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PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
ARTE NA GRÉCIA
Antiguidade clássica:
O temo antiguidade clássica é utilizado para caracterizar a antiguidade europeia, circunscrita
entre, aproximadamente o século X a.C. e o século V d.C. Este período corresponde ao intervalo
entre o apogeu da cultura grega e a decadência do império romano.
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GRÉCIA CLÁSSICA
QUEM ERAM OS GREGOS
Dórios – continente;
Jônios – ilhas do mar Egeu;
• O período de formação da civilização grega abarca cerca de 400 anos – 1100 a 700 a.C.;
• Foi a partir de 800 a.C. que os gregos emergem rapidamente à plena luz da história;
• Os gregos não eram unidos como no Egito.
• A Grécia era dividida em muitas cidades estados e viviam em constante conflitos;
• A intensa rivalidade desses estados – militar, política e comercial – estimulou o
desenvolvimento das ideias e das instituições;
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GRÉCIA CLÁSSICA
PERÍODOS DA HISTÓRIA GREGA
Pré-Homérico - entre 2000 e 1.100 a.C.;
Homérico - entre 1.100 e 700 a.C.;
- 776 a.C. – instituição dos jogos olímpicos e ponto de partida da cronologia grega;
- Nesta época surge o estilo geométrico – caracteristicamente grego;
- Ilíada e Odisséia;
Arcaico - entre 700 e 500 a.C.
- Estilo orientalizante;
- Surge as pólis (cidades-estados) com uma elite social, econômica e militar;
- Eclosão do gênio artístico da Grécia: Pintura de vasos, escultura e arquitetura monumental
(as ordens dórica e jônica);
Clássico - entre 500 e 326 a.C.
- Apogeu da civilização grega e de sua arte;
- Época de grande desenvolvimento econômico, cultural, social e político;
- Surge a ordemcoríntia;
- Guerras médicas;
- Guerra do Peloponeso;
Helenístico - entre 326 e 31 a.C.
- Domínio macedônico;
- Decadência do império grego;
- Decadência da arte grega – internacionalização;
- Classe média emergente – nova clientela para a arte;
- Surgemvários estilos artísticos e as oficinas de cópias.
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ARTE GREGA
Existem 3 fontes diferentes de informações para se estudar a arte grega:
-Os próprios monumentos gregos – fonte segura, mas insuficiente;
-As cópias romanas – importantes para se conhecer obras perdidas;
-Fontes literárias – os gregos foram os primeiros a redigir textos sobre artistas.
Em suma, a arte grega foi marcada pela separação do poder sacerdotal, mas isso não significa
que não teve ligação com a religião. Na verdade, eles reinventaram a religião à luz da vida
humana e a arte foi um modo de provocar esse encontro, tendo funções políticas e religiosas: a
propaganda dos jogos oficiais e a narrativa da história dos deuses.
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ARTE GREGA
Características essenciais da arte grega:
- Autonomia;
- Ideal de beleza e perfeição;
- Íntima ligação com as narrativas heroicas, mitos e lendas, que representam o
resultado da mistura de divindades e heróis locais.
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ARTE GREGA
Arcaico - entre 700 e 500 a.C.
- Pintura
- Escultura
- Arquitetura
Clássico - entre 500 e 326 a.C.
- Pintura
- Escultura
- Arquitetura
Helenístico - entre 326 e 31
a.C.
- Pintura
- Escultura
- ArquiteturaPROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
PINTURA GREGA
 Estilo proto-geométrico (2000 – 1100 a.C.);
• motivos naturalistas e a influência creto-micénica;
• Introdução de formas geométricas básicas tais como
os losangos, os círculos, as linhas, entre outras;
 Estilo geométrico (1100 – 700 a.C.);
• uso de motivos geométricos numa decoração
simples e sóbria;
• Os motivos eram dispostos à volta do corpo dos
vasos, compondo bandas ou frisos;
Representada essencialmente por vasos cerâmicos:
Ânfora grega do séc. IXPROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
PINTURA GREGA
Vaso de Dipylon,
séc. VIII a.C. (c. 750-700 a.C.).
Estilo geométrico (1100 – 700 a.C.);
•Por volta de 800 a.C. começaram a
aparecer figuras humanas e de animais no
esquema geométrico;
•Nos exemplares mais evoluídos, as
figuras já estão associadas em cenas
coerentes;
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
 Período arcaico (700 – 500 a.C.);
 Fase orientalizante
• Período de experiências e de transição do
estilo geométrico para o arcaico;
• A geometrização fica limitada as zonas
periféricas: pé, asas e rebordo;
• Representam uma tentativa uniforme de
compreender o mundo;
• Os gregos acreditavam no destino e no
caráter humano;
• Os heróis do passado eram maiores do
que os homens da época e eram filhos
dos deuses;
• Os temas caracterizam-se pelo regresso
ao figurativo (necessidade de narrar e
representar) e pelo aparecimento
de cenas de caráctermitológico;
PINTURA GREGA
O Cegamento de Polifemo e
Górgonas, Ânfora de Elêusis. Séc.
VII a.C. (c. 675-650 a.C.).
Detalhe do gargalo da
ânfora – o cegamento
As figuras são representadas como
silhuetas maciças, ou como simples
contornos, ou com uma combinação das
duas maneiras
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
 Período arcaico (700 – 500 a.C.);
 Fase orientalizante
PINTURA GREGA
Vaso Chigi ou Olpe Chigi, séc. VII a.C. (c. 640-630 a.C.)
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
 Período arcaico (700 – 500 a.C.);
 Fase orientalizante
• Representação de animais míticos ou lendários e
de figuras híbridas como grifos (animais mitológicos,
misto de leão e águia), esfinges (figura mitológica com
cabeça de mulher, corpo de leão, cauda de serpente
e asas de águia) e górgonas (figura mitológica, mulher
com a cabeça armada de serpentes, o mesmo que
Medusa);
• Representação de elementos vegetais e naturalistas,
como lótus e palmetas, e animalistas.
• Figuras de grande tamanho, tratadas ainda
em silhueta estilizada, mas incluindo a técnica da
incisão - pequenos traços realçados a branco ou
vermelho que compunham pormenores anatómicos ou
de vestuário;
• A maioria das silhuetas eram representadas da
maneira antiga - lei da frontalidade - rosto e pernas
de perfil, olho e tronco de frente e ancas a três
quartos.
PINTURA GREGA
Ânfora de Melos, séc. VII a.C.
