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Confissão Religiosa da Assembléia de Deus em Maringá Pf. Eduardo Sales de Lima
Definição e Histórico das Confissões Confissões: Marcas de Soberania Credo: Possui duas definições, a Primeira, mais corrente, é da liturgia católica, o título de uma oração da Igreja que representava as principais crenças da Igreja Primitiva.  Na Segunda opção é um conjunto de princípios, normas, preceitos, crenças por que se pauta uma pessoa, uma comunidade Dogma: ponto fundamental de uma doutrina religiosa, apresentado como certo e indiscutível, uma verdade absoluta.  A principal confissão luterana é a confissão de Augsburg, apresentada ao imperador em 1530. O catecismo maior e menor de Lutero, ambos preparados em 1529. Por ultimo e mais desenvolvida, a Fórmula de Concórdia, de 1577, contem a afirmação mais completamenta da fé luterana. Somada a essas confissões estão as confissões da igreja reformada, ou calvinista. A segunda confissão Helvética, 1564, considerada a mais de mais elevada autoridade pelas igrejas reformadas.  O Catecismo de Heidelberg, 1562 é a confissão de fé das igrejas reformadas na Holanda, Alemanha. Os cânones mais recentes são o Sínodo de Durst, 1618, e a confissão de Westminster em 1658.
Confissão de Fé da Assembléia de Deus de 1916 Verdades Fundamentais A Biblia é nossa única e suficiente regra de Fé e Prática.  Único e Verdadeiro Deus.  Homem, queda e redenção. A Salvação do Homem.  Batismo nas águas.  A Divindade de Cristo   A promessa do Pai  (Batismo com o Espírito Santo)  A Evidência do Batismo no Espírito Santo Santificação A Igreja  é o corpo de Cristo O Ministério de Evangelização Cura Divina A Benção da Esperança na Ressurreição em Cristo O Reino Milenial de Cristo O Lago de Fogo O Novo Céu e a Nova Terra
As Escrituras Inspiradas As escrituras, AT e NT, são verbalmente inspiradas por Deus, e constituem a revelação de Deus para o Homem, a infalível e autoritária regra de fé e conduta (2Tm 3:15-17; 1Tss 2:13; 2Pe 1:21)  Revelação e Preservação da Revelação Inspiração plenário Verbal Revelação na Vida, Escrituras são a preservação da Revelação Histórico e Motivo das Doutrinas A s Confissões refromadas As Indulgências A Tradição e a Bíblia Pentecostais O Texto de Hb 1:1-2 Deus ainda se Revela? O Livro de Atos dos Apóstolos Erros e Excessos (Função reguladora das Escrituras)
2. O Único e Verdadeiro Deus3. A divindade de Cristo Pf. Eduardo Sales
A Trindade Os termos trindade e pessoas, relacionados a Deidade, embora não encontrados nas Escrituras, são palavras em harmonia com as Escrituras, através dos quais podemos depreender nossa compreensão imediata da doutrina de Cristo respeitando o Ser de Deus, distinguido de “muitos deuses e muitos senhores.” Nós, portanto podemos falar com propriedade do Senhor nosso Deus, que é Um Senhor, como uma trindade ou como um Ser de três pessoas e todavia absolutamente bíblico.  Mt 28:19 19  Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; 2Co 13:14  A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós. Jo 14:16-17 E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós.
Distinção e Relacionamento na Trindade Cristo ensinou a distinção de pessoas na trindade, que expressou em termos específicos de relacionamento, como Pai, Filho e Espírito Santo, mas que esta distinção e relacionamento é inescrutável e incompreensível, porque inexplicado, depreende-se pela fé.  Lucas 1.35,  1 Coríntios 1.24,  Mateus 11.25-27, 28.19,  1 Coríntios 13.14,  1 João 1.3-4.
Unidade do Pai, Filho e Espírito Santo Consequentemente, portanto, existe aquilo que, no Pai, o constitui como Pai e não o Filho; existe aquilo no Filho que o constitui como Filho e não o Pai; existe aquilo no Espírito Santo que o constitui o Espírito Santo e não o Pai e nem o Filho. Sendo assim, o Pai é o que gera; o Filho é o unigênito do Pai; e o Espírito Santo é o que procede do Pai e do Filho. Logo, porque estas três pessoas na Trindade estão em um estado de unidade, existe somente um Senhor Deus Todo Poderoso e o seu nome é um. João 1.18, 15.26, 17.11, 21;  Zacarias 14.9.
Identidade e Cooperação na Trindade O Pai, o Filho, e o Espírito Santo nunca são idênticos como pessoas, nem confusos quanto à ação, nem divididos em respeito à Trindade, nem opostos na cooperação.  O Filho está no Pai e o Pai está no Filho, quanto ao relacionamento. O Filho está no Pai e o Pai está no Filho, quanto à comunhão. O Pai não provém do Filho, mas o Filho provém do Pai, quanto à autoridade.  O Espírito Santo é procedente do Pai e do Filho, quanto à natureza, relacionamento, cooperação e autoridade.  Assim sendo, nenhuma pessoa da Trindade existe ou trabalha separadamente ou independentemente das outras  João 5.17-30, 32, 37;  João 8.17-18
Concílio de Nicéia Cremos em um só Deus, Pai onipotente, Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis; e em um só Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus; gerado do Pai, unigênito, isto é, da substância do Pai, Deus de Deus, Luz de Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado não feito, de uma só substância com o Pai, pelo qual foram feitas todas as coisas, as que estão no céu e as que estão na terra; o qual, por nós homens e por nossa salvação, desceu, se encarnou e se fez homem, e sofreu e ressuscitou ao terceiro dia, subiu ao céu, e novamente deve vir para julgar os vivos e os mortos; e no Espírito Santo (BETTENSON, 1998, p. 62). Ortodoxia: A mesma essência em Três substâncias. PAI FILHO ESPÍRITO SANTO
O Título: Senhor Jesus Cristo. A denominação, “Senhor Jesus Cristo”, é um nome próprio. Nunca é aplicado, no Novo Testamento, ao Pai ou ao Espírito Santo. Pertence portanto exclusivamente ao Filho de Deus.  Romanos 1.1-3, 7; 2 João 3  O Título, Filho de Deus . Como o nome Emanuel inclui ambos Deus e homem em uma pessoa, nosso Senhor Jesus Cristo, procede que o título Filho de Deus descreve a sua própria deidade, e que o título Filho do Homem a sua própria humanidade. Portanto, o título Filho de Deus pertence à ordem da eternidade, e o título Filho do Homem à ordem do tempo.  Mateus 1.21-23, 1 João 3.8, Hebreus 7.3, 1.1-13).  f. O Senhor Jesus Cristo, Deus conosco.O Senhor Jesus Cristo, devido a sua natureza eterna e divina, é o próprio e unigênito do Pai, mas devido a sua natureza humana, Ele é o próprio Filho do Homem. Ele é, portanto, reconhecidamente ambos Deus e homem, e porque é Deus e homem, é Emanuel, Deus conosco.  Mateus 1.23, 1 João 4.2, 10.14, Apocalipse 1.13,17.
