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Paulo e estevão

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Humilde slide com o resumo da obra Paulo e Estevão de Emannuel psicografado por Chico Xavier.

Publicada em: Espiritual
  • Obrigada Martha, por disponibilizar importante trabalho! Peço sua permissão para download, para que possa anexar alguns dados em minha exposição doutrinária sobre os cristãos!Abraços
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  • @wellbernardino Pode utilizar a vontade.
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  • @centroespirita Olá! Pode fazer o download por essa página mesmo no botão de download ao lado do coração ali no slide.
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  • Obrigada gente! O trabalho foi feito por mim, para us da divulgação do evangelho, fico feliz que ele seja útil. Podem utilizar a vontade.
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  • Prezada Martha meu nome e Claudia e moro em montevideu, trabalho com evangelizacao de jovens perguntou-le si posso utilizar o seu pps para apresentacao voce pode navegar em nosso face: "centroespriitaredencion@gmail.com" ou no nosso blog "nosotros-losangelitos.blogspot.com" por gentiliza, muinto obrigada, E por favor se for possitiva sua resposta digama-me como facer o download.
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Paulo e estevão

  1. 1. Breve NotíciaEm toda parte há tendências à ociosidade do espírito e manifestação do menor esforço.Templos e devotos entregam-se, gostosamente, às situações acomodativas,preferindo as dominações e regalos de ordem material.Observando esse panorama sentimental é útil recordarmos a figura inesquecíveldo Apóstolo Generoso.Certo é que o inovidável tecelão trazia seu ministério divino; mas, quem estaráno mundo sem um ministério de Deus?Muita gente dirá que desconhece a própria tarefa, que é insciente a tal respeito,mas nós poderemos responder que, além da ignorância, há desatenção emuito capricho pernicioso.Os mais exigentes advertirão que Paulo recebeu um apelo direto;mas na verdade, todos os homens menos rudes tem a sua convocação pessoalao serviço do Cristo. As formas podem variar, mas a essência ao apelo é sempre a mesma.O convite ao ministério chega, às vezes, de maneira sutil, inesperadamente;a maioria porém resiste ao chamado generoso do Senhor.
  2. 2. Sem Estevão, não teríamos Paulo de Tarso. O grande mártir do Cristianismo nascentealcançou a influencia muito mais vasta na experiência paulina, do que poderíamosimaginar tão –só pelos textos conhecidos nos estudos terrestres.A vida de Ambos está entrelaçada com misteriosa beleza.E, para verificar a amplitude desse conceito, recordemos que Jesus, cuja misericórdiae poder abrangiam tudo, procurou a companhia de doze auxiliares, a fim de empreendera renovação do mundo.Aliais a cooperação, não poderia existir sem amor; e o amor é a força de Deus, que equilibraO Universo.Emmanuel.
  3. 3. Na cidade de Corinto, na Grécia, havia umafamília de judeus composta de pai e dois filhosAbigail e Jesiel.
  4. 4. Estávamos no ano 34 da nossa era, um ano após a morte de Jesus Cristo. Os romanos,que dominavam a Grécia, fizeram cruéis perseguições aos habitantes locais,principalmente aos israelitas – dos quais tiravam as propriedades e muitas vezes a vida.Confiança em Deus (p. 20,28 e 31)-Coragem pai! Nosso Deus é de Justiça e sabedoria. Confiemos na sua proteção!-Meu pai porque vos atemorizardes? Deus nunca é avaro (Mesquinho) de misericórdia.Os escritos Sagrados nos ensinam que Ele, antes de tudo, é o Pai desvelado de todosOs vencidos da Terra! Essas derrotas chegam e passam...Começava a compreender que todos os sofrimentos enviados por Deus são proveitosose justos, e que todos os males procurados pelas mãos do homem trazem, invariavelmente,torturas infernais à consciência invigilante.
  5. 5. As palavras de Deus nos ensina a ser bons e amáveis. O bem deve ser a flor e oFruto, que o Céu nos pede. P34Quem nada tem ainda possui o coração para dar. P35Temos fé e a nossa confiança nos céus é uma fonte de força inesgotável.Os filhos da nossa raça muito tem padecido, mas Deus saberá por quê, e nãoNos enviaria problemas de que não necessitássemos. P36Foi assim que o pai de Jesiel foi morto, Jesiel feito escravo e apenas Abigailconseguiu refugiar- se junto a uma família amiga.
