Arquivologia 2.0

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Trabalho acadêmico apresentado para a disciplina Tecnologia da Informação, tendo como base principal o livro: "Arquivologia 2.0: A Informação Humana e Digital. Excertos de um arquivista 2.0 no mundo digital", do autor Charlley Luz.

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    1. 1. Novembro 2011 Arquivologia 2.0 Universidade Federal daBahia - UFBA Instituto da Ciência da Informação - ICI Disciplina : Tecnologia da Informação
    2. 2. <ul><li>Apresentação do Objetivo </li></ul><ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>Era 2.0 - Era Digital </li></ul><ul><li>Web 2.0 </li></ul><ul><li>Gestão do Conhecimento e Arquivologia </li></ul><ul><li>Arquivologia 2.0: Aplicação Prática </li></ul><ul><ul><li>Gestão da Informação </li></ul></ul><ul><ul><li>Disseminação da Informação </li></ul></ul><ul><ul><li>Arquitetura da Informação </li></ul></ul><ul><li>Taxonomia - Conceito </li></ul><ul><li>Taxonomia - Origem </li></ul><ul><li>Taxonomia - Benefícios </li></ul>AGENDA
    3. 3. <ul><li>Folksonomia </li></ul><ul><li>Folksonomia e Mídias Sociais </li></ul><ul><li>Folksonomia - Benefícios </li></ul><ul><li>Portais corporativos - Conceitos </li></ul><ul><li>Portais corporativos - Características </li></ul><ul><li>Portais corporativos - Problemas </li></ul><ul><li>Novo perfil do arquivista </li></ul><ul><li>Missão do arquivista </li></ul><ul><li>Desafios dos Arquivistas </li></ul><ul><li>Princípios Arquivísticos Aplicáveis na Arquivologia 2.0 </li></ul><ul><li>Conclusão </li></ul>AGENDA
    4. 4. OBJETIVO <ul><li>Apresentar conceitos em torno da temática Arquivologia 2.0, afim de ampliar a visão do arquivo para além do papel e da caixa de papelão. </li></ul>
    5. 5. INTRODUÇÃO A Arquivologia vem passando por um processo lento de evolução. Porém, recentes conceitos trouxeram nova vida para a área e para identificação dos arquivos como instrumento de apoio à tomada de decisão nas atividades da instituição, bem como fonte de informação para o planejamento corporativo. Entretanto, ainda há quem defenda a visão do arquivo como resultado do ciclo vital e o arquivista como o profissional que atua nos arquivos permanentes, ignorando seu papel essencial no cotidiano institucional.
    6. 6. ERA 2.0 – ERA DIGITAL <ul><li>Caracterizada pela colaboração para: </li></ul><ul><li>Construção de conteúdo - Ex.: Wikipédia. </li></ul><ul><li>Troca de informações para desenvolvimento de softwares livres - Ex.: Linux </li></ul><ul><li>Utilização da tecnologia para aumentar a customização do diálogo e experiências virtuais - Ex.: Blogs corporativos, Second Life </li></ul><ul><li>Propagação de informações escritas ou virtuais. Ex.: Flicker e Youtube. </li></ul>
    7. 7. WEB 2.0 &quot;... é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma... a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pela pessoas, aproveitando a inteligência competitiva.&quot; (Tim O`Reilly - Precursor do uso do termo)
    8. 8. GESTÃO DO CONHECIMENTO E A ARQUIVOLOGIA <ul><li>Hoje, o conhecimento é a principal forma de capital . O capital intelectual passa a ser um diferencial competitivo . As empresas que tratam este conhecimento são mais valorizadas. O advento dos portais e intranets possibilitaram o registro, disseminação, classificação e mensuração do conhecimento. </li></ul>
    9. 9. GESTÃO DO CONHECIMENTO E A ARQUIVOLOGIA <ul><li>&quot;Gestão do conhecimento é um processo sistemático, articuladoe intencional, apoiado na geração, codificação, disseminação e apropriação de conhecimentos, com o propósito de atingir a excelência organizacional &quot; . </li></ul><ul><li>(Escola de Administração da FGV) </li></ul>
