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PROTOCOLO DE TRATAMENTO
DE INFLUENZA 2013
Ministério da Saúde
 Em março de 2013, o MS realizou uma revisão
do protocolo de tratamento da influenza do
Brasil.
 Tratamento oportuno dos casos de síndrome
gripal (SG) com indicação
 Tratamento da síndrome respiratória aguda
grave (SRAG)
 Atualização ampla das indicações de
quimioprofilaxia.
 Orientar a conduta terapêutica aos casos de
SG e SRAG
 Orientar as medidas de controle dirigida às
pessoas e comunicantes de risco no domicílio
ou instituições
 Orientar medidas de controle de infecção
hospitalar.
 ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS
- Ocorrência
- Maior frequencia
 ASPECTOS CLÍNICOS
- Período de incubação : 1 a 4 dias.
- Transmissibilidade em adultos: 24 horas
antes do início dos sintomas até três dias
após o final da febre.
- Transmissibilidade em crianças : dura em
média 10 dias.
 Infecção aguda das vias aéreas com quadro
febril (temp. > ou = 37,8 graus.
 Febre em crianças mais acentuada.
 Calafrios
 Mal – estar
 Cefaléia
 Mialgia
 Dor de garganta
 Artralgia
 Prostração
 Rinorréia
 Tosse seca
 Diarreia
 Vômito
 Fadiga
 Rouquidão
 Hiperemia conjuntival
 Queixas respiratórias tornam – se mais
evidentes com a progressão da doença.
 Mantêm – se por três a quatro dias após o
desaparecimento da febre.
 Sintomas mais comuns em crianças:
rouquidão e linfadenopatia cervical.
 Tosse, fadiga e mal – estar podem persistir
por uma a duas semanas .
 Evolução da gripe (influenza) – resolução
espontânea em sete dias.
 Complicações mais comuns:
- Pneumonia bacteriana ou viral.
- Sinusite
- Otite
- Desidratação
- Piora das doenças crônicas
- Pneumonia primária por influenza
 Aparecimento de dispnéia ou taquipnéia ou
hipoxemia – SpO2 < 95%
 Persistência ou aumento da febre por mais de
três dias
 Exacerbação de doença pré – existente
 Disfunções orgânicas graves
 Miosite comprovada por
creatinofosfoquinase – CPK (> ou = 2 a 3
vezes valor normal)
VALORES DE REFERÊNCIA
 Mulheres: 26-140 U/L (0,67-2,50 μkat/L SI)
 Homens: 38-174 U/L (0,63-2,90 μkat/L SI)
 Alteração do sensório
 Exacerbação dos sintomas gastrintestinais
em crianças
 Desidratação
 Atenção especial a alterações em pacientes
com fatores de risco.
 Grávidas
 Púerperas
 Idosos
 Crianças < 2 anos
 População indígena aldeada
 Indivíduos < de 19 anos em uso prolongado
de ácido acetilsalicílico
 Indivíduos com :
- Pneumopatias
- Cardiovasculopatias
- Nefropatias
- Hepatopatias
- Doenças hematológicas
- Distúrbios metabólicos
- Transtornos neurológicos ou de
desenvolvimento
- Imunossupressão associada a medicamentos
- Neoplasias
- HIV/AIDS
- Obesidade
 SÍNDROME GRIPAL
- Febre de início súbito +
- Tosse ou dor de garganta +
- Um dos seguintes sintomas: cefaléia, mialgia
ou artralgia
Febre de início súbito e sintomas respiratórios
( tosse, coriza e obstrução nasal)
 Indivíduo com SG + dispnéia ou :
- Saturação de O2 < 95% em ar ambiente
- Sinais de desconforto respiratório ou
aumento da frequencia respiratória
- Piora clínica de doença de base
- Hipotensão em relação à PA habitual
 Itens anteriores
 Observar : batimentos de asa de nariz,
cianose, tiragem intercostal, desidratação,
inapetência.
