Anatomia Radiológia

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Mini Curso de Anatomia Radiológica Aplicada no Curso Staff Resgate - Cursos e Treinamentos

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Anatomia Radiológia

  1. 1. Staff Resgate- Curso: Profª Renata Cristina Radiologiacienciaearte.blogspot.com.br renatacvm@gmail.com – 9792-90739
  2. 2.  Tb chamado de esqueleto ósseo da Cabeça.  Localização: repousa na extremidade superior da Coluna Vertebral. ossos do crânio (08)  Dividido em 2 grupos: ossos faciais (14)
  3. 3. Os 8 ossos cranianos são divididos em:  Calvária (Calota Craniana) 1.Frontal 2.Parietal direito 3.Parital Esquerdo 4.Occipital  Assoalho 5.Temporal direito 6.Temporal Esquerdo 7.Esfenoide 8.Etmoide
  4. 4. POSICIONAMENTO: - Paciente em ortostática ou em decúbito Dorsal - abaixar o queixo do paciente ate que a LOM fique  ao filme. - alinhar o PMS ao RC e a LCM - braços ao longo do corpo - não permitir rotação RAIO CENTRAL: com ângulo de 30º caudal em relação a LOM, incidindo 6 cm acima da glabela.
  5. 5. POSICIONAMENTO: -Paciente em decúbito ventral ou em ortostática -colocar a cabeça em perfil verdadeiro com o lado de interesse próximo ao filme. - o corpo deve ficar em uma posição de obliqua anterior - alinhar o PMS para que fique paralelo a mesa e a LIP fique  ao filme. RAIO CENTRAL:  ao filme, incidindo 5 cm acima do MAE.
  6. 6. POSICIONAMENTO: -Paciente em decúbito Dorsal ou ereto na estativa. -Apoiar o nariz e a testa do paciente sobre a mesa (ou estativa) -Flexionar o pescoço ate que a LOM fique  a mesa. -Alinhar PMS para que fique  a LCM ou a LCE. -Evitar Rotação da cabeça. RAIO CENTRAL: 15º caudal saindo no násio – Para Pirâmides Petrosas serem projetadas no terço inferior das órbitas. 25º a 30º caudal saindo no násio – Para Pirâmides Petrosas são projetadas na margem abaixo do terço inferior da orbita. (melhor visualização da orbita)
  7. 7. PA – 15º CAUDAL PA alternativa – 30º caudal
  8. 8. POSICIONAMENTO: -Paciente em Decúbito ventral ou em ortostática. -apoiar o nariz e a testa do paciente sobre a superfície da mesa. -alinha o PMS para que fique  a mesa. RAIO CENTRAL:  ao filme e paralelo a LOM e centralizado de modo a sair na glabela.
  9. 9. POSICIONAMENTO: -paciente em ortostática ou sentado em uma cadeira -levantar o queixo do paciente e hiperestender o pescoço ate a LIOM paralela ao filme - apoiar a cabeça sobre o vértice -alinhar o PMS  a LCE RAIO CENTRAL:  a LIOM, incidindo 2cm acima do nível dos MAEs.
  10. 10. POSICIONAMENTO: -Paciente em Decúbito ventral ou em ortostática. -apoiar o nariz e a testa do paciente sobre a superfície da mesa. -flexionar o pescoço para que a LOM fique  ao filme -alinha o PMS para que fique  a mesa. RAIO CENTRAL: 25º no sentido cefálico em relação a LOM incidindo a um ponto médio entre os MAEs. OBS: trata-se de uma incidência alternativa para pacientes que não conseguem flexionar o pescoço o suficiente para a realização de AP DE TOWNE
  11. 11. POSICIONAMENTO: -Paciente em decúbito ventral ou em ortostática -colocar a cabeça em perfil verdadeiro com o lado de interesse próximo ao filme. - o corpo deve ficar em uma posição de obliqua anterior - alinhar o PMS para que fique paralelo a mesa e a LIP fique  ao filme. RAIO CENTRAL:  ao filme, centralizado 2 cm anterior e 2cm posterior ao MAE
  12. 12. POSICIONAMENTO: - Paciente em ortostática ou em decúbito Dorsal - abaixar o queixo do paciente ate que a LOM fique  ao filme. - alinhar o PMS ao RC e a LCM - braços ao longo do corpo - não permitir rotação RAIO CENTRAL: com ângulo de 30º caudal em relação a LOM, incidindo 6 cm acima da glabela.
