CAPÍTULO-- 13415-- Seios Paranasais, Mastóides e Osso Temporalc o L A B o R A ç Õ E S DE: Cindy Murphy, ACR COLABORADORES ...
416-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALANATOMIA RADIOGRÁFICACrânioNos Caps. 11 e 12 há um estudo anatômico do es...
417-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALSeios FrontaisOs seios frontais estão localizados entre as tábuas interna...
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425-- SEIOS PARANASAIS, MASTOIDES E OSSO TEMPORALAPLICAÇÕES PEDIÁTRICASComunicação É necessária uma explicação clara do pr...
426-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALIndicações PatológicasAs indicações mais comuns para os procedimentos rad...
427-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALInformações de PesquisaRotinas de departamento para exames dos seios para...
428-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDE E 0SS0 TEMPORALPOSIÇÃO LATERAL – LATERAL ESQUERDA OU DIREITA : SEIOSPatologia Demonstrada...
429-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALINCIDENCIA PA: SEIOS-- Método de CaldwellFatores TécnicosTamanho do filme...
430-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALINCIDENCIA PARIETOACANTIAL: SEIOS- Método de WatersPatologia DemonstradaC...
431-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALINCID~ENCIA SUBMENTOVÉRTICE (SMV): SEIOSPatologia DemonstradaCondições in...
432-- SEIOS PARANASAIS, MASTOIDES E OSSO TEMPORALINCID~ENCIA PARIETOACANTIAL TRANSORAL: SEIOS- Método de Waters com a Boca...
433-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALINCIDÊNCIA OBLÍQUA AXIAL LATERAL: MASTÓIDES-- Método de Law ModificadoPat...
434--SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALPROJEÇÃO OBLÍQUA AXIAL LATERAL – PERFIL POSTERIOR: MASTÓIDES--- Método de ...
435-- SEIOS PARANASAIS, MASTOIDES E OSSO TEMPORALINCIDÊNCIA AXIAL EM AP: MASTÓIDES-- Método de TownePatologia DemonstradaP...
436-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALINCIDÊNCIA AXIAL LATERAL: MASTÓIDES-- Método de SchüllerPatologia Demonst...
437-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALINCIDÊNCIA OBLÍQUA AXIAL LATERAL- PERFIL ANTERIOR : MASTÓIDESPatologia De...
438--- SEJaS PARANASAIS, MASTÓIDES E osso TEMPORALINCIDÊNCIA OBLÍQUA AXIAL LATERAL: MASTÓIDES--- Método de Mayer ou Modifi...
439-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALINCIDÊNCIA SUBMENTOVÉRTICE (SMV): OSSOS TEMPORAIS E/OU PIRÂMIDES PETROSAS...
440-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALRadiografias para CríticaOs estudantes devem criticar cada uma dessas qua...
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  1. 1. CAPÍTULO-- 13415-- Seios Paranasais, Mastóides e Osso Temporalc o L A B o R A ç Õ E S DE: Cindy Murphy, ACR COLABORADORES NAS EDiÇÕES ANTERIORES:Kathy Martensen, BS, RT (R), Barry 1. Anthony, RT (R)CONTEÚDOAnatomia Radiográfica Seios paranasais:Maxilares, 416Frontais, etmoidais e esfenoidais, 4 17Complexo osteomeatal, 4 17Revisão de anatomia (radiografias), 418Ossos temporais:Radiografias, 419Ouvidos externo e médio, 420Ouvido interno, 422Revisão de anatomia (radiografias), 423Posicionamento Radiográfico Considerações sobre o posicionamento:Seios paranasais e osso temporal - mastóides, 424Aplicações pediátricas e geriátricas, 425Modalidades e procedimentos alternativos, 425Indicações patológicas e sumário, 426Informações de pesquisas e incidências básicas e especiais, 427Seios paranasais:Laterais, 428PA a 15° (método de Caldwell), 429Parietoacantial (método de Waters), 430Submentovértice (SMV), 437Parietoacantial transoral (método de Waters com a boca aberta),432Posicionamento Radiográfico-cont. Mastóides:Oblíqua a 15° axiallateral (método de Law modificado), 433 .Oblíqua axiallateral (método de Stenvers), 434Axial em AP (método de Towne), 435Axiallateral (método de Schüller), 436Oblíqua axiallateral (método de Arcelin - Stenvers invertido), 437Oblíqua axiallateral (método de Mayer ou modificação de Owen), 438Ossos temporais e/ou pirâmides petrosas:Axial em AP (método de Towne), 435Submentovértice (SMV), 439Radiografias para crítica, 440
  2. 2. 416-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALANATOMIA RADIOGRÁFICACrânioNos Caps. 11 e 12 há um estudo anatômico do esqueleto ósseo da cabeça,que inclui os oito ossos do crânio e os 14 da face. As exceções que nãoforam descritas são (1) os seios paranasais e (2) as porções mastóide epetrosa do osso temporal. A porção petrosa contém os órgãos da audiçãoe do equilíbrio. A anatomia e as posições radiográficas relacionadas a essaspartes serão descritas e ilustradas ao longo deste capítulo, juntamente comos seios paranasais.SEIOS PARANASAISAs grandes cavidades cheias de ar dos seios para nasais são algumas vezesdenominadas seios nasais acessórios porque são revesti das por membranamucosa, a qual é contínua com a cavidade nasal. Esses seios são divididosem quatro grupos, de acordo com os ossos que eles contêm:1. Maxilares (2) Ossos maxilares (da face)2. Frontais (geralmente (2) Ossos frontais (do crânio)).3. Etmoidais (vários) Ossos etmoidais (do crânio)4. Esfenoidais (1 ou 2) 0SS0 esfenóide (do crânio)Apenas os seios maxilares são parte da estrutura óssea da face. Os seiosfrontais e esfenoidais e as células etmoidais estão contidos nos respectivosossos do crânio.Os seios paranasais começam a desenvolver-se no feto, porém somenteos seio_ maxilares apresentam uma cavidade definida ao nascimento.Os seios frontais e esfenoidais começam a ser visíveis em radiografiasaos 6 ou 7 anos de idade. As células etmoidais desenvolvemse por último.Geralmente todos os seios para nasais estão plenamente desenvolvidosnos últimos anos da adolescência.Cada um desses grupos de seios será estudado, começando com 05maiores, os seios maxilares.Seios MaxilaresOs grandes seios maxilares são estruturas pares, localizadas dentro do corpode cada osso maxilar. Um termo mais antigo para seio maxilar é antro,uma abreviação de “Antro de Highmore”.Cada seio maxilar assemelha-se um pouco a uma pirâmide vista de frente.Lateralmente, parecem mais cúbicas. A dimensão vertical total média estáentre 3 e 4 cm, e as outras dimensões estão entre 2,5 e 3 cm.As paredes ósseas dos seios maxilares são finas. O assoalho de cada seiomaxilar está um pouco abaixo do nível do assoalho de cada fossa nasal. 05dois seios maxilares variam em tamanho de uma pessoa para outra e de umlado para o outro.Projetando-se no assoalho de cada seio maxilar há diversas elevações cônicasrelacionadas às raízes do primeiro e segundo dentes molares superiores(Fig. 13.2). Ocasionalmente, o assoalho é perfurado por uma ou mais dessasraízes, e infecções originadas no dente, particularmente o molar e o pré-molar,podem percorrer um trajeto ascendente para dentro do seio maxilar.Todas as cavidades do seio paranasal comunicam-se entre si e com a cavidadenasal, que é dividida em duas câmaras ou fossas. No caso dos seiosmaxilares, esse local de comunicação é a abertura no conduto do meatonasal médio localizado no aspecto medial superior da própria cavidade,como demonstrado na Fig. 13.3. 1550 é ilustrado com mais detalhes naFig. 13.7 na página seguinte. Quando uma pessoa está de pé, qualquermuco ou líquido retido no seio tenderá a permanecer lá e a depositar-seem camadas, formando níveis hidroaéreos. Portanto, o posicionamentoradiográfico dos seios para nasais deve ser realizado com o paciente emposição ortostática, se possível, para detectar quaisquer níveis hidroaéreos.