A tiragem intercostal ocorre quando a criança
necessita fazer um esforço muito maior do que o
normal para respirar. Na respiração normal, toda a
parede torácica (superior e inferior) e o abdome se
movem para fora quando a criança inspira. Quando
há tiragem subcostal, a parede torácica inferior se
move para dentro quando a criança inspira.
 Leucocitose
 Leucopenia
 Netrofilia
 Infiltrado intersticial localizado ou difuso
 Presença de área de condensação
 SG EM PACIENTE COM CONDIÇÕES E
FATORES DE RISCO PARA COMPLICAÇÕES:
- Medicamentos sintomáticos
- Hidratação
- Uso de fosfato de oseltamivir (TAMIFLU)
- NÃO AGUARDAR CONFIRMAÇÃO
LABORATORIAL
 SG SEM CONDIÇÕES E FATORES DE RISCO
PARA COMPLICAÇÕES:
- Medicamentos sintomáticos
- Hidratação
- Prescrição, excepcional, deTAMIFLU
 Todos os pacientes com SG devem retornar
ao serviço de saúde se houver piora do
quadro.
 Todos os pacientes com sinais de
agravamento devem receberTAMIFLU
 SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE
(SRAG):
- Avaliação clínica
- Se indicado, terapêutica de suporte
- Hidratação venosa
- Oxigenoterapia
- Monitoramento clínico
- Internação hospitalar
- Tratamento comTAMIFLU
 Antes do início do tratamento
 Até sete dias após início dos sintomas
 Instabilidade hemodinâmica após reposição
volêmica
 Sinais e sintomas de insuficiência respiratória
 Evolução para outras disfunções orgânicas
 Tratamento comTAMIFLU
 Não protelar exame radiológico
- Receituário simples
- Fosfato de Oseltamivir
- Zanamivir
 Impossibilidade clínica de manutenção do
TAMIFLU
 Contra – indicado em menores de cinco anos
 Contra – indicado em paciente com doença
respiratória crônica
 Contra – indicado para paciente em
ventilação mecância
 Pacientes com efeitos colaterais gastrointestinais
graves podem ter a absorção do TAMIFLU
reduzida.
 Possível benefício ao dobrar a dose de TAMIFLU
para adultos em estado grave e prolongar o
tratamento acima de cinco dias.
 Em caso de vômito até uma hora após ingestão do
medicamento, administrar dose adicional.
 Ajustar a dose em caso de insuficiência renal
 Ajuste em caso de hemodiálise e diálise peritoneal
 Afastamento temporário das atividades de
rotina, considerando o período de
transmissibilidade da doença.
 Seguir os protocolos/ consensos divulgados
pelas sociedades de especialidades.
NA ASSISTÊNCIA À SAÚDE
PRECAUÇÕES PADRÃO:
- Higienização das mãos antes e após contato com
paciente
- Uso de EPI (avental e luvas ao contato com sangue
e secreções)
- Uso de óculos e máscaras se houver risco de
respingos
- Descarte adequado de resíduos.
PRECAUÇÕES PARA GOTÍCULAS:
- Utilizadas para pacientes suspeitos ou
confirmados por infecção por influenza:
- Uso de máscara cirúrgica ao entra no
quarto, a menos de um metro do paciente.
- Trocar a máscara a cada contato
- Higienização das mãos antes e depois de
cada contato.
 Uso de máscara cirúrgica no paciente
durante transporte.
 Limitar procedimentos indutores de
aerossóis.
 Uso de dispositivos de sucção fechados.
SITUAÇÕESCOM GERAÇÃO DE AEROSSÓIS:
- Uso de EPIs (avental e luvas, óculos e máscara
(respirador) tipo N95, N99, PFF2 ou PFF3 pelo
profissional de saúde durante o procedimento de
assistência ao paciente.
- Manter paciente em quarto privativo.
- Uso de máscara cirúrgica no paciente durante
transporte.
LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE SUPERFÍCIES:
- Remoção de sujidades com água e sabão ou
detergente.
- Limpeza com solução de hipoclorito de sódio em
pisos e superfícies dos banheiros.
- Fricção de outras superfícies e objetos com álcool a
70%.
 Uso de EPI adequado.
 Fazer descarte adequado de resíduos.
 Realizar educação em saúde junto às
instituições e comunidades
 Higienização frequente das mãos
 Utilizar lenço descartável para higiene nasal
 Cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir
 Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca
 Higienizar as mãos após tossir ou espirrar
 Não compartilhar objetos de uso pessoal
 Manter os ambientes bem ventilados
 Evitar contato próximo a pessoas com sinais ou
sintomas de influenza
 Evitar sair de casa em período de transmissão
da doença
 Evitar aglomerações e ambientes fechados
 Adotar hábitos saudáveis
 Vacinação anual – medida preventiva.
 Medicamentos antivirais – 70 a 90% de
efetividade na prevenção da influenza
 Ferramenta adjuvante da vacinação
 NÃO é recomendável quimioprofilaxia
indiscriminada
 Não recomendada se período de exposição for
maior que 48 horas.
 Profilaxia efetiva: durante a exposição à pessoa
com influenza e continua por 7 dias.
 Pessoas com risco elevado de
complicações, não vacinadas ou vacinadas há
menos de duas semanas, após exposição a
caso suspeito ou confirmado.
 Crianças com menos de 9
anos, primovacinadas, precisam de uma
segunda dose de vacina com intervalo de um
mês para serem consideradas vacinadas.
 Estas crianças, com fatores ou condições de
risco, e que foram expostas a caso suspeito
ou confirmado no intervalo entre a primeira e
a segunda dose ou com menos de duas
semanas após a segunda dose, deverão
receber quimioprofilaxia se tiverem
comorbidades ou se tiverem menos de dois
anos de idade.
 Pessoas com graves deficiências
imunológicas, após contato com pessoa com
infecção.
 Profissionais de laboratório não vacinados ou
vacinados a menos de 15 dias, e que tenham
manipulado amostras clínicas de origem
respiratória que contenham o vírus influenza
sem uso adequado de EPI.
 Trabalhadores de saúde, não vacinados ou
vacinados a menos de 15 dias, e que
estiveram envolvidos na realização de
procedimentos invasivos geradores de
aerossóis ou na manipulação de secreções de
caso suspeito ou confirmado de influenza,
sem o uso adequado de EPI.
 Residentes de alto risco em instituições
fechadas e hospitais de longa permanência,
durante surtos na instituição.
 SURTO é a ocorrência de dois ou mais casos
epidemiologicamente relacionados – Alguns
autores denominam surto epidêmico, ou
surto, a ocorrência de uma doença ou
fenômeno restrito a um espaço extremamente
delimitado: colégio, quartel, creches, grupos
reunidos em uma festa, um quarteirão, uma
favela, um bairro etc.
 < 3 meses – não recomendado
 3 meses a menos de um ano- aprovado
durante pandemia de influenzaA (H1N1)
(3mg/Kg, uma x ao dia)
 1 ano ou mais – Dose varia de acordo com o peso.
• <15 kg 30 mg ao dia
• >15 a 23 kg 45 mg ao dia
• >23 a 40 kg 60 mg ao dia
• > 40 kg 75 mg ao dia
Em instituições fechadas e hospitais de longa
permanência:
- Para controle de surtos, se a instituição for
destinada a pessoas com condições e fatores de
risco para complicações.
- Para surto suspeito ou confirmado nestes
ambientes, independente da situação vacinal.
- Em caso de surto, quimioprofilaxia para
trabalhadores não vacinados ou vacinados há
menos de duas semanas.
 Nestas instituições, é recomendada por no
mínimo duas semanas e até pelo menos sete
dias após a identificação do último caso.
