SALA DE AULA INTERATIVA    Um convite ao diálogo!         MARCO SILVA                   Simone Muniz Faria
Para o autor, existem três tipos de     críticos e suas respectivas reações            sobre a Interatividade         A pr...
REFLEXÃO DO AUTOR   Marcos Silva, reflete em cima   das três reações já citadas e        afirma que não são      equivocad...
ANTIGO RECEPTORNa        comunicação       de     massa(rádio, cinema, imprensa e TV), amensagem é fechada, porque a recep...
HIPERTEXTO E O NOVO RECEPTOR       Teia de conexões: Novo paradigma       tecnológico. Pode-se dizer que o       hipertext...
TERMO INTERATIVIDADEOrigem: Teve sua origem em 1970, mas só em 1980 que informatas eteóricos buscaram expressar essa novid...
HIPERTEXTO Foi em 1945 que o matemático VannevarBush anunciou pela primeira vez a ideia deHipertexto. Ele imaginava um sis...
EPISTEMOLOGIA DA COMPLEXIDADE E INTERATIVIDADE                Entendendo a Complexidade           Diálogo, multiplicidade ...
PENSAMENTO COMPLEXO   O conceito de pensamento complexo: observar asinterações, em sua dialógica, multiplicidade erecursiv...
PERSPECTIVA PARA A EDUCAÇÃO   Articulação entre comunicação interativa e educação:            sala de aula e práticas peda...
LÓGICAS DA INTERATIVIDADE        PARA ALGUMAS ESCOLA          Marco Silva (2010), explica que ainteratividade dessas escol...
Moran (2006), assegura que há uma preocupação com oensino de qualidade, mais do que com a educação dequalidade. E distingu...
SALA DE AULA INTERATIVIDADE    É o local onde o professor     interrompe a tradição dofalar/ditar deixando de identificar-...
REFERÊNCIASMORAES, Raquel de Almeida. Informática na Educação. Rio de Janeiro:DP&A, 2000;MORAN, J. M. Ensino e aprendizage...
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Saladeaulainterativa

  1. 1. SALA DE AULA INTERATIVA Um convite ao diálogo! MARCO SILVA Simone Muniz Faria
  2. 2. Para o autor, existem três tipos de críticos e suas respectivas reações sobre a Interatividade A primeira reação, é aquela vê a interatividade comoapenas um mero “modismo” para explicar o diálogo e acomunicação; A segunda reação acredita que a interatividade éapenas a expansão tecnológica embasada em publicidade, vendade novos equipamentos para comunicação; A terceira reação não acredita na interatividade entrehomem e máquina e diz, que há uma rivalidade e dominação quepode gerar a regressão do homem à condição de máquina.
  3. 3. REFLEXÃO DO AUTOR Marcos Silva, reflete em cima das três reações já citadas e afirma que não são equivocadas, porém são simplistas, pois o assunto é muito mais complexo.
  4. 4. ANTIGO RECEPTORNa comunicação de massa(rádio, cinema, imprensa e TV), amensagem é fechada, porque a recepçãoestá separada da criação que éapresentada. O emissor é um contador dehistórias que atrai o receptor de maneiramais ou menos sedutora e / ou impositorapara o seu universo mental e imaginário.Neste acaso, o receptor limita-se àassimilação passiva ou inquieta, massempre como recepção separada daemissão.
  5. 5. HIPERTEXTO E O NOVO RECEPTOR Teia de conexões: Novo paradigma tecnológico. Pode-se dizer que o hipertexto é o grande divisor de águas entre a comunicação de massa e a comunicação interativa. Agora o novo receptor aprende a não aceitar passivamente o que é transmitido. Não se submete mais há uma programação estática. Ele agora permite a participação, a intervenção, a bidirecionalidade e a multiplicidade de conexões.
  6. 6. TERMO INTERATIVIDADEOrigem: Teve sua origem em 1970, mas só em 1980 que informatas eteóricos buscaram expressar essa novidade do computador também ser“conversacional”. De alfanumérica agora para janela múltiplas, móveis ede fácil manipulação, o que determinou termo interatividade.Comunicação e o Pensamento Complexo: Para, Morin, é importantelembrar que Interatividade não é um conceito de informática e sim dacomunicação de modo complexo promovendo mais e melhoresinterações. Em suma, é o (fundamentar-se na ausência defundamentos...). É um novo horizonte que se abre à busca de novasinterações que pode tomar a perspectiva da multiplicidade, dacomplexidade, já que hoje em dia, não estamos tão presos a verdadesabsolutas.