  3. 3. 417-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALSeios FrontaisOs seios frontais estão localizados entre as tábuas interna e externa do crânio,posteriores à glabela; eles raramente tornam-se aerados antes dos 6 anos deidade. Os seios maxilares são sempre pares e, em geral, são razoavelmentesimétricos em tamanho e forma; os seios frontais raramente são simétricos.Os seios frontais podem estar separados por um septo, que deriva do seiocontralateral, ou o septo pode estar totalmente ausente, resultando em umacavidade única. Geralmente, entretanto, existem duas cavidades, variandoem seus tamanhos e formatos. Em geral, são maiores nos homens que nasmulheres. Elas podem ser únicas ou no lado direito ou no esquerdo, podemser pares, como mostrado, ou podem ser totalmente ausentes.Células EtmoidaisAs células etmoidais estão contidas dentro das massas laterais ou labirintosdo osso etmóide. Essas células aéreas são agrupadas em coleções anterior,média e posterior, porém podem estar todas intercomunicadas.Observando-se de lado, parece que as células etmoidais anteriores preenchemas órbitas. Todavia, uma porção dessas células é medial à órbita e estácontida nas massas laterais do osso etmóide, o qual ajuda a formar aparede medial de cada órbita.Seios EsfenoidaisOs seios esfenoidais apóiam-se no corpo do osso esfenóide diretamenteabaixo da sela turca. O corpo do esfenóide contendo esses seios é cúbico efreqüentemente dividido por um delgado septo para formar duas cavidades.Entretanto, esse septo pode ser incompleto ou inteiramente ausente,resultando em apenas uma cavidade.Devido aos seios esfenoidais serem tão próximos da base ou assoalho docrânio, algumas vezes um processo patológico é evidenciado pelo seu efeitonesses seios. Um exemplo é a demonstração de um nível hidroaéreo dentrodos seios esfenoidais em seguida a um traumatismo craniano. Pode ser aevidência de que o paciente sofreu uma fratura da base do crânio e que tantosangue quanto líquido cerebroespinhal estão extravasando pela fratura paraos seios esfenoidais, uma condição denominada derrame do esfenóide.Complexo Osteomeatal As vias de comunicação entre os seios frontais emaxilares e as células etmoidais fornecem drenagem entre essas cavidades.Essas vias de drenagem formam o complexo osteomeatal, que pode ficarobstruído e levar a infecções desses seios, uma condição denominada sinusite.As duas principais vias (infundíbulo e meato nasal médio) e suas estruturasassociadas que precisam ser visualizadas e identifica das na tomografiacomputadorizada (Te) coronal são mostradas na Fig. 13.7.Como pode ser visto nessa ilustração, o seio maxilar maior drena pelo infundíbulouma via para baixo através do meato nasal médio para o meato nasal inferior.O processo uncinado do osso etmoidal compõe a parede medial da via doinfundíbulo. A bolha etmoidal recebe a drenagem das células etmoidais e dosseios frontais, que também drenam pelo meato nasal médio para o meatonasal inferior e daí para fora do corpo através do orifício nasal exterior.
  4. 4. 418-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALRADIOGRAFIAS - SEIOS PARANASAISOs desenhos dos seios nas páginas precedentes incluem tamanhos, formatose bordos bem-definidos. Nas radiografias verdadeiras esses bordos quase nãosão definidos, porque há superposição dos vários seios, como observadonessas radiografias das quatro incidências comuns dos seios. As posiçõesrelativas e as relações de cada um desses seios são claramente demonstradasnessas radiografias marca das. Note as seguintes abreviações:F - Seios frontais, E - Células etmoidais, M - Seios maxilares,5 - Seios esfenoidais.Posição Lateral (Fig, 13.8)Os seios frontais são claramente visualizados entre as tábuas interna eexterna do crânio.Os seios esfenoidais aparentam continuidade com as células etmoidaisanteriores.Os grandes seios maxilares são claramente visualizados. Note que as raízesdos molares e pré-molares da arcada superior parecem estenderse atravésdo assoalho dos seios maxilares.Incidência PA (de Caldwell) (Fig. 13.9)Os seios maxilares e frontais e as células etmoidais estão claramente ilustradosnessa radiografia de incidência PAaxial. Os seios esfenoidais não sãodemonstrados especificamente, porque estão localizados diretamente posterioresàs células etmoidais. Essa relação é demonstrada na visão lateral (Fig. 13.8)e na incidência do SMV (Fig. 13.11).Incidência Axial Transoral PA (Waters com a boca aberta) (Fig. 13.10)Todos os quatro grupos de seios são claramente mostrados nessa posiçãotirada com a boca aberta e a cabeça inclinada para trás para separar e projetaros seios esfenoidais inferiores às células etmoidais. A boca aberta também tiraos dentes superiores da superposição direta com os seios esfenoidais. Os seiosmaxilares em formato de pirâmide são claramente vistos.As células mastóides aeradas também aparecem em cada lado,póstero-Iateralmente ao maxilar inferior (setas). Elas aparecem como pequenosgrupos preenchidos com ar dentro das porções mastóides do osso temporal,como descrito nas páginas seguintes, mas não são parte dos seios paranasais.Incidência do Submentovértice (SMV) (Fig. 1 3.11 )Essa incidência é obtida com a cabeça inclinada para trás até o topo (vértice)da cabeça tocar a mesa/horizontal da superfície Bucky, e o raio central (RC)é direcionado inferiormente para o queixo (mento).Os seios esfenoidais localizados centralmente são vistos anteriormente à grandeabertura, o fora me magno. Os múltiplos grupos de células aéreas etmoidaistambém são claramente vistos estendendo-se de cada lado do septo nasal.Partes dos seios maxilares são vistas em cada lado superpostas pelo maxilarinferior e os dentes.As porções mastóides contendo células aéreas são visualizadas na Fig. 13.10(marcadas A). A Fig. 13.11 também demonstra a mastóide preenchida com ar,e a porção petrosa densa dos ossos temporais (marcada B), como descrito naspáginas seguintes.
  5. 5. 419-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALOSSOS TEMPORAISDevido à sua densa estrutura interior e localização, as porções mastóidee petrosa do osso temporal são difíceis de ser visualizadas na radiografiaconvencional. Portanto, a TC e a RM têm substituído amplamente aradiografia convencional dessas partes. Entretanto, as células mastóidespreenchidas com ar podem ser demonstradas com incidências específicas,como descrito na seção de posicionamento deste capítulo. A TC e/ou aradiografia seccional RM requerem uma compreensão da anatomiaespecífica e das relações de estruturas dentro dos ossos temporais.Como previamente descrito no Capo 11, cada osso temporal é dividido emtrês porções principais. (1) A porção superior fina formando parte da parededo crânio é a porção escamosa (mostrada no Capo 11). (2) A área posteriorao meato acústico externo (MAl) é a porção mastóide, com seu proeminenteprocesso mastóide ou ponta (Fig. 13.12). (3) A terceira porção principal é adensa porção petrosa, também denominada pirâmide petrosa ou parte petrosa.Os bordos superiores ou cumes das pirâmides petrosas são claramente vistosem certas radiografias convencionais do crânio e são comumente chamadosde cumes petrosos.Essas porções, que abrigam os órgãos da audição e do equilíbrio, sãodescritas em detalhes nas páginas que se seguem.Radiografias - Mastóides e Pirâmides PetrosasVárias estruturas do osso temporal estão marcadas nessas radiografiasdas duas incidências mais comumente tiradas para demonstrar as mastóidese as pirâmides petrosas.Posição axiallateral oblíqua 15° (método de Law) (Fig. 13.13)A. Côndilo inferior da mandíbulaB. Fossa tempo romandibularC. Porção petrosa (cume petroso), uma incidência de topoD. Células aeradas das mastóidesE. Meato acústico interno (MAl)F. Côndilo superior da mandíbula (ampliado)Axial AP (método de Towne) (Fig. 13.14)A. Células aeradas das mastóidesB. Porções petrosas (parte petrosa)C. Forame magnoD. Dorso da selaE. Cume petroso
  6. 6. 420-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALAnatomia dos Órgãos da Audição e do Equilíbrio na Porção Petrosa dos Ossos TemporaisOUVIDOOs órgãos da audição e do equilíbrio são as principais estruturas encontradasna porção petrosa dos ossos temporais. Como descrito previamente, essaspequenas e delicadas estruturas são difíceis de serem visualizadasradiograficamente devido ao seu tamanho diminuto e à densidade aumentadados ossos temporais que as rodeiam. As estruturas internas do osso temporal,incluindo as três importantes divisões do ouvido (porções externa, média einterna), são ilustradas na Fig. 13.15.O ouvido externo começa do lado de fora da cabeça com a aurícula oupavilhão auditivo, que canaliza as ondas sonoras para dentro de umaabertura tubular, o meato (auditivo) acústico externo (MAE). Esse meatosemelhante a um tubo acaba no tímpano, mais precisamente na membranatimpânica.O ouvido médio, localizado entre a rnembrana timpânica e o ouvido interno,contém os três pequenos ossos chamados ossículos da audição. Essesossos dirninutos, que serão descritos individualmente mais adiante nestecapítulo, transmitem vibrações sonoras da membrana timpânica para oaparato sensorial da audição no ouvido interno. Certos nervos e vasossangüíneos passam por uma abertura, o meato acústico interno ou canal,para conectar o ouvido interno ao cérebro.Ouvido ExternoO ouvido externo começa com a aurícula ou pavilhão auditivo em cada ladoda cabeça. O trago é parte dessa estrutura externa. É a pequena estruturasemelhante a um lábio localizada anteriormente ao MAE. Ele age como umaproteção parcial à abertura do ouvido.O canal do ouvido externo é denominado meato acústico externo (MAE).Algurnas referências citam apenas a abertura externa como o meato acústicoexterno e o canal como canal acústico externo. Por definição, meato descreveuma abertura ou passagem,* e ao longo deste texto a abertura e o canal inteiroserão referidos como meato acústico externo. O canal acústico externo é daordem de 2,5 centímetros de comprimento, cuja metade da estrutura é ósseae metade écartilaginosa.O processo mastóide ou ponta do osso temporal é posterior e inferior ao MAE,enquanto o processo estilóide é inferior e ligeiramente anterior. O meatoestreita-se um pouco ao encontrar a membrana timpânica. O tímpano estásituado em um ângulo oblíquo, formando uma depressão, ou exatamente naextremidade medial inferior do meato.Ouvido MédioO ouvido médio tem formato irregular, é uma cavidade aérea localizada entreas porções externa e interna do ouvido. As três partes principais do ouvidomédio são a membrana timpânica, os três ossos pequenos chamadosossículos auditivos e a cavidade timpânica. A membrana timpânica éconsiderada parte do ouvido médio, mesmo servindo de separação entreos ouvidos externo e médio.A cavidade timpânica é novamente dividida ern duas partes. A maior cavidadeem frente ao tímpano é denominada cavidade timpânica própria. A áreaacima do nível do meato acústico externo e o tímpano é denominada áticoou recesso epitimpânico. Uma estrutura importante radiograficamente é acrista timpânica ou esporão. A membrana timpânica é fixada a essa pontiagudaproeminência óssea. A crista timpânica ou esporão separa o meato acústicoexterno (MAE) do recesso epitimpânico.A cavidade timpânica comunica-se anteriormente com a nasofaringe pormeio da tuba de Eustáquio ou tuba auditiva.*Oor/ands illustrated medica! dictionary, ed 28, Philadelphia, 1994, WB Saunders.
