Tecnicas de cranio tabalho faculdade unig

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Trabalho realizado por um grupo do 4º periodo de tecnologo em radiologia da UNIG. PROFESSORA KATIA CARVALHO

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Tecnicas de cranio tabalho faculdade unig

  1. 1. TécnicasRadiológicas de Crânio
  2. 2. RENATA CRISTINARevisão de Anatomia do Crânio
  3. 3. RENATA CRISTINA
  4. 4. RENATA CRISTINA
  5. 5. RENATA CRISTINA
  6. 6. RENATA CRISTINA
  7. 7. RENATA CRISTINA
  8. 8. RENATA CRISTINA• Pontos Topográficos
  9. 9. RENATA CRISTINA
  10. 10. RENATA CRISTINA• Pontos Topográficos - Lateral
  11. 11. RENATA CRISTINA• Linhas do Crânio
  12. 12. RENATA CRISTINA• Erros de Posicionamento ROTAÇÃO
  13. 13. RENATA CRISTINA• Erros de Posicionamento INCLINAÇÃO
  14. 14. RENATA CRISTINA CONDIÇÃO OU POSSIVEL APARENCIA RADIOGRÁFICA DOENÇAFraturas Descontinuidade óssealinear Uma linha transparente irregular ou entalhada com bordas nítidasDeprimida Fragmento ósseo afundado na avidade cranianaBasal Uma fratura visualizada nas estruturas internas densas do osso temporalLesão por Objeto de alta densidade na cavidade craniana se a bala não tiver saído; fratura cranianaarma de fogo também presente devido à entrada do projétil
  15. 15. RENATA CRISTINAMetástases Depende do tipo de lesão: lesões destrutivas com densidade diminuída ou lesões osteoblásticas com densidade aumentada, ou uma combinação com aspecto de "roído de traça"Mieloma Lesões osteolíticas (radiotransparentes)múltiploAdenoma Sela turca aumentadahipofisárioDoença de Depende do estágio da doença; áreasPaget (osteíte mistas escleróticas (radiodensas) e líticasdeformante) (radiotransparentes); aparência de flocos de algodão
  16. 16. OBSERVAÇÃO IMPORTANTE! Não há necessidade de pedir ao paciente que retire a camisa para incidências de Crânio.
  17. 17. ALESSANDRA IncidênciaBRETTONAXIAL AP AXIAL – TOWNE – AP – REVERCHON AUTSCHUL – GRASHEY – FRONTO-NUCAL- ESTRUTURAS MOSTRADAS: São visualizados o occipital, as pirâmides petrosas, o dorso da sela turca e os clinóides posteriores, que aparecem na sombra do forame magno, o que indica a angulação correta do RC.- A não-rotação é evidente pela distância igual entre o forame magno e as paredes laterais do crânio.
  18. 18. ALESSANDRA Perfil de Crânio – Rotina de CrânioESTRUTURAS MOSTRADA: Crânio todo, sela turca, incluindo os processosclinóides anteriores e posteriores e o dorso da sela deve ser visualizadosem perfil, assim como o clivus.A rotação > separação anterior e posterior das estruturas que devemaparecer superpostas e simétricas, como o MAE e os ramosmandibulares.
  19. 19. CLEDSON PA 0º- ESTRUTURAS MOSTRADAS: São visualizados o ossos frontal, a crista galli, condutos auditivos internos, seios frontais e células etmoidais anteriores, cristas petrosas, asas maiores e menores do esfenóide e o dorso da sela turca.- A ausência de rotação é evidente pela distância igual de cada linha orbital oblíqua e a margem lateral do crânio. As cristas petrosas preenchem toda a órbita.
  20. 20. CLEDSON PA AXIAL – Método de Caldwell -Rotina de Crânio PA alternativa – PA – 15º 30º caudal CAUDAL- Estruturas visualizadas:Visualizam-se as asas maiores e menores do esfenóide, o osso frontal,fissuras orbitárias superiores, seios frontais, e células etmoidaisanteriores, margens orbitais superiores e crista galli. Pirâmides petrosasdentro do terço inferior das órbitas.RC de 25° a 30° - Pirâmides petrosas na borda inferior ou abaixo dela,deixando toda a órbita livre de superposição
  21. 21. CLEDSON SubmentoVetice(SMV) – Hitz Especial de CrânioESTRUTURAS MOSTRADAS: Forame oval e espinhal são demonstrados,assim como a mandíbula, o seio esfenoidal e células etmoidaisposteriores, processos mastóides, cristas petrosas, palato duro, foramemagno e ossos occipital.A ausência de rotação e inclinação é vidente pela distância igualentre os côndilos mandibulares e a borda lateral do crânio.