  6. 6. Posto como escravo nas galeras(embarcações) romanas, Jesiel logochamou atenção pela sua atitudeserena, diferente da de revolta dosdemais prisioneiros. A todosanimava com seu exemplo e sabiaspalavras, mostrando quequalquer serviço é digno e que ossofrimentos devem ser suportadoscom resignação.-Mas todo serviço é de Deus, amigo, edesde que aqui nos encontramos ematividade honesta e de consciênciatranquila, devemos guardar a convicção deservos do criador, trabalhando em suasobras. P51
  7. 7. Certa vez, embarcou no navio em que Jesiel servia, um jovem romano ilustre de nomeSergio Paulo. No meio da viagem, esse importante passageiro, que era tratado com a maioratenção, foi vitima de violenta febre, altamente contagiosa. Receosos, todos os amigos oabandonaram. O comandante, não querendo expor-se ao perigo de contagio, resolveuescolher um dos escravos mais bem educados para tratá- lo. O indicado foi Jesiel, que sededicou ao tratamento do enfermo com toda a ternura do seu coração.Dentro de algum tempo, como resultado dos cuidados de Jesiel, o jovem romano começoua restabelecer- se. O dedicado enfermeiro porém, foi tomada de febre maligna, e visto serescravo, o comandante decidiu atirá-lo ao mar, para que não contaminasse os demaispassageiros.Sergio Paulo, que ficara profundamente agradecido a Jesiel, pediu que em vez de serlançado ao mar, o jovem fosse deixado nas praias de Jope, porto da Palestina. Para queninguém ficasse sabendo que contra as leis romanas, dera liberdade ao escravo grego,Sergio Paulo fez constar nos livros de bordo que Jesiel fora lançado ao mar e pediu aeste que, se sobrevivesse á doença, mudasse de nome, para que todos ignorassem o queacontecera.
  8. 8. Você, que é um homem do caminho, há de acolhe-lo com o coração dedicado aos quesofrem. P59As primeiras organizações de assistência ergueram-se com o esforço dos apóstolos,ao influxo amoroso das lições do mestre. P60Tão logo convalescente, Jeziel foi transferido a um ambiente mais calmo.Simão, passava longas horas entretido a ouvi-lo, anotando-lhe os conceitos maisprofundos.- Mas não sabes que o Mesias já veio? P63
  9. 9. O jovem Saulo apresentava toda avivacidade de um homem solteiro,bordejando os seus trinta anos. Nafisionomia cheia de Virilidade emáscula beleza, os traços israelitasfixavam-se particularmente nos olhosprofundos e percucientes, própriosdos temperamentos apaixonados eindomáveis, ricos de agudeza eresolução. Trajando a túnica dopatriciado, falava de preferência oGrego, a que de afeiçoara na cidadenatal, ao convívio de mestres bemamados.
  10. 10. -Viveremos um para o outro e teremos filhosfiéis a deus. Serei a ordenação da nossa vida,serás a obediência em nossa paz. Nossa casaserá um templo. O amor de deus será a maiorcoluna e , quando o trabalho exigir minhaausência do altar doméstico ficarás velando notabernáculo da nossa ventura. P82Inebriados de gozo espiritual, falaram longotempo do amor que os identificava na mesmaaspiração de ventura. Todos os comentáriosmais íntimos faziam de Deus o sagradoparticipe de suas esperanças no futuro que selhes auspiciava, santificado em júbilos infinitos.
  11. 11. Saulo de Tarso, emotivo por temperamento, fundia-se na onda de admiração geral;mas, altamente surpeendido, verificou a diferença entre a Lei e o evangelho anunciadopor aqueles homens estranhos, que a sua mentalidade não podia compreender. P90-Mas ide antes as ovelhas perdidas da casa de Israel; e, indo, pregai dizendo:é chegado o reino dos céus.Estevão ergueu alto os olhos serenos e fulgurantes, e, sem se perturbar com a presençade Saulo e dos seus numerosos amigos, começou a falar , com voz clara e vibrante. P87
  12. 12. -Jesus teve a preocupação de recomendar a seus discípulos que fugissem do fermento dasDiscussões e das discórdias.-Amigo, o Sinédrio tem mil meios de me fazer chorar, mas não lhe reconheço poderes paraobrigar-me a renunciar ao amor de Jesus-Cristo. P95-De nós nada temos, mas é justo esperar do Cristo as dádivas que nos sejam necessárias.Ele que é justo e generoso não te esquecerá na distribuição santificada da sua misericórdia.-Hás de falar, para louvor do bom mestre!- Louvarei a Cristo de toda minhalma, eternamente.P96-Aliais, não pretendo incomodar os galileus simplórios e desprentensiosos que se cercam,em Jerusalém, além de inválidos e doentes, dando-nos a impressão de loucos pacíficos.Contudo não posso deixar de reprimir o orador, cujos os lábios, a meu ver, destilam poderosoveneno no espírito volúvel das massas sem consciência perfeita dos princípios esposados.Aos primeiros importa esclarecer, mas o segundo precisa ser anulado, visto não se lheConhecerem os fins, quiçá criminosos e revolucionários. P98 e 99