  7. 7. 421-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALTuba de Eustáquio O desenho frontal na Fig. 13.18 ilustra as relações geraisdo meato acústico externo e a tuba auditiva externamente. Como visto, a tubaauditiva é a passagem entre o ouvido médio e a nasofaringe. Essa tuba medecerca de 4 centímetros de extensão e serve para ajustar a pressão dentro doouvido médio com a pressão atmosférica do lado de fora através da nasofaringe.A sensação de um ouvido "estalando" é causada pela pressão sendo ajustadainternamente no ouvido médio para prevenir danos ao tímpano.Um problema associado a essa comunicação direta entre o ouvido médio e anasofaringe é que organismos patogênicos têm uma passagem direta dagarganta para o ouvido médio. Portanto, infecções de ouvido são muitas vezesacompanhadas por dores de garganta, principalmente em crianças cujosistema imune ainda está se desenvolvendo.Meato Acústico Interno A Fig. 13.19 ilustra as estruturas do ouvido como elasdeveriam aparecer em uma incidência PA modificada (de Caldwell). Umângulo caudal de 50 a 100 em relação à linha orbitomeatal projetará a cristapetrosa para o nível orbital médio como mostrado no desenho. O resultado éuma visão transorbital especial, que pode ser realizada para demonstrar omeato acústico interno. A abertura para o meato acústico interno é umpequeno orifício, menor em diâmetro que a abertura para o meato acústicoexterno, e é muito difícil demonstrar claramente nas incidências convencionais.É no entanto uma importante estrutura a ser visualizada, porque nervosfaciais e auditivos e vasos sangüíneos passam pelo meato acústico interno.Note que nesse desenho de uma incidência em PA (Fig. 13.19) o meatoacústico interno é projetado para dentro da sombra orbital um pouco abaixoda crista petrosa, permitindo que seja visualizado em radiografias tiradasnessa posição. Lembre-se de que as porções laterais das cristas petrosasestão aproximadamente ao nível da ESQ (extremidade superior da orelha).É importante lembrar essas relações externas entre as estruturas internas.O canal acústico interno, semelhante a um tubo, pode ser mais bemevidenciado em radiografias simples com uma incidência axiallateraloblíqua, também denominada posição de perfil posterior ou método deStenvers, como demonstrado na p. 434. Assim, tanto a PA modificada deCaldwell (com um ângulo do RC caudal 50 a 100) e a axial oblíqua anterior(de Stenvers) demonstram o meato ou canal acústico interno. No entanto,como ressaltado anteriormente neste capítulo, TC e RM têm substituídoamplamente a radiografia convencional na visualização dessas estruturasdo osso temporal, difíceis de serem vistas, e essas duas incidênciasraramente são realizadas hoje.Mastóides Uma segunda comunicação direta dentro do ouvido médio ocorreposteriormente para as células aéreas das mastóides. O desenho esquemáticona Fig. 13.20 é uma seção sagital que demonstra as relações das célulasaéreas das mastóides com o ático ou o recesso epitimpânico e a cavidadetimpânica própria. O ádito é a abertura entre o recesso epitimpânico e a porçãomastóide do osso temporal.O ádito conecta-se diretamente a uma grande câmara dentro da porção mastóidedenominada antro. O antro então se conecta a várias células aéreas mastóides.Essa comunicação permite que uma infecção do ouvido médio, que pode terse originado na garganta, passe para dentro da área das mastóide. Uma vezdentro da área mastóide, a infecção está separada do tecido cerebral apenaspor um osso delgado. Antes do uso comum de antibióticos eficazes, essa erauma via freqüente de uma grave infecção cerebral, denominada encefalite.Essa delgada lâmina óssea que forma o teto do antro, ádito e área ática dacavidade timpânica é chamada de tegmento do tímpano.
  8. 8. 422-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALOssículos Auditivos. Os ossículos auditivos são três pequenos ossos situadosno ouvido médio. As Figs. 13.21 e 13.22 mostram que esses três pequenosossos são articulados para permitir movimento vibratório. Eles estãolocalizados parte no ático ou recesso epitimpânico e parte na cavidadetimpânica propriamente. Esses delicados ossos ligam a cavidade doouvido médio para transmitir vibrações sonoras da membrana timpânicapara a janela oval do ouvido interno.As vibrações são captadas prirneiramente pelo martelo, que está diretamentefixado à superfície interna da rnembrana tirnpânica. A cabeça do marteloarticula-se corn o ossículo central, a bigorna. A bigorna recebe esse nomedevido a uma suposta semelhança com uma bigorna, rnas na verdadeassemelha-se mais a um dente pré-molar, corn urn corpo e duas raízes.A bigorna então se conecta ao estribo, o menor dos três ossículos auditivos.A lâmina do assoa lho está por sua vez aderida a outra membranadenominada janela oval que conduz ao ouvido rnédio.Ossículos da Audição - Vistas Frontal e Lateral A Fig. 13.22 ilustra a relaçãoentre os ossículos da audição ern primeiro plano tanto na vista frontal quantona lateral. Se visto de frente, o mais lateral dos três ossos é o martelo,enquanto o mais medial dos três ossos é o estribo. O desenho em visãolateral mostra como os ossos deveriam aparecer se observados através domeato acústico externo para ver os ossícuIas do ouvido médio. Note que omartelo, com a sua adesão ao tímpano, está localizado ligeiramente anterioraos outros dois ossos.A semelhança da bigorna com um dente pré-molar com um corpo e duasraízes é mais bem visualizada no desenho lateral. A raiz mais longa da bigornaconecta-se ao estribo, que por sua vez conecta-se à janela oval da cóclea,resultando no sentido da audição como descrito em um corte lateral.Ouvido InternoO complexo ouvido interno contém o aparato sensorial essencial tanto daaudição quanto do equilíbrio. Encontra-se dentro da porção mais densa dapirâmide petrosa, e pode ser dividido em duas partes principais, o labirintoósseo, importante radiograficamente, e o labirinto membranoso. O labirintoósseo é uma câmara óssea que abriga o labirinto membranoso, uma série deduetos e sacos intercomunicantes. Um desses duetos é o dueto endolinfático,uma bolsa de fundo cego ou dueto fechado que contém uma pequena estruturasemelhante a um canal, de constituição óssea. O canal do dueto endolinfáticosurge da parede medial do vestíbulo e estende-se para a parede posterior dapirâmide petrosa, ambas localizadas posterior e lateralmente ao meatoacústico interno.Labirinto Ósseo O labirinto ósseo é dividido em três partes de formato distinto:a cóclea (que significa concha de cara mujo), o vestíbulo e os canaissemicirculares. O labirinto ósseo circunda completamente e engloba os duetose sacos do labirinto membranoso. Como ilustrado na visão de corte frontal naFig. 13.23, a cóclea óssea em forma de caramujo abriga um longo dueto ernforma de tubo enrolado do labirinto membranoso.A cóclea é a mais anterior das três partes do labirinto ósseo. É mais bemmostrada na incidência lateral do labirinto ósseo na Fig. 13.24. A janela redonda,algumas vezes denominada janela coclear, é mostrada estando na base da cóclea.O vestíbulo é a porção central do labirinto ósseo e contém a janelaoval, algumas vezes denominada janela vestibular.Os três canais semicirculares são posteriores a outras estruturas doouvido interno.
