Seminário de projecto 1º trimestre susana alentejano

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Seminário de projecto 1º trimestre susana alentejano

  1. 1. Universidade Católica Portuguesa Seminário de Projecto em Informática Educacional Análise de um artigo da obra “A Escola XXI – Aprender com Tic” Mestranda: Susana Alentejano O documento que se apresenta, constitui o trabalho da disciplina de SPIE. Optei pelaanálise do artigo “ A aprendizagem cooperativa e as novas tecnologias – Uma investigação-acção no 1.º ciclo do ensino básico” de Drogas, Ana Paula M. e Amante, L. (2006). Para além da conformidade com os critérios definidos para a selecção do artigo, trêsrazões fundamentais estão na origem da minha escolha. A primeira, relaciona-se com ointeresse pessoal pela integração curricular das novas tecnologias, pois, para além dainevitabilidade da sua emergência nas escolas do 1.ºciclo, reconheço nas mesmas, umenorme potencial para a aprendizagem, seja formal ou informal. A segunda, decorre dacuriosidade na comparação dos resultados obtidos pelo estudo fundamentado no artigo,com a minha própria constatação e análise do fenómeno, enquanto docente em exercícionum colégio do 1.º ciclo. A terceira, prende-se com o facto de considerar fundamental aaprendizagem cooperativa nos processos de ensino/aprendizagem, pois não creio que atecnologia em si, independentemente seja ela qual for, garanta a qualidade nestes processos,nem a melhoria dos resultados dos alunos. Está, portanto, fundamentado o meu interesse naanálise crítica deste artigo. O grande objectivo geral, ou a grande finalidade deste estudo, teve o propósito decontribuir para a reflexão e constituição de massa crítica sobre o potencial educativo nasnovas tecnologias tendo por base o desenvolvimento de práticas de aprendizagemcooperativa. Nesse sentido, as autoras delinearam esta investigação e intervenção, que sedesenrolou ao longo de um ano lectivo, com o intuito dos alunos desta turma do 4.º anopartilhassem as aprendizagens, de modo a tornar a ligação entre a escola e a sociedade maisefectiva; dando relevância ao trabalho colaborativo; promovendo a cooperação; utilizando oscomputadores como mediadores da actividade educativa e ferramentas na amplificação dascapacidades cognitivas dos alunos. As autoras tiveram a intenção de melhorar o seu desempenho profissional, tentandoultrapassar duas necessidades que lhes pareciam evidentes: a capacidade dos alunos daturma trabalharem em grupo e a reduzida presença das novas tecnologias no processoensino-aprendizagem (Drogas e Amante, 2006, p.43). A aprendizagem cooperativa com suporte tecnológico é um ramo emergente dasciências de aprendizagem que estuda como os alunos podem aprender em grupo com oauxílio do computador. Como será visto nesta análise do artigo citado, até mesmo estasimples sentença esconde uma complexidade considerável, pois a interacção daaprendizagem com a tecnologia revela-se bastante complexa. A inclusão da cooperação, damediação pelo computador problematizam a noção de aprendizagem e levantam questõessobre como estudar este tema. 1 Mestrado em Ciências de Educação – Especialização em informática Educacional
  2. 2. Universidade Católica Portuguesa As autoras com esta investigação-acção pretenderam mudar e melhorar o processode ensino-aprendizagem dos alunos de uma turma do 4.º ano do 1º ciclo. Assumindo, paratal, o duplo papel de professora e investigadora. Em relação à opção metodológica enquadrou-se no paradigma qualitativo, em que oambiente natural é a fonte directa dos dados e o pesquisador é o instrumento principal, naperspectiva de Bogdan e Biklen (1999) se o investigador qualitativo divorciar o acto, a palavraou o gesto do seu contexto perde de vista o significado. A investigação qualitativa édescritiva, nada é trivial, tudo tem potencial para constituir uma pista que estabeleça umacompreensão mais esclarecedora do objecto de estudo. Nada é considerado como um dadoadquirido e nada escapa à avaliação. Os dados foram recolhidos em forma de palavras ou imagens e não de números;incluem transcrições de entrevistas, notas de campo, fotografias, vídeos, conversas informaise produções dos alunos, que não podem ser reduzidos a símbolos numéricos; foramanalisados em toda a sua riqueza, respeitando-se a forma em que foram registrados outranscritos. “O processo de condução da investigação qualitativa reflecte uma espécie dediálogo entre os investigadores e os respectivos sujeitos, dado estes não serem abordados deforma neutra” ( Bogdan e Bilken, 1999, p. 51). Neste projecto, as autoras tiveram como principal referência os métodos LearningTogether e Group Investigation, considerado por Johnson D., Johnson R. e Stanne, M. (2000)dois dos métodos formais de