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400-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA SUBMENTOVÉRTICE (SMV): ARCOS ZIGOMÁTICOSPatologia DemonstradaFraturas do arco zigomático e p...
401-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA OBLÍQUA ÍNFERO-SUPERIOR (TASNGENCIAL): ARCOS ZIGOMÁTICOSPatologia DemonstradaFraturas do arc...
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403-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA PARIETO - ORBITAL: FORAMES ÓPTICOS- Método de RhesePatologia DemonstradaAlterações ósseas do...
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410-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA AXIAL AP: ATM—Método de Towne Modificado.Advertência: A abertura da boca não deve ser tentad...
411-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA AXIAL LATERAL OBLÍQUA: ATM-- Método de Law ModificadoPatologia DemonstradaRelação/amplitude ...
412-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA AXCIAL LATERAL: ATM – Método de SchullerPatologia Demonstrada Relação/amplitude de movimento...
413-- AOSSOS DA FACERadiografias para CríticaOs estudantes devem determinar se eles podem criticar cada uma dessas cinco r...
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  1. 1. 379-- Ossos Da FaceC O L A B O R A Ç Õ E S D E: Cindy Murphy, ACR COLABORADORES NAS EDIÇÕES ANTERIORES: Kathy Martensen, BS, RT (R){Barry 1. Anthony, RT (R)CAPÍTU LO-12CONTEÚDOAnatomia RadiográficaCrânio - Ossos Cranianos E Faciais {380}.0ss0s Faciais (14),380Ossos Maxilares {380}.Ossos Zigomáticos, 382Ossos Nasal E Lacrimal, 382Conchas Nasais Inferiores, Ossos Palatinos, Septo Nasal Ósseo, Vômer, 383Mandíbula, 384Articulação Temporomandibular, 385Classificações Das Articulações, 385Órbitas, 386Revisão Anatõmica Das Radiografias E Do Esqueleto {388}.Posicionamento RadiográficoIncidências Especiais E Relações Anatômicas, 390Considerações Sobre Posicionamento, 390Aplicações Pediátricas E Geriátricas, 391Modalidades E Procedimentos Alternativos, 391Indicações Patológicas, 391Informações De Pesquisas, 393Incidências Básicas E Especiais, 393Oss0s Da Face:Perfil, 394Parietoacantial (Método De Waters), 395PA Axial (Método De Caldwell), 396Parietoacantial Modificada (Método De Waters Modificado), 397Posicionamento Radiográfico-Cont.Ossos Nasais:Lateral, 398Parietoacantial (Método De Waters), 395Súpero-Inferior (Axial), 399Arcos Zigomáticos:Submentovértice (SMV), 400Oblíqua Ínfero-Superior (Tangencial), 401Parietoacantial (Método De Waters), 395AP Axial (Método De Towne Modificado), 402Forames Ópticos E Órbitas:Parieto-Orbital (Método De Rhese), 403Parietoacantial (Método De Waters), 395Parietoacantial Modificada (Waters Modificado), 397Mandíbula:Axiallateral, 404PA E PA Axial, 405AP Axial (Método De Towne), 406Submentovértice (SMV), 407Tomografia Panorex-Panorâmica, 408Articulações Temporomandibulares:AP Axial (Método De Towne Modificado), 410Axiallateral Oblíqua (Método De Law Modificado), 411Axiallateral (Método De Schuller), 412Radiografias Para Crítica, 413
  2. 2. 380-- OSSOS DA FACEANATOMIA RADIOGRÁFICACrânioAlém dos oito ossos cranianos descritos no Capo 11, há 14 ossos faciaisformando o crânio, ou esqueleto ósseo, da cabeça. Lembre-se de que o crânioinclui a estrutura óssea total da cabeça, que abrange tanto os ossos cranianosquanto os faciais. Os ossos cranianos são novamente identificados nessesdesenhos para mostrar as relações anatômicas da estrutura total do crânio.OSSOS FAClAIS (14)Cada um dos ossos faciais é identificado nos desenhos frontal e lateral dasigs. 12.1 e 12.2, exceto pelos dois ossos palatinos e pelo vômer, os quais seencontram ambos localizados internamente e não são visíveis em um esqueletoseco a partir do exterior. Esses ossos são identificados em desenhos seccionais mais adiante neste capítulo.Os 14 ossos faciais contribuem para o formato da face de uma pessoa. Alémdisso, as cavidades das órbitas, nariz e boca são em grande parte constituídaspelos ossos da face. Dos 14 ossos que constituem o esqueleto facial!, apenasdois são ossos únicos. 05 12 restantes consistem em seis pares de ossos, comossos semelhantes de cada lado da face.Ossos da Face2 Maxilas (maxilar superior), ou ossos maxilares2 Zigoma, ou ossos zigomáticos2 Ossos lacrimais2 Ossos nasais2 Conchas nasais inferiores2 Ossos palatinos1-Vômer (Não são visíveis em desenhos externos do esqueleto)1-Mandíbula (maxilar inferior)14-TotalCada um dos ossos faciais é separado e estudado individualmente, ou comopares, no caso dos seis ossos emparelhados. Após a descrição de cada umdesses ossos faciais há uma lista dos ossos adjacentes com os quais eles searticulam, ou com 05 quais eles estão ligados. O conhecimento dessas relaçõesanatômica ajuda a compreender a estrutura do crânio total, ou esqueleto ósseoda cabeça.Ossos Maxilares Direito e EsquerdosO primeiro par de 05505 faciais a ser estudado são as duas maxilas, ou ossosmaxilares, que são 05 maiores ossos imóveis da face. O único 0SS0 facialmaior do que a maxila é o maxilar inferior, ou mandíbula, que é móvel. Todos0s outro osso da área facial superior está intimamente associado com asduas maxilas; logo, eles são estruturalmente 05 ossos mais importantes da facesuperior. 0s ossos maxilares direito e esquerdos são solidamente unidos na linhamédia abaixo do septo nasal. Cada maxila auxilia na formação de três cavidadesda face: (1) a boca, (2) a cavidade nasal e (3) uma órbita.
  3. 3. 381-- OSSOS DA FACEVista Lateral da Maxila Esquerda Cada maxila consiste em um corpo localizadocentralmente e em quatro processos que se projetam do corpo. Três dessesprocessos são mais óbvios e são visíveis nesses desenhos lateral e frontal. Oquarto processo, que é o processo palatino, é descrito abaixo como parte dopalato duro.O corpo de cada maxila é a porção localizada centralmente, situada lateralmenteao nariz. Um dos três processos é o processo frontal, que se projeta para cima,ao longo da borda lateral do nariz, na direção do osso frontal. O processozigomático se projeta lateralmente para se unir com o osso zigomático. O terceiroprocesso, que é o processo alveolar, é o aspecto inferior, ou mais baixo, do corpode cada maxila. Os oito dentes superiores em cada lado encaixam-se em cavidadesao longo da margem inferior do processo alveolar.As duas maxilas são solidamente unidas na linha média anteriormente. Na partesuperior dessa união na linha média encontra-se a espinha nasal anterior. Um golpeno nariz algumas vezes resulta na separação entre a espinha nasal e a maxila.Um ponto na base da espinha nasal anterior é chamado de acântio, descrito maisadiante neste capítulo como um ponto de referência de superfície no ponto dalinha média onde o nariz e o lábio superior se encontram.Vista Frontal A relação dos dois ossos maxilares com o restante dos ossos docrânio é bem mostrada na vista frontal (Fig. 12.5). Observe novamente trêsprocessos, como vistos na visão frontal do crânio. Estendendo-se para cima nadireção do osso frontal encontra-se o processo frontal. Estendendo-se lateralmentena direção do osso zigomático encontra-se o processo zigomático, e suportando osdentes superiores encontram-se o processo alveolar.O corpo de cada osso maxilar contém uma cavidade grande, preenchida por ar,conhecida como seio maxilar. Há várias dessas cavidades preenchidas por ar emcertos ossos do crânio. Esses seios se comunicam com a cavidade nasal e sãocoletivamente chamados de seios paranasais; eles serão descritos maisdetalhadamente no próximo capítulo.Palato Duro (superfície inferior) O quarto processo de cada osso maxilar é oprocesso palatino, o qual só pode ser mostrado numa vista inferior das duasmaxilas (Fig. 12.6). Os dois processos palatinos formam a porção anterior doteto da boca, chamada de palato duro ou ósseo. Os dois processos palatinossão unidos solidamente na linha média para formar uma articulação sinartrodial,ou imóvel. Um defeito congênito comum chamado de fenda palatina é umaabertura entre os processos palatinos, causados por uma união incompleta dosdois ossos.A parte posterior do palato duro é formada pelas porções horizontais de doisoutros ossos faciais, os ossos palatinos. Apenas as porções horizontais dos ossospalatinos, que têm forma de L, são visíveis nessa vista. A porção vertical é mostradamais adiante em um desenho de corte na Fig. 1 2.11Observe a diferença entre o processo palatino do osso maxilar e os ossos faciaispalatinos separados.As duas pequenas porções inferiores do osso esfenóide do crânio também sãomostradas nessa vista inferior do palato duro. Esses dois processos, os hâmulospterigóideos, são comparados com as asas estendidas de um morcego, comodescrito em um desenho anterior no Capo 11 (ver Fig. 11.15).Articulações Cada maxila se articula com dois ossos cranianos - o frontal e o etmóidee com sete ossos faciais - um zigomático, um lacrimal, um nasal, um palatino, umaconcha nasal inferior, o vômer e a maxila oposta.
  4. 4. 382-- OSSOS DA FACEOSSOS Zigomáticos Direito e EsquerdoUm zigoma, ou osso zigomático, está localizado lateralmente ao processozigomático de cada maxila. Esses ossos (algumas vezes chamados deossos molares) formam a proeminência da bochecha e constituem a porçãoinferior externa de cada órbita.Projetando-se posteriormente do osso zigomático encontra-se um processodelgado que se conecta com o processo zigomático do osso temporal paraformar o arco zigomático. O arco zigomático é uma estrutura relativamentedelicada, e algumas vezes é fraturada por um golpe na bochecha. Observeque a porção anterior do arco zigomático é formada pelo osso zigomático epela porção posterior do osso temporal. A proeminência zigomática é umponto de referência de posição, e se refere a essa porção proeminente doosso zigomático.Articulações Cada osso zigomático se articula com três ossos cranianoso frontal, o esfenóide e o temporal - e com um osso facial, a maxila.Ossos lacrimais e Nasais Direito e EsquerdoOs ossos lacrimal e nasal são os ossos mais finos e mais frágeis em todo o corpo.Ossos lacrimais Os dois ossos lacrimais, pequenos e muito delicados(aproximadamente com o tamanho e o formato de uma unha), repousamanteriormente no lado medial de cada órbita, imediatamente posteriores aoprocesso frontal da maxila. lacrimal, derivado de lágrima, é apropriado,porque os ossos lacrimais estão intimamente associados com os duetos lacrimais.Ossos Nasais Os dois ossos nasais fundidos formam a ponte do nariz, e sãode tamanho um pouco variável. Algumas pessoas têm ossos nasais muitoproeminentes, enquanto os de outras são bem pequenos. A maior parte donariz é constituída de cartilagem, e apenas a porção superior na ponte do narizé formada pelos dois ossos nasais. Os ossos nasais repousam imediatamenteanterior e superiormente ao processo frontal das maxilas e logo inferiormenteao osso frontal. O ponto de junção dos dois ossos nasais com o osso frontal éum ponto de referência de posição chamado de násio.Articulaçõeslacrimal Cada osso lacrimal se articula com dois ossos cranianos, o frontale o etmóide, e com dois ossos faciais, uma maxila e uma concha nasal inferior.Nasal Cada osso nasal também se articula com dois ossos cranianos, o frontale o etmóide, e com dois ossos faciais, uma maxila e o osso nasal oposto.