h. Exaltação de Jesus Cristo como Senhor. O Filho de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo, havendo por si só purgado nosso pecados, assentou-se à direita da Majestade nos céus, anjos e principados e potestade tendo sido feito sujeitos a Ele. E havendo sido feito ambos Senhor e Cristo, Ele enviou ao Espírito Santo para que nós, no nome de Jesus, pudéssemos dobrar nossos joelhos e confessar que Jesus Cristo é o Senhor para a glória de Deus o Pai até o fim, quando o Filho há de sujeitar-se ao Pai para que Deus seja tudo em todo.  Hebreus 1.3, 1 Pedro 3.22, Atos 2.32-36, Romanos 14.11, 1 Coríntios 15.24-28.  i. Honra igual ao Pai e ao Filho. Portanto, como o Pai tem descarregado todo julgamento no Filho, não é apenas o expresso dever de todos no céu e na terra dobrarem seus joelhos, mas é um gozo indizível no Espírito Santo atribuir ao Filho todos os atributos de deidade, e entregá-Lo toda a honra e a glória contida em todos os nome e títulos da Trindade exceto aqueles que expressam relacionamento (ver alíneas b, c, e d) e assim honrar ao Filho assim como honramos ao Pai.  João 5.22-23, 1 Pedro 1.8, Apocalipse 5.6-14, Filipenses 2.8-9, Apocalipse 7.9-10, 4.8-11.
3. A Deidade do Senhor Jesus Cristo  O Senhor Jesus Cristo é o eterno Filho de Deus. 	a. A sua concepção virginal (Mat 1.23, Lc 1.31, 35).  	b. A sua vida imaculada (Hb 7.26, I Pe 2.22).  	c. A sua obra substituidora na cruz (I Co 15.3, II Co 5.21)  	d. Sua ressurreição corporal dentre os mortos (Mt 28.6, Lc 24.39, I Co 15.4)  	e. Sua exaltação ao lado direito de Deus (At 1.9, 11, 2.33; Fp2.9-11, Hb 1.3)
Concílio de Calcedônia Fiéis aos santos pais, todos nós, perfeitamente unânimes, ensinamos que se deve confessar um só e mesmo Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, perfeito quanto à divindade e perfeito quanto à humanidade, verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem, constando de alma racional e de corpo; consubstancial ao Pai, segundo a divindade, e consubstancial a nós, segundo a humanidade; “em todas as coisas, semelhante a nós, excetuando o pecado”, gerado, segundo a divindade, antes dos séculos pelo Pai e, segundo a humanidade, por nós e para nossa salvação, gerado da Virgem Maria, mãe de Deus. Um só e mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigênito, que se deve confessar, em duas naturezas, inconfundíveis e imutáveis, conseparáveis e indivisíveis. A distinção de naturezas de modo algum é anulada pela união, mas, pelo contrário, as propriedades de cada natureza permanecem intactas, concorrendo para formar uma só pessoa e subsistência; não dividido ou separado em duas pessoas, mas um só e o mesmo Filho Unigênito, Deus Verbo, Jesus Cristo Senhor, conforme os profetas outrora a seu respeito testemunharam, e o mesmo Jesus Cristo nos ensinou e o credo dos pais nos transmitiu (Concílio de Calcedônia - BETTENSON, 1998, p. 101).
4. A Queda do Homem 5. A Salvação do Homem  Pf. Eduardo Sales
4. A Queda do Homem O Homem foi criado (Natural e Moralmente) bom e justo, pois disse Deus, “Façamos ao homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança.” (Gênesis 1.26-27, 2.17, 3.6; Romanos 5.12-19)  Natureza Humana após a Queda: O Homenzinho Torto (Naturalmente Torto-Pecado Original) 	Nasce Condenado: Crianças que morrem sem Cristo vão para o Inferno e, só serão salvos os que forem desentortados por Cristo, ou seja, os Eleitos.  	(É a concepção de Agostinho, Calvino e das Igrejas da Reforma - ) O Homenzinho Torto (Moralmente Torto) Nasce Condenado: Crianças são salvas pela inocência (Não possuem poder de decisão moral), os moralmente tortos só serão salvos pela decisão moral em Cristo ou por Cristo. Homenzinho reto, mas longe de Deus. Nasce longe de Deus (Moralmente e Naturalmente Alienado), Crianças são salvas pela inocência em Cristo, o homem tem o poder de decisão moral, mas não a capacidade de transformação natural, por isso, para ser salvo precisa estar unido a Cristo.
O Homem tem o poder de Não Pecar? Não: O Homem não tem o poder de Não pecar. Teoria de Agostinho, o Homem nasce naturalmente torto, e somente os eleitos são desentortados por Cristo.  Sim: O Homem tem o poder de Não Pecar. Teoria de Pelágio, Armínio e da maioria dos pentecostais. Somente aquele que perseverar até o fim será salvo! A Salvação é de Deus, mas exige transformação no ser humano.
4. A Queda do Homem No entanto, caiu o homem por transgressão voluntária e deliberada, assim, incorreu não apenas em morte física, mas também em morte espiritual (metáfora), que é separação de Deus. .” (Gênesis 1.26-27, 2.17, 3.6; Romanos 5.12-19)  Transgressão Voluntária: Liberdade de Arbítrio: Culpa e Julgamento Sem o Arbítrio, Deus torna-se o culpado pelo Pecado Morte Espiritual/Separação de Deus: Pecado: Transgressão; oposição; egoismo; Rebelião Distância e Aproximação.
