Eclesiologia - Desenvolvimento Natural Da Igreja - Blog do Prof. Eduardo Sales

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Eclesiologia - Desenvolvimento Natural Da Igreja - Blog do Prof. Eduardo Sales

  1. 1. Desenvolvimento DNI Natural da Igreja Christian A. Schwarz
  2. 2. O DNI não quer ser uma receita mágica. O DNI não quer ser um plano pronto para ser seguido. O DNI tem seu objetivo focado em liberar o potencial de crescimento com o qual DEUS edifica a sua Igreja, se baseando naquilo que a igreja é na sua essência. Os princípios do DNI são também chamados de: “Marcas de Qualidade”. Estas “Marcas de Qualidade” mostram o padrão de vida e estrutura inseridos na igreja pelo Espírito Santo. Quando focalizamos o nosso olhar somente para o crescimento, corremos o risco de não percebermos a necessidade de uma estrutura saudável que venha facilitar o crescimento
  3. 3. <ul><li>PORQUE O NOME NATURAL? </li></ul><ul><li>PORQUE ESTAMOS APRENDENDO COM A NATUREZA , OU SEJA, </li></ul><ul><li>APRENDENDO DA CRIAÇÃO DE D EUS. </li></ul><ul><li>DO QUE SE TRATA DESENVOLVIMENTO NATURAL DA IGREJA? </li></ul><ul><li>NÃO SE TRATA DO CONHECIMENTO DE D EUS, MAS SIM, DO </li></ul><ul><li>CONHECIMENTO DE PRINCÍPIOS DE EDIFICAÇÃO DA IGREJA. </li></ul><ul><li>J ESUS USA COMPARAÇÕES DA NATUREZA (AGRICULTURA) </li></ul><ul><li>PARA EXPLICAR AS LEIS QUE REGEM O REINO DE D EUS. </li></ul>MATEUS 6:28 – “CONSIDERAI COMO CRESCEM OS LÍRIOS DO CAMPO” O POTENCIAL NATURAL É O CONCEITO QUE O CRIADOR COLOCOU NA SUA CRIAÇÃO, PRINCÍPIO ESTE QUE VALE TAMBÉM PARA O DESENVOLVIMENTO DA IGREJA
  4. 4. INTRODUÇÃO DIVIDIMOS NOSSA APRESENTAÇÃO EM CINCO MÓDULOS 1º MÓDULO: AS OITO MARCAS DE QUALIDADE CONTEÚDO DO QUE FAZER 2º MÓDULO: A ESTRATÉGIA DO FATOR MÍNIMO CRONOGRAMA DE QUANDO FAZER 3º MÓDULO: OS SEIS PRINCÍPIOS DA NATUREZA MÉTODO DE COMO FAZER 4º MÓDULO: O MODELO TEOLÓGICO FUNDAMENTAÇÃO DO POR QUE FAZER 5º MÓDULO: OS DEZ PASSOS DE AÇÃO DE IMPLANTAÇÃO
  5. 5. 1º MÓDULO
  6. 6. Liderança Capacitadora Ministérios Orientados pelos Dons Evangelização Orientada pelas Necessidades Espiritualidade Contagiante Grupos familiares ou Grupos pequenos Culto Inspirador Estruturas Funcionais Relacionamentos Marcados pelo Amor Fraternal 1 2 3 4 5 6 7 8 AS OITO MARCAS DE QUALIDADE
  7. 7. Marca número 1: Liderança Capacitadora “ Os resultados da pesquisa questionam o fato de que a maior parte da literatura do crescimento da igreja ilustra os princípios de liderança com base em mega-igreja.”