  13. 13. RC 37º CAUDAL RC 30º CAUDAL RC 37º CAUDAL RC 30º CAUDAL
  14. 14. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina – 96984689 – renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  15. 15. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  16. 16. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  17. 17. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  18. 18. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  19. 19. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  20. 20. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  21. 21. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  22. 22. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  23. 23. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  24. 24. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  25. 25. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  26. 26. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  27. 27. Critérios Radiográficos: São vistos o dente do áxis, o corpo de C2, as massas laterais de C1 e articulações zigapofisárias entre C1 e C2, através da boca aberta. Nem os dentes nem a base do crânio devem sobrepor ao dente do áxis. Nenhuma rotação é evidenciada pelas distâncias iguais desde as massas laterais e/ou processos transversos de C1 até os côndilos da mandíbula, e pelo alinhamento central do processo espinhoso de C2. A rotação pode simular patologia por causar espaços desiguais entre as massas laterais e o dente.
  28. 28. A. Dente centralmente localizado B. Processo transverso esquerdo de e1 C. Massa lateral esquerda de C1 D. Superfície articular inferior de e 1 E. Articulação zigapofisária esquerda F. Corpo de C2 G. Superfície articular superior direita de e2 Profª Renata Cristina Profª Renata Cristina
  29. 29. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina Critérios Radiográficos: São vistos os corpos vertebrais de C3 à T2 ou T3 e os espaços dos discos intervertebrais e pedículos são vistos abertos, devido a inclinação do RC. A mandíbula e a base do crânio se sobrepõem à C1 e C2.
  30. 30. A - nessa imagem está a primeira vértebra torácica, determinada pela descoberta de que B- é a primeira costela no lado direito do paciente. C - é a quarta vértebra cervical (contando em direção superior a partir de T1 e O). D - é a região do pilar articular ou massa lateral de C3. E - é o processo espinhoso de C3 Profª Renata Cristina
  31. 31. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  32. 32. OBLÍQUAS ANTERIORES E POSTERIORES – CERVICAL -Critérios Radiográficos: A oblíquas anteriores mostram os forames intervertebrais e pedículos do lado mais próximo do filme e as oblíquas posteriores mostram os forames intervertebrais e pedículos do lado mais distante do filme. C1 até C7 devem ser claramente vistas com os forames intervertebrais abertos e os espaços dos discos intervertebrais abertos. (Rotação excessiva ou insuficiente estreitará e obscurecerá parcialmente os forames intervertebrais).
  33. 33. A. Arco posterior e tubérculo de C 1 B. Forame intervertebral entre C4 e C5 C. Pedículo de C6 D. Corpo de C7 E. Profª Renata Cristina Profª Renata Cristina
  34. 34. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  35. 35. A. Dente (processo odontóide) B. Arco posterior de tubérculo do atlas, C1 C. Corpo de C3 D. Articulação zigapofisária entre C4 e C5 E. Corpo de C7 F. Processo espinhoso de C7 Profª Renata Cristina Profª Renata Cristina
  36. 36. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  37. 37. Critérios de Exposição: . Exposição ótima deve demonstrar partes moles assim como densidade óssea adequada em todas as regiões das vértebras cervicais. . Margens ósseas e marcas trabeculares visíveis aparecem com nitidez, indicando ausência de movimento RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  38. 38. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  39. 39. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Corpos vertebrais, espaços dos discos intervertebrais e articulações zigapofisárias de C4 até T3 são mostrados. . A cabeça umeral e braço distantes do filme são ampliados e devem aparecer distalmente a T4 ou T5 (se visível).
  40. 40. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  41. 41. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Imagens em flexão e extensão demonstram curvatura natural da coluna vertebral, gama de movimentação espinhal e estabilidade ligamentar. C1 até O devem ser incluídas no filme. O, no entanto, pode não ser completamente visualizada em alguns pacientes.
  42. 42. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  43. 43. -Critérios Radiográficos: Mostra o dente do áxis dentro do forame magno. Nenhuma rotação é evidente devido à posição simétrica dos ângulos da mandíbula, que aparece arqueada sobre o forame magno. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  44. 44. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  45. 45. -Critérios Radiográficos: Toda a coluna cervical deve ser demonstrada, com a mandíbula obscurecida devido à fluocinética. Toda a coluna cervical deve ser demonstrada, com a mandíbula obscurecida devido à fluocinética.
  46. 46. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  47. 47. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  48. 48. A = Fúrcula esternal. B = Ângulo esternal. C = T7; Centro das 12 vértebras. D = Processo Xifóide. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  49. 49. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  50. 50. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com . Corpos vertebrais torácicos, espaços intervertebrais articulares, processos espinhosos e transversos, costelas posteriores e articulações costovertebrais.
