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ESTADO DE SANTA CATARINASISTEMA ÚNICO DE SAÚDESECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDES SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDEDIRETO...
11) Introdução:O aumento da detecção de focos do Aedes aegypti, associado à presença decasos provenientes de outros estado...
2A Vigilância Epidemiológica do Município após receber a notificação deverárealizar a investigação do caso.Em todos os cas...
3A amostra deve ser encaminhada ao LACEN no primeiro dia útil após a coleta,sendo necessária refrigeração se enviada em at...
4plasmático e choque leva de 24 a 48 horas, devendo o médico estar atento à rápidamudança das alterações hemodinâmicas.O s...
5Atentar para os grupos especiais, pelo maior risco de complicação, bemcomo pacientes com história prévia de dengue.Pacien...
6Fluxograma para Classificação de Risco de Dengue
7Iniciar Hidratação Oral nos pacientes dos grupos A e B de imediato, enquanto aguarda exames ou avaliação médica
8Iniciar Hidratação EV nos pacientes dos grupos C e D de imediato
9ATENÇÃO!Dengue é uma doença dinâmica, em que o paciente pode evoluir de uma fase paraoutra rapidamente.ATENÇÃO!Todo pacie...
106) Diagnóstico diferencial:Dengue tem um amplo espectro clínico, podendo manifestar variados sinais esintomas, além de s...
117) Atribuições por Nível de Atenção:
128) Classificação de caso:A classificação é retrospectiva e, para sua realização, devem ser reunidastodas as informações ...
13Confirmação laboratorial específica (Sorologia para Dengue IgM positiva) peloLACEN (solicitação em formulário específico...
149) Telefones Úteis:Diretoria de Vigilância Epidemiológica – DIVE: (48) 3221-8400GEZOO/DIVE – Programa de Controle da Den...
1511) Anexos:Anexo 01 - Cartão de Acompanhamento do Paciente com Suspeita de Dengue
16Anexo 02. Valores de Referência para Eritrograma conforme faixa etária
17Anexo 03 - Formulário de Requisição LACENO Formulário abaixo pode ser acessado pelo link:http://lacen.saude.sc.gov.br/ar...
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Protocolo dengue santa catarina

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Protocolo dengue santa catarina

  1. 1. ESTADO DE SANTA CATARINASISTEMA ÚNICO DE SAÚDESECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDES SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDEDIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICAGERÊNCIA DE VIGILÂNCIA DE ZOONOSES E ENTOMOLOGIAPROTOCOLOManejo de casos suspeitos de Dengue no Estado deSanta Catarina.Santa Catarina08 de Fevereiro de 2013
  2. 2. 11) Introdução:O aumento da detecção de focos do Aedes aegypti, associado à presença decasos provenientes de outros estados, sinaliza para o risco iminente de ocorrência decasos autóctones de dengue em nosso território.A infecção pelo vírus da dengue causa uma doença de amplo espectro clínico,incluindo desde formas oligossintomáticas até quadros graves, podendo evoluir para oóbito.Com o intuito de orientar e normatizar o atendimento de todos os casossuspeitos de Dengue, a DIVE elaborou o presente Protocolo, baseado nas orientaçõese protocolos do Ministério da Saúde.2) Definição de Caso:Caso Suspeito de DengueA) Paciente com doença febril aguda, com duração máxima de sete dias,acompanhada de pelo menos DOIS dos seguintes sinais/sintomas:• cefaléia,• dor retro-orbitária,• mialgia,• artralgia,• prostração• exantema,associados ou não à presença de sangramentos ou hemorragias, com históriaepidemiológica positiva, tendo estado nos últimos 15 dias em área com transmissãode dengue ou que tenha a presença do Aedes aegyptiB) Criança proveniente ou residente em área endêmica que apresente quadrofebril, sem sinais de localização da doença ou na ausência de sintomas respiratórios.3) Notificação e investigação:Todo caso suspeito de dengue deve ser notificado à Vigilância Epidemiológica,conforme rotina de notificação de doenças, e esta deverá notificar ao Programa deControle da Dengue.As formas graves, no momento da suspeita, deverão ser notificadasIMEDIATAMENTE por telefone à VE Municipal. Fora do horário de funcionamentodestas, entrar em contato com o sobreaviso das GERSAS conforme escala disponívelnos serviços de saúde.