    10. 10. ARQUIVOLOGIA 2.0 APLICAÇÃO PRÁTICA “ A melhor interface que existe é a interface que não é notada, que pela intuitividade o usuário - gerador e consumidor de informações - consegue realizar o que precisa para desempenho de atividades”. (LUZ, 2010)
    11. 11. ARQUIVOLOGIA 2.0 APLICAÇÃO PRÁTICA <ul><li>GESTÃO DA INFORMAÇÃO </li></ul><ul><li>DISSEMINAÇÃO DA INFORMAÇÃO </li></ul><ul><li>ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO </li></ul>
    12. 12. GESTÃO DA INFORMAÇÃO <ul><li>Integração e controle de processos através de novas tecnologias </li></ul><ul><li>Colaboração no Processos Dinamismo eficiência e eficácia = efetividade [na tomada de decisões] </li></ul>
    13. 13. DISSEMINAÇÃO DA INFORMAÇÃO <ul><li>Estudos de Usuários </li></ul><ul><li>Aplicação do Markenting, pois esse visa &quot;promover, com a máxima eficiência possível,a satisfação de quem precisa e de quem utiliza produtos e serviços de informação.&quot; (OTTONI, 1995) </li></ul>
    14. 14. ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO
    15. 15. TAXONOMIA - CONCEITO <ul><li>Estudo da classificação das coisas; </li></ul><ul><li>Conceito importado da Biologia pela área Ciência da Informação para a gestão da informação dentro de sistemas de classificação do conhecimento ; </li></ul><ul><li>Muito utilizada na representação das áreas de atuação de uma empresa/corporação. </li></ul>
    16. 16. TAXONOMIA - CONCEITO
    17. 17. TAXONOMIA - ORIGEM <ul><li>Sobrecarga de informação; </li></ul><ul><li>Labirintos em busca por informação; </li></ul><ul><li>Informação dispersa em diversas bases de dados por toda a empresa; </li></ul>
    18. 18. TAXONOMIA - BENEFÍCIOS <ul><li>Facilita o acesso à informação , agilizando a comunicação entre produtores e público (interno/externo) da informação; </li></ul><ul><li>Uniformiza a classificação do conhecimento e das informações; </li></ul><ul><li>Esclarece os conceitos em uso, ao invés de criar novos termos para o mesmo fim; </li></ul><ul><li>Oferece um mapa da área trabalhad a, servindo como guia em processos de conhecimento; </li></ul><ul><li>Ordena , elimina ambiguidades e classifica a informação de maneira lógica . </li></ul>
    19. 19. FOLKSONOMIA <ul><li>É a representação temática livre dos assuntos feita pelas pessoas na rede, tendo como ponto forte a construção a partir do linguajar natural da comunidade que a utiliza. </li></ul>Folks Povo, Gente “ Classificação do Povo” Taxonomia Classificação
    20. 20. FOLKSONOMIA <ul><li>Usuário escolhe palavras-chaves, conhecidas como tags para classificar a informação ou parte da informação. </li></ul><ul><li>Tag em inglês significa &quot; identificação &quot;. Taggear é identificar alguma coisa. </li></ul>
    21. 21. FOLKSONOMIA <ul><li>Primeiros sites que utilizaram tags: </li></ul>
    22. 22. FOLKSONOMIA E MÍDIAS SOCIAIS <ul><li>Segundo Luciano Palma, palestrante e consultor estratégico de mídias sociais... </li></ul><ul><li>convergência de informações nomeação de uma situação #tag = todos utilizando a mesma #tag. </li></ul>
    23. 23. FOLKSONOMIA E MÍDIAS SOCIAIS <ul><li>Essa convergência faz com que... </li></ul>
    24. 24. FOLKSONOMIA - BENEFÍCIOS <ul><li>Apesar de descentralizar o controle sobre um site, o uso da folksonomia traz várias vantagens em comparação à taxonomia: </li></ul><ul><li>Liberação da classificação das informações para o público . </li></ul><ul><li>Rápida adaptação na navegação do site colaborativo </li></ul>
    25. 25. A Web 2.0 alterou a forma como são tratadas as informações nos ambientes digitais. Antes, a instituição gerava informação como resultado de suas atividades . Agora, os usuários geram informações através de sua participação . Onde entra o Arquivista nesta história?