O Que nós cremos: Pentecostais Deus em Cristo salva todo os que crerem  Deus Criou o Homem Bom Os que crêem são Salvos Natureza e Vontade Caída/Alienada Distante de Deus Capaz de Crer e incapaz de mudar a natureza O Homem Escolheu Pecar Os que não crêem são condenados Tradicionais Deus Criou o Homem Bom Deus em Cristo salva os Eleitos Os Eleitos serão ajudados por Deus para que nenhuma se perca. O Homem Escolheu Pecar Natureza totalmente Corrompida Totalmente Incapaz de fazer o bem Os Não salvos são aqueles que foram eleitos para condenação
5. A Salvação do Homem  A única esperança de redenção é através do sangue vertido por Jesus Cristo, Filho de Deus.  Não pelas Obras Não pela eleição incondicional Não pela fé infusa Unicamente pela fé (resposta) em Cristo como nosso Salvador Porta Eleitos como no Espelho
Condição para a Salvação É absolutamente necessário o novo nascimento pela fé em Cristo(Testemunhado) e pelo poder atuante do Espírito Santo e da (prática da) Palavra de Deus, para tornar o homem arrependido de seus pecadosdigno do reino dos céus, João 3.3-8.  Da mesma forma, é imprescindível o arrependimento a Deus e fé no sangue de Jesus Cristo para o perdão dos pecados,  na salvação presente e perfeita  e na eterna justificação da alma,  recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor,  (Atos 10.43; Romanos 10.13; 3.24-26; Hebreus. 7.25; 5.9; Lucas 24.47, João 3.3, Efésios 2.8, Tito 2.11, 3.5-7).
5. A Salvação do Homem As Evidências da Salvação  A evidência interna da salvação é o direto testemunho do Espírito  (Romanos 8.16) A evidência externa a todos os homens é uma vida de justiça e verdadeira santidade  (Efésios 4.24, Tito 2.12)
Pf. Eduardo Sales 6 a 12: A IgrejaOrdenanças, Espírito Santo, Santificação, Missão e Cura Divina
6. As Ordenanças da Igreja  a. Batismo nas Águas: A ordenança do batismo por imersão do corpo inteiro é ordenada nas Escrituras. Todos quantos se arrependem e crêemem Cristo como Salvador e Senhor devem ser batizados. Dessa forma, eles declaram ao mundo que tem morrido com Cristo e que também tem ressuscitado com Eleafim de andar em novidade de vida. Mt 28.19, Mc 16.16, At 10.47-48, Rm 6.4 Batismo perdoa Pecados?   (Símbolo e o Simulacro) O Sentido escatológico do Batismo        (MT 3:1-9) Sentido contínuo do Batismo (Não iniciação, mas desenvolvimento)
6. As Ordenanças da Igreja  b. A Ceia do Senhor: A Ceia do Senhor não é transubstanciação e nem consubstanciação. A Ceia do Senhor, que consiste dos elementos - pão e o fruto da vide - é o “santíssimo” símbolo que expressa nossa participação na natureza divina de nosso Senhor Jesus Cristo (2 Pedro 1.4); é um memorial sacroe soleníssimo do “seu sofrimento e da sua morte” (1 Coríntios 11.26); e uma profecia de sua segunda vinda (1Co 11:26); e é ordenada para todos os membros, em comunhão “até que Ele venha!”  Símbolo da Morte ou Símbolo da Vitória? Comunhão de Mesa?  (Dar Graças pelo alimento ou pela comunhão) A Ceia é Santa? A Ceia Abençoa? Confere Graça? (Ceia para Pecadores Remidos) Deixar de tomar a Ceia é Negar Cristo!
7 - Batismo no Espírito Santo Todos os crentes são incentivados a buscarem e devem ardentemente esperar, e sinceramente buscar a promessa do Pai, o batismo no Espírito Santo, de acordo com o mandamento de nosso Senhor Jesus Cristo. Esta foi a experiência normal de todos, nos primórdios da igreja Cristã. Com esta experiência, vêm o atributo de poder para vida e serviço, o recebimento dos dons para capacitação ao trabalho do ministério (Lucas 24.49, Atos 1.4, 8, 1 Coríntios 12.1-3 1).   (Erros Tradicionais e Pentecostais) Esta experiência é distinta de e subseqüente à experiência do novo nascimento (Atos 8.12-17, 10.44-46, 11.14-16, 15.7-9). Com o batismo noEspírito Santo acompanham-se tais experiências como,uma abundância transbordante do Espírito (João 7.37-39, Atos 4.8), uma reverência profunda por Deus (Atos 2.43, Hebreus 12.28), uma consagração intensificada a Deus e maior dedicação a Sua obra (Atos 2.42), e um amor mais ativo por Cristo, pela sua Palavra e pela salvação do perdido (Marcos 16.20).  (Segunda Benção  e o Fruto do Espírito).
8 - Evidência Física Inicial do Batismo no Espírito Santo   O batismo de crentes no Espírito Santo é testificado pelo sinal físico inicial de falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concede que falem (Atos 2.4). O falar em línguas como evidência inicial difere do dom de línguas em propósito e uso (1 Coríntios 12.4-10, 28), mas é semelhante em essência.
9 - Santificação Santificação é um ato de separação daquilo que é perverso, e de dedicação a Deus (Romanos 12.1-2, I Tessalonicenses 5.23, Hebreus 13.12). As Escrituras ensinam uma vida de “santidade, sem a qual ser humano nenhum verá o Senhor” (Hebreus 12.14). Pelo poder do Espírito Santo, nós somos capazes de obedecer ao mandamento. “Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pedro 1.15,16). Santificação é realizada no crente pelo reconhecimento de nossa identificação individual com Cristo em sua morte e ressurreição, e pela fé, crendo diariamente no fato desta união, e oferecendo todas as faculdades do nosso ser continuamente ao domínio do Espírito Santo (Romanos 6.1-11, 13, Romanos 8.1-2, 13, Gálata 2.20, 1 Pedro 1.5, Filipenses 2.12-13).
Santidade: Pureza e Impureza Santidade só é separação quando a definição de pecado é impureza. Assim, Separação é o ato de não misturar, não secularizar, separar, purificar. Para os fariseus que entendiam o pecado como impureza, tinham na santidade (principalmente a externa) um sinal de purificação. Na Filosofia Platônica Santidade é separação da carne e de seus efeitos.  Qual o conceito e Santidade na Parábola do Filho Pródigo? Fariseus e Sacerdotes - “Puros” Samaritano – Impuro O Impuro foi santo, e os santos tornaram-se Impuros.