(c. 650 a.C.)PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
 Período arcaico (700 – 500 a.C.);
 Fase arcaica
• Vasos menores;
• Decoração mais acentuadamente figurativa;
• Enorme variedade de cenas da mitologia, da
lenda e da vida cotidiana;
• Qualidade elevada em muitos exemplares,
especialmente em Atenas;
• Por volta do séc. VI a.C. os melhores vasos
ostentam a assinatura de seus autores;
• A pintura cerâmica arcaica nos fez conhecer
as primeiras personalidades claramente
definidas de toda a história da arte;
• Fizeram também afrescos e painéis –
fragmentos.
PINTURA GREGA
Kylix grega, pintada por Amasis,
séc. VI a.C. (c. 540-530 a.C.)
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
 Período arcaico (700 – 500 a.C.);
 Fase arcaica
• aparecimento da cerâmica decorada com a técnica
das figuras pintadas a negro, que favoreceu um
efeito decorativo e bidimensional;
• O estilo “de figuras negras” surgiu em Ática,
técnica em que os pintores traçavam silhuetas
negras sobre o barro vermelho;
PINTURA GREGA
Kylix ático de figuras
negras, Exéquias. Dionísio
num barco. c. 540 a.C.
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
 Período arcaico (700 – 500 a.C.);
 Fase arcaica
• figuras negras.
• Os detalhes internos eram feitos mediante
raspagem da tinta preta, e às vezes, preenchidos
com tinta branca ou roxa;
• Início do abandono das representações antigas.
PINTURA GREGA
Ânfora ática. Psíax. Hércules
matando o Leão de Neméia
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
 Período arcaico (700 – 500 a.C.);
 Fase arcaica
• figuras vermelhas
PINTURA GREGA
Pintor da Fundição, O Lápita e o Centauro, pintura do
interior de um Kylix ático.PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
PINTURA GREGA
 Período clássico (500 – 326 a.C.)
• Representação do espaço pictórico;
• enorme liberdade criativa entre os modeladores
e decoradores das peças cerâmicas;
• Mistura de figuras vermelhas e negras com
fundos amarelados ou brancos, figuras negras
com brancas, etc..
• Lécitos gregos (lekythoi) – maiores
representantes;
• O fundo branco é tratado como espaço vazio de
onde as formas desenhadas parecem emergir,
definidas exclusivamente pela linha de contorno,
traçada com precisão;
• a decoração primava pela austeridade – o
chamado estilo belo. Musa Tocando a Cítera, pintura
de um Lekythos
grego, atribuída ao pintor de
Aquiles, séc. V a.C. (c. 445 a.C.)
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
PINTURA GREGA
 Período clássico (500 – 326 a.C.)
Lekythos grego com cena
funerária, pintor de Aquiles,
séc. V a.C. (c. 450 a.C.)
Lekythos grego, séc.
V a.C. (c. 470-460 a.C.)
Em alguns casos, surgiram novas
colorações, chegando à policromia.
Lekythos grego, séc. V a.C.
(c. 450 a.C.)
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
Pintura Funerária afresco, encontrada no Túmulo de Tuffatore,
em Pesto. Séc. V a.C. (c. 490-470 a.C.).
Sabemos pelas fontes escritas que a pintura era muito difundida na Grécia.
Era realizada sobre vários suportes: (madeira, paredes, estátuas, métopas, frisos etc.), mas, com
o passar do tempo, a maioria se perdeu; o clima úmido do continente helênico destruiu a maior
parte das obras em madeira.
Assim, a pintura é o aspecto menos conhecido da arte grega.
Todavia, aos olhos dos contemporâneos era considerada como uma forma sublime de
expressão.
PINTURA GREGA
 Período clássico (500 – 326 a.C.)
Tumba do mergulhador
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PINTURA GREGA
 Período clássico (500 – 326 a.C.)
Mergulhador (tuffatore), laje de cobertura, Tomba del Tuffatore, Paestum,
Salerno, séc. IV a.C.
Tumba do mergulhador
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PINTURA GREGA
 Período clássico (500 – 326 a.C.)
As únicas pinturas originais
provenientes da cultura
grega chegadas até nós
foram encontradas por
escavações arqueológicas;
são afrescos feitos em lajes
da "Tomba del tuffatore"
(tumba do mergulhador),
descobertos em 1968 numa
necrópole próxima a
Paestum (Salerno, Itália).
Tumba do mergulhador
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PINTURA GREGA
 Período clássico (500 – 326 a.C.)
Trata-se de um repertório de origem magno-grega (a Magna Grécia é a região meridional da Itália
de ocupação grega), no qual estão presentes elementos evidentes de uma interessante
interseção com a arte campana e etrusca.
Tais características, unidas ao caráter episódico do conjunto, não nos serve como um protótipo
das técnicas pictóricas tradicionais do mundo grego.
Tumba do mergulhador
Parede sul com cena de simpósio, Tomba del Tuffatore, Paestum, séc. IV a.C.PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
PINTURA GREGA
 Período clássico (500 – 326 a.C.)
Tumba do mergulhador
Parede norte com cena de simpósio, Tomba del Tuffatore, Paestum, séc. IV a.C.
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 Período Helenístico (326 – 31 a.C.).
PINTURA GREGA
• Na época helenística, por várias razões, a cerâmica grega perdeu o
seu prestígio, qualidade artística e encanto, acabando por se banalizar;
• A pintura helenística, como a escultura, buscou maior dramatização das cenas, mas
não conseguiu isto nos vasos;
• Representada pela pintura mural, a pintura grega deste período deve seu estudo às
cópias romanas;
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 Período Helenístico (326 – 31 a.C.).
PINTURA GREGA
Um exemplo é o Mosaico de Alexandre, mostrando o confronto do jovem conquistador e o
Grande Rei Dario III na Batalha de Issus, um mosaico que adorna as paredes da Casa do
Fauno, em Pompéia.
Acredita-se ser uma cópia da pintura descrita por Plínio, o Velho.
No mosaico, admira-se a escolha das cores, a composição do conjunto com o movimento e a
expressividade facial.
Descobertas arqueológicas recentes trouxeram à luz algumas obras originais, como por
exemplo, a tumba que parece ser de Felipe II.
O Período Helenístico é igualmente a época do desenvolvimento do mosaico.
Mosaico de Alexandre, vista geral. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
 Período Helenístico (326 – 31 a.C.).
PINTURA GREGA
Mosaico com Caça ao Veado de Pella, cópia romana
de um original grego do séc. III a.C. (c. 300 a.C.).
Mosaico com Pombas, cópia romana
de um original grego do séc. II ou I a.C.
(c. 190-100 a.C.).
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ESCULTURA GREGA
A escultura foi a arte mais nobre da Grécia antiga;
Cumpriu funções religiosas, políticas, honoríficas, funerárias e ornamentais e possuía
uma temática exclusivamente humana;
Os artistas puderam expressar a busca pela beleza através do tema mais importante para ele:
o corpo humano;
A partir da escultura podemos compreender o que significa a expressão “naturalismo grego”,
a principal característica e herança da arte grega.