  51. 51. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  52. 52. Corpos vertebrais torácicos, espaços intervertebrais articulares e forames intervertebrais são mostrados. As vértebras torácicas mais superiores (T1 a 13) não serão bem visualizadas. Obtenha uma imagem lateral usando o método do nadador se as vértebras torácicas superiores possuírem interesse especial. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  53. 53. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  54. 54. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  55. 55. A. Margem Superior da Sínfise Púbica. o cóccix médio está  ao nível da SP ou do Trocanter Maior, que está cerca de 2,5 cm superior ao nível da SP B. A ElAS está quase no mesmo nível do primeiro ou segundo segmento sacral C. É a porção mais superior da crista ilíaca e está  ao nível da junção da 4ª e 5ª vértebras lombares. D. Margem inferior das costelas,está ao  de L2 ou L3. E. O processo xifóide está aproximadamente ao nível de T9 ou T10. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  56. 56. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  57. 57. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  58. 58. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  59. 59. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  60. 60. . Corpos vertebrais lombares, articulações intervertebrais, processos transversos e espinhosos, articulações SI e sacro são mostrados RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  61. 61. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  62. 62. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  63. 63.  AP LOMBAR A - Corpo de L 1 B - Corpo de L3 C. - Espaço do disco intervertebral entre L4 e L5 D - Corpo de L5 E - Forames intervertebrais sobrepostos entre L2 e L3.  LATERAL A - Última vértebra torácica (T12) B- Primeira vértebra lombar C-Terceira vértebra lombar D- Quinta vértebra lombar
  64. 64. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  65. 65. Espaços articulares de L4 a L5 e L5 a S 1 abertos. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  66. 66. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  67. 67. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Espaço articular de L5 a S 1 e articulações sacroilíacas na incidência AP.
  68. 68. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  69. 69. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  70. 70. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Uma incidência AP não-encurtada do sacro, articulações SI e junção de L5-S 1.
  71. 71. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  72. 72. Cóccix não-superposto sobre si mesmo e sem sobreposição da sínfise púbica. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  73. 73. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Profª Renata Cristina
  74. 74. Vista lateral do sacro, articulação L5-S 1 e cóccix. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  75. 75. 1. Qual a diferença entre os APS de sacro e coccix? Justifique.
  76. 76. ESQUELETO APENDICULAR RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  77. 77. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Membro Superior (Extremidade) Os ossos do membro superior podem ser divididos em quatro grupos principais: (1) mão e punho, (2) antebraço, (3) úmero e (4) cintura escapular quatro grupos principais: (1) mão e punho, (2) antebraço, (3) úmero e (4) cintura escapular. MÃO E PUNHO Os 27 ossos de cada mão e punho dividem-se nos três grupos seguintes: 1. Falanges (dedos e polegar) 14 2. Metacarpos (palma) 5 3. Carpos (punho) _ TOTAL 27
  78. 78. Os 27 ossos de cada mão e punho dividem-se nos três grupos seguintes: 1. Falanges (dedos e polegar) 14 2. Metacarpos (palma) 5 3. Carpos (punho) _ TOTAL 27 RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  79. 79. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  80. 80. A. Art. carpo metacarpiana do 1º dedo B. Primeiro metacarpo C. Art. metacarpo falangiana do 1º dedo D. Falange proximal do primeiro dedo E. Articulação interfalangiana do primeiro dedo F. Falange distal do primeiro dedo G. Segunda articulação metacarpo falangiana H. Falange proximal do segundo dedo I. Articulação interfalangiana proximal do segundo J. Falange média do segundo dedo K. Art. interfalangiana distal do segundo dedo L. Falange distal do segundo dedo M. Falange média do quarto dedo N. Art.interfalangiana distal do quinto O. Falange proximal do terceiro dedo P. Quinta articulação metacarpo falangiana Q. Quarto metacarpo da mão direita R. Quinta articulação carpo metacarpiana RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  81. 81. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  82. 82. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com A. Escafóide B. Semilunar C. Piramidal D. Pisiforme E. Trapézio F. Trapezóide G. Capitato H. Hamato h. Hâmulo (processo hamular do hamato
