Confissão de Fé Pentecostal

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Confissão de Fé Pentecostal

  1. 1. Confissão Religiosa da Assembléia de Deus em Maringá<br />Pf. Eduardo Sales de Lima<br />
  2. 2. Definição e Histórico das Confissões<br />Confissões: Marcas de Soberania<br />Credo: Possui duas definições, a Primeira, mais corrente, é da liturgia católica, o título de uma oração da Igreja que representava as principais crenças da Igreja Primitiva. Na Segunda opção é um conjunto de princípios, normas, preceitos, crenças por que se pauta uma pessoa, uma comunidade<br />Dogma: ponto fundamental de uma doutrina religiosa, apresentado como certo e indiscutível, uma verdade absoluta. <br />A principal confissão luterana é a confissão de Augsburg, apresentada ao imperador em 1530. O catecismo maior e menor de Lutero, ambos preparados em 1529. Por ultimo e mais desenvolvida, a Fórmula de Concórdia, de 1577, contem a afirmação mais completamenta da fé luterana.<br />Somada a essas confissões estão as confissões da igreja reformada, ou calvinista. A segunda confissão Helvética, 1564, considerada a mais de mais elevada autoridade pelas igrejas reformadas. <br />O Catecismo de Heidelberg, 1562 é a confissão de fé das igrejas reformadas na Holanda, Alemanha. Os cânones mais recentes são o Sínodo de Durst, 1618, e a confissão de Westminster em 1658.<br />
  3. 3. Confissão de Fé da Assembléia de Deus de 1916<br />Verdades Fundamentais<br />A Biblia é nossa única e suficiente regra de Fé e Prática. <br />Único e Verdadeiro Deus.<br /> Homem, queda e redenção.<br />A Salvação do Homem. <br />Batismo nas águas. <br />A Divindade de Cristo <br />A promessa do Pai (Batismo com o Espírito Santo) <br />A Evidência do Batismo no Espírito Santo<br />Santificação<br />A Igreja é o corpo de Cristo<br />O Ministério de Evangelização<br />Cura Divina<br />A Benção da Esperança na Ressurreição em Cristo<br />O Reino Milenial de Cristo<br />O Lago de Fogo<br />O Novo Céu e a Nova Terra<br />
  4. 4. As Escrituras Inspiradas<br />As escrituras, AT e NT, são verbalmente inspiradas por Deus, e constituem a revelação de Deus para o Homem, a infalível e autoritária regra de fé e conduta (2Tm 3:15-17; 1Tss 2:13; 2Pe 1:21) <br />Revelação e Preservação da Revelação<br />Inspiração plenário Verbal<br />Revelação na Vida, Escrituras são a preservação da Revelação<br />Histórico e Motivo das Doutrinas<br />A s Confissões refromadas<br />As Indulgências<br />A Tradição e a Bíblia<br />Pentecostais<br />O Texto de Hb 1:1-2<br />Deus ainda se Revela?<br />O Livro de Atos dos Apóstolos<br />Erros e Excessos (Função reguladora das Escrituras)<br />
  5. 5. 2. O Único e Verdadeiro Deus3. A divindade de Cristo<br />Pf. Eduardo Sales<br />
  6. 6. A Trindade<br />Os termos trindade e pessoas, relacionados a Deidade, embora não encontrados nas Escrituras, são palavras em harmonia com as Escrituras, através dos quais podemos depreender nossa compreensão imediata da doutrina de Cristo respeitando o Ser de Deus, distinguido de “muitos deuses e muitos senhores.” Nós, portanto podemos falar com propriedade do Senhor nosso Deus, que é Um Senhor, como uma trindade ou como um Ser de três pessoas e todavia absolutamente bíblico. <br />Mt 28:19 19 Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;<br />2Co 13:14 A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós.<br />Jo 14:16-17 E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós.<br />
  7. 7.