  9. 9. 423-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALUma incidência lateral do labirinto ósseo é novamente mostrada na Fig. 13.25.Os três canais semicirculares recebem seus nomes de acordo com suasposições, e assim são chamados de canais semicirculares superior, posteriore lateral. Observe que cada um está localizado em ângulos à direita dos outrosdois, permitindo um senso de equilíbrio bem como um senso de direção.lembre-se de que os canais semicirculares relacionam-se ao senso de direçãoou equilíbrio, e a cóclea relaciona-se ao sentido da audição devido à suaconexão ao estribo através da janela oval."janelas" do Ouvido Interno. As duas aberturas dentro do ouvido internosão cobertas por membranas. A janela oval ou vestibular recebe vibraçõesdo ouvido externo através da lâmina do assoalho do estribo do ouvido médioe transmite essas vibrações para dentro do vestíbulo do ouvido interno.A janela redonda ou coclear está localizada na base da primeira volta dacóclea. A janela redonda é uma membrana que permite movimento de líquidodentro do sistema de duetos fechados do labirinto membranoso. Como a janelaoval move-se ligeiramente para dentro com a vibração, a janela redondamove-se para fora por ser um sistema fechado e o líquido não se comprime.Vibrações e movimentos leves do líquido associados dentro da cócleaproduzem impulsos que são transmitidos para o nervo auditivo dentro do meatoacústico interno, criando o sentido da audição.Revisão de Anatomia em RadiografiasA anatomia específica do osso temporal é difícil de ser reconhecida emradiografias convencionais. Entretanto, o conhecimento geral das formas edas relações com estruturas reconhecíveis permitem a identificação decertas estruturas como se segue:INCIDÊNCIA AXIAL LATERAL (Fig. 13.26)A. MAE (meato acústico externo)B. Antro mastóideC. Células aéreas das mastóidesD. Côndilo mandibular inferior (logo anterior ao MA E) E. Côndilo mandibularsuperior (ampliado)POSiÇÃO DE PERFIL POSTERIOR (Fig. 13.27)A. Ponte petrosaB. labirinto ósseo (canais semicirculares)C. MAED. Região do canal acústico externo
  10. 10. 424-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALPOSICIONAMENTO RADIOGRÁFICOConsiderações sobre o PosicionamentoSEIOS PARANASAISFatores Técnicos Uma faixa de kVp média de 70 a 80 é comumente utilizadapara proporcionar contraste suficiente das células aéreas dos seios paranasais.Uma densidade ótima controlada por mAs é especialmente importante para aradiografia mostrar patologias nas cavidades sinusais. Um ponto focal pequenodeve ser usado para máximo detalhamento.Como na imagem dos 05505 do crânio e da face, escudo gonadal não é útil naredução da exposição gonadal, porém escudos sobre a região pélvica podem serusados para tranqüilizar o paciente. As doses gonadais nos quadros de dosessão arroladas como SCO, ou seja, sem contribuição detectável. A boa colimaçãoe a eliminação de repetições desnecessárias são as melhores medidas pararedução da dose de radiação na radiografia dos seios e 0SS0S temporais.Posição Ortostática As imagens dos seios paranasais devem ser obtidas como paciente em posição ortostática sempre que possível para revelar níveishidroaéreos (se presentes) dentro dos seios. 1550 também requer o uso dofeixe horizontal. Se o feixe de raios X não estiver na horizontal, 05 níveishidroaéreos não serão visualizados como linhas retas claramente definidas,mas serão vistos como mudanças graduais da densidade. Portanto, em vezde angular o raio central (RC) para uma incidência específica (tal como parauma PA de Caldwell, que geralmente exige um ângulo caudal do RC de 15°),o RC permanece horizontal e a cabeça é inclinada para trás conformenecessário (Fig. 13.28).Se a condição do paciente não permite a posição ortostática, então uma lateraldos seios com feixe horizontal pode ser obtida para demonstrar níveis hidroaéreos.OSSO TEMPORAL - MASTÓIDESExames radiográficos convencionais para o 0550 temporal e/ou mastóidesforam amplamente substituídos por modalidades de imagem especializadas,TC ou RM, que revelam melhor essas delicadas estruturas. Contudo, comomostram as informações de pesquisa na p. 427, 05 exames radiográficosconvencionais do 0550 temporal/mastóides podem ser solicitados, por isso asincidências básicas mais comuns para essas estruturas estão incluídas neste capítulo.Devido à superposição da estrutura densa da pirâmide petrosa, o processomastóide é mais bem demonstrado nas posições oblíquas axiais laterais (Fig. 13.29).As aurículas dos ouvidos são presas para frente com fita adesiva para evitarsombras da cartilagem auricular superpondo-se às estruturas do osso temporal.Os lados direito e esquerdo são examinados para fins de comparação. Devido àspequenas estruturas que precisam ser visualizadas, o uso de um ponto focalpequeno, colimação rigorosa e imobilização é essencial.
  11. 11. 425-- SEIOS PARANASAIS, MASTOIDES E OSSO TEMPORALAPLICAÇÕES PEDIÁTRICASComunicação É necessária uma explicação clara do procedimento para obter a máxima cooperação do paciente e do responsável. Técnicasde distração usando brinquedos, animais de pelúcia etc. são eficazes para manter a confiança e a cooperação do paciente.Imobilização As crianças (dependendo da idade e da condição) freqüentemente não conseguem manter as posições necessárias para oexame. É recomendada a utilização de dispositivos de imobilização para apoio do paciente, o que reduz a necessidade de segurar o paciente,reduzindo assim a exposição à radiação. O Capo 20 proporciona uma descrição detalhada de tais dispositivos. Se o paciente precisa sersegurado por seu responsável, o técnico de radiologia tem por obrigação prover avental e/ou luvas de chumbo e assegurar que não hápossibilidade de gravidez se o responsável for mulher.Posição Embora seja uma prática estabelecida para realizar exames dos seios da face em posição ortostática, isso não será possível nopaciente muito jovem. Nesse caso, o exame é realizado com o paciente em decúbito.Fatores Técnicos Os fatores técnicos irão variar de acordo com os vários tamanhos dos pacientes. A utilização de curtas exposições(associadas ao uso de alta mA) é recomendada para reduzir o risco de o paciente mover-se.APLICAÇÕES GERIÁTRICASComunicação e Conforto A perda sensorial (visão, audição etc.) associada ao envelhecimento pode resultar no paciente geriátrico quedemanda assistência, tempo e paciência adicionais para a obtenção de posição exigidas para a radiografia de seios e osso temporal.Os pacientes idosos freqüentemente sentem-se nervosos e com medo de cair quando posicionados na mesa de raios X. A tranqüilização dopaciente e cuidados adicionais do técnico possibilitarão que o paciente se sinta seguro e confortável. Um colchão ou almofada radotransparentecolocados na mesa de exame proverão conforto. Cobertores extras podem ser necessários para os pacientes se manterem aquecidos.Posição Para conforto do paciente e manutenção da rotina estabelecida, os exames de seios da face devem ser realizados com o paciente depé (se for possível para ele), usando feixe horizontal. Se o paciente está impossibilitado de ser radiografado nessa posição, o exame é realizadocom o paciente em decúbito dorsal com as incidências de acordo (incidência a cantioparietal, método de Waters invertido e uma AP de Caldwelldescrita no Capo 19). A imagem lateral pode ser obtida com o paciente em decúbito dorsal utilizando um feixe horizontal.As posições para exames radiográficos do osso temporal podem ser mais fáceis de se alcançar com o paciente em posição ortostática(sentado) em um Bucky vertical, especialmente se o paciente tem uma cifose acentuada.Fatores Técnicos Devido à alta incidência de osteoporose em pacientes idosos, o mAs pode exigir uma diminuição se usam fatores deexposição manual (um ajuste mínimo de 25%-30% é o necessário para ter efeito visível na imagem).Pacientes mais velhos podem apresentar tremores ou dificuldades em permanecerem fixos; o uso de tempos de exposição curtos (associadosao uso de alta mA) é recomendado para reduzir o risco de movimento do paciente.Modalidades e Procedimentos AlternativosTOMOGRAFIA COMPUTADORIZADAA tomografia computadorizada permite a visualização dos planos de tecido mole dos seios da face e a avaliação de estruturas ósseasrelacionadas. Cortes coronais são mais comumente indicados para a TC dos seios da face. A TC é também útil na determinação de uma listaextensa de patologias do osso temporal e das mastóides, porque proporciona imagens de resolução de contraste superiores.ULTRA-SONOGRAFIAPesquisas estão em andamento para investigar o uso da US como uma ferramenta de exame para a sinusite maxilar. Como não envolveexposição à radiação ionizante, pode ser vantajosa para pacientes pediátricos e grávidas.RESSONÂNCIA MAGNÉTICAA ressonância magnética é a modalidade preferida quando é necessário a discriminação de tecidos moles (isto é, identificação deespessamento dos seios e neoplasias dos seios e canal auditivo interno). São obtidas imagens seccionais, e proporciona uma minuciosaavaliação da magnitude da doença.