10. A Igreja e a sua Missão  A Igreja é o corpo de Cristo, a habitação de Deus através do Espírito, com designações divinas para o cumprimento da sua grande comissão. Cada crente, nascido do Espírito, é uma parte integral da Assembleia universal e igreja dos primogênitos, que está escrita no céu (Efésios 1.22-23, 2.22, Hebreus 12.23).  Igreja como Comunidade do Espírito Igreja como Comunidade dos Pecadores Remidos Igreja como Missionário de Deus
10. A Igreja e a sua Missão       Sendo que o propósito de Deus para com o homem é de buscar e salvar o que se havia perdido, ser adorado pelo homem, e edificar um corpo de crentes de acordo com a imagem do seu Filho, o propósito primordial pelo qual existem as Assembléias de Deus como parte da igreja é de. a. Ser uma agência de Deus para a evangelização do mundo (Atos 1.8, Mateus 28.19-20, Marcos 16.15-16).  b. Ser um corpo no qual o homem pode adorar a Deus (1 Coríntios 12.13, Romanos 12.1,2, João 4.22-24).  c. Ser um canal do propósito de Deus para edificar um corpo de santos sendo aperfeiçoados na imagem de seu Filho (Efésios 4.11-16, 1 Coríntios 12.28, 1 Coríntios 14.12).  d. Ser um canal de serviço dos propósitos de Deus para a sociedade onde está inserida, revelando, com relevância, a santidade, a justiça e o amor de Deus (Mateus 5.13-16, Mateus 20.28, Atos 2.47).
10.1. Missão da Igreja e o Espírito Santo  A Assembleia de Deus crê que este propósito para a igreja somente pode ser cumprido segundo a vontade do Senhor, no poder do Espírito Santo, cujo ministério existe expressamente para dar ênfase contínua na vida da igreja no padrão apostólico do Novo Testamento através do ensino e incentivo aos crentes para serem batizados no Espírito Santo. Esta experiência: a. Capacita-os a evangelizar no poder do Espírito Santo e com sinais sobrenaturais que os acompanham (Marcos 16.15-20, Atos 4.29-31, Hebreus 2.3-4).  b. Amplia a disposição de exercer adoração a Deus (1 Coríntios 2.10-16, 1 Coríntios 12-14).  c. Capacita os crentes a produzirem o fruto do Espírito Santo e exercerem os dons e os ministérios como nos tempos do Novo Testamento, para a edificação do corpo de Cristo (Gálatas 5.22-26, 1 Coríntios 14.12, Efésios 4.11-12, 1 Coríntios 12.28, Colossenses 1.29) bem como para ser em santidade, justiça e amor, por meio do serviço cristão, relevante, para aqueles que não conhecem a Cristo.(Mateus 5.13-16, Mateus 20.28).
11. O Ministério  Um ministério divinamente chamado e biblicamente ordenado foi providenciado pelo nosso Senhor para o quadruplo propósito de liderar a Igreja na.  a. Evangelização do mundo (Isaías 52.10, Lucas 24.47, Marcos 16.15-20, Atos 2.38, Romanos 10.18, Colossenses 1.23).  b. Adoração a Deus (Salmo 50.12, João 4.23-24, Romanos 12.1, 1 Pedro 2.5).  c. Edificação de um corpo de santos sendo aperfeiçoados na imagem do filho de Deus (Efésios 4.11-16, 1 Coríntios 12.28, Romanos 12.6-8).  d. Serviço Cristão a Deus, à igreja e aos ser humano, imagem e semelhança do Senhor (Tiago 1.27,Tiago 2.17, Hebreus 13.1-3, Romanos 12.9-11,13,20).
12. Cura Divina  Cura divina é uma parte integral do evangelho. Libertação da enfermidade é providenciada na Expiação, e é o privilégio de todos os crentes (Isaías 53.4-5, Mateus 8.16-17, Tiago 5.14-16).
Pf. Eduardo Sales 13-16: Últimas CoisasPré-Milenismo; Pré-Tribulacionismo;Reino Milenial de Cristo; Julgamento Final; Novo Céu e Nova Terra.
13. Segunda vinda pré-milenial de Cristo.  Cremos que a segunda vinda de Cristo ocorrerá em duas fases distintas. Primeira – invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da grande tribulação;Segunda – visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos, 1 Tes: 17; 1 Co; 15.51-54; Ap 20.4; Zac 14.5; Judas 4.
Arrebatamento – Pré-Tribulacional O fato constituído da ressurreição daqueles que dormem em Cristo com o arrebatamento concomitante dos que estiverem vivos por ocasião da segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja  (Rm 8.23, Tito 2.13, 1 Co 15.51-52). Ato contínuo,todos os cristãos comparecerão ante ao Tribunal de Cristo, para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra, 2 Co 5.10. Erros e Heresias Modernas: Abandono da Esperança Messiânica A Demora do Noivo. Substituição do Reino Milenar pelo Reino Atual     	Esperança no Céu X Esperança na Terra    Evangelho sem Sofrimento Preservação da Igreja?
14. O Reino Milenial de Cristo  A segunda vinda de Cristo inclui o arrebatamento dos santos, que é a nossa bendita esperança, seguido pelo retorno visível de Cristo com os Seus santos para reinar na terra por mil anos (Zacarias 14.5, Mateus 24.27-30, Apocalipse 1.7, 19.11-14, 20.1-6).  Este reinado milenial, a Teocracia, por meio de Cristo na Terra, trará a salvação da nação de Israel (Ezequiel 37.21-22; Sofonias 3.19-20, Romanos 11.26-27) e o estabelecimento da paz universal (Isaías 11.6-9, Salmo 72.3-8, Miquéias 4.3-4).
15. O Julgamento Final  Haverá um Julgamento Finalocasião em que os ímpios que morreram serão levantados e julgados de acordo com suas obras.Todo aquele que não é encontrado escrito no Livro da Vida, junto ao diabo e seus anjos, a besta e o falso profeta, serão entregues ao castigo perpétuo no lago que queima com fogo e enxofre, que é a segunda morte (Mateus 25.46, Marcos 9.43-48, Apocalipse 19.20, 20.11-15, 21.8).
16. O Novo Céu e a Nova Terra  “Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça.” (2 Pedro 3.13, Apocalipse 21, 22).

