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TEMA: FOTOSSÍNTESE
ENGENHEIRO AGRÔNOMO: JOSÉ LEANDRO SILVA DE ARAÚJO.
Fone: (091) 98036-3885
E-mail: agro_leandro17@hotmail.com
Índice
 INTRODUÇÃO
 CÉLULA VEGETAL
 ESTRUTURAS ENVOLVIDAS NA FOTOSSÍNTESE
 ESPECTRO DE ABSORÇÃO DE LUZ
 UNIDADES FOTOSSINTÉTICAS
 PIGMENTOS FOTOSSINTÉTICOS
 ETEPAS E PROCESSOS DA FOTOSSINTÉTICOS (FOTOQUÍMICO, DIFUSIVO E
BIOQUÍMICO)
 ECOFISIOLOGIA DA FOTOSSÍNTESE
 FATORES LIMITANTE
 EXTERNOS, INTERNOS E OUTROS FATORES
INTRODUÇÃO
CONCEITO:
Fisiologia vegetal é ramo da botânica que trata dos
fenômenos vitais que ocorrem nas plantas, ou seja, como
funciona os vegetais (AMABIS, 2004).
1
BOTÂNICA
CITOLOGIA
Fisiologia vegetal
HISTOLGIA
BIOLOGIA
NUTRIÇÃO
MINERAL DE
PLANTAS
Slide
CONCEITO:
Fotossíntese (do grego PHOTOS: LUZ; SYNTIHANAY:
PRODUÇÃO) é o processo celular pelo qual os seres
autróficos produzem substâncias orgânicas, através de
substâncias inorgânicas. (AMABIS, 2004)
INTRODUÇÃO 2
Slide
INTRODUÇÃO
Síntese de compostos orgânicos, a partir de compostos inorgânicos simples (CO2
e H2O) na presença da luz.
Fonte de energia de todos os seres vivos (direta ou indiretamente), onde a fonte
primária de energia é o sol.
Responsável pela manutenção da vida na terra: O2
3
CÉLULA VEGETAL
FIGURA-1: Esquema de
uma célula vegetal.
Fonte: Infoescola.
4
ESTRUTURAS ENVOLVIDOS NA
FOTOSSÍNTESE
Célula
clorofilada
Membrana do tilacóide
Esquema da
molécula de
clorofila
Folha
Granum
Parede
celular
Cloroplasto
Membrana externa
Membrana
interna
Tilacóide
Granum
Estroma
DNA
Núcleo
Vacúolo
Cloroplasto
Tilacóide
Complexo antena
FIGURA-2: Esquema das
estruturas das fotossíntese.
5
Espectro de absorção de luz
Luz visível
Violeta azul verde amarelo laranja vermelho
Ultravioleta
Raios X
Raios
Gama
Ondas de rádio
e TV
Microondas
Infravermelhos
Comprimento
de Onda
Freqüência (Hz)
1021 1018 1016 7. 1014 4 . 1014 1012 1010 104
0,1nm 10nm 100nm 400------740nm 10mm 50mm 100mm
Unidades:
mm: 10-6 m
nm: 10-9 m
A: 10-10 m
FIGURA-3: Espectro de luz branca
6
Espectro de absorção de luz
Para ocorre a fotossíntese precisa-se de estimulo luminoso para transferências de elétrons no complexo
da antena.
FIGURA-3: absorção de luz pelos pigmentos fotossíntetico
Clorofila
B
Clorofila
AClorofila
B
Clorofila
A
7
UNIDADES FOTOSSINTÉTICAS
AS UNIDADES FOTOSSINTÉTICAS SÃO GRUPOS DE PIGMENTOS QUE UTILIZAM A
TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA DE EXCITAÇÃO.
Estrutura: ANTENA, CENTRO DE REAÇÃO, APRISIONADOR e CLOROFILA.
EXISTEM DUAS UNIDADES FOTOSSINTÉTICAS: FOTOSSISTEMA I E
FOTOSSISTEMA II.