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ESCULTURA GREGA
 Período arcaico (700 – 500 a.C.);
• Escultura de pedra: Kouroi e Korai;
• Influências do Oriente Antigo: Egito e Mesopotâmia;
• Altos e baixos-relevos; 
• Escultura arquitetural – que se encontram sobretudo nos frisos, métopas e tímpanos
dos templos (neste caso os temas eram principalmente mitológicos dado que os
templos serviam para o culto divino);
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Kroisos (Kouros de
Anavysos). Mármore.
600 a.C.
ESCULTURA GREGA
 Período arcaico (700 – 500 a.C.)
570 a.C. 525 a.C.
Moscóforo (O Homem
com o Vitelo). Mármore.
560 a.C.
Estátua Funerária
de um Jovem da
Ática (Kouros).
Mármore.
Cabeça Rampim.
Mármore.
•Kouroi
Sorriso arcaico
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Koré com Peplos
530 – 520 a.C.650 a.C.
Dama ou Koré de
Auxerre. Pedra
calcária.
ESCULTURA GREGA
 Período arcaico (700 – 500 a.C.)
520 – 510 a.C.
Koré de Chios.
570 a.C.
Hera de Samos.
Mármore.
•Korai;
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ESCULTURA GREGA
 Período arcaico (700 – 500 a.C.);
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
ESCULTURA GREGA
 Período arcaico (700 – 500 a.C.);
• altos e baixos-relevos e a escultura arquitetural:
- Influência do Oriente Antigo: Egito, Micenas;
- Em vez de ser esculpida na parede, como acontecia anteriormente, é um elemento
autônomo, apesar de também ser integrada na construção;
- Encontram sobretudo nos frisos, métopas e tímpanos dos templos (neste caso os
temas eram principalmente mitológicos dado que os templos serviam para o culto
divino). 
Templo de Artemisa, Corfu
Porta dos Leões, Micenas, 1250 a.C.PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
ESCULTURA GREGA
 Período arcaico (700 – 500 a.C.)
Templo de Artemisa
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ESCULTURA GREGA
 Período arcaico (700 – 500 a.C.)
O Tesouro de Siphnos
• altos e baixos-relevos e a escultura
arquitetural:
Baixos-relevos do Friso Setentrional do
Tesouro de Siphnos, séc. VI a.C. (c. 530 a.C.).
Mármore. Batalha dos Deuses e dos Gigantes. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
ESCULTURA GREGA
 Período arcaico (700 – 500 a.C.) 
O Templo de Égina
• altos e baixos-relevos e a escultura
arquitetural:
Guerreiro Moribundo, do Frontão Oriental do Templo
de Afaia, séc. V a.C. (c. 480 a.C.). Mármore. Hércules Ajoelhado, do frontão
oriental do Templo de Égina.
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ESCULTURA GREGA
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Realismo ao representar movimento ou repouso : maior expressividade nos rostos, gestos e 
movimentos e uma preocupação com as proporções, devido à influência dos cânones. ;
- Apogeu da escultura grega;
- Maior elegância e naturalismo; 
- Idealização da beleza do ser humano, em busca da perfeição total, com esculturas de jovens 
nus atléticos e belos. 
- O bronze e o mármore branco são os materiais usados em praticamente todas as esculturas.
- Estilo severo – V a.C. início;
- Estilo clássico (Fídias) – V a.C.;
- Estilo clássico tardio – IV a.C..
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ESCULTURA GREGA
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo severo – V a.C. início;
Efebo de Kritios, antes de 480 a.C. Mármore.
• Abandono da frontalidade e da
rigidez dos Kouroi arcaicos;
• Presença do contrapposto:
perna apoiada e perna livre;
• Expressão séria e pensativa.
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ESCULTURA GREGA
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo severo – V a.C. início;
O Auriga de Delfos,
Bronze.
470 a.C.450-440 a.C.
Doríforo, o
lanceiro. Cópia
por Policleto.
460 a.C.
Doríforo – Porte de estudado equilíbrio, precisão dos 
pormenores anatômicos e, acima, de tudo as 
harmoniosas proporções da figura a deram fama de 
“encarnação modelar do ideal clássico do corpo 
masculino”. Passou a ser conhecido como o canon
absoluto.
Templo de Zeus – maior conjunto 
escultórico do estilo severo, Olímpia.
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
ESCULTURA GREGA
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo severo – V a.C. início;
Templo de Zeus
Outra conquista do estilo:
- emoções refletidas no semblante.
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ESCULTURA GREGA
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo severo – V a.C. início;
A suprema realização do estilo severo:
•Estatuária monumental emmovimento.
O Discóbolo (O Lançador do
Disco), cópia romana de um 
original do grego Míron, séc . V 
a.C. (c . 4 5 0 a.C.). Mármore. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
ESCULTURA GREGA
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo clássico
Nióbida Moribunda, c. 450-440 a.C. 
Tímpano de um templo dórico. Mármore.
O mais antigo nu feminino da arte grega.
• Maturidade da escultura grega;
• Domínio dos movimentos;
• Estátuas de vulto redondo;
• Esculturas de frontões dotadas de liberdade;
• Novo sentido espacial, de fluidez e de equilíbrio;
• Pathos – sofrimento, que nos impressiona, sem causar horror;
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ESCULTURA GREGA
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo clássico;
• Os restos da decoração plástica do  Partenon (438-432 a.C.) formam o  maior e mais belo
conjunto de escultura clássica;
• As estátuas apresentam amplidão e absoluta naturalidade de movimento;
• Profundo sentimento poético do ser.
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ESCULTURA GREGA
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo clássico;
Partenon
A  autoria  das  estátuas  do  Partenon  está  associada  a  Fídias,  o  principal  dirigente  dos 
empreendimentos artísticos patrocinados por Péricles, governador de Atenas.
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
ESCULTURA GREGA
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo clássico;
Partenon- Pormenor do frontão, dos frisos e das colunas do templo
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ESCULTURA GREGA
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo clássico;
Partenon – Cavaleiros do friso ocidental. Mármore.
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ESCULTURA GREGA
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo clássico;
Partenon – As três deusas, frontão oriental. Mármore.
- Estilo clássico;
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo clássico;
Nike de Paionios, reconstrução de um original 
grego do séc. V a.C.. Mármore.
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
ESCULTURA GREGA
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo de Fídias – V a.C. final;
- Partenon (438-432 a.C.);
- Templo de Atena Nike (449 e 425
a.C.);
- Propileus (entrada monumental para a
acrópole);
- Estela funerária de Hegeso;
Reconstituição do Templo de Atena Nike feita 
a computador mostrando a aspecto original do 
templo com a balaustrada á volta
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ESCULTURA GREGA
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo de Fídias – V a.C. final; Templo de Atena Nike 410-407 a.C. 
