Medidas profiláticas doenças

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Medidas profiláticas doenças

  1. 1. 0FACULDADE LITERATUSCURSO: BIOMEDICINASAÚDE AMBIENTALMANAUS – AM2013
  2. 2. 1RAIMUNDO WANDERLEY GOMES TEIXEIRAMEDIDAS PROFILAXIASMANAUS – AM2013
  3. 3. 2SUMÁRIODengue…………………………………………………………………………...…… 03Diarréia por Rotavirus ……………………………………………………………… 03Febre Tifóide ……………………………………………………………………….... 04Febre Amarela ………………………………………………………………………. 05Hepatites Virais ……………………………………………………………………… 05Influenza Humana …………………………………………………………...……… 08Malária ………………………………………………………………………...…….. 09Meningite Meningocócica ……………………………………………………...…… 09Varicela ………………………………………………………………………………. 10REFERÊNCIAS: …….……………………………………………………………… 11
  4. 4. 3DengueAs medidas de controle se restringem ao vetor Ae. aegypti, uma vez que não hávacina ou drogas antivirais específicas. O combate ao vetor envolve ações continuadasde inspeções domiciliares, eliminação e tratamento de criadouros, associadas aatividades de educação em saúde e mobilização social. A finalidade das ações de rotinaé manter a infestação do vetor em níveis incompatíveis com a transmissão da doença.Em situações de epidemias, deve ocorrer a intensificação das ações de controle,prioritariamente a eliminação de criadouros e o tratamento focal. Além disso, deve serutilizada a aplicação espacial de inseticida a ultra-baixo volume (UBV), ao mesmotempo em que as ações de rotina são conduzidas de forma aprimoradas. Em função dacomplexidade que envolve a prevenção e o controle da Dengue, o Programa Nacionalde Controle da Dengue estabeleceu dez componentes de ação: vigilânciaepidemiológica; combate ao vetor; assistência aos pacientes; integração com a atençãobásica; ações de saneamento ambiental; ações integradas de educação em saúde,comunicação e mobilização; capacitação de recursos humanos; legislação de apoio aoPrograma; acompanhamento e avaliação. Esses componentes de ação, seconvenientemente implementados, contribuirão para a estruturação de programaspermanentes, integrados e intersetoriais, características essenciais para o enfrentamentodeste importante problema de saúde pública.Diarréia por RotavirusAs medidas profiláticas incluem:Vacinação - VORH - (Vacina oral de Rotavírus Humano), 1aDose aos dois meses denascido e 2aDose aos quatro meses de idade.Se acaso a criança venha a desenvolver quadro diarreico, deve – se fazer a hidrataçãooral, através do sal de reidratação oral (SRO). A maioria das pessoas não necessitam detratamento, porém em todos os casos os médicos deverão ser consultados paraacompanhamento, uma vez que a diarréia e os demais sintomas provocam grandedebilidade e desidratam crianças, favorecendo outras doenças oportunistas.Crianças infectadas por rotavirus precisam de cuidados especiais para evitaralimentação que prejudique ainda mais a diarréia aumentando os sintomas, provocandomaior debilidade física.