  5. 5. 383-- ossos DA FACEConchas Nasais Inferiores Direita e EsquerdaDentro da cavidade nasal, encontram-se dois ossos faciais delgados e curvos(ou em forma de rolo), chamados de conchas nasais inferiores (turbinados).Esses dois ossos se projetam das paredes laterais da cavidade nasal emcada lado e se estendem medialmente.As conchas nasais superior e média (turbinados) são incidências em forma derolo semelhantes, que se estendem do osso etmóide às cavidades nasais.(Esses dois pares não são mostrados separadamente no desenho frontal,mas são mostrados na Fig. 12.11.)Em resumo, há três pares de conchas nasais, ou turbinados. Os pares superiore médio são partes do osso etmóide, enquanto o par inferior são ossos faciaisseparados.O efeito dos três pares de turbinados é dividir as cavidades nasais em várioscompartimentos. Esses compartimentos irregulares tendem a dispersar ou amisturar o fluxo de ar que chega às cavidades nasais antes que ele atinja ospulmões. Dessa forma, o ar que chega é de alguma forma aquecido e limpoquando entra em contato com a membrana mucosa que cobre as conchas,antes de alcançar os pulmões.Desenho SeccionalConchas nasais inferiores A relação entre as várias conchas nasais e a paredelateral de uma cavidade nasal está ilustrada nesse desenho seccional (Fig. 12.11).As estruturas da linha média que formam o septo nasal foram removidas, deforma que a porção lateral da cavidade nasal direita possa ser vista. Observeque as conchas superior e média são parte do osso etmóide, e que as conchasnasais inferiores são ossos faciais separados. A placa cribriforme e a cristagalli do osso etmóide ajudam a separar o crânio da massa óssea facial.O processo palatino da maxila é mostrado novamente.Ossos Palatinos Direito e EsquerdoOs dois ossos palatinos são de difícil visualização no estudo de um esqueletoseco, porque eles estão localizados internamente e não são visíveis de fora.Cada osso palatino tem a forma aproximada de um L (Fig. 12.11). A porçãovertical do L se estende para cima entre uma maxila e uma placa pterigóide doosso esfenóide. A porção horizontal de cada L ajuda a formar a porção posteriordo palato duro, como é mostrado em um desenho anterior (veja Fig. 12.6).ArticulaçõesConchas nasais inferiores Cada concha nasal inferior se articula com um ossocraniano, o etmóide, e com três ossos faciais, uma maxila, um lacrimal e um palatino.Palatino Cada palatino se articula com dois ossos cranianos, o esfenóide e oetmóide, e com quatro ossos faciais, uma maxila, uma concha nasal inferior,o vômer e o palatino oposto.Septo Nasal ÓsseoAs estruturas da linha média da cavidade nasal, incluindo o septo nasal ósseo,são mostradas nesse desenho de uma vista sagital (Fig. 12.12). O septo nasalósseo é formado por dois ossos - o etmóide e o vômer. Ele é formadosuperiormente pela placa perpendicular do osso etmóide e inferiormente peloosso vômer único. Anteriormente, o septo nasal é cartilaginoso e é chamadode cartilagem septal.O septo nasal ósseo, que pode ser mostrado radiograficamente, é, portanto,formado pela placa perpendicular do osso etmóide e pelo osso vômer. Nostraumas graves à área do osso nasal, o septo pode ser empurrado para um lado,afastando-se da linha média. Essa lesão seria chamada de desvio do septo nasal.VômerO osso ímpar vômer (significando lâmina de orado) é um osso delgado, deforma triangular, que forma a parte ínfero-posterior do septo nasal.As superfícies do vômer são marcadas por pequenas depressões paravasos sanguíneos, semelhantes a sulcos, uma fonte de sangramento nasalnos traumas da área nasal. Um desvio do septo nasal descreve a condiçãoclínica em que o septo nasal é desviado ou deslocado lateralmente a partirda linha média do nariz. Esse desvio geralmente ocorre no local da junçãoentre a cartilagem septal e o vômer. Um desvio grave pode bloquear inteiramentea passagem nasal, tornando impossível a respiração através do nariz.Articulações O vômer articula-se com dois ossos cranianos, o esfenóidee o etmóide, e com quatro ossos faciais, os palatinos direito e esquerdo eas maxilas direita e esquerda. (O vômer também se articula com a cartilagem septal.)
  6. 6. 384OSSOS DA FACEMandíbulaO último e maior dos ossos faciais é o maxilar inferior, ou mandíbula. Ele é o único osso móvel do crânio adulto. Esse grande osso facial, que é um ossoúnico no adulto, na realidade se origina de dois ossos separados. Os dois ossosse unem no lactente para se tornarem um osso por volta de 1 ano de idade.Vista Lateral O ângulo (gônio) da mandíbula divide cada metade da mandíbulaem duas partes principais. A área anterior ao ângulo é chamada de corpo damandíbula, enquanto a área superior a cada ângulo é chamada de ramo.Como a mandíbula é um osso ímpar, o corpo na realidade se estende doângulo esquerdo ao ângulo direito.Os dentes inferiores encontram-se enraizados na mandíbula; logo, umprocesso alveolar, ou crista, se estende ao longo de toda a porção superiordo corpo da mandíbula.Vista Frontal O aspecto anterior da mandíbula do adulto é mais bemvisualizado em uma vista frontal. O corpo, único, é formado a partir de cadametade lateral e se une na linha média anterior. Essa união é chamada desínfise da mandíbula, ou sínfise do mento. A área triangular plana abaixo dasínfise que se projeta para a frente como o queixo é chamada de mento, ouprotuberância mentoniana. O centro da protuberância mentoniana é descritocomo o ponto mentoniano. Mento e mentoniano são palavras latinasque se referem à área geral conhecida como queixo. O ponto mentonianoé um ponto específico do queixo, enquanto o mento é a área inteira.Localizados em cada metade do corpo da mandíbula encontram-se osforames mentonianos. Esses forames servem como passagens paranervos e vasos sanguíneos.Ramos A porção superior de cada ramo termina em uma incisura em formade U denominada incisura mandibular. Em cada extremidade da incisuramandibular encontra-se um processo. O processo na extremidade anterior daincisura mandibular é chamado de processo coronóide. O processo coronóidenão se articula com outros ossos e não pode ser palpado facilmente porque seencontra logo abaixo do arco zigomático. Ele serve como um sítio para fixaçãomuscular.Auxílio para a Memória O processo coronóide da mandíbula não deve ser confundido com o processo coronóide da ulna proximal do antebraço oucom o processo coracóide da escápula. Uma forma de lembrar essestermos é associar o "n" em coronóide com os "n" nas palavras ulna emandíbula.O processo posterior do ramo superior é chamado de processo condilóide,e consiste em duas partes. A extremidade arredondada do processocondilóide é chamada de côndilo, ou cabeça, enquanto a área constritadiretamente abaixo do côndilo é o colo. O côndilo do processo condilóideajusta-se à fossa temporomandibular do osso temporal para formar aarticulação temporomandibular, ou ATM (veja a próxima página).Incidência Submentovértice A forma de ferradura da mandíbula é bemvisualizada em uma incidência submentovértice (SMV) (Fig. 12.15).Observe que a mandíbula é uma estrutura bastante delgada, o queexplica por que ela é suscetível a fraturas. A área do queixo, ou mento,é bem mostrada, assim como o corpo e os ramos da mandíbula.As posições relativas do ramo superior e os seus processo coronóidee côndilo associados também são mostrados com essa incidência.Observe que os côndilos se projetam para dentro, e os processoscoronóides, um pouco para fora nessa vista, como é mostrado emradiografias dessa incidência.