  8. 8. Distinção e Relacionamento na Trindade<br />Cristo ensinou a distinção de pessoas na trindade, que expressou em termos específicos de relacionamento, como Pai, Filho e Espírito Santo, mas que esta distinção e relacionamento é inescrutável e incompreensível, porque inexplicado, depreende-se pela fé. <br />Lucas 1.35, <br />1 Coríntios 1.24, <br />Mateus 11.25-27, 28.19, <br />1 Coríntios 13.14, <br />1 João 1.3-4.<br />
  9. 9.
  10. 10. Unidade do Pai, Filho e Espírito Santo<br />Consequentemente, portanto, existe aquilo que, no Pai, o constitui como Pai e não o Filho; existe aquilo no Filho que o constitui como Filho e não o Pai; existe aquilo no Espírito Santo que o constitui o Espírito Santo e não o Pai e nem o Filho. Sendo assim, o Pai é o que gera; o Filho é o unigênito do Pai; e o Espírito Santo é o que procede do Pai e do Filho. Logo, porque estas três pessoas na Trindade estão em um estado de unidade, existe somente um Senhor Deus Todo Poderoso e o seu nome é um.<br />João 1.18, 15.26, 17.11, 21;<br /> Zacarias 14.9.<br />
  11. 11. Identidade e Cooperação na Trindade<br />O Pai, o Filho, e o Espírito Santo nunca são idênticos como pessoas, nem confusos quanto à ação, nem divididos em respeito à Trindade, nem opostos na cooperação. <br />O Filho está no Pai e o Pai está no Filho, quanto ao relacionamento. O Filho está no Pai e o Pai está no Filho, quanto à comunhão. O Pai não provém do Filho, mas o Filho provém do Pai, quanto à autoridade. <br />O Espírito Santo é procedente do Pai e do Filho, quanto à natureza, relacionamento, cooperação e autoridade. <br />Assim sendo, nenhuma pessoa da Trindade existe ou trabalha separadamente ou independentemente das outras <br />João 5.17-30, 32, 37; <br />João 8.17-18 <br />
  12. 12.
  13. 13. Concílio de Nicéia<br />Cremos em um só Deus, Pai onipotente, Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis; e em um só Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus; gerado do Pai, unigênito, isto é, da substância do Pai, Deus de Deus, Luz de Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado não feito, de uma só substância com o Pai, pelo qual foram feitas todas as coisas, as que estão no céu e as que estão na terra; o qual, por nós homens e por nossa salvação, desceu, se encarnou e se fez homem, e sofreu e ressuscitou ao terceiro dia, subiu ao céu, e novamente deve vir para julgar os vivos e os mortos; e no Espírito Santo (BETTENSON, 1998, p. 62).<br />Ortodoxia: A mesma essência em Três substâncias.<br />PAI<br />FILHO<br />ESPÍRITO SANTO<br />
  14. 14. O Título: Senhor Jesus Cristo. A denominação, “Senhor Jesus Cristo”, é um nome próprio. Nunca é aplicado, no Novo Testamento, ao Pai ou ao Espírito Santo. Pertence portanto exclusivamente ao Filho de Deus. <br />Romanos 1.1-3, 7; 2 João 3 <br />O Título, Filho de Deus . Como o nome Emanuel inclui ambos Deus e homem em uma pessoa, nosso Senhor Jesus Cristo, procede que o título Filho de Deus descreve a sua própria deidade, e que o título Filho do Homem a sua própria humanidade. Portanto, o título Filho de Deus pertence à ordem da eternidade, e o título Filho do Homem à ordem do tempo. <br />Mateus 1.21-23, 1 João 3.8, Hebreus 7.3, 1.1-13). <br />f. O Senhor Jesus Cristo, Deus conosco.O Senhor Jesus Cristo, devido a sua natureza eterna e divina, é o próprio e unigênito do Pai, mas devido a sua natureza humana, Ele é o próprio Filho do Homem. Ele é, portanto, reconhecidamente ambos Deus e homem, e porque é Deus e homem, é Emanuel, Deus conosco. <br />Mateus 1.23, 1 João 4.2, 10.14, Apocalipse 1.13,17. <br />
