Geopolítica do petróleo uenf

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Atualização da apresentação anterior.
Apresentada em 13.05.2015, na UENF/LENEP
Nesta revisão são abordados o Contra Choque do Petróleo e a Operação Lava Jato.
.

Geopolítica do petróleo – Conceito de geopolítica do petróleo, referências históricas e atualidades, Indicadores macroeconômicos, mudanças tecnológicas, as grandes companhias petrolíferas, o modelo brasileiro de E&P, e a Petrobras.

Publicada em: Economia e finanças
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  • Adicionalmente, o acesso aos recursos naturais (reservas) e tecnologia própria são fatores cada vez mais difíceis de serem conciliados na industria, gerando gargalos para crescimentos de empresas/países.
    A vantagem competitiva do Brasil pode ser destacada neste contexto, uma vez que o país desenvolveu tecnologia e conhecimento para operar em águas profundas, vivenciou as descobertas recentes das grandes reservas da região do pré-sal , alem de desfrutar de um ambiente de estabilidade econômica e política, economia em crescimento e regras de mercado bem definidas.
  • Adicionalmente, o acesso aos recursos naturais (reservas) e tecnologia própria são fatores cada vez mais difíceis de serem conciliados na industria, gerando gargalos para crescimentos de empresas/países.
    A vantagem competitiva do Brasil pode ser destacada neste contexto, uma vez que o país desenvolveu tecnologia e conhecimento para operar em águas profundas, vivenciou as descobertas recentes das grandes reservas da região do pré-sal , alem de desfrutar de um ambiente de estabilidade econômica e política, economia em crescimento e regras de mercado bem definidas.
  • Adicionalmente, o acesso aos recursos naturais (reservas) e tecnologia própria são fatores cada vez mais difíceis de serem conciliados na industria, gerando gargalos para crescimentos de empresas/países.
    A vantagem competitiva do Brasil pode ser destacada neste contexto, uma vez que o país desenvolveu tecnologia e conhecimento para operar em águas profundas, vivenciou as descobertas recentes das grandes reservas da região do pré-sal , alem de desfrutar de um ambiente de estabilidade econômica e política, economia em crescimento e regras de mercado bem definidas.
  • Geopolítica do petróleo uenf

    1. 1. Geopolítica do PetróleoLincoln Weinhardt Data: 13.05.2015 Horário: 16h às 18h Local: UENF/LENEP– Macaé - RJ
    2. 2. LINCOLN WEINHARDT 1985 GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA – USP 1989 ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE EQUIPAMENTOS – PETROBRAS - UFRJ 2001 PÓS-GRADUAÇÃO MBA EM GESTÃO EMPRESARIAL – FGV – MANAGEMENT 2002 PÓS-GRADUAÇÃO EM MARKETING DE TI – ESPM 2003 MESTRANDO EM ECONOMIA EMPRESARIAL – UCAM DOCÊNCIA PROFESSOR DE MARKETING, ECONOMIA E TECNOLOGIA (2001- 2011) PREPARANDO ALUNOS DAS UNIVERSIDADES SALGADO DE OLIVEIRA, CÂNDIDO MENDES E ISE-CENSA, PARA INGRESSAREM NO MERCADO DE TRABALHO CONSCIENTE DA REALIDADE MERCADOLÓGICA E DAS TENDÊNCIAS TECNOLÓGICAS. PETROBRAS GERENTE DE PLANEJAMENTO INTEGRADO E GERENCIAMENTO DE CONTRATOS DE PROJETOS, CONSTRUÇÃO E MONTAGEM (2013 - ... ) RESPONSÁVEL PELA ÁREA DE CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE PROJETOS, CONSTRUÇÃO E MONTAGEM NA UO-BC. GERENTE DE COMUNICAÇÃO E SEGURANÇA DE INFORMAÇÕES (2007 – 2013) RESPONSÁVEL PELA ÁREA DE COMUNICAÇÃO E SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO NA BACIA DE CAMPOS. COORDENADOR DE SEGURANÇA DE INFORMAÇÕES (2006) RESPONSÁVEL COORDENAÇÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO NA BACIA DE CAMPOS. COORDENADOR DE MOVIMENTAÇÃO DE GÁS (2005) RESPONSÁVEL COORDENAÇÃO DA MOVIMENTAÇÃO E PRODUÇÃO DO GÁS DA BACIA DE CAMPOS. COORDENADOR DE PLANEJAMENTO DE TI (2003 - 2004 ) RESPONSÁVEL PELA REESTRUTURAÇÃO DA GERÊNCIA DE TI PARA O SEGMENTO DE EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO DE ÓLEO E GÁS DA BACIA DE CAMPOS. COORDENADOR DE APOIO AO USUÁRIO DE TI (2002 - 2003) RESPONSÁVEL PELA CERTIFICAÇÃO ISO 9001 NO PROCESSO DE APOIO AO USUÁRIO DE TI DA BACIA DE CAMPOS. COORDENADOR DE MARKETING DE TI E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS (2001 - 2002) RESPONSÁVEL PELA IMPLEMENTAÇÃO DA ÁREA DE MARKETING DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO NA UNIDADE DE NEGÓCIOS DA BACIA DE CAMPOS, PARA CERCA DE 12.000 CLIENTES. GERENTE DE INFRA-ESTRUTURA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO (1998 - 2001) RESPONSÁVEL PELA ÁREA DE INFRA-ESTRUTURA DE TI NA UNIDADE OPERACIONAL DA BACIA DE CAMPOS. CONSIDERADO PELO GARTNER GROUP O BENCHMARK MUNDIAL EM TCO. PODER PÚBLICO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E TECNOLÓGICO (2013 - 2013) RESPONSÁVEL PELA ESTRUTURAÇÃO DA SECRETARIA E A COORDENAÇÃO DA 7A. FEIRA E CONFERÊNCIA INTERNACIONAL BRASIL OFFSHORE
    3. 3. Introdução 1. Geopolítica Slide 5 2. Geopolítica do petróleo Slide 74 3. The epic of black gold – vídeos Slide 147 4. Geopolítica do petróleo Atualidade Slide 157 5. Geopolítica do petróleo Indicadores e Análises Slide 187 6. Shale gas e tight oil Slide 202 7. As grandes companhias Slide 210 8. O Brasil e a Petrobras Slide 232 9. PNG 2014 - 2030 Slide 256 10. Crise no Brasil Slide 267 11. Consolidação Slide 284
    4. 4. O motorista do Einstein
    5. 5. Parte 1 Geopolítica
    6. 6. Geopolítica • Geopolítica é um campo de conhecimento multidisciplinar, que não se identifica com uma única disciplina, mas se utiliza principalmente da Teoria Política, da Geologia e da Geografia ligados às Ciências Humanas e Ciências Sociais aplicadas. • A Geopolítica é uma área da Geografia que tem como objetivo fazer a interpretação dos fatos da atualidade e do desenvolvimento políticos dos países usando como parâmetros principais as informações geográficas. • A geopolítica visa compreender e explicar os conflitos internacionais e as principais questões políticas da atualidade. • Os principais temas estudados pela Geopolítica na atualidade são: globalização, conflito árabe-israelense, influência dos Estados Unidos no mundo atual, nova ordem mundial e o uso dos recursos energéticos no mundo.
    7. 7. Geopolítica • A palavra geopolítica não é uma simples contração de geografia e política, como pensam alguns, mas sim algo que diz respeito às disputas de poder no espaço mundial . Sendo que, poder implica em dominação, via Estado ou não, que podem ser culturais, econômicas, repressivas, militares etc., não é exclusivo da geografia. W. Vesentini • A geopolítica sempre se caracterizou pela presença de pressões de todo tipo, intervenções no cenário internacional desde as mais brandas até guerras e conquistas de territórios. Inicialmente, essas ações tinham como sujeito fundamental o Estado, pois ele era entendido como a única fonte de poder, a única representação da política. Bertha Becker
    8. 8. Geopolítica A tensão russo-americana motivada pela crise da Ucrânia se faz sentir efetivamente acima a superfície da Terra. No dia dois de abril de 2014, a NASA anunciou que, suspendia suas atividades na Estação Espacial Internacional, e que não colaboraria mais com o sua homóloga russa, Roskosmos. Não é de se surpreender que as repercussões do episódio ucraniano se fizessem sentir em órbita, como destaca o último número da revista Questions Internationales – O espaço, uma verdadeira disputa geopolítica. No tempo da guerra fria, o espaço havia se tornado um campo de ação de destaque no confronto entre as duas grandes potências, a Europa se posicionou como mediadora a partir dos anos 1960. Desde a queda da URSS, as rivalidades se ampliaram. Novos atores emergiram: China, Índia, as duas Coreias, até mesmo o Brasil. Questions internationales N°67, L'Espace, un enjeu terrestre", O espaço uma disputa geopolítica
    9. 9.  O século XX foi marcado por:  Fim dos vastos impérios coloniais;  Grande depressão de 1930;  Duas guerras mundiais devastadoras;  Rápidos avanços na ciência e tecnologia, desde o primeiro avião ao pouso na Lua;  Guerra fria entre a aliança do ocidente e as nações do pacto de Varsóvia;  Destacado crescimento do padrão de vida nos Estados Unidos, Europa e Japão;  Aumento da preocupação com a degradação do meio ambiente, desmatamento, escassez de água e energia, declínio da diversidade biológica, e poluição do ar;  Epidemia da Aids;  Ascendência da supremacia dos Estados Unidos como a única superpotência mundial;
    10. 10. A população do planeta continua em expansão: um (1) bilhão em 1820 para dois (2) bilhões em 1930, três (3) bilhões em 1960, quatro (4) bilhões em 1974, cinco (5) bilhões em 1987, seis (6) bilhões em 1999, e sete (7) bilhões em 2012. No século XXI continuará o crescimento exponencial da ciência e tecnologia, trazendo a esperança por avanços na medicina e na agricultura, como também o medo do desenvolvimento de armas de guerra ainda mais letais.