  12. 12. 426-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALIndicações PatológicasAs indicações mais comuns para os procedimentos radiológicos dos seios para nasais e osso temporal incluem o seguinte:Mastoidite: A mastoidite aguda é uma infecção bacteriana do processo mastóide que pode determinar destruição óssea. As células aéreas dasmastóides são substituídas por um abscesso preenchido por líquido, que pode levar a uma perda progressiva da audição. A TC mostra oabscesso preenchido por líquido substituindo as células aéreas das mastóides.Neoplasia (crescimento novo e anormal [tumor]):Neuroma do acústico: Esse tumor benigno da bainha do nervo auditivo origina-se no canal auditivo interno. As queixas do paciente incluemperda da audição, tonteira e perda do equilíbrio. É diagnosticado tipicamente utilizando-se TC ou RM, mas pode ser visualizado na radiografiasimples em casos avançados com expansão e assimetria do CAI (canal acústico interno) afetado.Colesteatoma: Essa massa ou tumor cistóide benigno, mais comum no ouvido médio ou na mastóide decorrente de um trauma nessa região,*destrói o osso, o que pode levar a sérias complicações, incluindo a perda da audição.Pólipo: Tumoração mucosa que se projeta para dentro da cavidade(seio), podendo causar sinusite crônica.Otosclerose: Essa doença hereditária que envolve formação óssea esponjosa excessiva dos ouvidos médio e interno é a causa mais comumde perda de audição em adultos sem dano ao tímpano. Os sintomas tornam-se primeiramente evidentes no final da adolescência ou em adultosjovens.! É mais bem demonstrada em Te.Sinusite: Essa infecção da mucosa do seio pode ser aguda ou crônica. O paciente queixa-se de cefaléia, dor e tumefação sobre o(s) seio(s)afetado(s) e possivelmente febre baixa.Osteomielite secundária: A infecção do osso e da medula óssea, decorrente de sinusite, resulta em erosão das margens ósseas do seio.*Darlands illustroted medico! dictianary, ed 28, Philadelphia, 1994, WB Saunders. tThe Merck manual af medico! infarmation, 1997, WhitehauseStatian, NJ, Merck.SUMARIO DAS INDICAÇÕES PATOLÓGICA CONDIÇÃO OU EXAME RADIOGRÁFICO MAIS AJUSTE MANUAL DO FATOR DE ASPECTO RADIOGRÁFICO POSSÍVEL DOENÇA COMUM EXPOSIÇÃO Densidades aumentadas (preenchido Rotina radiológica para a Nenhum Mastoidite com líquido), substituição das células mastóide, TC, RM aéreas das mastóides Neoplasia Neuroma do auditivo RM, TC Canal auditivo interno alargado Destruição óssea ao redor do ouvido Colesteatoma TC, RM médio Rotina radiológica dos Destruição óssea ao redor do ouvido Nenhum Pólipo seios, TC, RM médio Densidade aumentada nos seios Nenhum Otosclerose TC, RM afetados, tipicamente com bordos arredondados Rotina radiológica dos Formação óssea excessiva nos ouvidos Nenhum Sinusite seios, TC, RM médio e interno Espessamento da mucosa do seio, Rotina radiológica dos Nenhum Osteomielite secundária níveis hidroaéreos, seio opacificado seios, TC, RM Erosão da margem óssea dos seios
  13. 13. 427-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALInformações de PesquisaRotinas de departamento para exames dos seios paranasais, mastóides e osso temporal foram consistentes por todas as regiões dos EstadosUnidos e Canadá.PROCEDIMENTOS DO OSSO TEMPORAL E MASTÓIDESAs radiografias convencionais das mastóides e osso temporal têm sido em grande parte substituídas pela TC e RM, como observadopreviamente neste capítulo. Entretanto, como confirmado por esse levantamento, esses procedimentos ainda estão sendo realizados emnúmero suficiente em todas as regiões do EUA e Canadá, por isso estão incluídos neste livro.Como mostrado à direita, a maioria dos respondentes do levantamento indicou realizar menos de 12 desses exames por ano, com algumasdiferenças regionais nos EUA.ROTINA DE OSSO TEMPORAL E MASTÓIDESAs três incidências básicas mais comumente realizadas em todas as regiões dos EUA e Canadá continuam a ser axial lateral (de Law), perfilposterior oblíquo (Stenvers) e axial AP (de Towne). As quatro incidências especiais mais corriqueiramente usadas também continuam a seraxial lateral (de Schüller), basilar (SMV), oblíqua axial AP (de Mayer) e oblíqua axial AP (de Arcelin). Com exceção da oblíqua axial lateral (deMayer) (raramente realizada no Canadá), as respostas para todas essas incidências foram similares em todo o território dos EUA e Canadá.SEIOS PARANASAISAs três incidências básicas mais comuns para o levantamento feito em 1999 foram lateral, PA e de Waters, com a SMV também básica para62% nos Estados Unidos e 20% no Canadá. A transoral de Waters foi básica para 39% nos EUA e 42% no Canadá. (Ver Apêndice A, ao finaldo livro, para diferenças regionais nos EUA.)PROCEDIMENTOS DOS OSSOS TEMPORAIS E MASTÓIDESNÚMERO DE EXAMES ANUAIS ESTADOS UNIDOS TOTAL OESTE MEIO OESTE LESTE CANADÁMais de 12, 7% 0% 6% 9% 4%12 a 24, 12% 7% 12% 10% 19%Menos de 12 74% 87% 71% 75% 71%Sim, deve ser incluído neste livro 63% 60% 63% 62% 65%Não, não deve ser incluído neste livro 35% 33% 35% 34% 32%ROTINA DOS OSSOS TEMPORAIS E MASTÓIDES MEDIA DOS EUA CANADÁ BASICO ESPECIAL BASICO ESPECIAL MASTÓIDES 1999 1995 1989 1999 1995 1989 1999 1999Axial lateral oblíquo 15° (Law) 54% 65% 81% 46%Perfil posterior (Stenvers) 55% 69% 84% 49%Axial AP (Towne) 55% 65% 30% 6%Axiallateral (Schüller) 26% 33% 7% 27% 15% 9% 28% 11%Basilar (SMV) 26% 31% 28% 18% 27% 12%Axial AP oblíqua (Mayer) 20% 27% 12% 27% 27% 5% 5%Axial AP oblíqua (Arcelin) 18% 20% 36% 23% 14% 17%Procedimentos Operacionais Padrões e EspeciaisCertas incidências básicas e especiais para os seios paranasais, mastóides e/ou osso temporal estão demonstradas e descritas nas páginas aseguir como procedimentos de departamento especiais e padronizados.INCIDÊNCIAS BÁSICASIncidências básicas ou padronizadas, também chamadas de incidências de rotina ou rotina de departamento, são aquelas incidências tomadasem pacientes que são capazes de cooperar na realização do procedimento.INCIDÊNCIAS ESPECIAISIncidências especiais são aquelas incidências obtidas para melhor demonstrar certas condições patológicas ou partes específicas do corpo maldemonstradas em incidências básicas.INCIDÊNCIAS BÁSICAS E ESPECIAISSeios Paranasais Axial lateral oblíqua (método de Mayer e modificação de Owen)BÁSICA 438Lateral 428 Ossos temporais e/ou pirâmides petrosasPA (Caldwell) 429 BÁSICAParieto acantial (Waters) 430 Axial em AP (Towne) 435 .ESPECIAL Submentovértice (SMV) 439Submentovértice (SMV) 431Parieto acantial transoral (Waters com a boca aberta) 432MastóidesBÁSICAAxial lateral oblíqua (Law modificada) 433Axial lateral oblíqua (perfil posterior),(Stenvers) 434Axial em AP (Towne) 435ESPECIAL . Axiallateral (Schüller) 436 .Axial lateral oblíqua (Arcelin – Stenvers invertida) 437
  14. 14. 428-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDE E 0SS0 TEMPORALPOSIÇÃO LATERAL – LATERAL ESQUERDA OU DIREITA : SEIOSPatologia DemonstradaCondições inflamatórias (sinusite, osteomielite secundária) e pólipos de seiosSeiosBásicaLateralPA (Caldwell) . Parietoacantial (Waters)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), em sentido longitudinalGrade móvel ou estacionáriaFaixa de 70-80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose: _Posição do Paciente: Tirar todos os objetos de metal, plástico e outrosremovíveis da cabeça. Paciente em posição ortostática (ver Observações).Posição da Parte E8Posicionar o lado lateral da cabeça contra a mesa / Bucky vertical, comolado de interesse mais perto do filme.Ajustar a cabeça em uma posição lateral verdadeira, movendo o corpo emuma direção oblíqua conforme necessário para o conforto dopaciente (plano mediossagital paralelo ao filme).Alinhar a linha interpupilar perpendicularmente ao filme (assegurasse de).que não há inclinação).Ajustar o queixo para alinhar LlOM perpendicular à margem anterior do filme.Raio CentralAlinhar um RC horizontal perpendicular ao filme.Centralizar o RC para um ponto médio entre o ângulo do olho e o MAE.Centralizar o filme em relação ao RCDFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colimar para a área das cavidades dos seios.Respiração Interromper a respiração durante a exposição.Observações: Para visualizar níveis hidroaéreos, é necessário uma posiçãoortostática com o feixe horizontal. O líquido dentro das cavidades paranasaisé espesso e gelatinoso, ocasionando sua adesão às paredes da cavidade.Para visualizar esse líquido, deixe por um curto período (pelo menos 5 minutos)para o líquido assentar após a posição do paciente ter sido modificada(ou seja, do decúbito para a posição ortostática).Se não for possível colocar o paciente em posição ortostática, a imagempode ser obtida utilizando um feixe horizontal, similar à incidência lateraldos ossos faciais para vítimas de traumatismo, como descrito no Capo19 na radiografia móvel e no traumatismo.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: . Seios esfenóides, frontais superpostos, célulasetmoidais e seios maxilares, sela turca e teto orbital.Posição: . Um crânio posicionado corretamente sem rotação ou inclinaçãoé demonstrado pelo seguinte: . Superposição dos ramos mandibulares, tetosdas órbitas e asas maiores do esfenóide . Sela turca sem rotação.Colimação e RC: . Campo centralizado colimado logo posteriormente àórbita e incluindo os seios frontais, esfenoidais, células etmoidais e seios maxilares.Critérios de Exposição: . A densidade e o contraste são suficientes paravisualizar os seios esfenoidais através do crânio sem sobrexposição dosseios maxilares e frontais" . As margens ósseas nítidas indicam ausênciade movimento.