  15. 15. h. Exaltação de Jesus Cristo como Senhor. O Filho de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo, havendo por si só purgado nosso pecados, assentou-se à direita da Majestade nos céus, anjos e principados e potestade tendo sido feito sujeitos a Ele. E havendo sido feito ambos Senhor e Cristo, Ele enviou ao Espírito Santo para que nós, no nome de Jesus, pudéssemos dobrar nossos joelhos e confessar que Jesus Cristo é o Senhor para a glória de Deus o Pai até o fim, quando o Filho há de sujeitar-se ao Pai para que Deus seja tudo em todo. <br />Hebreus 1.3, 1 Pedro 3.22, Atos 2.32-36, Romanos 14.11, 1 Coríntios 15.24-28. <br />i. Honra igual ao Pai e ao Filho. Portanto, como o Pai tem descarregado todo julgamento no Filho, não é apenas o expresso dever de todos no céu e na terra dobrarem seus joelhos, mas é um gozo indizível no Espírito Santo atribuir ao Filho todos os atributos de deidade, e entregá-Lo toda a honra e a glória contida em todos os nome e títulos da Trindade exceto aqueles que expressam relacionamento (ver alíneas b, c, e d) e assim honrar ao Filho assim como honramos ao Pai. <br />João 5.22-23, 1 Pedro 1.8, Apocalipse 5.6-14, Filipenses 2.8-9, Apocalipse 7.9-10, 4.8-11.<br />
  16. 16. 3. A Deidade do Senhor Jesus Cristo <br />O Senhor Jesus Cristo é o eterno Filho de Deus.<br /> a. A sua concepção virginal (Mat 1.23, Lc 1.31, 35). <br /> b. A sua vida imaculada (Hb 7.26, I Pe 2.22). <br /> c. A sua obra substituidora na cruz (I Co 15.3, II Co 5.21) <br /> d. Sua ressurreição corporal dentre os mortos (Mt 28.6, Lc 24.39, I Co 15.4) <br /> e. Sua exaltação ao lado direito de Deus (At 1.9, 11, 2.33; Fp2.9-11, Hb 1.3) <br />
  17. 17.
  18. 18. Concílio de Calcedônia<br />Fiéis aos santos pais, todos nós, perfeitamente unânimes, ensinamos que se deve confessar um só e mesmo Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, perfeito quanto à divindade e perfeito quanto à humanidade, verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem, constando de alma racional e de corpo; consubstancial ao Pai, segundo a divindade, e consubstancial a nós, segundo a humanidade; “em todas as coisas, semelhante a nós, excetuando o pecado”, gerado, segundo a divindade, antes dos séculos pelo Pai e, segundo a humanidade, por nós e para nossa salvação, gerado da Virgem Maria, mãe de Deus. Um só e mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigênito, que se deve confessar, em duas naturezas, inconfundíveis e imutáveis, conseparáveis e indivisíveis. A distinção de naturezas de modo algum é anulada pela união, mas, pelo contrário, as propriedades de cada natureza permanecem intactas, concorrendo para formar uma só pessoa e subsistência; não dividido ou separado em duas pessoas, mas um só e o mesmo Filho Unigênito, Deus Verbo, Jesus Cristo Senhor, conforme os profetas outrora a seu respeito testemunharam, e o mesmo Jesus Cristo nos ensinou e o credo dos pais nos transmitiu (Concílio de Calcedônia - BETTENSON, 1998, p. 101). <br />
  19. 19. 4. A Queda do Homem 5. A Salvação do Homem <br />Pf. Eduardo Sales<br />