ELES FUNCIONAM EM SÉRIE, ABSORVEM LUZ E TRANSFEREM ELÉTRONS UM PARA O
OUTRO, ATRAVÉS DE REAÇÕES QUÍMICAS (REAÇÕES DE ÓXIDO-REDUÇÃO)
8
Centro de reação
Aceptor
de elétrons
Doador de elétrons
Fóton
clorofila
FOTOSSISTEMA I – P700  700nm
FOTOSSISTEMA II – P680 680nm
Membrana do tilacóide
Complexo antena
FIGURA-4: Do complexo antera
9
PIGMENTOS FOTOSSÍNTETICOS
 Clorofila a: Responsável pelo transporte de elétrons, e por fazer a conversão de energia luminosa em
energia química.
 Clorofila b: Não é capaz de transformar energia luminosa em energia química, atua como pigmento
acessório da fotossíntese.
 A sua função é captar as energias dos elétrons, e passar para clorofila a, é também a aumentar a absorção
espectral da luz utilizado na fotossíntese (luz azul)
 Carotenoides: São pigmentos de cor amarelo, laranja e vermelho, sendo a sua principal função é o fator
de proteção, dissipando o excesso de energia luminosas que poderiam danificar as moléculas de clorofilas
10
ETAPA E PROCESSOS DA
FOTOSSINTÉTICOS
A FOTOSSÍNTESE OCORRE EM DUAS ETAPA:
 ETAPA ESCURA.
 ETAPA CLARA.
EM 3 PROCESSO:
 PROCESSO FOTOQUÍMICO (ETAPA CLARA)
 PROCESSO DIFUSIVO (ETAPA CLARA)
 PROCESSO BIOQUÍMICO (ETAPA ESCURA)
11
ETAPA CLARA, PROCESSOS
FOTOQUÍMICO
 ESSE PROCESSO OCORRE NA MEMBRANAS DOS
TILACÓIDES.
 Moléculas de clorofila absorvem luz
 FOTÓLISE DA ÁGUA
 TRANSPORTE DE ELÉTRONS = NADPH2
 PRODUÇÃO DE ATP - (Fotofosforilação cíclica e acíclica).
11
ETAPA CLARA, PROCESSOS
FOTOQUÍMICO
FIGURA-5:
Esquema Z da
fotossíntese.
12
ETAPA CLARA, PROCESSOS
FOTOQUÍMICO
FIGURA-6: Esquema Z da
fotossíntese.
13
VERMELHA
VERMELHA
FIGURA-7: Esquema Z da fotossíntese.
14
ETAPA CLARA, PROCESSOS DIFUSIVO
É a etapa de difusão do co2 do ar para o interior dos cloroplastos das folhas.
[ CO2 ] CLOROPLASTO
[ CO2 ] AR
FIGURA-8: Esquema Z da fotossíntese.
15
ETAPA ESCURA, PROCESSOS
BIOQUÍMICO
 É o processo onde a energia química produzida pelo processo
fotoquímico (ATPs e NADPH) é utilizada para incorporar o co2
atmosférico.
 Local= estroma
 Fixação o carbono ( Co2 ).
 Só dos H2 conduzidos pelo NADPH e do ATPS
 PRODUÇÃO DE triose-fosfato (carboidrato).
 Ciclo C3, C4 e CAM.
16
feijão
Soja
ETAPA ESCURA, PROCESSOS BIOQUÍMICO
(C3)
O ciclo de Calvin opera em três fase:
(1) Carboxilação,
(2) Redução,
(3) Regeneração.
A principal enzima: RUBP-carboxilase
(RUBISCO)
A RUBISCO TEM AFINIDADE COM GÁS
CARBONICO E GÁS OXIGÊNIO
FIGURA-:Ciclo De Calvin-Benson (Ciclo C3).
Ciclo C3
17
CICLO DE CALVIN
Fonte:http://www.netxplica.com/figuras_netxplica/exanac/ciclo.calvin.completo.1.png
18
ETAPA ESCURA, PROCESSOS
BIOQUÍMICO
As plantas C4 são adaptadas:
a) A grandes extremos de intensidade de luz.
b) Grandes temperaturas.
c) Secas.
d) O CO2 apresenta maior afinidade pela enzima PEP-carboxilase (PEP-
case) que a enzima RUBP-carboxilase (RUBISCO) do ciclo de Calvin.
E) A enzima PEP-case não tem afinidade com oxigênio.
FIGURA-5: Plantas C4:
19
Milho
Cana-de-
açúcar
FIGURA-:Ciclo de Hartc & Slack (Ciclo C4).