aprendizagem cooperativa com maior impacto positivo norendimento escolar dos alunos, embora tenham optado por desenvolver versões adequadasao contexto onde desenvolveram o projecto. Foram constituídos sete grupos de 3 elementos, tendo como factores determinanteso espaço disponível dos computadores no centro de recursos e por ter sido considerado onúmero adequado de alunos na medida em que essa dimensão facilitaria a identificação deproblemas e ajustar-se-ia melhor ao tipo de tarefas propostas. Lou, Abrami e dApollonia(2001) consideram que “os alunos aprendem bem em conjunto (...) a colaboração entrepares, exposição a múltiplas perspectivas podem ser processos importantes do alunoconstruir o seu conhecimento. Apesar das restrições práticas, devem estar em grupo quandousam o computador.” Também Freitas e Freitas (2003) partilham desta ideia pois consideramque o computador contribui para criar um ambiente propício na sala de aula para que osalunos aprendam uns com os outros, na medida em que dois ou mais alunos à volta de umcomputador podem facilmente discutir ideias e procurarem objectivos comuns ocomputador pode favorecer a interacção face a face,a discussão, enfim a aprendizagem. O desenvolvimento das tarefas cooperativas implementaram um diversificadoconjunto de actividades que abrangeram diferentes conteúdos curriculares, de modo ir deencontro às preferências e interesses dos alunos e a adequar-se aos seus conhecimentosprévios. As investigadoras propuseram aos alunos, nesta investigação, uma utilizaçãoeducativa da web, em particular as webquests e de softwares com características flexíveis econstrutivistas. As webquests têm a particularidade de dinamizar experiências de 2 Mestrado em Ciências de Educação – Especialização em informática Educacional
  3. 3. Universidade Católica Portuguesaaprendizagem que estimulem a pesquisa e o pensamento crítico. As webquests sãoactividades orientadas para a pesquisa em que toda ou quase toda a informação se encontrana web; de acordo com Carvalho (2002) são actividades contextualizadas e motivadoras,disponibilizadas na web, propostas por professores, para serem resolvidascolaborativamente por um grupo de alunos. As webquests, constitui, uma boa forma de seutilizar a internet nas aulas, permitindo a utilização de diferentes sites e apelando àdiversificação de actividades. Tendo em conta as características construtivistas dos softwares utilizados, pode dizer--se que estes fornecem os conteúdos relacionados com a estrutura do conhecimento doaluno; permitem que o aluno aprofunde um assunto do seu interesse; estimulam aconstrução do conhecimento através de jogos e desafios e propõem novos desafios atravésdo currículo em espiral. Foi, também, criado pelos alunos um blogue da turma que segundo Drogas eAmarante (2006) suportaram actividades relacionadas com o projecto e possibilitaram umanova abordagem aos trabalhos de casa, neste caso foi proposto aos alunos que realizassemum cartaz sobre segurança na internet, a partir das ligações disponíveis no blogue. Apesar depolémico e pouco consensual, o tema dos trabalhos continua a ser abordado diariamente nasnossas escolas, no entanto a actividade proposta envolve conteúdos do interesse dos alunose pode ser realizado de uma forma lúdica e livre, apelando deste modo à criatividade dosalunos. Em relação à discussão de resultados é importante referir que na constituição degrupos foram utilizadas três formas distintas na sua formação: (i) pelos alunos, (ii)livremente; (iii) pela professora e pelos alunos, com alguns condicionalismos. Era de preverque os grupos livres irião ser formados de acordo com as suas amizades e interessespessoais, e isso nem sempre é positivo para a realização de um trabalho de grupocooperativo, pois os alunos com problemas disciplinares têm tendência para se agruparemcom alunos com características semelhantes; Gameiro (1987) refere que o segredo paraconduzir eficazmente um grupo é descobrir as necessidades e aspirações que cada membrodeseja satisfazer nele e conseguir conciliar a satisfação dessas necessidades com osobjectivos do grupo. Em sintonia com Gameiro (1987), Silva (1996) refere que a forma deestar em grupo pode ocasionar bons ou maus resultados nos trabalhos a desenvolver, ou notipo de relacionamento que estabelecem entre si os membros e os líderes. Desta forma,torna-se fundamental definir as regras de trabalho de grupo. Com esta experiência pôde verificar-se que se revelou bastante vantajoso aprofessora constituir os grupos tendo em conta a sua heterogeneidade, relativamente aogénero e às competências dos alunos. Apesar de não ter sido possível evitar situações deinsatisfação por parte de alguns elementos integrantes nos mesmos. De acordo com Schutz(1994), o grupo passa por três fases de satisfação das necessidades interpessoais: a inclusão,em que o aluno sente necessidade de ser aceite, integrado e valorizado pelo outro; ocontrole, na tomada de decisão, compartilhar responsabilidades e distribuir liderança e 3 Mestrado em Ciências de Educação – Especialização em informática Educacional