  13. 13. No dia fixado, o grande recinto do mais alto sodalício israelista enchia-se de verdadeiramultidão de crentes e curiosos, ávidos de assistir ao primeiro embate entre sacerdotese os homens piedosos e estranhos. P 102... Se tratava do primeiro processo em torno das ideias ensinadas pelo profeta nazareno,depois da sua crucificação. P 104-Jamais deixei de venerar a Lei e as Sagradas Escrituras, mas considero o Evangelho de JesusSeu divino complemento.-Moisés é a justiça pela revelação, mas o Cristo é o amor vivo e permanente. P 107-Compreendeis, um dia, que, para Deus, Israel significa a humanidade inteira.“ Afeitos a um regionalismo intransigente, os israelitas não toleravam a ideia deconfraternização com os povos que consideravam bárbaros e gentios.” P 108-Mencionais os nossos heroicos instrutores do passado, tão só para justificar o gozoegoístico da vida? Onde guardais a fé? No conforto ocioso, ou no trabalho produtivo?Na bolsa do mundo, ou no coração que é o templo divino? Incentivais a revolta e quereis a paz?Explorais o próximo e falais de amor a Deus? Não voz lembrais de que o Eterno não podeaceitar o louvor do lábios quando o coração da criatura permanece dele distante? P 114
  14. 14. Vaidade ferida, o orgulho racial, o instinto de domínio, toldavam-lhe a retina espiritual.No âmago das suas reflexões, odiava agora aquele Cristo crucificado, porque detestava aEstevão, considerado então como perigoso inimigo. P119Aquele Jesus desconhecido, ignorado da sociedade mais culta de Jerusalém, triunfava noCoração dos infelizes, pela contribuição de amor desinteressado que trouxera aos maisdeserdados da sorte. P 128Saulo prende Pedro, que não opôs mínima resistência.- Todo julgo com Jesus é suave. P131 e 132Tiago irmão de Levi, filho de Alfeu, não pudera compreender maiormente, como os outroscompanheiros, o sentido divino e oculto das lições do evangelho. P133Tiago ia consolidar para sempre suas tendências supersticiosas. P 134O mestre Gamaliel, procura Saulo em ajuda de Pedro, João e Estevão.-O “caminho”, Saulo, parece ter uma grande finalidade na renovação dos nossos valores-Humanos e religiosos.
  15. 15. “Todo aquele que desejar participar do meu reino, negue-se a si mesmo,tome a cruz e siga os meus passos.”Era preciso negar-se para aceitar o sacrifício proveitoso. P151 e 152
  16. 16. Aquela tranquilidade de Estevão, no entanto, não deixaria de o impressionar bem noimo do coração voluntarioso e inflexível. Onde poderia ele haurir tal serenidade? Sobas pedras que o alvejavam, aqueles olhos encaravam os algozes sem pestanejar, semrevelar temos nem turbação! P 154
  17. 17. No caminho de luz desdobrado à sua frente, reconheceu que alguém se aproximavaabrindo-lhe os braços generosos. Pelas descrições que ouvira de Pedro, percebeu quecontemplava o próprio Mestre em toda a resplendência de suas glórias divinas. P155Ele conhecia Cristo e Saulo não. Assomado de fraternidade real e querendo defender operseguidor, exclamou de modo impressionante:-Senhor, não lhe imputes este pecado! P157- Saulo! Saulo!.... É meu irmão! – Exclamou Abigail. P157-Não tenho no teu noivo um inimigo, tenho um irmão... Saulo deve ser bom egeneroso; defendeu Moisés até o fim... Quando conhecer Jesus, servi-lo-a com omesmo fervor... Sê para ele a companheira amorosa e fiel. P160Ouvindo-lhe as últimas frases o doutor de Tarso fizera-se lívido. Queria ser odiado.Abominaria aquele Cristo, que parecia requisita-lo em toda parte. P160
  18. 18. Não obstante a perseguição cruel que o transformara em mola-central de todas asatividades contra a igreja do caminho, Saulo sentia que as necessidades espirituais semultiplicavam no espírito sedento de consolação. P171Oito meses de lutas incessantes passaram sobre a morte de Estevão, quando o moçotarsense, capitulando ante a saudade e o amor que lhe dominava a alma, resolverever Abigail. P172-Abigail a mais de quatro meses, adoeceu dos pulmões, e para falar com franquezanão temos qualquer esperança. P173-Tornou-se dedicada leitora do chamado evangelho dos Galileus. A dor transformou-se-lhe em confortadora expressão de alegria íntima.- Saulo, de que nos valeria a desesperação? Não será melhor inclinarmos-nos compaciência aos sagrados desígnos? P178- O cristo, revela-nos que a vida é um conjunto de nobres preocupações da alma,afim de que marchemos para Deus pelos caminhos retos. P179- São poucos os que recordam da proteção divina, nos dias alegres da fartura. P180
  19. 19. Saulo não compreendia Deus senão como um senhor poderoso e inflexível. Mascomeçava a perquirir o motivo de suas dolorosas inquietudes. Por que nãoencontrava, em parte alguma, a paz anelada ardentemente? E, todavia aquela gentemiserável do “caminho” entregava-se às algemas do cárcere, sorridente e tranquila.P182-É preciso morrer para vivermos verdadeiramente. Se nos uníssemos pelomatrimonio, talvez tivéssemos muitas alegrias, mas destruindo nossa esperança deuma felicidade passageira na Terra, Deus nos multiplica os sonhos generosos....Enquanto esperamos a união indissolúvel, auxiliar-te-ei de onde estiver... P184- Jeziel vinha me ver. Anunciou-me que Deus santifica nossos propósitos de venturae trouxe a grata nova de que Jesus ama-te muito. Tem esperanças em ti!O esforço da morimbunda havia sido imenso: - Jeziel já veio... Buscar-me. P185
  20. 20. As noções da Lei de Moisés pareciam não lhe bastar à sede devoradora. P195Aos pés do monte – Tim e VanessaUm sentimento me rondaNão sei dizer, tudo é novo pra mimMeu coração se renovaSinto a esperança invadir o meu serQuero ser manso, ser limpo, ser justoE pobre de espírito serTua palavra me sondaMe conta do Reino que espera por mimEu te ofereço meu prantoAs dores da alma que quer renascerEu ouvi tua vozTeu falar me encantouQuis seguir, caminharQuis saber pra onde vouEis-me aquiMinha dor serenou.