  7. 7. 385-- OSSOS DA FACEArticulação Temporomandibular (ATM)A articulação temporomandibular (ATM), que é a única articulação móvel nocrânio, é mostrada nesse desenho lateral e na fotografia de vista lateral de umcrânio seco (Figs. 12.16 e 12.17). A relação da mandíbula com o ossotemporal do crânio é bem mostrada.A ATM é formada pelocândilo, ou cabeça do processo condilóide, damandíbula que se adapta na fossa temporomandibular do osso temporal.A ATM está localizada logo anteriormente e um pouco superiormente aomeato acústico externo (MAE).CLASSIFICAÇÕES DAS ARTICULAÇÕES (CRÂNIO E MANDÍBULA)Articulações Sinoviais (Diartrodiais)A ATM é classificada como uma articulação do tipo sinovial, que é diartrodial,ou de movimentação livre. A articulação sinovial é dividida em cavidadessinoviais superior e inferior por um disco articular fibroso único. Uma sériede ligamentos fortes liga o colo condilar da mandíbula às bordas inferioresdo processo zigomático do osso temporal.A cápsula articular em duas partes é revestida por membrana sinoviai edividida pelo disco articular. Essa articulação sinovial completa em duaspartes, juntamente com o seu disco articular fibroso, permite não apenasuma movimentação do tipo dobradiça mas também um movimento dedeslizamento, em que o côndilo mandibular desliza para a frente à medidaque a boca é aberta. Esse movimento é ainda mais facilitado por umafossa temporomandibular rasa do osso temporal, com a qual o côndiloou a cabeça da mandíbula se articula.Articulações Fibrosas (Sinartrodiais)Há dois tipos de articulações fibrosas envolvendo o crânio. Elas são ambasarticulações sinartrodiais, ou imóveis. Primeiramente há as suturas entre osossos cranianos, como descrito em um capítulo anterior. Em segundo lugar,há um tipo único de articulação fibrosa envolvendo os dentes e a mandíbulae as maxilas. Essa é uma articulação fibrosa do tipo da subclasse da gonfoseentre as raízes dos dentes e os processos alveolares tanto das maxilasquanto da mandíbula.Movimentação da ATM Os desenhos e as radiografias abaixo ilustram aATM tanto em uma posição de boca aberta quanto em uma posição de bocafechada. Quando se abre a boca amplamente, o côndilo se move para a frentena direção da borda frontal da fossa. Se o côndilo deslizar muito para a frente,a articulação pode sofrer luxação. Se a ATM sofrer luxação, pela força ou pelamovimentação do maxilar, pode ser difícil ou mesmo impossível fechar a boca,o que ocorre quando o côndilo retoma a sua posição normal.Radiografias (boca aberta e fechada) Duas incidências axiais laterais (métodode Schuller) da ATM são mostradas adiante, nas posições com a boca fechadae com a boca aberta. A amplitude de movimento anterior do côndilo em relaçãoà fossa temporomandibular é claramente mostrada.ARTICULAÇÕES DA MANDÍBUlAArticulação temporomandibular Alvéolos e raízes dos dentesClassificação: Classificação:Sinovial (diartrodial) Fibrosa (sinartrodiaf)Tipos de movimento: Subclasse:Gínglimo (dobradiça) GonfosePlana (deslizamento)
  8. 8. 386--OSSOS DA FACEÓRBITASA anatomia complexa dos 1 4 ossos faciais ajuda a formar várias cavidadesfaciais. Essas cavidades formadas totalmente ou em parte pelos ossos faciaissão a boca, ou cavidade oral, as cavidades nasais e as órbitas, que são bilaterais.A boca e as cavidades nasais são primariamente vias de passagem e, comotais, não são com freqüência examinadas especificamente por radiologistas.As órbitas, no entanto, que contêm os órgãos vitais da visão e nervos e vasossanguíneos associados, são freqüentemente radiografadas. A estrutura e aforma das órbitas estão ilustradas nesse desenho simplificado (Fig. 12.21).Cada órbita é uma estrutura em forma de cone, com paredes ósseas,conforme mostrado nesse desenho.A borda da órbita, correspondendo à porção circular externa do cone,é chamada de base. Entretanto, a base da órbita raramente é um círculoverdadeiro, e pode até mesmo se parecer com uma figura com quatro ladosdefinidos. A porção mais posterior do cone, o ápice, corresponde ao forameóptico, através do qual passa o nervo óptico.O eixo maior das órbitas se projeta tanto para cima quanto na direção dalinha média. Se a cabeça de um indivíduo fosse colocada em uma posiçãoereta frontal ou lateral com a linha órbito-meatal ajustada paralelamenteao chão, cada órbita se projetaria para cima ou superiormente em umângulo de 30° e na direção do plano mediossagital em um ângulo de 37°.Esses dois importantes ângulos são utilizados durante o posicionamentoradiográfico dos forames ópticos. Lembre-se de que cada forame ópticoestá localizado no ápice de sua respectiva órbita. Para radiografar cadaum dos forames ópticos, é necessário estender o queixo do paciente em 30°e rodar a cabeça em 37°. O raio central é então projetado através da baseda órbita ao longo do eixo maior da órbita, que tem forma de cone.Composição Óssea das ÓrbitasCada órbita é composta de partes de sete ossos. A circunferência ou basecircular de cada órbita é composta de partes de três ossos – o osso frontal(placa orbitária) do crânio, a maxila e o zigoma (Fig. 12.22). Dentro de cadacavidade orbitária encontram-se um teto, um soalho e duas paredes, partesdos quais são também formadas por esses três ossos. A placa orbitária doosso frontal forma a maior parte do teto da órbita. O zigoma forma a maiorparte da parede lateral e parte do soalho da órbita, enquanto uma porção damaxila auxilia na formação do soalho.Todos os sete ossos que formam cada órbita são mostrados na vista frontalum pouco oblíqua da Fig. 12.23. Os ossos frontal, zigoma e maxila sãonovamente mostrados constituindo a base da órbita. Parte da parede medialda órbita é formada pelo delgado osso lacrimal. Os ossos esfenóide e etmóideformam a maior parte da órbita posterior, enquanto apenas uma pequenaporção do osso palatino contribui para a porção posterior mais interna dosoalho de cada órbita.Em resumo, os sete ossos que constituem cada órbita incluem três ossoscranianos e quatro ossos faciais, conforme mostrado no resumo do quadro abaixo.DIAGRAMA SUMÁRIO - OSSOS DAS ÓRBITASOssos Cranianos Ossos Faciais1. Frontal 1. Maxila2. Esfenóide 2. Zigoma3. Etmóide 3. lacrimal 4. Palatino
  9. 9. 387-- OSSOS DA FACEAberturas na Órbita PosteriorCada órbita também contém três orifícios ou aberturas na porção posterior,conforme mostrado (Fig. 12.24). O forame apático é um pequeno orifício no0SS0 esfenóide, localizado posteriormente no ápice da órbita, que tem formade cone. A fissura orbitária superior é uma fenda ou abertura entre as asasmaior e menor do 0550 esfenóide, localizada lateralmente ao forame apático.Uma terceira abertura é a fissura orbitária inferior, localizada entre a maxila,o 0SS0 zigomático e a asa maior do esfenáideA pequena raiz óssea que separa a fissura orbitária do canal áptico é conhecidacomo tirante do esfenóide. O canal áptico é um pequeno canal no qual o forameáptico se abre. Logo, qualquer aumento anormal do nervo áptico poderia causarerosão do tirante do esfenáide, que é, na realidade, uma porção da paredelateral do canal áptico.REVISÃO ANATÕMICASeguem-se exercícios de revisão da anatomia dos 05505 cranianos e faciais,conforme mostrado tanto em um crânio seco quanto em radiografias. Nem todaa anatomia específica mostrada no crânio seco pode ser identificada nessasradiografias, mas as partes que são identificáveis estão marcadas como tais.Um bom exercício de aprendizado e/ou revisão é estudar cuidadosamentetanto as ilustrações de crânio seco quanto às radiografias e identificar cadaparte antes de conferir as respostas abaixo.Os Sete Ossos da Órbita Esquerda (Fig. 12.25)A. 0SS0 frontal (placa orbitária)B. 0SS0 esfenáideC. Pequena porção do osso palatinoD. 0SS0 zigomáticoE. 0SS0 maxilarF. 0SS0 etmáideG. 0SS0 lacrimalAberturas e Estruturas da Órbita Esquerda (Fig. 12.26)A. Forame ápticoB. Tirante do esfenáideC. Fissura orbitária superiorD. Fissura orbitária inferiorIncidência Parieto-Orbitária das Órbitas (Fig. 1 2.27)A. placa orbitária do 0550 frontalB. Osso esfenáideC. Forame e canal ápticosD. Fissura orbitária superiorE. Margem orbitária inferiorF. Tirante do esfenáide (parte das paredes inferior e lateral do canal áptico)G. Margem orbitária lateralH. Margem orbitária superior
  10. 10. 388-- OSSOS DA FACEOSS05 da Face - Lateral(Figs. 12.28 e 12.29)*A. Arco zigomático*B. Osso zigomático direito*C Osso nasal direito*D. Processo frontal da maxila direitaE. Espinha nasal anteriorF. Processo alveolar da maxilaG. Processo alveolar da mandíbulaH. Mento ou protuberância mentoniana*I. Forame mentoniano .J. Corpo da mandíbulaK. Ângulo (gônio)L. Ramo da mandíbulaM. Processo coronóide*N. Incisura mandibularO. Colo do côndilo mandibularP. Côndilo ou cabeça da mandíbulaQ. Meato acústico externo (MAE)R. Fossa temporomandibular do osso temporaltS. Asas maiores do esfenóidetT. Asas menores do esfenóide corn os processos clinóides anteriorestU. Seios etmoidais entre as órbitastV. Corpo da maxila contendo os seios maxilaresOSS0S Faciais - Parietoacantial (Waters)- (Figs. 1 2.30 e 1 2.3 1 )A fotografia (Fig. 12.30) e a radiografia (Fig. 12.31) representam o crânio emuma incidência parietoacantial (posição de Waters), com a cabeça inclinadapara trás. Essa é uma das incidências mais cornuns para visualizar os ossosfaciais, como se segue:A. Proeminência.zigomáticaB. Corpo da maxila (contém os seios maxilares)C Septo nasal ósseo (placa perpendicular do etmóide e do osso vômer)D. Espinha nasal anteriorE. Arco zigomáticoF. Processo coronóide (apenas Fig. 12.30)G. Côndilo (cabeça)H. Processo mastóide do osso temporalI. Ângulo da mandíbulaJ. Forame magno (Fig. 1 2.3 1, que mostra o dente ou processo odontóidedentro do forame magno)*Esqueleto apenas (Fig. 12.28).tRadiografia apenas (Fig. 12.29).
  11. 11. 389-- ossos DA FACE0SSOS da Face - SMV (Vista Inferior)A Fig. 12.32 ilustra uma vista inferior do crânio seco com. a mandíbularemovida. A radiografia em incidência SMV na Fig. 12.33 está posicionadacom o topo (vértice) da cabeça contra o filme, com o raio central entrandosob o queixo (mento).Crânio apenas (Fig. 12.32):A. Arco zigomáticoB. Processo palatino da maxilaC. Processo horizontal do osso palatinoD. Hâmulo pterigóide do esfenóideRadiografia apenas (Fig. 12.33):E. Forame oval do esfenóideF. Forame espinhoso do esfenóideG. Forame magnoH. Pirâmide petrosa do osso temporalI. Porção mastóide do osso temporalJ Seio esfenóide no corpo do esfenóideK. Côndilo (cabeça) da mandíbulaL. Borda posterior (porção vertical) do osso palatinoM. Vômer ou septo nasal ósseoN. Seios maxilares direitosO. Seios etmoidais05505 da Face - Vista Frontal (Fig. 12.34)A. Osso nasal esquerdoB. Processo frontal da maxila esquerdaC. Forame ópticoD. Fissura orbitária superiorE. Fissura orbitária inferiorF. Conchas nasais superior e média do osso etmóideG. Osso vômer (porção inferior do septo nasal ósseo)H. Concha nasal inferior esquerdaI. Espinha nasal anteriorJ Processo alveolar da maxila esquerdaK. Processo alveolar da mandíbula esquerdaL. Forame mentonianoM. Mento ou protuberância mentonianaN. Corpo da mandíbula direitaO. Ângulo (gônio) da mandíbula direitaP. Ramo da mandíbula direitaQ. Corpo da maxila direita (contém seios maxilares)R. Proeminência zigomática do osso zigomático direitoS. Porção orbitária externa do osso zigomático direitoT. Osso esfenóide (osso craniano)
  12. 12. 390-- OSSOS DA FACEPOSICIONAMENTO RADIOGRÁFICOIncidências Especiais e Relações AnatômicasImagens radiográficas não-superpostas de vários aspectos do crânio e dosossos da face são difíceis de serem obtidas devido à forma e às estruturas docrânio como um todo. Por exemplo, estruturas ósseas internas densas do crânioirão se superpor aos delicados ossos faciais em uma incidência em AP ou PAde rotina. Portanto, são necessários ângulos do RC e posições da cabeça muitoespecíficos, conforme descrito e ilustrado abaixo.INCIDÊNCIA DO CRÂNIO EM PAA incidência do crânio em PA à direita (Fig. 12.36) foi obtida sem angulaçãodo tubo e com a LOM (linho pontilhado na Fig. 12.35) perpendicular aoplano do filme. O raio central encontra-se, assim, paralelo a LOM. Essaposição faz com que as pirâmides petrosas sejam projetadas diretamentedentro das órbitas. Encontra-se desenhada em ambas as imagens(veja Figs. 12.35 e 12.36) uma linha através do teto das órbitas e atravésdas cristas petrosas. Com as órbitas superpostas pelas pirâmides petrosas,muito poucos detalhes dos ossos faciais podem ser mostrados radiograficamente.Assim, com a cabeça nessa posição, a incidência em PA com um raiocentral perpendicular tem valor limitado para a visualização dos ossos da face.INCIDÊNCIA PARIETOACANTIAL (WATERS)Para visualizar o maciço ósseo facial, as pirâmides petrosas têm que serremovidas da área dos ossos faciais de interesse. Essa remoção podeser feita por angulação do tubo ou por extensão do pescoço. As radiografiasà direita (Figs. 12.37 e 12.38) mostram o resultado. O pescoço é estendidopela elevação do queixo de forma que as pirâmides petrosas sãoprojetadas imediatamente abaixo dos seios maxilares. O raio centralé paralelo à linha mentomeatal (LMM). A radiografia à direita (método deWaters, Fig. 12.38), se realizada corretamente conforme descrito maisadiante neste capítulo, mostra as cristas petrosas (veja as setas)projetadas abaixo das maxilas e dos seios maxilares. Assim, excetopara a mandíbula, os ossos faciais estão agora projetadossuperiormente às densas pirâmides petrosas, e não superpostos por elas.Considerações sobre PosicionamentoERETO V5. DEITADO (Figs. 12.39 e 12.40)As considerações sobre o posicionamento para os ossos faciais são.semelhantes às do crânio, conforme descrito no capítulo anterior.As incidências de ossos da face podem ser obtidas de pé se a condiçãode o paciente o permitir. Essa posição pode ser realizada com uma mesaereta ou um Bucky vertical. Freqüentemente a movimentação de todo ocorpo do paciente na posição ereta para ajustar os vários planos e linhasde posicionamento é mais fácil para o posicionamento preciso do crânio(especialmente em pacientes obesos ou hiperestênicos). Além disso, níveislíquidos nos seios ou outras cavidades cranianas que possam indicarcondições patológicas cranianas são visíveis na posição ereta com um feixehorizontal.Pacientes traumatizados geralmente são radiografados em uma posiçãodeitada (em decúbito dorsal). A maioria das incidências de ossos da facepode ser obtida sem mover o paciente, compensando-se os ângulos doRC e/ou os alinhamentos dos filmes para imagem parcial do RC, conformemostrado no Capo 19 sobre radiografia móvel e de trauma.