  8. 8. Marca número 2: Ministérios Orientados Pelos Dons “ A medida que cristãos vivem de acordo com seus dons espirituais, eles não trabalham pelas próprias forças, mas o Espírito de Deus trabalha neles” Os dons do Novo Testamento Rom. 12: 6-8 I Cor. 12: 8-10 I Cor. 12: 28-30 Ef. 4: 11 I Pd. 4: 10 – 11; 5: 2 Profecia Profecia Profecia Profecia Profecia Ministério (Diac. Tm/Tt.) -- -- -- Servir Ensinar -- Mestres Pastores – Mestres -- Exortar -- -- -- -- Contribuir -- -- -- -- Presidir -- -- -- -- -- -- Governos -- -- Exercer Misericórdia -- Socorros -- -- -- Palavra Sabedoria -- -- -- -- Palavra Conhecim. -- -- -- -- Fé operante -- -- -- -- Dons de curar Dons de curar -- -- -- Operação de milagres Operaão de milagres -- -- -- Discern. Espíritos -- -- -- -- Variedade Línguas Variedade de Línguas -- -- -- Interpr. Línguas Interpr. Línguas -- -- -- -- Apóstolos Apóstolos -- -- -- -- Pastores (Mestres) Pastores (Presb/Bp)
  9. 10. Algumas barreiras contra os ministérios orientado pelos dons estão relacionados a paradigmas teológicos errados como: O modelo tecnocrático tem a tendência de inventar ministérios que cada cristão deveria assumir para depois ir em busca de “ VOLUNTÁRIOS ” na finalidade de realização das tarefas e caso não se ache, usa-se de pressão para conseguí-los; As tarefas são fixadas e as pessoas devem se adaptar a elas; O modelo que tende a espiritualidade freqüentemente se negam a enquadrar seus dons em tarefas bem específicas da igreja. Muitos identificam os dons espirituais exclusivamente com coisas sobrenaturais, espetaculares, acima do normal de cada dia; 1º 2º 3º
  10. 11. Marca número 3: Espiritualidade Contagiante “ Em igrejas nas quais se percebem ‘tendências legalistas’ a paixão espiritual está abaixo da média.” “ Qualidade em vez de quantidade.”
  11. 12. Marca número 4: Estruturas Funcionais Se Deus sopra o seu Espírito em um monte de terra amorfo, aí nasce forma, nasce vida.” O tradicionalismo é um pólo oposto a marca de qualidade que chamamos de ‘estruturas funcionais’.
  12. 13. O fator estruturas funcionais demonstrou ser o mais controvertido entre as oito marcas de qualidade e isso vem do fato de que nesse aspecto os paradigmas tem conseqüências especialmente negativas. Para os da parte da espiritualização a questão “estruturas” levanta suspeitas de não ser verdadeiramente espiritual. Para os tecnocráticos existem algumas estruturas com a essência da igreja de Jesus. Os tradicionalistas se sentem ameaçados não pelo substantivo “estruturas”, mas pelo adjetivo “funcionais”. O tradicionalismo tem influência negativa muito forte sobre o crescimento e, também, sobre a qualidade de uma igreja. ALGUNS ASPECTOS A SEREM CONSIDERADOS
  13. 14. Marca número 5: Culto Inspirador “ Provavelmente não existe outro campo em que a diferença tão importante entre ‘modelos’ e ‘princípios’ é tão mal usada como na questão do culto”. O fator decisivo é: Será que a participação do culto é uma “experiência inspiradora” para o visitante???
  14. 15. Marca número 6: Grupos Familiares “ Se um dos princípios estudados deve ser considerado ‘o mais importante’, então é, sem dúvida, a multiplicação dos pequenos grupos.” Surge a pergunta: Grupos familiares ou Culto. Nos quadros estão duas das 12 perguntas que as respostas estão fortemente relacionadas com à qualidade e ao crescimento numérico da igreja.
  15. 16. Marca número 7: Evangelização Orientada Para As Necessidades “ É fundamental fazer diferença entre cristãos que receberam de Deus o dom do evangelismo e cristão a quem Deus deu outros dons.” “ Um dos princípios de evangelização mais importantes: a diferenciação entre cristãos que têm o dom de evangelista dado por Deus e os cristãos que não têm esse dom.”