  15. 15. 429-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALINCIDENCIA PA: SEIOS-- Método de CaldwellFatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), em sentido longitudinalGrade móvel ou estacionáriaFaixa de 70-80 kVpPonto focal pequenoBucky vertical com ângulo de 15° se possível, RC horizontal (ver Observação)Técnica e dose:Patologia DemonstradaCondições inflamatórias (sinusite, osteomielite secundária) e pólipos sinusaisSeiosBÁSICAlateralPA (Caldwell)Parietoacantial (Waters)Posição do Paciente Tirar todos os metais, plásticos e outros objetosremovíveis da cabeça. Posicionar o paciente ereto (ver Observação).Posição da ParteColocar o nariz e a testa do paciente contra o Bucky vertical ou a mesa como pescoço estendido para elevar o LOM 15° da horizontal. Pode ser usadoum suporte radiotransparente entre a testa e o Bucky vertical ou mesa paramanter a posição. O RC permanece horizontal. (Ver método alternativo se oBucky puder ser inclinado 15°.)Alinhar o plano mediossagital perpendicularmente à linha média da gradeou superfície do Bucky vertical.Centralizar o filme ao RC e ao násio, assegurando-se de que não há rotação.Respiração Interromper a respiração.Observação: Para avaliar corretamente os níveis hidroaéreos, o RC deveser horizontal e o paciente deve estar ereto.Método alternativo: Um método alternativo se o Bucky puder ser inclinado15° é mostrado no detalhe da foto (Fig. 13.33). A testa e o nariz do pacientepodem ser apoiados diretamente sobre o Bucky com o OML perpendicular àsuperfície do Bucky e 1 5° para o RC horizontal.Raio CentralAlinhar o RC horizontal, paralelo ao chão (ver Observação).Centralizar o RC para sair no násio.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colimar para a área das cavidades do seio.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: . Seios frontais projetados sobre a suturafrontonasal . Células aéreas etmoidais anteriores visualizadas laterais a cadaosso nasal, diretamente abaixo dos seios frontais.Posição: . O posicionamento correta do crânio sem rotação ou inclinação éindicado pelo seguinte: Distância igual a partir da margem da órbita para aborda lateral do crânio em ambos os lados. Distância igual a partir do planomediossagital (identificado pela crista galli) à margem orbital externa em ambosos lados. Fissuras orbitais superiores visualizadas simetricamente dentro dasórbitas. Alinhamento correto da LOM e RC projeta a crista petrosa dentro doterço inferior das órbitas.Colimação e RC: . Incluídos e centralizados no campo de colimação e RCestão os seios frontais e as células etmoidais anteriores.Critérios de Exposição: . Densidade e contraste ótimos para visualizar ascélulas etmoidais e os seios frontais. . Margens ósseas nítidas indicamausência de movimento.
  16. 16. 430-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALINCIDENCIA PARIETOACANTIAL: SEIOS- Método de WatersPatologia DemonstradaCondições inflamatórias (sinusite, osteomielite secundária) e pólipos sinusaisSeiosBÁSICALateralPA (Caldwell)Parietoacantial (Waters)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), em sentido longitudinalGrade móvel ou estacionáriaFaixa de 70-80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose:Posição do Paciente Tirar todos os metais, plásticos e outros objetosremovíveis da cabeça. Colocar o paciente em posição ortostática(ver Observação).Posição da PartePescoço esticado, colocar o queixo e o nariz contra a superfície da mesa/Bucky vertical.Ajustar a cabeça até a linha mentomeatal (LMM) estar perpendicular ao filme;LOM formará um ângulo de 37° com o plano do filme.Posicionar o plano mediossagital perpendicular à linha média da grade oumesa/superfície do Bucky vertical. Assegurar-se de que não há rotação ouinclinação. Centralizar o filme ao raio central e ao acântion.Raio CentralAlinhar um RC perpendicular horizontal ao filme centrado para sair no acântion.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colimar para a área das cavidades dos seios.Respiração Interromper a respiração durante a exposição.Observação: O RC deve ser horizontal e o paciente deve estar ereto pararevelar níveis hidroaéreos nas cavidades dos seios paranasais.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: Seios maxilares com a parede inferiorvisualizada sem superposição dos processos alveolares e cristas petrosas,a borda orbital inferior e uma posição oblíqua dos seios frontais.Posição: A ausência de rotação do crânio é indicada pelo seguinte: . Igualdistância do plano mediossagital (identificado pelo septo nasal ósseo) àmargem orbital externa em ambos os lados . Distância igual entre a margemorbitallateral e a borda lateral do crânio ern ambos os lados. Extensãoadequada do pescoço demonstra a crista petrosa abaixo dos seios maxilares.Colimação e RC: O campo colirnado, centrado no acântion, inclui os seiosfrontais e maxilares.Critérios de Exposição: Densidade e contraste ótimos para visualizar osseios frontais e as células etmoidais. Margens ósseas nítidas indicamausência de movimento.
  17. 17. 431-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALINCID~ENCIA SUBMENTOVÉRTICE (SMV): SEIOSPatologia DemonstradaCondições inflamatórias (sinusite, osteomielite secundária) e pólipos dos seiosSeiosESPECIALSubmentovértice (SMV)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), em sentido longitudinalGrade, móvel ou estacionáriaFaixa de 70-80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose:Posição do Paciente Tirar todos os metais, plásticos e outros objetosremovíveis da cabeça. Posicionar o paciente ereto, se possível, paraevidenciar níveis hidroaéreos.Posição da Parte E8Levantar o queixo, hiperesticando o pescoço se possível até a LlOM estarparalela à superfície da mesa/Bucky vertical. (Ver Observações.)A cabeça apóia-se no vértice do crânio.Alinhar o plano mediossagital perpendicular à linha média da grade oumesa/superfície do Bucky vertical; assegurar-se de que não há rotaçãoou inclinação.Raio CentralRC direcionado perpendicularmente à LlOM (ver Observações)RC centrado no ponto médio entre os ângulos da mandíbula, cerca de4 a 5 cm (1 1/2 a 2 polegadas) inferior à sínfise mandibularRC centrado ao filmeDFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm)Colimação Colimar em todos os lados da área das cavidades dos seios.Respiração Interromper a respiração durante a exposição.Observações: Se o paciente é incapaz de estender o pescoçosuficientemente, angular o tubo a partir da horizontal conforme necessáriopara alinhar o RC perpendicular à LlOM.Essa posição é muito desconfortável para o paciente; tenha todos osfatores ajustados antes de posicionar o paciente e complete a incidênciao mais rápido possível.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: . Seios esfenoidais, células etmoidais, fossas nasaise seios maxilares.Posição: . As relações corretas da LlOM e do RC são demonstradas peloseguinte: côndilos mandibulares projetados anteriormente à crista petrosa;sínfise mandibular superposta anteriormente ao osso frontalA não-rotação ou inclinação do crânio é demonstrada pelo seguinte: pirâmidespetrosas visualizadas simetricamente; distância da borda mandibular à bordalateral do crânio igual em ambos os lados.Colimação e RC: . Os campos colimados incluem os seios esfenoidais,maxilares e células etmoidais, com o seio esfenóide no centro aproximado.Critérios de Exposição: . Densidade e contraste ótimos para visualizar osseios frontais e as células etmoidais. . Margens ósseas nítidas indicamausência de movimento.
  18. 18. 432-- SEIOS PARANASAIS, MASTOIDES E OSSO TEMPORALINCID~ENCIA PARIETOACANTIAL TRANSORAL: SEIOS- Método de Waters com a Boca AbertaPatologia DemonstradaCondições inflamatórias (sinusite, osteomielite secundária) e pólipos dos seiosSeiosESPECIALSubmentovértice (SMV)Parietoacantia transoral (Waters com a boca aberta)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), em sentido longitudinalGrade móvel ou estacionáriaFaixa de 70-80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose:Posição do Paciente Tirar todos os metais, plásticos e outros objetosremovíveis da cabeça. Posicionar o paciente ereto (ver Observação).Posição da ParteEstender o pescoço, colocando o queixo e o nariz contra a superfícieda mesa/Bucky vertical.Ajustar a cabeça até a LOM formar um ângulo de 37° com o filme (a linhamentomeatal estará perpendicular com a boca fechada).Posicionar o plano mediossagital perpendicular à linha média dagrade ou mesa/superfície do Bucky vertical; assegurar-se de que nãohá rotação ou inclinação.Orientar o paciente a abrir a boca dizendo para "baixar a mandíbula semmover a cabeça". (A linha mentomeatal não está mais perpendicular.)Centralizar o filme ao RC e ao acântion.Raio CentralAlinhar um RC horizontal perpendicular ao filme.Centralizar o RC para sair no acântion.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colimar em todos os lados da área das cavidades do seio.Respiração Interromper a respiração durante a exposição.Observação: Lembre-se, o RC deve ser horizontal e o paciente deve estarereto para evidenciar níveis hidroaéreos dentro dos seios paranasais.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: . Seios maxilares com a parede inferior visualizada,livre de superposição dos processos alveolares e cristas petrosas, a bordaorbital inferior e uma posição oblíqua dos seios frontais e os seios esfenóidesvisualizados através da boca aberta. Posição: . A não-rotação do crânio éindicada pelo seguinte: igual distância do plano mediossagital (identificado pelosepto nasal ósseo) à margem orbital externa em ambos os lados; distância igualda margem da orbitallateral à tábua externa do crânio em ambos os lados;extensão adequada do pescoço demonstrando a crista petrosa abaixo dosseios maxilares.Colimação e RC: . O campo colimado inclui os seios frontais, maxilares eesfenoidais, com os seios maxilares no centro.Critérios de Exposição: . Densidade e contraste ótimos para visualizar osseios maxilares e esfenoidais. . Margens ósseas nítidas indicam ausênciade movimento.