CONDUTAS FRENTEA SURTOS / EVENTOS
- INFLUENZA – RÁPIDA DISSEMINAÇÃO
- PODE CAUSAR ALTA MORBIDADE
 Vacinação anual
 Coleta de amostra para diagnóstico em caso
suspeito, até dois casos confirmados.
 Realizar busca ativa até pelo menos uma semana
após identificação do último caso.
 Realizar quimioprofilaxia conforme indicado.
 Implementar medidas de prevenção.
 Isolamento privativo ou isolamento de coorte.
 Evitar visitas.
 Manter os residentes em seus quartos
 Se houver circulação, usar máscara cirúrgica
 Limitar aglomeração
 Restringir movimentação dos profissionais entre as
áreas
 Evitar novas admissões ou transferências de
sintomáticos.
 Não há indicação de quimioprofilaxia para
comunidade escolar, exceto nas indicações
citadas.
 Alunos, professores e demais devem
permanecer em casa até sete dias após início
dos sintomas.
 Não está indicada a suspensão de aulas para
controle de surto.
 Cobrir nariz e boca com lenço ao tossir, espirrar.
 Descartar o lenço no lixo.
 Lavar as mãos com água e sabão após tossir ou
espirrar
 Uso de álcool gel
 Evitar tocar olhos, nariz e boca
 Evitar contato próximo com doentes
 Limpeza e desinfecção de imobiliários e banheiros.
 Vacinar anualmente
 Não há indicação de quimioprofilaxia em caso
de surto.
 Manter o caso suspeito ou confirmado em
cela individual.
 Evitar trânsito de profissionais entre alas.
 Realizar coleta de amostra para diagnóstico.
 Realizar busca ativa diária até pelo menos
uma semana após a identificação do último
caso.
 Mesmas medidas para a escola
 Notificar todo caso de SRAG hospitalizado.
 Notificar a vigilância epidemiológica os casos
de surtos.

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1 apresentação influenza paracatu

  • 1. PROTOCOLO DE TRATAMENTO DE INFLUENZA 2013 Ministério da Saúde
  • 2.  Em março de 2013, o MS realizou uma revisão do protocolo de tratamento da influenza do Brasil.
  • 3.  Tratamento oportuno dos casos de síndrome gripal (SG) com indicação  Tratamento da síndrome respiratória aguda grave (SRAG)  Atualização ampla das indicações de quimioprofilaxia.
  • 4.  Orientar a conduta terapêutica aos casos de SG e SRAG  Orientar as medidas de controle dirigida às pessoas e comunicantes de risco no domicílio ou instituições  Orientar medidas de controle de infecção hospitalar.
  • 5.  ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS - Ocorrência - Maior frequencia
  • 6.  ASPECTOS CLÍNICOS - Período de incubação : 1 a 4 dias. - Transmissibilidade em adultos: 24 horas antes do início dos sintomas até três dias após o final da febre.
  • 7. - Transmissibilidade em crianças : dura em média 10 dias.
  • 8.  Infecção aguda das vias aéreas com quadro febril (temp. > ou = 37,8 graus.  Febre em crianças mais acentuada.
  • 9.  Calafrios  Mal – estar  Cefaléia  Mialgia  Dor de garganta  Artralgia  Prostração  Rinorréia  Tosse seca
  • 10.  Diarreia  Vômito  Fadiga  Rouquidão  Hiperemia conjuntival
  • 11.  Queixas respiratórias tornam – se mais evidentes com a progressão da doença.  Mantêm – se por três a quatro dias após o desaparecimento da febre.  Sintomas mais comuns em crianças: rouquidão e linfadenopatia cervical.  Tosse, fadiga e mal – estar podem persistir por uma a duas semanas .