  13. 13. 391-- OSSOS DA FACEAPLICAÇÕES PEDIÁTRICASComunicação Uma explicação clara do procedimento é necessária parase obter a cooperação do paciente e do responsável. Técnicas de distraçãocom a utilização de brinquedos, animais de pelúcia etc. são eficazes paramanter a confiança e a cooperação.Imobilização Pacientes pediátricos (dependendo da idade e da condição)freqüentemente são incapazes de manter as posições exigidas. A utilizaçãode dispositivos de imobilização para sustentar o paciente é recomendada,reduzindo a necessidade de o paciente ser contido. O Capo 20 fornece umadescrição aprofundada desses dispositivos. Se o paciente precisar ser contidopelo responsável, o técnico tem que fornecer aventais e/ou luvas de chumboe se assegurar de que não há possibilidade de gravidez se a responsávelfor mulher.Fatores Técnicos Os fatores técnicos variam devido aos tamanhos variadosdos pacientes. O uso de tempos de exposição curtos (associados com o usode mA alta) é recomendado para reduzir o risco de movimentação do paciente.APLICAÇÕES GERIÁTRICASComunicação e Conforto Perda sensorial (visão fraca, audição fraca etc.)associada ao envelhecimento pode levar o paciente geriátrico a necessitarde assistência, tempo e paciência adicionais para que sejam obtidas asposições necessárias para a radiografia de crânio. Além disso, idososfreqüentemente ficam nervosos e com medo de cair da mesa de exame.Tranqüilização e cuidado adicional por parte do técnico permitem ao pacientese sentir seguro e confortável.Se o paciente for capaz, pode ser mais confortável obter as posições exigidas na posição ereta (sentada) em um Bucky vertical, especialmentese o paciente tiver uma cifose aumentada. Se o exame for realizado com o paciente na posição deitada, um colchão ou almofadaradiotransparente colocado na mesa de exame fornece conforto. Cobertores extras também podem ser necessários para manter o pacienteaquecido. Vistas laterais com feixe horizontal podem estar indicadas para o paciente idoso, devido à limitação de movimentos.Fatores Técnicos Devido à alta incidência de osteoporose em idosos, os mAs podem exigir redução se forem usados fatores de exposiçãomanuais. (Um ajuste mínimo de 25 a 30% é necessário para que se tenha um efeito visível na imagem.)Pacientes mais velhos podem ter tremores ou dificuldade para se manterem equilibrados; o uso de tempos de exposição curtos (associados aouso de mA alta) é recomendado para reduzir o risco de movimentação.Modalidades e Procedimentos AlternativosTOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (Te)A tomografia computadorizada fornece imagens seccionais dos ossos da face, órbitas, mandíbula e articulações temporomandibulares nosplanos axial, sagital ou coronal. A TC auxilia na avaliação plena dessasestruturas porque os detalhes do esqueleto, assim como os tecidos moles associados, podem ser visualizados com a Te.A reconstrução tridimensional (3D) dos cortes é freqüentemente útil quando é necessária cirurgia de reconstrução facial.RESSONÂNCIA MAGNÉTICA (RM)A ressonância magnética tem utilidade limitada na avaliação de ossos; entretanto, ela é superior na avaliação de tecidos moles.A RM é útil para a avaliação da síndrome da articulação temporomandibular (ATM) para diagnosticar possíveis danos ao disco articular na fossada ATM (veja indicações na próxima página).MEDICINA NUCLEARA medicina nuclear fornece um procedimento diagnóstico sensível (a cintilografia óssea) para a detecção de osteomielite e fraturas ocultas quepodem não ser mostradas em imagens radiográficas.Indicações PatológicasTem havido uma redução nas indicações de radiografia dos ossos faciais/nasais, órbitas, zigoma, mandíbula e ATM devido à disponibilidadecrescente da TC e/ou RM. Hospitais menores, clínicas e centros rurais, no entanto, ainda podem realizar esses procedimentos.Algumas das indicações patológicas comuns para exames radiográficos dessas estruturas ósseas incluem as seguintes:Fratura é uma falha na estrutura de um osso causada por uma força direta ou indireta. Exemplos de fraturas específicas envolvendo os ossosfaciais incluem as seguintes:A fratura por explosão é uma fratura do soalho da órbita causada por um objeto que atinge os olhos de frente. À medida que o.soalho daórbita se rompe, o músculo reto inferior é forçado através da fratura para dentro do seio maxilar, causando encarceramento e diplopia(percepção de duas imagens).
  14. 14. 392—0SS0S DA FACETrípode é uma fratura causada por um golpe na bochecha, resultando emuma fratura do zigoma em três lugares - o processo orbitário, o processomaxilar e o arco. O resultado é um osso zigomático "de flutuação livre", ouuma fratura em trípode.LeForte descreve fraturas horizontais bilaterais graves da maxila resultandoem um fragmento separado instável.Contragolpe é uma lesão/fratura de um lado de uma escrotora, causada por um impacto do lado oposto. Por exemplo, um golpe em umlado da mandíbula resulta em uma fratura do lado oposto.Corpo estranho no olho descreve metal ou outros tipos de fragmentos noolho, um acidente industrial razoavelmente comum. Imagens simples sãoúteis para detectar a presença de um objeto metálico estranho, mas sãolimitadas em sua habilidade para mostrar dano a tecidos causado poresses objetos.A entrevista do paciente antes de um procedimento de RM inclui questões referentes à história de objeto estranho no olho. Pelo fato de o campomagnético fazer o fragmento de metal se mover, causando lesão de tecidos moles (até mesmo cegueira, se o nervo óptico for atingido),imagens radiográficas podem ser obtidas antes da RM para confirmar sua presença.Osteomielite é uma infecção localizada do osso/medula óssea. Essa infecção pode ser causada por bactérias originadas de um traumapenetrante ou por complicações pós-operatórias ou de fraturas. Ela também pode ser disseminada pelo sangue a partir de um sítio distante.Neoplasia descreve um crescimento novo e anormal (tumor) que pode ocorrer nas estruturas esqueléticas da face.Síndrome de ATM é um termo utilizado para descrever um conjunto de sintomas, que podem incluir dor e estalido, que indicam disfunção daATM (articulação temporomandibular). A condição pode ser causada por má oclusão, estresse, espasmo muscular ou inflamação.OSSOS DA FACE: SUMÁRIO DAS.INDIÇAÇÕES PATOLÓGICASCONDIÇÃO OU DOENÇA EXAME RADIOGRÁFICO MAIS POSSÍVEL APARÊNCIA FATOR DE AJUSTAMENTO COMUM RADIOGRÁFICA PARA EXPOSIÇÃO MANUALFraturas Incidências radiográficas de rotina Rotura da cortical óssea Nenhum da área afetada; TCCorpo estranho no olho Incidências ósseas de rotina para Densidade aumentada se o Nenhum ossos da face (órbitas), incluindo corpo estranho for metálico ossos da face (órbitas), incluindo parietoacantial modificadaOsteomielite Cintilografia óssea (medicina Edema de tecidos moles; perda Nenhum nuclear); incidências radiográficas das margens corticais de rotina da área afetadaNeoplasias Incidências radiográficas de rotina Possível aumento ou diminuição Nenhum da área afetada; TC/RM na densidade, dependendo do tipo de lesãoSíndrome da ATM Incidência axial lateral das ATM Relação/amplitude de Nenhum (posições com a boca aberta e movimento alterada entre o fechada); TC/RM côndilo e a fossa TM
  15. 15. 393-- OSSOS DA FACEInformações de PesquisasRotinas de departamento (básicas e especiais) para exames dos ossos faciais foram bastante consistentes em todas as regiões dos EstadosUnidos. Essas rotinas também foram um tanto consistentes entre os Estados Unidos e o Canadá, com as exceções mostradas à direita,relacionando as incidências nas quais há uma diferença significativa no percentual de locais que consideram essas incidências como de rotinaou básicas. (Veja o Apêndice A no final deste livro para mais detalhes de levantamentos dentro de regiões dos Estados Unidos.)Procedimentos de Operação Padrões e Opcionais Certas incidências ou posições básicas e especiais para exames envolvendo os ossosfaciais são mostradas e descritas nas próximas páginas como procedimentos departamentais padrões e especiais sugeridos.INCIDÊNCIAS BÁSICASIncidências padrões, ou básicas, algumas vezes chamadas também de incidências de rotina ou rotinas departamentais, são aquelas incidênciascomumente obtidas em pacientes médios que são capazes de cooperar durante o exame.OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA EUA- ROTINA CANADÁ- ROTINAParieto-orbitária (Rhese oblíqua) para forames ápticos 79% 34%Basilar (SMV) para arcos zigomáticos 74% 34%Basilar (SMV) para mandíbula 21% 8%Panorex para mandíbula (ou ATM) 41% 21%Axial PA para mandíbula 37% 17%INCIDÊNCIAS ESPECIAISIncidências especiais são aquelas incidências mais comuns obtidas como incidências extras ou adicionais para melhor mostrar certas condiçõespatológicas ou partes específicas do corpo.INCIDÊNCIAS BÁSICAS E ESPECIAISIncidências para ossos faciais no trauma estão incluídas no Capo 19, sobre Trauma e Radiografia Móvel.Ossos da Face (Órbitas)BÁSICASLateral 394Parietoacantial (método de Waters) 395PA (método de Caldwell) 396ESPECIAISParietoacantial modificada (método de Waters modificado) 397Ossos NasaisBÁSICASLateral 398Parietoacantial (método de Waters) 395ESPECIAISSúpero-inferior (axial) 399Arcos ZigomáticosBÁSICASSubmentovértice (SMV) 400Oblíqua infero-superior tangencial) 401Axial AP (método de Towne modificado) 402Parietoacantial método de Waters) 395Forames ÓpticosBÁSICASParieto-orbitária (método de Rhese) 403Parietoacantial (método de Waters)405 ESPECIAIS . Parietoacantial modificada (método de Waters modificado) 397MandíbulaBÁSICAS.xiallateral 404 .PA 00 e 20 a 250 cranialmente 405Axial AP (método de Towne) 406ESPECIAIS . Submentovértice (SMV) 407Panorex 408ATMBÁSICASAxial AP (método de Towne modificado) 410ESPECIAISAxiallateral15° oblíqua (método de Law modificado) 411Axial lateral (método de Schuller) 412Panarex 408
  16. 16. 394-- MOSSOS DA FACEPatologia DemonstradaFraturas e processos neoplásicos/inflamatórios dos ossos faciais, órbitase mandíbula são mostrados.A rotina para ossos da face comumente inclui apenas uma única lateral,enquanto a rotina para crânio pode incluir posições bilaterais.Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), sentido longitudinalGrade móvel ou estacionáriaFaixa de 70 a 80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose:0SS0S da FaceBásicasLateralPerietoacantial (método de Waters)Axial PA (método de Caldwell)Posição do Paciente Tire todo metal, plástico e outros objetos removíveisda cabeça. A posição do paciente é de pé ou em decúbito ventral.Posição da ParteRepouse o aspecto lateral da cabeça contra a superfície da mesa ou do Buckyvertical, com o lado de interesse mais próximo ao filme.Ajuste a cabeça em uma posição lateral verdadeira e o corpo em posiçãooblíqua da forma que for necessária para o conforto do paciente. (palpe aprotuberância occipital externa posteriormente e o násio ou glabela anteriormentepara se assegurar de que esses dois pontos estão eqüidistantes do topo da mesa.)Coloque esponja de apoio sob o queixo se necessário.Alinhe o plano mediossagital paralelo ao filme.Alinhe a linha interpupilar perpendicular ao filme.Ajuste o queixo para trazer a linha infra-orbitomeatal perpendicular àborda frontal do filme.Raio CentralAlinhe o RC perpendicular ao filme.Centre o RC no zigoma, a meio caminho entre o canto externo e o MAE.Centre o filme no RCDFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colime em todos os lados para uma faixa dentro de 1 polegada(2,5 cm) dos ossos da face.Respiração Prender a respiração.Fig. 12.44 Ossos faciais laterais.Observação: Use suporte radiotransparente sob a cabeça se necessáriopara trazer a LlP perpendicular ao topo da mesa em pacientes com tórax grande.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: Ossos faciais superpostos, asas maiores doesfenóide, tetos das órbitas, sela turca, zigoma e mandíbula.Posição: Uma imagem lateral precisamente posicionada dos ossosda face não mostra rotação (os ramos mandibulares encontram-se superpostos)ou inclinação (os tetos das órbitas e as asas maiores do esfenóideencontram-se superpostos).Colimação e RC: Os ossos zigomáticos superpostos devem estar no centroda imagem, com os MAE e os tetos das órbitas incluídos dentro do campo colimado.Critérios de Exposição. O contraste e a densidade são suficientes paravisualizar a região maxilar. . Margens ósseas nítidas indicam ausência de movimento..