  19. 19. 433-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALINCIDÊNCIA OBLÍQUA AXIAL LATERAL: MASTÓIDES-- Método de Law ModificadoPatologia DemonstradaEssa incidência demonstra patologias ósseas avançadas dos processos mastóides.Ambos os lados geralmente são examinados para comparação.MastóídesBAslCAAxial lateral oblíqua (Law modificado)Axial lateral oblíqua(Stenvers)Axial AP (Towne)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), em sentido longitudinalGrade móvel ou estacionáriaFaixa de 70-80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose:Posição do Paciente Tirar todos os metais, plásticos e outros objetosremovíveis da cabeça. Posicionar o paciente ereto ou pronado. Prendacada aurícula à frente para evitar sobreposição do mastóide.Posição da ParteColocar a face lateral da cabeça contra a superfície da mesa/Bucky vertical,com o lado de interesse mais perto do filme; para o conforto do pacienteé necessário que o corpo fique oblíquo.Alinhar o plano mediossagital com a superfície da mesa/Bucky vertical.A partir da posição lateral, rodar a face 15° em relação ao filme. Previna-secontra inclinação mantendo a linha interpupilar perpendicular à superfícieda mesa/Bucky vertical.Ajustar o queixo para trazer a liaM perpendicular à margem anterior do filme.Raio CentralAngular o RC 15° caudal.Centralizar o RC para sair na ponta do mastóide inferior e para entrar 2,5 cm(1 polegada) posterior e superior ao MAE superior.Centralizar o filme para o RC projetado.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colimar para produzir um tamanho de campo quadrado deaproximadamente 10 cm (4 polegadas).Respiração Interromper a respiração durante a exposição.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: . Perspectiva lateral das células aéreas mastóides elabirintos ósseos mais próximos do filme.Posição: O posicionamento correto é indicado pelo seguinte:Mastóide de interesse (lado para baixo) visualizada sem superposição damastóide oposta (lado de cima) . Articulação tempo romandibular visualizadaanteriormente à mastóide de interesse. Aurícula do ouvido não-superpostaà mastóide.Colimação e RC: As células aéreas mastóides de interesse estão localizadasno centro do campo colimado, centralizadas logo posteriores ao MAE.Critérios de Exposição:Densidade e contraste ótimos para visualizar ascélulas aéreas mastóides. Margens ósseas nítidas indicam ausênciade movimento.
  20. 20. 434--SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALPROJEÇÃO OBLÍQUA AXIAL LATERAL – PERFIL POSTERIOR: MASTÓIDES--- Método de Stenverspatologia DemonstradaEssa incidência demonstra patologias avançadas do osso temporal(por exemplo, volumoso neuroma auditivo), que podem determinarassimetria dos CAI (condutores auditivos internos).Ambos os lados geralmente são examinados para comparação.MastóidesBásicaAxiallateral obliqua (Law modificado)Axial lateral obliqua (Stenvers)Axial AP (Towne)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), em sentido longitudinalGrade móvel ou estacionáriaFaixa de 70-80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose:Posição do Paciente Determinar a morfologia do crânio para o grau derotação. Tirar todos os metais, plásticos e outros objetos removíveis dacabeça. Posicionar o paciente ereto ou pronado.Posição da ParteAjustar o queixo para trazer a lIOM perpendicular ao filme.Rodar a cabeça 45° (mesocefálico) com o lado de interesse para baixo.(Avaliar a morfologia do crânio para determinar o grau de rotação exigido.)Alinhar a região inferior do mastóide ao RC e para a linha central do filme.Raio CentralAngular o RC 12° cranialmente, centralizado para entrar cerca de 7 a 10 cm(3 a 4 polegadas) posterior e 1,25 cm (1/2 polegada) inferior aoMAE do lado de cima, para sair pelo processo mastóide do lado de baixo.Centralizar o filme ao RC projetado.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colimar para produzir um tamanho de campo quadrado deaproximadamente 10 cm (4 polegadas).Respiração Interromper a respiração durante a exposição.Observação: Para obter uma imagem detalhada nítida das estruturas doosso temporal, o uso de um ponto focal pequeno e de colimação rigorosaé essencial.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: Pirâmide petrosa em perfil, o labirinto ósseo, a cavidadetimpânica, o canal auditivo interno e as células aéreas mastóides(com a ponta mastóide) evidenciados no osso occipital no lado examinado.Posição: Uma imagem posicionada corretamente demonstrará o seguinte:Côndilo mandibular superposto à coluna cervical . Canal auditivo interno,cóclea e canais semicirculares (labirinto ósseo) abaixo da crista petrosa .Processo mastóide em perfil abaixo da margem cranial . Margem posteriordo ramo mandibular superposto à margem posterior da coluna cervical.Colimação e RC: O campo colimado inclui e é centrado na crista petrosa eprocesso mastóide no lado examinado.Critérios de Exposição: Densidade e contraste ótimos para visualizar asestruturas dentro do labirinto ósseo e porções petrosas sem sobrexposiçãodo processo mastóide. . Margens ósseas nítidas indicam ausência de movimento.
  21. 21. 435-- SEIOS PARANASAIS, MASTOIDES E OSSO TEMPORALINCIDÊNCIA AXIAL EM AP: MASTÓIDES-- Método de TownePatologia DemonstradaPatologias avançadas do osso temporal (por exemplo, volumoso neuroma auditivo)MastóidesBAslCAOblíqua axial lateral (Law modificado) . Obliqua axial lateral (Stenvers)Axial AP (Towne)Fatores TécnicosTamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), em sentido longitudinalGrade móvel ou estacionáriaFaixa de 70-80 kVpPonto focal pequenoPosição do Paciente Tirar todos os metais, plásticos e outros objetosremovíveis da cabeça. Posicionar o paciente ereto ou em decúbito dorsal,com a parte posterior do crânio contra a mesa/superfície do Bucky.Posição da ParteDeprimir o queixo, trazendo a LOM ou a LlOM perpendicular ao filme.(Ver Observação.)Alinhar o plano mediossagital perpendicular à linha média da gradeou da superfície da mesa/Bucky vertical para evitar rotação da cabeçae/ou inclinação.Raio CentralAngular o RC 30° caudalmente à LOM ou 37° à LlOM.Centralizar o RC ao plano mediossagital, em um nível 5 cm (2 polegadas)acima da glabela, para passar através do nível dos MAE.Centralizar o filme ao RC projetadoDFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colimar para as margens externas do crânio.Respiração Interromper a respiração durante a exposição.Observação: Se o paciente é incapaz de deprimir o queixo suficientementepara trazer a LOM perpendicular ao filme, a LlOM pode ser colocadaperpendicular e o ângulo do RC aumentado 37° caudal mente. Isso mantémo ângulo de 30° entre a LOM e o RC e mostra as mesmas relações anatômicas.(Existe uma diferença de T entre a LOM e a LlOM.)Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: Dorso da sela e clinóides posteriores noforame magno, pirâmides petrosas bilaterais, células aéreas mastóides elabirinto ósseo.Posição: O crânio é visualizado sem rotação ou inclinação, como indicadopelo seguinte: . Cristas petrosas simétricas (rotação) . Igual distância doforame magno para a margem lateral do crânio em cada lado (inclinação) .A relação da linha de base ao RC correta é demonstrada pelo dorso da selae clinóides posteriores projeta dos dentro do forame magno.Colimação e RC: O campo de colimação inclui as cristas petrosas bilateraise células aéreas mastóides, centradas aproximadamente no nível do forame magno.Critérios de Exposição:Densidade e contraste ótimos para visualizar olabirinto ósseo, sem sobrexposição dos processos mastóides. Margensósseas nítidas indicam ausência de movimento.