  • 12.  Evolução da gripe (influenza) – resolução espontânea em sete dias.  Complicações mais comuns: - Pneumonia bacteriana ou viral. - Sinusite - Otite - Desidratação - Piora das doenças crônicas - Pneumonia primária por influenza
  • 13.  Aparecimento de dispnéia ou taquipnéia ou hipoxemia – SpO2 < 95%  Persistência ou aumento da febre por mais de três dias  Exacerbação de doença pré – existente  Disfunções orgânicas graves  Miosite comprovada por creatinofosfoquinase – CPK (> ou = 2 a 3 vezes valor normal)
  • 14. VALORES DE REFERÊNCIA  Mulheres: 26-140 U/L (0,67-2,50 μkat/L SI)  Homens: 38-174 U/L (0,63-2,90 μkat/L SI)
  • 15.  Alteração do sensório  Exacerbação dos sintomas gastrintestinais em crianças  Desidratação
  • 16.  Atenção especial a alterações em pacientes com fatores de risco.
  • 17.  Grávidas  Púerperas  Idosos  Crianças < 2 anos  População indígena aldeada  Indivíduos < de 19 anos em uso prolongado de ácido acetilsalicílico
  • 18.  Indivíduos com : - Pneumopatias - Cardiovasculopatias - Nefropatias - Hepatopatias - Doenças hematológicas - Distúrbios metabólicos - Transtornos neurológicos ou de desenvolvimento
  • 19. - Imunossupressão associada a medicamentos - Neoplasias - HIV/AIDS - Obesidade
  • 20.  SÍNDROME GRIPAL - Febre de início súbito + - Tosse ou dor de garganta + - Um dos seguintes sintomas: cefaléia, mialgia ou artralgia
  • 21. Febre de início súbito e sintomas respiratórios ( tosse, coriza e obstrução nasal)
  • 22.  Indivíduo com SG + dispnéia ou : - Saturação de O2 < 95% em ar ambiente - Sinais de desconforto respiratório ou aumento da frequencia respiratória - Piora clínica de doença de base - Hipotensão em relação à PA habitual
  • 23.  Itens anteriores  Observar : batimentos de asa de nariz, cianose, tiragem intercostal, desidratação, inapetência.
  • 24. A tiragem intercostal ocorre quando a criança necessita fazer um esforço muito maior do que o normal para respirar. Na respiração normal, toda a parede torácica (superior e inferior) e o abdome se movem para fora quando a criança inspira. Quando há tiragem subcostal, a parede torácica inferior se move para dentro quando a criança inspira.
  • 26.  Infiltrado intersticial localizado ou difuso  Presença de área de condensação
  • 27.  SG EM PACIENTE COM CONDIÇÕES E FATORES DE RISCO PARA COMPLICAÇÕES: - Medicamentos sintomáticos - Hidratação - Uso de fosfato de oseltamivir (TAMIFLU) - NÃO AGUARDAR CONFIRMAÇÃO LABORATORIAL
  • 28.  SG SEM CONDIÇÕES E FATORES DE RISCO PARA COMPLICAÇÕES: - Medicamentos sintomáticos - Hidratação - Prescrição, excepcional, deTAMIFLU
  • 29.  Todos os pacientes com SG devem retornar ao serviço de saúde se houver piora do quadro.  Todos os pacientes com sinais de agravamento devem receberTAMIFLU
  • 30.  SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (SRAG): - Avaliação clínica - Se indicado, terapêutica de suporte - Hidratação venosa - Oxigenoterapia - Monitoramento clínico - Internação hospitalar - Tratamento comTAMIFLU
  • 31.  Antes do início do tratamento  Até sete dias após início dos sintomas
  • 32.  Instabilidade hemodinâmica após reposição volêmica  Sinais e sintomas de insuficiência respiratória  Evolução para outras disfunções orgânicas
  • 33.  Tratamento comTAMIFLU  Não protelar exame radiológico
  • 34. - Receituário simples - Fosfato de Oseltamivir - Zanamivir
  • 35.