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  • 1. Confissão Religiosa da Assembléia de Deus em Maringá Pf. Eduardo Sales de Lima
  • 2. Definição e Histórico das Confissões Confissões: Marcas de Soberania Credo: Possui duas definições, a Primeira, mais corrente, é da liturgia católica, o título de uma oração da Igreja que representava as principais crenças da Igreja Primitiva. Na Segunda opção é um conjunto de princípios, normas, preceitos, crenças por que se pauta uma pessoa, uma comunidade Dogma: ponto fundamental de uma doutrina religiosa, apresentado como certo e indiscutível, uma verdade absoluta. A principal confissão luterana é a confissão de Augsburg, apresentada ao imperador em 1530. O catecismo maior e menor de Lutero, ambos preparados em 1529. Por ultimo e mais desenvolvida, a Fórmula de Concórdia, de 1577, contem a afirmação mais completamenta da fé luterana. Somada a essas confissões estão as confissões da igreja reformada, ou calvinista. A segunda confissão Helvética, 1564, considerada a mais de mais elevada autoridade pelas igrejas reformadas. O Catecismo de Heidelberg, 1562 é a confissão de fé das igrejas reformadas na Holanda, Alemanha. Os cânones mais recentes são o Sínodo de Durst, 1618, e a confissão de Westminster em 1658.
  • 3. Confissão de Fé da Assembléia de Deus de 1916 Verdades Fundamentais A Biblia é nossa única e suficiente regra de Fé e Prática. Único e Verdadeiro Deus. Homem, queda e redenção. A Salvação do Homem. Batismo nas águas. A Divindade de Cristo A promessa do Pai (Batismo com o Espírito Santo) A Evidência do Batismo no Espírito Santo Santificação A Igreja é o corpo de Cristo O Ministério de Evangelização Cura Divina A Benção da Esperança na Ressurreição em Cristo O Reino Milenial de Cristo O Lago de Fogo O Novo Céu e a Nova Terra
  • 4. As Escrituras Inspiradas As escrituras, AT e NT, são verbalmente inspiradas por Deus, e constituem a revelação de Deus para o Homem, a infalível e autoritária regra de fé e conduta (2Tm 3:15-17; 1Tss 2:13; 2Pe 1:21) Revelação e Preservação da Revelação Inspiração plenário Verbal Revelação na Vida, Escrituras são a preservação da Revelação Histórico e Motivo das Doutrinas A s Confissões refromadas As Indulgências A Tradição e a Bíblia Pentecostais O Texto de Hb 1:1-2 Deus ainda se Revela? O Livro de Atos dos Apóstolos Erros e Excessos (Função reguladora das Escrituras)
  • 5. 2. O Único e Verdadeiro Deus3. A divindade de Cristo Pf. Eduardo Sales
  • 6. A Trindade Os termos trindade e pessoas, relacionados a Deidade, embora não encontrados nas Escrituras, são palavras em harmonia com as Escrituras, através dos quais podemos depreender nossa compreensão imediata da doutrina de Cristo respeitando o Ser de Deus, distinguido de “muitos deuses e muitos senhores.” Nós, portanto podemos falar com propriedade do Senhor nosso Deus, que é Um Senhor, como uma trindade ou como um Ser de três pessoas e todavia absolutamente bíblico. Mt 28:19 19 Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; 2Co 13:14 A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós. Jo 14:16-17 E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós.
  • 7.
  • 8. Distinção e Relacionamento na Trindade Cristo ensinou a distinção de pessoas na trindade, que expressou em termos específicos de relacionamento, como Pai, Filho e Espírito Santo, mas que esta distinção e relacionamento é inescrutável e incompreensível, porque inexplicado, depreende-se pela fé. Lucas 1.35, 1 Coríntios 1.24, Mateus 11.25-27, 28.19, 1 Coríntios 13.14, 1 João 1.3-4.
  • 9.
  • 10. Unidade do Pai, Filho e Espírito Santo Consequentemente, portanto, existe aquilo que, no Pai, o constitui como Pai e não o Filho; existe aquilo no Filho que o constitui como Filho e não o Pai; existe aquilo no Espírito Santo que o constitui o Espírito Santo e não o Pai e nem o Filho. Sendo assim, o Pai é o que gera; o Filho é o unigênito do Pai; e o Espírito Santo é o que procede do Pai e do Filho. Logo, porque estas três pessoas na Trindade estão em um estado de unidade, existe somente um Senhor Deus Todo Poderoso e o seu nome é um. João 1.18, 15.26, 17.11, 21; Zacarias 14.9.
  • 11. Identidade e Cooperação na Trindade O Pai, o Filho, e o Espírito Santo nunca são idênticos como pessoas, nem confusos quanto à ação, nem divididos em respeito à Trindade, nem opostos na cooperação. O Filho está no Pai e o Pai está no Filho, quanto ao relacionamento. O Filho está no Pai e o Pai está no Filho, quanto à comunhão. O Pai não provém do Filho, mas o Filho provém do Pai, quanto à autoridade. O Espírito Santo é procedente do Pai e do Filho, quanto à natureza, relacionamento, cooperação e autoridade. Assim sendo, nenhuma pessoa da Trindade existe ou trabalha separadamente ou independentemente das outras João 5.17-30, 32, 37; João 8.17-18
  • 12.
  • 13. Concílio de Nicéia Cremos em um só Deus, Pai onipotente, Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis; e em um só Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus; gerado do Pai, unigênito, isto é, da substância do Pai, Deus de Deus, Luz de Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado não feito, de uma só substância com o Pai, pelo qual foram feitas todas as coisas, as que estão no céu e as que estão na terra; o qual, por nós homens e por nossa salvação, desceu, se encarnou e se fez homem, e sofreu e ressuscitou ao terceiro dia, subiu ao céu, e novamente deve vir para julgar os vivos e os mortos; e no Espírito Santo (BETTENSON, 1998, p. 62). Ortodoxia: A mesma essência em Três substâncias. PAI FILHO ESPÍRITO SANTO
  • 14. O Título: Senhor Jesus Cristo. A denominação, “Senhor Jesus Cristo”, é um nome próprio. Nunca é aplicado, no Novo Testamento, ao Pai ou ao Espírito Santo. Pertence portanto exclusivamente ao Filho de Deus. Romanos 1.1-3, 7; 2 João 3 O Título, Filho de Deus . Como o nome Emanuel inclui ambos Deus e homem em uma pessoa, nosso Senhor Jesus Cristo, procede que o título Filho de Deus descreve a sua própria deidade, e que o título Filho do Homem a sua própria humanidade. Portanto, o título Filho de Deus pertence à ordem da eternidade, e o título Filho do Homem à ordem do tempo. Mateus 1.21-23, 1 João 3.8, Hebreus 7.3, 1.1-13). f. O Senhor Jesus Cristo, Deus conosco.O Senhor Jesus Cristo, devido a sua natureza eterna e divina, é o próprio e unigênito do Pai, mas devido a sua natureza humana, Ele é o próprio Filho do Homem. Ele é, portanto, reconhecidamente ambos Deus e homem, e porque é Deus e homem, é Emanuel, Deus conosco. Mateus 1.23, 1 João 4.2, 10.14, Apocalipse 1.13,17.