  20. 20. 4. A Queda do Homem<br />O Homem foi criado (Natural e Moralmente) bom e justo, pois disse Deus, “Façamos ao homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança.” (Gênesis 1.26-27, 2.17, 3.6; Romanos 5.12-19) <br />Natureza Humana após a Queda:<br />O Homenzinho Torto (Naturalmente Torto-Pecado Original)<br /> Nasce Condenado: Crianças que morrem sem Cristo vão para o Inferno e, só serão salvos os que forem desentortados por Cristo, ou seja, os Eleitos. <br /> (É a concepção de Agostinho, Calvino e das Igrejas da Reforma - )<br />O Homenzinho Torto (Moralmente Torto)<br />Nasce Condenado: Crianças são salvas pela inocência (Não possuem poder de decisão moral), os moralmente tortos só serão salvos pela decisão moral em Cristo ou por Cristo.<br />Homenzinho reto, mas longe de Deus.<br />Nasce longe de Deus (Moralmente e Naturalmente Alienado), Crianças são salvas pela inocência em Cristo, o homem tem o poder de decisão moral, mas não a capacidade de transformação natural, por isso, para ser salvo precisa estar unido a Cristo.<br />
  21. 21. O Homem tem o poder de Não Pecar?<br />Não: O Homem não tem o poder de Não pecar. Teoria de Agostinho, o Homem nasce naturalmente torto, e somente os eleitos são desentortados por Cristo. <br />Sim: O Homem tem o poder de Não Pecar. Teoria de Pelágio, Armínio e da maioria dos pentecostais. Somente aquele que perseverar até o fim será salvo! A Salvação é de Deus, mas exige transformação no ser humano.<br />
  22. 22. 4. A Queda do Homem<br />No entanto, caiu o homem por transgressão voluntária e deliberada, assim, incorreu não apenas em morte física, mas também em morte espiritual (metáfora), que é separação de Deus. .” (Gênesis 1.26-27, 2.17, 3.6; Romanos 5.12-19) <br />Transgressão Voluntária:<br />Liberdade de Arbítrio: Culpa e Julgamento<br />Sem o Arbítrio, Deus torna-se o culpado pelo Pecado<br />Morte Espiritual/Separação de Deus:<br />Pecado: Transgressão; oposição; egoismo; Rebelião<br />Distância e Aproximação.<br />
  23. 23. O Que nós cremos:<br />Pentecostais<br />Deus em Cristo salva todo os que crerem <br />Deus Criou o Homem Bom<br />Os que crêem são Salvos<br />Natureza e Vontade Caída/Alienada<br />Distante de Deus Capaz de Crer e incapaz de mudar a natureza<br />O Homem Escolheu Pecar<br />Os que não crêem são condenados<br />Tradicionais<br />Deus Criou o Homem Bom<br />Deus em Cristo salva os Eleitos<br />Os Eleitos serão ajudados por Deus para que nenhuma se perca.<br />O Homem Escolheu Pecar<br />Natureza totalmente Corrompida<br />Totalmente Incapaz de fazer o bem<br />Os Não salvos são aqueles que foram eleitos para condenação<br />
  24. 24. 5. A Salvação do Homem <br />A única esperança de redenção é através do sangue vertido por Jesus Cristo, Filho de Deus. <br />Não pelas Obras<br />Não pela eleição incondicional<br />Não pela fé infusa<br />Unicamente pela fé (resposta) em Cristo como nosso Salvador<br />Porta<br />Eleitos como no Espelho<br />
  25. 25. Condição para a Salvação<br />É absolutamente necessário o novo nascimento pela fé em Cristo(Testemunhado) e pelo poder atuante do Espírito Santo e da (prática da) Palavra de Deus, para tornar o homem arrependido de seus pecadosdigno do reino dos céus, João 3.3-8. <br />Da mesma forma, é imprescindível o arrependimento a Deus e fé no sangue de Jesus Cristo para o perdão dos pecados, <br />na salvação presente e perfeita <br />e na eterna justificação da alma, <br />recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor, <br />(Atos 10.43; Romanos 10.13; 3.24-26; Hebreus. 7.25; 5.9; Lucas 24.47, João 3.3, Efésios 2.8, Tito 2.11, 3.5-7). <br />
