Abacate

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Seminário sobre abacateiro e experiência de clonagem.

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Abacate

  1. 1. AbacatePersea americana - Mauricio Soares - Pollyana Lima - Raiane Kelly - Weslei Danilo Senhor do Bonfim – BA 7 de Dezembro, 2012
  2. 2. Origem e História • Descoberto nos primórdios do descobrimento da América; Encontrados na Colômbia e México; • Espécie nativa da América difundida por todo continente americano.Colômbia e México. Disponível em: http://news.bbc.co.uk Abacateiro (foto: http://luciabrandao.zip.net/ )
  3. 3. Importância econômica• O estado de São Paulo é o maior produtor do Brasil seguido do estado do Paraná.
  4. 4. IBGE, 2010
  5. 5. Classificação botânica• Reino: Plantae• Divisão: Magnoliophyta• Classe: Magnoliopsida• Ordem: Laurales• Família: Lauraceae• Género: Persea• Espécie: P. americana Nome binomial Sinónimos Persea americana Laurus persea Mill.
  6. 6. Os abacateiros sãoidentificados em três raças,conforme suas origens: SOBRINHO, 2011
  7. 7. • Híbridos inter-raciais: - Alguns deles constituemvariedades altamente econômicas; - Características intermediárias; - Maior e mais uniforme produção.
  8. 8. Raça Antilhana (P. americana var. americana)
  9. 9. Raça Antilhana (P. americana var. americana)
  10. 10. Raça Guatemalense (P. americana var. guatemalensis)
  11. 11. Raça Guatemalense (P. americana var. guatemalensis)
  12. 12. Raça Mexicana (P. americana var. drymifolia)
  13. 13. Raça Mexicana (P. americana var. drymifolia)
  14. 14. Tratos culturais• Poda - Pós plantio e durante odesenvolvimento inicial, com oobjetivo de orientação da copa eeliminação de ramos e galhos secos; - Facilita a colheita e tratamentosfitossanitários;
  15. 15. • Calagem e Adubação - À partir de análise do solo; - Repetida, pelo menos, a cada quatroanos; - Exigente em NPK.
  16. 16. • Controle de plantas invasoras - Mecânico >Roçada, gradagem e capina. - Químico >Mais utilizado; >Economia de mão-de-obra; >Rapidez na aplicação; >Exige prévio conhecimentos das invasoras para a escolha do herbicida; >Pode causar toxidade se mal manejado.
  17. 17. Propagação• Sementes - Possui muita variação nas plantas obtidas; - Retardamento do início da produção;
  18. 18. • Enxertia - Recomenda-se adquirir mudas enxertadas de viveiristas certificados; - A enxertia possui menor variabilidade de plantas; - Com essa técnica é possível manter a qualidade genética da planta anterior.
  19. 19. Pragas
  20. 20. - Praga: Besouro amarelo- Nome científico: Costalimaita ferruginea vulgata- Parte atacada: Folhas- Defensivos: Fenitrotion, Malation e Tricofon- Instruções para aplicação: Pulverizar um dos inseticidas ao se observar o ataque da praga.
  21. 21. Foto: Cherre Sade
  22. 22. - Praga: Ácaro-das-gemas-florais- Nome científico: Tegolophus perseaflorae- Parte atacada: Gemas florais- Defensivos: Enxofre- Instruções para aplicação: Pulverizar o acaricia tão logo se constate a presença de ácaros semelhantes aos da ferrugem do citrus, na base das inflorescências, mediante o uso de lente de 10 aumentos.
  23. 23. - Praga: Cochonilha- Nome científico: Aspidiotus destructor- Parte atacada: Folhas e frutos- Defensivos: paration etílico, paration metílico- Instruções para aplicação: Proceder à pulverização no início do ataque da praga. Acrescentar 1 litro de óleo mineral miscível a casa 100L de calda inseticida. Repetir após 20 dias se necessário.
  24. 24. - Praga: Coleobroca- Nome cientifico: Apate terebrans- Partes afetadas: Troncos, ramos e frutos.- Instruções de aplicação: Eliminar os ramos afetados.
  25. 25. - Praga: Lagarta- Nome cientifico: Pterourus scamander scamander- Partes afetadas: Folhas e frutos- Defensivo: Fenitrotion, malation tricoflon- Instruções de aplicação: Pulverizar um dos inseticidas no início da ataque da praga. Repetir após 20 – 30 dias, se necessário. Os inseticidas não atingem a lagarta no interior dos frutos.
  26. 26. Doenças
