Polifonia. In:  Educação na cibercultura :  hipertextualidade, leitura, escrita e aprendizagem. Andrea Cecília Ramal
Bibliografia <ul><li>Andréa Ramal, mestre e doutora em Educação pela PUC-Rio, onde estudou as maneiras de pensar e de apre...
Cibercultura <ul><li>Alerta:  manutenção ou intensificação das atuais  exclusão e dominação , caso não haja uma política d...
Cibercultura <ul><li>Polissemia  como variação das interpretações, em função do contexto. </li></ul><ul><li>Tendência crít...
Cibercultura <ul><li>Tendência crítica frente às TIC: </li></ul><ul><li>Frederic Jameson </li></ul><ul><li>Jean-François L...
Cibercultura <ul><li>Frederic Jameson </li></ul><ul><li>Mais do que um movimento cultural de expressividade própria, o  pó...
Cibercultura <ul><li>Jean-François Lyotard </li></ul><ul><li>Linha crítica vinculada aos  males do  capitalismo . O jogo d...
Cibercultura <ul><li>Paul Virilio </li></ul><ul><li>A  cibercultura  traz consigo o fenômeno da “ perda da orientação ”, c...
Cibercultura <ul><li>Baudrillard </li></ul><ul><li>A extinção da cultura pela mídia  – trocamos o “drama da alienação” pel...
Cibercultura <ul><li>Lucien Sfez </li></ul><ul><li>Há uma  violência simbólica  nas tecnologias.  </li></ul><ul><li>Quatro...
Cibercultura <ul><li>Cibercultura </li></ul><ul><li>Tendência crítico-conciliatória: Umberto Eco </li></ul><ul><li>Entusia...
Cibercultura <ul><li>Umberto Eco </li></ul><ul><li>Devemos operar no mundo que temos. </li></ul><ul><li>A vida deve ser pe...
Cibercultura <ul><li>Pierre-Lévy </li></ul><ul><li>Nova ecologia cognitiva : estudo da subjetividade resultante da interaç...
Cibercultura <ul><li>Convergências entre tais teóricos: </li></ul><ul><li>Negação da velha máxima sobre a pretensa neutral...
Festa de ressurreição <ul><li>Considerações sobre a cibercultura, no diálogo com Mikhail Bakhtin (1895-1975, Oriol – próxi...
<ul><li>Bakhtin </li></ul><ul><li>Preocupação com as questões  socioideológicas  da linguagem. </li></ul><ul><li>Compreens...
Língua Outros enunciados Realidade Falante Contexto  ideológico Consciência individual
Dialogismo bakhtiniano  - a unidade do mundo é polifônica e polissêmica. Entoação : Entre o verbal e o não verbal; Garante...
Língua Fluxo da comunicação verbal Contexto dos falantes ENUNCIADO Em eterna modificação
Palavra Transformações  histórico-culturais Em permanente fluidez Interação verbal Consciência Ideologia
Grau de consciência  da atividade mental Grau de orientação social Diálogo vida Linguagem
Festa de ressurreição <ul><li>Algumas das idéias de Bakhtin parecem anunciar concepções que somente com o hipertexto se to...
O perigoso zumbido desordenado do discurso <ul><li>Bakhtin – opunha-se ao idealismo subjetivista e ao objetivismo abstrato...
O perigoso zumbido desordenado do discurso <ul><li>Os  signos  são construídos em função do  contexto histórico . </li></u...
O perigoso zumbido desordenado do discurso <ul><li>O  sujeito  constitui-se na  linguagem  e no processo de  interação soc...
O perigoso zumbido desordenado do discurso <ul><li>Bakhtin e Lévy – contrários ao idealismo: </li></ul><ul><li>Para Bakhti...
O perigoso zumbido desordenado do discurso <ul><li>Intersubjetividade em Bakhtin: </li></ul><ul><li>Em contraposição à vis...
O perigoso zumbido desordenado do discurso <ul><li>Lévy: </li></ul><ul><li>Semelhanças na concepção sobre a linguagem. </l...
O perigoso zumbido desordenado do discurso <ul><li>Polissemia: </li></ul><ul><li>Pessoas diferentes, em contextos diferent...
O perigoso zumbido desordenado do discurso <ul><li>Hipertexto, em Lévy / Subjetividade em rede na cibercultura: </li></ul>...