  3. 3. 2A Vigilância Epidemiológica do Município após receber a notificação deverárealizar a investigação do caso.Em todos os casos suspeitos a sorologia deve ser coletada pela VE do municípioa partir do sexto dia de doença (Vide orientações de coleta nesta nota). A amostracoletada deve seguir fluxo de envio para o LACEN conforme Manual de Orientaçãopara Coleta, Acondicionamento e Transporte de Amostras Biológicashttp://lacen.saude.sc.gov.br/arquivos/MCT01.pdf .Todos os casos de óbitos por Dengue devem ser investigados imediatamenteapós a notificação, seguindo Protocolo de Investigação específico do Ministério daSaúde (MS).As orientações completas do protocolo de investigação de óbito e questionárioestão disponíveis no endereço:http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/questionario_de_invstigacao_de_obitos_prontuario.pdfObservação: Na FI atual consta, no campo 60, item 4, plaquetometria inferiora 50.000 mm3. Porém, pela nova normativa, deverá ser considerada como complicaçãoda Dengue apenas plaquetometria menor que 20.000 mm3.4) Diagnóstico Laboratorial:Em caso de suspeita, proceder a coleta para sorologia entre o 6º-10º diaapós o início dos sintomas, devendo ser coletado uma segunda amostra caso aprimeira seja negativa, entre o 11º-30º dia.Deverá ser coletado 2-5 ml de sangue em crianças e 10 ml em adultos em tuboestéril de plástico sem anticoagulante (tubo seco) para realização de sorologia(ELISA IgM para Dengue).Usar preferencialmente tubo com gel separador de coágulo (6 ml). Caso nãohaja, deve-se aguardar a retração do coágulo, centrifugar e aspirar o soro para outrotubo.Identificar a amostra com nome completo e legível com caneta resistente àágua.Enviar a amostra acompanhada de ficha específica de Coleta de Exame paraDengue (Anexo 03) ao LACEN.Em caso de óbito a coleta deverá ser por punção intracardíaca.
  4. 4. 3A amostra deve ser encaminhada ao LACEN no primeiro dia útil após a coleta,sendo necessária refrigeração se enviada em até 48 h, ou congelamento a -20º C,se enviada após 48 h. O transporte deve ser em caixa térmica com gelo reciclável ea amostra guarnecida em saco plástico.Se o atendimento do paciente for anterior ao sexto dia de sintoma, agendar acoleta para data oportuna.Caso o paciente esteja em trânsito, deverá ser feito encaminhamentoorientando a unidade de saúde de destino a realizar a coleta a partir do sexto dia desintoma.IMPORTANTE:• Não coletar o exame antes da data oportuna.• Não aguardar o diagnóstico sorológico da Dengue para iniciar as medidasadequadas de manejo.5) Quadro Clínico:Na apresentação clássica, a primeira manifestação é a febre, geralmente alta(39-40ºC), de início abrupto, associada à cefaleia, adinamia, mialgias, artralgias, dorretroorbitária. O exantema clássico aparece em 50% dos casos e épredominantemente do tipo máculo-papular, atingindo todas as partes do corpo, comou sem prurido.Anorexia, náuseas e vômitos podem estar presentes. A diarréia, presente em48% dos casos, habitualmente não é volumosa, cursando apenas com fezes pastosasnuma frequência de três a quatro evacuações por dia, o que facilita o diagnósticodiferencial com gastroenterites de outras causas.Entre o terceiro e o sétimo dia do início da doença, quando ocorre adefervescência da febre, podem surgir sinais e sintomas como vômitos importantes efrequentes, dor abdominal intensa e contínua, hepatomegalia dolorosa, desconfortorespiratório, sonolência ou irritabilidade