  22. 22. GREISSONPerfil – SELA TURCA- ESTRUTURAS MOSTRADAS: Os processos clinóides anteriores eposteriores (ambos superpostos) e o dorso da sela são demonstradosem perfil, assim como o clivus.A rotação se evidencia pela separação anterior e posterior dasestruturas que devem aparecer superpostas e simétricas, como o MAE eos ramos mandibulares.
  23. 23. GREISSONIncidência AP AXIAL – Método de TOWNE – SELA TURCARC 37º CAUDAL RC 30º CAUDAL RC 37º CAUDAL RC 30º CAUDAL- Critérios Radiográficos: São visualizados o dorso da sela, processosclinóides anteriores e posteriores , forame magno, cristas petrosas eosso occipital. Nenhuma rotação é evidente pela imagem simétricadas cristas petrosas.
  24. 24. RENATA CRISTINA Ossos da FaceOs 14 ossos faciais contribuem para o formato da face de uma pessoa.Alémdisso, as cavidades das órbitas, nariz e boca são em grande parteconstituídaspelos ossos da face.Dos 14 ossos que constituem o esqueleto facial!, apenas dois são ossosúnicos. Os 12 restantes consistem em seis pares de ossos. 2 Maxilas (maxilar superior), ou ossos maxilares 2 Zigoma, ou ossos zigomáticos 2 Ossos lacrimais 2 Ossos nasais 2 Conchas nasais inferiores 2 Ossos palatinos 1-Vômer (Não são visíveis em desenhos externos do esqueleto) 1-Mandíbula (maxilar inferior)___________ 14-Total
  25. 25. RENATA CRISTINAOssos da Face
  26. 26. RENATA CRISTINA Maxilaressão os maiores ossos imóveis da face. O único osso facial maior do que amaxila é o maxilar inferior, ou mandíbula, que é móvel. Todos0s ossos maxilares direito e esquerdos são solidamente unidos na linhamédia abaixo do septo nasal. Cada maxila auxilia na formação de trêscavidades da face: (1) a boca, (2) a cavidade nasal e (3) uma órbita.Vista Lateral da Maxila Esquerda Cada maxila consiste em um corpolocalizado centralmente e em quatro processos que se projetam do corpo processo frontal, que se projeta para cima, ao longo da borda lateral do nariz, na direção do osso frontal. processo zigomático se projeta lateralmente para se unir com o osso zigomático. Processo alveolar é o aspecto inferior, ou mais baixo, do corpoAs duas maxilas são solidamente unidas na linha média anteriormente. Naparte superior dessa união na linha média encontra-se a espinha nasalanterior. Um ponto na base da espinha nasal anterior é chamado deacântio,Articulações Cada maxila se articula com dois ossos cranianos - o frontal eo etmóidee com sete ossos faciais - um zigomático, um lacrimal, um nasal, umpalatino, umaconcha nasal inferior, o vômer e a maxila oposta.
  27. 27. RENATA CRISTINAOssos ZigomáticosUm zigoma, ou osso zigomático, está localizado lateralmente ao pro-cesso zigomático de cada maxila. Esses ossos formam a proeminênciada bochecha e constituem a porção inferior externa de cada órbita.Projetando-se posteriormente do osso zigomático encontra-se umprocesso delgado que se conecta com o processo zigomático doosso temporal para formar o arco zigomático.Arco zigomáticoé uma estrutura relativamente delicada,e algumas vezes é fraturada por um golpena bochecha.Articulações Cada osso zigomático searticula com três ossos cranianos ofrontal, o esfenóide e o temporal - ecom um osso facial, a maxila.
  28. 28. RENATA CRISTINAOssos lacrimaisOs dois ossos lacrimais, pequenos e muito delicados,repousam anteriormente no lado medial de cadaórbita, imediatamente posteriores ao processo frontalda maxila.Articulaçõeslacrimal Cada ossolacrimal se articulacom dois ossos cranianos,o frontal e o etmóide, ecom 2 ossos faciais,uma maxila euma concha nasal inferior.
  29. 29. RENATA CRISTINAOssos NasaisOs dois ossos nasais fundidos formam aponte do nariz,A maior parte do nariz é constituída decartilagem, e apenas a porção superiorna ponte do nariz é formada pelos doisossos nasais.ArticulaçõesCada osso nasal tambémse articula com dois ossoscranianos, o frontal e o etmóide, e com dois ossos faciais, umamaxila e o osso nasal oposto.
  30. 30. RENATA CRISTINA Conchas Nasais Inferiores Direita eEsquerdaSão dois ossos faciais delgados e curvos que encontram-se dentro da cavidadenasal. Esses dois ossos se projetam das paredes laterais da cavidade nasal emcada lado e se estendem medialmente.Em resumo, há três pares de conchas nasais. Os pares superior e médio sãopartes do osso etmóide, enquanto o par inferior são ossos faciais separados.Articulações-Cada concha nasal inferior se articulacom um osso craniano, o etmóide,e com três ossos faciais,uma maxila, um lacrimal e um palatino.