20
Plantas C4 apresentam uma
grande vantagem em relação às
plantas C3 porque o CO2, fixado
pela via C4, é essencialmente
“bombeado” das células do mesófilo
para as células da bainha vascular.
+ PEP carboxilase, - rubisco
- PEP carboxilase, + rubisco
Ciclo C4
21
As plantas C4 apresenta 2 tipos distintos de células fotossintetizantes, as células da bainha perivascular e as células do
mesófilo
As células do mesófilo, mais externas e adjacentes à epiderme da folha, contêm a enzima fosfoenolpiruvato
carboxilase (PEP carboxilase), sendo, entretanto, desprovidas de rubisco.
As da bainha perivascular, mais internas e adjacentes ao tecido vascular, são, ao contrário das anteriores, dotadas de
rubisco e desprovidas de PEP carboxilase.
ETAPA ESCURA, PROCESSOS
BIOQUÍMICO
CICLO DAS CRASSULÁCEAS (CICLO CAM OU MAC)
As crassuláceas apresentam as seguintes características:
 Absorvem CO2 no escuro, com os estômatos abertos durante a noite (Fotossíntese Noturna)
 Apresentam uma produção diária de ácidos orgânicos (ácido málico)
 Suas folhas apresentam poucos espaços intercelulares;
 Cutículas e paredes celulares espessas;
 Estômatos especializados e relação superfície/volume muito baixa.
 São plantas característico de lugares secos (caatinga)
 Não perdem Co2 para atmosfera.
22
FIGURA: plantas xerófitas
23
24
25
PRINCÍPIO DO FATOR LIMITANTE 26
FATORES QUE INFLUÊNCIAM NA FOTOSSÍNTESE
FATORES
EXTERNOS:
 LUZ
 CO2
 TEMPERATURA
 ÁGUA
 OXIGÊNIO
FATORES INTERNOS:
 IDADE DA FOLHA
 ESTRUTURA DA FOLHA
 DISTRIBUIÇÃO DE ESTÔMATOS
 ARQUITETURA FOLIAR
OUTROS:
 FERTILIDADE DO SOLO
 DOENÇAS E PRAGAS
27
28
Luz
O efeito de radiação é o determinante básico do crescimento das plantas
através dos seus efeitos sobre a fotossíntese e outros processos
fisiológicos, como a transpiração..
A absorção e a utilização fotossintética da energia radiante pela comunidade
vegetal estão relacionadas com a quantidade de energia recebida pelas
folhas de forma individual, e pelas plantas como um todo.
29
Luz
 PONTO DE COMPENSAÇÃO LUMINOSO
É a intensidade de luz onde a velocidade de fotossíntese é igual velocidade de respiração. A planta produz e
gasta a mesma quantidade de carboidratos, não realiza trocas gasosas com o meio, isto é, todo o O2 é gasto e
todo CO2 é gasto.
30
Para ocorre a fotossíntese precisa-se de estimulo luminoso para transferências de elétrons no complexo
da antena.
Clorofila
B
Clorofila
AClorofila
B
Clorofila
A
Temperatura
As vias metabólicas são catalisadas por enzimas, que tem sua ação afetada pela
temperatura.
Com isso taxas de crescimento e acúmulo de matéria seca, além de diversos
outros processos irão variar com a variação da temperatura durante o dia.
Altas temperaturas causam a fotorrespiração.
TEMPERATURA FOTOSSÍNTESE RESPIRAÇÃO
20 ºC 100% 12%
48 ºC 0% 100%
32
Concentração de Co2
 Sem vento: A fotossíntese decresce (camada limitrofe).
 Com vento: A fotossíntese aumenta em torno de 20% (maior concentração de CO2 ao redor das
folhas).
 Fertilização artificial com CO2 em estufas ocorreu o aumento da produção, acima disso provoca
efeito tóxico.
 Desvantagens do efeito tóxico: diminui a fotossíntese por causa do fechamento dos estômatos
(acidificação do mesófilo).
33
 Falta de água provoca diminuição da fotossíntese, principalmente pelo
fechamentos dos estômatos, onde a entrada de CO2 fica impedida. Estas
deduções são acentuadas, e a fotossíntese cessa no P.M.P
 Em condições de campo, muitas plantas cessam a fotossíntese nas horas mais
quentes do dia, devido ao fechamento estomático, provocado pelo aumento
muito grande da perda de água por transpiração, não compensado pela taxa de
absorção da água, fenômeno este chamado de MURCHA TEMPORÁRIA.
