O documento discute a falta de participação da sociedade nos processos decisórios do Estado, que acabam beneficiando pequenos grupos em detrimento do coletivo. Argumenta que as instituições educacionais servem para produzir mão de obra barata para os empresários, em vez de formar cidadãos críticos. Defende uma reforma educacional que dê mais liberdade de gestão às escolas e inclua a comunidade nos processos de decisão.