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
ESCULTURA GREGA
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo de Fídias – V a.C. final;
Nike da balaustrada do Templo de 
Atena Nike 410-407 a.C. 
Nos frontões a decoração possuía uma temática diferente: 
a este, a dos gigantes, e a oeste, a das Amazonas. 
A decoração esculpida deste templo é um verdadeiro hino 
à beleza e à harmonia.
Um  dos  seus  mais  famosos  relevos  é  a  "Nike 
desapertando a Sandália".
Nos frisos, batalhas entre gregos e persas e procissões de 
vitórias aladas.
Templo de Atena Nike 410-407 a.C. 
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ESCULTURA GREGA
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo de Fídias – V a.C. final;
Estela funerária de Hegeso. 410-400 a.C. Mármore.
- Traçado harmonioso e doce melancolia;
- Trabalho delicado;
- Aparência de superfície transparente, de 
espaço vazio.
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ESCULTURA GREGA
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo clássico tardio – IV a.C.;
Também tratado como pré-helenístico:
período de75 anos entre o fim da Guerra do 
Peloponeso e a subida de Alexandre Magno 
no poder.
Mausoléu de Halicarnasso
O  programa  escultórico  do  Mausoléu  era 
constituído por três frisos representando os 
combates dos centauros contra os lápidas e 
dos  gregos  contra  as  amazonas,  além  de 
corridas de carros, filas de leões-sentinelas 
e  grande  número  de  grandes  estátuas, 
incluindo retratos dos falecidos. 
Influência egípcia e assíria.
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ESCULTURA GREGA
Mausoléu de Halicarnasso
Diferencia-se do estilo clássico pelas suas
principais características de:
•Violência, física e emocional, manifestada
pela tensão dos movimentos e expressões
faciais;
•Estilo explosivo e enérgico;
•O retrato reflete a personalidade do modelo;
•Aparência individual.
Desempenha papel importante na
época helenística.
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo clássico tardio – IV a.C.;
Mausolo, do Mausoléu de
Halicarnasso, séc . I V a.C . (c . 3
5 9 -3 5 1 a.C .). Mármore.
Batalha entre gregos e amazonas, friso oriental
do Mausoléu.
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ESCULTURA GREGA
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo clássico tardio – IV a.C.;
Deméter de Cnido, s éc . IV a.C. (c. 340
-330 a.C.). Mármore.
Praxíteles:
Mestre da graça feminina e da
evocação sensual da carne.
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
ESCULTURA GREGA
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo clássico tardio – IV a.C.;
Afrodite de Cnido. Séc. IV a.C. (c. 370 a.C.). 
Mármore.
Praxíteles 
A Afrodite de Cnido alcançou tal 
fama que é muitas vezes citada 
na  literatura  antiga  como 
sinônimo de perfeição absoluta.
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo clássico tardio – IV a.C.;
Hermes e Dionísio, Cópia romana
de um original de 330-320 a.C..
Mármore.
Hermes é a escultura mais “praxiteliana” que
se conhece:
•Esbeltas proporções;
•Sinuosa curva do tronco;
•Jogo de curvas suaves, atitude serenamente
descontraída.
Praxíteles 
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo clássico tardio – IV a.C.;
Praxíteles 
Afrodite de Arles, cópia romana de um original 
do grego de c. 360 a.C. Mármore.
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
 Período clássico (500 e 326 a.C.) 
- Estilo clássico tardio – IV a.C.;
Apolo Beldevere,  cópia  romana  de  um 
original grego em bronze do séc . I V a.C . (c. 
320 a.C.). Mármore.
Considerado  por  alguns  renascentistas  dos 
séculos XVIII e XIX o exemplar perfeito da beleza 
clássica.
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
ESCULTURA GREGA
 Período Helenístico (326 e 31 a.C.) 
Praticamente, o conjunto de trabalhos artísticos patrocinados por Alexandre Magno;
Período em que a arte grega estava sendo produzida num vasto território;
Grande interação de tendências locais e internacionais.
O Gaulês Moribundo, (c. 230 - 220 a.C.), provavelmente uma cópia romana do original grego.PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
ESCULTURA GREGA
 Período Helenístico (326 e 31 a.C.) 
Fauno Barberini, cópia de um original 
grego de c. 200 a.C.). Mármore.
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
ESCULTURA GREGA
 Período Helenístico (326 e 31 a.C.) 
Atena e Alcioneus. Pormenor de alguns re le vo s e e sculturas do Altar de Pé rg am o . C. 180 a.C..
Mármore.
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ESCULTURA GREGA
 Período Helenístico (326 e 31 a.C.) 
Vitória Alada de Samotrácia, provavelmente
de um artista de Rodes , séc. II a.C . (c. 160
a.C.). Mármore.
Força invisível do vento;
Relação ativa entre a 
estátua e o espaço que a 
envolve.
Maior obra prima de toda
escultura Helenística.
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
ESCULTURA GREGA
 Período Helenístico (326 e 31 a.C.) 
O Grupo Laocoonte, cópia de um original 
grego  em  bronze  do  séc.  I  a.C.  (c.  50 
a.C.). Mármore.
Para  os  renascentistas,  como 
Michelangelo,  é  complementar  de 
Apolo de Belvedere;
Apolo representa a beleza harmoniosa 
e Laocoonte a tragédia sublime. 
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ESCULTURA GREGA
 Período Helenístico (326 e 31 a.C.) 
A bailarina velada, c.200 a.C. Estatueta de bronze.
A estatuária helenística apresentou uma enorme
variedade de pequenas peças produzidas para
colecionadores;
Mendigos, saltimbancos, camponeses, jovens
elegantes, etc..
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
Em síntese, a arte grega representa um ideal de perfeição, equilíbrio, harmonia e beleza, ao 
representar a natureza, corrigindo suas imperfeições;
O  naturalismo  grego  se  difere  do  naturalismo  primitivo  do  paleolítico,  pois  acrescenta  uma 
reflexão idealizada sobre a natureza percebida, ou seja, uma projeção sobre o que a natureza 
poderia ser em seu mais alto grau de desenvolvimento;
Para  o  artista  grego,  a  natureza  se  concentrava  basicamente  no  corpo  humano.  Este  era  o 
exemplo mais refinado desta, sua maior possibilidade de expressão;
Desse modo, o maior tema representativo da Grécia antiga foi o corpo humano no seu estágio 
mais elevado de desenvolvimento, praticado pela cultura do físico (fisiculturismo);
 
Não se tinham idosos ou crianças como modelos, pois os últimos viviam a decadência do corpo 
e as crianças não tinham este ainda completamente formado.
