Escola e Diversidade Etnicorracial

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Escola e Diversidade Etnicorracial

  1. 1. VI Jornada Desigualdades Raciais na Educação Brasileira. Mostra de Experiências Pedagógicas na Implementação da lei nº. 10639
  2. 2. ESCOLA E DIVERSIDADE ETNICORRACIAL:PRATICA PEDAGOGICA NA ESCOLA ESTADUAL“JOAO BATISTA”- TANGARA DA SERRA- MT Marcia Gomes Freire
  3. 3. PROJETO CULTURA QUILOMBOLA Esta comunicação detém-se nas práticas queutilizamos para subsidiar as aulas de história nocontexto da 10.369/03. Entendemos que oconhecimento é multidimensional e que as marcas dacultura são construídas por diversos grupos e estãopresentes na escola através da expressão dorepertório cultural dos alunos e professores com maiorou menor ênfase.
  4. 4. O trabalho teve inicio no primeiro semestrede 2012. Com os alunos da 3ª fase do 3º Ciclo daEscola Estadual “João Batista” localizado nomunicípio de Tangará da Serra MT, no contexto doprojeto de formação continuada Sala do Educador. FOTO:3ªF/ 3ºC
  5. 5. PROJETO CULTURA QUILOMBOLA A seleção do tema do projeto Cultura Quilombola se deu na perspectiva de trabalhar as africanidades brasileiras dentro da perspectiva de um Quilombo. Segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas – INEP. Existem 65 Comunidades Remanescentes de Quilombo Certificadas sendo que duas delas no município de Barra do Bugres - MT, município este que dista a 87 quilômetros de Tangará da Serra – MT.
  6. 6. QUESTÕES PROBLEMATIZADORAS Já ouviram falar em Quilombolas ?Você sabe dizer quem é essa pessoa? O que vocês entendem por resistência?
  7. 7. OBJETIVOS, METODOLOGIA E RECURSOS/MATERIAL DE APOIOOBJETIVO: Conhecer e valorizar a cultura Quilombola em sala de aula;Identificar as grandes contribuições da cultura Quilombola paraconstrução da nossa história; Ampliar o conceito de cidadania, discutindoquestões como respeito ao próximo, religiosidade e sincretismo,preconceito, direitos, inclusão, luta, resistência.METODOLOGIA: aula expositiva, pesquisa, leituras, vídeos, produção detextos e cartazes, aula de campo e produção de vídeo.RECURSOS/MATERIAIS DE APOIO: livros, dicionários, computadores,câmeras digitais, internet, gravuras, celulares, cartolinas, materiais deuso comum (lápis, borracha, cadernos, etc.).
  8. 8. DESCOBRINDO A ÁFRICA
  9. 9. DESENVOLVIMENTO DAS AULASLEITURA:Texto QuilomboPoesia Anjos NegrosGibi: Minas de QuilombosCabelo Ruim? A história de três meninas aprendendo a se aceitarVÍDEOResistência Quilombola .A Terra e o Tempo as Vozes do Quilombo.Sentinelas do Tempo: Mulheres Quilombolas.PESQUISA :Quilombos no Mato Grosso ou Terras de QuilomboPRODUÇÃOTextosCartazesPoesias
  10. 10. LEITURACabelo Ruim? A história de trêsmeninas aprendendo a se aceitarde Neusa Batista Pinto. Livro queintegra o projeto “Pixaim: Nembom, nem ruim – Apenasdiferente” cujo objetivo éestimular a valorização do cabelocrespo, desenvolvido pelo NúcleoMaria Maria, da Central Únicadas Favelas (CUFA-MT).
  11. 11. VÍDEOS Os vídeos A Terra e o Tempo: Vozes do Quilombo, documentário de Sergio Brito das comunidades quilombolas Mata Cavalo e Resistência, localizadas em Nossa Senhora do Livramento, Mato Grosso. O documentário Sentinelas do Tempo: Mulheres Quilombolas Disponivel em: www.youtube.com/watch?v=7tws2MM5h8A
  12. 12. CONSIDERAÇÕES FINAIS O que buscamos aqui foi compartilhar alguns passos natentativa de aplicação da 10.639, sabemos da exigência de novaspráticas pedagógica para que nós possamos superar dentro doespaço escolar, opiniões preconceituosas sobre os negros, osincretismo religioso, a África. Discutir, compreender e pesquisarsobre a diversidade étnica cultural e denunciar o racismo e adiscriminação racial, rompendo com o mito da democracia racial euma tarefa de toda a sociedade da qual o educador não pode seausentar. E com isso talvez possamos deixar de ser branco, índio,negro pra sermos brasileiros.
  13. 13. ReferênciaBRASIL.Conceito e Histórico da Questão Quilombola no Brasil <http://www.seppir.gov.br/destaques/Cartilha%20Quilombola-screen.pdf> Acesso em 20/05/2012.________. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana (2007).www.mec.gov.br/secad/diversidade________. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional,para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”, e dá outras providências. Diário Oficial daUnião. Brasília, DF, 10 jan. 2003.________. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos. Apresentação dos temas transversais/Secretaria de Educação Fundamental. Brasília:MEC/SEF, 1998.CUNHA, Júnior H. As estratégias de combate ao racismo. Movimentos negros na escola, na universidade e no pensamento brasileiro. In:____. Estratégias e políticasde combate adiscriminação racial MUNANGA. Kabengele. (Org.), São Paulo: Edusp, 1996.FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 17 ed. RJ: Paz e Terra, 1987.GONALVES e SILVA., Petronilha Beatriz. Africanidades Brasileiras In: A Cor da Cultura – Saberes e Fazeres –Cadernos de Textos. Rio de Janeiro FundaçãoRoberto Marinho, 2010._________.Prática do Racismo e Formação de Professores In: Múltiplos olhares sobre educação e cultura In: DAYRELL, Juarez (Org.) Belo Horizonte: ed. UFMG,1996.GOMES, Nilma Lino. Educação, relações Etnico-raciais e a Lei nº 10.639/03. In A Cor da Cultura - Saberes e Fazeres – Modo de Fazer. V.1 Rio de Janeiro: FundaçãoRoberto Marinho. 2010.HALL, Stuart. Quem precisa da identidade? In: SILVA, Tomaz Tadeu (org. e trad.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis: Vozes,2000.MUNANGA, K. (Org.). Superando o racismo na escola. Brasília: MEC/SECAD, 2005.PASSOS, Valter Candace e Matriarcado - O Parlamentarismo no Império de Kush http://cnncba.blogspot.com.br/2008/08/candace-e-matriarcado-o-parlamentarismo.html acesso em 15/05/2012.PINTO, Neusa Batista Pinto. Cabelo Ruim? A história de três meninas aprendendo a se aceitar. 3. ed. Cuiabá Editora Tanta TintaSANTOS, Renato Emerson dos. Diversidade, espaço e relações étnico-raciais: o negro na geografia do Brasil. 2. Ed. Belo Horizonte: Editora Gutenberg: 2009.SANTOS, Ângela Maria dos. Historia e Cultura Negra: Quilombos em Mato Grosso. Cuiabá: Gráfica Indústria e Editora Ltda./Seduc, 2009.VEIGA, Ilma Passos Alencastro. A prática pedagógica do professor de Didática. 2. Ed. Campinas, Papirus, 1992.
  14. 14. OBRIGADA! Marcia Gomes Freire Novembro de 2012

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