Novas autorias <ul><li>Em Bakhtin, o repensar da autoria : a estrutura inicial da enunciação passa a ser influenciada pelo...
Novas autorias <ul><li>Em Lévy,  hipertexto como metáfora da articulação obra/textos/leitor/autor. </li></ul><ul><li>Confi...
Novas autorias <ul><li>Na  cibercultura , uma outra relação com a produção textual e com o discurso intersubjetivo.  </li>...
Feitos de leve transitoriedade <ul><li>Dialogismo bakhtiniano  -  caráter dinâmico da comunicação verbal.  </li></ul><ul><...
Dinamismo  dialógico Descentramento Alteridades Heteroglossia Heterogeneidade Multivalências Polifonia
Feitos de leve transitoriedade <ul><li>Lévy  -  cibercultura e a relativização com a preocupação com as verdades absolutas...
Problematizando <ul><li>De que forma explorar a polifonia, nos AVA?  </li></ul><ul><li>Em que medida os AVA que vocês conh...
Fontes  <ul><li>BAKHTIN, M. (VOLOCHINOV). (1929).  Marxismo e filosofia da linguagem .  8ª ed. Trad. M. Lahud e Y. F. Viei...
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Educação na cibercultura

  1. 1. Polifonia. In: Educação na cibercultura : hipertextualidade, leitura, escrita e aprendizagem. Andrea Cecília Ramal
  2. 2. Bibliografia <ul><li>Andréa Ramal, mestre e doutora em Educação pela PUC-Rio, onde estudou as maneiras de pensar e de aprender na cibercultura. </li></ul><ul><li>Atuou como designer instrucional , assessorando pedagogicamente a criação de CD-ROM educativos e empresariais e é vinculada à USC (Universidade do Sagrado Coração) em Bauru, lecionando Informática e Educação no Curso de Mestrado em Educação. </li></ul>
  3. 3. Cibercultura <ul><li>Alerta: manutenção ou intensificação das atuais exclusão e dominação , caso não haja uma política de democratização do acesso às ferramentas tecnológicas. </li></ul>
  4. 4. Cibercultura <ul><li>Polissemia como variação das interpretações, em função do contexto. </li></ul><ul><li>Tendência crítica frente às TIC : o fim do sujeito, a extinção da cultura, a morte da comunicação. </li></ul><ul><li>Denúncia dos exageros, no combate às visões messiânicas da tecnologia e à redução dos problemas contemporâneos a aspecto meramente tecnológicos. </li></ul>
  5. 5. Cibercultura <ul><li>Tendência crítica frente às TIC: </li></ul><ul><li>Frederic Jameson </li></ul><ul><li>Jean-François Lyotard </li></ul><ul><li>Paul Virilio </li></ul><ul><li>Baudrillard </li></ul><ul><li>Lucien Sfez </li></ul>
  6. 6. Cibercultura <ul><li>Frederic Jameson </li></ul><ul><li>Mais do que um movimento cultural de expressividade própria, o pós-modernismo seria uma conseqüência inevitável do capitalismo e do consumismo exacerbados, assim como da tecnologização que os acompanhou. </li></ul><ul><li>Vivemos na era da paródia vazia , na qual nada pode ser criado, porque tudo já foi feito. </li></ul>
  7. 7. Cibercultura <ul><li>Jean-François Lyotard </li></ul><ul><li>Linha crítica vinculada aos males do capitalismo . O jogo do mercado mundial agrava as desigualdades. Longe de fazer ruir as fronteiras de forma positiva, tira proveito delas para especulação. </li></ul>
  8. 8. Cibercultura <ul><li>Paul Virilio </li></ul><ul><li>A cibercultura traz consigo o fenômeno da “ perda da orientação ”, complementado pelos efeitos nocivos da liberação da sociedade e da desregulação dos mercados financeiros. </li></ul><ul><li>Com essa perda, também perdemos a capacidade de olhar para o outro, de perceber a alteridade . </li></ul><ul><li>Globalização como nova forma de tirania . </li></ul>