ARTE GREGA
Síntese
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
ARTE GREGA
Os períodos
Arcaico – rigidez, impessoalidade e inexpressão – início da arte grega;
Clássico – equilíbrio, beleza e harmonia, busca da perfeição, naturalismo – apogeu;
Helenístico – exagero das emoções, dramaticidade, realismo – decadência;  
PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES

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  • 1. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES ARTE NA GRÉCIA
  • 2. Antiguidade clássica: O temo antiguidade clássica é utilizado para caracterizar a antiguidade europeia, circunscrita entre, aproximadamente o século X a.C. e o século V d.C. Este período corresponde ao intervalo entre o apogeu da cultura grega e a decadência do império romano. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 3. GRÉCIA CLÁSSICA QUEM ERAM OS GREGOS Dórios – continente; Jônios – ilhas do mar Egeu; • O período de formação da civilização grega abarca cerca de 400 anos – 1100 a 700 a.C.; • Foi a partir de 800 a.C. que os gregos emergem rapidamente à plena luz da história; • Os gregos não eram unidos como no Egito. • A Grécia era dividida em muitas cidades estados e viviam em constante conflitos; • A intensa rivalidade desses estados – militar, política e comercial – estimulou o desenvolvimento das ideias e das instituições; PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 4. GRÉCIA CLÁSSICA PERÍODOS DA HISTÓRIA GREGA Pré-Homérico - entre 2000 e 1.100 a.C.; Homérico - entre 1.100 e 700 a.C.; - 776 a.C. – instituição dos jogos olímpicos e ponto de partida da cronologia grega; - Nesta época surge o estilo geométrico – caracteristicamente grego; - Ilíada e Odisséia; Arcaico - entre 700 e 500 a.C. - Estilo orientalizante; - Surge as pólis (cidades-estados) com uma elite social, econômica e militar; - Eclosão do gênio artístico da Grécia: Pintura de vasos, escultura e arquitetura monumental (as ordens dórica e jônica); Clássico - entre 500 e 326 a.C. - Apogeu da civilização grega e de sua arte; - Época de grande desenvolvimento econômico, cultural, social e político; - Surge a ordemcoríntia; - Guerras médicas; - Guerra do Peloponeso; Helenístico - entre 326 e 31 a.C. - Domínio macedônico; - Decadência do império grego; - Decadência da arte grega – internacionalização; - Classe média emergente – nova clientela para a arte; - Surgemvários estilos artísticos e as oficinas de cópias. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 5. ARTE GREGA Existem 3 fontes diferentes de informações para se estudar a arte grega: -Os próprios monumentos gregos – fonte segura, mas insuficiente; -As cópias romanas – importantes para se conhecer obras perdidas; -Fontes literárias – os gregos foram os primeiros a redigir textos sobre artistas. Em suma, a arte grega foi marcada pela separação do poder sacerdotal, mas isso não significa que não teve ligação com a religião. Na verdade, eles reinventaram a religião à luz da vida humana e a arte foi um modo de provocar esse encontro, tendo funções políticas e religiosas: a propaganda dos jogos oficiais e a narrativa da história dos deuses. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 6. ARTE GREGA Características essenciais da arte grega: - Autonomia; - Ideal de beleza e perfeição; - Íntima ligação com as narrativas heroicas, mitos e lendas, que representam o resultado da mistura de divindades e heróis locais. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 7. ARTE GREGA Arcaico - entre 700 e 500 a.C. - Pintura - Escultura - Arquitetura Clássico - entre 500 e 326 a.C. - Pintura - Escultura - Arquitetura Helenístico - entre 326 e 31 a.C. - Pintura - Escultura - ArquiteturaPROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 8. PINTURA GREGA  Estilo proto-geométrico (2000 – 1100 a.C.); • motivos naturalistas e a influência creto-micénica; • Introdução de formas geométricas básicas tais como os losangos, os círculos, as linhas, entre outras;  Estilo geométrico (1100 – 700 a.C.); • uso de motivos geométricos numa decoração simples e sóbria; • Os motivos eram dispostos à volta do corpo dos vasos, compondo bandas ou frisos; Representada essencialmente por vasos cerâmicos: Ânfora grega do séc. IXPROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 9. PINTURA GREGA Vaso de Dipylon, séc. VIII a.C. (c. 750-700 a.C.). Estilo geométrico (1100 – 700 a.C.); •Por volta de 800 a.C. começaram a aparecer figuras humanas e de animais no esquema geométrico; •Nos exemplares mais evoluídos, as figuras já estão associadas em cenas coerentes; PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 10.  Período arcaico (700 – 500 a.C.);  Fase orientalizante • Período de experiências e de transição do estilo geométrico para o arcaico; • A geometrização fica limitada as zonas periféricas: pé, asas e rebordo; • Representam uma tentativa uniforme de compreender o mundo; • Os gregos acreditavam no destino e no caráter humano; • Os heróis do passado eram maiores do que os homens da época e eram filhos dos deuses; • Os temas caracterizam-se pelo regresso ao figurativo (necessidade de narrar e representar) e pelo aparecimento de cenas de caráctermitológico; PINTURA GREGA O Cegamento de Polifemo e Górgonas, Ânfora de Elêusis. Séc. VII a.C. (c. 675-650 a.C.). Detalhe do gargalo da ânfora – o cegamento As figuras são representadas como silhuetas maciças, ou como simples contornos, ou com uma combinação das duas maneiras PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 11.  Período arcaico (700 – 500 a.C.);  Fase orientalizante PINTURA GREGA Vaso Chigi ou Olpe Chigi, séc. VII a.C. (c. 640-630 a.C.) PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 12.  Período arcaico (700 – 500 a.C.);  Fase orientalizante • Representação de animais míticos ou lendários e de figuras híbridas como grifos (animais mitológicos, misto de leão e águia), esfinges (figura mitológica com cabeça de mulher, corpo de leão, cauda de serpente e asas de águia) e górgonas (figura mitológica, mulher com a cabeça armada de serpentes, o mesmo que Medusa); • Representação de elementos vegetais e naturalistas, como lótus e palmetas, e animalistas. • Figuras de grande tamanho, tratadas ainda em silhueta estilizada, mas incluindo a técnica da incisão - pequenos traços realçados a branco ou vermelho que compunham pormenores anatómicos ou de vestuário; • A maioria das silhuetas eram representadas da maneira antiga - lei da frontalidade - rosto e pernas de perfil, olho e tronco de frente e ancas a três quartos. PINTURA GREGA Ânfora de Melos, séc. VII a.C. (c. 650 a.C.)PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 13.  