    11. 11. Geopolítica
    12. 12. Os vinte maiores países em extensão territorial (Km2 )
    13. 13. As dez maiores aglomerações humanas
    14. 14. Os países mais populosos
    15. 15. Rank country GDP (purchasing power parity) Date of Information 1 United States $ 16,720,000,000,000 2013 est. 2 European Union $ 15,830,000,000,000 2013 est. 3 China $ 13,370,000,000,000 2013 est. 4 India $ 4,962,000,000,000 2013 est. 5 Japan $ 4,729,000,000,000 2013 est. 6 Germany $ 3,227,000,000,000 2013 est. 7 Russia $ 2,553,000,000,000 2013 est. 8 Brazil $ 2,422,000,000,000 2013 est. 9 United Kingdom $ 2,378,000,000,000 2013 est. 10 France $ 2,273,000,000,000 2013 est. 11 Mexico $ 1,845,000,000,000 2013 est. 12 Italy $ 1,805,000,000,000 2013 est. 13 Korea, South $ 1,666,000,000,000 2013 est. 14 Canada $ 1,518,000,000,000 2013 est. 15 Spain $ 1,389,000,000,000 2013 est. 16 Indonesia $ 1,285,000,000,000 2013 est. 17 Turkey $ 1,167,000,000,000 2013 est. 18 Australia $ 998,300,000,000 2013 est. 19 Iran $ 987,100,000,000 2013 est. 20 Saudi Arabia $ 927,800,000,000 2013 est Os vinte maiores PIBs com base na paridade do poder de compra (PPP)
    16. 16. Os vinte maiores PIBs per capita - PPP Rank country GDP - per capita (PPP) Date of Information 1 Qatar $ 102,100 2013 est. 2 Liechtenstein $ 89,400 2009 est. 3 Bermuda $ 86,000 2011 est. 4 Macau $ 82,400 2011 est. 5 Luxembourg $ 77,900 2013 est. 6 Monaco $ 65,500 2011 7 Singapore $ 62,400 2013 est. 8 Jersey $ 57,000 2005 est. 9 Falkland Islands (Islas Malvinas) $ 55,400 2002 est. 10 Norway $ 55,400 2013 est. 11 Brunei $ 54,800 2013 est. 12 Isle of Man $ 53,800 2007 est. 13 United States $ 52,800 2013 est. 14 Hong Kong $ 52,700 2013 est. 15 Switzerland $ 46,000 2013 est. 16 Guernsey $ 44,600 2005 17 Cayman Islands $ 43,800 2004 est. 18 Canada $ 43,100 2013 est. 19 Australia $ 43,000 2013 est. 20 Gibraltar $ 43,000 2006 est. 105 Brazil $ 12,100 2013 est
    17. 17. As vinte maiores reservas internacionais e ouro Rank country Reserves of foreign exchange and gold Date of Information 1 China $ 3,820,000,000,000 31 December 2013 est. 2 Japan $ 1,268,000,000,000 31 December 2012 est. 3 European Union $ 863,800,000,000 31 December 2011 4 Saudi Arabia $ 739,500,000,000 31 December 2013 est. 5 Switzerland $ 531,100,000,000 31 December 2012 est. 6 Russia $ 515,600,000,000 01 December 2013 est. 7 Taiwan $ 414,500,000,000 31 December 2013 est. 8 Brazil $ 378,300,000,000 31 December 2013 est. 9 Korea, South $ 341,800,000,000 31 December 2013 est. 10 Hong Kong $ 309,000,000,000 31 December 2013 est. 11 India $ 295,000,000,000 31 December 2013 est. 12 Singapore $ 270,500,000,000 31 December 2013 est. 13 Germany $ 248,900,000,000 31 December 2012 est. 14 Algeria $ 192,500,000,000 31 December 2013 est. 15 France $ 184,500,000,000 31 December 2012 est. 16 Italy $ 181,700,000,000 31 December 2012 est. 17 Thailand $ 167,600,000,000 31 December 2013 est. 18 Mexico $ 167,100,000,000 31 December 2013 est. 19 United States $ 150,200,000,000 31 December 2012 est. 20 Malaysia $ 139,400,000,000 31 December 2013 est
    18. 18. Economia da China pode já sermaiordo que a dos EUA PIB com base na paridade do poder de compra eleva posição chinesa Índia aparece como a terceira potência econômica e Brasil, a sétimaPublicado: 30/04/14 - 21h38 Atualizado: 30/04/14 - 23h57 RIO - A economia da China só deveria ultrapassar a dos EUA na próxima década ou perto disso, certo? Só que isso já pode ter acontecido. O Programa de Comparação Internacional (ICP, na sigla em inglês), do Banco Mundial, que mede o Produto Interno Bruto (PIB) com base na Paridade do Poder de Compra (PPP) como forma de medir a produção real, anunciou ontem o resultado das análises referentes a dados de 2011 e descobriu que a economia da China, há três anos, já correspondia a 87% da americana. Como, desde 2011, o país asiático cresceu bem mais rápido do que o norte-americano, é provável que sua economia se torne a maior do mundo ainda este ano. Em 2005, a economia da China correspondia a 43% da dos EUA. Em 2011, de acordo com os dados divulgados ontem pelo ICP, já era equivalente a 87% da americana. Com o FMI esperando um crescimento de 24% da China entre 2011 e 2014, frente a 7,6% dos EUA no mesmo período, os chineses devem superar os americanos ainda este ano. A Índia, por outra parte, aparece como a terceira economia mundial — passando a corresponder a 37% da economia dos EUA frente aos 19% de 2005 —, à frente de Japão, Alemanha e Rússia. O Brasil aparece na sétima posição, à frente de França, Reino Unido e Indonésia, que fecha a lista das dez maiores economias mundiais.
    19. 19. As doze maiores economias mundiais pela participação no PIB (GDP) global The International Comparison Program (ICP) is a worldwide statistical partnership to collect comparative price data and compile detailed expenditure values of countries’ gross domestic products (GDP), and to estimate purchasing power parities (PPPs) of the world’s economies. Using PPPs instead of market exchange rates to convert currencies makes it possible to compare the output of economies and the welfare of their inhabitants in real terms (that is, controlling for differences in price levels). http://www.worldbank.org/
    20. 20. As doze maiores economias mundiais comparadas com o EUA. PPP 2011-2005 http://www.worldbank.org/
    21. 21. A figura mostra o PIB per capita (US$) por país, e os retângulos horizontais representam a participação na população mundial. O peso de cada economia está evidenciada pela na área do retângulo. Os Estados Unidos com o 12a maior PIB per capita do mundo está localizado à direita do gráfico e há mais 11 países a sua direita que não aparecem devido ao pequeno tamanho de suas populações. Estes representam 0,6% da população mundial. Observe a linha tracejada com a média do PIB per capita mundial. http://www.worldbank.org/
    22. 22. FIGURE 7.4 PLI versus GDP Per Capita (and Size of GDP), 2011 ICP Price Level Indexes A figura apresenta uma comparação do PIB per capita multidimensional, onde a esfera em escala representa cada economia. O índice de preços mundial é igual a 100. A primeira observação é que após um certo nível de gastos per capita é alcançado, o nível de preços médios tende a crescer. Ou seja, as economias mais desenvolvidas deslocam seus consumos de bens básicos, passando a consumir mais serviços , o que eleva os custos. Este gráfico também permite observar as diferenças entre o PIB normal e o PIB pela paridade do poder de compra – PPP. Quanto maior no eixo Y, mais caro será o Big Mac. http://www.worldbank.org/
    23. 23. 17/1/2014 
    24. 24. A economia chinesa em 2030 poderá ser tão grande quanto foi a dos Estados Unidos nos anos 1970. http://www.economist.com/blogs/dailychart/2011/09/global-economic-dominance
    25. 25. Indústria brasileira é uma das que mais perdeu competitividade em dez anos http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/04/140425_brasil_industria_ru.shtml Ruth Costas Da BBC Brasil em São Paulo Atualizado em 25 de abril, 2014 - 18:10 (Brasília) 21:10 GMT Para analista, ponto mais crítico para a indústria brasileira é a baixa produtividade Segundo um estudo da consultoria Boston Consulting Group (BCG) divulgado nesta sexta-feira (25.04), o Brasil é um dos países cuja indústria mais perdeu competitividade na última década. O estudo analisa a competitividade de 25 economias exportadoras e tem como base um novo indicador criado pela BCG para medir os custos de produção da indústria em cada país. Ele mostra que em 2004 os custos da indústria brasileira eram 3% menores que os da indústria americana, hoje são 23% maiores. Para analisar a competitividade das empresas, o BCG considera principalmente quatro fatores: os níveis salariais dos trabalhadores, o preço da energia, os índices de produtividade em cada país e as taxas de câmbio. O Brasil é classificado como um dos países em que as empresas estão "sob pressão", juntamente com Rússia, China, Polônia e República Checa.
    26. 26. Indústria brasileira é uma das que mais perdeu competitividade em dez anos 25 abril 2014
    27. 27. 25 de abr de 2014
    28. 28. http://en.wikipedia.org/wiki/Regional_integration Multipolaridade mundial Blocos comerciais
    29. 29. http://en.wikipedia.org/wiki/Regional_integration Multipolaridade mundial Alianças de cooperação Shanghai Cooperation Organization
    30. 30. http://althistory.wikia.com/wiki/File:Nato_vs_sco.jpg
    31. 31. China confirma teste com míssil hipersônico
    32. 32. China, 01 de outubro de 2009
    33. 33. Em meio às celebrações dos 25 anos da queda do muro de Berlim, o ex- líder soviético Mikhail Gorbachev fez um alerta: o mundo está à beira de uma nova Guerra Fria. Desde a segunda guerra mundial, nós nos acostumamos à ideia de que grande guerra é uma coisa do passado. Mas não mais. Esta é a terceira guerra mundial. E desta vez, estamos em suas periferias. Twitter giles_fraser
    34. 34. Embraer vende 28 cargueiros à Aeronáutica por R$ 7,2 bilhões Contrato prevê a aquisição de 28 unidades do KC-290 ao longo de dez anos 20 de maio de 2014 | 13h 28 GAVIÃO PEIXOTO - A Embraer assinou nesta terça-feira, 20, contrato com o Comando da Aeronáutica para a produção seriada do KC-390, um cargueiro de médio porte que atualmente está em desenvolvimento. O contrato prevê a aquisição de 28 aeronaves ao longo de dez anos, com a primeira entrega programada para o final de 2016. O valor total do contrato é de R$ 7,2 bilhões e inclui também o fornecimento de um pacote de suporte logístico com peças sobressalentes e manutenção.
    35. 35. GAVIÃO PEIXOTO - A Embraer assinou nesta terça-feira, 20, contrato com o Comando da Aeronáutica para a produção seriada do KC-390, um cargueiro de médio porte que atualmente está em desenvolvimento. O contrato prevê a aquisição de 28 aeronaves ao longo de dez anos, com a primeira entrega programada para o final de 2016. O valor total do contrato é de R$ 7,2 bilhões e inclui também o fornecimento de um pacote de suporte logístico com peças sobressalentes e manutenção. www.brasil.gov.br/defesa-e-seguranca/2014/04/orcamento-e-projetos-das-forcas-armadas-sao-debatidos-em-brasilia Defesa e Segurança Orçamento e projetos das Forças Armadas são debatidos em Brasília Audiência pública Ministro Amorim explicou o Plano Estratégico de Fronteira, que irá combater crimes transfronteiriços Na exposição inicial, o ministro Amorim informou que nos últimos 10 anos os investimentos da pasta deram um salto significativo, passando de R$ 3,7 bilhões para 18,3 bilhões, no ano passado. Porém, o ministro explicou que há movimento para que nos próximos oito a 12 anos, o setor saia de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para 2,5% do PIB publicado: 10/04/2014 11:15 última modificação: 10/04/2014 11:15 por Portal Brasil publicado: 08/11/2013 12:15 última modificação: 08/11/2013 13:04
    36. 36. GAVIÃO PEIXOTO - A Embraer assinou nesta terça-feira, 20, contrato com o Comando da Aeronáutica para a produção seriada do KC-390, um cargueiro de médio porte que atualmente está em desenvolvimento. O contrato prevê a aquisição de 28 aeronaves ao longo de dez anos, com a primeira entrega programada para o final de 2016. O valor total do contrato é de R$ 7,2 bilhões e inclui também o fornecimento de um pacote de suporte logístico com peças sobressalentes e manutenção.