  • 15. h. Exaltação de Jesus Cristo como Senhor. O Filho de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo, havendo por si só purgado nosso pecados, assentou-se à direita da Majestade nos céus, anjos e principados e potestade tendo sido feito sujeitos a Ele. E havendo sido feito ambos Senhor e Cristo, Ele enviou ao Espírito Santo para que nós, no nome de Jesus, pudéssemos dobrar nossos joelhos e confessar que Jesus Cristo é o Senhor para a glória de Deus o Pai até o fim, quando o Filho há de sujeitar-se ao Pai para que Deus seja tudo em todo. Hebreus 1.3, 1 Pedro 3.22, Atos 2.32-36, Romanos 14.11, 1 Coríntios 15.24-28. i. Honra igual ao Pai e ao Filho. Portanto, como o Pai tem descarregado todo julgamento no Filho, não é apenas o expresso dever de todos no céu e na terra dobrarem seus joelhos, mas é um gozo indizível no Espírito Santo atribuir ao Filho todos os atributos de deidade, e entregá-Lo toda a honra e a glória contida em todos os nome e títulos da Trindade exceto aqueles que expressam relacionamento (ver alíneas b, c, e d) e assim honrar ao Filho assim como honramos ao Pai. João 5.22-23, 1 Pedro 1.8, Apocalipse 5.6-14, Filipenses 2.8-9, Apocalipse 7.9-10, 4.8-11.
  • 16. 3. A Deidade do Senhor Jesus Cristo O Senhor Jesus Cristo é o eterno Filho de Deus. a. A sua concepção virginal (Mat 1.23, Lc 1.31, 35). b. A sua vida imaculada (Hb 7.26, I Pe 2.22). c. A sua obra substituidora na cruz (I Co 15.3, II Co 5.21) d. Sua ressurreição corporal dentre os mortos (Mt 28.6, Lc 24.39, I Co 15.4) e. Sua exaltação ao lado direito de Deus (At 1.9, 11, 2.33; Fp2.9-11, Hb 1.3)
  • 17.
  • 18. Concílio de Calcedônia Fiéis aos santos pais, todos nós, perfeitamente unânimes, ensinamos que se deve confessar um só e mesmo Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, perfeito quanto à divindade e perfeito quanto à humanidade, verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem, constando de alma racional e de corpo; consubstancial ao Pai, segundo a divindade, e consubstancial a nós, segundo a humanidade; “em todas as coisas, semelhante a nós, excetuando o pecado”, gerado, segundo a divindade, antes dos séculos pelo Pai e, segundo a humanidade, por nós e para nossa salvação, gerado da Virgem Maria, mãe de Deus. Um só e mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigênito, que se deve confessar, em duas naturezas, inconfundíveis e imutáveis, conseparáveis e indivisíveis. A distinção de naturezas de modo algum é anulada pela união, mas, pelo contrário, as propriedades de cada natureza permanecem intactas, concorrendo para formar uma só pessoa e subsistência; não dividido ou separado em duas pessoas, mas um só e o mesmo Filho Unigênito, Deus Verbo, Jesus Cristo Senhor, conforme os profetas outrora a seu respeito testemunharam, e o mesmo Jesus Cristo nos ensinou e o credo dos pais nos transmitiu (Concílio de Calcedônia - BETTENSON, 1998, p. 101).
  • 19. 4. A Queda do Homem 5. A Salvação do Homem Pf. Eduardo Sales
  • 20. 4. A Queda do Homem O Homem foi criado (Natural e Moralmente) bom e justo, pois disse Deus, “Façamos ao homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança.” (Gênesis 1.26-27, 2.17, 3.6; Romanos 5.12-19) Natureza Humana após a Queda: O Homenzinho Torto (Naturalmente Torto-Pecado Original) Nasce Condenado: Crianças que morrem sem Cristo vão para o Inferno e, só serão salvos os que forem desentortados por Cristo, ou seja, os Eleitos. (É a concepção de Agostinho, Calvino e das Igrejas da Reforma - ) O Homenzinho Torto (Moralmente Torto) Nasce Condenado: Crianças são salvas pela inocência (Não possuem poder de decisão moral), os moralmente tortos só serão salvos pela decisão moral em Cristo ou por Cristo. Homenzinho reto, mas longe de Deus. Nasce longe de Deus (Moralmente e Naturalmente Alienado), Crianças são salvas pela inocência em Cristo, o homem tem o poder de decisão moral, mas não a capacidade de transformação natural, por isso, para ser salvo precisa estar unido a Cristo.
  • 21. O Homem tem o poder de Não Pecar? Não: O Homem não tem o poder de Não pecar. Teoria de Agostinho, o Homem nasce naturalmente torto, e somente os eleitos são desentortados por Cristo. Sim: O Homem tem o poder de Não Pecar. Teoria de Pelágio, Armínio e da maioria dos pentecostais. Somente aquele que perseverar até o fim será salvo! A Salvação é de Deus, mas exige transformação no ser humano.
  • 22. 4. A Queda do Homem No entanto, caiu o homem por transgressão voluntária e deliberada, assim, incorreu não apenas em morte física, mas também em morte espiritual (metáfora), que é separação de Deus. .” (Gênesis 1.26-27, 2.17, 3.6; Romanos 5.12-19) Transgressão Voluntária: Liberdade de Arbítrio: Culpa e Julgamento Sem o Arbítrio, Deus torna-se o culpado pelo Pecado Morte Espiritual/Separação de Deus: Pecado: Transgressão; oposição; egoismo; Rebelião Distância e Aproximação.
