios necessários para a construção submarina. Loadout
  • 45. É a instalação, abandono da linha ou dos equipamentos no leito marinho. Laydown
  • 46. Barcos de recolhimento de dutos e abandono no mar
  • 47.
  • 48. 3° aula: Instalação de Linhas Submarinas Sandro Souza
  • 49. É o primeiro equipamento a ser instalado no fundo do mar. Através de uma válvula podemos colocar ou retirar água no seu interior e assim enterrar ou retirar a âncora do solo marinho. Suction Pile
  • 50.
  • 51. - Os tubos podem ser – Rígidos ou Flexíveis - O que são Risers ? - O que são Flowlines? - O que são Farings? - O que são Strakes? - O que são Flexjoints? Instalações de Pipelines, Flowlines & Risers
  • 52.
  • 54. Soldados nos navio de instalação Tubos Rígidos e Flexíveis
  • 55. Tubos rígidos e suas camadas de proteção
  • 57.
  • 58.
  • 59.
  • 60.
  • 61.
  • 62.
  • 64.
  • 65. Flexíveis Podem ser de três tipos: Risers, Flowlines e Umbilicais Risers Esta linha é exposta a um número de flexões significativas e não estão apoiadas em nada, sofrem ação da maré, da correnteza, das movimentações da plataforma etc... Tubos Rígidos e Flexíveis
  • 66. - Flowlines Linha exposta a um número não significativo de flexões. Está sempre apoiada no solo marinho. Tubos Rígidos e Flexíveis
  • 67. Tubos Rígidos e FlexíveisUmbilicais Não há fluxo de óleo e gás no seu interior, são cabos elétricos e hidráulicos e podem estar ou não apoiados no solo marinho. São conectados a plataforma e as UTAs
  • 69. Recebe o umbilical vindo da plataforma, com informações elétricas e hidráulicas e redistribuem estas informações por cabos mais finos chamados Flying leads, para os demais equipamentos instalados no solo marinho. UTA – Umbilical Termination Assembly
  • 70. Umbilical Manufacture
  • 73. UMBILICAL SUPPORT
  • 74. São cabos de transmissão elétrica (EFL) e hidráulica (HFL), que tem como características, serem mais finos que os umbilicais e tem a função de interligar os equipamentos as UTA (Umbilical Termination Assembly) Flying Leads
  • 75. 4° Aula: Instalação de Equipamentos Submarinas Sandro Souza
  • 76. São instalados no final do riser e conectados direto a plataforma, é muito grande e robusto, pois segura todo o peso da tubulação. Não entra em contato com a água. Flexjoints
  • 77. São instalados na parte do “top riser” abaixo do flexjoint, tem por objetivo anular a força da maré e da correnteza do mar para diminuir o desgaste e a fadiga das soldas da tubulação. São equipamentos instalados sobre a tubulação e ficam localizados ao longo dos risers. Farings & Strakes
  • 78. Plet – PipelineEnd Termination Instalado nas extremidades das linhas principalmente em dutos rígidos.Fazem a conexão dos poços as linhas através dos jumpers. São instalados fechados e posteriormente abertos no solo marinho pelo ROV.
  • 79. É um conjunto de válvulas exportadoras e distribuidoras, que tem como principal objetivo coletar a produção e injetar água e gás nos poços de petróleo e gás. Os manifolds podem ser de injeção de água, gaslift ou misto. Manifolds
  • 80. Principais Características: - São feitos sob medida - Possuem pelo menos 03 soldas. - Interligam o poço ao manifold e o mesmo ao plet - Sua metrologia é muito importante, pois é através desta medição que o jumper será produzido. Jumpers
  • 82. Bóias São colocadas para abandonar os equipamentos no fundo do mar e manter tubulações não apoiadas no solo marinho.
  • 83. Abandono de bóias
  • 84. Muito Obrigado ! Contato: Sandrosaneletric@hotmail.com Instalações Submarinas