  27. 27. - Doença: Antracnose- Nome cientifico: Colletotrichum gloeosporioide- Partes afetadas: Folhas, ramos, inflorescências e frutos- Defensivos: Benomyl, mancozeb, oxicloreto de cobre- Instruções para aplicação: Pulverizar quando da abertura das primeiras flores. Repetir quando os frutinhos tiverem 2 a 3 cm de comprimento.
  28. 28. - Doença: Cercosporiose- Nome científico: Pseudocercospora purpurea- Partes afetadas: Folhas, inflorescências e frutos.- Defensivos: Benomyl,mancozeb, oxicloreto de cobre- Instruções de aplicação: Pulverizar quando da abertura das primeiras flores. Repetir quando os frutinhos tiverem 2 a 3 cm de comprimento.
  29. 29. - Doença: Oídio- Nome cientifico: Oidium perseae- Partes afetadas: Folhas e flores- Defensivos: Enxofre- Instruções para aplicação: Fazer pulverizações geral da copa por ocasião da florada ou quando as plantas apresentarem queda excessivas de folhas, exibindo pulverulência cinza.
  30. 30. - Doença: Verrugose- Nome cientifico: Sphaceloma persea- Partes afetadas: Folhas, frutos e eventualmente ramos- Defensivos: Benomyl, mancozeb- instruções para aplicação: Pulverizar quando da abertura das primeiras flores. Repetir quando os frutinhos tiverem 2 a 3 cm de comprimento.
  31. 31. dc200.4shared.com
  32. 32. PesquisaAVALIAÇÃO DOS MÉTODOS DE PROPAGAÇÃO DO ABACATE ( Persea Americana )
  33. 33. Resumo Com o experimento visa-se encontraro método de clonagem mais eficiente nacomparação entre as técnicas dealporquia e estaquia.
  34. 34. Materiais - Sacos plásticos para cultivo demudas; - Substrato (solo); - Canivete; - Cordões.
  35. 35. Métodos - Alporquia Retirou-se um pedaço da casca doramo escolhido em forma de anel. Utilizando de um saco plástico paracultivo de mudas, colocou-se agregado eo envolveu no anelamento feito no ramo,amarrando-o com cordão formando uma“bolsa”.
  36. 36. Resultado
  37. 37. - Aparecimento de calosidades De acordo com a literatura eexperimentos (Oliveira et al, 2008),existem variedades que não possuem fácilenraizamento. O experimento de Oliveira foi realizadona variedade Duke 7 na fase adulta eenquanto muda. Comparando oexperimento realizado e o de Oliveira emfaze adulta, os resultados foram muitopróximos.
  38. 38. - Estaquia Para fazer a estaquia cortou-se ramosutilizando do corte em bizel. Após o corte as estacas eramcolocadas em sacos para mudaspossuindo o substrato já molhado.
  39. 39. Resultado
  40. 40. - Não houve enraizamento das estacas Tendo como base a justificativaanterior, crer-se numa dificuldade deenraizamento. Pode-se definir como empecilho airregularidade de irrigação.
  41. 41. Conclusão Apesar de obter-se esses resultados,pode-se considerar tais dados aindainsuficientes para dar um resultadodefinitivo quanto aos dois métodos declonagem.
  42. 42. Referências• Abacate para exportação: aspectos técnicos da produção, 2 ed. rev. aum. / Luiz Carlos Donadio; Ministério da Agricultura, do Abastecimento e da Reforma Agrária, Secretaria de Desenvolvimento Rural, Programa de Apoio à Exportação de Frutas, Hortaliças Flores e Plantas Ornamentais – Brasília : EMBRAPA - SPI, 1995.• KOLLER, OTTO CARLOS, Abacaticultura. Porto Alegre: UFRGS,1992.138p. MARANCA, G. Fruticultura comercial Manga e Abacate. São Paulo: Nobel, 1980. p 81-133.• FOOD AGRICULTURAL ORGANIZATION – FAO. Statistical database. 2010. Disponível em: < faostat.fao.org > Acesso em: 5 de dez. 2012.• CRIZEL, Giseli R.; MOURA, Renata S.; OLIVEIRA, Isadora R.;MENDONÇA, Carla B. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E QUÍMICAS DE ABACATES DAS VARIEDADES QUINTAL E HASS. 2008.• Cultura do abacateiro. USR – ESALQ, 2008. Disponível em < http://www.lpv.esalq.usp.br >. Acesso em: 5 de dezembro de 2012.• SOBRINHO, Rubens. Cultura do Abacate. Minas Gerais: EMATER , 2001.• GAZZIERO, D.L.P.; GUIMARÃES, S.C.; PEREIRA, F.A.R. Plantas daninhas: cuidado com a disseminação. Londrina: EMBRAPA-CNPSo, 1989. 1 folder.• OLIVEIRA, Inez et al . Clonagem do abacateiro variedade "Duke 7" (Persea americana Mill.) por alporquia. 2008. Disponível em: <www.scielo.br> , acesso em 6 de Dezembro de 2012.

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