  83. 83. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  84. 84. A. Epicôndilo medial B. Tróclea (face medial) C. Tubérculo coronóide D. Cabeça do rádio E. Capítulo F. Epicôndilo lateral RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  85. 85. G. Epicôndilos superpostos do úmero H. Processo olecraniano I. Sulco troclear J. Chanfradura troclear K. Dupla borda externa do capítulo e tróclea L. Processo coronóide da ulna M. Cabeça do rádio N. Colo do rádio O. Tuberosidade radial RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  86. 86. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  87. 87. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  88. 88. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  89. 89. A. Cabeça do úmero B. Tubérculo maior C. Sulco intertubercular D. Tubérculo menor E. Colo anatômico F. Colo cirúrgico G. Corpo (diáfise) RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  90. 90. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com A. Articulação esterno clavicular B. Extremidade esternal C. Corpo D. Extremidade acromial E. Art. acromioclavicular
  91. 91. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  92. 92. A. Acrômio E. Borda medial (vertebral) B. Colo da escápula F. Ângulo inferior G. Borda lateral (axilar) H. Cavidade (fossa ou glenóide C. Fossa escapular articulação D. Ângulo superior escapuloumeral RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  93. 93. Incidência lateral: A. Acrômio D. Espinha da escápula B. Processo coracóide E. Corpo da escápula C. Ângulo inferior
  94. 94. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  95. 95. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  96. 96. Membros Inferiores RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  97. 97. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com Falanges (artelhos/dedos do pé) 14 Metatarsos (região dorsal do pé 5 Ta rsais 7 Total 26
  98. 98. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  99. 99. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  100. 100. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  101. 101. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  102. 102. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com A.Tíbia E Tuberosidade do quinto Metatarsiano B.Calcâneo F. Cuneiformes sobrepostos C.Tuberosidade do G. Navicular calcâneo C.Tuberosidade do calcâneo H. Articulação subtalar D.Cubóide I I.Tálus
  103. 103. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  104. 104. Tornozelo Direito - Incidência do Encaixe AP A. Fíbula B. Maléolo lateral C. Articulação do encaixe do tornozelo "aberta" D. Tálus E. Maléolo medial F. linha epifisária tibial (local de fusão epifisária) Tornozelo, Incidência Lateral (Fig. 6.1 6) A. Fíbula B. Calcâneo C. Cubóide D. Tuberosidade da base do quinto metatarso E. Navicular F. Tálus G. Seio do tarso H. Tubérculo anterior I. Tíbia RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  105. 105. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  106. 106. Perna AP (Fig. 6.29) A. Côndilo media I da tíbia B. Corpo ou diáfise da tíbia C. Maléolo medial D. Maléolo lateral E. Corpo ou diáfise da fíbula F. Colo da fíbula G. Cabeça da fíbula H. Ápice (processo estilóide) da cabeça da fíbula I. Côndilo lateral da tíbia J. Eminência intercondiliana (crista tibial) Perna, Incidência Lateral (Fig. 6.30) A. Eminência intercondiliana B. Tuberosidade tibial C. Corpo ou diáfise da tíbia D. Corpo ou diáfise da fíbula E. Maléolo medial F. Maléolo lateral RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  107. 107. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  108. 108. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  109. 109. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  110. 110. A. Tubérculos intercondilianos medial e lateral; extensões da eminência cia intercondiliana (crista tibial) B. Epicôndilo lateral do fêmur C. Côndilo lateral do fêmur D. Côndilo lateral da tíbia E. Facetas articulares da tíbia (platô tibial) F. Côndilo medial da tíbia G. Côndilo medial do fêmur H. Epicôndilo medial do fêmur I. Patela (vista através do fêmur) RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  111. 111. A. Base da patela B. Ápice da patela C. Tuberosidade tíbia! D. Colo da fíbula E. Cabeça da fíbula F. Ápice (processo estilóide) da cabeça da fíbula G. Côndilos media I e lateral sobrepostos H. Superfície patelar (sulco intercondiliano e sulco troclear)
  112. 112. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  113. 113. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  114. 114. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  115. 115. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  116. 116. A. Crista ilíaca B. ElAS (terminação anterior da crista) C. Corpo do ísquio esquerdo D. Tuberosidade isquiática E. Sínfise púbica F. Ramo inferior do púbis direito G. Ramo superior do púbis direito H. Espinha isquiática direita I. Acetábulo do quadril direito J. Colo do fêmur direito K. Trocanter maior do fêmur direito L. Cabeça do fêmur direito M. Asa do ílio direito RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  117. 117. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  118. 118. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  119. 119. RCVM - renatacristina9.9@hotmail.com
  120. 120.  21 979290739 - tim renatacvm@gmail.com  radiologiacienciaearte.blogspot.com.br

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