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Para dizerem milho dizem mio  Para melhor dizem mió  Para pior pió  Para telha teia  Para telhado teiado  E vão fazendo te...
Esta monografia está dividida em três capítulos: Capítulo 1:  Fundamentação Teórica.  Capítulo 2:  “Um olhar sobre os meta...
APRESENTAÇÃO Os metaplasmos são  modificações fonéticas  que sofrem as palavras na sua evolução (COUTINHO, 2000, p. 142). ...
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METODOLOGIA “ Podemos estudar a língua de uma comunidade inteira partindo da fala de alguns de seus membros, pois os pesos...
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A  VARIAÇÃO ESTILÍSTICA “ ... não se trata de uma mera escolha individual, tendo em vista que depende de uma série de fato...
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A mudança lingüística é um dos fenômenos mais fascinantes e misteriosos que há. Fascinante, porque ao lado da possibilidad...
REFERÊNCIAS   ALKIMIN, T. Sociolingüística: parte 1. In: MUSSALIM, F.; BENTES, A. C. (orgs).  Introdução à  lingüística:  ...
COUTINHO, I. L.  Pontos de Gramática Histórica.  Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,2000. CALLOU, D.; LEITE, Y.  Iniciação à...
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Apócope e vocalização: metaplasmos no falar urbano monte belense

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Este trabalho trata da investigação que realizamos sobre a manifestação dos metaplasmos “apócope” e “vocalização”, no falar urbano monte-belense. Fundamentamos nossa pesquisa na teoria Sociolingüística Variacionista de Willian Labov. Construímos o corpus de análise com entrevistas realizadas com 30 pessoas nascidas e residentes em São Luís de Montes Belos/GO. Para isso, consideramos duas variáveis extralingüísticas: nível de escolaridade e faixa etária, observando dois continua: o continuum de urbanização e o continuum de monitoração. Com a análise dos dados coletados, observamos que a “apócope” é um fenômeno fonético bastante comum no falar monte-belense, muito mais presente que a vocalização. Observamos que os informantes com nível de escolaridade superior produzem menos apócope. Em relação à “vocalização”, verificamos que o grau de escolaridade é ainda mais determinante, pois, na fala de pessoas com nível superior, esse metaplasmo não foi constatado. Podemos afirmar, de acordo com os textos teóricos, que a língua está em constante estado de transformação e que o grau de escolaridade é um fator determinante na fala do indivíduo, assim como a variável extralingüística faixa etária que também não pode ser desconsiderada, visto que os informantes com idade acima de 45 anos produziram maior número de vocalização comparando com os de menor faixa etária.

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Apócope e vocalização: metaplasmos no falar urbano monte belense

  1. 1. <ul><li>UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS </li></ul><ul><li>UnU SÃO LUÍS DE MONTES BELOS - GO </li></ul><ul><li>CURSO DE LETRAS </li></ul><ul><li>CLEIDE QUEIROZ DE PAULA MOURA </li></ul><ul><li>JANNAÍNA SOARES SILVA REIS FERREIRA </li></ul><ul><li>APÓCOPE E VOCALIZAÇÃO: </li></ul><ul><li>metaplasmos no falar urbano monte-belense </li></ul><ul><li>ORIENTADORA: Profª Ms. Elizete Beatriz Azambuja </li></ul><ul><li>SÃO LUIS DE MONTES BELOS </li></ul><ul><li>2008 </li></ul>
  2. 2. Para dizerem milho dizem mio Para melhor dizem mió Para pior pió Para telha teia Para telhado teiado E vão fazendo telhados.   (OSWALD DE ANDRADE)
  3. 3. Esta monografia está dividida em três capítulos: Capítulo 1: Fundamentação Teórica. Capítulo 2: “Um olhar sobre os metaplasmos ‘apócope’ e ‘vocalização’: traços graduais e descontínuos e variação estilística”. Capítulo 3: “Análise dos metaplasmos ‘apócope’ e ‘vocalização’: comparação entre enunciados sem e com monitoração”.
  4. 4. APRESENTAÇÃO Os metaplasmos são modificações fonéticas que sofrem as palavras na sua evolução (COUTINHO, 2000, p. 142). Essas modificações fonéticas dividem-se em: metaplasmos por permuta, por acréscimo, por subtração e por transposição. Em nossa pesquisa, lidamos com metaplasmos por subtração, a apócope, e, por permuta, a vocalização. Apócope ocorre quando há queda de fonema no fim do vocábulo. [...] A vocalização é a conversão de uma consoante em um fonema vocálico (COUTINHO, 2000, p. 143-8). “ MUIÉ – nesta variante de mulher, temos a aplicação de duas regras: a vocalização da consoante lateral palatal /lh/ e a perda do /r/ final. (apócope).” (BORTONI-RICARDO, 2004, p. 58, grifos nossos).