  16. 17. Marca número 8: Relacionamentos Marcados Pelo Amor Fraternal “ Igrejas que crescem têm, em média, um ‘quociente de amor’ mensurável mais elevado do que igrejas estagnadas ou em declínio.” “ A pergunta, se na igreja se ri muito, tem correspondência muito elevada com o crescimento quantitativo e qualitativo de uma igreja. É interessante que aspectos como esse não têm importância alguma na literatura sobre o assunto.”
  17. 18. <ul><ul><li>Nenhuma marca de qualidade pode faltar </li></ul></ul>Toda igreja que quiser crescer em qualidade e em quantidade precisa ter todas as oito marcas de qualidade
  18. 19. <ul><ul><li>A hipótese do nível 65 </li></ul></ul>“ Trata-se aqui de um dos poucos princípios de crescimento de igreja para os quais não encontramos exceções no mundo inteiro.” “ O índice de qualidade de três igrejas diferentes: A ‘hipótese do nível 65’ diz que a igreja C (verde) é com certeza uma igreja que cresce. ”
  19. 20. <ul><ul><li>O ponto de partida qualitativo </li></ul></ul>“ No desenvolvimento natural de igreja não tratamos o tema crescimento de igreja a partir das suas expressões visíveis, mas nos concentramos nas razões qualitativas que estão por trás do crescimento.” “ Relação entre qualidade (superfície azul) e crescimento numérico (espiral rosa) de uma igreja Percebemos que é estratégico, nesse caso (DNI), trabalhar na marca de qualidade de menor índice (fator mínimo).”
  20. 21. <ul><ul><li>Por que alvos de crescimento numérico </li></ul></ul><ul><ul><li>são inadequados </li></ul></ul>Sete de cada igreja que crescem trabalham sem alvos de crescimento numérico. E vão muito bem
  21. 22. Igrejas grande são igrejas sadias? Em praticamente todos os fatores de qualidade relevantes as igrejas grandes estão em situação pior do que as igrejas pequenas.
  22. 24. 2º MÓDULO
  23. 25. O FATOR MÍNIMO “ A estratégia do fator mínimo vai nos ajudar a fazer menos do que temos feito até agora, mas fazer as coisas certas”. A ilustração abaixo é o perfil de uma igreja cujo o fator mínimo aqui é a marca de qualidade “Grupos Familiares”.
  24. 26. “ A importância do fator mínimo demonstrada na figura abaixo”.
  25. 27. “ Ilustração da agricultura”. A planta precisa de Nitrogênio, Potássio e Calcário em quantidades suficientes, além de Fósforo. Quadro 2: Depois de adubação com ácido fosfórico a planta cresce até ser limitado por falta de Nitrogênio Quadro 1: Ausência de Ácido Fosfórico: crescimento limitado.
  26. 28. “ Ilustração da agricultura”. Quadro 3: Adubação repetida da mesma forma: crescimento inibido por falta de Nitrogênio Quadro 4: Adubação com novo fator mínimo: Crescimento retomado & Solo purificado automaticamente
  27. 29. Fator mínimo ou fator máximo? “ A estratégia do fator mínimo não nos ensina, de forma alguma, que deveríamos nos concentrar sempre sobre aquilo que está mais errado na igreja.” Se o ponto mais forte de uma igreja for, por exemplo, o aspecto dos “ministérios orientados pelos dons” e o fator mínimo for a “evangelização orientada para as necessidades” , essa igreja deveria concentrar os seus esforços principalmente na aplicação dos dons no ministério da evangelização.