    37. 37. Reservas provadas https://econographics.wordpress.com/2013/04/14/
    38. 38. Produção de Petróleo 2009 2010 2011 2012 2013 United States 9130,085 9695,589 10128,47 11118,69 12342,77 Saudi Arabia 10314,71 10908,35 11466,71 11840,68 11701,51 Russia 10049,55 10293,84 10410,06 10594,8 10763,74 China 4067,544 4362,658 4346,983 4372,446 4459,413 Canada 3318,829 3441,73 3597,333 3856,44 4073,868 United Arab Emirates 2794,552 2813,244 3213,766 3398,194 3440,588 Iran 4178,296 4243,073 4213,968 3517,817 3192,37 Iraq 2399,167 2402,876 2628,993 2986,641 3057,692 Mexico 3000,791 2978,599 2959,989 2936,009 2907,834 Kuwait 2505,943 2460,293 2691,818 2796,788 2811,842 Brazil 2561,713 2712,473 2685,154 2651,894 2693,866 Venezuela 2710,293 2599,242 2689,242 2689,242 2689,242 Nigeria 2212,18 2459,404 2554,488 2524,143 2371,513 Qatar 1573,248 1787,899 1936,395 2032,611 2067,299 Angola 1908,029 1947,756 1799,887 1831,643 1889,416 Norway 2352,555 2134,621 2007,35 1902,084 1826,096 Algeria 1909,815 1880,965 1862,965 1875,208 1762,746 Kazakhstan 1541,566 1608,692 1638,354 1605,879 1658,275 Colombia 690,2767 805,8898 938,5432 969,0549 1028,474 Libya 1790,109 1789,11 501,466 1483,044 983,6167
    39. 39. Consumo de Petróleo 2009 2010 2011 2012 2013 United States 18771,4 19180,13 18882,07 18490,21 18961,13 China 8069,821 8938,357 9504,048 9980 10303 Japan 4362,794 4429,236 4442,446 4694,756 4530,825 Africa 3314,555 3494,042 3399,346 3520,726 3601,58 Russia 2888,534 3081,824 3352,108 3395,109 3515,143 India 3067,781 3115,45 3280,983 3450 3509 Brazil 2459,303 2698,951 2776,564 2864 2998 Saudi Arabia 2436,116 2579,733 2760,911 2861 2968,29 Canada 2184,18 2283,353 2310,121 2351,877 2431,283 Germany 2434,471 2466,927 2392,202 2389,133 2403,156 Korea, South 2188,487 2268,518 2259,383 2321,622 2324,013 Mexico 2069,613 2080,438 2112,556 2085,602 2044,27 Iran 1958,641 1811,006 1781,848 1790 1870 France 1868,07 1833,447 1793,204 1771,791 1767,204 Indonesia 1341,342 1441,819 1559,235 1600 1635 United Kingdom 1634,229 1620,316 1578,231 1528,307 1507,799 Italy 1544,241 1544,228 1493,832 1370,12 1315,12 Thailand 1058,557 1128,108 1179,943 1249,342 1271,017 Singapore 1024,198 1149,369 1216,005 1240 1264 Spain 1467,517 1441,006 1385,319 1300,928 1205,012 Australia 988,9474 1005,469 1048,239 1073,606 1082,731
    40. 40. Top World Oil Net Importers, 2012 Country Imports (Thousand Barrels per Day) Sort By 1 United States 7,381 2 China 5,904 3 Japan 4,591 4 India 2,632 5 Korea, South 2,24 6 Germany 2,219 7 France 1,668 8 Singapore 1,36 9 Spain 1,26 10 Italy 1,198 11 Taiwan 1,058 12 Netherlands 0,961 13 Turkey 0,638 14 Indonesia 0,616 15 Belgium 0,607 34,333 Importação de Petróleo
    41. 41. Top World Oil Net Exporters, 2012 Country Exports (Thousand Barrels per Day) Sort By 1 Saudi Arabia 8,865 2 Russia 7,201 3 United Arab Emirates 2,595 4 Kuwait 2,414 5 Nigeria 2,254 6 Iraq 2,235 7 Iran 1,88 8 Qatar 1,843 9 Angola 1,738 10 Venezuela 1,712 11 Norway 1,68 12 Canada 1,576 13 Algeria 1,547 14 Kazakhstan 1,355 15 Libya 1,313 40,208 Exportação de Petróleo
    42. 42. Capacidade de refino (1.000 barril/dia) 2008 2009 2010 2011 2012 Asia & Oceania 22214,25 22482,91 23527,63 24874,95 24.918,360 North America 21103,3 21241 21163,04 21178,37 21.194,830 Europe 17015,23 17049,2 17053,21 16786,68 16.591,690 Eurasia 8204,891 8204,891 8204,891 8209,302 8.209,302 Middle East 7036,215 7036,215 7245,365 7245,365 7.277,365 Central & South America 6607,803 6607,803 6498,153 6582,482 6.595,037 Africa 3278,382 3278,382 3278,382 3219,632 3.217,632
    43. 43. Capacidade de refino (1.000 barril/dia)
    44. 44. Maiores Empresas de Refino Capacidade (barril/dia)http://www.ogj.com/articles/print/vol-110/issue- 12/special-report-worldwide-report/asia-middle- east-lead-modest-recovery.html 12/03/2012
    45. 45. Maiores Refinarias Capacidade (barril/dia)http://www.ogj.com/articles/print/vol-110/issue- 12/special-report-worldwide-report/asia-middle- east-lead-modest-recovery.html 12/03/2012
    46. 46. http://unisite.com.br/Musatti/31540/O-DILEMA-DA-PETROBRAS.xhtml http://www.instituteforenergyresearch.org/gas/why-are-gas-prices-so-high/ O peso do refino varia de 8 a 13%, no custo total da gasolina comum
    47. 47. É uma organização internacional com 34 países que aceitam os princípios da democracia representativa e da economia de livre mercado, que procura fornecer uma plataforma para comparar políticas econômicas, solucionar problemas comuns e coordenar políticas domésticas e internacionais. A maioria dos membros da OCDE são economias com PIB per capita e Índice de Desenvolvimento Humano elevados e são considerados países desenvolvidos, à exceção do México, Chile e Turquia. Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico OECD (inglês) ou OCDE (Português)
    48. 48. OECD - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico Consumo mundial de energia
    49. 49. Consumo mundial de energia por tipo de combustível
    50. 50. Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP ou, pelo seu nome em inglês, OPEC) Produção mundial de petróleo
    51. 51. OECD - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico Crescimento na produção mundial de gás natural
    52. 52. Consumo mundial de carvão
    53. 53. Geração mundial de energia elétrica (fontes)
    54. 54. OECD - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico Geração mundial de energia nuclear
    55. 55. OECD - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico Distribuição de energia Para a indústria
    56. 56. OECD - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico Consumo mundial de energia com transporte
    57. 57. Emissão de CO2
    58. 58. OECD - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico Emissão de CO2
    59. 59. OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico
    60. 60. OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico
    61. 61. OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico
    62. 62. OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico
    63. 63. Parte 2 Geopolítica do petróleo
    64. 64. Geopolítica do petróleo Geopolítica do petróleo é o campo multidisciplinar do conhecimento cujo objeto é a disputa de poder em torno do petróleo ao redor do mundo.
    65. 65. L’oreille cassée foi publicada em 1937 e reeditada, em cores, em 1943. Nesta aventura do Tintin, Hergé faz alusões à atualidade mundial. A guerra entre San Theodoro e Nuevo Rico pelo petróleo é uma transposição da guerra do Chaco, que opôs o Paraguai e a Bolívia entre 1932 e 1935. No livro, o conflito é chamado "guerra do Chapo". Nesta estória, Tintin encontra um certo Basil Bazarov, fazendo alusão ao famoso vendedor de armas da época, Basil Zaharoff.
    66. 66. Originou-se pela disputa territorial da região do Chaco Boreal, tendo como uma das causas a descoberta de petróleo no sopé dos Andes. Foi a maior guerra na América do Sul no século XX. Deixou um saldo de 60 mil bolivianos e 30 mil paraguaios mortos, tendo como resultado a derrota dos bolivianos com a perda e anexação de parte de seu território pelos paraguaios. Em 12 de junho de 1935, foi aprovado o término das hostilidades, sob pressão dos Estados Unidos. A Guerra do Chaco foi um conflito armado entre a Bolívia e o Paraguai, que se estendeu de 1932 a 1935.
    67. 67. Com a suposta descoberta de petróleo no sopé da cordilheira dos Andes, na região do Chaco Boreal, eclodiu o conflito entre ambas as nações. No início dos anos 1930, a Bolívia e o Paraguai eram as duas nações mais pobres da América do Sul. Em 1932, o exército boliviano, sem autorização do presidente, entrou no Chaco. Nas margens do Lago Pitiantuta, tentam guarnecer o local, mas os paraguaios descobrem e retomam o lago, uma expedição boliviana é enviada e expulsa os paraguaios e também conseguem tomar os fortes paraguaios de Corrales, Toledo e Boquerón. Na sequência, o presidente paraguaio Eusebio Ayala declara guerra à Bolívia.
    68. 68. Em 12 de junho de 1935, ocorre a última batalha, em Ingavi, 3.000 bolivianos comandados pelo coronel Bretel combateram 850 paraguaios comandados pelo coronel Rivarola, que derrotou definitivamente os bolivianos. A Bolívia, então sem forças, se rende, iniciando as negociações de paz. Em 21 de julho de 1938, os dois países aceitaram o acordo de paz realizado em Buenos Aires, o Paraguai ficou com 3/4 do Chaco Boreal e a Bolívia ficou com 1/4, acabando com três anos de guerra, e levando os dois países a novas dificuldades econômicas devido à guerra e à descoberta de que as supostas jazidas de petróleo não existiam.
    69. 69. História Sintética do Petróleo • Século XV A.C - no livro de Gênesis, a Bíblia cita o uso de argamassa a base de petróleo na construção do templo de Salomão e madeira resinosa calafetada com betume na construção da Arca de Noé; • Século V A.C. - Grécia: Heródoto, historiador grego (485 - 420) mencionou que um óleo escuro era transportado pelos rios como “precioso produto comercial”; • Século II D.C. - China: haviam poços de petróleo e de gás natural (com até mil metros de profundidade), os quais eram usados para iluminação e aquecimento. Usavam bambus para canalização e transporte do óleo, dos poços até onde o produto era aproveitado. Seriam os primeiros oleodutos.
    70. 70. História Sintética do Petróleo • Inicio do século XV - Europa: abertura do primeiro poço na região da Alsácia, França, com até 30 metros de profundidade. O óleo era destilado e então usado com fins terapêuticos para tratar de cálculos renais, massagens em casos de câimbras, combate ao escorbuto e como tônico cardíaco; • Século XVI - América Central: Astecas e Incas retiravam petróleo de poços pouco profundos e o utilizavam na pavimentação de estradas e em construções. Também era usado com fins terapêuticos, na elaboração de pomadas a base de alcatrão (unguento) para tratar de ferimentos. Quando o explorador espanhol Francisco Pizarro (1478 -1541) chegou ao Peru em 1527, encontrou pequena refinaria rudimentar;
    71. 71. História Sintética do Petróleo • 1859 – EUA: aberto o primeiro poço na cidade deTittusville, Pensilvânia, por uma broca, com 21 m de profundidade. O Coronel Drake, seu descobridor, instalou uma refinaria rudimentar para extrair querosene e chegou a produzir 19 barris/dia (3 m3 ). Cinco anos depois, 543 companhias trabalhavam neste ramo; • 1887 – Europa e EUA: teve início a “era da propulsão mecânica” com a invenção dos motores a explosão e a diesel; • 1908 – Europa: primeira fabricação em série de um automóvel na Inglaterra, embora o primeiro carro tenha sido montado na Alemanha em 1885; 1920 – a produção mundial de petróleo ultrapassa a marca de 400 mil barris/dia;
    72. 72. John Davidson Rockefeller Conhecido por fundar , em 1870, a Standard Oil Company Nascimento 8 de julho de 1839 Richford, NY, Estados Unidos Morte 23 de maio de 1937 (97 anos) Ormond Beach, FL, Estados Unidos Fortuna US$336 bilhões (2007) Parentesco Eliza Davison (mãe) William Avery Rockefeller (pai) Cônjuge Laura Rockefeller Filhos Elizabeth Rockefeller Alice Rockefeller Alta Rockefeller Edith Rockefeller John Davison Rockefeller Jr. Ocupação Investidor, magnata História Sintética do Petróleo In 1890, the Sherman Antitrust Act was passed by the U.S. government to prevent monopolies from using unfair business practices. It still took over 20 years, but in 1911, the company was found in violation of the antitrust laws and was divided up into a number of different companies. Rockefeller is widely held to be the wealthiest American in history.
    73. 73. http://en.wikipedia.org/wiki/Polarity_%28international_relations%29 Multipolaridade mundial Impérios no mundo em 1910
    74. 74. O marco da internacionalização da indústria petrolífera é o Acordo de Achnacarry, de 27 de agosto de 1928, ideado por Henri Hendrik Deterding. Com o Acordo de Achnacarry, as gigantes do petróleo mundial, conhecidas como majors, buscaram dividir entre si quotas do mercado mundial, mantendo a proporção que se afigurava até então – As is. Defendia-se um sistema de competição limitada, com preços internacionais estabilizados. Em seguida, nos trilhos do Acordo de Achnacarry, foi estabelecido o Acordo de Londres, em 1934, tido como o ajuste constituinte do cartel internacional das “Sete Irmãs”, composto pelas seguintes majors: Exxon, Socal (hoje Chevron), Mobil, Gulf, Texaco, Anglo-persian (hoje BP) e Shell, às quais se juntou posteriormente a CFP francesa na partilha do mercado mundial. MARINHO JR. Ilmar Penna. Petróleo: Política e Poder. Rio de Janeiro: José Olympio, 1989 Acordo de Achnacarry (1928)
    75. 75. Acordo de Achnacarry (1928) 1. Standard Oil of New Jersey (Esso) – formerly part of Standard Oil, later to become Exxon and subsequently merge with Mobil 2. Standard Oil of New York (Socony) – formerly part of Standard Oil, later to become Mobil and subsequently merge with Exxon 3. Standard Oil of California (Socal) – formerly part of Standard Oil, later to become Chevron 4. Royal Dutch / Shell – formerly two independent companies that merged in 1907 to compete with Standard Oil 5. Anglo-Iranian Oil Company (AIOC) – founded in 1909 to produce the newly discovered oil fields in Iran, later became British Petroleum (BP), then BP Amoco after a merger with US-based Amoco (formerly Standard Oil of Indiana), and then a further merger with Arco, a US-based company. The company is now known as Beyond Petroleum (BP) 6. Gulf Oil – founded in 1901 after the historic Spindletop discovery in Texas, became a global company before being merged with Chevron in 1984 with some assets going to BP 7. Texaco – also founded in 1901 after the Spindletop discovery in Texas, became an active international player before being merged with Chevron in 2001
    76. 76. 1928 Red Line Agreement Major oil companies finalize their shares of Iraq's oil and extend the consortium's arrangements for impeding the development of oil to the rest of the Middle East by agreeing not to develop production elsewhere in the region without consent of all members.
