Neo panteismo

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Neo panteismo

  1. 1. NEO- PANTEÍSMO Erick Alves Fernando Henning João Paulo Furtado Luiz Augusto Kuczman
  2. 2. ÉPOCAS DE SURGIMENTO E PREDOMÍNIO.  Embora possuam representantes em todos os períodos históricos, popularizam-se ou surgem a partir do século XVIII.
  3. 3. BASE LITERÁRIA Seus textos são em geral filosóficos, embora possuam mais força doutrinária, não incorrendo porém em dogmas arbitrários.  MITOLOGIA  Acredita-se em geral no Monismo, um substância única que permeia todo o Universo num Ser único. São em geral reencarnacionistas e evolutivas. A desatribuição de qualidades do Ser supremo por vezes as confunde com o Ateísmo. 
  4. 4. SÍMBOLOS Diversos símbolos e mitos de diversas outras religiões são resgatados e reinterpretados, também não há representação específica do Ser Supremo mas pode haver de outros seres elevados.  RITUAIS  Em geral baseados no uso de "energias" da natureza. Não mais têm influência nos processos civis, sendo restritos a curas, proteção contra ameaças físicas e extrafísicas 
  5. 5. EXEMPLOS Espiritismo Kardecista*, Racionalismo Cristão, Neo-Gnosticismo, Teosofia, Wicca, "Esotéricas", etc.
  6. 6.  Origem  No século 19 um fenômeno agitou a Europa: “as mesas girantes”. Nos salões elegantes, após os saraus, as mesas eram alvo de curiosidade e de extensas reportagens, pois moviamse, erguiam-se no ar e respondiam a questões mediante batidas no chão .
  7. 7. O fenômeno chamou a atenção de um pesquisador sério : Hippolyte Leon Denizard Rivail. Rivail, pedagogo francês, fluente em diversos idiomas, autor de livros didáticos e adepto de rigoroso método de investigação científica, não aceitou de imediato os fenômenos das mesas girantes, mas estudou-os atentamente, observou que uma força inteligente as movia e investigou a natureza dessa força, que se identificou como: os “Espíritos dos homens” que haviam morrido. Rivail fez centenas de perguntas aos Espíritos, analisou as respostas, comparou-as e codificou-as, tudo submetendo ao crivo da razão, não aceitando e não divulgando nada que não passasse por esse crivo. Assim nasceu O Livro dos Espíritos. O professor Rivail imortalizou-se adotando o pseudônimo de Allan Kardec. A Doutrina codificada por ele tem caráter científico, religioso e filosófico
  8. 8. Segundo a visão espírita, os fenômenos mediúnicos são registrados em diversos lugares e épocas da História, desde a Antiguidade, sob diversas formas. Como exemplo dessa visão de realidade religiosa, refere-se: • A prática ancestral de culto aos antepassados • Na cultura da Grécia Antiga, a crença em que as almas dos mortos habitavam o submundo e que era possível entrar em contacto com eles • Os povos Celtas acreditavam que os espíritos regressavam ao mundo dos vivos em certas ocasiões • Os xamãs dos povos "primitivos" da Ásia e Oceania, também afirmam ter o dom de comunicação com o além.
  9. 9. Fundamentos gerais O espiritismo, apesar das diversas variações, de um modo geral fundamenta-se nos seguintes pontos: Crença num mundo dos espíritos; Possibilidade de os vivos entrarem em contacto com o espírito dos mortos; Essa comunicação é realizada com o auxílio de pessoas com determinadas capacidades - os médiuns, como por exemplo a chamada "escrita automática" (psicografia).
  10. 10. Não encontramos no espiritismo uma doutrina específica sobre a natureza de Deus e dos espíritos, mas um sincretismo bastante superficial, em que se justapõe elementos orientais (lei do Karma) e elementos Cristãos (lei da caridade)
  11. 11. LIVROS DA CODIFICAÇÃO
  12. 12. “O espiritismo não vem procurar os perfeitos, mas os que se esforçam em o ser, pondo em prática os ensinos dos espíritos. O verdadeiro espírita não é alcançou a meta, mas o que seriamente quer atingi-la. Sejam quais forem os seus antecedentes, será bom espírita desde que reconheça suas imperfeições e seja sincero e perseverante na proposta de se emendar.” Allan Kardec

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