  28. 31. Cuidado com “igrejas-modelo” “ Todas as luzinhas vermelhas do nosso painel deveriam acender assim que alguém propaga as suas experiências pessoais como princípios válidos universalmente.” Não é possível provar coisa alguma com experiências A diferença entre testemunhos, modelos, princípios e programas. Tudo tem a sua importância, mas não podemos confundir os aspectos. Veja o quadro a seguir:
  29. 32. ********* Testemunho Modelo Princípio Programa Descrição Relato de experiências pessoais, que freqüentemente afirma o contrário do que acontece via de regra. Experiências de uma igreja são colocadas de tal forma que deixam transparecer estruturas que podem ser reproduzidas em outros locais . Conclusão tirada da observação de centenas de modelos; o aspecto mais importante aqui é a validade universal do princípio . Objetivo Encorajar e incentivar pessoas com o poder de Deus. Entusiasmar pessoas com um modelo vivo para que elas queiram colocar em prática algo semelhante na sua igreja . Cada igreja deve conhecer e aplicar as leis de crescimento que são fundamentais para cada forma de desenvolvimento de igreja . Aplicação de um princípio universal a uma ou mais situações concretas . Ajudar igrejas, por meio de sugestões bem práticas. As experiências positivas de outros são usadas como um tipo de modelo ou exemplo . Procedimento errado Procedimento correto “ O que essa pessoa (igreja) experimentou, precisa acontecer comigo também”. `”É ótimo o que essa igreja experimentou. Isso me anima a fazer aquilo que Deus tem preparado para nós. “ Preciso imitar em tudo que for possível a igreja-modelo para que eu tenha o mesmo sucesso” . “ Esses princípios são uma possibilidade em muitas de se edificar a igreja de Jesus” . “ Programas que deram bons resultados no meu caso, são, com certeza, o melhor caminho para qualquer igreja” . “ Posso imitar a igreja-modelo por um tempo para que nesse processo eu descubra princípios universais que também funcionem na minha situação” . “ Vou me esforçar para aplicar na minha situação aquilo que está por trás desses princípios” . “ Escolho um programa que está baseado em princípios válidos universalmente e que se adaptam à minha situação; ou eu mesmo desenvolvo programa” .
  30. 33. 3º MÓDULO
  31. 34. SEIS PRINCÍPIOS DA NATUREZA O que nós podemos fazer para que os processos automáticos de crescimento com que Deus dotou a igreja tenham mais liberdade de ação do que tiveram até agora? Se seguirmos o conselho bíblico de aprendermos com a natureza, para entendermos melhor as leis do reino de Deus, iremos encontrar uma série de princípios válidos para todos os organismos vivos e, também, para o organismo chamado igreja.
  32. 35. Tecnocrata ou Natural? Muito do que foi publicado sobre o tema crescimento de igreja está mais próximo de um “robô” do que do modelo “organismo”. No pensamento tecnocrático o modelo é um robô. Todas as peças estão aí já na sua forma definitiva e são montadas de acordo com um procedimento pré-determinado. No final todos os produtos são idênticos e fazem exatamente aquilo para que os programamos. Na forma da natureza o modelo é um organismo vivo. As partes não estão prontas na sua forma definitiva no início do processo, pelo contrário, tudo inicia com uma célula que começa a se dividir, no início rapidamente, e, depois sempre mais lentamente. Assim cada organismo vai se diferenciando cada vez mais dos outros. No final do processo lá está um indivíduo com identidade própria e inconfundível.
  33. 36. Porque a tecnocracia não funciona “ Esforços tecnocráticos levam muitas vezes a resultados contrários aos almejados”.. <ul><li>A essência da lógica tecnocrática; </li></ul><ul><li>Cegos para a realimentação; </li></ul><ul><li>As conseqüências de decisões tecnocráticas; </li></ul><ul><li>Força humana e não humana </li></ul>
  34. 37. Primeiro Princípio: Interdependência Quando uma igreja trabalha em uma das oito marcas de qualidade não só aumenta o índice de qualidade nessa área, mas aumentam os índices em todas ao oito áreas. Interdependência estruturada Interdependência não estruturada.
