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ADM: João Tonheiro
Aula: Avaliação da fertilidade
do solo e estado nutricional
das plantas
Prof. José Leandro Silva de Araújo.
Prof. Ciências Agrárias e engenheiro agrônomo.
ADM: João Tonheiro
1
 Para avaliar a fertilidade do solo é das plantas usa-se
3 ferramentas:
 Análise de solo.
 Análise foliar.
 Diagnose visual.
 É uma forma de avaliar a fertilidade e o estado
nutricional do solo e da planta, buscando a
melhor forma de adubar, evitando gastos com
adubos de forma errada ou desnecessária.
1
1
Diminuir gastos com
adubo e corretivos
1
 As planta para sua sobrevivência e nutrição precisam
de alguns nutrientes, onde são eles:
 MACRONUTRIENTES: N, P, K, Ca, Mg e S.
 MICRONUTRIENTES: B, Fe, Zn, Mo, Ni, Cu,Mn e Cl
Diagnose visual
Primeira ferramenta de avaliação:
1
 É o produtor observar a deficiência ou
excesso de nutrientes nas.:
 Folha (A grande maioria).
 Raiz.
 Caule.
Fruto.
1
Fundamentos
Generalização Simetria Gradiente
1
Generalização: a deficiência deve ocorrer em toda
área ou boa parte dela.
1
Simetria: a deficiência deve ser simétrica na folha, semelhante
um espelho  caso não tenha simétrica pode ser doença.
Gradiente: está relacionado a mobilidade do nutriente na planta.
1
Móveis na planta
N, P, K, S e Mg
Folhas velhas
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planta
Ca e Micronutrientes
Folhas novas
Altamente
móveis
Móveis
Parcialmente
móveis
Imóveis
Nitrogênio Fósforo Zinco Boro
Potássio Cloro Cobre Cálcio
Sódio Enxofre Manganês
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Tabela 1. Mobilidade comparada dos nutrientes aplicados nas
folhas. Em cada grupo os elementos aparecem em ordem
decrescente .
1
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1
Nitrogênio (N)
1
Folha velhas
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Planta videira
Deficiência de Nitrogênio
Plantas sadias
Planta sadia Coloração amarelada da folha de
maneira generalizada
1
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1
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Deficiência de Potássio
1
Cálcio (Ca)
1
Magnésio (Mg)
Figura: Planta com deficiência de Mg – Fazenda Santo Antônio
Figura: Planta com deficiência de Mg – Fazenda Santo Antônio
1
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Figura: Deficiência de boro
Foto: Saldanha, 2014
Figura: Deficiência de Boro.
1
Zinco (Zn)
1
É a visualização de sintomas de deficiências,
manifestados pelas plantas ainda em campo, se
constituir em RECURSO AUXILIAR importante na
identificação de possíveis carência nutricionais.
LIMITAÇÕES
OBS: A deficiência já estar ocorrendo na planta.
1
 LIMITAÇÕES
Parte da produção já estar comprometido.
Pode haver varias deficiência.
Condições de seca.
Pouco eficiência para adoção de medidas corretivas em culturas
de ciclo curto.
Compactação do solo.
Produto fitossanitário ou toxidez por herbicida.
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Análise foliar
Segunda ferramenta de avaliação:
1
ANÁLISE FOLIAR
Analisar as folhas, com objetivo de ver caso a planta
estiver absorvendo os nutrientes do solos, e o estado
nutricional dos macros e MICRONUTRIENTES.
1
ANÁLISE FOLIAR
 Elaborar um croqui de campo no qual se determinarão as quadras que
apresentam condições similares.
 Definição das quadras homogêneas
 Isto é, as unidades homogêneas:
 Mesmo tipo de solo,
 Classe textural,
 Fertilidade,
 Variedade (origem do material genético)
 Idade das plantas (estágio de desenvolvimento semelhante),
 Histórico da área, topografia, tipo de cobertura e manejo.
1
ANÁLISE FOLIAR
 Época para amostragem foliar
 Como os teores dos nutrientes no tecido
foliar variam durante o ano.
 As amostragem devem realizada sempre na
mesma época, para que os resultados sejam
comparáveis de um ano para o outro.
1
ANÁLISE FOLIAR
 Época para amostragem foliar
 Em regiões de clima chuvoso, a época ideal para a coleta das amostras deve
coincidir com o final da estação seca ou no período menos chuvoso.
 Nesta época os teores dos nutrientes nas folhas são mais estáveis.
 Recomenda-se efetuar a amostragem no mínimo 3-4 meses após a aplicação dos
adubos.
 É necessário esperar 36 horas após uma chuva acima de 20 mm para se efetuar a
coleta das amostras.
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um dia, o ideal é que toda a amostragem seja feita no intervalo de 6h e 30min a 10h
e 30min horas.
1
ANÁLISE FOLIAR
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2 folíolos
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Dendezeiro
1
ANÁLISE FOLIAR
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1
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1
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Avaliação da fertilidade do solo e estado nutricional das plantas

  • 2. Aula: Avaliação da fertilidade do solo e estado nutricional das plantas Prof. José Leandro Silva de Araújo. Prof. Ciências Agrárias e engenheiro agrônomo. ADM: João Tonheiro
  • 3. 1  Para avaliar a fertilidade do solo é das plantas usa-se 3 ferramentas:  Análise de solo.  Análise foliar.  Diagnose visual.
  • 4.