  4. 4. Universidade Católica Portuguesaabertura ou afeição em que expressa emoções e sentimentos que tanto podem ser deharmonia como de insatisfação, tal como aconteceu no grupo em estudo. Segundo Drogas e Amante (2006), os alunos, durante o ano lectivo, revelarammotivação intrínseca pelas actividades desenvolvidas que por vezes dava lugar a umsentimento de decepção quando compreendiam que o tempo para a realização das mesmastinha terminado. Para Burochovitch e Bzuneck (2004) a motivação intrínseca proporciona asensibilidade no aluno de que a participação na tarefa é a principal recompensa, não sendonecessárias pressões externas, internas ou prémios pelo seu cumprimento. A motivação intrínseca é compreendida como sendo uma propensão inata e naturaldos seres humanos para envolver o interesse individual e exercitar as suas capacidades,procurando e alcançando desafios óptimos (Burochovitch e Bzuneck, 2004). Quandoquestionados acerca da sua motivação, os alunos responderam que sentiram: entusiasmo,excitação, fascínio e satisfação no decorrer das actividades propostas. Em relação às competências informáticas, os rapazes demonstraram, de uma formageral, mais destreza na manipulação do rato e teclado do que as raparigas; esta situaçãopode dever-se essencialmente ao facto dos rapazes utilizarem-nos mais de forma lúdica e porisso já terem adquirido mais práctica. Tendo em conta as tarefas realizadas, os alunosmostraram maior preferência pelas de características abertas, pois as tarefas comcaracterísticas fechadas foram mais limitativas no desenvolvimento das competênciasinformáticas. De acordo com Abreu (Ao contrário do que acontece na situação de tarefafechada, em que a tensão que acompanha a actividade se esgota com o termo da suarealização, a situação de tarefa aberta concretiza-se pela persistência da tensão para além deuma primeira execução da actividade. As tecnologias revelaram ser um suporte fundamental na medida em quepotenciaram e promoveram a aprendizagem cooperativa com o incremento das interacçõesentre pares. Em dois grupos evidenciaram-se relações assimétricas entre os pares, existindoelementos com maiores competências que os colegas, esta situação foi vantajosa para osalunos menos competentes pois beneficiaram da ajuda dos seus colegas para ultrapassaremas suas dificuldades. O uso do grupo é uma extensão aos princípios de Vygotsky. Quandobem usado, o trabalho de grupo pode ser uma mais valia na educação, na medida em quetorna os alunos mais sociáveis, menos competitivas no mau sentido e menos preocupadascom o seu estatuto social. Os membros mais competentes devem ser estimulados peloprofessor a transmitir o seu conhecimento aos alunos menos competentes. É importantereferir que um trabalho de grupo não se deve ficar pela competência cognitiva, devem servalorizadas as competências de socialização, de método e de organização. Tendo em consideração as entrevistas e conversas informais feitas aos alunos aolongo do ano lectivo, as autoras consideraram que este projecto foi marcante, na medida emque a introdução do computador e da Internet veio proporcionar aos alunos uma novadinâmica na forma de aprender. Foram valorizadas, por eles, as competências informáticas eas competências de cooperação adquiridas. 4 Mestrado em Ciências de Educação – Especialização em informática Educacional
  5. 5. Universidade Católica Portuguesa Terminado o projecto, pode dizer-se que foram amplamente conseguidos osobjectivos a que as investigadoras se propuseram inicialmente, pois os alunos chegaram aofim do ano lectivo a trabalhar cooperativamente em grupo e conseguiu-se aumentarsignificativamente o uso das novas tecnologias no processo ensino-aprendizagem,desenvolvendo a qualidade do contexto de aprendizagem da turma. No entanto, em relaçãoà visibilidade das tecnologias na comunidade educativa ficou muito por fazer, pois implicariaum período mais alargado para implementar as novas tecnologias no ambiente educativo. Para Drogas e Amarante(2006) “A motivação e o empenho (...) revelado pelos alunosfoi sem dúvida um dos factores mais marcantes (...) para a importância da tecnologia naconcepção de ambientes de aprendizagem estimulantes.” De acordo com Jorge Filho (2006),a internet é uma tecnologia que facilita a motivação dos alunos, pela novidade e pelaspossibilidades inesgotáveis de pesquisa que oferece. Mas mais que a tecnologia, o quefacilita o processo de ensino-aprendizagem