  17. 17. 395-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA PARIETOACANTIAL: ASSOS DA FACE- Método de WatersPatologia DemonstradaFraturas (particularmente fraturas por explosão, trípode e LeForte) eprocessos neoplásicos/inflamatónos são mostrados. Corpos estranhos noolho também podem ser mostrados nessa imagem.Ossos da FaceBásicaslateralParietoacantial (método de Waters)Axial PA (método de Caldwell)Fatores TécnicosTamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), sentido longitudinal, ou18 X 24 cm (8 x 10 polegadas)Grade móvel ou estacionáriaFaixa de 70 a 80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose:Posição do Paciente Tire todo metal, plástico e outros objetos removíveis dacabeça. A posição do paciente é de pé ou em decúbito ventral(a posição de pé é preferida, se a condição do paciente o permitir).Posição da ParteEstenda o pescoço, repousando o queixo contra a superfície da mesa/do Bucky vertical.Ajuste a cabeça até que a linha mentomeatal (LMM) esteja perpendicularao plano do filme. A LOM irá formar um ângulo de 37° com a mesa/superfície do Bucky.Posicione o plano mediossagital perpendicularmente à linha média dagrade ou da superfície da mesa/Bucky, evitando rotação e/ou inclinaçãoda cabeça. (Uma forma de checar a rotação é palpar os processosmastóides de cada lado e as margens orbitárias laterais com o polegar eas pontas dos dedos para se assegurar de que essas linhas estãoeqüidistantes do topo da mesa.)Raio CentralAlinhe o RC perpendicular ao filme, para sair no aeântio. . Centre o filme no RCDFoFi mínima de 40 polegadas (100 em).Colimação Colime para as margens externas do crânio em todos os lados.Respiração Prender a respiração.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: Borda orbitária inferior, maxilas, septo nasal, ossoszigomáticos, arcos zigomáticos e espinha nasal anterior.Posição: A extensão correta do pescoço mostra as cristas petrosas imediatamenteinferiores aos seios maxilares. . Não existe rotação do paciente, conformeindicado pela distância igual do plano mediossagital (identificado pelo septonasal ósseo) à margem externa do crânio de cada lado.Colimação e RC:Todo o crânio é incluído na imagem, com o a cântio no centro.A colimação se limita às margens externas do crânio.Critérios de Exposição. O contraste e a densidade são suficientes para visualizara região maxilar. . Margens ósseas nítidas indicam ausência de movimento.
  18. 18. 396-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA EM PA AXIAL: OSSOS DA FACE-- Método de CaldwellPatologia DemonstradaFraturas e processos neoplásicos / inflamatórios dos ossos da faceOssos da Face BÁSICASLateralParietoacantial (método de Wat_rs) . Axial PA (método de Caldwell)Fatores TécnicosTamanho do filme - 24 x 30 cm (10 x 12 polegadas), sentido longitudinal,ou 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas)Grade móvel ou estacionáriaFaixa de 70 a 80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose:Posição do Paciente Tire todo metal, plástico e outros objetos removíveisda cabeça. A posição do paciente é de pé ou em decúbito ventral (a posiçãode pé é preferida, se a condição do paciente o permitir).Posição da ParteRepouse o nariz e a testa do paciente contra o topo da mesa.Retraia o queixo, colocando a LOM perpendicular ao filme.Alinhe o plano mediossagital perpendicular à linha média da grade ou superfícieda mesa/Bucky. Assegure-se de que não haja rotação ou inclinação da cabeça.Raio CentralAngule o RC 15° no sentido caudal, para sair no násio (veja Observação ).Centre o RC para o filme.Assegure DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colime em todos os lados dos ossos da face.Respiração Prender a respiração.Observação: Se a área de interesse são os soalhos das órbitas, use umângulo caudal de 30° para projetar as cristas petrosas abaixo da margemorbitária inferior.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: Borda orbitária, maxilas, septo nasal, ossoszigomáticos e espinha nasal anterior.Posição: A posição do paciente/angulação do RC correta é indicadapela incidência das cristas petrosas no terço inferior das órbitas com oRC a 15° caudalmente. Se os soalhos orbitários são a área de interesse,o ângulo de 30° caudalmente projeta as cristas petrosas abaixo das margens inferiores das órbitas. A ausência de rotação do crânio é indicadapela distância igual do plano mediossagital (identificado pela crista de galo)à margem orbital externa de cada lado; as fissuras orbitárias superiores são simétricas.Colimação e RC: A borda orbitária inferior está localizada no centro da imagem.O campo colimado inclui toda a margem orbitária e as maxilas.Critérios de Exposição: O contraste e a densidade são suficientes paravisualizar a região maxilar e o soalho da órbita. . Margens ósseas nítidasindicam ausência de movimento.
  19. 19. 397-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA PARIETOACANTIAL MODIFICADA: OSSOS DA FACEPatologia DemonstradaFraturas orbitárias (por exemplo, por explosão) e processos neoplásicosinflamatórios são mostrados. Corpos estranhos no olho também podemser mostrados nessa posição.OSSOS da FaceESPECIALParietoacantial modificada (método de Waters modificado)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 em (8 x polegadas), no sentido longitudinalGrade móvel ou estacionáriaFaixa de 70 a 80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose: em kVIPosição do Paciente Tire todo metal, plástico e outros objetos removíveisda cabeça. A posição do paciente é de pé ou em decúbito ventral (a posiçãode pé é preferida, se a condição do paciente o permitir).Posição da Parte _Estenda o pescoço, repousando o queixo e o nariz contra a superfície damesa Bucky vertical.Ajuste a cabeça até que a linha labiomeatal (LLM) esteja perpendicular; aLOM forma um ângulo de 55° com o filme.Posicione o plano mediossagital perpendicular alinha média da grade ou dasuperfície da mesa Bucky vertical. Assegure-se de que não haja rotação ouinclinação da cabeça.Raio CentralAlinhe o RC perpendicular, centrado para sair no acântio. . Centre o filmepara o RCDFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colime dentro de 1 polegada (2,5 cm) dos ossos da face.Respiração Prender a respiração durante a exposição.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: . Os soalhos das órbitas são visíveisnessa incidência, que também fornece uma vista menos distorcida das bordasorbitárias como um todo do que uma incidência parietoacantial (Waters).Posição: A posição angulação do RC correta é indicada pela incidência dascristas petrosas na metade inferior dos seios maxilares, abaixo da borda orbitáriainferior. A ausência de rotação do crânio é indicada pela distância igual doplano mediossagital (identificado pelo septo nasal ósseo) à margem orbitáriaexterna de cada lado.Colimação e RC: As bordas orbitárias inferiores devem estar localizadas nocentro da imagem. Toda a borda orbitária e os ossos maxilares devem estarincluídos no campo colimado.Critérios de Exposição: O contraste e a densidade são suficientes paravisualizar os soalhos das órbitas. Margens ósseas nítidas indicam ausência de movimento.
  20. 20. 398-- OSSOS DA FACEPOSIÇÃO LATERAL: OSSOS NASAISPatologia DemonstradaFraturas do osso nasal são mostradas.Ambos os lados podem ser examinados para comparação, com o lado maispróximo ao filme mostrado.Ossos NasaisbásicasLateralParietoacantial (método de Waters; veja p. 375)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas)Detalhe a tela se for filme/tela convencional topo da mesa sendo utilizadoFaixa de 50 a 60 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose:Sem controle automático de exposiçãoPosição do Paciente Tire todo metal, plástico e outros objetos removiveisda cabeça. A posição do paciente é em decúbito ventral ou de pé.Posição da ParteRepouse o aspecto lateral da cabeça contra a superfície da mesa/Buckyvertical, com o lado de interesse mais próximo do filme.Posicione os ossos nasais para o centro do filme.Ajuste a cabeça em uma posição lateral verdadeira e coloque o corpo emposição oblíqua da forma que for necessária para o conforto do paciente(colocando um bloco de esponja sob o queixo se necessário).Alinhe o plano mediossagital em paralelo com uma superfície demesa/Bucky vertical.Alinhe a linha interpupilar perpendicular à superfícieda mesa/Bucky vertical.Posicione a linha infra-orbitomeatal perpendicularà borda frontal do filme.Raio CentralAlinhe o RC perpendicular ao filme.Centre o RC para 1/2 polegada (1,25 cm) inferior ao násio.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colime em todos os lados 2 polegadas (5 cm) do osso nasal.Respiração Prender a respiração durante a exposição.Observação: Para obter uma imagem nitidamente detalhada dos ossos nasais, o uso de um ponto focal pequeno, de telas para detalhes e de colimaçãoestreita é essencial.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: . Ossos nasais com as estruturas nasais de tecidosmoles, a sutura frontonasal e a espinha nasal anterior.Posição: Os ossos nasais são mostrados sem rotação.Colimação e RC: . Os ossos nasais são incluídos no centro da imagem.Os tecidos moles nasais, a espinha nasal anterior e a sutura frontonasalsão incluídos dentro do campo colimado.Critérios de Exposição: . O contraste e a densidade sãosuficientes para visualizar o osso nasal e as estruturas de tecido mole.Estruturas ósseas nítidas indicam ausência de movimento.