  9. 9. Cibercultura <ul><li>Baudrillard </li></ul><ul><li>A extinção da cultura pela mídia – trocamos o “drama da alienação” pelo “êxtase da comunicação”. </li></ul><ul><li>“ Paz perceptiva ” – baseada no silêncio, na passividade e na despolitização das massas. </li></ul><ul><li>O tempo para o silêncio – ele é banido das telas e da comunicação. </li></ul><ul><li>A sociedade comunicacional é uma utopia. </li></ul>
  10. 10. Cibercultura <ul><li>Lucien Sfez </li></ul><ul><li>Há uma violência simbólica nas tecnologias. </li></ul><ul><li>Quatro pilares da realidade ilusória : </li></ul><ul><li>Rede – nova maneira de conceituar velhas práticas, sem desestabilizar a concepção tradicional de mundo. </li></ul><ul><li>Paradoxo – a perda de identidade do “eu”. </li></ul><ul><li>Simulação – surge como intenção de fazermo-nos passar pelo que não somos, usando a aparência. </li></ul><ul><li>Interatividade – esse estilo de comunicação como um diálogo com um ser inteligente. </li></ul>
  11. 11. Cibercultura <ul><li>Cibercultura </li></ul><ul><li>Tendência crítico-conciliatória: Umberto Eco </li></ul><ul><li>Entusiasmo crítico e moderado: Pierre-Lévy </li></ul>
  12. 12. Cibercultura <ul><li>Umberto Eco </li></ul><ul><li>Devemos operar no mundo que temos. </li></ul><ul><li>A vida deve ser pensada não adaptando o homem a essas condições, mas a partir delas. </li></ul><ul><li>Vê com parcimônia os excessos, como, por exemplo, os informacionais. </li></ul>
  13. 13. Cibercultura <ul><li>Pierre-Lévy </li></ul><ul><li>Nova ecologia cognitiva : estudo da subjetividade resultante da interação entre pessoas, instituições e objetos. </li></ul><ul><li>TIC como nova tecnologia intelectual . </li></ul><ul><li>Analogamente à escrita e à imprensa, as TICs trazem consigo um novo modo de pensar o mundo, de conceber as relações com o conhecimento, de aprender. </li></ul>
  14. 14. Cibercultura <ul><li>Convergências entre tais teóricos: </li></ul><ul><li>Negação da velha máxima sobre a pretensa neutralidade dos objetos. </li></ul>
  15. 15. Festa de ressurreição <ul><li>Considerações sobre a cibercultura, no diálogo com Mikhail Bakhtin (1895-1975, Oriol – próxima a Moscou) e Lévy. </li></ul><ul><li>Bakhtin: </li></ul><ul><li>Compartilhava com o marxismo , um interesse no mundo social e histórico, nas suas relações com a formação da consciência e na linguagem como campo e material ideológico. </li></ul><ul><li>Opunha-se ao dogmatismo marxista. </li></ul><ul><li>Veja mais. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Bakhtin </li></ul><ul><li>Preocupação com as questões socioideológicas da linguagem. </li></ul><ul><li>Compreensão como um processo ativo, dialógico e criativo. Compreender é continuar a criação do interlocutor. </li></ul><ul><li>Crítica a duas grandes correntes lingüísticas: </li></ul><ul><li>objetivismo abstrato (Saussure) - linguagem como sistema abstrato de formas. </li></ul><ul><li>subjetivismo idealista (Humboldt) - linguagem como enunciação monológica isolada, como ato de criação individual. </li></ul><ul><li>Dimensão ideológica, social e dialógica da linguagem. </li></ul>
  17. 17. Língua Outros enunciados Realidade Falante Contexto ideológico Consciência individual
  18. 18. Dialogismo bakhtiniano - a unidade do mundo é polifônica e polissêmica. Entoação : Entre o verbal e o não verbal; Garante a emotividade e a expressividade; Palavra - contexto extra-verbal. A interação verbal fornece significado à palavra, organizando e formando a atividade mental. A língua , como fato social, pressupõe um direcionamento para o outro .