  • 5.  É uma forma de avaliar a fertilidade e o estado nutricional do solo e da planta, buscando a melhor forma de adubar, evitando gastos com adubos de forma errada ou desnecessária. 1
  • 7. 1  As planta para sua sobrevivência e nutrição precisam de alguns nutrientes, onde são eles:  MACRONUTRIENTES: N, P, K, Ca, Mg e S.  MICRONUTRIENTES: B, Fe, Zn, Mo, Ni, Cu,Mn e Cl
  • 9.
  • 10. 1  É o produtor observar a deficiência ou excesso de nutrientes nas.:  Folha (A grande maioria).  Raiz.  Caule. Fruto.
  • 12. 1 Generalização: a deficiência deve ocorrer em toda área ou boa parte dela.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
  • 20. 1 Simetria: a deficiência deve ser simétrica na folha, semelhante um espelho  caso não tenha simétrica pode ser doença.
  • 21.
  • 22. Gradiente: está relacionado a mobilidade do nutriente na planta. 1 Móveis na planta N, P, K, S e Mg Folhas velhas Não Móveis na planta Ca e Micronutrientes Folhas novas
  • 23. Altamente móveis Móveis Parcialmente móveis Imóveis Nitrogênio Fósforo Zinco Boro Potássio Cloro Cobre Cálcio Sódio Enxofre Manganês Magnésio Ferro Molibdênio Tabela 1. Mobilidade comparada dos nutrientes aplicados nas folhas. Em cada grupo os elementos aparecem em ordem decrescente . 1 (MALAVOLTA, 1980).
  • 25. 1 Folha velhas Amarelamento da folha Planta videira
  • 26.
  • 27.
  • 28.
  • 30. Planta sadia Coloração amarelada da folha de maneira generalizada
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  • 33.
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  • 35.
  • 36.
  • 37. Deficiência de Fósforo Planta sadia
  • 39. Ressecamento do ápice das folhas mais velhas.
  • 40.
  • 41. Escurecimento interno do fruto, Fruto esponjoso e vida útil rápida.
  • 42. Pedúnculo do fruto pouco resistente
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  • 70.
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  • 72. Figura: Planta com deficiência de Mg – Fazenda Santo Antônio
  • 73. Figura: Planta com deficiência de Mg – Fazenda Santo Antônio
  • 74.
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  • 77.
  • 78.
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  • 81. Figura: Deficiência de boro Foto: Saldanha, 2014
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  • 90. 1 É a visualização de sintomas de deficiências, manifestados pelas plantas ainda em campo, se constituir em RECURSO AUXILIAR importante na identificação de possíveis carência nutricionais. LIMITAÇÕES OBS: A deficiência já estar ocorrendo na planta.
  • 91. 1  LIMITAÇÕES Parte da produção já estar comprometido. Pode haver varias deficiência. Condições de seca. Pouco eficiência para adoção de medidas corretivas em culturas de ciclo curto. Compactação do solo. Produto fitossanitário ou toxidez por herbicida. Ataque de pragas.
  • 93.
  • 94. 1 ANÁLISE FOLIAR Analisar as folhas, com objetivo de ver caso a planta estiver absorvendo os nutrientes do solos, e o estado nutricional dos macros e MICRONUTRIENTES.
  • 95. 1 ANÁLISE FOLIAR  Elaborar um croqui de campo no qual se determinarão as quadras que apresentam condições similares.  Definição das quadras homogêneas  Isto é, as unidades homogêneas:  Mesmo tipo de solo,  Classe textural,  Fertilidade,  Variedade (origem do material genético)  Idade das plantas (estágio de desenvolvimento semelhante),  Histórico da área, topografia, tipo de cobertura e manejo.
  • 96. 1 ANÁLISE FOLIAR  Época para amostragem foliar  Como os teores dos nutrientes no tecido foliar variam durante o ano.  As amostragem devem realizada sempre na mesma época, para que os resultados sejam comparáveis de um ano para o outro.
  • 97. 1 ANÁLISE FOLIAR  Época para amostragem foliar  Em regiões de clima chuvoso, a época ideal para a coleta das amostras deve coincidir com o final da estação seca ou no período menos chuvoso.  Nesta época os teores dos nutrientes nas folhas são mais estáveis.  Recomenda-se efetuar a amostragem no mínimo 3-4 meses após a aplicação dos adubos.  É necessário esperar 36 horas após uma chuva acima de 20 mm para se efetuar a coleta das amostras.  Como também ocorrem variações na composição mineral da folha no transcorrer de um dia, o ideal é que toda a amostragem seja feita no intervalo de 6h e 30min a 10h e 30min horas.
  • 98. 1 ANÁLISE FOLIAR  Escolha da folha para amostragem 2 folíolos 2 folíolos Centro Dendezeiro
  • 99. 1 ANÁLISE FOLIAR Figura - 4: Folhas 3 ou 4 de ramos frutíferos são as folhas amostradas, frutos com tamanho médio de uma “Bola de ping-pong” Fonte: Vitti, 1998
  • 100.
  • 101.
  • 102. 1 ANÁLISE FOLIAR  Coleta dos folíolos e identificação da amostra  Uma será enviada ao laboratório para análise.  Outra será guardada para evitar que se tenha que fazer nova coleta em caso de extravio da primeira amostra ou da necessidade de se confirmar os resultados.  Amostragem deve ser feita em folhas com a mesma idade.  A folha escolhida não deve ser nem muito nova e nem muito velha.
  • 103. 1 NÍVEL CRÍTICO ANÁLISE FOLIAR Tabela. Variações nos teores foliares dos nutrientes em dendezeiros no Brasil e faixa de concentração considerada ótima.
  • 107. Quando o aprendiz estiver pronto, o mestre aparece. Frase