  21. 21. Saulo ia a caminho de Damasco atrás de Ananias que havia convertido Abigail.Em dado instante todavia, quando despertava de suas cogitações, sente-se envolvidopor luzes.
  22. 22. - Saulo!... Saulo!... Por que me persegues? P197Senhor, o que queres que eu faça?Eu quero ver o sol brilhar e a luz vencer a escuridão,A porta abrir e o amor brotar em flor em cadacoração.A vida transpirando plena em formas naturaisE os homens cada vez mais perto de seus ideais.Eu quero a paz em cada olhar, um risoaberto oferecer,A minha mão e a tua mão edificando a comunhão.E quando olhar, então, a tez da vida eu possa verMais brilho e menos fome, mais ventura em cada ser.Urge saber como posso servir, retirar as pedras docaminho...Senhor, que queres que eu façaAlém de me banhar nas águas da transformação?Que queres que eu façaDo amor que quer romper as portas do meu coração?Sonhando que possa varrer do mundo a face escurada opressão. [DC]os três que apontam pra mim...
  23. 23. Saulo entendeu. Desde o primeiro encontro com Estevão, forças profundas ocompeliam a cada momento, e em qualquer parte, à meditação dos novosensinamentos. O Cristo chamara-o por todos os meios e todos os modos. P 198-De agora em diante, eu também sou escravo, não mais pertenço a mim mesmo.P202-Era indispensável não observar as dificuldades, era imprescindível não esqueceros fins. P204
  24. 24. Em Damasco Saulo foi ajudado por Ananias, aquele mesmo que convertera Abigail e queSaulo viera perseguir em Damasco. Ele fora avisado pelos espíritos de que o moço de Tarsose encontrava ali e, em nome de Jesus, recebera instruções para curar o jovem rabino. Napresença do velhinho, Saulo ajoelhou- se, chorando, e para grande alegria de ambos émais uma prova do amor de Jesus, no momento em que Ananias, quando colocou as mãossobre os olhos de Saulo, este sentiu que lhe voltava à visão.
  25. 25. Pediu a Ananias que lhe contasse tudo o que sabia a respeito de Jesus e tomouemprestada, para copiar, algumas anotações que Ananias possuía, do Evangelho de Levi(Mateus).- Jesus é um socorro do céu. Tardar na sua mensagem é delongar o desespero dos homens.Aliais, a palavra evangelho, significa boas notícias. É indispensável espalhar essas notíciasnos planos mais elevados da vida! P216
  26. 26. Contra os conselhos do bom velhinho, que lhe recomendou previdência, Saulo dirigiu-se á sinagoga local, para contar aos israelitas que ali se reuniam, o que lhehavia acontecido e dizer- lhes que Jesus era de fato o Messias esperado.-Também tu com a mania de martírio? P220As palavras de Saulo provocaram confusão e tumulto. Enquanto alguns o julgavamlouco, outros queriam bater- lhe, acusando- o de traidor. Enorme dor invadiu o coraçãode Saulo, que ficou sozinho na sinagoga.Recorrendo a Ananias, recebeu dele consolo e preciosos ensinamentos. Mostrou- lhe ovelhinho que era necessário algo mais queo desejo de seguir Jesus. Era preciso que ele se preparasse pela meditação e peloesforço para poder ser um dos mensageiros da Boa Nova.- É preciso morrer para o mundo para que o Cristo viva em nós... P226
  27. 27. Saulo ouviu tudo de boa vontade e decidiu partir para o deserto, á procura de seu velhoprofessor, Gamaliel, que se encontrava em Palmira. Antes da partida de Saulo, Ananias olevou a uma reunião com os cristãos de Damasco, que o acolheramcarinhosamente, apesar de saberem ser ele o antigo perseguidor, agora convertido aoEvangelho.Confortado, Saulo partiu no dia seguinte para o deserto.