  19. 19. Língua Fluxo da comunicação verbal Contexto dos falantes ENUNCIADO Em eterna modificação
  20. 20. Palavra Transformações histórico-culturais Em permanente fluidez Interação verbal Consciência Ideologia
  21. 21. Grau de consciência da atividade mental Grau de orientação social Diálogo vida Linguagem
  22. 22. Festa de ressurreição <ul><li>Algumas das idéias de Bakhtin parecem anunciar concepções que somente com o hipertexto se tornarão plenamente compreensíveis: a noção de que não há um único autor , mas vários, de que um texto não é singular , mas compartilhado. </li></ul><ul><li>Lévy – o papel fundamental das técnicas de comunicação na evolução da cultura e nos campos da filosofia, da antropologia e da educação. </li></ul>
  23. 23. O perigoso zumbido desordenado do discurso <ul><li>Bakhtin – opunha-se ao idealismo subjetivista e ao objetivismo abstrato. </li></ul><ul><li>Percebe a consciência individual como um fato socioideológico . </li></ul><ul><li>O contexto que circunda o sujeito, assim como as forças que nele interagem são partes constitutivas da natureza humana , a qual é historicamente determinada . </li></ul>
  24. 24. O perigoso zumbido desordenado do discurso <ul><li>Os signos são construídos em função do contexto histórico . </li></ul><ul><li>Palavra como signo mediador por excelência. </li></ul><ul><li>A compreensão manifesta-se como material semiótico . </li></ul><ul><li>A relação do homem com o mundo é mediada pela linguagem . </li></ul><ul><li>Sujeito e objeto do conhecimento se interatuam. </li></ul><ul><li>Relação dialética entre o homem e a cultura . </li></ul>
  25. 25. O perigoso zumbido desordenado do discurso <ul><li>O sujeito constitui-se na linguagem e no processo de interação social . </li></ul><ul><li>O conhecimento se dá por meio da linguagem e da interação social. </li></ul><ul><li>A constituição do sujeito passa pelo dialogismo e pela polifonia . </li></ul><ul><li>Sujeito coletivo,em Lévy / ênfase no “nós”, em Bakhtin. </li></ul><ul><li>Lévy – ênfase na relação entre a subjetividade humana e as coisas (relação recíproca entre sujeitos e objetos). </li></ul>
  26. 26. O perigoso zumbido desordenado do discurso <ul><li>Bakhtin e Lévy – contrários ao idealismo: </li></ul><ul><li>Para Bakhtin, a consciência é constituída pela linguagem , pelas ideologias do plano social em constante interação e negocição de sentidos e forças. </li></ul><ul><li>Para Lévy, isso também ocorre, mas tais forças de intersubjetividade e alteridade envolvem as pessoas e os objetos técnicos que se conformam como nossas tecnologias intelectuais . </li></ul>
  27. 27. O perigoso zumbido desordenado do discurso <ul><li>Intersubjetividade em Bakhtin: </li></ul><ul><li>Em contraposição à visão estruturalista de Saussure, o teórico propõe a metáfora da cadeia . </li></ul><ul><li>Associando linguagem e subjetividade, propõe uma descrição plástica e dinâmica para o fenômeno da linguagem : ao passar de um a outro elo de natureza semiótica, o sujeito vai se movendo numa cadeia de criatividade e de compreensão ideológica . Esse percurso é a relação intersubjetiva. </li></ul>
  28. 28. O perigoso zumbido desordenado do discurso <ul><li>Lévy: </li></ul><ul><li>Semelhanças na concepção sobre a linguagem. </li></ul><ul><li>Comunicação como jogo : a cada enunciado o contexto é colocado em ação, mas é também questionado e a significação da mensagem é determinada pelo conjunto de dados construídos pelos interlocutores , numa dinâmica de partilha, negociação e permanente (re)construção coletiva. </li></ul>
  29. 29. O perigoso zumbido desordenado do discurso <ul><li>Polissemia: </li></ul><ul><li>Pessoas diferentes, em contextos diferentes, podem, em função disso, atribuir sentidos diversos a uma mesma mensagem. </li></ul><ul><li>Pluralidade das significações x unicidade da palavra reforçada pelo objetivismo abstrato criticado por Bakhtin. </li></ul><ul><li>O texto pode ser comum, mas o hipertexto mental construído a partir dele vincula-se à subjetividade . </li></ul><ul><li>Lévy e Bakhtin reforçam o conflito, numa situação comunicativa. </li></ul>