  35. 38. Segundo Princípio: Multiplicação “ Uma árvore não cresce indefinidamente, mas produz novas árvores, que por sua vez, também vão produzir outras árvores”. No princípio do crescimento orgânico podemos observar que a sua singularidade está no fato de que ele só aparece temporariamente e que já contém o próximo estágio embutido em si mesmo. O organismo não cresce indefinidamente, mas se reproduz e, assim, garante uma forma de “crescimento” que supera a sua própria individualidade.
  36. 39. Terceiro Princípio: Transformação de Energia “ Este é o princípios de desenvolvimento da igreja menos conhecido de todos”. Uma ótima ilustração para o princípio da transformação de energia é o surfista. Em vez de lutar com esforços imensos contra as ondas (mentalidade de boxeador), ele aproveita a força das ondas por meio de manobras inteligentes.
  37. 40. Quarto Princípio: Efeito Múltiplos O princípio dos efeitos múltiplos é a melhor terapia para a múltipla sobrecarga de inúmeros cristãos. Na natureza não há lixo: uma folha que cai da árvore se transforma em húmus e dessa forma fornece nutrientes que vão contribuir para o crescimento da árvore.
  38. 41. Quinto Princípio: Simbiose “ É lamentável que para muitos cristãos o ideal de unidade tenha sido intimamente relacionado ao conceito de um sistema monopolista.” Erosão do solo em virtude de monocultura em excesso Monocultura de alface
  39. 42. Sexto Princípio: Funcionalidade Na natureza tudo está voltado para dar frutos, tanto no sentido literal quanto figurado. Quando falta o fruto pode-se afirmar que há problemas. Todo ser vivo da criação de Deus é caracterizado pela capacidade de produzir “fruto”. Onde não há mais “fruto”, todo ser vivo está condenado a morte.
  40. 43. “ Os princípios do DNI são exatamente o contrário do que geralmente é considerado certo na maioria das igrejas.”
  41. 44. “ Os princípios da natureza aqui estudados não só nos ensinam a agir mas, muito mais, a reagir de forma a estimular o crescimento.”
  42. 45. 4º MÓDULO
  43. 46. Um novo paradigma A compreensão das diferentes formas de pensar que marcam o cristianismo, nos ajudarão a entender as barreiras que irão aparecer contra a aplicação prática desse novo procedimento.
  44. 47. “ A relação criativa entre dois pólos é o segredo da auto-organização na natureza”. A lei da bipolaridade na criação de Deus O exemplo que é dado é o do cérebro. Porque o lado direito controla o lado esquerdo, sendo a metade pensante, lógica, racional e verbal; Já o lado esquerdo controla o direito, sendo a metade artística que reconhece e produz imagens, armazena melodias, tem tons poéticos, sendo o lado intuitivo , criativo. O conceito da bipolaridade na igreja: o pólo dinâmico e o pólo estático estão em correspondência entre si.
  45. 49. “ O problema é que a maioria dos cristãos pensa de forma dualística ou monística; ou então pensam de forma espiritualizada ou tecnocrática.”. Perigo à direita e à esquerda A forma monista de pensar é como se ouvíssemos a música só em “mono” e afirmássemos que é a melhor música que já ouvimos. Temos a convicção de que estamos ouvindo a coisa toda. A forma dualista de pensar é como se ouvíssemos somente o alto falante esquerdo, afirmando que a caixa da direita é desnecessária ou até prejudicial para o real prazer de ouvir a música. A estratégia do desenvolvimento natural da igreja e os perigos à direita e à esquerda: enquanto o monismo confunde um pólo com o outro, o erro do dualismo é separar os pólos um do outro.
  46. 51. “ A força-motriz psicológica do paradigma tecnocrático é a bem difundida mentalidade da auto-suficiência, tão propagada também no cristianismo”. O paradigma tecnocrático <ul><li>Forma diversas do pensamento tecnocrático: </li></ul><ul><li>Sacralismo; </li></ul><ul><li>Dogmatismo; </li></ul><ul><li>Clericalismo; </li></ul><ul><li>Até a fé cega em métodos de crescimento da igreja. </li></ul>“ O paradigma tecnocrático: o fato de que o monismo eclesiástico identifica os dois pólos, significa na prática, a absolutização do pólo direito”.