  21. 21. 399-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA TANGENCIAL (AXIAL) SÚOERO – INFERIOR: OSSOS NASAISPatologia DemonstradaFraturas dos ossos nasais (deslocamento médio-lateral)Ossos Nasais ESPECIALo Súpero-inferior (axial)Sem de exposiçãoFatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), sentido transversalDetalhe a tela se for filme/tela convencional topo da mesa sendo utilizadoFaixa de 50 a 60 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose:Proteção Coloque protetor de chumbo sobre o colo ou a região pélvica paraproteger as gônadas.Fig. 12.58 Incidência súpero-inferior - de pé ou em decúbito ventral.Posição do Paciente O paciente é sentado ereto em uma cadeira no finalda mesa (Fig. 12.58, detalhe) ou em decúbito ventral sobre a mesa.Posição da Parte E5JEstenda e repouse o queixo sobre o filme. Coloque apoio angulado sob o filme,como mostrado, para que ele fique perpendicular a LGA (linha glabelo-alveolar).Alinhe o plano mediossagital perpendicular ao RC e à linha média do filme.Raio CentralCentre o RC para o násio e angule conforme necessário para se assegurarde que ele esteja paralelo a LGA. (O RC deve apenas roçar a glabela e osdentes frontais superiores anteriores.)DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colime em todos os lados para os ossos nasais.Respiração Prender a respiração durante a exposição.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: . Incidência tangencial dos ossos médionasais enasais distais (com pouca superposição da glabela ou da crista alveolar) edos tecidos moles nasais.Posição: . A ausência de rotação do paciente é evidente, conforme indicado pela distância igual da espinha nasal anterior às bordas de tecido moleexternas de cada lado. A posição incorreta é indicada pela visualização dacrista alveolar (extensão excessiva) ou visualização da glabela (flexão excessiva).Colimação e RC: . Os ossos nasais devem ser centrados ao campo colimado,que é limitado aos ossos nasais e aos tecidos moles nasais.Critérios de Exposição: . O contraste e a densidade são suficientes paravisualizar os ossos nasais e os tecidos moles nasais. Margens ósseasnítidas indicam ausência de movimento.
  22. 22. 400-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA SUBMENTOVÉRTICE (SMV): ARCOS ZIGOMÁTICOSPatologia DemonstradaFraturas do arco zigomático e processos neoplásicos/inflamatóriosArcos ZigomáticosBAslCASSubmentovértice .Tangencial oblíquaAxial AP (Towne modificado)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), sentido transversalFaixa de 60 a 70 kVp (técnica para tecidos moles)Ponto focal pequenoTécnica e dose:Posição do Paciente Tire todo metal, plástico e outros objetos removíveis dacabeça. Essa incidência pode ser obtida com o paciente de pé ou em decúbitodorsal. A posição de pé pode ser mais fácil para o paciente.Posição da Parte E8Eleve o queixo, hiperestendendo o pescoço até que a linha infraorbitomeatal esteja paralela ao filme (veja Observações).Repouse a cabeça no vértice do crânio.Alinhe o plano mediossagital perpendicular à linha média da grade ou àsuperfície da mesa/Bucky vertical, evitando toda inclinação e/ ou rotação.Raio CentralAlinhe o RC perpendicular ao filme (veja Observações).Centre o RC a meio caminho .entre os arcos zigomáticos, aproxima da mente11/2 polegada (4 cm) inferior à sínfise mandibular.Centre o filme no RC, com o plano do filme paralelo a LlOM.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colime para as margens externas do zigoma.Respiração Prender a respiração durante a exposição.Observações: Se o paciente for incapaz de estender o pescoço o suficiente,angule o RC perpendicular a LIaM. Se o equipamento permitir, o filmetambém deve ser angulado para manter a relação perpendicular RC/filme(veja Fig. 12.61, detalhe).Essa posição é muito desconfortável para os pacientes; complete a incidênciao mais rápido possível.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: Os arcos zigomáticos são mostrados projetando-selateralmente de cada osso zigomático e temporal (a não ser que tenham sidoafetados por trauma - por exemplo, fratura com afundamento).Posição: Relação correta LlOM/Rc, conforme indicada pela sínfise mandibularse superpondo ao osso frontal. Ausência de rotação do paciente, conformeindicado pela visualização dos arcos zigomáticos simétricos.Colimação e RC: Os arcos zigomáticos devem ser centrados para o campocolimado, que é limitado aos arcos zigomáticos.Critérios de Exposição: Contraste e densidade suficientes para a visualizaçãodos arcos zigomáticos. Margens ósseas nítidas indicam ausência de movimento.
  23. 23. 401-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA OBLÍQUA ÍNFERO-SUPERIOR (TASNGENCIAL): ARCOS ZIGOMÁTICOSPatologia DemonstradaFraturas do arco zigomático são mostradas. Essa incidência é especialmenteútil para arcos zigomáticos deprimidos resultantes de trauma ou morfologiado crânio.Ambos os lados são geralmente obtidos para comparação.Arcos ZigomáticosBÁSICASSubmentovérticeTangendal oblíquaAxial AP (Towne modificado)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), sentido longitudinalFaixa de 60 a 70 kVp (técnica para tecidos moles)Ponto focal pequenoTécnica e dose:Posição do Paciente Tire todo metal, plástico e outros objetos removíveisda cabeça. A posição do paciente é de pé ou em decúbito dorsal. De pé,que é mais fácil para o paciente, pode ser feita com uma mesa na posiçãovertical ou com um Bucky vertical.Posição da Parte EBEleve o queixo, hiperestendendo o pescoço até que a linha infraorbitomeatal esteja paralela ao filme (veja Observações).Repouse a cabeça no vértice do crânio.Rode a cabeça 15° na direção do lado a ser examinado; então inclinetambém o queixo 15° na direção do lado de interesse.Raio CentralAlinhe o RC perpendicular ao filme e à LIaM (veja Observações). Centreo RC para o arco zigomático de interesse. (O RC roça a eminência parietale o corpo da mandíbula.)Ajuste o filme para que fique paralelo à LlOM e perpendicular ao Rc.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colime em todos os lados aproximadamente 1 polegada (2,5 cm)do osso e arco zigomático.Respiração Prender a respiração.Observações: Se o paciente for incapaz de estender o pescoço o suficiente,angule o RC perpendicular à LIaM. Se o equipamento permitir, o filmetambém deve ser angulado para manter a relação perpedicular RCjfilme.Essa posição é muito desconfortável para o paciente; complete a incidênciao mais rápido possível.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: Arco zigomático único, livre de superposição.Posição: A posição correta do paciente permite a evidenciação do arcozigomático sem superposição de osso parietal ou mandíbula.Colimação e RC: O arco zigomático deve ser visualizado no centro docampo de colimação, que é limitado ao arco zigomático.Critérios de Exposição: O contraste e a densidade são suficientes paravisualizar o arco zigomático. . Margens ósseas nítidas indicam ausência de movimento.
  24. 24. 402-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA AXIAL AP: ARCOS ZIGOMÁTICOS--Método de Towne Modificadopatologia DemonstradaFraturas e processos neoplásicos/inflamatórios do arco zigomáticoArcos ZigomáticosBÁSICASSubmentovértice . Axial oblíqua (tangencial)Axial AP (Towne modificado)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), sentido transversalGrade móvel ou estacionária, técnica para tecidos moles próximos (se forutilizado controle automático de exposição, a densidade deve ser diminuídaem aproximadamente 50%)Faixa de 60 a 70 kVp.Ponto focal pequenoTécnica e dose:Posição do Paciente Tire todo metal, plástico e outros objetos removíveisda cabeça. A posição do paciente é de pé ou em decúbito dorsal.Posição da ParteRepouse a parte posterior do crânio do paciente contra a superfície damesa/Bucky vertical.Encolha o queixo, trazendo a LOM (ou LlOM) perpendicular ao filme(veja Observação abaixo).Alinhe o plano mediossagital perpendicular à linha média da grade ou dasuperfície da mesa/Bucky vertical para evitar rotação ou inclinação da cabeça.Raio CentralAngule o raio central 300 caudalmente à LOM ou 370 à LlOM (veja Observação ).Centre o RC para 2,5 cm (1 polegada) superior à glabela (para passaratravés dos arcos médios). Centre o filme para o RC projetado.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colime para as margens externas dos arcos zigomáticos.Respiração Prender a respiração durante a exposição.Observação: Se o paciente for incapaz de deprimir o queixo suficientementepara trazer a LOM perpendicular ao filme, a linha infra-orbitomeatal (LlOM)pode ser colocada perpendicularmente no lugar da LOM, e o ângulo do RCaumentado para 37° caudalmente. Esse posicionamento mantém o ângulode 30° entre a LOM e o RC e mostra as mesmas relações anatõmicas.(Há uma diferença de 7° entre a LOM e a LlOM.)Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: Arcos zigomáticos bilateralmente.Posição: Os arcos zigomáticos são visualizados sem rotação do paciente,conforme mostrado pelos arcos se superpondo aos ramos mandibularese pela aparência assimétrica dos arcos.Colimação e RC: Os arcos zigomáticos devem estar no centro da imagem.O campo de colimação deve ser limitado aos arcos zigomáticos.Critérios de Exposição: O contraste e a densidade são suficientes paravisualizar os arcos zigomáticos. Margens ósseas nítidas indicam ausênciade movimento.