  28. 28. Gamaliel o recebeu com surpresa e alegria. Como em outros tempos, Saulo contou tudo ao velhinho bondoso,que oescutou cheio de satisfação, já que ele próprio se tornara seguidor de Jesus. Aconselhado por Gamaliel, Saulo quese achava sem dinheiro, aceitou um emprego de tecelão em um perdido no deserto. Aí teria oportunidade demeditar bastante e o trabalho rude o ajudaria a aprender muitas lições.-A lição do Mestre é grande demais para que seus discípulos estejam a espera de dominações políticas ou dealtas expressões financeiras, em seu nome. Se ele que era puro, e inimitável, por excelência, andou entresofrimentos e incompreensões neste mundo não é justo aguardemos repouso e vida fácil em nossa miserávelcondição. P237Antes de partir, Gamaliel lhe fez presente do Evangelho que recebera de Simão Pedro. Despediram- secomovidamente e Saulo seguiu para o oásis, onde iria viver com um jovem casal de servidores do irmão deGamaliel.
  29. 29. Esses dois servos, chamados Áquila e Prisca, eram cristãose haviam se refugiado naquele oásis para escapar asperseguições feitas contra os discípulos de Jesus.Antes que esposos, pareciam verdadeiros irmãos, o ex-doutor da lei observou-lhes o respeito mútuo, a perfeitaconformidade de ideias, a elevada noção de deveres quelhes caracterizava as menores atitudes e, sobretudo, aalegria sã que irradiava dos seus menores gestos. P247Com eles, Saulo viveu cerca de um ano sem dar a conhecerquem era, com receio de que eles o odiassem, sesoubessem ser ele o temido perseguidor. Observando- lhesa vida honesta e cheia de trabalho, o amor e respeito comque se tratavam, e estudando com eles o Evangelho, Saulofoi acumulando valiosos ensinamentos. Soube da morte deGamaliel, que muito o entristeceu, pois perdia assim omelhor amigo que tinha na terra.Certo dia, Saulo confessou aos dois companheiros detrabalho sua verdadeira identidade e, comovido, recebeudeles o perdão de verdadeiros seguidores de Jesus. Seuscorações bem formados não guardavam rancor aquele quetanto mal lhes fizera, indiretamente, causando a morte dovelho pai de Áquila e fazendo- os perder tudo quantopossuíam. Uma sólida amizade se estabeleceu entre eles eSaulo ali ficou mais dois anos, completando quase trêsanos de permanência no deserto. Nesse período, Saulonão se descuidou de combater os seus defeitos eaprimorar as qualidades de seu caráter, no trabalho, noestudo e na meditação. Após esse tempo, resolveu voltar aDamasco
  30. 30. Vira o Cristo; mas, para ir ter com Ele, era indispensável voltar atrás e transpor abismos. Oevangelho funcionara como lâmpada na jornada difícil, para o descobrimento de si mesmo, afim de ajuizar as necessidades mais prementes. P257A jornada se fez sem incidentes. Não podia definir aquele estado espiritual, mas o caso é quedali por diante, sob a direção de Jesus, Estevão conservava-se ao seu lado como companheirofiel, que o seguiu espiritualmente durante trinta anos. P260Os fariseus formalistas, da sinagoga, não mais se insurgiam contra as atividades do“caminho”, desde que o seguidor de Jesus fosse, antes de tudo, fiel observador dos princípiosde Moisés, atrasando a marcha vitoriosa da Boa Nova. P261O farisaísmo nos perdeu, tendes excessivo cuidado com as fórmulas exteriores, mas qual afeição as vossa vida doméstica? P264
  31. 31. Chegando Carfanaum, procurou Levi, foi a casinha de Simão Pedro, conheceuMadalena e depois foi repousar em Nazaré.Nazaré
  32. 32. Seguiu a Jope, buscando a casa de Zacarias. As reminiscências mais venturosas damocidade encheram-lhe os olhos de pranto. Seguiu a Jerusalém.Foi até a casa do caminho, ondeconheceu Barnabé.O mestre nos ensinou que nenhumaobra útil se poderá fazer na Terra sem acooperação fraternal. P281Se Jesus nos tem valido a todos, não éporque o mereçamos, mas pelanecessidade de nossa condição depecadores. P283A igreja assemelhava-se muito mais auma sinagoga comum P288
  33. 33. Foi aí que o convertido de damasco, exteriorizando as faculdades espirituais, fruto das penosasdisciplinas, observou que um vulto luminoso surgia a seu lado, falando-lhe com inefável ternura: - Retira-te de Jerusalém, porque os antigos companheiros não aceitarão, por enquanto, o testemunho! P292Se Jesus, que tudo pode neste mundo sob a égide do Pai, espera com paciência a conversão domundo, por que não poderemos esperar, de nossa parte? A melhor posição da vida é o equilíbrio. P294Em Tarso encontra com seu pai que não lhe aceita e pede para escolher entre ele e o Cristo.-Então, adeus, meu pai!... Dizeis bem, porque estou certo de que o Messias não me abandonará.Mas considerou, ao mesmo tempo que as provações rigorosas talvez se verificassem com assentimentode Jesus, para que seu coração ainda voluntarioso aprendesse a verdadeira humildade, o Mestre lhesugeria agora a luta consigo mesmo. P301