 Hidrolise da água dentro da planta.
34
Figura. Variação diária da fotossíntese em batateira, mostrando a redução da fotossíntese ao redor das
12 horas (MURCHA TEMPORÁRIA OU DÉFICIT DO MEIO DIA).
F
O
T
O
S
S
Í
N
T
E
S
E
6 12 18
HORAS DO DIA
35
Em muitas plantas o aumento de concentração de oxigênio
diminui a taxa de fotossíntese líquida, provavelmente pelo
aumento na atividade fotorrespiratória (C3).
 Outras espécies de plantas terrestres, como o milho, a
cana de açúcar e o sorgo, não apresentam este efeito
(Plantas C4).
36
37
38
Idades das folhas
A fotossíntese aumenta até a maturidade das folhas
ou um pouco depois, a partir daí declina fortemente
com a idade, tanto em plantas perenes quanto as de
ciclo curto.
39
Figura. Variação da fotossíntese em folhas em função de sua idade
fisiológica.
JOVEM MADURA SENIL
F
O
T
O
S
S
Í
N
T
E
S
E
40
Estruturas das folhas
 Tamanho, posição e eficiência dos estômatos.
 Espessura da cutícula.
 Distribuição e eficiência do sistema vascular.
 Folhas de sol e folhas de sombra.
 Translocação dos fotoassimilados.
41
Estruturas das folhas
Por arquitetura foliar entende-se a sua disposição e ângulo de
inclinação que fazem com o solo.
Arquitetura que permita uma maior penetração de luz na cultura, de
modo a evitar o autossombreamento, aumenta a produção.
42
43
44
Fertilidade do solo
A falta de qualquer elemento essencial no solo alterará
indiretamente a atividade fotossintética.
Deficiências de certos elementos específicos, tais como N e Mg,
constituintes das clorofilas, e de Fe, essencial à sua síntese,
provocarão uma maior diminuição na fotossíntese.
Deficiência de N, Mg, Fe e S produzem diminuições na fotossíntese
antes mesmo do aparecimento dos sintomas visuais.
45
Pragas e doenças
 O ataque de pragas e doenças diminui a
área foliar.
 Insetos picadores e lagartas.
46
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Fisiologia Vegetal e Ecofisiologia: Fotossíntese

  • 1. TEMA: FOTOSSÍNTESE ENGENHEIRO AGRÔNOMO: JOSÉ LEANDRO SILVA DE ARAÚJO. Fone: (091) 98036-3885 E-mail: agro_leandro17@hotmail.com
  • 2. Índice  INTRODUÇÃO  CÉLULA VEGETAL  ESTRUTURAS ENVOLVIDAS NA FOTOSSÍNTESE  ESPECTRO DE ABSORÇÃO DE LUZ  UNIDADES FOTOSSINTÉTICAS  PIGMENTOS FOTOSSINTÉTICOS  ETEPAS E PROCESSOS DA FOTOSSINTÉTICOS (FOTOQUÍMICO, DIFUSIVO E BIOQUÍMICO)  ECOFISIOLOGIA DA FOTOSSÍNTESE  FATORES LIMITANTE  EXTERNOS, INTERNOS E OUTROS FATORES
  • 3. INTRODUÇÃO CONCEITO: Fisiologia vegetal é ramo da botânica que trata dos fenômenos vitais que ocorrem nas plantas, ou seja, como funciona os vegetais (AMABIS, 2004). 1 BOTÂNICA CITOLOGIA Fisiologia vegetal HISTOLGIA BIOLOGIA NUTRIÇÃO MINERAL DE PLANTAS Slide
  • 4. CONCEITO: Fotossíntese (do grego PHOTOS: LUZ; SYNTIHANAY: PRODUÇÃO) é o processo celular pelo qual os seres autróficos produzem substâncias orgânicas, através de substâncias inorgânicas. (AMABIS, 2004) INTRODUÇÃO 2 Slide
  • 5. INTRODUÇÃO Síntese de compostos orgânicos, a partir de compostos inorgânicos simples (CO2 e H2O) na presença da luz. Fonte de energia de todos os seres vivos (direta ou indiretamente), onde a fonte primária de energia é o sol. Responsável pela manutenção da vida na terra: O2 3
  • 6. CÉLULA VEGETAL FIGURA-1: Esquema de uma célula vegetal. Fonte: Infoescola. 4