  31. 31. RENATA CRISTINAOssos Palatinosestão localizados internamente e não são visíveis defora. Em forma de LPalatino: Cada palatino se articula com dois ossoscranianos, o esfenóide e o etmóide, e com quatro ossosfaciais, uma maxila, uma concha nasal inferior, o vômere o palatino oposto.
  32. 32. RENATA CRISTINA- Septo Nasal ÓsseoO septo nasal ósseo é formado por dois ossos - o etmóide e o vômer.- VômerO osso ímpar vômer é um osso delgado, de forma triangular, que forma aparte ínfero-posterior do septo nasal.Articulações O vômer articula-se com dois ossos cranianos, o esfenóide e oetmóide, e com quatro ossos faciais, os palatinos direito e esquerdo eas maxilas direita e esquerda.
  33. 33. RENATA CRISTINAMandíbulaEle é o único osso móvel do crânio adulto. Essegrande osso facial, na realidade se origina de doisossos separados. Os dois ossos se unem no lactentepara se tornarem um osso por volta de 1 ano deidade.
  34. 34. RENATA CRISTINAArticulação Temporomandibular (ATM)A ATM é a única articulação móvel no crânio.A ATM é formada pelo côndilo que se adapta nafossa temporomandibular do osso temporal.A ATM está localizada logo anteriormente e umpouco superiormente ao MAE.
  35. 35. RENATA CRISTINAOrbitais Ossos Cranianos Ossos Faciais 1. Frontal 1. Maxila 2. Esfenóide 2. Zigoma 3. Etmóide 3. lacrimal 4. Palatino
  36. 36. ALESSANDRA GONÇALVES LATERAL D/E – OSSOS DA FACE-ESTRUTURAS MOSTRADAS: São vistos os ossos faciaissuperpostos, asas maiores do esfenóide, o teto das órbitas, a sela turca ozigoma e a mandíbula.-A não-rotação é evidente pela superposição dos ramos mandibulares ea não-inclinação é vista pelos tetos das órbitas e as asas maiores doesfenóide que aparecerem superpostas.
  37. 37. ALESSANDRA GONÇALVES PARIETOACANTIAL – OSSOS DA FACE – MÉTODO DE WATERS BLONDEAU – WALDRON – MENTO-NASO – OCCIPITO-MENTONIANAIndicada para fraturas de Le forte e de explosão, processosneoplásicos ou inflamatórios e corpos estranhos no olho.-Critérios Radiográficos: São vistos a borda inferior da órbita,maxila, septo nasal, zigomas, arcos zigomáticos, e espinha nasalanterior. A extensão correta é representada pela presença da cristapetrosa abaixo dos seios maxilares.
  38. 38. ALESSANDRA GONÇALVESPA AXIAL – OSSOS DA FACE – MÉTODO DE CALDWELLOCCIPITO-FRONTAL – FRONTO-NASOIndicada para fraturas e processos neoplásicos.-ESTRUTURAS MOSTRADAS: São vistas as bordas orbitárias,maxilas, septo nasal, zigomas e espinha nasal anterior. Com o RC 15°caudal o rochedo aparece no terço inferior da órbita e com o RC 30°caudal, aparece abaixo das órbitas.
  39. 39. RENATA CRISTINAPARIETO-ORBITAL – FORAMES ÓPTICOS – RHESEVisualiza alterações ósseas dos forames ópticos.-ESTRUTURAS MOSTRADAS: É mostrada a secção transversal decada canal óptico e uma visão não distorcida do forame óptico. Oforame óptico deve aparecer no quadrante inferior externo de cadaórbita.
  40. 40. NEUZA APARECIDASUBMENTOVÉRTICE – ARCOS ZIGOMÁTICOS – HIRTZDemonstra fraturas do arco zigomático e processos neoplásicos.-ESTRUTURAS MOSTRADAS: Os arcos zigomáticos são vistoslateralmente aos ossos zigomático e temporais.-A não-rotação é evidente pela simetria entre os arcos.
  41. 41. NEUZA APARECIDA OBLÍQUA ÍNFERO-SUPERIOR (TANGENCIAL) – ARCOS ZIGOMÁTICOSUtilizada para diagnóstico de fraturas do arco zigomático.ESTRUTURAS MOSTRADAS: O arco zigomático aparece único elivre de superposição.