  5. 5. 4Febre TifóideConduta frente a um caso - Isolamento entérico, com desinfecção concorrentedas fezes, urina e objetos contaminados e limpeza terminal. Caracterizar clinicamente ocaso; verificar se já foi coletado e encaminhado material para exame diagnóstico (fezes,sangue, urina), observando se houve uso prévio de antibiótico; se necessário,hospitalizar o paciente; determinar as prováveis fontes de infecção; pesquisar aexistência de casos semelhantes na residência, local de trabalho, estudo, etc.; proceder abusca ativa de casos na área; identificar os comunicantes e, entre esses, pesquisarportadores através da coprocultura; afastar o paciente da manipulação de alimentos eorientar sobre medidas de higiene, principalmente em relação à limpeza rigorosa dasmãos. Após 7 dias do término do tratamento, realizar 3 coletas de fezes paracoproculturas, visando identificar se o paciente é portador da S. typhi; orientar quantoao destino correto das fezes.Medidas referentes aos portadores - Na prática, é muito difícil a identificação econsequente tratamento dos portadores para eliminação desta fonte de infecção nacomunidade, apesar de sua reconhecida importância na manutenção do ciclo detransmissão da doença. A pesquisa de portadores é feita por realização de coproculturas,em número de 7, em dias seqüenciais. Essa pesquisa está indicada nas seguintessituações: comunicantes que possam constituir perigo para a comunidade (ex.:indivíduos que manipulam alimentos em restaurantes, creches e hospitais) e emcoletividades fechadas (asilos, hospitais psiquiátricos, presídios), quando houver casosde Febre Tifóide entre os freqüentadores dessas instituições. Quando identificado oportador, tratá-lo com Ampicilina, 1,0 a 1,5g/dose, VO, dividida em 4 tomadas (6/6horas), por 14 dias, ou Amoxicilina, 3g/dia, VO, dividida em 3 tomadas (8/8 horas), por14 dias.Observação - Após 7 dias do término do tratamento, iniciar a coleta de 3 coproculturas,com intervalo de 30 dias entre cada uma. Se o portador for manipulador de alimentos,realizar as 3 coproculturas com intervalo de 1 semana entre elas. Caso uma delas sejapositiva, essa série pode ser suspensa e o indivíduo deve ser novamente tratado, depreferência com uma quinolona (Ciprofloxacina, 500mg, VO, de 12/12 horas, durante 4semanas), e orientado quanto ao risco que representa para a comunidade em geral. Otempo ideal de tratamento para portadores crônicos ainda não está bem definido.Pacientes com litíase biliar ou anomalias biliares que não respondem ao tratamento com
  6. 6. 5antimicrobianos devem ser colecistectomizados. Vacinação: a vacina atualmentedisponível tem poder imunogênico baixo e indicações muito restritas.Febre AmarelaA vacinação é a mais importante medida de controle. A vacina 17D éadministrada em dose única e confere proteção próxima a 100%. Deve ser realizada apartir dos nove meses de idade, com reforço a cada 10 anos, nas zonas endêmicas, detransição e de risco potencial, assim como para todas as pessoas que se deslocam paraessas áreas. Em situações de surto ou epidemia, vacinar a partir dos 6 meses de idade.Notificação imediata de casos humanos, epizootias e de achado do vírus em vetorsilvestre.• Vigilância sanitária de portos, aeroportos e passagens de fronteira, com a exigência doCertificado Internacional de Vacinação e Profilaxia válido para a Febre Amarela apenaspara viajantes internacionais procedentes de áreas de ocorrência da doença, queapresente risco de disseminação internacional, segundo o Regulamento Internacional -2005.• Controle do Ae. aegypti para eliminação do risco de reurbanização.• Realização de ações de educação em saúde.Hepatites ViraisAtualmente, existem vacinas para a prevenção das hepatites A e B. O Ministério daSaúde oferece vacina contra a hepatite B nos postos de saúde do SUS e contra a hepatiteA nos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE). Não existe vacinacontra a hepatite C, o que reforça a necessidade de um controle adequado da cadeia detransmissão no domicílio e na comunidade, bem como entre grupos vulneráveis, pormeio de políticas de redução de danos.As medidas de controle contra a Hepatite A incluem a notificação de surtos e oscuidados com o paciente.A melhor forma de se evitar a doença é melhorando as condições de higiene ede saneamento básico, como por exemplo: Lavar as mãos após ir ao banheiro, trocar fraldas e antes de comer ou prepararalimentos;