  30. 30. O perigoso zumbido desordenado do discurso <ul><li>Hipertexto, em Lévy / Subjetividade em rede na cibercultura: </li></ul><ul><li>Metamorfose : significações construídas na intersubjetividade, em constante negociação. </li></ul><ul><li>Multiplicidade : na comunicação fractal, o sujeito é um nó da rede e reproduz em si o seu diagrama. </li></ul><ul><li>Exterioridade : os sujeitos estão em permanentes conexõe com outros interlocutores e outras redes. </li></ul><ul><li>Mobilidade dos centros : a comunicação se move para um pólo e constrói novos rizomas em torno de si mesma. </li></ul><ul><li>Cadeia polifônica : reunião de mentes e sujeitos interconectados. </li></ul>
  31. 31. Novas autorias <ul><li>Em Bakhtin, o repensar da autoria : a estrutura inicial da enunciação passa a ser influenciada pelo meio ideológico, pelo contexto e pelo universo do ouvinte. A mensagem de um emissor assume novas formas, à medida que circula no espaço socioideológico das outras consciências. </li></ul><ul><li>Consciência constituída no discurso , na relação dialógica com outros sujeitos. </li></ul>
  32. 32. Novas autorias <ul><li>Em Lévy, hipertexto como metáfora da articulação obra/textos/leitor/autor. </li></ul><ul><li>Confirma as hipóteses bakhtinianas de que o sentido de uma mensagem não é produzido unicamente pelo autor. A palavra convida o ouvinte a produzir novos textos, na rede, em permanente reconstrução. </li></ul>
  33. 33. Novas autorias <ul><li>Na cibercultura , uma outra relação com a produção textual e com o discurso intersubjetivo. </li></ul><ul><li>Um ambiente semiótico próximo do conceito bakhtiniano de que a palavra é um signo interindividual . </li></ul>
  34. 34. Feitos de leve transitoriedade <ul><li>Dialogismo bakhtiniano - caráter dinâmico da comunicação verbal. </li></ul><ul><li>Novo tratamento à palavra alheia, à palavra cultural e politicamente desvalorizada - a palavra é polifônica e polissêmica . </li></ul><ul><li>As premissas de Bakhtin passam pelo confronto do campo das relações sociais . </li></ul><ul><li>Os aspectos ideológicos do signo excluem qualquer possibilidade de visão singular. </li></ul>
  35. 35. Dinamismo dialógico Descentramento Alteridades Heteroglossia Heterogeneidade Multivalências Polifonia
  36. 36. Feitos de leve transitoriedade <ul><li>Lévy - cibercultura e a relativização com a preocupação com as verdades absolutas, inclusos os fechamentos semânticos dos textos. </li></ul><ul><li>Memória – oralidade primária. (círculo) </li></ul><ul><li>Escrita impressa – ênfase na objetividade absoluta. (feudos autorais) </li></ul><ul><li>Escrita digital – retorno à humanidade viva. (rede) </li></ul><ul><li>Há que se relativizar – em um mundo excludente como o nosso, quem é esta humanidade? </li></ul>
  37. 37. Problematizando <ul><li>De que forma explorar a polifonia, nos AVA? </li></ul><ul><li>Em que medida os AVA que vocês conhecem têm trabalhado sob enfoque dialógico? </li></ul><ul><li>A visão sócio-histórica da Bakhtin leva-nos a pensar a linguagem sob a ótica do dialogismo, da polifonia e da polissemia. Qual a importância desse pensamento para a sua formação profissional? </li></ul>
  38. 38. Fontes <ul><li>BAKHTIN, M. (VOLOCHINOV). (1929). Marxismo e filosofia da linguagem . 8ª ed. Trad. M. Lahud e Y. F. Vieira. São Paulo: Hucitec, 1997a. </li></ul><ul><li>______. Estética da criação verbal . 2ª ed., Trad. M. E. G. Pereira. São Paulo: Martins Fontes, 1997b. </li></ul><ul><li>______. O problema do conteúdo, do material e da forma na criação literária. In: Questões de literatura e de estética : a teoria do romance. 4ª ed. Trad. A. F. Bernadini et al. São Paulo: Hucitec / UNESP, 1998. p. 13 - 70. </li></ul><ul><li>LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática . 4ª ed . Trad. C. I. da Costa. Rio de Janeiro: Editora 34, 1997. </li></ul><ul><li>______. A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço . Trad. L. P. Rouanet. São Paulo: Edições Loyola, 1998. </li></ul><ul><li>______. Ideografia dinâmica: rumo a uma imaginação artificial? Trad. M. Marcionilo e S. Krieger. São Paulo: Edições Loyola, 1998. </li></ul><ul><li>RAMAL, Andrea Cecília. Educação na cibercultura : hipertextualidade, leitura, escrita e aprendizagem. Porto Alegre: Armed, 2002. (texto-base das lâminas de apresentação) </li></ul>

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