  34. 34. Agora começava a compreender que, reencetar a existência, não era volver a atividadedo ninho antigo, mas principiar, do fundo da alma, o esforço interior, alijar o passadonos mínimos resquícios, ser outro homem em fim. P303Sentiu de novas surpresas com a aproximação de alguém que pisava de leve,acercando-se de mansinho. Viu Estevão e Abigail à sua frente.Estevão beijando-lhe a fronte diz:-Saulo não te detenhas no passado! Quem haverá, no mundo, isento de erros? SóJesus foi puro!A noiva espiritual aproximou-se:-A paz triunfante do Cristo é a da alma laboriosa, que obedece e confia...-Toda elevação é difícil só aí encontramos a vitória real.P304 a 308
  35. 35. -O que fazer para adquirir a compreensão perfeita dos desígnos do Cristo? - PerguntaSaulo-Ama! – Respondeu Abigail-Como fazer para que a alma alcançasse tão elevada expressão de esforço com Jesus?-Trabalha!-Que providências adotar contra o desânimo destruidor?-Espera!-Como conciliar as grandiosas lições do evangelho com a indiferença dos homens?-Perdoa!P308 3 309
  36. 36. AntioquiaEm Antioquia, conheceu Trófimo, Tito e o jovem médico Lucas.Na véspera de partir, Lucas fez uma observação que modificaria para sempre adenominação dos discípulos do evangelho.-Não seria mais justo chamarmo-nos cristãos uns aos outros?P318
  37. 37. Jerusalém
  38. 38. De volta a Jerusalém a pedido dos irmãos do caminho, ficam na casa da irmã de Barnabé,Maria Marcos, mãe de João Marcos, futuro evangelista. P 222Começando suas viagem evangélicas vão para Chipre, estacionam em Cítium. P331Depois de grandes esforços chegaram a Neo- Pafos. Onde encontrou o Procônsul SérgioPaulo, que havia salvado Estevão, Saulo o cura, e Sergio Paulo o ajuda a construir a igrejade Neo-Pafos.Em homenagem a Estevão sem trocar formalmente de nome Saulo se Torna Paulo.P332 a 343-Sabemos viver com nossos próprios recursos, sem exorbitar do necessário ao nossoenriquecimento espiritual. P346-Com tantos exemplos expostos aos nossos olhos, será útil não venhamos nunca adescansar. P351 (Paulo aconselhando João Marcos.)
  39. 39. Em Psídia, seus amigos cristãos são ameaçados de Banimento. P359Em Icônio, uma jovem de nome Tecla encanta-se por Paulo.-Filha, os que se amam e espírito, unem-se em Cristo para a eternidade das emoções mais santas;mas quem sabe está amando a carne que vai morrer? P361Em Listra, conhecem Timótio futuro companheiro de jornada de Paulo. Lá Judeus insuflam o povocontra os pregadores. Paulo é apedrejado e Gaio o socorre. P366
  40. 40. No dia seguinte, eles partem para Derbe, e aí ficam por um ano. Pequenas comunidadescristãs são fundadas e diversas regiões da Licaônia, Pisídia e Panfília foramvisitadas, vencendo etapas difíceis. Por fim, o retorno à Antioquia. P373Em Antioquia, discutia- se muito a circuncisão e a questão dos alimentos puros e impuros. Asvozes do Espírito Santo deixaram de manifestar- se. As contendas de Jerusalém estendiam- sepor todas as comunidades. P374 e 375Pedro é convidado a visitar a igreja, e tem uma palavra adequada para cada situação. Diantedos emissários de Tadeu, ele age de forma estranha e Paulo o reprova da tribuna. (376/382)Paulo, Barnabé e Tito vão à reunião em Jerusalém. A circuncisão de Tito é exigida, causandopolêmica. Tinha ímpetos de voltas a Antioquia e acusar de hipócritas e sepulcro caiados osirmão judaizantes. P386 a 392
  41. 41. Por deliberação, os gentios ficam isentos da circuncisão, com o compromisso de fugir àidolatria, evitar a luxúria e abster- se das carnes de animais sufocados. P392 a 395A igreja de Jerusalém depende financeiramente dos judeus. Paulo propõe uma coleta geral afavor dela. P 395 e 396O grupo, acrescido de Barsabás, Silas e João Marcos, volta para Antioquia. P395 e 396Divide- se o grupo. Barnabé e João Marcos partem para Selêucia; Paulo e Silas internam- sepelo Tauro; Barsabás e Tito cuidam de Antioquia.P398 e399Então começa a segunda viagem.