    77. 77. Até fins da década de 50 as “sete irmãs” reinaram absolutas, sem outra limitação que não seus próprios desígnios, ditando preços à sua conveniência e pondo em cheque a soberania interna nos ditos países hospedeiros.
    78. 78. História Sintética do Petróleo • 1930 – EUA: surge a indústria petroquímica, ampliando a possibilidade de utilização de derivados do petróleo para combustíveis e lubrificantes, como matéria sintética para roupas, para fabricação de medicamentos e cosméticos entre outros usos; • 1938 - considera-se que “o mundo ingressou completamente na era do petróleo”, pois 30% da energia usada no planeta passou a vir diretamente deste recurso natural. • 1950 - a produção mundial era quase setecentas vezes maior do que em 1939 e ultrapassou os 50 milhões de barris em 1970;
    79. 79. http://en.wikipedia.org/wiki/Polarity_%28international_relations%29 Multipolaridade mundial Esfera de influência da duas Superpotências, em 1959
    80. 80. Criação da OPEP (1960) Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP ou, pelo seu nome em inglês, OPEC) é uma organização internacional criada em 1960 na Conferência de Bagdá que visa coordenar de maneira centralizada a política petrolífera dos países membros, de modo a restringir a oferta de petróleo no mercado internacional, impulsionando os preços, o que até então era evitado em parte devido à ação das sete irmãs.
    81. 81. Primeiro choque do petróleo (1973) Em 1969, um golpe de Estado derrubou a monarquia na Líbia e conduziu o coronel Muamar Kadafi ao poder. O novo governo passou a pressionar as companhias petrolíferas estrangeiras. Inicialmente, o governo exigiu um aumento de US$ 0,43 no preço do barril, mas a Exxon ofereceu apenas US$ 0,05. Na época, o Canal de Suez encontrava-se fechado e a Líbia fornecia 30% do petróleo consumido na Europa. A Líbia também pressionou a Occidental, uma companhia independente dos Estados Unidos, cuja produção de petróleo se concentrava na Líbia. O governo líbio estabeleceu um corte na produção da Occidental, de 800 mil bpd para 500 mil bpd, a fim de que a companhia cedesse às novas exigências. Por fim, o governo líbio conseguiu um aumento de US$ 0,30 no preço do barril e um aumento nos impostos sobre os lucros líquidos de 50% para 55%.
    82. 82. Primeiro choque do petróleo (1973) Em 1971, pelo Acordo de Teerã, as companhias petrolíferas aceitaram a determinação da OPEP em estabelecer uma tributação mínima de 55% sobre os lucros líquidos, um aumento de US$ 0,35 no preço do barril e aumentos programados para os próximos cinco anos.
    83. 83. Primeiro choque do petróleo (1973) Em 1973, o presidente do Egito Anwar Sadat levou o Egito e a Síria a um ataque surpresa contra Israel, no feriado do Yom Kipur. O objetivo do Egito era retomar a península do Sinai e a Faixa de Gaza, que foram conquistadas por Israel, em 1967, na Guerra dos Seis Dias. Embora Israel tenha derrotado rapidamente o Egito e a Síria, após a guerra, como resultado das negociações de paz, o Egito retomou o controle sobre a Península do Sinai, alcançando um dos seus principais objetivos. Como contrapartida, o Egito foi o primeiro país árabe a reconhecer a legitimidade da existência do Estado de Israel.
    84. 84. Segundo choque do petróleo (1979) As principais razões para o Choque de 1979 foi a Revolução Iraniana e a guerra entre o Iraque e o Irã. Em 1951, os ativos petrolíferos no Irã da companhia petrolífera britânica Anglo- Iranian foram nacionalizados, sob a liderança do primeiro-ministro, de orientação nacionalista, Mohammed Mossadegh. Todavia, o Reino Unido sufocou a economia do Irã, de modo que o Irã não conseguisse produzir e exportar petróleo. Com a crise econômica e enfraquecido politicamente, Mossadegh perde grande parte do apoio popular e é deposto do poder em 1953.
    85. 85. Segundo choque do petróleo (1979) O xá Reza Pahlevi (o filho), em meio à convulsão popular, foge do país, mas ao ser avisado de que Mossadegh fora deposto, volta ao país, e leva-o ao julgamento. Mossadegh passou três anos na prisão e depois viveu o restante da sua vida em prisão domiciliar até falecer em 1967.
    86. 86. Segundo choque do petróleo (1979) A Anglo-Iranian, passou a se chamar British Petroleum, ingressou em um consórcio, que retomou o controle do petróleo iraniano em 1954, com as seis irmãs (Standard Oil de Nova Jersey (Exxon), Standard Oil de Nova York (Mobil), Standard Oil da Califórnia (Chevron), Texaco, Gulf, Royal Dutch Shell e Companhia Francesa de Petróleo (Total) ). Com a tomada do poder no Irã, pelos religiosos xiitas, Saddam Hussein, que havia assumido o poder no Iraque em 1979, rompeu com o Tratado de Argel, reivindicando todo o canal de Shatt-al-Arab e a autonomia do Cuzistão, uma região petrolífera e de maioria árabe.
    87. 87. Segundo choque do petróleo (1979) Por isso, em 1978, Saddam Hussein, Ministro do Interior, a pedido do Xá, expulsou o aiatolá Khomeini do Iraque. Depois dele permanecer lá por catorze anos, Khomeini exilou-se na França e logo retornou para liderar o Irã. O Iraque possui uma costa de 58 Km de comprimento. Já o Irã possui cerca de 2.440 Km de litoral no golfo Pérsico.
    88. 88. Segundo choque do petróleo (1979) Durante a guerra Irã-Iraque, 4 milhões bpd foram retirados do mercado, o que representava 15% da produção da OPEP. O petróleo árabe leve chegou a US$ 42,00/barril. A Guerra Irã-Iraque durou dez anos e contabilizou um milhão de mortos Line at a gas station in Maryland, USA, June 15, 1979.
    89. 89. A Guerra do Golfo (1990) A Guerra do Golfo foi o primeiro conflito militar internacional em que o controle das reservas de petróleo ocupou o papel central.
    90. 90. A Guerra do Golfo (1990) Interessante notar que a declaração do presidente norteamericano George Bush é do ano anterior ao início dos conflitos na região do golfo. Além de defender seus interesses em relação ao petróleo, os Estados Unidos puderam se posicionar como a única superpotência na nova ordem mundial emergente, considerando as mudanças em curso no leste europeu, simbolizadas pela queda do Muro de Berlim no final de 1989, e o colapso da União Soviética, que se desintegraria no final de 1991, mesmo ano do desfecho da Guerra do Golfo.
    91. 91. A Guerra ao Terror (2001) Em 2001, George W. Bush, filho do ex-presidente George Bush, assumiu a presidência dos Estados Unidos, após a mais controvertida eleição presidencial da história americana recente. George W. Bush constitui um grupo interministerial para formular uma nova política energética, publicada em maio de 2001. O grupo foi liderado pelo vice-presidente dos Estados Unidos, Dick Cheney, ex- presidente da Halliburton, uma das maiores empresas de prestação de serviços para a indústria de petróleo.
    92. 92. A Guerra ao Terror (2001) Em meio à crise de legitimidade do governo de George W. Bush, em 11 de setembro de 2001 aconteceu o mais terrível ataque terrorista da
    93. 93. A Guerra ao Terror (2001) A parte dedicada à invasão ao Afeganistão, apresentado no filme como uma "guerra praticamente esquecida pela mídia " começa com uma pergunta retórica do porquê de as unidades da coalizão invadiram um país extremamente pobre e desolado e por esta operação militar, supostamente travada para a captura de Osama bin Laden e outros membros da Al Qaeda , envolve uma vasta concentração de tecnologias militares e grandes bases militares permanentes . Esta missão militar de busca e destruição já dura décadas. O FATOR DE PETRÓLEO, alternativamente conhecido o BEHIND THE WAR ON TERROR, é um filme de aproximadamente 90 minutos escrito e dirigido em 2004 por Gerard Ungerman e Audrey Brohy , narrado por Ed Asner.
    94. 94. A Guerra do Iraque (Golfo II) (2003) Tendo fracassado em associar os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 ao regime de Saddam Hussein, o governo de George W. Bush apelou para a necessidade de travar uma guerra preventiva, a fim de impedir o uso de armas de destruição em massa que supostamente o regime de Saddam Hussein pretendia utilizar contra os Estados Unidos e os seus aliados.
    95. 95. A Guerra do Iraque (2003) Sem o respaldo do Conselho de Segurança da ONU, da Rússia, da França e da Alemanha, os Estados Unidos e o Reino Unido iniciam os combates em março de 2003.
    96. 96. A Guerra do Iraque (2003) Saddam Hussein é capturado em dezembro de 2003 e executado em dezembro de 2006, após ter sido julgado por um tribunal iraquiano.
    97. 97. A Guerra da Líbia (2011) Com a queda dos governos da Tunísia e do Egito, antigos aliados dos Estados Unidos e das potências europeias, as nações ocidentais reafirmam a sua hegemonia na região, incitando os conflitos na Líbia, a fim de afastar Muamar Kadafi do poder.
    98. 98. A Guerra da Líbia (2011) Aproveitando-se de uma divisão histórica entre leste (onde se concentram as reservas de petróleo e onde se localiza Bengazi, segunda maior cidade da Líbia) e oeste (onde está Trípoli, capital da Líbia), as potências ocidentais apoiaram os insurgentes do leste. Rapazes, há alguma possibilidade de vocês terem visto o Kadafi? Rapazes, há alguma possibilidade de vocês terem visto o Kadafi?
    99. 99. A Guerra da Líbia (2011) Contando com um mandato do Conselho de Segurança da ONU a fim de proteger civis dos conflitos por meio da criação de uma zona de exclusão aérea, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) bombardeou as forças pró-Kadafi, contribuindo para a vitória dos insurgentes, que estabeleceram um novo governo na Você se qualificou para a promoção: “ na compra de dois conflitos no Oriente Médio, leve um terceiro praticamente grátis”. Você se qualificou para a promoção: “ na compra de dois conflitos no Oriente Médio, leve um terceiro praticamente grátis”.
    100. 100. ://www.zerohedge.com/news/2014-07-23/annotated-history-world-oil-price-shocks
    101. 101. http://nelobic.wordpress.com/author/nelobic/ A queda nos preços da commodity, inicialmente administrável (10~15%), e aparentemente relacionada ao excedente de produção devido à produção de petróleo não-convencional nos Estados Unidos, iria despencar a partir de novembro de 2014. O Contrachoque do Petróleo (2014)
    102. 102. O Contrachoque do Petróleo (2014) Após o discurso saudita de novembro de 2014, cresce o problema para países produtores atualmente fragilizados, como Rússia e Venezuela, que até então apostavam que não seria infringido o piso de US$70 por barril. As razões para a mudança de postura dos árabes são desconhecidas. Em Moscou, especula-se sobre uma ação organizada da Arábia e dos EUA para enfraquecer inimigos diretos, como Irã e Rússia. http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,economia-mundial-vive-contrachoque-do-petroleo-imp-,1603321 Entre junho e dezembro de 2014, o preço do barril de petróleo, pilar do capitalismo industrial contemporâneo, caiu cerca de 40%, transferindo cerca de US$ 1,3 trilhão em recursos, ou 2% do PIB mundial, de países produtores da matéria- prima para seus consumidores.
    103. 103. OPEC: No cut in oil production and prices keep falling CNNMoney (New York) November 27, 2014: 12:52 PM ET http://www.economist.com/news/leaders/21635472-economics-oil- have-changed-some-businesses-will-go-bust-market-will-be Sheikhs v shale
    104. 104. O Contrachoque do Petróleo (2014) Após a reunião da Opep, em 27 de novembro de 2014, os preços caem vertiginosamente.