  • 23. O Que nós cremos: Pentecostais Deus em Cristo salva todo os que crerem Deus Criou o Homem Bom Os que crêem são Salvos Natureza e Vontade Caída/Alienada Distante de Deus Capaz de Crer e incapaz de mudar a natureza O Homem Escolheu Pecar Os que não crêem são condenados Tradicionais Deus Criou o Homem Bom Deus em Cristo salva os Eleitos Os Eleitos serão ajudados por Deus para que nenhuma se perca. O Homem Escolheu Pecar Natureza totalmente Corrompida Totalmente Incapaz de fazer o bem Os Não salvos são aqueles que foram eleitos para condenação
  • 24. 5. A Salvação do Homem A única esperança de redenção é através do sangue vertido por Jesus Cristo, Filho de Deus. Não pelas Obras Não pela eleição incondicional Não pela fé infusa Unicamente pela fé (resposta) em Cristo como nosso Salvador Porta Eleitos como no Espelho
  • 25. Condição para a Salvação É absolutamente necessário o novo nascimento pela fé em Cristo(Testemunhado) e pelo poder atuante do Espírito Santo e da (prática da) Palavra de Deus, para tornar o homem arrependido de seus pecadosdigno do reino dos céus, João 3.3-8. Da mesma forma, é imprescindível o arrependimento a Deus e fé no sangue de Jesus Cristo para o perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma, recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor, (Atos 10.43; Romanos 10.13; 3.24-26; Hebreus. 7.25; 5.9; Lucas 24.47, João 3.3, Efésios 2.8, Tito 2.11, 3.5-7).
  • 26. 5. A Salvação do Homem As Evidências da Salvação A evidência interna da salvação é o direto testemunho do Espírito (Romanos 8.16) A evidência externa a todos os homens é uma vida de justiça e verdadeira santidade (Efésios 4.24, Tito 2.12)
  • 27. Pf. Eduardo Sales 6 a 12: A IgrejaOrdenanças, Espírito Santo, Santificação, Missão e Cura Divina
  • 28. 6. As Ordenanças da Igreja a. Batismo nas Águas: A ordenança do batismo por imersão do corpo inteiro é ordenada nas Escrituras. Todos quantos se arrependem e crêemem Cristo como Salvador e Senhor devem ser batizados. Dessa forma, eles declaram ao mundo que tem morrido com Cristo e que também tem ressuscitado com Eleafim de andar em novidade de vida. Mt 28.19, Mc 16.16, At 10.47-48, Rm 6.4 Batismo perdoa Pecados? (Símbolo e o Simulacro) O Sentido escatológico do Batismo (MT 3:1-9) Sentido contínuo do Batismo (Não iniciação, mas desenvolvimento)
  • 29. 6. As Ordenanças da Igreja b. A Ceia do Senhor: A Ceia do Senhor não é transubstanciação e nem consubstanciação. A Ceia do Senhor, que consiste dos elementos - pão e o fruto da vide - é o “santíssimo” símbolo que expressa nossa participação na natureza divina de nosso Senhor Jesus Cristo (2 Pedro 1.4); é um memorial sacroe soleníssimo do “seu sofrimento e da sua morte” (1 Coríntios 11.26); e uma profecia de sua segunda vinda (1Co 11:26); e é ordenada para todos os membros, em comunhão “até que Ele venha!” Símbolo da Morte ou Símbolo da Vitória? Comunhão de Mesa? (Dar Graças pelo alimento ou pela comunhão) A Ceia é Santa? A Ceia Abençoa? Confere Graça? (Ceia para Pecadores Remidos) Deixar de tomar a Ceia é Negar Cristo!
  • 30. 7 - Batismo no Espírito Santo Todos os crentes são incentivados a buscarem e devem ardentemente esperar, e sinceramente buscar a promessa do Pai, o batismo no Espírito Santo, de acordo com o mandamento de nosso Senhor Jesus Cristo. Esta foi a experiência normal de todos, nos primórdios da igreja Cristã. Com esta experiência, vêm o atributo de poder para vida e serviço, o recebimento dos dons para capacitação ao trabalho do ministério (Lucas 24.49, Atos 1.4, 8, 1 Coríntios 12.1-3 1). (Erros Tradicionais e Pentecostais) Esta experiência é distinta de e subseqüente à experiência do novo nascimento (Atos 8.12-17, 10.44-46, 11.14-16, 15.7-9). Com o batismo noEspírito Santo acompanham-se tais experiências como,uma abundância transbordante do Espírito (João 7.37-39, Atos 4.8), uma reverência profunda por Deus (Atos 2.43, Hebreus 12.28), uma consagração intensificada a Deus e maior dedicação a Sua obra (Atos 2.42), e um amor mais ativo por Cristo, pela sua Palavra e pela salvação do perdido (Marcos 16.20). (Segunda Benção e o Fruto do Espírito).
  • 31. 8 - Evidência Física Inicial do Batismo no Espírito Santo O batismo de crentes no Espírito Santo é testificado pelo sinal físico inicial de falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concede que falem (Atos 2.4). O falar em línguas como evidência inicial difere do dom de línguas em propósito e uso (1 Coríntios 12.4-10, 28), mas é semelhante em essência.
  • 32. 9 - Santificação Santificação é um ato de separação daquilo que é perverso, e de dedicação a Deus (Romanos 12.1-2, I Tessalonicenses 5.23, Hebreus 13.12). As Escrituras ensinam uma vida de “santidade, sem a qual ser humano nenhum verá o Senhor” (Hebreus 12.14). Pelo poder do Espírito Santo, nós somos capazes de obedecer ao mandamento. “Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pedro 1.15,16). Santificação é realizada no crente pelo reconhecimento de nossa identificação individual com Cristo em sua morte e ressurreição, e pela fé, crendo diariamente no fato desta união, e oferecendo todas as faculdades do nosso ser continuamente ao domínio do Espírito Santo (Romanos 6.1-11, 13, Romanos 8.1-2, 13, Gálata 2.20, 1 Pedro 1.5, Filipenses 2.12-13).
  • 33. Santidade: Pureza e Impureza Santidade só é separação quando a definição de pecado é impureza. Assim, Separação é o ato de não misturar, não secularizar, separar, purificar. Para os fariseus que entendiam o pecado como impureza, tinham na santidade (principalmente a externa) um sinal de purificação. Na Filosofia Platônica Santidade é separação da carne e de seus efeitos. Qual o conceito e Santidade na Parábola do Filho Pródigo? Fariseus e Sacerdotes - “Puros” Samaritano – Impuro O Impuro foi santo, e os santos tornaram-se Impuros.