    26. 26. PORTAIS CORPORATIVOS CONCEITOS <ul><li>São grandes websites institucionais; </li></ul><ul><li>São a evolução das intranets; </li></ul><ul><li>A aplicação que agrega conteúdo, colaboração, conhecimento e aplicativos transacionais, todos numa interface única. </li></ul>
    27. 27. PORTAIS CORPORATIVOS CARACTERÍSTICAS <ul><li>Busca e Indexação - Poderosos sistemas de busca e indexação de conteúdo </li></ul><ul><li>Categorização - categorização do conteúdo e conhecimento, de preferência usando tags e conceitos de web 2.0; </li></ul><ul><li>Colaboração - aplicações para colaboração. </li></ul><ul><li>Personalização - cada usuário é um usuário diferente e precisa receber informação de seu interesse apenas. </li></ul>
    28. 28. PORTAIS CORPORATIVOS CARACTERÍSTICAS <ul><li>Comunidades - Perfis de acordo com competências; </li></ul><ul><li>Integração de Sistemas - integração com demais aplicações é indispensável; </li></ul><ul><li>Segurança - segurança para todas as aplicações e login único. </li></ul>
    29. 29. PORTAIS CORPORATIVOS PROBLEMAS <ul><li>Arquivos parados em listas indexadas somente por ordem cronológica; </li></ul><ul><li>Armazenamento dos documentos. </li></ul>
    30. 30. NOVO PERFIL DO ARQUIVISTA <ul><li>Não tem medo da tecnologia; </li></ul><ul><li>Domina o vocabulário da área e entende as diferentes tecnologias da informação, pois compreende que precisamos dela cada vez mais em nosso cotidiano... </li></ul><ul><li>&quot;... Afinal, a tecnologia, o conhecimento humano e a informação sempre andaram juntas .&quot; (Charlley Luz, 2010) </li></ul>
    31. 31. MISSÃO DO ARQUIVISTA <ul><li>O Arquivista, enquanto profissional da informação e responsável pelos documentos e informações orgânicas de uma instituição, deve pensar: </li></ul>
    32. 32. DESAFIOS DOS ARQUIVISTAS <ul><li>Ter condições de interferir no processo de planejamento de portais que gerem arquivos e documentos; </li></ul><ul><li>Otimizar o arquivamento de documentos para equacionar a questão de armazenamento e disponibilidade das informações e documentos; </li></ul>
    33. 33. PRINCÍPIOS ARQUIVÍSTICOS APLICÁVEIS NA ARQUIVOLOGIA 2.0 <ul><li>ORGANICIDADE - nos ambientes digitais os fluxos informacionais ainda espelham a estrutura, funções e atividades da instituição. Ex: Dashboards </li></ul><ul><li>PRINCÍPIO DA PROVENIÊNCIA - é aplicado diretamente ao conceito de portal corporativo. </li></ul>
    34. 34. PRINCÍPIOS ARQUIVÍSTICOS APLICÁVEIS NA ARQUIVOLOGIA 2.0 <ul><li>CUMULATIVIDADE - tem uma formação progressiva, natural e orgânica de informações. </li></ul><ul><li>UNICIDADE - as informações são geradas de forma evolutiva e ao longo dos processos, bem como na prática da geração de dossiês e dos processos administrativos . </li></ul>
    35. 35. &quot;Arquivística é uma ciência de informação social, que estuda os arquivos (como sistemas de informação semifechados), quer na sua estruturação interna e na sua dinâmica própria, quer na interação com os outros sistemas correlativos que coexistem no contexto envolvente&quot; ( Armando Malheiros )
    36. 36. CONCLUSÃO Apesar da arquivística ter evoluído muito com a era digital, ainda tem longo caminho a trilhar. O conceito de documento é imutável, porém, paralelo a ele, existem registros de decisões e de inteligência coletiva que extravasam estes conceitos. Por isso a importância do foco não se limitar somente nas organizações, mas também na ação humana. Nesse contexto é fundamental que o arquivista tenha uma formação de base suficientemente sólida e abrangente, que lhe permitirá exercer funções em qualquer contexto orgânico produtor/manipulador de fluxo informacional.