    105. 105. http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,economia-mundial-vive-contrachoque-do-petroleo-imp-,1603321
    106. 106. EM 2014, A OFERTA DE PETRÓLEO SUPEROU A DEMANDA http://www.vox.com/2014/12/16/7401705/oil-prices-falling
    107. 107. PROJETOS DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO NO MUNDO
    108. 108. PROJETOS DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO NO MUNDO
    109. 109. Parte 3 Vídeos The epic of black gold
    110. 110. The Epic of Black GoldThe History Channel 1- A era de ouro das grandes companhias Uma nova forma de energia é descoberta na Pensilvânia, Estados Unidos, em 1859. Os pais e fundadores desta história são os americanos John Rockefeller, através da Standard Oil Company, e Henry Ford, o pioneiro da civilização automotiva. Filme 1 Passar filme até: 16’44’’
    111. 111. The Epic of Black GoldThe History Channel 2- O nacionalismo do petróleo Os anos pós-guerra marcaram o início de uma etapa caracterizada pela expansão econômica dos países industrializados. Em pleno auge da indústria, a Venezuela e a Arábia Saudita impulsionam a criação em 1960 da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP). Filme 2 Passar filme até: 17’00’’
    112. 112. The Epic of Black GoldThe History Channel 3- O petróleo como arma Na tarde de 6 de outubro de 1973, Egito e Síria, apoiados pela Jordânia, apoiaram Israel. A quarta guerra árabe-israelense havia começado. As tropas do Egito cruzaram o canal de Suez e desembarcaram na margem esquerda. O ataque desferido no Yon Kippur, dia do perdão pegou os israelenses de surpresa e os fez recuar 15 quilômetros. A guerra do Yon Kippur era local, mas provocou a maior agitação da história do petróleo. Filme 3
    113. 113. The Epic of Black GoldThe History Channel 4- O esgotamento do Petróleo A Guerra do Golfo pôs em destaque a delicada situação do mercado de hidrocarbonetos, diante da possibilidade iminente de uma nova crise energética. O temor de que o petróleo se extinga tem atingido os países industrializados ao longo da história do ouro negro. Paradoxalmente, eles dedicam grande parte de seus benefícios e tecnologia à busca de fontes alternativas de energia, tal como a energia nuclear, a solar e a eólica. Filme 4 Passar filme até: 11’31’’
    114. 114. Cronologia do Petróleo
    115. 115. Cronologia do Petróleo
    116. 116. Cronologia do Petróleo
    117. 117. Cronologia do Petróleo
    118. 118. Cronologia do Petróleo
    119. 119. Parte 4 Geopolítica do petróleo Atualidade
    120. 120. SLAVIANSK , Ucrânia — A Rússia afirmou nesta sexta-feira que o acordo de Genebra para acalmar a situação na Ucrânia já não é mais viável e pediu uma reunião do Conselho de Segurança da ONU após uma ofensiva do Exército ucraniano para retomar a cidade de Slaviansk, bastião dos separatistas pró-Moscou. Em uma contraofensiva, rebeldes derrubaram dois helicópteros ucranianos e dois pilotos morreram. Segundo o autoproclamado prefeito de Slaviansk, Viacheslav Ponomariov, outras cinco pessoas — três milicianos e dois civis — teriam sido mortas durante os enfrentamentos. http://oglobo.globo.com/mundo/russia-pede-reuniao-na-onu-sobre-ucrania-diz-que-acordo-de-genebra-nao-mais-viavel-12359913#ixzz30cQ7ec9H Piloto militar ucraniano ferido recebe ajuda de forças pró-Rússia depois de helicóptero ser derrubado no leste da Ucrânia Rússia pede reunião na ONU sobre Ucrânia e diz que acordo de Genebra não é mais viável O Globo Com agências internacionais Publicado: 2/05/14 - 1h34
    121. 121. A significante dependência da Ucrânia, para viabilizar as exportações de gás da Rússia, tem sido uma fonte de atrito entre os dois países. Como resultado, a Rússia tem vindo a diversificar suas opções de fornecimento através do gasoduto South Stream. Como mostrado no gráfico acima, Crimeia pode revelar-se crucial para reduzir os custos astronômicos do projeto: as profundidades e distâncias do gasoduto poderiam ser reduzidas substancialmente. Além disso, anexando a Crimeia, a Rússia teria acesso para a maior parte das jazidas de gás offshore e de hidrocarbonetos em perspectiva no Mar Negro . A Rússia possui relevante dependência da Ucrânia para exportar seu gás. Este é o motivo do atrito entre os dois países. O novo gasoduto que passará pela Criméia irá oferecer uma redução astronômica nos custos do projeto, que reduzirá distâncias e a profundidade.
    122. 122. Le prix du gaz : levier diplomatique pour la Russie Lorsque l'ancien président ukrainien Viktor Ianoukovitch avait refusé de signer l'accord d'association avec l'Union européenne au profit d'un rapprochement avec la Russie à la place, Gazprom avait alors baissé le prix du gaz destiné à l'Ukraine d'un tiers, soit 268 dollars par mille mètres cubes. En février dernier, un gouvernement proeuropéen intérimaire a pris le pouvoir. Depuis lors, Gazprom a relevé ses tarifs de 80 % environ, soit 485 dollars par mille mètres cubes. Le premier ministre ukrainien Arseni Yatseniouk a affirmé que son pays était prêt à payer Gazprom à hauteur de 268 dollars par mille mètres cubes de gaz et rembourserait sur le court terme sa dette de 2,2 milliards de dollars (1,5 milliard d’euros). Il a également assuré que Naftogaz, compagnie énergétique nationale ukrainienne, a lancé une procédure en vue d'envoyer Gazprom devant un tribunal d'arbitrage à Stockholm sur la question de l'inflation excessive du prix du gaz. Enfin, Arseni Iatseniouk a lancé un ultimatum de 30 jours à la Russie pour répondre aux propositions de Kiev. Rencontre entre l'UE et la Russie sur l'approvisionnement en gaz 29/04/2014 - 15:27 Gas pipeline. Ukraine, 2011. [World Bank/Flickr] Iouri Prodan avait déclaré le 8 avril dernier que le gaz avait connu une brusque hausse de sa valeur passant de 268,50 dollars à 485,50 dollars les mille mètres cubes sous la contrainte de Moscou et avait assuré que l'approvisionnement en gaz de l'Europe pouvait être coupé « à tout moment » par la Russie.
    123. 123. The South Stream pipeline is intended to transport up to 63 billion cubic meters of natural gas to central and southern Europe, diversifying Russian gas routes away from transit countries such as Ukraine. Construction started in December 2012 in Russia. The pipeline's core shareholders include Gazprom with 50%, Italy's Eni with 20% and Germany's Wintershall Holding and France's EDF with 15% each. Gazprom has already established national joint ventures with companies from Austria, Bulgaria, Croatia, Slovenia, Greece, Hungary and Serbia to manage the onshore section of the South Stream pipeline. The pipeline is expected to carry the first gas supplies before 2015 and reach full capacity in 2018, providing 10% of European gas supplies.
    124. 124. 31/03/2004 - 09h54 - France Presse, em Kiev Jovens ucranianos jogam água e goma em George Soros O megainvestidor norte-americano George Soros foi agredido nesta quarta-feira em Kiev, capital da Ucrânia. Dois jovens invadiram a sala onde se realizava uma conferência e jogaram água e goma contra ele. "Soros, cai fora da Ucrânia, aqui não vai conseguir nada", gritaram os dois jovens ucranianos ao molhar o milionário. Eles teriam entrado correndo na sala onde se realizava um fórum sobre os direitos humanos e, imediatamente, foram detidos e levados pelos serviços de segurança. As informações fora transmitidas pela agência Interfax. Soros considerou que não se tratava de um simples incidente. "Alguém está por trás disso", disse. O empresário havia acusado o governo de tentar impedir a organização de um fórum na Criméia (república autônoma da Ucrânia), que aconteceu no dia anterior. Soros, que chegou segunda-feira (29) à Ucrânia para uma visita de cinco dias, vai se reunir hoje com o primeiro-ministro Viktor Yanukovich e, antes da sexta-feira (2), com o presidente ucraniano, Leonid Kuchma. A crise Ucraniana tem dedos apontados para a Rússia, mas e se o cenário da Ucrânia foi iniciado Interesses Especiais Norte-americanos & Europeus (e George Soros), para bloquear a capacidade Russa de se mover livremente nos mercados globais Oil & Gas ? http://www.libertynews.com/2014/03/the-ukraine-discussion-has-fingers-pointed-at-russia-but-what-if-the-ukraine-scenario-was-started-by-u-s-european-special-interests-and-george- soros-to-block-russias-ability-to-freely-move-gas/#sthash.14hjeSZT.dpuf
    125. 125. To Punish Russia, Soros Says U.S. Should Open Oil Reserve By Isaac Arnsdorf Mar 27, 2014 4:20 PM America’s emergency stockpile of oil stands twice as large as the amount required by an international pact. George Soros has proposed selling some now to punish Russian President Vladimir Putin -- and U.S. lawmakers are starting to listen. As the U.S. and its European allies seek to rebuke Russia for taking over the Crimea region of Ukraine, America could push down global oil prices by as much as $12 a barrel by selling 500,000 barrels a day from its strategic reserve, said Philip Verleger, a consultant who worked in the Ford and Carter administrations. The lower prices would cost Russia about $40 billion in lost income from oil and gas sales, equivalent to 2 percent of its economy, he said. While Energy Secretary Ernest Moniz has dismissed the idea, it was raised before a congressional hearing yesterday, less than a week after Soros discussed the subject at a panel in Berlin. The strongest sanction against Putin for taking control of Crimea “is in the hands of the United States” because America could sell oil reserves to depress prices, the billionaire investor said March 20.
    126. 126. Gazprom assina o maior contrato de sua história As partes assinaram o documento, na presença do presidente russo Vladimir Putin e do presidente chinês Xi Jinping, em Shanghai. O contrato de 30 anos estipula que 38 bilhões m3 de gás russo serão fornecidos anualmente à China. O acordo de cooperação mutua contempla cláusulas principais, como a fórmula do preço vinculada aos preços do petróleo e a cláusula ‘take-or-pay’ (pague mesmo que não use). O acordo do gasoduto Russo é o maior projeto de investimento em escala global. US$ 55 bilhões serão investidos na construção de instalações de produção e de transmissão na Rússia. Uma rede extensa de infraestrutura de gás será montada no Leste da Rússia, que irá alavancar a economia local. Um grande impulso será dado em setores inteiros da economia, tais como os setores de metalurgia e da construção de máquinas e tubulações.
    127. 127. Hidden Motives Behind the Ukraine-Russia Conflict
    128. 128. Outros conflitos recentes Chechenia , Geórgia Oleoduto Baku-Tbilisi-Cehyan (Mar Mediterrâneo), com 1.770Km e vazão de 1 milhão de BPD, Bristish Petroleum
    129. 129. Outros conflitos recentes Libia
    130. 130. 2014 August 25 Libya in new crisis as Islamist terrorists seize airport
    131. 131. Outros conflitos recentes Nova "guerra do petróleo" ameaça a estabilidade na Nigéria. Em 2008, o Movimento pela Emancipação do Delta do Níger destruiu estações de bombeamento e oleodutos. Em 01 de abril de 2010, houveram centenas de mortos em conflito. http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2010/04/01/uma- Nigéria A gigante da África, com 177 milhões de habitantes e mais de 500 grupos étnicos O grupo armado islâmico Boko Haram, na Nigéria, causou destruição no país, o mais populoso da África, por meio de uma onda de explosões, assassinatos e agora sequestros. Ele luta para derrubar o governo e para criar um estado islâmico. 20 May 2014 Last updated at 16:44 GMT
    132. 132. Nigeria Conflict (Movement for the Emancipation of the Niger Delta)
    133. 133. Outros conflitos recentes Disputas fronteiriças entre Peru e Equador - área reivindicada pelo Equador Equador Em janeiro de 1995, 50 soldados peruanos e 30 equatorianos morreram, quando as forças armadas entraram em choque. A disputa vem desde o final do século XIX, mas ganhou o interesse dos oligopólios após a descoberta de petróleo em 1941.
    134. 134. Historia de Chevron-Texaco en Ecuador 1995-1998
    135. 135. Outros conflitos recentes Sudão No dia 9 de julho de 2011 foi oficializada a separação da parte sul do Sudão, para constituir o mais novo país do mundo a República do Sudão do Sul. Essa separação é fruto de uma divisão histórica entre etnias no país, que tem início na conferência de Berlim1 . O principal problemas enfrentados pelo Governo do Sudão do Sul é a delimitação das fronteiras com o Sudão. A principal dificuldade para essa delimitação está na região de Abyei, que se caracteriza por grande concentração de petróleo.