  • 34. 10. A Igreja e a sua Missão A Igreja é o corpo de Cristo, a habitação de Deus através do Espírito, com designações divinas para o cumprimento da sua grande comissão. Cada crente, nascido do Espírito, é uma parte integral da Assembleia universal e igreja dos primogênitos, que está escrita no céu (Efésios 1.22-23, 2.22, Hebreus 12.23). Igreja como Comunidade do Espírito Igreja como Comunidade dos Pecadores Remidos Igreja como Missionário de Deus
  • 35. 10. A Igreja e a sua Missão Sendo que o propósito de Deus para com o homem é de buscar e salvar o que se havia perdido, ser adorado pelo homem, e edificar um corpo de crentes de acordo com a imagem do seu Filho, o propósito primordial pelo qual existem as Assembléias de Deus como parte da igreja é de. a. Ser uma agência de Deus para a evangelização do mundo (Atos 1.8, Mateus 28.19-20, Marcos 16.15-16). b. Ser um corpo no qual o homem pode adorar a Deus (1 Coríntios 12.13, Romanos 12.1,2, João 4.22-24). c. Ser um canal do propósito de Deus para edificar um corpo de santos sendo aperfeiçoados na imagem de seu Filho (Efésios 4.11-16, 1 Coríntios 12.28, 1 Coríntios 14.12). d. Ser um canal de serviço dos propósitos de Deus para a sociedade onde está inserida, revelando, com relevância, a santidade, a justiça e o amor de Deus (Mateus 5.13-16, Mateus 20.28, Atos 2.47).
  • 36. 10.1. Missão da Igreja e o Espírito Santo A Assembleia de Deus crê que este propósito para a igreja somente pode ser cumprido segundo a vontade do Senhor, no poder do Espírito Santo, cujo ministério existe expressamente para dar ênfase contínua na vida da igreja no padrão apostólico do Novo Testamento através do ensino e incentivo aos crentes para serem batizados no Espírito Santo. Esta experiência: a. Capacita-os a evangelizar no poder do Espírito Santo e com sinais sobrenaturais que os acompanham (Marcos 16.15-20, Atos 4.29-31, Hebreus 2.3-4). b. Amplia a disposição de exercer adoração a Deus (1 Coríntios 2.10-16, 1 Coríntios 12-14). c. Capacita os crentes a produzirem o fruto do Espírito Santo e exercerem os dons e os ministérios como nos tempos do Novo Testamento, para a edificação do corpo de Cristo (Gálatas 5.22-26, 1 Coríntios 14.12, Efésios 4.11-12, 1 Coríntios 12.28, Colossenses 1.29) bem como para ser em santidade, justiça e amor, por meio do serviço cristão, relevante, para aqueles que não conhecem a Cristo.(Mateus 5.13-16, Mateus 20.28).
  • 37. 11. O Ministério Um ministério divinamente chamado e biblicamente ordenado foi providenciado pelo nosso Senhor para o quadruplo propósito de liderar a Igreja na. a. Evangelização do mundo (Isaías 52.10, Lucas 24.47, Marcos 16.15-20, Atos 2.38, Romanos 10.18, Colossenses 1.23). b. Adoração a Deus (Salmo 50.12, João 4.23-24, Romanos 12.1, 1 Pedro 2.5). c. Edificação de um corpo de santos sendo aperfeiçoados na imagem do filho de Deus (Efésios 4.11-16, 1 Coríntios 12.28, Romanos 12.6-8). d. Serviço Cristão a Deus, à igreja e aos ser humano, imagem e semelhança do Senhor (Tiago 1.27,Tiago 2.17, Hebreus 13.1-3, Romanos 12.9-11,13,20).
  • 38. 12. Cura Divina Cura divina é uma parte integral do evangelho. Libertação da enfermidade é providenciada na Expiação, e é o privilégio de todos os crentes (Isaías 53.4-5, Mateus 8.16-17, Tiago 5.14-16).
  • 39. Pf. Eduardo Sales 13-16: Últimas CoisasPré-Milenismo; Pré-Tribulacionismo;Reino Milenial de Cristo; Julgamento Final; Novo Céu e Nova Terra.
  • 40. 13. Segunda vinda pré-milenial de Cristo. Cremos que a segunda vinda de Cristo ocorrerá em duas fases distintas. Primeira – invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da grande tribulação;Segunda – visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos, 1 Tes: 17; 1 Co; 15.51-54; Ap 20.4; Zac 14.5; Judas 4.
  • 41.
  • 42. Arrebatamento – Pré-Tribulacional O fato constituído da ressurreição daqueles que dormem em Cristo com o arrebatamento concomitante dos que estiverem vivos por ocasião da segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja (Rm 8.23, Tito 2.13, 1 Co 15.51-52). Ato contínuo,todos os cristãos comparecerão ante ao Tribunal de Cristo, para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra, 2 Co 5.10. Erros e Heresias Modernas: Abandono da Esperança Messiânica A Demora do Noivo. Substituição do Reino Milenar pelo Reino Atual Esperança no Céu X Esperança na Terra Evangelho sem Sofrimento Preservação da Igreja?
  • 43. 14. O Reino Milenial de Cristo A segunda vinda de Cristo inclui o arrebatamento dos santos, que é a nossa bendita esperança, seguido pelo retorno visível de Cristo com os Seus santos para reinar na terra por mil anos (Zacarias 14.5, Mateus 24.27-30, Apocalipse 1.7, 19.11-14, 20.1-6). Este reinado milenial, a Teocracia, por meio de Cristo na Terra, trará a salvação da nação de Israel (Ezequiel 37.21-22; Sofonias 3.19-20, Romanos 11.26-27) e o estabelecimento da paz universal (Isaías 11.6-9, Salmo 72.3-8, Miquéias 4.3-4).
  • 44. 15. O Julgamento Final Haverá um Julgamento Finalocasião em que os ímpios que morreram serão levantados e julgados de acordo com suas obras.Todo aquele que não é encontrado escrito no Livro da Vida, junto ao diabo e seus anjos, a besta e o falso profeta, serão entregues ao castigo perpétuo no lago que queima com fogo e enxofre, que é a segunda morte (Mateus 25.46, Marcos 9.43-48, Apocalipse 19.20, 20.11-15, 21.8).
  • 45. 16. O Novo Céu e a Nova Terra “Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça.” (2 Pedro 3.13, Apocalipse 21, 22).