  25. 25. 403-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA PARIETO - ORBITAL: FORAMES ÓPTICOS- Método de RhesePatologia DemonstradaAlterações ósseas do forame óptico são mostradas.Ambos os lados são geralmente obtidos para comparação.Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas)Grade móvel ou estacionáriaFaixa de 70 a 80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose:Forames ópticosBAslCASParieto-orbitária (Rhese)Parietoacantial (método de Waters),p.364ESPECIAL Parietoacantial modificada (método de Waters modificado), p.366Posição do Paciente Tire todo metal, plástico e outros objetos removíveisda cabeça. A posição do paciente é de pé ou em decúbito dorsal.Posição da Parte E8Como uma referência inicial, posicione o queixo, a bochecha e o nariz dopaciente contra a superfície da mesa/Bucky vertical (veja Observações).Ajuste a cabeça conforme necessário, de maneira que o plano mediossagitalforme um ângulo de 53° com o filme. (Um indicador de ângulo deve ser utilizadopara obter um ângulo de 53° preciso a partir de uma posição lateral.)Posicione a linha acantiomeatal perpendicular ao plano do filme.Raio CentralAlinhe o RC perpendicular ao filme, centrado na órbita voltada para baixo.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colime em todos os lados para produzir um tamanho de campode aproximadamente 4 polegadas (10 cm) em cada lado.Respiração Prender a respiração durante a exposição.Observações: Essa incidência é chamada algumas vezes de posição "comtrês pontos de apoio" (queixo, bochecha e nariz).Para obter uma imagem nitidamente detalhada do forame óptico, o uso deum ponto focal pequeno e de colimação estreita é essencial.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: Secção transversal de cada canal óptico e uma visãonão-distorcida do forame óptico.Posição: O posicionamento preciso projeta o forame óptico no quadranteinferior externo da órbita. (Essa incidência ocorre quando a linha acantiomeatalé colocada corretamente perpendicular ao filme.)Colimação e RC: O forame óptico está localizado no centro da imagem.As margens orbitárias são incluídas no campo colimado.Critérios de Exposição: O contraste e a densidade são suficientes paravisualizar o forame óptico. Margens ósseas nítidas indicam ausência de movimento.
  26. 26. 404-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA AXIAL LATERAL: MANDÍBULAPatologia DemonstradaFraturas e processos neoplásicos/inflamatórios da mandíbula sãomostrados.Ambos os lados são examinados para comparação.MandíbulaBÁSICASAxíal lateralPA (ou axial PA)Axial AP (Towne)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), sentido transversalGrade móvel ou fixaFaixa de 70 a 80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose:Posição do Paciente Tire todo metal, plástico e outros objetos removíveisda cabeça. A posição do paciente é de pé ou em decúbito dorsal.(Se for em decúbito dorsal, coloque o filme em uma esponja em cunhapara minimizar a DOF.) Utilize a grade colocada no sentido vertical paraa posição de trauma com raio horizontal.Posição da ParteColoque a cabeça em uma posição lateral, com o lado de interesse contra o filme.Se possível, faça o paciente fechar a boca e cerrar os dentes.Estenda o pescoço para evitar superposição da coluna cervical pelo queixo.Rode a cabeça em uma direção oblíqua. O grau de inclinação vai dependerde que seção da mandíbula é de interesse. (A área de interesse, seconhecida, deve ser posicionada paralela ao filme.)A cabeça na posição lateral verdadeira mostra melhor o ramo.A rotação de 30° na direção do filme mostra melhor o corpo.A rotação de 45° mostra melhor o mento.A rotação de IDa 15° é a que melhor fornece um levantamento geralda mandíbula.Raio CentralAngule o RC 25° caudalmente à LlP; para a posição de trauma com raiohorizontal, angule o RC em 5 a 10° adicionais posteriormente.Dirija o RC para sair pela região mandibular de interesse.Centre o filme para o RC projetado.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colime em todos os lados da mandíbula.Respiração Prender a respiração.Observação: Para pacientes traumatizados que não podem ficar de pé ou emposições semideitadas, veja a incidência para trauma com feixe horizontal(Fig. 12.76), conforme descrito com mais detalhes no Capo 19 sobreradiografia no trauma.Critérios de AvaliaçãoEstruturas Mostradas: . Ramos, processos condilares e coronóides,corpo e mento da mandíbula mais próximos do filme.Posição: . A aparência da imagem/posição do paciente depende das estruturasque estão sendo examinadas. Para o ramo e o corpo, o ramo de interesseé mostrado sem superposição da mandíbula oposta (indicando angulaçãocorreta do RC). Não deve existir superposição da coluna cervical pelo ramo(indicando extensão suficiente do pescoço). O ramo e o corpo devem sermostrados sem encurtamento anterior (indicando rotação correta da cabeça).A área de interesse é mostrada com superposição mínima e encurtamentoanterior mínimo.Colimação e RC: . A mandíbula inteira está localizada dentro do campo colimado.Critérios de Exposição: . O contraste e a densidade são suficientes paravisualizar a área mandibular de interesse. . Margens ósseas nítidas indicamausência de movimento.
  27. 27. 405-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA PA OU PA AXIAL: MANDÍBULApatologia DemonstradaFraturas e processos neoplásicos/inflamatórios da mandíbula são mostrados.A PA axial opcional mostra melhor a parte proximal dos ramos e vistaalongada dos processos condilóides.MandíbulaBAslCASAxiallateralPA (ou axial PA)Axial AP (Towne)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), sentido longitudinalGrade móvel ou estacionáriaFaixa de 70 a 80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose:Posição do Paciente Tire todo metal, plástico e outros objetos removíveisda cabeça. A posição do paciente é de pé ou em decúbito ventral.Posição da Parte rnRepouse a testa e o nariz do paciente contra a superfície da mesa/ Bucky vertical.Encolha o queixo, colocando a LOM perpendicular ao filme (veja Observação).Alinhe o plano mediossagital perpendicular à linha média da grade ou dasuperfície da mesa/Bucky (assegurando que não haja rotaçãoou inclinação da cabeça). (entre o filme para o RC projetado(para a junção dos lábios).Raio CentralPA: Alinhe o RC perpendicular ao filme, centrado para sair na junçãodos lábios.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).PA axíal/ opcional/: Angule o RC 20 a 25° caudalmente, centrado parasair no acântio.Colimação Colime para a área da mandíbula.Respiração Prender a respiração durante a exposição.Observação: Para uma incidência PA verdadeira do corpo (se essa área forde interesse), eleve o queixo para colocar a linha acantiomeatal perpendicular ao filme.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: PA: Os ramos mandibulares e a porção lateral docorpo são visíveis. Axial PA opcional: a região da ATM e as cabeças doscôndilos são visíveis através dos processos mastóides; os processoscondilóides são bem visualizados (ligeiramente alongados).Posição: . Não existe rotação do paciente, conforme indicado pelos ramosmandibulares visualizados simetricamente, lateralmente à coluna cervical.A região média do corpo e o mento são tenuemente visualizados, superpostossobre a coluna cervical.Colimação e RC: A imagem colimada inclui as ATM, os ramos mandibularese o mento. Os ramos mandibulares estão no centro do campo colimado.Critérios de Exposição: . O contraste e a densidade são suficientes paravisualizar o corpo da mandíbula e os ramos. . Margens ósseas nítidasindicam ausência de movimento.
  28. 28. 406-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA AP AXIAL: MANDÍBULA-- Método de TownePatologia DemonstradaFraturas e processos neoplásicos/inflamatórios dos processos condilóidesda mandíbulaMandlbulaBAslCASAxiallateralPA (ou axial PA)Axial AP (Towne)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), sentido longitudinalGrade estacionária ou móvelFaixa de 70 a 80 kVp (se for utilizado controle automático de exposição,reduza a densidade para 20 a 30%).Ponto focal pequenoTécnica e dose:Posição do Paciente Tire todo metal. plástico e outros objetos removíveisda cabeça. A posição do paciente é de pé ou em decúbito dorsal.Posição da ParteRepouse a região posterior do crânio do paciente contra a superfície damesa/Bucky vertical.Encolha o queixo, colocando a linha orbitomeatal perpendicular ao filme oucoloque a LlOM perpendicular e adicione r ao ângulo do RC(veja Observações).Alinhe o plano mediossagital perpendicular à linha média da gradeou da superfície da mesa/Bucky vertical para evitar rotação ou inclinaçãoda cabeça.Raio CentralAngule o RC 35 a 40° caudal mente (veja Observações).Centre o RC para a glabela, para passar através do ponto médio entre os MAEe os ângulos da mandíbula.Centre o filme para o Rc.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colime para mandíbula, incluindo ATM.Respiração Prender a respiração durante a exposição.Observações: Se o paciente for incapaz de colocar a LOM perpendicular aofilme, alinhe a LlOM perpendicularmente e aumente o ângulo do RC em 7°.Se a área de interesse for a fossa TM, angule em 40° para a LOM para reduzir asuperposição das fossas TM e das porções mastóides do osso temporal.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: Processos condilóides da mandíbula e fossastemporomandibulares.Posição: Uma imagem corretamente posicionada sem rotação mostra oseguinte: processos condilóides visualizados simetricamente, lateralmente àcoluna cervical; visualização clara da relação côndilo/fossastemporomandibulares, com superposição mínima das fossas TM e porçõesmastóides.Colimação e RC: O campo colimado inclui os processos condilóides damandíbula e as fossas temporomandibulares.Critérios de Exposição: O contraste e a densidade são suficientes paravisualizar o processo condilóide e a fossa temporomandibular.Não existe movimento, conforme indicado pelas margens ósseas nítidas.
  29. 29. 407-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA SUBMENTOVÉRTICE: MANDÍBULAPatologia DemonstradaFraturas e processos neoplásicos/inflamatórios da mandíbulaMandíbulaESPECIAISSubmentovértice (SMV)Panorex (mandíbula e/ou ATM)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), sentido longitudinalGrade estacionária ou móvelFaixa de 70 a 80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose:Posição do Paciente Tire todos os objetos de metal, plástico e outrosremovíveis da cabeça e do pescoço. O paciente é colocado de péou emdecúbito dorsal (de pé é preferível, se a condição do paciente o permitir).De pé pode ser feita com a mesa na posição vertical ou um Bucky vertical(veja detalhe da foto).Posição da ParteHiperestenda o pescoço até que a linha infra-orbitomeatal estejaparalela ao filme.Repouse a cabeça no vértice do crânio.Alinhe o plano mediossagital perpendicularmente à linha média da grade ouda superfície da mesa/Bucky vertical para evitar rotação ou inclinação dacabeça.Raio CentralAlinhe o RC perpendicularmente ao filme ou à LIaM (veja ObseNações).Centre o RC para um ponto a meio caminho entre os ângulos da mandíbula,11/2 polegada (4 cm) inferiormente à sínfise mandibular. . Centre o filme parao RC projetado.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colime para a área da mandíbula.Respiração Prender a respiração.Observações: Se o paciente for incapaz de estender o pescoço o uficiente,angule o tubo para alinhar o RC perpendicular à LIaM.Essa posição é muito desconfortável para o paciente; complete a ncidênciao mais rápido possível.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: . Toda a mandíbula e processos coronóides e condilóides.Posição: A extensão correta do pescoço é indícada pelo seguinte: sínfisemandibular se superpondo ao osso frontal; côndilos mandibulares projetadosanteriormente às cristas petrosas . A ausência de rotação ou inclinação dopaciente é indicada pelo seguinte: distância igual da mandíbula à borda lateraldo crânio em ambos os lados; processos coronóides mandibulares visualizados,projetando-se lateralmente da área dos ramos igualmente em cada lado da mandíbula.Colimação e RC: O campo colimado inclui a mandíbula, e é limitado a ela.Critérios de Exposição: O contraste e a densidade são suficientes paravisualizar a mandíbula superposta ao crânio. . Margens ósseas nítidas indicamausência de movimento.