    136. 136. Outros conflitos recentes Sudão A Conferência de Berlim foi realizada entre 19 de Novembro de 1884 e 26 de fevereiro de 1885 teve como objetivo organizar, na forma de regras, a ocupação de África pelas potências coloniais e resultou numa divisão que não respeitou nem a história e nem as relações étnicas dos povos desse continente. Bélgica França Alemanha Grã-Bretanha Itália Portugal Espanha Estados independentes (1)
    137. 137. China's Role in the Sudan-South Sudan Conflict
    138. 138. Outros conflitos recentes China O Mar do Sul da China é uma região geopoliticamente sensível, por tratar-se de uma das linhas marítimas mais transitadas do mundo e também pelo fato dos arquipélagos Spratly e Paracel, lá presentes, possuírem potenciais reservas de hidrocarbonetos fluidos e gasosos. A China reclama a totalidade deste mar, enquanto que os demais países vizinhos possuem pleitos específicos. Estes pleitos geram um cenário de tensão na região. Além disso, há a presença de terceiras potências no local, como os Estados Unidos, que possuem interesses próprios na região, o que torna ainda mais sensível o aspecto geopolítico.
    139. 139. Outros conflitos recentes Impeccable Incident Duas palavras que separadas, não dizem nada. Juntas, representam um dos mais recentes atritos políticos entre duas grandes potências mundiais Estados Unidos e China, em uma área cuja sensibilidade geopolítica tem se tornado alvo dos estudos de inúmeros e specialistas e principalmente de tomadores de decisões políticas a mais alto nível dos países implicados. Pois com essas duas palavras ficou reconhecido mundialmente o incidente entre o navio USNS Impeccable e embarcações chinesas no Mar do Sul da China, na proximidade da ilha de Hainan e a uma distância de 75 milhas da costa chinesa. O Impeccable Incident é uma amostra significativa dos perigos que espreitam as conflituosas relações sino- americanas no Mar do Sul da China A DISPUTA SINO-AMERICANA NO MAR DO SUL DA CHINA - 07 DE MARÇO DE 2009 CEZAR CAUDURO ROEDEL
    140. 140. Outros conflitos recentesA DISPUTA NO MAR DO SUL DA CHINA – 1 ° MAIO DE 2014 May 4, 2014: This image made from video released by Vietnam Coast Guard shows a Chinese coast guard vessel, right, firing water cannon at a Vietnamese vessel off the coast of Vietnam. AP Photo Em 1° de Maio de 2014, a China moveu sua maior plataforma de petróleo a HD-981 da China National Offshore Oil Corporation (CNOOC) para uma locação reivindicada pelo Vietnam como sua Zona Econômica Exclusiva, próxima ao arquipélago Hoang Sa (Paracel). A China mobilizou cerca de 80 navios para proteger a plataforma, promovendo um encontro tenso entre navios chineses e vietnamitas. Diversos oficiais vietnamitas foram feridos no cumprimento da lei marítima, quando a China usou canhões d’água contra os pequenos navios vietnamitas.
    141. 141. Outros conflitos recentesA DISPUTA NO MAR DO SUL DA CHINA – India WARNS China 'We WILL use FORCE to protect OIL interests' OIL- WARS
    142. 142. Note: Reserve totals do not include Gulf of Thailand or onshore reserves. Reserve estimates are based on field ownership status. Sources: U.S. Energy Information Administration, Oil & Gas Journal, IHS, CNOOC, PFC Energy. http://www.eia.gov/countries/regions-topics.cfm?fips=scs
    143. 143. The South China Sea Troubled Waters
    144. 144. Outros conflitos recentesEstado Islâmico: Síria e Iraque (ISIS) O Isis surge de uma facção da Al- Qaeda, em 2004, que rachou completamente com a Al-Qaeda, em fevereiro 2014, por ser demasiado violento, mesmo para a Al-Qaeda. Seu objetivo é a implantação de um estado Islâmico sunita fundamentalista. Este visa a queda completa do governo do Iraque, e assim estabelecer um califado. Hoje, o ISIS controla uma quantidade significativa do território do Iraque e da Síria - uma extensão aproximadamente o tamanho de Bélgica, no qual está situados importantes campos de petróleo. Suas pretensões expansionistas da ideologia islâmica são bastante ambiciosas, conforme o mapa ao lado.
    145. 145. Outros conflitos recentesEstado Islâmico: Síria e Iraque (ISIS)
    146. 146. Outros conflitos recentesEstado Islâmico: Síria e Iraque (ISIS)
    147. 147. False flags? Estado Islâmico, Al-Qaeda, terrorismo ... al-Qaeda around the world.
    148. 148. Parte 5 Geopolítica do petróleo Indicadores e Análises
    149. 149. Mix global de combustível
    150. 150. © OECD/IEA 2014 World Energy Outlook Dr. Fatih Birol IEA Chief Economist OECD Parliamentary Days Paris, 5 February 2014
    151. 151. O cenário da energia no mundo hoje • Alguns princípios consagrados do setor de energia estão sendo reescritos – Países estão trocando de papéis: importadores estão se tornando exportadores… – … e os exportadores estão entre as principais fontes de demanda em crescimento – Novas opções de suprimento remodelam ideias sobre a distribuição de recursos • Mas, as soluções de longo prazo para os desafios globais continuam escassos – Foco renovado na eficiência energética, mas as emissões de CO2 continuam a crescer – Os subsídios aos combustíveis fósseis aumentaram para US$544 bilhões em 2012 – 1,3 bilhão de pessoas ainda não possuem acesso à eletricidade, na África e Sul da Ásia. • Os preços da energia e a pressão sobre as decisões políticas – Prolongado período de preços elevados do petróleo sem precedentes na história – Grandes e persistentes diferenças nos preços regionais do gás e eletricidade
    152. 152. Demanda primária de energia em 2035 (Mtoe) Na década atual, a China é o principal direcionador da crescente demanda de energia, mas a Índia ultrapassará e na próxima década (2020) será a principal fonte do crescimento 4% 65% 10% 8% 8% 5% OECD Non-OECD Asia Middle East Africa Latin America Eurasia 480 Brazil 1 540 India 1 000 Southeast Asia 4 060 China 1 030 Africa 2 240United States 440 Japan 1 710 Europe 1 370 Eurasia 1 050Middle East O motor do crescimento da demanda energética se move para o Sul da Ásia Participação do Crescimento Global 2012-2035
    153. 153. Há 25 anos a participação dos combustíveis fósseis no mix global era 82%; esta é a mesma ainda hoje e a forte ascensão das energias renováveis só reduzirão no futuro essa participação para cerca de 75% , em 2035 Um mix lento para mudar Crescimento na demanda total de energia primária 500 1 000 1 500 2 000 2 500 3 000 Nuclear Oil Renewables Coal Gas Mtoe 1987-2011 2011-2035
    154. 154. Non-OECD OECD Emissões de CO2 fora da meta para alcançar a Conferência sobre o Clima 2015, na França Total de energia relacionada a emissões de CO2 Países Não-OECD aumentam a participação nas emissões, por volta de 2035 os níveis per capita serão equivalentes aos dos países da OECD 200 400 600 800Gt 1900 -1929 1930 -1959 1960 -1989 1990 -2012 2013 -2035 OECD Non-OECD Total emissions 1900-2035 51% 49%
    155. 155. 300 600 900 1 200 1 500 1 800 2 100TWh India Latin America Africa ASEAN Hydro Other renewables Wind Solar PV China Hydro Other renewables Wind Solar PV Energias renováveis crescem pelo mundo Crescimento na geração de eletricidade pelas fontes renováveis, 2011-2035 Europea n Union United States Japan Europe, Japan & United States China India, Latin America, ASEAN & Africa Hydro Other renewables Wind Solar PV A expansão das energias renováveis não Hidro depende de subsídios que custarão mais do que o dobro em 2035; adições de energia eólica e solar têm implicações de projeto e custo no mercado de energia
    156. 156. Os subsídios para as energias renováveis aumentaram para US$101 bilhões em 2012, mais da metade foi da União Europeia; os subsídios das energias renováveis serão ajustados para mais do que o dobro em 2035 $101 billion Subsídios para energia renovável por região em 2012 Subsídios crescentes para crescer as energia renováveis European Union United States China India Rest of the world 57% 21% 7% 13% 2%
    157. 157. 3× 4× 5× 2003 As diferenças regionais entre os preços do gás natural serão menores no futuro, mas ainda permanecerão em níveis elevados em 2035; as diferenças entre os preço da eletricidade irão permanecer semelhantes 20132035 Reduction from 2013 Quem tem a energia para competir? Relação de preços de energia industriais relativo aos Estados Unidos United States 2× Japan European Union China ElectricityNatural gas 2003 Japan European Union China
    158. 158. Indústrias com consumo intenso de energia precisam cortar seus custos Participação da energia nos custos totais de fabricação por setor industrial As indústrias de consumo intensivo de energia no mundo representam cerca de um quinto do valor industrial agregado, um quarto do emprego industrial e 70% do uso industrial da energia 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% Glass Pulp & paper Iron & steel Cement Aluminium Fertilisers Petrochemicals
    159. 159. Um impulso da energia na economia? Participação no mercado global de exportação de bens de energia intensiva Os Estados Unidos, junto com as principais economias emergentes, aumentam a participação no mercado exportador de bens de energia intensiva, enquanto a Europa e o Japão seguem em forte declínio Today 36% 10% 7% 7% 3% 2% European Union United States China IndiaMiddle East Japan -3% -10% +3% +2% +2%+1%
    160. 160. O LNG dos Estados Unidos pode agitar o mercado de gás natural Indicadores econômicos da exportação do LNG da costa do Golfo dos EUA. (em preços atuais) As novas fontes de suprimento de LNG aceleram o movimento para um mercado global mais interconectado, mas os custos de transporte elevados entre as regiões significa que não haverá um preço de gás global Average import price Liquefaction, shipping & regasification United States price 3 6 9 12 15 18 To Asia $/MBtu 3 6 9 12 To Europe $/MBtu
    161. 161. Orientação para as rápidas mudanças na energia mundial • China, e após pela Índia, comandam o domínio crescente da demanda de energia global na Ásia • A tecnologia está abrindo novos recursos para o petróleo, mas o Oriente Médio continuará concentrando os olhares por muito tempo • Preocupações e gaps do preço regional sobre a competitividade estão aqui para ficar, mas existem caminhos para reagir, com eficiência em primeiro lugar • O deslocamento na balança do comércio global de energia para a Ásia terá profundas implicações na cooperação para a segurança energética
    162. 162. Parte 6 Shale gas e tight oil
    163. 163. Shale Gas: gás natural que ocorre em rochas de granulação fina (folhelhos). Nesta situação o gás não migra para fora da rocha facilmente. Shale Gas – Gás de Folhelho/Xisto
    164. 164. Shale Gas – Gás de Folhelho/Xisto http://www.wintershall.com/en/different-types-of-reserves-tight-gas-and-shale-gas.html Different Types of Reserves: Tight Gas and Shale Gas
    165. 165. Gás de xisto é o gás natural que pode ser encontrado preso dentro de formações de xisto argiloso ou xisto fino. O Gás de xisto vem se tornando uma fonte cada vez mais importante de gás natural nos Estados Unidos desde o início deste século, além de possuir grandes potenciais no resto do mundo. http://www.forbes.com/sites/kenrapoza/2012/02/13/china-closer-to-joining-shale-gas-fracking-craze/ Shale Gas
    166. 166. Em 2000, o gás de xisto fornecia apenas 1% da produção dos EUA de gás natural. Em 2010, era superior a 20%. O governo dos EUA prevê que, até 2035, 46% do fornecimento de gás natural virá do gás de xisto . Shale Gas
    167. 167. http://www.sbc.slb.com/Our_Ideas/Energy_Perspectives/1st%20Semester13_Content/1st%20Semester%202013_Global.aspx
    168. 168. A produção e o consumo de energia nos Estados Unidos estão fortemente focadaos na produção de tight oil
    169. 169. In the World Energy Outlook 2012 report the IEA presents its view of future crude oil production
    170. 170. Parte 7 As Grandes Companhias
    171. 171. The World's 25 Biggest Oil Companies 1. Saudi Aramco - 12.5 million barrels per day Saudi Aramco is by far the biggest energy company in the world, generating more than $1 billion a day in revenues. This image depicts the Shaybah mega-project, sitting on more than 15 billion barrels of oil in the Rub al-Khali desert. Aramco's biggest field, Ghawar, can do 5 million bpd. http://www.forbes.com/pictures/mef45gkei/1-saudi-aramco-12-5-million-barrels-per-day-2/ (Note: 2012 working interest production volumes calculated by Wood Mackenzie reflects oil plus the energy equivalent in natural gas.)