  47. 53. “ Para os defensores do paradigma da espiritualização as instituições são, na melhor hipótese, secundárias, e, em muitos casos, identificados com o próprio mal”. O paradigma da espiritualização O paradigma da espiritualidade é referente ao que estes cristãos dizem, realmente soar como “espiritual”, porém sob uma análise mais acurada, verifica-se que estão mais próximos de uma espiritualidade gnóstica do que bíblica. Isto se deve por se deixarem levar pela ação inconsciente, da intuição, dos sentimentos “ O paradigma da espiritualização: a forma dualista de pensamento não só vê dificuldades com a administração tecnocrática das instituições, mas está em pé-de-guerra constante com as instituições em si”.
  48. 55. “ Tanto tecnocratas quanto os defensores do paradigma da espiritualização não conseguem compreender a bipolaridade.” As conseqüências dos falsos paradigmas As lutas entre as duas posições têm a sua origem no fato de que representantes dos dois modelos, por causa das suas pressuposições, não conseguem reconhecer a posição do meio. “ Quando conseguimos entender isso os nossos olhos se abrem para as razões de tantas discussões sobre desenvolvimento e edificação da igreja quanto a serem frutíferas”.
  49. 57. “ O paradigma bipolar está caracterizado por aquilo que vamos chamar de princípio da reforma.” Conseqüências teológicas As instituições são testadas sob aspecto da sua utilidade para o desenvolvimento do pólo dinâmico, ou seja, a igreja como um organismo”. “ A figura a seguir nos mostrará os desdobramentos dos três paradigmas apresentados sobre diversas questões teológicas”.
  50. 59. “ A observação da igreja somente pela ótica quantitativa não é suficiente para representar a dinâmica do crescimento de uma igreja.” O que significa na prática “ Desenho da esquerda: pensamento linear e circular não relacionados.” “ Desenho da direita: a espiral como símbolo do desenvolvimento natural; a síntese entre o pensamento linear e o circular. “ A espiral de igreja com base em uma igreja típica: faixa azul representa a intensidade de cada marca de qualidade e a sete em espiral mostra o desenvolvimento do número de participantes no culto (quantidade).”
  51. 60. “ Crescimento numérico é exatamente aquilo que não podemos produzir com os nossos esforços.” O desenvolvimento da igreja pode ser produzido? Os espiritualizantes dizem não e simplesmente se reclinam em suas poltronas da passividade. RESPOSTA: Temos que nos propor, mesmo que timidamente, a nos movermos neste sentido. “ Os tecnocratas deveriam dizer sim, pois a igreja é vista como uma organização, porém não se arriscam a assumir esta postura”.
  52. 62. “ Os pragmáticos querem saber como podem produzir bons frutos sem cultivarem uma boa árvore.” Por que o pragmatismo leva a um beco sem saída. <ul><li>Seis perigosos do pragmatismo: </li></ul><ul><li>Falta de princípio; </li></ul><ul><li>Poder absoluto do sucesso; </li></ul><ul><li>Planejamento a curto prazo; </li></ul><ul><li>Cegos para a lógica de Deus; </li></ul><ul><li>Fruto artificial; </li></ul><ul><li>Oportunismo. </li></ul>
  53. 63. 5º MÓDULO
  54. 64. Dez passos para a ação Como a sua igreja pode desenvolver um programa próprio “ Não nos enganemos: a pregação dos princípios certos não desencadeia automaticamente o desenvolvimento sadio de uma igreja.” “ A tabela mostra a importância (relativa) dos programas para o desenvolvimento da igreja. Eles não são obrigatórios, mas de grande valia.”
