Aula 08 radiologia - anatomia do esqueleto apendicular - fêmur

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Aula 08 radiologia - anatomia do esqueleto apendicular - fêmur

  1. 1. Prof. Hamilton F. Nobrega Anatomia do Esqueleto Apendicular: Fêmur
  2. 2. Fêmur
  3. 3. • Osso mais longo e mais resistente do corpo; • Transmite o peso do corpo do quadril para a tíbia quando a pessoa está em pé; • Comprimento do osso = ¼ comprimento do indivíduo; • Possui 1 corpo e 2 extremidades
  4. 4. Convergem medialmente em direção aos joelhos, onde se articulam com tíbia. A existência do ângulo de convergência do fêmur é um fator importante na determinação do ângulo femoral-tibial. Nas fêmeas os fêmures convergem mais do que nos machos, porque o osso pélvico é mais largo.
  5. 5. Extremidade superior A cabeça se articula com o acetábulo no osso pélvico formando a articulação do quadril (coxofemoral). Possui uma fóvea, que se conecta através de um ligamento (redondo) no entalhe do acetábulo. É conectada ao eixo através do colo. A área de transição entre a cabeça e o colo é bastante áspera devido à fixação dos músculos e da cápsula da articulação do quadril.
  6. 6. Extremidade Superior
  7. 7. Extremidade inferior (distal) É maior do que a extremidade superior. Possui duas proeminências oblongas conhecidas como côndilos, separados por uma depressão rasa articular lisa, chamada superfície patelar (anteriormente)
  8. 8. Extremidade inferior (distal)  Articulação fêmoro-patelar: Consiste no deslizamento da patela (sesamóide) que reside no interior do tendão do músculo anterior da coxa (músculo quadríceps femoral), e na superfície patelar na frente do fêmur.  Articulação fêmoro-tibial: Liga o fêmur (osso da coxa) à tíbia, o principal osso da perna. A articulação é banhada por um fluido sinovial viscoso, que está contido dentro da membrana sinovial, ou cápsula articular.
  9. 9. Extremidade Inferior
  10. 10. A parte distal do fêmur se articula com a tíbia e patela formando a articulação do joelho.
  11. 11. Vista Anterior
  12. 12. Vista Posterior
  13. 13. • A cabeça representa 2/3 de uma esfera coberta por cartilagem articular, exceto por uma depressão medial, a fóvea. • O colo é trapezoide, a extremidade estreita sustenta a cabeça e a base mais larga é contínua com o corpo. • No local onde o colo se une ao corpo do fêmur há duas grandes elevações arredondadas, os trocânteres.
  14. 14. • O trocânter menor é abrupto, cônico e arredondado e estende-se medialmente da parte posteromedial da junção do colo com o corpo. • O trocânter maior é uma grande massa óssea, posicionada lateralmente, que se projeta superior e posteriormente onde o colo se une ao corpo do fêmur. • O local de união do colo e do corpo do fêmur é indicado pela linha intertrocantérica, uma estria áspera.
  15. 15. • A linha intertrocantérica inicia-se no trocânter maior, espirala-se ao redor do trocânter menor e continua em sentido posterior e inferior como uma estria menos distinta, a linha espiral. • A crista intertrocantérica, mais lisa e proeminente, une-se aos trocânteres posteriormente. A elevação arredondada na crista é o tubérculo quadrado. • A linha pectínea estende-se da parte central da linha áspera até a base do trocanter maior.
  16. 16. • Os côndilos femorais articulam-se com os meniscos e com os côndilos tibiais para formar a articulação do joelho. • Os côndilos são separados posterior e inferiormente pela fossa intercondilar, mas fundem-se anteriormente, formando uma depressão longitudinal rasa, a face patelar, que se articula com a patela. • O fêmur possui epicôndilos medial e lateral, sendo o medial maior e mais proeminente, superiormente ao qual se forma outra elevação, o tubérculo do adutor.

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