  42. 42. Em Trôade, encontram Lucas. Há dois anos ele serve como médico numa embarcação, emtrânsito para Samotrácia. P405Paulo diz a Lucas: “Até agora tens curado corpos, que, de qualquer modo, cedo ou tardehão de perecer. A medicina do corpo é um conjunto de experiências sagradas, de que ohomem não poderá prescindir, até que se resolva a fazer a experiência divina e imutávelda cura espiritual”. P406Lucas se junta ao grupo e custeia a viagem à Macedônia. O Evangelho é pregado, onde querque passem. Em Neápolis, descansam dois dias. Lucas e Timóteo se separam para sereunirem mais tarde em Tessalônica. P407Em Filipes Paulo e Silas são presos. Lá a igreja se deu na casa de uma mulher chamadaLídia. P412
  43. 43. Paulo quis ir a Atena pregar. P415Onde houvesse luta, haveria sempre frutos a colher. As discussões e os atritos, em muitoscasos, representavam o revolvimento da terra espiritual para a semente divina. P 418Timóteo traz notícias de Áquila e Prisca, encontrados em Corinto, velha capital da Acaia.P420
  44. 44. Em Corinto Paulo revê o casal amigo do “oásis de Dan”, sabendo das dificuldades por elesenfrentadas em Roma. P421 e 422
  45. 45. Muitos problemas vindos de todas as partes. Paulo não sabe como atender a todos. Sente- se cansado, eora. A voz branda de Jesus se faz ouvir, dizendo- lhe que ele poderia resolver os problemas escrevendo atodos os irmãosem Seu nome. P425Percebendo o elevado espírito de cooperação de todas as obras divinas, Paulo de Tarso nunca procuravaescrever só; buscava cercar-se, no momento, dos companheiros mais dignos, socorria-se de suas inspiraçõesconsciente de que o mensageiro de Jesus, quando não encontrasse no seu tono sentimental aspossibilidades precisas para transmitir os desejos do Senhor, teria nos amigos instrumentos adequados.P426
  46. 46. As sinagogas se esvaziavam. Os judeus de Corinto tramam movimento terrível deperseguição ao apóstolo. Paulo é preso, e, no cárcere, suporta 39 açoites. P428Paulo vai a julgamento. O procônsul de Acaia, Júnio Gálio, assiste ao espetáculo. Paulo élibertado. P429Despedindo da cidade de Corinto, lembrando da noiva bem amada, raspou a cabeçarenovando votos de fidelidade eterna, consoante costumes populares da época. P433Depois de um mês, Paulo segue para Éfeso, levando consigo Áquila e Prisca. Lá, Joãoenfrentava problemas torturantes. Paulo visita Maria, a mãe de Jesus, e quer recolher dadosdo Messias, indispensáveis ao Evangelho. P433 e 434Paulo vai a Jerusalém para levar a pequena fortuna, resultado da coleta de anosconsecutivos. Pedro fica comovido. P434 e 435
  47. 47. Após alguns dias, demandou Antioquia e Tarso, internando- se de novo pelas alturas doTauro, e visitando toda a Galácia e Frígia. Regressou a Éfeso, e durante três meses discutiuna sinagoga, em todas as reuniões. Multiplicando as curas maravilhosas, um dia, tendoimposto as mãos sobre alguns doentes, foi rodeado por claridade indefinível do mundoespiritual. As vozes santificadas, manifestadas em Antioquia e Jerusalém, falaram na praçapública.P 436 a 438.