  • 36.  Impossibilidade clínica de manutenção do TAMIFLU  Contra – indicado em menores de cinco anos  Contra – indicado em paciente com doença respiratória crônica  Contra – indicado para paciente em ventilação mecância
  • 37.  Pacientes com efeitos colaterais gastrointestinais graves podem ter a absorção do TAMIFLU reduzida.  Possível benefício ao dobrar a dose de TAMIFLU para adultos em estado grave e prolongar o tratamento acima de cinco dias.  Em caso de vômito até uma hora após ingestão do medicamento, administrar dose adicional.  Ajustar a dose em caso de insuficiência renal  Ajuste em caso de hemodiálise e diálise peritoneal
  • 38.  Afastamento temporário das atividades de rotina, considerando o período de transmissibilidade da doença.
  • 39.  Seguir os protocolos/ consensos divulgados pelas sociedades de especialidades.
  • 40. NA ASSISTÊNCIA À SAÚDE PRECAUÇÕES PADRÃO: - Higienização das mãos antes e após contato com paciente - Uso de EPI (avental e luvas ao contato com sangue e secreções) - Uso de óculos e máscaras se houver risco de respingos - Descarte adequado de resíduos.
  • 41. PRECAUÇÕES PARA GOTÍCULAS: - Utilizadas para pacientes suspeitos ou confirmados por infecção por influenza: - Uso de máscara cirúrgica ao entra no quarto, a menos de um metro do paciente. - Trocar a máscara a cada contato - Higienização das mãos antes e depois de cada contato.
  • 42.  Uso de máscara cirúrgica no paciente durante transporte.  Limitar procedimentos indutores de aerossóis.  Uso de dispositivos de sucção fechados.
  • 43. SITUAÇÕESCOM GERAÇÃO DE AEROSSÓIS: - Uso de EPIs (avental e luvas, óculos e máscara (respirador) tipo N95, N99, PFF2 ou PFF3 pelo profissional de saúde durante o procedimento de assistência ao paciente. - Manter paciente em quarto privativo. - Uso de máscara cirúrgica no paciente durante transporte.
  • 44. LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE SUPERFÍCIES: - Remoção de sujidades com água e sabão ou detergente. - Limpeza com solução de hipoclorito de sódio em pisos e superfícies dos banheiros. - Fricção de outras superfícies e objetos com álcool a 70%.
  • 45.  Uso de EPI adequado.  Fazer descarte adequado de resíduos.
  • 46.  Realizar educação em saúde junto às instituições e comunidades
  • 47.  Higienização frequente das mãos  Utilizar lenço descartável para higiene nasal  Cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir  Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca  Higienizar as mãos após tossir ou espirrar  Não compartilhar objetos de uso pessoal  Manter os ambientes bem ventilados  Evitar contato próximo a pessoas com sinais ou sintomas de influenza
  • 48.  Evitar sair de casa em período de transmissão da doença  Evitar aglomerações e ambientes fechados  Adotar hábitos saudáveis
  • 49.  Vacinação anual – medida preventiva.
  • 50.  Medicamentos antivirais – 70 a 90% de efetividade na prevenção da influenza  Ferramenta adjuvante da vacinação  NÃO é recomendável quimioprofilaxia indiscriminada  Não recomendada se período de exposição for maior que 48 horas.  Profilaxia efetiva: durante a exposição à pessoa com influenza e continua por 7 dias.
  • 51.  Pessoas com risco elevado de complicações, não vacinadas ou vacinadas há menos de duas semanas, após exposição a caso suspeito ou confirmado.  Crianças com menos de 9 anos, primovacinadas, precisam de uma segunda dose de vacina com intervalo de um mês para serem consideradas vacinadas.
  • 52.  Estas crianças, com fatores ou condições de risco, e que foram expostas a caso suspeito ou confirmado no intervalo entre a primeira e a segunda dose ou com menos de duas semanas após a segunda dose, deverão receber quimioprofilaxia se tiverem comorbidades ou se tiverem menos de dois anos de idade.