  • 7. ESTRUTURAS ENVOLVIDOS NA FOTOSSÍNTESE Célula clorofilada Membrana do tilacóide Esquema da molécula de clorofila Folha Granum Parede celular Cloroplasto Membrana externa Membrana interna Tilacóide Granum Estroma DNA Núcleo Vacúolo Cloroplasto Tilacóide Complexo antena FIGURA-2: Esquema das estruturas das fotossíntese. 5
  • 8. Espectro de absorção de luz Luz visível Violeta azul verde amarelo laranja vermelho Ultravioleta Raios X Raios Gama Ondas de rádio e TV Microondas Infravermelhos Comprimento de Onda Freqüência (Hz) 1021 1018 1016 7. 1014 4 . 1014 1012 1010 104 0,1nm 10nm 100nm 400------740nm 10mm 50mm 100mm Unidades: mm: 10-6 m nm: 10-9 m A: 10-10 m FIGURA-3: Espectro de luz branca 6
  • 9. Espectro de absorção de luz Para ocorre a fotossíntese precisa-se de estimulo luminoso para transferências de elétrons no complexo da antena. FIGURA-3: absorção de luz pelos pigmentos fotossíntetico Clorofila B Clorofila AClorofila B Clorofila A 7
  • 10. UNIDADES FOTOSSINTÉTICAS AS UNIDADES FOTOSSINTÉTICAS SÃO GRUPOS DE PIGMENTOS QUE UTILIZAM A TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA DE EXCITAÇÃO. Estrutura: ANTENA, CENTRO DE REAÇÃO, APRISIONADOR e CLOROFILA. EXISTEM DUAS UNIDADES FOTOSSINTÉTICAS: FOTOSSISTEMA I E FOTOSSISTEMA II. ELES FUNCIONAM EM SÉRIE, ABSORVEM LUZ E TRANSFEREM ELÉTRONS UM PARA O OUTRO, ATRAVÉS DE REAÇÕES QUÍMICAS (REAÇÕES DE ÓXIDO-REDUÇÃO) 8
  • 11. Centro de reação Aceptor de elétrons Doador de elétrons Fóton clorofila FOTOSSISTEMA I – P700  700nm FOTOSSISTEMA II – P680 680nm Membrana do tilacóide Complexo antena FIGURA-4: Do complexo antera 9
  • 12. PIGMENTOS FOTOSSÍNTETICOS  Clorofila a: Responsável pelo transporte de elétrons, e por fazer a conversão de energia luminosa em energia química.  Clorofila b: Não é capaz de transformar energia luminosa em energia química, atua como pigmento acessório da fotossíntese.  A sua função é captar as energias dos elétrons, e passar para clorofila a, é também a aumentar a absorção espectral da luz utilizado na fotossíntese (luz azul)  Carotenoides: São pigmentos de cor amarelo, laranja e vermelho, sendo a sua principal função é o fator de proteção, dissipando o excesso de energia luminosas que poderiam danificar as moléculas de clorofilas 10
  • 13. ETAPA E PROCESSOS DA FOTOSSINTÉTICOS A FOTOSSÍNTESE OCORRE EM DUAS ETAPA:  ETAPA ESCURA.  ETAPA CLARA. EM 3 PROCESSO:  PROCESSO FOTOQUÍMICO (ETAPA CLARA)  PROCESSO DIFUSIVO (ETAPA CLARA)  PROCESSO BIOQUÍMICO (ETAPA ESCURA) 11
  • 14. ETAPA CLARA, PROCESSOS FOTOQUÍMICO  ESSE PROCESSO OCORRE NA MEMBRANAS DOS TILACÓIDES.  Moléculas de clorofila absorvem luz  FOTÓLISE DA ÁGUA  TRANSPORTE DE ELÉTRONS = NADPH2  PRODUÇÃO DE ATP - (Fotofosforilação cíclica e acíclica). 11
  • 16. ETAPA CLARA, PROCESSOS FOTOQUÍMICO FIGURA-6: Esquema Z da fotossíntese. 13
  • 18. ETAPA CLARA, PROCESSOS DIFUSIVO É a etapa de difusão do co2 do ar para o interior dos cloroplastos das folhas. [ CO2 ] CLOROPLASTO [ CO2 ] AR FIGURA-8: Esquema Z da fotossíntese. 15
  • 19. ETAPA ESCURA, PROCESSOS BIOQUÍMICO  É o processo onde a energia química produzida pelo processo fotoquímico (ATPs e NADPH) é utilizada para incorporar o co2 atmosférico.  Local= estroma  Fixação o carbono ( Co2 ).  Só dos H2 conduzidos pelo NADPH e do ATPS  PRODUÇÃO DE triose-fosfato (carboidrato).  Ciclo C3, C4 e CAM. 16 feijão Soja