  5. 5. <ul><li>OBJETIVOS </li></ul><ul><li>Investigar a manifestação dos metaplasmos “apócope” e “vocalização”, no falar urbano monte-belense. </li></ul><ul><li>Determinar a relação entre condicionantes extralingüísticos, como faixa etária e nível de escolaridade, e a produção desses fenômenos fonéticos; </li></ul><ul><li>Verificar se tais fenômenos estão sendo implementados no sistema lingüístico da comunidade descrita, observando se há uma ocorrência maior desses fenômenos na produção lingüística dos informantes com as menores faixas etárias; </li></ul><ul><li>Analisar as produções dos metaplasmos considerando o continuum maior nível de monitoração e menor nível de monitoração. </li></ul>
  6. 6. METODOLOGIA “ Podemos estudar a língua de uma comunidade inteira partindo da fala de alguns de seus membros, pois os pesos relativos que vão definir os usos de formas variantes pelos falantes são os mesmos pesos relativos que definem a comunidade inteira, ainda que possa haver diferenças nas quantidades de dados de cada falante, dentro do quadro geral de variação.” (BELINE, 2002, p.135) Até 2ª série Ensino básico compl. Ensino Médio compl. Ensino superior compl. 10 a 20 anos ---- 03 03 ---- 21 a 45 anos ---- 03 03 06 Mais de 45 anos 03 03 03 03
  7. 7. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Sociolingüística “ Ao contrário da norma-padrão, que é tradicionalmente como um produto homogêneo , (...), a língua, na concepção dos sociolingüistas, é intrinsecamente heterogênea, múltipla, variável, instável e está sempre em desconstrução e em reconstrução. Ao contrário de um produto pronto e acabado, de um monumento histórico feito de pedra e cimento, a língua é um processo , um fazer-se permanente e nunca concluído. A língua é uma atividade social, um trabalho coletivo, empreendido por todos os seus falantes, cada vez que eles se põem a interagir por meio da fala ou da escrita” (BAGNO, 2007, p 36, grifos do autor).
  8. 8. METAPLASMOS “APÓCOPE” E “VOCALIZAÇÃO”: UM OLHAR SOBRE TRAÇOS GRADUAIS E DESCONTÍNUOS E A VARIAÇÃO ESTILÍSTICA TRAÇOS GRADUAIS E DESCONTÍNUOS “ [...] aqueles que aparecem na fala de todos os brasileiros , independente de sua origem social, regional etc.; e aqueles que aparecem principalmente na fala dos brasileiros de origem social humilde, de pouca ou nenhuma escolaridade, de antecedentes rurais etc.” (BAGNO, 2007, p. 142) O primeiro, denominado traço gradual, “faz parte do vernáculo brasileiro mais geral”. (BAGNO, 2007, p. 142). O segundo, denominado traço descontínuo, será encontrado no vernáculo de um determinado falante, aquele falante “das variedades mais estigmatizadas, sem prestígio social.” (BAGNO, 2007, p. 142).
  9. 9. A VARIAÇÃO ESTILÍSTICA “ ... não se trata de uma mera escolha individual, tendo em vista que depende de uma série de fatores contextuais, como por exemplo, classe social, gênero dos interlocutores, idade, meio, ambiente físico e tópico discursivo”. (LABOV, 1972, s/p).