excessiva, hipotermia, sangramento demucosas, diminuição da sudorese e derrames cavitários (pleural, pericárdico, ascite).Os sinais de alarme devem ser rotineiramente pesquisados, bem como os pacientesdevem ser orientados a procurar a assistência médica na ocorrência deles.Em geral, os sinais de alarme anunciam a perda plasmática e a iminência dechoque.Um estudo publicado em 2011 encontrou associação da dor abdominal àpresença de ascite (VPP90%) e ao choque (VPP 82%). Portanto, se reconhecidosprecocemente, valorizados e tratados com reposições volumétricas adequadas,melhoram o prognóstico. O sucesso do tratamento do paciente com dengue está noreconhecimento precoce dos sinais de alarme. O período de extravasamento
  5. 5. 4plasmático e choque leva de 24 a 48 horas, devendo o médico estar atento à rápidamudança das alterações hemodinâmicas.O sangramento de mucosas e as manifestações hemorrágicas, bem como aqueda abrupta de plaquetas, podem ser observadas em todas as apresentaçõesclínicas de dengue, devendo quando presentes, alertar o médico para as formasgraves da doença, sendo sinais de alarme.É importante ressaltar que pacientes podem evoluir para o choque semevidência de sangramento espontâneo ou prova do laço positiva, reforçando que ofator determinante das formas graves da dengue são alterações do endotéliovascular, com extravasamento plasmático, que leva ao choque, expressos por meio dahemoconcentração, hipoalbuminemia e/ou derrames cavitários.As formas graves da doença podem manifestar-se com disfunção de qualquerórgão ou sistema (para maiores detalhes destes comprometimentos acessar: Dengue:diagnóstico e manejo clínico – adulto e criança, Ministério da Saúde, 2011 -http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/dengue_manejo_adulto_crianca__4ed_2011.pdf ).Crianças e gestantes podem ter particularidades na apresentação e manejoclínico. Para maiores detalhes, acessar: Dengue: diagnóstico e manejo clínico – adultoe criança, Ministério da Saúde, 2011 -http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/dengue_manejo_adulto_crianca__4ed_2011.pdf ).5.1) Manejo Clínico Baseado em Classificação de Risco:Apresenta-se agora o Protocolo de Manejo sugerido pelo Ministério da Saúde,baseado em complexidade crescente, envolvendo os três níveis da atenção.O manejo clínico influencia diretamente na ocorrência do óbito. A investigaçãode 94 óbitos conduzida pelo MS em 2010, revelou que aspectos relacionados àorganização dos serviços, tais como baixa participação da atenção primária comoporta preferencial do sistema, a procura em mais de duas unidades de saúde e o nãoreconhecimento dos sinais de alarme, parecem ser determinantes para a ocorrênciados óbitos. Os sinais de alarme e choque para dengue devem ser pesquisadosrotineiramente.É importante o envolvimento do profissional que atende casos suspeitos, nabusca de sinais de gravidade e na orientação dos casos encaminhados para residênciaquanto à hidratação, analgesia adequada e sinais de alarme, com necessidade deretorno precoce. Preencher corretamente o cartão de Acompanhamento do Pacientecom Suspeita de Dengue(Anexo 01) e orientar o paciente quanto aos sinais de piora enecessidade de retorno. Utilizar a Estratégia de Saúde da Família para monitorar ospacientes suspeitos que estiverem em casa, para reintervenção em caso de piora.Durante o período de observação do paciente, deve-se realizar boa hidratação,mesmo que seja por via oral (quando o caso permitir).