    172. 172. The World's 25 Biggest Oil Companies 2. Gazprom - 9.7 million barrels per day Russia's Gazprom is the world's largest producer of natural gas. Controlled by the Kremlin, Gazprom's monopoly on gas deliveries to much of Europe provides President Vladimir Putin a prime lever for projecting power in the region. Gazprom's profits are more than $40 billion a year.
    173. 173. The World's 25 Biggest Oil Companies 3. National Iranian Oil Co. - 6.4 million barrels per day Iran has been forced to curtail oil production due to international sanctions, but remains a huge oil and gas producer. To skirt sanctions, Turkey and India have reportedly been paying for Iranian oil with gold. The Strait of Hormuz remains the world's most significant choke point for oil. Iran has threatened to close the Strait if attacked.
    174. 174. The World's 25 Biggest Oil Companies 4. ExxonMobil - 5.3 million barrels per day Exxon's $40 billion in annual profits don't seem like a lot when you consider their $400 billion in sales. It takes giant projects to "move the needle" for the Big Unit. That means CEO Rex Tillerson has to make friends with potentates. In this picture from last April, Tillerson is meeting with Russia's Vladimir Putin to iron out a joint venture between Exxon and Russia's state- controlled oil giant Rosneft.
    175. 175. The World's 25 Biggest Oil Companies 5. PetroChina - 4.4 million barrels per day The largest of China's three state-controlled oil giants, PetroChina also has the highest market cap of any of the publicly traded giants. The company already produces more oil than ExxonMobil, and considering the estimates of massive shale gas under China, could someday vie with Gazprom as a regional gas power.
    176. 176. The World's 25 Biggest Oil Companies 6. BP - 4.1 million barrels per day Bob Dudley is seeking to turn the giant formerly known as British Petroleum around. Selling assets, settling lawsuits, promising improvements. BP may not maintain its 4.1 million barrels per day for long; it is in talks to sell its 50% stake in Russian venture TNK-BP, which provides a quarter of production.
    177. 177. The World's 25 Biggest Oil Companies 7. Royal Dutch Shell - 3.9 million barrels per day Shell is hoping this summer to start drilling for oil in Alaska's Chuckchi Sea. For years since leasing offshore blocks from the federal government Shell has been perfecting its drilling plan and preparing the Kulluk floating drilling rig, pictured here in the Puget Sound by Seattle.
    178. 178. The World's 25 Biggest Oil Companies 8. Pemex - 3.6 million barrels per day Production from Mexico's biggest field, Cantarell (pictured) has plunged from 2 million bbl per day to roughly 600,000 now. State-owned Pemex is working to replace that shortfall with other fields. Mexico's incoming President Enrique Pena Nieto has said reforming Pemex to allow foreign investment will be his signature issue.
    179. 179. The World's 25 Biggest Oil Companies 9. Chevron - 3.5 million barrels per day Chevron bought Atlas Petroleum in 2010 for $4.3 billion to gain acreage in the Marcellus and Utica shales. With gas prices low, some expect a bigger deal to come.
    180. 180. The World's 25 Biggest Oil Companies 10. Kuwait Petroleum Corp. - 3.2 million barrels per day Kuwait's oil company was originally formed in 1934 by what are now Chevron and BP. In 1975 the company was nationalized. Kuwait's fields suffered greatly by fires set by Saddam Hussein's forces in 1990. Kurwait's biggest field, Burgan, continues to be operated by Chevron.
    181. 181. The World's 25 Biggest Oil Companies 11. Abu Dhabi National Oil Co. - 2.9 million barrels per day Abu Dhabi is the seat of power in the United Arab Emirates. It is currently taking advantage of its strategic position adjacent to the Strait of Hormuz to build a pipeline to Fujairah, alleviating any chance of its crude exports being bottlenecked by an Iranian blockade.
    182. 182. The World's 25 Biggest Oil Companies 12. Sonatrach - 2.7 million barrels per day Most of the output from Algeria's national energy company is in the form of natural gas, much of which Algeria exports to Europe. This image depicts the In Salah gas project, which strips out carbon dioxide from the gas stream and reinjects it back down into the gas reservoirs.
    183. 183. The World's 25 Biggest Oil Companies 13. Total - 2.7 million barrels per day After French President Francois Hollande imposed new taxes on oil inventories in July, Total CEO Christophe de Margerie said the move would cost Total nearly $200 million in 2012 and hurt France's already ailing refining sector.
    184. 184. The World's 25 Biggest Oil Companies 14. Petrobras - 2.6 million barrels per day Former CEO Sergio Gabrielli passes the baton to new Petrobras boss Maria das Gracas Silva Foster last February. The company is striving to develop massive ultra deep oil fields offshore.
    185. 185. The World's 25 Biggest Oil Companies 15. Rosneft - 2.6 million barrels per day Sibling to Gazprom, Rosneft is Russia's state-controlled oil company. 16. Iraqi Oil Ministry - 2.3 million barrels per day Iraq will likely zoom up the ranks of the world's biggest producers as its giant untapped fields come on line. 17. Qatar Petroleum - 2.3 million barrels per day The vast majority of Qatar's production is in the form of natural gas, which gets shipped as LNG around the world. 18. Lukoil - 2.2 million barrels per day Lukoil was formed in 1991 by former Soviet deputy oil minister Vagit Alekperov, who still runs the company and owns a 20% stake worth some $13 billion. 19. Eni - 2.2 million barrels per day Eni is Italy's oil champion. CEO Paolo Scaroni has in recent years made landmark joint ventures with the likes of Venezuela's Pdvsa and Russia's Rosneft. 20. Statoil - 2.1 million barrels per day The Norwegian government owns 67% of the shares in Statoil. The company has invested some $20 billion in the U.S., including the $4.7 billion acquisition of Bakken-focused Brigham Exploration in 2011. 21. ConocoPhillips - 2 million barrels per day This year ConocoPhillips spun off its refining business as Phillips 66 to focus on upstream operations. It may not have wanted its refineries, but strangely, Delta Air Lines did. 22. Petroleos de Venezuela - 1.9 million barrels per day Known as Pdvsa, Venezuela's oil company seems to be the personal piggy bank of President Hugo Chavez, who has starved the company of capital to pay for social programs. Output is down 25% since 1998. 23. Sinopec - 1.6 million barrels per day Sinopec is China's biggest refiner. This year Sinopec cut a sweeping shale venture with Devon Energy. 24. Nigerian National Petroleum - 1.4 million barrels per day Amid a crackdown on corruption in Nigeria's country's oil industry, President Goodluck Jonathan has recently sacked several executives of NNPC. 25. Petronas - 1.4 million barrels per day Malaysia's state oil giant mades its headquarters in the landmark Petronas Twin Towers.
    186. 186. Parte 8 O Brasil e a Petrobras
    187. 187. O início • 1919 - Primeira perfuração, pelo Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil (SGMB). • 1939 - Primeira descoberta de petróleo no Brasil, realizada pelo Departamento Nacional da Produção Mineral (DNPM), no poço nº 163, localizado em Lobato, no Recôncavo Baiano. • 1941 - Descoberto em Candeias (BA) o primeiro campo comercial de petróleo do país. • Anos 40 - Descobertos campos de gás natural em Aratu e de petróleo em Itaparica, ambos no Recôncavo Baiano. • 1945 - o Conselho Nacional do Petróleo (CNP) defende a presença de capitais estrangeiros na indústria do petróleo, e aprova a participação de companhias privadas de capital nacional no refino do petróleo importado.
    188. 188. 3 de outubro de 1953 • “Com satisfação e orgulho patriótico que hoje sancionei o texto de lei aprovado pelo poder legislativo, que constitui novo marco da nossa independência econômica". • As bases da política petrolífera nacional se estabeleceram na Lei 2004, que criou a Petróleo Brasileiro S.A - Petrobras. Presidente Getúlio Vargas
    189. 189. Como tudo começou (anos 50) • 1953 – A produção de petróleo era de 2.700 barris diários, representando 27% do consumo brasileiro. Ela vinha dos campos da Bahia. • As opções iniciais da Petrobras foram pela construção de novas refinarias, buscando a redução dos custos de importação de derivados, e pela criação de uma infra- estrutura de abastecimento, com a melhoria da rede de transporte e instalação de terminais em pontos estratégicos do país. • Ao final da década, a produção de petróleo já se elevava a 65 mil barris diários, as reservas somavam 617 milhões de barris.
    190. 190. Perfurando (anos 60) • 1961 – Petrobras alcança a auto-suficiência na produção dos principais derivados, com o início de funcionamento da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro. • Enquanto na época de criação da Petrobras cerca de 98% das compras externas correspondiam a derivados e só 2% a óleo cru, em 1967 o perfil das importações passava a ser 8% de derivados e 92% de petróleo bruto. • 1962 – 100 mil barris diários de produção. • 1968 – Primeira descoberta de petróleo no mar (litoral de Sergipe).
    191. 191. Crise no Exterior Sucesso no Mar (anos 70) • No início dos anos 70, o consumo de derivados de petróleo duplicou, impulsionado pelo crescimento médio anual do Produto Interno Bruto a taxas superiores a 10% ao ano. • A plataforma continental passa a merecer atenção especial. Depois de Guaricema, foram realizadas mais de 20 descobertas de pequeno e médio portes no litoral de vários estados. • 1974 – Descoberta do campo de Garoupa, na Bacia de Campos - uma nova fase para a produção do país. • 1973 e 1979 – Choques do petróleo .
    192. 192. A década dos Recordes (anos 80) • A década de 80 – Bruscas elevações de preços no exterior fazem o dispêndio de divisas do país com petróleo e derivados aumentar mais de dez vezes, chegando a alcançar a casa dos 10 bilhões de dólares em 1981. • A Petrobras supera grandes desafios, implantando a primeira fase de produção da Bacia de Campos, permitindo ao Brasil aumentar substancialmente a produção de petróleo. • A produção passa a bater sucessivos recordes, atingindo 675.135 barris diários em dezembro de 1989.
    193. 193. A década da Tecnologia (anos 90) • A Petrobras inicia a década sendo indicada pela Offshore Technology Conference para receber o maior prêmio do setor petrolífero mundial, em reconhecimento à sua notável contribuição para o avanço da tecnologia de produção em águas profundas. • Agosto de 1997 – Lei 9.478, que regulamentou a emenda constitucional de flexibilização do monopólio estatal do petróleo. Com isso, abriram-se perspectivas de ampliação dos negócios e maior autonomia empresarial. • Janeiro de 1999 – O último recorde no campo de Roncador, produzindo a 1.853 metros de lâmina d’água.
    194. 194. A década da Tecnologia (anos 90)
    195. 195. Energia e Responsabilidade Social Novo Século • Os primeiros anos da década são marcados pela forte atuação da Petrobras no sentido de aprimorar suas relações com a sociedade, sendo uma empresa-cidadã, interessada em cumprir profundamente o compromisso da responsabilidade social e ambiental. • Além de exercer as atividades-fim de produzir, refinar, transportar, distribuir e comercializar o petróleo e o gás em condições máximas de eficiência e segurança, a Petrobras passa a se destacar como a empresa que mais investe no Brasil em projetos sociais, culturais, artísticos e de educação ambiental.