  10. 10. Análise do metaplasmo “apócope” Níveis de escolaridade Variante com presença de apócope Variante sem apócope Até 2ª série 64,74 % 35,26 % Ensino Fundamental 68,61 % 31,39% Ensino Médio 54,87 % 45,13% Nível Superior 51,04 % 48,96% Faixas etárias Variante com presença de apócope Variante sem apócope 10 – 20 anos 56,15 % 43,85 % 21 – 45 anos 57,97 % 42,03 % + 45 anos 56,43 % 43,57 %
  11. 11. A nálise do metaplasmo “vocalização” Níveis de escolaridade Variante com presença de vocalização Variante sem vocalização Até 2ª série 100% 0,00 % Ensino Fundamental 63,63 % 36,37% Ensino Médio 8,00 % 92,0 % Nível Superior 4, 34 % 95, 66 % Faixas etárias Variante com presença de vocalização Variante sem vocalização 10 – 20 anos 21,05 % 78,95 % 21 – 45 anos 33,33 % 66,67 % + 45 anos 48,00 % 52,00 %
  12. 12. <ul><li>COMPARAÇÃO ENTRE ENUNCIADOS COM E SEM MONITORAÇÃO </li></ul><ul><li>De acordo com Bortoni-Ricardo os fatores que nos levam a monitorar o estilo são: </li></ul><ul><li>O ambiente; </li></ul><ul><li>O interlocutor; </li></ul><ul><li>O tópico da conversa. </li></ul>
  13. 13. MESMO FALANTE EM SITUAÇÕES DIFERENTES: Inf.: ô ... cadê aqueli ispelhinho que cê mi imprestô aquele dia? Pesq.: Aquele di aumento? Inf.: Não aqueli ispelhinho assim... qui cê mi imprestô. Pesq.: Aqui ó... esse aqui tem aumento... Inf.: Toma... nossa mais eu tô cercado de flores. Uma flor... que é a ... outra flor... que é a ... mais duas flores .... Intão é um buquê... As mulheres da minha vida... qui tanto di mulher ...eh muiezada. .. Dá um bejo aqui no vô dá...(- monitorada)   Pesq .: Com quantos anos você começou trabalhar? Inf .: Ah! Eu não tenho, não tenho idéia não, ... eu me conheci trabalhando , e eu lembro que as primeiras pratinhas que eu ganhei ... foi uma mudança que um fazendeiro feiz parece que era... trinta carros de boi (...) (+ monitorada) (G.S.R. Sup. Completo, 63)
  14. 14. MESMO FALANTE EM UMA MESMA SITUAÇÃO: (...)Então o que vamos fazer agora é ler o poema, comentar e em seguida vamos dar um tempo pra que vocês possam REFAZER , não é fazer , é refazer o trabalho que vocês já começaram a fazer em casa, mesmo que tenha sido só mentalmente, eu acho que o fato de ter se esforçado, ter lido e se esforçado já é fazer né... (+ monitorado) (M.S.F. Ens. Superior Completo, 48)     (...) Quem qué acabá com essa oposição? (os árcades) os árcades. Então os escritores chamados Árcades é... buscaram um tipo de linguagem... que tipo de linguagem? (Uma linguagem mais simples) Mais simples... é... tirá tudo que é inútil da linguagem e acabar com essas oposições... tá... (- monitorado) (M.S.F. Ens. Superior Completo, 48)
  15. 15. <ul><li>CONSIDERAÇÕES FINAIS </li></ul><ul><li>Em relação à apócope : </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Os informantes com nível de escolaridade média e superior são os que menos produzem apócope, independentemente da faixa etária; </li></ul><ul><li>Ocorre em todos os níveis de escolaridade e em todas as idades em mais de 50%, permitindo-nos afirmar que esta variante está se implementando no falar monte-belense. </li></ul><ul><li>Há uma oscilação quando o falante se envolve com o tema da conversa, às vezes produzindo, outras vezes não; </li></ul><ul><li>Na maioria das vezes o falante produz a apócope, independente do grau de monitoração. </li></ul><ul><li>É um fenômeno fonético bastante comum no falar monte-belense, ou seja, há uma tendência geral à produção desse fenômeno, principalmente em relação ao apagamento do /r/ nos infinitivos verbais; </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Em relação à vocalização : </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  O grau de escolaridade é determinante, pois houve pouca ocorrência desse metaplasmo nas produções de pessoas com níveis de escolaridade médio e superior; </li></ul><ul><li>A variável extralingüística “faixa etária” é relevante, visto que o maior número de ocorrências encontram-se nas produções dos informantes com idade acima de 45 anos; </li></ul><ul><li>Por ser um fenômeno considerado como traço descontínuo há uma tendência à diminuição; </li></ul><ul><li>Em relação aos falantes com escolaridade até 2ª série, observamos total espontaneidade e nenhum constrangimento ao estarem sendo gravadas, produzindo a vocalização, em situações com maior ou menor monitoração; </li></ul><ul><li>Os falantes com Ensino Superior em geral, não produziram a vocalização, com exceção do caso supracitado, em que o falante recorre à gíria “ muiezada ”. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>“ No que diz respeito ao funcionamento das línguas, bem como no que concerne às relações entre uso de variantes e fatores sociais, ainda existem muitas perguntas a serem respondidas . E também perguntas cujas respostas precisam ser revistas, de modo que a teoria lingüística seja cada vez mais refinada e o conhecimento da linguagem humana cada vez mais preciso.” (BELINE, 2002, p. 138) (grifos nossos) </li></ul><ul><li>“ O papel do lingüista é descrever a língua em suas múltiplas manifestações e oferecer hipóteses e teorias consistentes para explicar os fenômenos lingüísticos, de modo que os educadores possam se servir dessas descrições e explicações para empreender uma prática pedagógica que leve em conta a pluralidade de realizações empíricas da língua”. (BAGNO; GAGNE; STUBBS, 2002, p. 32). </li></ul>