  26. 26. 5. A Salvação do Homem<br />As Evidências da Salvação <br />A evidência interna da salvação é o direto testemunho do Espírito<br /> (Romanos 8.16)<br />A evidência externa a todos os homens é uma vida de justiça e verdadeira santidade <br />(Efésios 4.24, Tito 2.12) <br />
  27. 27. Pf. Eduardo Sales<br />6 a 12: A IgrejaOrdenanças, Espírito Santo, Santificação, Missão e Cura Divina<br />
  28. 28. 6. As Ordenanças da Igreja <br />a. Batismo nas Águas: A ordenança do batismo por imersão do corpo inteiro é ordenada nas Escrituras. Todos quantos se arrependem e crêemem Cristo como Salvador e Senhor devem ser batizados. Dessa forma, eles declaram ao mundo que tem morrido com Cristo e que também tem ressuscitado com Eleafim de andar em novidade de vida. Mt 28.19, Mc 16.16, At 10.47-48, Rm 6.4<br />Batismo perdoa Pecados? <br />(Símbolo e o Simulacro)<br />O Sentido escatológico do Batismo <br /> (MT 3:1-9)<br />Sentido contínuo do Batismo (Não iniciação, mas desenvolvimento)<br />
  29. 29. 6. As Ordenanças da Igreja <br />b. A Ceia do Senhor: A Ceia do Senhor não é transubstanciação e nem consubstanciação. A Ceia do Senhor, que consiste dos elementos - pão e o fruto da vide - é o “santíssimo” símbolo que expressa nossa participação na natureza divina de nosso Senhor Jesus Cristo (2 Pedro 1.4); é um memorial sacroe soleníssimo do “seu sofrimento e da sua morte” (1 Coríntios 11.26); e uma profecia de sua segunda vinda (1Co 11:26); e é ordenada para todos os membros, em comunhão “até que Ele venha!” <br />Símbolo da Morte ou Símbolo da Vitória?<br />Comunhão de Mesa? <br />(Dar Graças pelo alimento ou pela comunhão)<br />A Ceia é Santa? A Ceia Abençoa? Confere Graça? (Ceia para Pecadores Remidos)<br />Deixar de tomar a Ceia é Negar Cristo!<br />
  30. 30. 7 - Batismo no Espírito Santo<br />Todos os crentes são incentivados a buscarem e devem ardentemente esperar, e sinceramente buscar a promessa do Pai, o batismo no Espírito Santo, de acordo com o mandamento de nosso Senhor Jesus Cristo. Esta foi a experiência normal de todos, nos primórdios da igreja Cristã. Com esta experiência, vêm o atributo de poder para vida e serviço, o recebimento dos dons para capacitação ao trabalho do ministério (Lucas 24.49, Atos 1.4, 8, 1 Coríntios 12.1-3 1). (Erros Tradicionais e Pentecostais)<br />Esta experiência é distinta de e subseqüente à experiência do novo nascimento (Atos 8.12-17, 10.44-46, 11.14-16, 15.7-9). Com o batismo noEspírito Santo acompanham-se tais experiências como,uma abundância transbordante do Espírito (João 7.37-39, Atos 4.8), uma reverência profunda por Deus (Atos 2.43, Hebreus 12.28), uma consagração intensificada a Deus e maior dedicação a Sua obra (Atos 2.42), e um amor mais ativo por Cristo, pela sua Palavra e pela salvação do perdido (Marcos 16.20). (Segunda Benção e o Fruto do Espírito).<br />
  31. 31. 8 - Evidência Física Inicial do Batismo no Espírito Santo <br />O batismo de crentes no Espírito Santo é testificado pelo sinal físico inicial de falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concede que falem (Atos 2.4). O falar em línguas como evidência inicial difere do dom de línguas em propósito e uso (1 Coríntios 12.4-10, 28), mas é semelhante em essência. <br />