  48. 48. Vencidas as lutas indefessas, deliberou regressar a Éfeso, interessado na feitura doevangelho decalcado nas recordações de Maria. P436-Talvez estejas enganado. Nasci para uma luta sem trégua, que deverá prevaleceraté os fins dos meus dias.-É feliz Paulo, porque entendeste o programa de Jesus a teu respeito.P440 e 441Paulo recebe a carta de Tiago pedindo ajuda à igreja de Jerusale. P445Visão de Abigail.-Não te aquietes Paulo. É preciso ir a Jerusalém para testemunho imprescindível --Tranquiliza-te, pois irás a Roma cumprir um sublime dever; não porém, comoqueres, mas de acordo com o desígnios do altíssimo. P 448--Depois então será a nossa união eternal em Jesus-Cristo, para a divina tarefa doamor e da verdade à luz do evangelho. P448
  49. 49. Encontro com o filho de Alfeu:Seguindo as orientações de Tiago, Paulo se hospeda na c asa de Mnason. O filho deAlfeu o coloca a par da situação em Jerusalém. Eliakim e Enoch reabriram asperseguições iniciadas por Saulo. A prisão do apóstolo dos gentios fora decretada. Osisraelitas querem que Paulo compareça no templo, durante sete dias, e pague asdespesas de quatro homens, que fizeram voto de nazireu.-Entretanto, supões que isso não representa, para mim, uma dor de muitos anos?...Acreditarias, acaso, que minha atitudes nascessem de um fanatismo inconsciente ecriminoso?- A atenção que tenho consagrado aos Judeus é gêmea do carinho que consagras aosgentios.Paulo passa a compreender Tiago, olhando- o por um novo prisma, agora, percebiaque a vida exige mais compreensão que conhecimento. P454 a 458Compreendia a extensão do sofrimento que o fanatismo e a ignorância causavam aomundo. P 463
  50. 50. Os israelitas querem a morte de Paulo. Tiago busca a ajuda de Cláudio Lísias, e Paulo élevado para Cesaréia, onde houve de amargar dois anos de reclusão. P475 a 481-Temeis os sofrimentos porque não conheceis a vida eterna. A vida não é isto que vemos nabanalidade de todos os dias terrestres; é antes afirmação de imortalidade gloriosa com JesusCristo! P473-Sempre considerei que a primeira virtude do cristão é estar pronto para obdecer a vontadede Deus, em qualquer parte. P480-Não podendo mais ir a Éfeso, Paulo encarrega Lucas de fazer o relato da vida de Jesus,valendo- se das informações de Maria. P482-Paulo apela para César, diante do governador Pórcio Festo. Herodes Agripa tenta umafórmula digna para que o apóstolo fosse restituído à liberdade. P483 a 490-O centurião Júlio chefia a escolta que leva Paulo à capital do império. Por onde passam,velhos, jovens e crianças vinham abraçar o apóstolo. Alguns pequeninos chamavam- lhe“pai”. P491 a 496
  51. 51. Em Roma, Paulo goza das vantagens da “custódia líbera”, podendo fixar residêncianas proximidades da prisão.Diariamente ia às grades do calabouço, onde tomava a sua ração alimentar, eaproveitava para levar o Evangelho aos prisioneiros, sendo que muitos deles seconverteram. P509 a 511Paulo segue para a Espanha, e, em Roma, a situação se agravava, com aperversidade de Tigelino, prefeito dos Pretorianos. João foi preso e esbordoadoimpiedosamente. P 521 a 523
  52. 52. Numerosos cristãos morriam nas prisões, vítimas de queimaduras de azeite fervente.Os cristãos do mundo inteiro jamais poderão esquecer aquela falange de abnegadosque os precedeu nos primeiros testemunhos da fé. P521 a 523
  53. 53. Na manhã de 16 de julho de 64, iniciou o incêndio de Roma, que durou uma semana.Das catorze circunscrições em que se dividia a metrópole imperial, apenas quatroficaram incólumes. O imperador estava em Âncio, quando irrompeu a fogueira por elemesmo idealizada. P527 a 529
  54. 54. Os cristãos, acusados de pôr fogo em Roma, são levados à prisão. A primeira carnificina,em agosto/64, se deu em jardins imensos. Não foram poucos os que se entregaram aosacrifício, cantando. P530/533
  55. 55. Paulo vai à presença de Nero e advoga a causa dos cristãos. O imperador liberta Paulo, masum guarda o segue de longe.-Neste mundo, estamos em uma frente de combate incruento, trabalhando pelo triunfoeterno da paz do Senhor. Não esperemos, portanto, repousar no lugar do trabalho e dostestemunhos vivos. P535P538 a 544Paulo escreve a última carta a Timóteo. Diz que só Lucas estava com ele. P545Algumas semanas mais tarde, um grupo armado visita a residência de Lino e sua mulher, ondePaulo se encontrava. Os três são presos, na véspera das festividades com que a administraçãodesejava assinalar a reconstrução do Grande Circo. P546
  56. 56. Paulo é decapitado no dia imediato ao da morte dos cristãos. P547 a 548O valoroso discípulo do Evangelho sentia a angústia das derradeiras repercussões físicas, mas,aos poucos, experimentava uma sensação branda de alívio reparador. Ananias o recebe napátria espiritual e abre os seus olhos para a contemplação da vida eterna. P550Uma senda luminosa surge na amplidão do espaço, e três vultos se aproximaram radiantes:Estêvão, Jesus e Abigail. Os fiéis trabalhadores do Evangelho seguem as pegadas do Cristo emdemanda às esferas da Verdade e da Luz. P551 a 553
  57. 57. Nas Portas de Damasco - Allan FilhoEu falava às pessoas, jogava as sementesPlantava e colhia paz, mas sentia falta de algo mais.Eu fazia quase tudo e hoje tudo é quase nadaFrente à obra e seu criador;Sinto, não sabemos dar valorFaltava-me mudarE tentar me encontrarE tentar me conhecer, SenhorSer mais um em seu rebanho a caminharREFRÃONão me cabe só falar, também cabe agir e me tornarUm instrumento Seu a melhorar( Senhor em Seu nome ) BISEu fazia muitos planos mas os anos seguem em frenteE nos fazem ver quem somosCometemos mil enganosEu queria ser o leme mas agia como âncoraRetardando meu caminhoSou o meu próprio espinho(REFRÃO)

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