    196. 196. Autossuficiência • A P-50 é o marco da auto-suficiência em petróleo do Brasil. • Ela irá produzir 180 mil barris por dia. • Em 2006 as unidades de produção da Bacia de Campos e das demais bacias petrolíferas do Brasil complementarão 1,9 milhão de barris por dia, para atender a demanda nacional. P-50
    197. 197. • Com a confirmação da presença de reservatórios com hidrocarbonetos no Pré- Sal da Bacia de Campos e da Santos, o Brasil e a Petrobras entram em uma nova era com novos paradigmas a serem superados. • Em 2 de setembro de 2008, o Campo de Jubarte, na Bacia de Campos, através da plataforma P-34, produzia o primeiro óleo do Pré-Sal brasileiro O Pré-Sal P-34 – Campo de Jubarte
    198. 198. Pré-Sal
    199. 199. Pré-Sal Taxa de sucesso média no mundo - abaixo de 30% Taxa de sucesso média no Brasil - em torno de 35% Taxa de sucesso na região do Pré-Sal - cerca de 87% Taxa de sucesso no cluster do Pré-Sal – próximo a 100% Petróleo leve de boa qualidade – 29,2° API Indícios de grandes volumes recuperáveis – cerca de 50 bilhões de barris
    200. 200. O Pré-Sal
    201. 201. Pré-Sal
    202. 202. 290km Polo Pré-Sal da Bacia de Santos
    203. 203. Pré-Sal 1997 2009 • País • Descoberta de uma das maiores províncias petrolíferas do mundo • Parque industrial diversificado • Perspectiva de aumento da capacidade de exportação • Petrobras • Elevada capacidade tecnológica • Maior capacidade de captação de recursos • Robusta carteira de investimento. • Preço do Petróleo • Preço oscilando em torno de US$ 65/barril • País • Blocos exploratórios de baixa rentabilidade e risco elevado • Importador de Petróleo • Escassez de recursos para investimentos • Petrobras • Insuficiência de capital para realizar investimentos • Dificuldade de captação externa • Elevados custos de capital • Preço do Petróleo • US$ 19/barril Mudanças nos cenários
    204. 204. Pré-Sal e Áreas Estratégicas Cessão Onerosa Partilha de Produção Outras Áreas Mantém-se o Regime de Concessões Atual Até 5 bilhões boe Petrobras 100% Petrobras Operadora mínimo 30% Terceiros por Licitação Novo marco regulatório Regime de Concessão - Lei 9478/1997 Regime de Partilha de Produção – Lei 12351/2010 Regime de Cessão Onerosa – Lei 12276/2010
    205. 205. Pré-Sal Regime de Concessões
    206. 206. Preço final do barril: US$ 8,51 Pré-Sal Regime de Cessão Onerosa
    207. 207. Pré-Sal Regime de Partilha de Produção - 1ª Rodada - Libra
    208. 208. Sucesso do Pré-Sal Pré-sal atinge produção de 824 mil barris por dia em janeiro 03.Mar.2015
    209. 209. Parte 9 PNG 2014 - 2030
    210. 210. PNG 2014-2018 Principais motivadores
    211. 211. PNG 2014-2018 Principais motivadores Cenário Internacional
    212. 212. PNG 2014-2018 Principais motivadores Cenário Nacional
    213. 213. PNG 2014-2018 Principais motivadores
    214. 214. PNG 2014-2018 Principais motivadores
    215. 215. PNG 2014-2018
    216. 216. PNG 2014-2018
    217. 217. PNG 2014-2018
    218. 218. PNG 2014-2018
    219. 219. Parte 10 Crise no Brasil
    220. 220. PetrolãoOperação Lava Jato
    221. 221. http://www1.folha.uol.com.br/infograficos/2014/10/117432-como-funcionava-o-esquema.shtml
    222. 222. http://www1.folha.uol.com.br/infograficos/2014/10/117432-como-funcionava-o-esquema.shtml
    223. 223. A responsabilidade da União no caso Petrobras e a proteção legal ao acionista minoritário Resumo: Nos últimos dias vêm sendo destaque nos meios de comunicação os supostos desvios de recursos da Petrobras, sociedade de economia mista, cujo controle acionário pertence à União, sendo, portanto, patrimônio público do povo brasileiro. A questão que se discute nesta incursão é a responsabilidade da União Federal, que na condição de acionista majoritário indica o corpo administrativo da empresa, diante de eventuais prejuízos causados aos sócios minoritários por ação desses indicados. Pelo que vem sendo noticiado, a se confirmar o desvio de recursos, os investidores privados perdem parte dos seus haveres pela redução dos lucros no caso de comprovado pagamento de despesas inexistentes ou contratações de obras e serviços com sobrepreço ou superfaturamento. Discute-se ainda os mecanismos legais a disposição dos acionistas para rever o ativo desviado. A gestão administrativa prejudicial ao interesses da companhia acaba por afetar os interesses dos acionistas minoritário Leia mais: http://jus.com.br/artigos/33629/a-responsabilidade-da-uniao-no-caso-petrobras-e-a-protecao-legal-ao-acionista-minoritario#ixzz3IXT32Eo4
    224. 224. http://www.google.com/finance/
    225. 225. http://www.google.com/finance/
    226. 226. https://petitions.whitehouse.gov/petition/investigate-and-prosecute-fraud-and-crimes- occurred-petrobras-nysepbr-under-rousseff%C2%B4s/tfgZGYsr
    227. 227. http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKBN0IL2W720141101
    228. 228. http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/194632-reajuste-trara-r-55-bi-extras-a-petrobras.shtml
    229. 229. http://veja.abril.com.br/noticia/economia/alta-de-combustiveis-tera-impacto-limitado-na-petrobras
    230. 230. http://seekingalpha.com/symbol/PBR
    231. 231. http://seekingalpha.com/news/2109775-doj-sec-open-petrobras-investigation
    232. 232. http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/11/1545668-departamento-de-justica-dos-eua-abre-investigacao-sobre-petrobras-diz-jornal.shtml
    233. 233. Quanto aos campos em produção no Brasil, o impacto do baixo preço da commodity é pequeno. A produção nacional é comercializada pela petrolífera estatal (Petrobras) por meio da venda de derivados no mercado interno em Reais (R$), cujos preços sem mantém atrelado a este mercado. Neste caso, a queda do preço da commodity beneficiaria a Petrobras que importa parte do volume de petróleo bruto necessário para atender a demanda de derivados no Brasil. A queda do preço da commodity também implica em redução dos valores dos tributos pagos pela estatal, e a consequente redução da arrecadação da União, Estados e Municípios “produtores”. Assim, esta queda de preços irá impactar em toda a cadeia produtiva do petróleo em nível global: os preços pagos por sondas, serviços técnicos etc. deverão se reajustar em um novo patamar. Afinal, neste mercado a “âncora cambial” é a própria commodity. Com o preço da commodity a US$ 60 por barril, muitos dos projetos de desenvolvimento da produção estão sendo reavaliados ou cancelados, no Brasil e no mundo. CRISE 2014-2015 NO BRASIL
    234. 234. Após sucessivos escândalos envolvendo corrupção, o valor das ações da Petrobras atingiu seu patamar mais baixo! Menos de US$ 6 na Bolsa de Nova Iorque e cerca de R$ 9 na Bovespa (06.mar.2015) . Como consequência dos dois itens citados acima, rebaixamento do nível de crédito (crise de credibilidade) e depreciação do valor da commodity, a estatal possui neste momento dificuldades de alavancar financeiramente seus projetos. Neste cenário atual, é de se esperar no início de 2015 uma revisão de seu Plano de Negócios e Gestão – PNG, o qual deverá apresentar medidas de redução de custo ainda mais austeras e postergação de projetos e conforme já anunciado: ampliação de seu programa de desenvestimento. . Rebaixamento do nível de crédito da Petrobras.CRISE 2014-2015 NO BRASIL
    235. 235. O principal impacto é obvio: redução da arrecadação dos municípios beneficiados com os tributos do petróleo: Royalties, Participação Especial etc. Redução da demanda por mão de obra qualificada e de serviços indiretos à indústria do petróleo. Redução da bolha inflacionária de Macaé. Acirramento da disputa entre os municípios da região, com a oferta de vantagens para as empresas de suporte à indústria do Petróleo, como: menores custos tributários e menores custos serviços indiretos (imobiliário, mão-de-obra etc.). Impactos na região Norte Fluminense CRISE 2014-2015 NO BRASIL
    236. 236. Parte 11 Consolidação
    237. 237. Cenário Internacional - 2015
    238. 238.  As Majors do Petróleo possuem poucas reservas, as grandes reservas estão sob o controle de empresas estatais  Grande produção de shale gas e ligth tight oil, nos Estados Unidos, promovendo a queda nos preços da commodity.  Contrachoque do petróleo provocando forte baixa no preço da commodity. Consequências imediatas: crise nos países exportadores, impacto na produção do petróleo não-convencional.  Muitas hipóteses sobre a manipulação e os objetivos deste movimento de queda no preços do petróleo.  Produção mundial de 85 bilhões de barris em 2014 e previsão de crescimento para 110 bilhões em 2035 Cenário Internacional - 2015
    239. 239.  A China busca diversificar suas fontes energéticas e seus fornecedores, visando garantir sua segurança energética. (participação no leilão de Libra)  A China torna-se a maior economia mundial, deslocando a balança energética mundial para o Sudeste Asiático Cenário Internacional - 2015
    240. 240.  Não haverá mudanças significativa no mix global de energia, cujo destaque será o crescimento da produção não convencional (shale e tight) e uma ligeira diminuição na oferta de carvão e a redução do uso de energia nuclear no Japão  As produção de energias renováveis serão patrocinadas quase que exclusivamente pelos países membros da OECD  Crescimento da oferta e da demanda mundial de energia será alavancado pelos países não-OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico)  A logística e os custos de transporte de energia serão o diferencial entre os preços regionais  Rússia, em meio a grave crise, busca retomar seu domínio no leste europeu, garantindo o escoamento de sua produção e o acesso ao segundo mercado mundial, a União Europeia Cenário Internacional - 2015
    241. 241.  Dúvidas quanto a sustentabilidade mundial, que terá que conciliar o crescimento populacional, o aumento da produtividade industrial, o aumento nos níveis de consumo com as questões ambientais  O recente acordo de fornecimento de gás entre a Rússia e a China, e o acirramento da disputa no Mar da China demonstram a polarização da política energética ente o Ocidente e a Ásia  Incertezas sobre uma nova Guerra Fria multipolarizada.  Devido a queda do preço da commodity, há incertezas de como a Rússia e outros países exportadores irão reverter o déficit em suas balanças comerciais. Cenário Internacional - 2015
    242. 242.  Política externa com grande carga de incertezas (Mercosul, Brics, Venezuela, EUA etc.  Dificuldade de retomada do crescimento da atividade econômica  Queda na produtividade da indústria nacional  Maior investimento na modernização de elementos de defesa nacional (aviões cargueiros e caças, submarinos, e satélites e foguetes lançadores)  Legislação ambiental e órgãos fiscalizadores cada vez mais rigorosos, tornando mais restritivo a indústria extrativista, protelando projetos estruturantes e elevando os custos  Escândalos de corrupção como: Mensalão e Petrolão fragilizam as instituições: Poderes Públicos (Executivo, Legislativo e Judiciário), Petrobras, Correios etc. Cenário Nacional - 2015
    243. 243. Cenário Nacional - 2015
    244. 244.  Petrobras atuando como ferramenta chave da política econômica nacional  Petrobras apresenta desafiadora carteira de projetos em seu PNG 2014- 2018 (Plano de Negócio e Gestão)  Dificuldades da Petrobras cumprir seu PNG, em função da falta de infraestrutura nacional, desvalorização da ações, queda no preço do petróleo mundial e risco de intervenção da SEC (U.S. Securities and Exchange Commission).  A Petrobras alavancando a indústria nacional por meio do Prominp; da reconstrução da indústria naval; e do desenvolvimento científico  Falta de infraestrutura no país para suportar a demanda da Petrobras  Mão de obra qualificada  Infraestrutura industrial local  Infraestrutura logística  A Petrobras amplia seu programa de desenvestimento, visando mitigar os impactos no fluxo de caixa, devido à restrição de crédito pelo Mercado financeiro. Cenário Nacional - 2015
    245. 245. Brasil geopolítico – 2015 Indicador Ranking Extensão territorial 8,5 milhões Km2 5° População 202 milhões habitantes 5° PIP - PPP 2,42 trilhões US$ 7° Reservas internacionais e ouro 378 trilhões US$ 7° Consumo de petróleo 2,8 milhões bpd 7° Produção de petróleo 2,6 milhões bpd 11° Capacidade de refino 2,7 milhões bpd 11° Reservas provadas 14 bilhões barril 15° Poderio Bélico GFD 14° Orçamento bélico 34,7 bilhões US$ 10° Brasil é sem dúvida uma grande potência mundial com dimensão continental, população capaz de desenvolver um importante mercado interno, reservas cambiais prontas para atuar na solução das carências de suas infraestrutura, reservas provadas de petróleo para atender 14 anos de produção. O que falta?

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