  • 20. ETAPA ESCURA, PROCESSOS BIOQUÍMICO (C3) O ciclo de Calvin opera em três fase: (1) Carboxilação, (2) Redução, (3) Regeneração. A principal enzima: RUBP-carboxilase (RUBISCO) A RUBISCO TEM AFINIDADE COM GÁS CARBONICO E GÁS OXIGÊNIO FIGURA-:Ciclo De Calvin-Benson (Ciclo C3). Ciclo C3 17
  • 22. ETAPA ESCURA, PROCESSOS BIOQUÍMICO As plantas C4 são adaptadas: a) A grandes extremos de intensidade de luz. b) Grandes temperaturas. c) Secas. d) O CO2 apresenta maior afinidade pela enzima PEP-carboxilase (PEP- case) que a enzima RUBP-carboxilase (RUBISCO) do ciclo de Calvin. E) A enzima PEP-case não tem afinidade com oxigênio. FIGURA-5: Plantas C4: 19 Milho Cana-de- açúcar
  • 23. FIGURA-:Ciclo de Hartc & Slack (Ciclo C4). 20 Plantas C4 apresentam uma grande vantagem em relação às plantas C3 porque o CO2, fixado pela via C4, é essencialmente “bombeado” das células do mesófilo para as células da bainha vascular. + PEP carboxilase, - rubisco - PEP carboxilase, + rubisco
  • 24. Ciclo C4 21 As plantas C4 apresenta 2 tipos distintos de células fotossintetizantes, as células da bainha perivascular e as células do mesófilo As células do mesófilo, mais externas e adjacentes à epiderme da folha, contêm a enzima fosfoenolpiruvato carboxilase (PEP carboxilase), sendo, entretanto, desprovidas de rubisco. As da bainha perivascular, mais internas e adjacentes ao tecido vascular, são, ao contrário das anteriores, dotadas de rubisco e desprovidas de PEP carboxilase.
  • 25. ETAPA ESCURA, PROCESSOS BIOQUÍMICO CICLO DAS CRASSULÁCEAS (CICLO CAM OU MAC) As crassuláceas apresentam as seguintes características:  Absorvem CO2 no escuro, com os estômatos abertos durante a noite (Fotossíntese Noturna)  Apresentam uma produção diária de ácidos orgânicos (ácido málico)  Suas folhas apresentam poucos espaços intercelulares;  Cutículas e paredes celulares espessas;  Estômatos especializados e relação superfície/volume muito baixa.  São plantas característico de lugares secos (caatinga)  Não perdem Co2 para atmosfera. 22 FIGURA: plantas xerófitas
  • 26. 23
  • 27. 24
  • 28. 25
  • 29. PRINCÍPIO DO FATOR LIMITANTE 26
  • 30. FATORES QUE INFLUÊNCIAM NA FOTOSSÍNTESE FATORES EXTERNOS:  LUZ  CO2  TEMPERATURA  ÁGUA  OXIGÊNIO FATORES INTERNOS:  IDADE DA FOLHA  ESTRUTURA DA FOLHA  DISTRIBUIÇÃO DE ESTÔMATOS  ARQUITETURA FOLIAR OUTROS:  FERTILIDADE DO SOLO  DOENÇAS E PRAGAS 27
  • 31. 28
  • 32. Luz O efeito de radiação é o determinante básico do crescimento das plantas através dos seus efeitos sobre a fotossíntese e outros processos fisiológicos, como a transpiração.. A absorção e a utilização fotossintética da energia radiante pela comunidade vegetal estão relacionadas com a quantidade de energia recebida pelas folhas de forma individual, e pelas plantas como um todo. 29
  • 33. Luz  PONTO DE COMPENSAÇÃO LUMINOSO É a intensidade de luz onde a velocidade de fotossíntese é igual velocidade de respiração. A planta produz e gasta a mesma quantidade de carboidratos, não realiza trocas gasosas com o meio, isto é, todo o O2 é gasto e todo CO2 é gasto. 30
  • 34. Para ocorre a fotossíntese precisa-se de estimulo luminoso para transferências de elétrons no complexo da antena. Clorofila B Clorofila AClorofila B Clorofila A