    37. 37. AGRADECEMOS A TODOS PELA ATENÇÃO! BOA NOITE!
    38. 38. REFERÊNCIA <ul><li>AGUIAR, Ellen. Redes Sociais, Taxonomia e Folksonomia . Disponível em: < http://www.marketingmoderno.com.br/2011/06/redes-sociais-taxonomia-e-folksonomia/ >.Acesso em: 14 de novembro de 2011. </li></ul><ul><li>LUZ, Charlley. Arquivologia 2.0: A Informação Humana e Digital. Excertos de um arquivista 2.0 no mundo digital . Bookess Editora, Florianópolis, 2010. </li></ul><ul><li>_____. Sobre o Arquivista 2.0 . Disponível em: <http://arquivistadoispontozero.wordpress.com/about/>. Acesso em: 17 de outubro de 2011. </li></ul><ul><li>_____. O mundo da informação digital e a arquivologia . Disponível em: <http://webinsider.uol.com.br/2011/08/15/o-mundo-da-informacao-digital-e-a-arquivologia />.Acesso em: 20 de outubro de 2011. </li></ul><ul><li>______. Taxonomia: simples assim . Disponível em: <http://arquivistadoispontozero.wordpress.com/2009/06/09/taxonomia-simples-assi m/>. Acesso em: 14 de novembro de 2011. </li></ul><ul><li>MARINHO, Rafael. GED, Taxonomia e Ontologia nas empresas . Disponível em: <http://bibliotecariovirtual.wordpress.com/2009/08/14/ged-taxonomia-e-ontologia-nas-empresas/#more-1 68>. Acesso em 14 de novembro de 2011. </li></ul>
    39. 39. REFERÊNCIA <ul><li>MASSAROLO, Jorge. A Era Web 2.0 . Disponível em: < http://www.blog.sambabusiness.com.br/samba/bem-vindo/67-web-20/611-a-era-web-20.html >. Acesso em: 10 de novembro de 2011. </li></ul><ul><li>OTTONI, Heloisa Maria. Bases do Marketing para Unidades de Informação. Ciência da Informação , Brasília, DF, v.25, n.2, 1995. </li></ul><ul><li>RIBEIRO, Fernanda. O perfil profissional do arquivista na sociedade da informação. Disponível em: < http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/artigo8871.PDF >. Acesso em: 15 de novembro de 2011. </li></ul><ul><li>VERDE, Empresa. O que é Folksonomia? Disponível em: < http://redesociaismundovirtual.blogspot.com/2011/04/o-que-e-folksonomia.html >. Acesso em: 14 de novembro de 2011. </li></ul><ul><li>WIKIPEDIA, a enciclopédia livre. Web 2.0 . [S.l.]: [s.n.],2011. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0 >. Acesso em: 10 de novembro de 2011. </li></ul><ul><li>WIKIPEDIA, a enciclopédia livre. Arquitetura da Informação [S.I.]: [s.n], 2011. Disponível em: < http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura_de_informa%C3%A7%C3%A3o >. Acesso em: 14 de novembro de 2011. </li></ul>
    40. 40. REFERÊNCIA <ul><li>DIAS, Cláudia Augusto. Portal corporativo: conceito e características. Disponível em: < http://www.cielo.br/pdf/ci/v30n1.pdf >. Acesso em: 14 de novembro de 2011. </li></ul><ul><li>Portais corporativos. Disponível em: < http://www.portaiscorporativos.com.br/portal-corporativo/home.html >. Acesso em: 15 de novembro de 2011 </li></ul>

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