  7. 7. 6 Lavar bem, com água tratada, clorada ou fervida, os alimentos que são consumidoscrus, deixando-os de molho por 30 minutos; Cozinhar bem os alimentos antes de consumi-los, principalmente mariscos, frutosdo mar e carne de porco; Lavar adequadamente pratos, copos, talheres e mamadeiras; Não tomar banho ou brincar perto de valões, riachos, chafarizes, enchentes oupróximo de onde haja esgoto a céu aberto; Evitar a construção de fossas próximas a poços e nascentes de rios, para nãocomprometer o lençol dágua que alimenta o poço. Deve-se respeitar, por medidasde segurança, a distância mínima de 15 metros entre o poço e a fossa do tipo seca ede 45 metros, para os demais focos de contaminação, como chiqueiros, estábulos,valões de esgoto, galerias de infiltração e outros; Caso haja algum doente com hepatite A em casa, utilizar hipoclorito de sódio a2,5% ou água sanitária ao lavar o banheiro; No caso de creches, pré-escolas, lanchonetes, restaurantes e instituições fechadas,adotar medidas rigorosas de higiene, tal como a desinfecção de objetos, bancadas echão utilizando hipoclorito de sódio a 2,5% ou água sanitária. O Sistema Único de Saúde disponibiliza uma vacina específica contra o víruscausador da hepatite A. Mas esta vacina só é recomendada em situações especiais,como em pessoas com outras doenças crônicas no fígado ou que fizeramtransplante de medula óssea, por exemplo.Para evitar a Hepatite B, basta tomar as três doses da vacina, usar camisinha emtodas as relações sexuais e não compartilhar objetos de uso pessoal, como lâminas debarbear e depilar, escovas de dente, material de manicure e pedicure, equipamentos parauso de drogas, confecção de tatuagem e colocação de piercings. O preservativo estádisponível na rede pública de saúde. Caso não saiba onde retirar a camisinha, ligue parao Disque Saúde (136). Além disso, toda mulher grávida precisa fazer o pré-natal e osexames para detectar a hepatites, a aids e a sífilis. Esse cuidado é fundamental paraevitar a transmissão de mãe para filho. Em caso positivo, é necessário seguir todas asrecomendações médicas, inclusive sobre o tipo de parto e amamentação.Vacina - O Sistema Único de Saúde disponibiliza gratuitamente vacina contra ahepatite B em qualquer posto de saúde. Mas, é necessário:
  8. 8. 7Ter até 29 anos, 11 meses e 29 dias. Pertencer ao grupo de maior vulnerabilidade(independentemente da idade) - gestantes, trabalhadores da saúde, bombeiros, policiais,manicures, populações indígenas, doadores de sangue, gays, lésbicas, travestis etransexuais, profissionais do sexo, usuários de drogas, portadores de DST (veja listacompleta).A imunização só é efetiva quando se toma as três doses, com intervalo de um mês entrea primeira e a segunda dose e de seis meses entre a primeira e a terceira dose.Não existe vacina contra a hepatite C, mas evitar a doença é muito fácil. Bastanão compartilhar seringa, agulha e objetos cortantes com outras pessoas e usarcamisinha em todas as relações sexuais. O preservativo está disponível na rede públicade saúde. Caso você não saiba onde retirar a camisinha, ligue para o Disque Saúde(136).Além disso, toda mulher grávida precisa fazer o pré-natal e os exames para detectar ashepatites, a aids e a sífilis. Esse cuidado é fundamental para evitar a transmissão de mãepara filho. Em caso de resultado positivo, é necessário seguir todas as recomendaçõesmédicas, inclusive sobre o tipo de parto e amamentação (fissuras no seio da mãe podempermitir a passagem de sangue).A vacina contra a Hepatite B é uma forma de reduzir a prevalência da Hepatite D. Osportadores e doentes devem ser orientados para evitar a disseminação do vírus,adotando medidas simples, tais como usar preservativos nas relações sexuais, não doarsangue e não compartilhar seringas e agulhas descartáveis, evitando ocompartilhamento. Os profissionais de saúde devem seguir as normas de biossegurançaem procedimentos