é a capacidade de comunicação autêntica doprofessor de estabelecer relações de confiança, pelo equilíbrio, pela competência e simpatiacom que actua com os seus alunos. Moran (2000), considera que os modelos de educação tradicional já não servem,porém, a função primordial da escola continua a ser a mesma: o ensino, tendo a questãopedagógica na base de todos os esforços para a melhoria da sua qualidade. Porém, a escolaprecisa re-significar o seu papel estabelecendo uma relação agradável entre o conhecimentoe o saber, transformando-se num lugar de produção e não apenas apropriação deconhecimento e cultura. Deve procurar desenvolver a comunicação, a memória, opensamento crítico e trabalhar no sentido de levar o educando a resolver situações-problema em todos os níveis: no trabalho escolar, no gerir de questões diárias e sociais e nainteração com as outras pessoas. Foi isso que se verificou no estudo em causa. No que se refere à aprendizagem cooperativa abordada neste trabalho, foramevidentes os seguintes resultados positivos: a aprendizagem foi compartilhada por todos, osconhecimentos dos alunos foram valorizados, a troca activa de ideias aumentou o interesse eo compromisso do grupo, os resultados foram ricos, pois reunem as propostas e soluções devários alunos, transformando a aprendizagem numa actividade social e, uma vez mais o usodas novas tecnologias pode constituir-se em decisão pedagógica adequada. Terminando com Dowbor (2001), é preciso que a educação mobilize a sua força nareconstrução de uma convergência entre o potencial tecnológico e os interesses humanos.Somente articulando dinâmicas mais amplas, que extrapolam a sala de aula poderá aeducação realizar mais este novo modelo de alfabetização tecnológica, que permitirá apermanência e sobrevivência dos alunos neste novo milénio e mundo de trabalho. 5 Mestrado em Ciências de Educação – Especialização em informática Educacional
  6. 6. Universidade Católica PortuguesaBibliografiaAbreu, Manuel V. (1978). Tarefa fechada e tarefa aberta Distribuição Livraria Almedina, CoimbraBogdan, R. C.; Biklen, S. K.(1999) Investigação qualitativa em Educação – Uma introdução àteoria e aos métodos. (pp. 47 – 51). Porto: Porto Editora.Burochovitch, Evely; Bzuneck, José A. (2004). A motivação do aluno: contribuições dapsicologia contemporânea, Vozes, Petrópolis. Disponível em: web.unifil.br/ docs/revista_eletronica/educacao/Artigo_06.pdf. (Consultado em 27/01/2011)Carvalho, A. A. A. (2002). Webquest: um Desafio para Professores e para Alunos. ElosDowbor, Ladislau (2001). Tecnologias do Conhecimento: os desafios da educação.Vozes.Petrópolis. Disponível em: www.dowbor.org/tecnconhec.asp. (Consultado em 28/01/2011)Drogas, Ana Paula M. & Amarante, Lúcia (2006) A aprendizagem cooperativa e as novastecnologias - Uma investigação-acção no 1.ºciclo do ensino básico. In Lagarto, J., Andrade, A.(orgs). A escola XXI – Aprender com TIC (pp.21-50). Universidade Católica Portuguesa, LisboaFilho, Jorge (2006). Revista “Construir notícias” – Novembro/Dezembro, n.º31. Disponívelem: tede.pucrs.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=1330. (Consultado em 28/01/2011)Freiras, L. V., Freitas, C. V. (2003) Aprendizagem cooperativa – teoria e prática. Edições Asa,PortoGameiro, Aires (1987). Iniciação à Dinâmica das Sociedades e dos Grupos, 2ª ed., EdiçõesSalasianas, PortoJacquinot, Genevieve (1999) “Lé é y é”, Actasdo Ciclo de Colóquios Uma Tensão entre o Global e o Local, Universidade Aberta, PortoJonhson, D., Johnson, R., Stanne, M. (2000). Cooperative learning methods: A meta-analysis.Disponível em: www.tablelearning.com/uploads/File/EXHIBIT-B.pdf. (Consultado em23/01/2011)Lou, Y., Abrami, P., dApollonia, S. (2001). Small group and individual learning withtechnology: Meta-analysis. Review of Educacional Research. Disponível em:www.repositorium.sdum.uminho.pt/.../9/09%20-%20Revisão%20literatura.pdf. (Consultadoem 24/01/2011)Moran, José M. (2000). Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. Campinas, PapirusEditora. Disponível em: br.monografias.com/.../escola-sociedade-informacao-mundo-trabalho2.shtml. (Consultado em 28/01/2011)Schutz, Will (1994). The Human Element: Productivity, Self-Esteem, and the Bottom Line(Jossey Bass Business and Management Series). Jossey-Bass. Disponível em:www.eps.ufsc.br/disserta96/machado/.../cap2.htm. (Consultado em 25/01/2011) 6 Mestrado em Ciências de Educação – Especialização em informática Educacional
  7. 7. Universidade Católica PortuguesaSilva, Cristina M. G. (1996). O Trabalho em grupo: instrumento indispensável à prossecuçãodum objectivo, Dirigir, Nº12, Março/Abril 7 Mestrado em Ciências de Educação – Especialização em informática Educacional

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