  30. 30. 408-- OS DA FACETOMOGRAFIA PANOREX - PANORÂMICA: MANDÍBULAFatores TécnicosTamanho do filme - 23 x 30 em (9 x 12 polegadas), sentido transversalChassi curvo sem gradeFaixa de 70 a 80 kVpPreparação da UnidadeFixe o filme à unidade panorex (de tomografia panorâmica).Posicione o tubo e o filme na posiçâo inicial.Eleve o descanso do queixo até aproximadamente o mesmo nível do queixodo paciente.Proteção Coloque avental do tipo colete ao redor do paciente.Posição do PacienteTire todo metal, piástico e outros objetos removíveis da cabeça e do pescoço.Explique ao paciente como o tubo e o filme rodam e o intervalo de temponecessário para exposição.Guie o paciente para dentro da unidade, repousando o queixo do pacienteno bloco de mordedura.Posicione o corpo, a cabeça e o pescoço do paciente conforme mostradoabaixo, na Fig. 12.90. Não permita que a cabeça e o pescoço se estiquempara a frente, mas faça com que o paciente se mantenha próximo, com acoluna reta e os quadris para a frente.Posição da Parte E8Ajuste a altura do descanso para queixo até que a lIOM esteja alinhada emparalelo com o chão. O plano oclusal (plano da superfície de mordedura dosdentes) declina 10° do posterior para o anterior.Alinhe o plano mediossagital com a linha central vertical do descanso para queixo.Posicione o bloco de mordedura entre os dentes frontais do paciente(veja Observação ).Instrua o paciente a colocar os lábios unidos e posicionar a língua no céu da boca.Patologia DemonstradaFraturas da mandíbula e patologia da articulação TMIMandíbulaESPECIAISSubmentovértíce (SMV)panorex (mandíbula e/ou ATM)Raio CentralA direção do feixe de raios X é fixa e ligeiramente cefálica para projetarestruturas anatõmicas, posicionadas na mesma altura, uma por cima daoutra.DFoFi é fixada por unidade panorex.Colimação Um diafragma estreito, com fenda vertical, é fixado ao tubo,fornecendo colimação.Observação: Quando as articulações temporomandibulares são de interesse,uma segunda panorex é obtida com a boca aberta. Isso exige um bloco demordedura maior para ser colocado entre os dentes do paciente.
  31. 31. 409-- OSSOS DA FACECritérios RadiográficosEstruturas Mostradas: . Uma imagem única dos dentes, da mandíbula, dasATM, das fossas nasais, do seio maxilar, dos arcos zigomáticos e das maxilasé mostrada. . Uma porção da coluna ceNical é visualizada.Posição: A mandíbula visualizada sem rotação ou inclinação é indicadapelo seguinte: . ATM no mesmo plano horizontal na imagem. Ramos e dentesposteriores igualmente ampliados de cada lado da imagem. Dentes anteriorese posteriores nitidamente visualizados com aumento uniforme. O posicionamentocorreto do paciente é indicado pelo seguinte: . Sínfise mandibular projetadaum pouco abaixo dos ângulos mandibulares. Mandíbula de formato oval. Planooclusal paralelo ao eixo maior da imagem . Dentes superiores e inferioresposicionados um pouco afastados entre si sem superposição . Coluna ceNicalmostrada sem superposição das ATM.Colimação e RC: A mandíbula está localizada no cE;ntro da imagem.Toda a mandíbula está incluída no campo de colimação.Critérios de Exposição: . A densidade da mandíbula e dos dentes éniforme através de toda a imagem; nenhuma perda de densidade é evidenteno centro. Nenhum artefato está sobreposto à imagem.
  32. 32. 410-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA AXIAL AP: ATM—Método de Towne Modificado.Advertência: A abertura da boca não deve ser tentada em caso de possível fratura.Patologia DemonstradaFraturas e relação/amplitude de movimento alterada entre o côndilo e a fossa TM(Veja Observação 1 relacionada a comparações entre boca aberta e fechada.)ATMESPECIAISAxíal AP (Towne modificado)Obliqua axial lateral (law modificado)Axiallateral (Schuller)Panorex (p. 388)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), sentido transversalGrade móvel ou estacionáriaFaixa de 70 a 80 kVp (se for utilizado controle automático de exposição,reduza a densidade em 20 a 30%)Ponto focal pequenoTécnica e dose:Posição do Paciente Tire todo metal, plástico e outros objetos removíveisda cabeça. Posicione o paciente de pé ou em decúbito dorsal.Posição da ParteRepouse a região posterior do crânio do paciente contra a superfície damesa/Bucky vertical.Encolha o queixo, colocando a linha orbitomeatal perpendicular à superfícieda mesa/Bucky ou colocando a LlOM perpendicular e aumentando o ângulo do RC em rAlinhe o plano mediossagital perpendicularmente à linha média da grandeda superfície da mesa/Bucky vertical para evitar rotação ou inclinação da cabeça.Raio CentralAngule o RC 35° caudalmente a partir da linha orbitomeatal ou 42° a partir da LlOM.Dirija o RC para passar 1 polegada (2,5 cm) anteriormente ao nível dasATM (2 polegadas [5 cm] anteriormente aos MAE).Centre o filme para o RC projetado.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colime em todos os lados para a região de interesse.Respiração Prender a respiração durante a exposição.Observação 1: Alguns protocolos departamentais recomendam, quando acondição do paciente o permite, que essas incidências sejam obtidas tantona posição com a boca fechada quanto na posição com a boca aberta, parafins de comparação.Observação 2: Um aumento adicional de 5° no RC pode mostrar melhoras fossas e articulações TM.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: Processos condilóides da mandíbula e fossastemporomandibulares.Posição: Paciente corretamente posicionado, sem rotação, é indicado peloseguinte: processos condilóides visualizados simetricamente, lateralmente àcoluna cervical; visualização clara da relação entre o côndilo e as fossastemporomandibulares.Colimação e RC: O campo de colimação inclui o processo condilóide damandíbula e a fossa temporomandibular. O centro do campo de colimaçãoé o nível das ATM.Critérios de Exposição: O contraste e a densidade são suficientes para visualizar o processo condilóide e a fossa temporomandibular.Margens ósseas nítidas indicam ausência de movimento.
  33. 33. 411-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA AXIAL LATERAL OBLÍQUA: ATM-- Método de Law ModificadoPatologia DemonstradaRelação/amplitude de movimento alterada entre o côndilo e a fossa TMGeralmente, as imagens são obtidas nas posições com a boca aberta ecom a boca fechada.ATMESPECIALAxial AP (fowne modificado)Oblfqua axiallateral 15° (Law modificado)Axiallateral (Schuller)PanorexFatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), sentido longitudinalGrade estacionária ou móvelFaixa de 70 a 80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose:Posição do Paciente A posição do paciente é de pé ou em decúbito ventral(de pé é preferível, se a condição do paciente o permitir). Repouse o aspecto lateral da cabeça contra a superfície da mesa/Bucky vertical, com o lado deinteresse mais próximo ao filme.Posição da ParteMova o corpo do paciente em uma direção oblíqua, conforme o necessáriopara o conforto do paciente.Evite a inclinação mantendo a linha interpupilar perpendicular ao filme.Alinhe a linha infra-orbitomeatal perpendicular à borda frontal do filme.Da posição lateral, rode a face 150 na direção do filme (plano mediossagitalda cabeça sendo rodado 15° a partir do plano do filme).Raio CentralAngule o RC 150 caudal mente, centrado para 1 1/2 polegada (4 cm) acimada face superior do MAE (para passar através da face inferiorda ATM).(entre o filme para o RC projetado.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colime em todos os lados para produzir um tamanho de campode aproximadamente 4 polegadas (10 cm) em cada lado.Respiração Prender a respiração durante a exposição.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: A articulação temporomandibular mais próximado filme é visível. A imagem com a boca fechada mostra o côndilo dentroda fossa mandibular; o côndilo se move para a margem anterior da fossamandibular na posição com a boca aberta.Posição: Imagens corretamente posicionadas mostram claramente a ATMmais próxima do filme, sem superposição da ATM oposta (rotação de 15°evitando a superposição). A ATM de interesse não é superposta pela colunacervical.Colimação e RC: A ATM mais próxima do filme está localizada no centrodo campo estreitamente colimado.Critérios de Exposição: O contraste e a densidade são suficientes paravisualizar a ATM. . Margens ósseas nítidas indicam ausência de movimento.
  34. 34. 412-- OSSOS DA FACEINCIDÊNCIA AXCIAL LATERAL: ATM – Método de SchullerPatologia Demonstrada Relação/amplitude de movimento alterada entreo côndilo e a fossa TMGeralmente, as imagens são obtidas nas posições com a boca aberta ecom a boca fechada.ATMESPECIALAxial AP (Towne modificado)Oblíqua axiallateral 15° (Law modificado) . Axíallateral (Schuller) .Panorex (p. 377)Fatores TécnicosTamanho do filme - 18 x 24 cm (8 x 10 polegadas), sentido longitudinalGrade estacionária ou móvelFaixa de 70 a 80 kVpPonto focal pequenoTécnica e dose:Posição do Paciente Posicione o paciente de pé ou em decúbito ventral.Repouse o aspecto lateral da cabeça contra a superfície da mesa/ Buckyvertical, com o lado de interesse mais próximo ao filme.Posição da Parte E8Ajuste a cabeça para uma posição lateral verdadeira e mova o corpo dopaciente em uma direção oblíqua, conforme o necessário para oconforto do paciente.Alinhe a linha interpu pilar perpendicular ao filme.Alinhe o plano mediossagital paralelo à superfície da mesa/Bucky.Posicione a linha infra-orbitomeatal perpendicular à borda frontal do filme.Raio CentralAngule o RC 25 a 30° caudal mente, centrado para 1/2 polegada (1,3 cm)anteriormente e 2 polegadas (5 cm) superiormente à face superior do MAE.Centre o filme para a ATM projetada.DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).Colimação Colime em todos os lados para produzir um tamanho de campode aproximadamente 4 polegadas (10 cm) em cada lado.Respiração Prender a respiração durante a exposição.Observação: Essa incidência resulta em maior alongamento do côndebelo,quando comparada ao método de Law modificado.Critérios RadiográficosEstruturas Mostradas: . A ATM mais próxima do filme é visível. . A imagem de boca fechada mostra o côndilo dentro da fossa mandibular; o côndilo semove para a margem anterior da fossa na posição de boca aberta.Posição: . As ATM não estão rodadas, pois não há margens laterais superpostas.Colimação e RC: . A ATM mais próxima do filme está localizada no centro docampo estreitamente colimado.Critérios de Exposição: . O contraste e a densidade são suficientes paravisualizar a ATM. . Margens ósseas nítidas indicam ausência de movimento.
  35. 35. 413-- AOSSOS DA FACERadiografias para CríticaOs estudantes devem determinar se eles podem criticar cada uma dessas cinco radiografias com base nas categorias como descritas no texto ecomo delineadas à direita. Como um exercício inicial de crítica, coloque uma marca em cada categoria que mostra um erro nessa radiografia.Os livros de exercícios* para os estudantes fornecem mais espaço para comentários por escrito e respostas críticas completas para cada umadessas radiografias. As respostas são fornecidas no apêndice no final deste livro.RADIOGRAFIAS A B C D E1. Estruturas mostradas2. Posicionamento3. Colimação e RC4. Critérios de exposição5. Marcadores*Disponíveis apenas na versão em inglês, diretamente da editora Mosby, Inc.

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