  32. 32. 9 - Santificação<br />Santificação é um ato de separação daquilo que é perverso, e de dedicação a Deus (Romanos 12.1-2, I Tessalonicenses 5.23, Hebreus 13.12). As Escrituras ensinam uma vida de “santidade, sem a qual ser humano nenhum verá o Senhor” (Hebreus 12.14). Pelo poder do Espírito Santo, nós somos capazes de obedecer ao mandamento. “Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pedro 1.15,16). Santificação é realizada no crente pelo reconhecimento de nossa identificação individual com Cristo em sua morte e ressurreição, e pela fé, crendo diariamente no fato desta união, e oferecendo todas as faculdades do nosso ser continuamente ao domínio do Espírito Santo (Romanos 6.1-11, 13, Romanos 8.1-2, 13, Gálata 2.20, 1 Pedro 1.5, Filipenses 2.12-13). <br />
  33. 33. Santidade: Pureza e Impureza<br />Santidade só é separação quando a definição de pecado é impureza. Assim, Separação é o ato de não misturar, não secularizar, separar, purificar.<br />Para os fariseus que entendiam o pecado como impureza, tinham na santidade (principalmente a externa) um sinal de purificação.<br />Na Filosofia Platônica Santidade é separação da carne e de seus efeitos. <br />Qual o conceito e Santidade na Parábola do Filho Pródigo?<br />Fariseus e Sacerdotes - “Puros”<br />Samaritano – Impuro<br />O Impuro foi santo, e os santos tornaram-se Impuros.<br />
  34. 34. 10. A Igreja e a sua Missão <br />A Igreja é o corpo de Cristo, a habitação de Deus através do Espírito, com designações divinas para o cumprimento da sua grande comissão. Cada crente, nascido do Espírito, é uma parte integral da Assembleia universal e igreja dos primogênitos, que está escrita no céu (Efésios 1.22-23, 2.22, Hebreus 12.23). <br />Igreja como Comunidade do Espírito<br />Igreja como Comunidade dos Pecadores Remidos<br />Igreja como Missionário de Deus<br />
  35. 35. 10. A Igreja e a sua Missão <br /> Sendo que o propósito de Deus para com o homem é de buscar e salvar o que se havia perdido, ser adorado pelo homem, e edificar um corpo de crentes de acordo com a imagem do seu Filho, o propósito primordial pelo qual existem as Assembléias de Deus como parte da igreja é de.<br />a. Ser uma agência de Deus para a evangelização do mundo (Atos 1.8, Mateus 28.19-20, Marcos 16.15-16). <br />b. Ser um corpo no qual o homem pode adorar a Deus (1 Coríntios 12.13, Romanos 12.1,2, João 4.22-24). <br />c. Ser um canal do propósito de Deus para edificar um corpo de santos sendo aperfeiçoados na imagem de seu Filho (Efésios 4.11-16, 1 Coríntios 12.28, 1 Coríntios 14.12). <br />d. Ser um canal de serviço dos propósitos de Deus para a sociedade onde está inserida, revelando, com relevância, a santidade, a justiça e o amor de Deus (Mateus 5.13-16, Mateus 20.28, Atos 2.47). <br />
  36. 36. 10.1. Missão da Igreja e o Espírito Santo <br />A Assembleia de Deus crê que este propósito para a igreja somente pode ser cumprido segundo a vontade do Senhor, no poder do Espírito Santo, cujo ministério existe expressamente para dar ênfase contínua na vida da igreja no padrão apostólico do Novo Testamento através do ensino e incentivo aos crentes para serem batizados no Espírito Santo. Esta experiência:<br />a. Capacita-os a evangelizar no poder do Espírito Santo e com sinais sobrenaturais que os acompanham (Marcos 16.15-20, Atos 4.29-31, Hebreus 2.3-4). <br />b. Amplia a disposição de exercer adoração a Deus (1 Coríntios 2.10-16, 1 Coríntios 12-14). <br />c. Capacita os crentes a produzirem o fruto do Espírito Santo e exercerem os dons e os ministérios como nos tempos do Novo Testamento, para a edificação do corpo de Cristo (Gálatas 5.22-26, 1 Coríntios 14.12, Efésios 4.11-12, 1 Coríntios 12.28, Colossenses 1.29) bem como para ser em santidade, justiça e amor, por meio do serviço cristão, relevante, para aqueles que não conhecem a Cristo.(Mateus 5.13-16, Mateus 20.28). <br />