  22. 22. 436-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALINCIDÊNCIA AXIAL LATERAL: MASTÓIDES-- Método de SchüllerPatologia DemonstradaSão demonstradas patologias ósseas avançadas do processo mastóide.Os exames são realizados bilateralmente para comparação.MastóidesESPECIALAxial lateral (SchUller) . Obliqua axial lateral (Arcelin - Stenvers invertido)Obllqua axial lateral (método de Mayer e modificação de Owen)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), em sentido longitudinalGrade móvel ou estacionáriaFaixa de 70-80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose: _Posição do Paciente Tirar todos os metais, plásticos e outros objetosremovíveis da cabeça. Colocar o paciente em semidecúbito ventral, posiçãoortostática ou em decúbito.Posição da ParteFixar cada orelha na frente para prevenir sobreposição do mastóide. Colocar olado lateral da cabeça contra a superfície da mesa/Buckyvertical com o lado de interesse mais perto do filme.Ajustar a cabeça em uma posição lateral verdadeira, com o corpooblíquo se necessário para o conforto do paciente.Alinhar a linha interpupilar perpendicular ao filme.Alinhar o plano mediossagital paralelo ao filme.Posicionar a linha infra-orbitomeatal perpendicular à margem anteriordo filme.Raio CentralAngular o RC 25° a 30° caudalmente, centralizado para sair na parte inferiorda ponta do mastóide, entrando aproximadamente 4 cm (1 1/2 polegada)superior e posterior ao MAE do lado superior.Centralizar o filme em relação ao RC projetado.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colimar para produzir um tamanho de campo quadrado deaproximadamente 1 O cm (4 polegadas).Respiração Interromper a respiração durante a exposição.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: Perspectiva lateral das células aéreas mastóides elabirintos ósseos no lado mais perto do filme. Côndilo da mandíbula e ATMvisualizados anteriores às células mastóides de interesse.Posição: A angulação correta do RC demonstra a mastóide de interessesuperior à mastóide oposta. (A subangulação levará a superposições das mastóides.)A aurícula do ouvido não está superposta à mastóide de interesse.Colimação e RC: As células aéreas mastóides de interesse estão localizadasno centro do campo bem-colimado.Critérios de Exposição: Densidade e contraste ótimos para visualizar ascélulas aéreas mastóides. . Margens ósseas nítidas indicam ausência demovimento.
  23. 23. 437-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALINCIDÊNCIA OBLÍQUA AXIAL LATERAL- PERFIL ANTERIOR : MASTÓIDESPatologia DemonstradaSão demonstradas patologias avançadas do ossotemporal (p. ex., neuroma acústico volumoso).Essa incidência é primariamente para pacientes que não podem ser colocadosem decúbito ventral para uma incidência PA oblíqua (de Stenvers).Os exames são realizados bilateralmente para comparação.Método de Arcelin (Método de Stenvers Invertido)MastóidesESPECIALaxial lateral (Schüller) . Oblíqua axial lateral (Arcelin - Stenvers invertido)Obliqua axial lateral (método de Mayer e modificação de üwen)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), em sentido longitudinalGrade móvel ou estacionáriaFaixa de 70-80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose: _Posição do Paciente Tirar todos os metais, plásticos e outros objetosremovíveis da cabeça. Posicionar o paciente ereto ou em decúbito dorsal.Posição da ParteRodar a cabeça 45° afastada do lado de interesse (o lado elevado será olado demonstrado).Ajustar o queixo, trazendo a LIaM perpendicular à superfície da mesa/Bucky vertical.Alinhar a região mastóide elevada ao RC e à linha central da superfície damesa/Bucky vertical.Raio CentralAngular o RC 10° caudalmente, centralizado para entrar 2,5 em (1 polegada)anterior e 2 em (2 3/4 polegadas) superior ao MAE elevado.Centralizar o filme ao RC projetado.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colimar para uma área retangular da pirâmide petrosa no ladoelevado.Respiração Interromper a respiração durante a exposição.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: O lado elevado da crista petrosa é visualizado porquenessa posição ela fica paralela ao filme. . O lado elevado da ATM évisualizado anterior à célula mastóide de interesse.Posição: Uma imagem posicionada corretamente demonstrará oseguinte: Côndilo mandibular superposto à coluna cervicalCanal auditivo interno, cóclea e canais semicirculares (labirintos ósseos)abaixo da crista petrosa . Processo mastóide em perfil abaixo da margemcranial . Margem posterior do ramo da mandíbula superposto à margemposterior da coluna cervicalColimação e RC: . A crista petrosa e o processo mastóide do lado examinadoestão centrados num campo bem-colimado.Critérios de Exposição: . Densidade e contraste ótimos para visualizar asestruturas do osso temporal. Margens ósseas nítidas indicam ausência de movimento.
  24. 24. 438--- SEJaS PARANASAIS, MASTÓIDES E osso TEMPORALINCIDÊNCIA OBLÍQUA AXIAL LATERAL: MASTÓIDES--- Método de Mayer ou Modificação de OwenPatologia DemonstradaSão demonstradas patologias ósseas avançadas dos processos mastóides.Os exames são realizados bilateralmente para comparação.Mast6idesESPECIALAxial lateral (Schüller) . Obliqua axial lateral (Arcelin - Stenvers invertido)axial lateral oblíqua (método de Maver e modificação de OwenFatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 em (8 x 10 polegadas), em sentido longitudinalGrade móvel ou estacionáriaFaixa de 70-80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose: _Posição do Paciente Tirar todos os metais, plásticos e outros objetosremovíveis da cabeça. Posicionar o paciente ereto ou em decúbito dorsal.Posição da Parte (Método de Mayer)Ajustar o queixo trazendo a LIaM perpendicular ao filme.Rodar a cabeça 45° na direção do lado de interesse (lado mais perto do filme).Alinhar a porção petrosa inferior ao RC e para a linha central da superfície damesa/Bucky vertical.Raio CentralAngular o RC 45° caudal mente, centralizado para entrar aproximadamente7,5 cm (3 polegadas) anterior ao nível da parte inferior do MAE. : Centralizar ofilme ao RCDFoFi mínima de 40 polegadas (100 em).Modificação alternativa de Owen: Uma variação do método de Mayer commenos obliqüidade da cabeça e menor angulação do RC (rotação da cabeçavariando de 300 a 400 da lateral e ângulo do RC 300 a 400 caudal)Colimação Colimar para produzir um tamanho de campo quadrado deaproximadamente 10 em (4 polegadas).Respiração Interromper a respiração durante a exposição.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: . Visualiza o lado inferior da porção petrosa, incluindouma visão de topo das células aéreas da mastóide e estruturas do labirinto ósseo.Posição: O posicionamento e a angulação adequados mostram a porçãopetrosa localizada media I e inferiormente à porção mastóide (como mostradona visão de topo dessas estruturas; ver detalhe na Fig. 13.60).Colimação e RC: . As células aéreas mastóides de interesse estãolocalizadas no centro de um campo bem-colimado.Critérios de Exposição: . Densidade e contraste ótimos para visualizar olabirinto ósseo sem sobrexposição dos processos mastóides. . Margensósseas nítidas indicam ausência de movimento.
  25. 25. 439-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALINCIDÊNCIA SUBMENTOVÉRTICE (SMV): OSSOS TEMPORAIS E/OU PIRÂMIDES PETROSASPatologia DemonstradaPatologia avançada do osso temporal (por exemplo, volumoso neuroma auditivo),que pode determinar assimetria dos condutos auditivos internos (CAI).Ossos temporais e/ou pirâmides petrosasBásicaAxial em AP (Towne) (p.435)Submentovértice (SMV)Fatores TécnicosTamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), em sentido longitudinalGrade móvel ou estacionáriaFaixa de 70-80 kVpPonto focal pequenoPosição do Paciente Tirar todos os metais, plásticos e outros objetosremovíveis da cabeça e pescoço. Posicionar o paciente ereto (ou emdecúbito dorsal, se ereto não for possível).Posição da ParteLevantar o queixo, hiperesticando o pescoço se possível até a liaMestar paralela à superfície da mesa/Bucky vertical. (Ver Observações.)A cabeça apóia-se no vértice do crânio.Alinhar o plano mediossagital perpendicular ao RC e à linha média da gradeou mesa/Bucky vertical.Raio CentralDirecionar o RC perpendicular à liaM (ver Observações).Centralizar o RC entre os ângulos da mandíbula, na linha média, 6 a 8 cm(2 1/2 a 3 polegadas) inferior à sínfise da mandíbula.Centralizar o filme ao RC projetado.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colimar a área de interesse.Respiração Interromper a respiração durante a exposição.Observações: Se o paciente é incapaz de estender suficientementeo pescoço, angular o tubo até o RC estar perpendicular à liaM.Essa posição pode ser bastante desconfortável para o paciente; tenhatodos os fatores ajustados antes de posicionar o paciente e complete aincidência o mais rápido possível.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: Pirâmides petrosas bilaterais, incluindo 05 canaisauditivos internos (CAI), labirintos ósseos e cavidades timpânicas, forameoval e forame espinhoso.Posição: O crânio não está rodado ou inclinado, como indicado peloseguinte: Igual distância entre a borda mandibular à borda lateral do crânionos dois lados. Pirâmides petrosas simétricas.Colimação e RC: O campo colimado é centralizado e inclui as porçõespetrosa e mastóide do 0550 temporal.Critérios de Exposição: Densidade e contraste ótimos para visualizar aspirâmides petrosas. . Margens ósseas nítidas indicam ausência de movimento.
  26. 26. 440-- SEIOS PARANASAIS, MASTÓIDES E OSSO TEMPORALRadiografias para CríticaOs estudantes devem criticar cada uma dessas quatro radiografias baseados nas categorias descritas no texto e assinaladas à direita. Comoum exercício inicial de crítica, verifique em cada categoria o que demonstra um erro que pode levar à repetição da radiografia.O livro de exercícios* do estudante proporciona mais espaço para escrever os comentários e completar as respostas das críticas para cada umadessas radiografias. As respostas são apresentadas no Apêndice B, no final deste livro.*Disponíveis apenas na versão em inglês, diretamente da editora Mosby, Inc.RADIOGRAFIAS A B C D1. Estruturas mostradas2. Posicionamento3. Colimação e RC4. Critérios de exposição5. Marcadores

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