  • 35. Temperatura As vias metabólicas são catalisadas por enzimas, que tem sua ação afetada pela temperatura. Com isso taxas de crescimento e acúmulo de matéria seca, além de diversos outros processos irão variar com a variação da temperatura durante o dia. Altas temperaturas causam a fotorrespiração. TEMPERATURA FOTOSSÍNTESE RESPIRAÇÃO 20 ºC 100% 12% 48 ºC 0% 100% 32
  • 36. Concentração de Co2  Sem vento: A fotossíntese decresce (camada limitrofe).  Com vento: A fotossíntese aumenta em torno de 20% (maior concentração de CO2 ao redor das folhas).  Fertilização artificial com CO2 em estufas ocorreu o aumento da produção, acima disso provoca efeito tóxico.  Desvantagens do efeito tóxico: diminui a fotossíntese por causa do fechamento dos estômatos (acidificação do mesófilo). 33
  • 37.  Falta de água provoca diminuição da fotossíntese, principalmente pelo fechamentos dos estômatos, onde a entrada de CO2 fica impedida. Estas deduções são acentuadas, e a fotossíntese cessa no P.M.P  Em condições de campo, muitas plantas cessam a fotossíntese nas horas mais quentes do dia, devido ao fechamento estomático, provocado pelo aumento muito grande da perda de água por transpiração, não compensado pela taxa de absorção da água, fenômeno este chamado de MURCHA TEMPORÁRIA.  Hidrolise da água dentro da planta. 34
  • 38. Figura. Variação diária da fotossíntese em batateira, mostrando a redução da fotossíntese ao redor das 12 horas (MURCHA TEMPORÁRIA OU DÉFICIT DO MEIO DIA). F O T O S S Í N T E S E 6 12 18 HORAS DO DIA 35
  • 39. Em muitas plantas o aumento de concentração de oxigênio diminui a taxa de fotossíntese líquida, provavelmente pelo aumento na atividade fotorrespiratória (C3).  Outras espécies de plantas terrestres, como o milho, a cana de açúcar e o sorgo, não apresentam este efeito (Plantas C4). 36
  • 40. 37
  • 41. 38
  • 42. Idades das folhas A fotossíntese aumenta até a maturidade das folhas ou um pouco depois, a partir daí declina fortemente com a idade, tanto em plantas perenes quanto as de ciclo curto. 39
  • 43. Figura. Variação da fotossíntese em folhas em função de sua idade fisiológica. JOVEM MADURA SENIL F O T O S S Í N T E S E 40
  • 44. Estruturas das folhas  Tamanho, posição e eficiência dos estômatos.  Espessura da cutícula.  Distribuição e eficiência do sistema vascular.  Folhas de sol e folhas de sombra.  Translocação dos fotoassimilados. 41
  • 45. Estruturas das folhas Por arquitetura foliar entende-se a sua disposição e ângulo de inclinação que fazem com o solo. Arquitetura que permita uma maior penetração de luz na cultura, de modo a evitar o autossombreamento, aumenta a produção. 42
  • 46. 43
  • 47. 44
  • 48. Fertilidade do solo A falta de qualquer elemento essencial no solo alterará indiretamente a atividade fotossintética. Deficiências de certos elementos específicos, tais como N e Mg, constituintes das clorofilas, e de Fe, essencial à sua síntese, provocarão uma maior diminuição na fotossíntese. Deficiência de N, Mg, Fe e S produzem diminuições na fotossíntese antes mesmo do aparecimento dos sintomas visuais. 45
  • 49. Pragas e doenças  O ataque de pragas e doenças diminui a área foliar.  Insetos picadores e lagartas. 46
  • 53. Pela atenção de todos, muito obrigado!