  6. 6. 5Atentar para os grupos especiais, pelo maior risco de complicação, bemcomo pacientes com história prévia de dengue.Pacientes internados devem ser alvo de observação constante, com anotação noprontuário de dados como sinais vitais, doenças prévias, sinais e sintomasapresentados, resultados de exames laboratoriais, e história epidemiológicadetalhada.Atenção também deve ser dada aos pacientes em uso de Antiagregantesplaquetários, anticoagulantes, antiinflamatórios não-hormonais, imunossupressores ecorticoides (para maiores detalhes, acessar: Dengue: diagnóstico e manejo clínico –adulto e criança, Ministério da Saúde, 2011 -http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/dengue_manejo_adulto_crianca__4ed_2011.pdf ).Os serviços de atendimento devem garantir o acesso aos exames laboratoriaisiniciais, quando necessários, conforme fluxograma de classificação de risco. Taisexames devem ter os resultados liberados o mais breve possível. Os serviços deatenção básica e seus serviços de referência devem possuir fluxograma deatendimento/encaminhamento dos pacientes/exames visando liberação do resultado omais breve possível e causando o menor transtorno paciente.Quando houver suspeita de dengue em visita domiciliar, as pessoas já devemser orientadas para iniciar Reidratação Via Oral.5.2) Classificação de risco de acordo com os sinais e sintomas:Azul: Grupo A – atendimento de acordo com o horário de chegadaVerde: Grupo B – prioridade não urgenteAmarelo: Grupo C – urgência, atendimento o mais rápido possívelVermelho: Grupo D – emergência, paciente com necessidade de atendimentoimediato
  7. 7. 6Fluxograma para Classificação de Risco de Dengue
  8. 8. 7Iniciar Hidratação Oral nos pacientes dos grupos A e B de imediato, enquanto aguarda exames ou avaliação médica
  9. 9. 8Iniciar Hidratação EV nos pacientes dos grupos C e D de imediato
  10. 10. 9ATENÇÃO!Dengue é uma doença dinâmica, em que o paciente pode evoluir de uma fase paraoutra rapidamente.ATENÇÃO!Todo paciente com suspeita de dengue deve receber soro de reidratação oral, deimediato, em sua chegada na unidade de saúde, mesmo enquanto aguardaatendimento.ATENÇÃO!Os sinais de alarme e o agravamento do quadro clínico costumam ocorrer na fasede remissão da febre (entre o 3º e 6º dia da doença)ATENÇÃO!Apesar de ser uma doença que pode evoluir gravemente, seu tratamento, quandooportuno, é relativamente simples e barato, sendo necessário acompanhamentoatento das manifestações clínicas, sinais vitais e sinais de gravidade da doença.ATENÇÃO!Para informações detalhadas em relação ao tratamento e manejo de casosespecíficos, acessar: Dengue: diagnóstico e manejo clínico – adulto e criança,Ministério da Saúde, 2011 -http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/dengue_manejo_adulto_crianca__4ed_2011.pdf .
  11. 11. 106) Diagnóstico diferencial:Dengue tem um amplo espectro clínico, podendo manifestar variados sinais esintomas, além de ser uma doença dinâmica, podendo expressar, em determindomomento, sinais de gravidade e choque diferenciados. Devido a essas características,pode-se destacar seu diagnóstico diferencial em síndromes clínicas:a) síndrome febril: enteroviroses, influenza e outras viroses respiratórias, hepatitesvirais, malária, febre tifóide e outras arboviroses (oropouche);b) síndrome exantemática febril: rubéola, sarampo, escarlatina, eritema infeccioso,exantema súbito, enteroviroses, mononucleose infecciosa, parvovirose,citomegalovirose, outras arboviroses (mayaro), farmacodermias, doença de Kawasaki,doença de Henoch-Schonlein etc;c) síndrome hemorrágica febril: hantavirose, febre amarela, leptospirose, maláriagrave, riquetsioses e púrpuras;d) síndrome dolorosa abdominal: apendicite, obstrução intestinal, abscesso hepático,abdome agudo, pneumonia, infecção urinária, colecistite aguda etc;e) síndrome do choque: meningococcemia, septicemia, meningite por influenza tipo B,febre purpúrica brasileira, síndrome do choque toxico e choque cardiogênico(miocardites);f) síndrome meníngea: meningites virais, meningite bacteriana e encefalite
  12. 12. 117) Atribuições por Nível de Atenção:
  13. 13. 128) Classificação de caso:A classificação é retrospectiva e, para sua realização, devem ser reunidastodas as informações clínicas, laboratoriais e epidemiológicas do paciente conformedescrito a seguir.Caso Confirmado de Dengue ClássicaNo Estado de Santa Catarina, como não existe circulação viral até estemomento, há necessidade de confirmação laboratorial para todos os casos suspeitos.Caso de Febre Hemorrágica da Dengue (FHD)É o caso em que TODOS os critérios abaixo estão presentes.Febre ou história de febre recente, com duração de 7 dias ou menos;Trombocitopenia (≤ 100.000/mm3);Tendências hemorrágicas evidenciadas por um ou mais dos seguintes sinais:prova do laço positiva, petéquias, equimoses ou púrpuras, sangramentos demucosas, do trato gastrointestinal e outros;Extravasamento de plasma, devido ao aumento de permeabilidade capilar,manifestado por: hematócrito apresentando um aumento de 20% no valor basal(valor do hematócrito anterior à doença ou, na ausência deste, utilizar tabelaem anexo – Anexo 02); ou queda do hematócrito em 20%, após o tratamento;ou presença de derrame pleural, pericárdico, ascite ou hipoalbuminemia.