  37. 37. 11. O Ministério <br />Um ministério divinamente chamado e biblicamente ordenado foi providenciado pelo nosso Senhor para o quadruplo propósito de liderar a Igreja na. <br />a. Evangelização do mundo (Isaías 52.10, Lucas 24.47, Marcos 16.15-20, Atos 2.38, Romanos 10.18, Colossenses 1.23). <br />b. Adoração a Deus (Salmo 50.12, João 4.23-24, Romanos 12.1, 1 Pedro 2.5). <br />c. Edificação de um corpo de santos sendo aperfeiçoados na imagem do filho de Deus (Efésios 4.11-16, 1 Coríntios 12.28, Romanos 12.6-8). <br />d. Serviço Cristão a Deus, à igreja e aos ser humano, imagem e semelhança do Senhor (Tiago 1.27,Tiago 2.17, Hebreus 13.1-3, Romanos 12.9-11,13,20). <br />
  38. 38. 12. Cura Divina <br />Cura divina é uma parte integral do evangelho. Libertação da enfermidade é providenciada na Expiação, e é o privilégio de todos os crentes (Isaías 53.4-5, Mateus 8.16-17, Tiago 5.14-16). <br />
  39. 39. Pf. Eduardo Sales<br />13-16: Últimas CoisasPré-Milenismo; Pré-Tribulacionismo;Reino Milenial de Cristo; Julgamento Final; Novo Céu e Nova Terra. <br />
  40. 40. 13. Segunda vinda pré-milenial de Cristo. <br />Cremos que a segunda vinda de Cristo ocorrerá em duas fases distintas. Primeira – invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da grande tribulação;Segunda – visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos, 1 Tes: 17; 1 Co; 15.51-54; Ap 20.4; Zac 14.5; Judas 4. <br />
  41. 41.
  42. 42. Arrebatamento – Pré-Tribulacional<br />O fato constituído da ressurreição daqueles que dormem em Cristo com o arrebatamento concomitante dos que estiverem vivos por ocasião da segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja (Rm 8.23, Tito 2.13, 1 Co 15.51-52). Ato contínuo,todos os cristãos comparecerão ante ao Tribunal de Cristo, para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra, 2 Co 5.10.<br />Erros e Heresias Modernas:<br />Abandono da Esperança Messiânica<br />A Demora do Noivo.<br />Substituição do Reino Milenar pelo Reino Atual <br /> Esperança no Céu X Esperança na Terra<br /> Evangelho sem Sofrimento<br />Preservação da Igreja? <br />
  43. 43. 14. O Reino Milenial de Cristo <br />A segunda vinda de Cristo inclui o arrebatamento dos santos, que é a nossa bendita esperança, seguido pelo retorno visível de Cristo com os Seus santos para reinar na terra por mil anos (Zacarias 14.5, Mateus 24.27-30, Apocalipse 1.7, 19.11-14, 20.1-6). <br />Este reinado milenial, a Teocracia, por meio de Cristo na Terra, trará a salvação da nação de Israel (Ezequiel 37.21-22; Sofonias 3.19-20, Romanos 11.26-27) e o estabelecimento da paz universal (Isaías 11.6-9, Salmo 72.3-8, Miquéias 4.3-4). <br />
  44. 44. 15. O Julgamento Final <br />Haverá um Julgamento Finalocasião em que os ímpios que morreram serão levantados e julgados de acordo com suas obras.Todo aquele que não é encontrado escrito no Livro da Vida, junto ao diabo e seus anjos, a besta e o falso profeta, serão entregues ao castigo perpétuo no lago que queima com fogo e enxofre, que é a segunda morte (Mateus 25.46, Marcos 9.43-48, Apocalipse 19.20, 20.11-15, 21.8). <br />
  45. 45. 16. O Novo Céu e a Nova Terra <br />“Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça.” (2 Pedro 3.13, Apocalipse 21, 22). <br />

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