  • 53.  Pessoas com graves deficiências imunológicas, após contato com pessoa com infecção.  Profissionais de laboratório não vacinados ou vacinados a menos de 15 dias, e que tenham manipulado amostras clínicas de origem respiratória que contenham o vírus influenza sem uso adequado de EPI.
  • 54.  Trabalhadores de saúde, não vacinados ou vacinados a menos de 15 dias, e que estiveram envolvidos na realização de procedimentos invasivos geradores de aerossóis ou na manipulação de secreções de caso suspeito ou confirmado de influenza, sem o uso adequado de EPI.
  • 55.  Residentes de alto risco em instituições fechadas e hospitais de longa permanência, durante surtos na instituição.
  • 56.  SURTO é a ocorrência de dois ou mais casos epidemiologicamente relacionados – Alguns autores denominam surto epidêmico, ou surto, a ocorrência de uma doença ou fenômeno restrito a um espaço extremamente delimitado: colégio, quartel, creches, grupos reunidos em uma festa, um quarteirão, uma favela, um bairro etc.
  • 57.  < 3 meses – não recomendado  3 meses a menos de um ano- aprovado durante pandemia de influenzaA (H1N1) (3mg/Kg, uma x ao dia)
  • 58.  1 ano ou mais – Dose varia de acordo com o peso. • <15 kg 30 mg ao dia • >15 a 23 kg 45 mg ao dia • >23 a 40 kg 60 mg ao dia • > 40 kg 75 mg ao dia
  • 59. Em instituições fechadas e hospitais de longa permanência: - Para controle de surtos, se a instituição for destinada a pessoas com condições e fatores de risco para complicações. - Para surto suspeito ou confirmado nestes ambientes, independente da situação vacinal. - Em caso de surto, quimioprofilaxia para trabalhadores não vacinados ou vacinados há menos de duas semanas.
  • 60.  Nestas instituições, é recomendada por no mínimo duas semanas e até pelo menos sete dias após a identificação do último caso.
  • 61.
  • 62. CONDUTAS FRENTEA SURTOS / EVENTOS - INFLUENZA – RÁPIDA DISSEMINAÇÃO - PODE CAUSAR ALTA MORBIDADE
  • 63.  Vacinação anual  Coleta de amostra para diagnóstico em caso suspeito, até dois casos confirmados.  Realizar busca ativa até pelo menos uma semana após identificação do último caso.  Realizar quimioprofilaxia conforme indicado.  Implementar medidas de prevenção.  Isolamento privativo ou isolamento de coorte.  Evitar visitas.  Manter os residentes em seus quartos
  • 64.  Se houver circulação, usar máscara cirúrgica  Limitar aglomeração  Restringir movimentação dos profissionais entre as áreas  Evitar novas admissões ou transferências de sintomáticos.
  • 65.  Não há indicação de quimioprofilaxia para comunidade escolar, exceto nas indicações citadas.  Alunos, professores e demais devem permanecer em casa até sete dias após início dos sintomas.  Não está indicada a suspensão de aulas para controle de surto.
  • 66.  Cobrir nariz e boca com lenço ao tossir, espirrar.  Descartar o lenço no lixo.  Lavar as mãos com água e sabão após tossir ou espirrar  Uso de álcool gel  Evitar tocar olhos, nariz e boca  Evitar contato próximo com doentes  Limpeza e desinfecção de imobiliários e banheiros.
  • 67.  Vacinar anualmente  Não há indicação de quimioprofilaxia em caso de surto.  Manter o caso suspeito ou confirmado em cela individual.  Evitar trânsito de profissionais entre alas.  Realizar coleta de amostra para diagnóstico.  Realizar busca ativa diária até pelo menos uma semana após a identificação do último caso.
  • 68.  Mesmas medidas para a escola
  • 69.  Notificar todo caso de SRAG hospitalizado.  Notificar a vigilância epidemiológica os casos de surtos.