odontológicos e cirúrgicos. Os serviços de hemoterapia(hemocentros e bancos de sangue), de doenças sexualmente transmissíveis, de saúde dotrabalhador e as unidades básicas de saúde devem notificar os portadores por elesdiagnosticados e encaminhá-los ao serviço de vigilância epidemiológica municipal ouestadual, para completar a investigação e receber assistência médica.As medidas de controle da Hepatite E incluem a notificação de surtos e oscuidados com o paciente. A notificação é importante para que se desencadeie ainvestigação das fontes comuns e o controle da transmissão por meio de medidaspreventivas.Os cuidados com o paciente incluem o afastamento do mesmo das atividades normais.Se a infecção ocorrer em criança, orientar sua ausência temporária da creche, pré-escola
  9. 9. 8ou escola durante as primeiras 2 semanas da doença. A desinfecção de objetos, limpezade bancadas,chão, entre outros locais, pode ser feita utilizando cloro ou água sanitária.As medidas preventivas incluem: educação da população quanto às boas práticas dehigiene, com ênfase na lavagem das mãos após o uso do banheiro, quando dapreparação de alimentos e antes de se alimentar; disposição sanitária de fezes; medidasde saneamento básico com água tratada e esgoto; orientação às creches, pré-escolas einstituições fechadas para a adoção de medidas rigorosas de higiene, tais como lavagemdas mãos ao efetuar trocas de fraldas, preparo dos alimentos e antes de comer, além dadesinfecção de objetos, bancadas, chão, entre outros. Não existe vacina para aHepatite E comercializada e não é conhecida a eficácia da imunoglobulina antiHepatite E.Influenza HumanaVacinação contra Influenza - O Ministério da Saúde considera que apesar dasdrogas atualmente disponíveis para o tratamento da Influenza, a vacinação é a melhorestratégia para a prevenção da doença e suas consequências.A vacina utilizada no Brasil é composta por dois tipos de vírus de Influenza A eum vírus de Influenza B e por três tipos de cepas dos vírus Influenza. Essa vacina, alémde indicada para a população idosa, está disponível nos Centros de Referência paraImunobiológicos Especiais (CRIE), para pessoas consideradas de maior risco para adoença e suas complicações, em decorrência de patologias de base: cardiopatias,nefropatias, diabetes mellitus insulinodependente, cirrose hepática,hemoglobulinopatias, portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC),imunocomprometidos (transplantados, pacientes em tratamento de câncer, asmáticos,portadores de HIV e miopatias) e familiares que estejam em contato com os referidospacientes. Outros grupos populacionais beneficiados são: os povos indígenas a partir de6 meses de idade, os trabalhadores de saúde e a população presidiária.A vacinação contra Influenza é indicada também como medida auxiliar para ocontrole de surtos institucionais/hospitalares de Influenza sazonal, para os quepertencem aos grupos de risco já definidos para a vacinação anual, caso ainda nãotenham sido vacinados no ano em curso, independente de estarem ou não sintomáticos;e para as crianças de 6 a 24 meses de idade.
  10. 10. 9MaláriaMedidas a serem adotadas:• Assistência ao paciente - Atendimento ambulatorial ao paciente suspeito, para coletada amostra de sangue e exame parasitoscópico. O caso confirmado recebe tratamentoem regime ambulatorial. O caso grave deverá ser hospitalizado, de imediato. Nopaciente com resultados negativos para Malária em, pelo menos, duas amostrascolhidas, com intervalo mínimo de 24 horas, outras doenças deverão ser pesquisadas.• Qualidade da assistência - A qualidade da assistência deve ser garantida através darealização de supervisões periódicas aos postos de diagnóstico e tratamento, visandoidentificar e solucionar problemas nas áreas de dispensação e uso de medicamentos,notificação e qualidade do diagnóstico. Um dos indicadores para se avaliar a qualidadeda assistência é o tempo verificado entre a coleta da amostra de sangue para exame e oinício do tratamento, que não deve ser superior a 24 horas. Outro indicador é o tempoentre o início dos sintomas e o início do tratamento, que não deve ser superior a 48horas.