  42. 42. SIMONE LATERAL – OSSOS NASAISDemonstra fraturas dos ossos nasais.ESTRUTUTAS VIZUALIZADAS: São vistos os ossos nasais, tecidosmoles, sutura frontonasal e espinha nasal anterior
  43. 43. SIMONE AXIAL LATERAL – MANDÍBULA – BELLOT OU PERFIL SEMI-AXIALDemonstra fraturas e processos neoplásicos da mandíbula.-A cabeça em lateral verdadeira – ramo;-A cabeça rodada 30° na direção do filme – corpo;-A cabeça rodada 45° na direção do filme – mento.-A cabeça rodada de 10° a 15° para o lado do filme – levantamentogeral.- RC 25° ↑à LIP,
  44. 44. SIMONE PA – MANDÍBULADemonstra fraturas e processos neoplásicos da mandíbula.ESTRUTURAS MOSTRADAS: No PA os ramos e a porção lateraldo corpo são visíveis.
  45. 45. HELLEN AXIAL AP – METODO DE TOWNE MODIFICADO – ATMFraturas e relação/amplitude de movimento alterado na ATM.- Estruturas Mostradas: Os processos condilóides da mandíbulasimétricos e as fossas TM. A clara relação entre as fossas e oscôndilos é demonstrada.
  46. 46. HELLENAXIAL LATERAL – ATM – MÉTODO DE SCHULLERFraturas e relação/amplitude de movimento alterado na ATM.--Uma radiografia com boca aberta e outra com ela fechada.-RC 25° a 30° ↓ 1,3 cm anterior e 5 acima da face superior do MAE.-Essa incidência alonga mais o côndilo mandibular, em relação aométodo de Law modificado.
  47. 47. HELLENAXIAL LATERAL – ATM – MÉTODO DE SCHULLERFraturas e relação/amplitude de movimento alterado na ATM.Estruturas Mostradas: A ATM mais próxima do filme é vista. A imagemcom a boca fechada mostra o côndilo dentro da fossa TM. A imagemcom a boca aberta mostra o côndilo deslocado para a margem anteriorda fossa TM.
  48. 48. RENATA CRISTINA
  49. 49. RENATA CRISTINASeios da Face
  50. 50. RENATA CRISTINA SEIOS PARANASAIS As grandes cavidades cheias de ar dos seios para nasais sãoalgumas vezes denominadas seios nasais acessórios porque são revestidaspor membrana mucosa, a qual é contínua com a cavidade nasal.Esses seios são divididos:1. Maxilares - 2 Ossos maxilares (da face)2. Frontais (geralmente (2)3. Etmoidais (vários)4. Esfenoidais (1 ou 2) 0sso esfenóide (do crânio) Os seios paranasais começam a desenvolver-se no feto, porémsomente os seios maxilares apresentam uma cavidade definida ao nasci-mento. Os seios frontais e esfenoidais começam a ser visíveis emradiografias aos 6 ou 7 anos de idade. As células etmoidais desenvolvem-se por último.Geralmente todos os seios para nasais estão plenamente desenvolvidosnos últimos anos da adolescência.
  51. 51. RENATA CRISTINA
  52. 52. RENATA CRISTINAIndicações Para o Exame:• sinusite (infecção na mucosa do seio – aguda ou crônica)• osteomielite secundária (infecção do osso e da medula óssea, decorrente de sinusite – erosão das margens ósseas do seio)• pólipo (tumoração mucosa que se projeta para dentro do seio – sinusite crônica).
  53. 53. LUCIENE LATERAL – SEIOS DA FACEUtilizada no diagnóstico de condições inflamatórias comoosteomielite secundária, e sinusite, além de pólipos de seios. 1 2 3 4 1. Seios frontaisEstruturas Mostradas 2. Células etimaidais 3. Seios maxilares 4. Seis esfenoidais
  54. 54. LUCIENE PA – SEIOS DA FACE – MÉTODO DE CALDWELL FRONTO-NASOCondições inflamatórias como osteomielite secundária, e sinusite, alémde pólipos de seios.. 1 6 5-Estruturas Mostradas:1. Seios frontais 42. Crista petrosa 2 33. Septo nasal4. Seios maxilares5. Celulas etimoidais6. Crista galli
  55. 55. LUCIENE PARIETOACANTIAL – SEIOS DA FACE MÉTODO DE WARTERS – MENTO-NASO BLONDEAU – WALDRON – OCCIPITO-MENTONIANAInflamatórias como osteomielite secundária, e sinusite, além depólipos de seios. 1-Estruturas mostradas:1. Seios frontais 22. Septo nasal3. Crista petrosa 5 34. Seis esfenoidais5. Seis maxilares 4
  56. 56. RENATA CRISTINAROTAÇÃO
  57. 57. RENATA CRISTINAPorquais motivos osexames de seios da faceé feito em ortostatica?
  58. 58. RENATA CRISTINAQuantos graus a LOM esta da LIOM?
  59. 59. RENATA CRISTINA Pergunta... Para as incidências de SUBMENTO VERTICE PARA CRANIO E PARA ARCO ZIGOMATICO o que é diferente, já que a posição e o RC são iguais?
  60. 60. FIM! OBRIGADO!radiologiacienciaearte.blogspot.com.br

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