  7. 7. HIPERTEXTO Foi em 1945 que o matemático VannevarBush anunciou pela primeira vez a ideia deHipertexto. Ele imaginava um sistema que funcionasse parecido com o raciocínio humano. Mas foi em 1965 que Theodore Nelson criou o termo Hipertexto para explicar o funcionamento do computador. Atualmente a palavra hipertexto tem sido em geral aceita para textos ramificados e responsivos, mas muito menos usada é a palavra correspondente "hipermídia", que significa ramificações complexas e gráficos, filmes e sons responsivos - assim como texto. Em lugar dela, usa-se o estranho termo "multimídia interativa", quatro sílabas mais longa, e que não expressa a idéia de hipertexto estendido.
  8. 8. EPISTEMOLOGIA DA COMPLEXIDADE E INTERATIVIDADE Entendendo a Complexidade Diálogo, multiplicidade e recursividade “Pensar complexo é estar na perspectiva de tudo religar.” É aquilo que Morin entende por interações entre as ciências é necessariamente, o diálogo, a recursividade e sua complexidade. Edgar Morin, diz que o conhecimento de toda organização biológica exige o conhecimento das suas interações com seus ecossistemas.” É o pensamento complexo que busca apreender essas interações a partir da ótica da diversidade. Morin, conclui ainda que “os produtos e os efeitos são ao mesmo tempo, causa e efeitos daquilo que os produziu.” Moraes e Valente (2008) apontam que o ser e sua realidade se constituem em uma dinâmica não linear, de natureza recursiva, retroativa, indeterminada, cujo padrão de funcionamento acontece em rede.
  9. 9. PENSAMENTO COMPLEXO O conceito de pensamento complexo: observar asinterações, em sua dialógica, multiplicidade erecursividade. Diferente do novo espectador, mas semele se separar. É a condição do sine qua non para oposicionamento crítico, diante da interatividade e de suaanálise. Ou seja, é na perspectiva do pensamentocomplexo diante das interações da interatividade.
  10. 10. PERSPECTIVA PARA A EDUCAÇÃO Articulação entre comunicação interativa e educação: sala de aula e práticas pedagógicas “A escola é uma instituição que há cinco mil anos se “O professor ainda ébaseia no falar/ditar um ser superior que do mestre.” ensina a ignorantes...” (P. Lévy, 1993) (Paulo Freire, 1978)
  11. 11. LÓGICAS DA INTERATIVIDADE PARA ALGUMAS ESCOLA Marco Silva (2010), explica que ainteratividade dessas escolas estão apoiadas na ofertade computadores ligados à internet, de softwares ditosinterativos e de equipamentos de realidade virtual, quemais funcionam como marketing de tais escolas e taisprodutos, do que como rompimento com a práticacomunicacional de seus professores que, a despeitosdas tecnologias hipertextuais, continuam separandoemissão e recepção. Outros Pensadores
  12. 12. Moran (2006), assegura que há uma preocupação com oensino de qualidade, mais do que com a educação dequalidade. E distingue que o ensino é organizado poratividades didáticas para ajudar os alunos a compreenderáreas específicas do conhecimento. Já a educação, ajudaintegrar o ensino e vida, o conhecimento e ética, areflexão e ação e a ter a visão do mundo.O uso da informática em educação, de acordo comValente (2003), não significa a soma de informática eeducação, mas a integração dessas duas áreas, mas paraisso acontecer é necessário que haja domínio dosassuntos que estão sendo integrados.
  13. 13. SALA DE AULA INTERATIVIDADE É o local onde o professor interrompe a tradição dofalar/ditar deixando de identificar-se com o contador de histórias, eadota uma postura semelhante a do designer de software interativo. Ele constrói um conjunto de territórios a serem explorados pelos alunos edisponibiliza coautoria e múltiplas conexões, permitindo que o aluno faça por si mesmo.
  14. 14. REFERÊNCIASMORAES, Raquel de Almeida. Informática na Educação. Rio de Janeiro:DP&A, 2000;MORAN, J. M. Ensino e aprendizagem inovadores com tecnologiasaudiovisuais e telemáticas. In: MASETTO, M. T,; BEHRENS. M. A. Novastecnologias e mediação pedagógica. 10. ed. São Paulo: Papirus, 2006.p. 11-65;SILVA, Marco. Sala de aula interativa: educação, comunicação, mídiaclássica, internet, tecnologiasdigitais, arte, mercado, sociedade, cidadania. 5ª ed. São Paulo:Loyola, 2010;VALENTE, J. A. Formação de educadores para o uso da informáticana escola. Campinas, São Paulo: UNICAMP/NIED, 2003.

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