• Confirmação diagnóstica - Pela realização de exame laboratorial adequado.• Proteção da população - Tratamento imediato dos casos diagnosticados; busca decasos junto aos familiares e vizinhança; investigação epidemiológica; orientação àpopulação quanto à doença, ao uso de repelentes, cortinados ou mosquiteiros(preferencialmente impregnados com inseticida), roupas protetoras, telas em portas ejanelas; investigação entomológica.• Controle vetorial - O Programa de Controle da Malária utiliza controle químico devetores adultos, com produtos químicos do grupo dos piretróides, em borrifaçõesintradomiciliares. As ações de termonebulização espacial (fog) não devem ser utilizadasna rotina, pela baixa efetividade e efemeridade de seu efeito. Atividades de saneamentoambiental poderão ser empregadas, caso haja indicação precisa, visando à eliminação decriadouros de anofelinos (drenagem, retificação de cursos d’água, pequenos aterros,etc).Meningite MeningocócicaQuimioprofilaxia: é feita em contatos íntimos do doente (pessoas que residemno mesmo domicílio, ou que compartilham o mesmo dormitório em internatos, quartéis,
  11. 11. 10creches). A droga de escolha é a rifampicina, na dose 600 mg, VO, de 12/12 horas,durante 2 dias (dose máxima total de 2.400mg), para adultos. Crianças de 1 mês até 10anos, administrar 10mg/kg/dose em 4 tomadas, com intervalos de 12/12 horas, sendo adose máxima de 600mg.Recém-nascidos, 5mg/kg/dose de 12/12 horas, em 4 tomadas (dose máxima de 600g). Aquimioprofilaxia não garante proteção absoluta, mas ajuda a prevenir a ocorrência decasos secundários. Vacinas (sorogrupo específicas): as vacinas polissacarídicasconferem imunidade de curta duração e por isso sua indicação restringe-se ao controlede surtos. Neste caso, a decisão sobre a indicação deverá ser baseada na análiseepidemiológica (incluindo a informação sobre o sorogrupo) e na disponibilidade devacina sorogrupo específica. A indicação de vacinação para controle de surto dependeda decisão de três instâncias: municipal, estadual e federal. O isolamento do paciente sóse faz durante as primeiras 24 horas de tratamento, com o antibiótico indicado.Desinfeção concorrente e terminal deverá ser feita em relação às secreçõesnasofaríngeas e aos objetos contaminados por elas. O paciente deve receberquimioprofilaxia antes da alta, pois a antibioticoterapia venosa nem sempre elimina asN. meningitidis da orofaringe. Exceção se faz aos casos tratados com o antibióticoceftriaxone.VaricelaMedidas de controle:A vacina contra varicela ainda não faz parte do calendário básico de vacinações.Está disponível nos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE), sendorecomendada nas seguintes circunstâncias:• Em populações índígenas, em caso de surto, a partir dos 6 meses, e em qualqueridade nos indivíduos suscetíveis até 96 horas de contato;• Imunocomprometidos (leucemia linfocítica aguda e tumores sólidos em remissão(pelo menos, 12 meses), desde que apresentem resultado maior ou igual a 1.200linfócitos/mm3, sem radioterapia; caso esteja em quimioterapia, suspendê-la por 7 diasantes e 7 dias depois da vacinação;• Profissionais de saúde, familiares suscetíveis à doença, imunocompetentes queestejam em convívio comunitário ou hospitalar com imunocomprometidos;
  12. 12. 11• Suscetíveis à doença que serão submetidos a transplante de órgãos sólidos, pelo menos3 semanas antes do ato cirúrgico;• Suscetíveis à doença, imunocompetentes, no momento da internação em enfermariaonde haja caso de Varicela;• HIV positivos, assintomáticos ou oligossintomáticos.A administração da vacina é subcutânea e a dose varia de acordo com o laboratórioprodutor.REFERÊNCIAS:Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso / Ministério da Saúde, Secretaria deVigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. – 7. ed. rev. –Brasília :Ministério da Saúde, 2008.Doenças infecciosas e parasitárias : guia de bolso / Ministério da Saúde, Secretaria deVigilância em Saúde. – 5. ed. amp, – Brasília : Ministério da Saúde, 2005.Brunner & Suddarth,Tratado de Enfermagem Médico – Cirúrgica. 12aEd. Vol 01,Editora Guanabara. Rio de Janeiro 2011.

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