Período arcaico (700 – 500 a.C.);  Fase arcaica • Vasos menores; • Decoração mais acentuadamente figurativa; • Enorme variedade de cenas da mitologia, da lenda e da vida cotidiana; • Qualidade elevada em muitos exemplares, especialmente em Atenas; • Por volta do séc. VI a.C. os melhores vasos ostentam a assinatura de seus autores; • A pintura cerâmica arcaica nos fez conhecer as primeiras personalidades claramente definidas de toda a história da arte; • Fizeram também afrescos e painéis – fragmentos. PINTURA GREGA Kylix grega, pintada por Amasis, séc. VI a.C. (c. 540-530 a.C.) PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 14.  Período arcaico (700 – 500 a.C.);  Fase arcaica • aparecimento da cerâmica decorada com a técnica das figuras pintadas a negro, que favoreceu um efeito decorativo e bidimensional; • O estilo “de figuras negras” surgiu em Ática, técnica em que os pintores traçavam silhuetas negras sobre o barro vermelho; PINTURA GREGA Kylix ático de figuras negras, Exéquias. Dionísio num barco. c. 540 a.C. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 15.  Período arcaico (700 – 500 a.C.);  Fase arcaica • figuras negras. • Os detalhes internos eram feitos mediante raspagem da tinta preta, e às vezes, preenchidos com tinta branca ou roxa; • Início do abandono das representações antigas. PINTURA GREGA Ânfora ática. Psíax. Hércules matando o Leão de Neméia PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 16.  Período arcaico (700 – 500 a.C.);  Fase arcaica • figuras vermelhas PINTURA GREGA Pintor da Fundição, O Lápita e o Centauro, pintura do interior de um Kylix ático.PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 17. PINTURA GREGA  Período clássico (500 – 326 a.C.) • Representação do espaço pictórico; • enorme liberdade criativa entre os modeladores e decoradores das peças cerâmicas; • Mistura de figuras vermelhas e negras com fundos amarelados ou brancos, figuras negras com brancas, etc.. • Lécitos gregos (lekythoi) – maiores representantes; • O fundo branco é tratado como espaço vazio de onde as formas desenhadas parecem emergir, definidas exclusivamente pela linha de contorno, traçada com precisão; • a decoração primava pela austeridade – o chamado estilo belo. Musa Tocando a Cítera, pintura de um Lekythos grego, atribuída ao pintor de Aquiles, séc. V a.C. (c. 445 a.C.) PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 18. PINTURA GREGA  Período clássico (500 – 326 a.C.) Lekythos grego com cena funerária, pintor de Aquiles, séc. V a.C. (c. 450 a.C.) Lekythos grego, séc. V a.C. (c. 470-460 a.C.) Em alguns casos, surgiram novas colorações, chegando à policromia. Lekythos grego, séc. V a.C. (c. 450 a.C.) PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 19. Pintura Funerária afresco, encontrada no Túmulo de Tuffatore, em Pesto. Séc. V a.C. (c. 490-470 a.C.). Sabemos pelas fontes escritas que a pintura era muito difundida na Grécia. Era realizada sobre vários suportes: (madeira, paredes, estátuas, métopas, frisos etc.), mas, com o passar do tempo, a maioria se perdeu; o clima úmido do continente helênico destruiu a maior parte das obras em madeira. Assim, a pintura é o aspecto menos conhecido da arte grega. Todavia, aos olhos dos contemporâneos era considerada como uma forma sublime de expressão. PINTURA GREGA  Período clássico (500 – 326 a.C.) Tumba do mergulhador PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 20. PINTURA GREGA  Período clássico (500 – 326 a.C.) Mergulhador (tuffatore), laje de cobertura, Tomba del Tuffatore, Paestum, Salerno, séc. IV a.C. Tumba do mergulhador PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 21. PINTURA GREGA  Período clássico (500 – 326 a.C.) As únicas pinturas originais provenientes da cultura grega chegadas até nós foram encontradas por escavações arqueológicas; são afrescos feitos em lajes da "Tomba del tuffatore" (tumba do mergulhador), descobertos em 1968 numa necrópole próxima a Paestum (Salerno, Itália). Tumba do mergulhador PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 22. PINTURA GREGA  Período clássico (500 – 326 a.C.) Trata-se de um repertório de origem magno-grega (a Magna Grécia é a região meridional da Itália de ocupação grega), no qual estão presentes elementos evidentes de uma interessante interseção com a arte campana e etrusca. Tais características, unidas ao caráter episódico do conjunto, não nos serve como um protótipo das técnicas pictóricas tradicionais do mundo grego. Tumba do mergulhador Parede sul com cena de simpósio, Tomba del Tuffatore, Paestum, séc. IV a.C.PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 23. PINTURA GREGA  Período clássico (500 – 326 a.C.) Tumba do mergulhador Parede norte com cena de simpósio, Tomba del Tuffatore, Paestum, séc. IV a.C. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 24.  Período Helenístico (326 – 31 a.C.). PINTURA GREGA • Na época helenística, por várias razões, a cerâmica grega perdeu o seu prestígio, qualidade artística e encanto, acabando por se banalizar; • A pintura helenística, como a escultura, buscou maior dramatização das cenas, mas não conseguiu isto nos vasos; • Representada pela pintura mural, a pintura grega deste período deve seu estudo às cópias romanas; PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 25.  Período Helenístico (326 – 31 a.C.). PINTURA GREGA Um exemplo é o Mosaico de Alexandre, mostrando o confronto do jovem conquistador e o Grande Rei Dario III na Batalha de Issus, um mosaico que adorna as paredes da Casa do Fauno, em Pompéia. Acredita-se ser uma cópia da pintura descrita por Plínio, o Velho. No mosaico, admira-se a escolha das cores, a composição do conjunto com o movimento e a expressividade facial. Descobertas arqueológicas recentes trouxeram à luz algumas obras originais, como por exemplo, a tumba que parece ser de Felipe II. O Período Helenístico é igualmente a época do desenvolvimento do mosaico. Mosaico de Alexandre, vista geral. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 26.  Período Helenístico (326 – 31 a.C.). PINTURA GREGA Mosaico com Caça ao Veado de Pella, cópia romana de um original grego do séc. III a.C. (c. 300 a.C.). Mosaico com Pombas, cópia romana de um original grego do séc. II ou I a.C. (c. 190-100 a.C.). PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 27. ESCULTURA GREGA A escultura foi a arte mais nobre da Grécia antiga; Cumpriu funções religiosas, políticas, honoríficas, funerárias e ornamentais e possuía uma temática exclusivamente humana; Os artistas puderam expressar a busca pela beleza através do tema mais importante para ele: o corpo humano; A partir da escultura podemos compreender o que significa a expressão “naturalismo grego”, a principal característica e herança da arte grega. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 28. ESCULTURA GREGA  Período arcaico (700 – 500 a.C.); • Escultura de pedra: Kouroi e Korai; • Influências do Oriente Antigo: Egito e Mesopotâmia; • Altos e baixos-relevos;  • Escultura arquitetural – que se encontram sobretudo nos frisos, métopas e tímpanos dos templos (neste caso os temas eram principalmente mitológicos dado que os templos serviam para o culto divino); PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 29. Kroisos (Kouros de Anavysos). Mármore. 