  14. 14. 13Confirmação laboratorial específica (Sorologia para Dengue IgM positiva) peloLACEN (solicitação em formulário específico, Anexo 03).Classificação de Gravidade da FHD segundo a OMS (1997)• Grau I – preenche todos os critérios de FHD, sendo que a única manifestaçãohemorrágica é a prova do laço positiva.• Grau II – preenche todos os critérios de FHD e apresenta manifestaçõeshemorrágicas espontâneas (sangramentos de pele, petéquias, epistaxe,gengivorragia e outros).• Grau III – preenche todos os critérios de FHD e apresenta colapsocirculatório com pulso fraco e rápido, diminuição da pressão arterial ouhipotensão, pele pegajosa e fria e inquietação.• Grau IV – preenche todos os critérios de FHD e apresenta choque profundo,com pressão arterial e pulso imperceptíveis.Os graus III e IV também são chamados de síndrome do choque da dengue(SCD).Caso de Dengue com ComplicaçõesCaso suspeito de dengue que evolui para forma grave, mas não possui TODOSos critérios para ser encerrado como FHD. A presença de UMA das alteraçõesclínicas e/ou laboratoriais abaixo é suficiente para encerrar o caso como dengue comcomplicações:alterações neurológicas (delírio, sonolência, coma, depressão irritabilidade,psicose, demência, amnésia, sinais meníngeos, paresias, paralisias,polineuropatias, Síndrome de Reye, Síndrome de Guillain-Barré e encefalite,podendo surgir no decorrer do período febril ou mais tardiamente, naconvalescença);disfunção cardiorrespiratória;insuficiência hepática;hemorragia digestiva importante (volumosa);derrame pleural, pericárdico e ascite;plaquetopenia inferior a 20.000/mm3; ouleucometria igual ou inferior a 1.000/mm3.Caso suspeito de dengue que evolui para óbito, mas não possui TODOS oscritérios para ser encerrado como FHD.
  15. 15. 149) Telefones Úteis:Diretoria de Vigilância Epidemiológica – DIVE: (48) 3221-8400GEZOO/DIVE – Programa de Controle da Dengue: (48) 3221-8430DIVE – Sobreaviso: (48) 91055450 (durante a semana das 19h as 7h e sábados, domingose feriados)LACEN: (48) 3251-7800 – Sobreaviso: (48) 9121-7495Imunologia/LACEN: (48) 3251-7827Hospital Nereu Ramos: (48) 3216-930010) Referências:Belo Horizonte. Secretaria Municipal de Saúde. Protocolo para Atendimento aos Pacientescom Suspeita de Dengue. BH: SMS, 2009.Brasil. Ministério da Saúde. Diretrizes nacionais para prevenção e controle de epidemias dedengue. Brasília: MS, 2009.Brasil. Ministério da Saúde. Guia de Vigilância Epidemiológica. 7ª Ed. Brasília: MS, 2009.Brasil. Ministério da Saúde. Dengue: diagnóstico e manejo clínico Adulto e criança. 4ed.Brasília: MS, 2011.
  16. 16. 1511) Anexos:Anexo 01 - Cartão de Acompanhamento do Paciente com Suspeita de Dengue
  17. 17. 16Anexo 02. Valores de Referência para Eritrograma conforme faixa etária
  18. 18. 17Anexo 03 - Formulário de Requisição LACENO Formulário abaixo pode ser acessado pelo link:http://lacen.saude.sc.gov.br/arquivos/requisicoes/DENGUE.pdf

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