  55. 65. Passo 1: Fortalecer a motivação espiritual “ O desenvolvimento natural da igreja não é uma estratégia para gerar motivação espiritual, mas entra em ação no momento em que já existe essa motivação.” “ Experiências espirituais, experimentadas muitas vezes em grandes eventos não levam automaticamente ao desenvolvimento da igreja, mas podem contribuir para a motivação espiritual”.
  56. 66. Passo 2: Descobrir os fatores mínimos “ Enquanto agirmos somente de acordo com a nossa intuição, temos uma perspectiva incorreta dos fatores mínimos.” “ As marcas de qualidade ‘estruturas funcionais’ e ‘evangelização orientada para as necessidades’ foram as de índice mais baixos na época da pesquisa.”
  57. 67. Passo 3: Colocar objetivos qualitativos “ O que aconteceria se o índice de qualidade duplicasse em todas as oito áreas de trabalho da igreja estruturadas aqui?”
  58. 68. Passo 4: Identificar os empecilhos “ Nem tudo que é espiritualmente desejável pode ser implantado na igreja.” “ A maior parte das barreiras ao desenvolvimento natural da igreja se origina nos paradigmas falsos: os dois lados não conseguem conviver pacificamente com estruturas.”
  59. 69. Passo 5: Pôr em prática princípios da natureza “ Os princípios da natureza podem ser entendidos como uma lista de padrões a ser consultada para a tomada de decisões.” No quadro abaixo as diferenças entre as soluções
  60. 71. Passo 6: Aproveitar os pontos fortes da igreja “ Se é amedrontador tratar isoladamente um fator mínimo, concentrar os esforços nos pontos fortes causa uma atitude positiva na igreja.” “ O lema do desenvolvimento natural da igreja é aproveitar os pontos fortes para ajudar a desenvolver os fatores mínimos da igreja.”
  61. 72. Passo 7: Implantar material do DNI “ Você já imaginou o que aconteceria se 60% dos membros da igreja passasse por um processo de 12 semanas para crescer, por exemplo, no amor uns aos outros.” “ Para cada uma das oito marcas de qualidade existe um livro de trabalho. A base comum de todos são os princípios da natureza estudados neste livro. Estão todos na versão alemã”.
  62. 73. Passo 8: Acompanhar o progresso “ Como recomendamos às igrejas que repitam a nossa pesquisa para restabelecer o perfil da igreja depois de seis meses.”
  63. 74. Passo 9: Concentrar-se em novos fatores mínimos “ Deveria ser uma rotina nas igrejas acompanhar, tanto o número dos participantes do culto, como o índice de qualidade da igreja.” “ O gráfico mostra o desenvolvimento da qualidade da igreja-exemplo nas pesquisas subseqüentes. Atrás de ‘subidas’ e ‘ descidas’ nas barras do gráfico estão histórias de oração, decisões, crises e experiências bem sucedidas”.
  64. 75. Passo 10: Reproduzir a vida “ Se a igreja tem saúde, mais cedo ou mais tarde vai se reproduzir.” “ O quadro mostra as quatro fases do nascimento de uma igreja (caixas amarelas) antes de podermos falar de uma igreja constituída (caixa vermelha). Em cada fase é importante desenvolver as oito marcas de qualidade de uma igreja sadia”.
  65. 76. Desenvolvimento da igreja na força do Espírito Santo “ Quem quer edificar a igreja no poder do Espírito Santo não pode ignorar os princípios de Deus.”
  66. 77. Grupo <ul><li>Ronaldo Marcos Raposo d’Assunção. </li></ul><ul><li>Anderley Luiz Bastos de Oliveira. </li></ul><ul><li>Bruno Wellington Di Léo Campos. </li></ul><ul><li>Marco Antônio Novaes Machado. </li></ul><ul><li>Jaime Fernandes. </li></ul><ul><li>Lígia Maria. </li></ul><ul><li>Claudio Antônio. </li></ul>
  67. 78. Biografia tirada do livro: “ O desenvolvimento natural da Igreja” Christian A. Schwarz
  68. 79. F I M

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