600 a.C. ESCULTURA GREGA  Período arcaico (700 – 500 a.C.) 570 a.C. 525 a.C. Moscóforo (O Homem com o Vitelo). Mármore. 560 a.C. Estátua Funerária de um Jovem da Ática (Kouros). Mármore. Cabeça Rampim. Mármore. •Kouroi Sorriso arcaico PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 30. Koré com Peplos 530 – 520 a.C.650 a.C. Dama ou Koré de Auxerre. Pedra calcária. ESCULTURA GREGA  Período arcaico (700 – 500 a.C.) 520 – 510 a.C. Koré de Chios. 570 a.C. Hera de Samos. Mármore. •Korai; PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 31. ESCULTURA GREGA  Período arcaico (700 – 500 a.C.); PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 32. ESCULTURA GREGA  Período arcaico (700 – 500 a.C.); • altos e baixos-relevos e a escultura arquitetural: - Influência do Oriente Antigo: Egito, Micenas; - Em vez de ser esculpida na parede, como acontecia anteriormente, é um elemento autônomo, apesar de também ser integrada na construção; - Encontram sobretudo nos frisos, métopas e tímpanos dos templos (neste caso os temas eram principalmente mitológicos dado que os templos serviam para o culto divino).  Templo de Artemisa, Corfu Porta dos Leões, Micenas, 1250 a.C.PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 33. ESCULTURA GREGA  Período arcaico (700 – 500 a.C.) Templo de Artemisa PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 34. ESCULTURA GREGA  Período arcaico (700 – 500 a.C.) O Tesouro de Siphnos • altos e baixos-relevos e a escultura arquitetural: Baixos-relevos do Friso Setentrional do Tesouro de Siphnos, séc. VI a.C. (c. 530 a.C.). Mármore. Batalha dos Deuses e dos Gigantes. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 35. ESCULTURA GREGA  Período arcaico (700 – 500 a.C.)  O Templo de Égina • altos e baixos-relevos e a escultura arquitetural: Guerreiro Moribundo, do Frontão Oriental do Templo de Afaia, séc. V a.C. (c. 480 a.C.). Mármore. Hércules Ajoelhado, do frontão oriental do Templo de Égina. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 36. ESCULTURA GREGA  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Realismo ao representar movimento ou repouso : maior expressividade nos rostos, gestos e  movimentos e uma preocupação com as proporções, devido à influência dos cânones. ; - Apogeu da escultura grega; - Maior elegância e naturalismo;  - Idealização da beleza do ser humano, em busca da perfeição total, com esculturas de jovens  nus atléticos e belos.  - O bronze e o mármore branco são os materiais usados em praticamente todas as esculturas. - Estilo severo – V a.C. início; - Estilo clássico (Fídias) – V a.C.; - Estilo clássico tardio – IV a.C.. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 37. ESCULTURA GREGA  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo severo – V a.C. início; Efebo de Kritios, antes de 480 a.C. Mármore. • Abandono da frontalidade e da rigidez dos Kouroi arcaicos; • Presença do contrapposto: perna apoiada e perna livre; • Expressão séria e pensativa. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 38. ESCULTURA GREGA  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo severo – V a.C. início; O Auriga de Delfos, Bronze. 470 a.C.450-440 a.C. Doríforo, o lanceiro. Cópia por Policleto. 460 a.C. Doríforo – Porte de estudado equilíbrio, precisão dos  pormenores anatômicos e, acima, de tudo as  harmoniosas proporções da figura a deram fama de  “encarnação modelar do ideal clássico do corpo  masculino”. Passou a ser conhecido como o canon absoluto. Templo de Zeus – maior conjunto  escultórico do estilo severo, Olímpia. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 39. ESCULTURA GREGA  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo severo – V a.C. início; Templo de Zeus Outra conquista do estilo: - emoções refletidas no semblante. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 40. ESCULTURA GREGA  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo severo – V a.C. início; A suprema realização do estilo severo: •Estatuária monumental emmovimento. O Discóbolo (O Lançador do Disco), cópia romana de um  original do grego Míron, séc . V  a.C. (c . 4 5 0 a.C.). Mármore. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 41. ESCULTURA GREGA  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo clássico Nióbida Moribunda, c. 450-440 a.C.  Tímpano de um templo dórico. Mármore. O mais antigo nu feminino da arte grega. • Maturidade da escultura grega; • Domínio dos movimentos; • Estátuas de vulto redondo; • Esculturas de frontões dotadas de liberdade; • Novo sentido espacial, de fluidez e de equilíbrio; • Pathos – sofrimento, que nos impressiona, sem causar horror; PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 42. ESCULTURA GREGA  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo clássico; • Os restos da decoração plástica do  Partenon (438-432 a.C.) formam o  maior e mais belo conjunto de escultura clássica; • As estátuas apresentam amplidão e absoluta naturalidade de movimento; • Profundo sentimento poético do ser. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 43. ESCULTURA GREGA  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo clássico; Partenon A  autoria  das  estátuas  do  Partenon  está  associada  a  Fídias,  o  principal  dirigente  dos  empreendimentos artísticos patrocinados por Péricles, governador de Atenas. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 44. ESCULTURA GREGA  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo clássico; Partenon- Pormenor do frontão, dos frisos e das colunas do templo PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 45. ESCULTURA GREGA  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo clássico; Partenon – Cavaleiros do friso ocidental. Mármore. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 46. ESCULTURA GREGA  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo clássico; Partenon – As três deusas, frontão oriental. Mármore. - Estilo clássico; PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 47.  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo clássico; Nike de Paionios, reconstrução de um original  grego do séc. V a.C.. Mármore. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 48. ESCULTURA GREGA  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo de Fídias – V a.C. final; - Partenon (438-432 a.C.); - Templo de Atena Nike (449 e 425 a.C.); - Propileus (entrada monumental para a acrópole); - Estela funerária de Hegeso; Reconstituição do Templo de Atena Nike feita  a computador mostrando a aspecto original do  templo com a balaustrada á volta PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 49. ESCULTURA GREGA  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo de Fídias – V a.C. final; Templo de Atena Nike 410-407 a.C.  PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 50. ESCULTURA GREGA  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo de Fídias – V a.C. final; Nike da balaustrada do Templo de  Atena Nike 410-407 a.C.  Nos frontões a decoração possuía uma temática diferente:  a este, a dos gigantes, e a oeste, a das Amazonas.  A decoração esculpida deste templo é um verdadeiro hino  à beleza e à harmonia. Um  dos  seus  mais  famosos  relevos  é  a  "Nike  desapertando a Sandália". Nos frisos, batalhas entre gregos e persas e procissões de  vitórias aladas. Templo de Atena Nike 410-407 a.C.  PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 51. ESCULTURA GREGA  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo de Fídias – V a.C. final; Estela funerária de Hegeso. 410-400 a.C. Mármore. - Traçado harmonioso e doce melancolia; - Trabalho delicado; - Aparência de superfície transparente, de  espaço vazio. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 52. ESCULTURA GREGA  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo clássico tardio – IV a.C.; Também tratado como pré-helenístico: período de75 anos entre o fim da Guerra do  Peloponeso e a subida de Alexandre Magno  no poder. Mausoléu de Halicarnasso O  programa  escultórico  do  Mausoléu  era  constituído por três frisos representando os  combates dos centauros contra os lápidas e  dos  gregos  contra  as  amazonas,  além  de  corridas de carros, filas de leões-sentinelas  e  grande  número  de  grandes  estátuas,  incluindo retratos dos falecidos.  Influência egípcia e assíria. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 53. ESCULTURA GREGA Mausoléu de Halicarnasso Diferencia-se do estilo clássico pelas suas principais características de: •Violência, física e emocional, manifestada pela tensão dos movimentos e expressões faciais; •Estilo explosivo e enérgico; •O retrato reflete a personalidade do modelo; •Aparência individual. Desempenha papel importante na época helenística.  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo clássico tardio – IV a.C.; Mausolo, do Mausoléu de Halicarnasso, séc . I V a.C . (c . 3 5 9 -3 5 1 a.C .). Mármore. Batalha entre gregos e amazonas, friso oriental do Mausoléu. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 54. ESCULTURA GREGA  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo clássico tardio – IV a.C.; Deméter de Cnido, s éc . IV a.C. (c. 340 -330 a.C.). Mármore. Praxíteles: Mestre da graça feminina e da evocação sensual da carne. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 55. ESCULTURA GREGA  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo clássico tardio – IV a.C.; Afrodite de Cnido. Séc. IV a.C. (c. 370 a.C.).  Mármore. Praxíteles  A Afrodite de Cnido alcançou tal  fama que é muitas vezes citada  na  literatura  antiga  como  sinônimo de perfeição absoluta. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 56.  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo clássico tardio – IV a.C.; Hermes e Dionísio, Cópia romana de um original de 330-320 a.C.. Mármore. Hermes é a escultura mais “praxiteliana” que se conhece: •Esbeltas proporções; •Sinuosa curva do tronco; •Jogo de curvas suaves, atitude serenamente descontraída. Praxíteles  PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 57.  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo clássico tardio – IV a.C.; Praxíteles  Afrodite de Arles, cópia romana de um original  do grego de c. 360 a.C. Mármore. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 58.  Período clássico (500 e 326 a.C.)  - Estilo clássico tardio – IV a.C.; Apolo Beldevere,  cópia  romana  de  um  original grego em bronze do séc . I V a.C . (c.  320 a.C.). Mármore. Considerado  por  alguns  renascentistas  dos  séculos XVIII e XIX o exemplar perfeito da beleza  clássica. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 59. ESCULTURA GREGA  Período Helenístico (326 e 31 a.C.)  Praticamente, o conjunto de trabalhos artísticos patrocinados por Alexandre Magno; Período em que a arte grega estava sendo produzida num vasto território; Grande interação de tendências locais e internacionais. O Gaulês Moribundo, (c. 230 - 220 a.C.), provavelmente uma cópia romana do original grego.PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 60. ESCULTURA GREGA  Período Helenístico (326 e 31 a.C.)  Fauno Barberini, cópia de um original  grego de c. 200 a.C.). Mármore. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 61. ESCULTURA GREGA  Período Helenístico (326 e 31 a.C.)  Atena e Alcioneus. Pormenor de alguns re le vo s e e sculturas do Altar de Pé rg am o . C. 180 a.C.. Mármore. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 62. ESCULTURA GREGA  Período Helenístico (326 e 31 a.C.)  Vitória Alada de Samotrácia, provavelmente de um artista de Rodes , séc. II a.C . (c. 160 a.C.). Mármore. Força invisível do vento; Relação ativa entre a  estátua e o espaço que a  envolve. Maior obra prima de toda escultura Helenística. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 63. ESCULTURA GREGA  Período Helenístico (326 e 31 a.C.)  O Grupo Laocoonte, cópia de um original  grego  em  bronze  do  séc.  I  a.C.  (c.  50  a.C.). Mármore. Para  os  renascentistas,  como  Michelangelo,  é  complementar  de  Apolo de Belvedere; Apolo representa a beleza harmoniosa  e Laocoonte a tragédia sublime.  PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 64. ESCULTURA GREGA  Período Helenístico (326 e 31 a.C.)  A bailarina velada, c.200 a.C. Estatueta de bronze. A estatuária helenística apresentou uma enorme variedade de pequenas peças produzidas para colecionadores; Mendigos, saltimbancos, camponeses, jovens elegantes, etc.. PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 65. Em síntese, a arte grega representa um ideal de perfeição, equilíbrio, harmonia e beleza, ao  representar a natureza, corrigindo suas imperfeições; O  naturalismo  grego  se  difere  do  naturalismo  primitivo  do  paleolítico,  pois  acrescenta  uma  reflexão idealizada sobre a natureza percebida, ou seja, uma projeção sobre o que a natureza  poderia ser em seu mais alto grau de desenvolvimento; Para  o  artista  grego,  a  natureza  se  concentrava  basicamente  no  corpo  humano.  Este  era  o  exemplo mais refinado desta, sua maior possibilidade de expressão; Desse modo, o maior tema representativo da Grécia antiga foi o corpo humano no seu estágio  mais elevado de desenvolvimento, praticado pela cultura do físico (fisiculturismo);   Não se tinham idosos ou crianças como modelos, pois os últimos viviam a decadência do corpo  e as crianças não tinham este ainda completamente formado. ARTE GREGA Síntese PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES
  • 66. ARTE GREGA Os períodos Arcaico – rigidez, impessoalidade e inexpressão – início da arte grega; Clássico – equilíbrio, beleza e harmonia, busca da perfeição, naturalismo – apogeu; Helenístico – exagero das emoções, dramaticidade, realismo – decadência;   PROF. WILLIANS MARTINS DE AMORIM - ARTES