  18. 18. A mudança lingüística é um dos fenômenos mais fascinantes e misteriosos que há. Fascinante, porque ao lado da possibilidade ou da ilusão de uma mesma língua, convivemos, de alguma maneira, com o fato de que essa mesma língua está em mutação; misterioso, já que ainda não se sabe com clareza por que um fenômeno de mudança começa, sabe-se hoje como acaba, especialmente depois que acaba. (PAGOTTO, 2006)
  19. 19. REFERÊNCIAS ALKIMIN, T. Sociolingüística: parte 1. In: MUSSALIM, F.; BENTES, A. C. (orgs). Introdução à lingüística: domínios e fronteiras, vol. 1.São Paulo: Cortez, 2003. ARAÚJO, L. M. de. Metaplasmos: um paralelo diacrônico e sincrônico. s/d. Disponível em: www.filologia.org.br/cluerj-sg/anais/ii/completos/palestras/ruymagalhaesdearaujo.pdf . Acesso dia: 06/08/2008. BAGNO, M.; GAGNE, G.; STUBBS, M. Língua materna: letramento, variação e ensino. São Paulo: Parábola, 2002. BAGNO, M. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação lingüística. São Paulo: Parábola Editorial, 2007. BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. 5.ed. São Paulo, Hucitec, 1990. BELINE, R. A variação Lingüística. In:. FIORIN, J. L. Introdução à lingüística I. Objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2002. BISINOTO, L.S.J. Atitudes sociolingüísticas: efeitos do processo migratório. Campinas: Pontes Editores, 2007. BORTONI-RICARDO, S. M. Educação em língua materna : a sociolingüística na sala de aula. São Paulo: Parábola, 2004.   ______. Nós cheguemu na escola, e agora? Sociolingüística e educação. São Paulo: Parábola, 2006. COUTINHO, I. L. Gramática histórica. Rio de Janeiro: Ao livro Técnico, 1976.  
  20. 20. COUTINHO, I. L. Pontos de Gramática Histórica. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,2000. CALLOU, D.; LEITE, Y. Iniciação à Fonética e a Fonologia . Rio de Janeiro: Jorge Zahar,2003. ______. Como falam os brasileiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. CALVET, L-. Sociolingüística: uma introdução crítica. Tradução Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola, 2002.   CAMACHO, R. Sociolingüística: parte 2. In: MUSSALIM, F.; BENTES, A. C. (orgs). Introdução à lingüística: domínios e fronteiras, vol. 1. São Paulo: Cortez, 2003.   DUBOIS, J. Dicionário Lingüística . Cultrix: São Paulo, 2001.   DIONISIO, Â. P. Variedades lingüísticas: avanços e entraves. In: DIONISIO, Â. P.; BEZERRA, M. A. O livro didático de português: múltiplos olhares. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005. JOTA, F. dos S. Dicionário de Lingüística. Rio de Janeiro: Presença, 1981.   LABOV, W. Sociolinguistics Patterns . Philadel phia, Univesity of Philadelphia Press, 1972. LUCHESI, D. Sistema, mudança e linguagem: um percurso na história da lingüística moderna. São Paulo: Parábola Editorial, 2004.   ______. Fora de órbita. In: Discutindo Língua Portuguesa. São Paulo: Escala Educacional. Ano 1; nº 4, 2006.    MATOS E SILVA, R. V. Variação, mudança e norma. In: BAGNO, M., Lingüística da norma . São Paulo: Edições Loyola, 2002.   MODESTO, A. T. T. Formas de tratamento no português brasileiro: a alternância tu / você na cidade de santos-sp. In: Revista Letra Magna – Revista eletrônica de Divulgação Científica em Língua Portuguesa, Lingüística e Literatura. Ano 04, n. 07 – 2ª semestre de 2007. Disponível em: <http://www.letramagna.com/xerxesartigo.pdf.>.Acesso em: 10/07/2008.
  21. 21. MOLLICA, M. C., Relevância das variáveis não lingüísticas. In:______. MOLLICA, M. C.; BRAGA, M.L.(orgs). Introdução à Sociolingüística: o tratamento da variação. 3.ed. São Paulo: Contexto, 2007. NARO, A. J., O dinamismo das línguas. In:______. MOLLICA, M. C.; BRAGA, M.L.(orgs). Introdução à Sociolingüística: o tratamento da variação. 3.ed. São Paulo: Contexto, 2007.   PAGOTTO, E. G., Sociolinguística. In:______. PFEIFFER, C.C.; NUNES, J.H. (orgs.) Linguagem, história e conhecimento. Campinas, S.P.: Pontes Editores, 2006. PRETI, D. Sociolingüística: os níveis da fala. São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, 2000.   REIS, M.; DIAS, A.B.B. A vibrante final de infinitivo na fala de crianças em fase final de aquisição da linguagem: o efeito cumulativo de natureza fonomorfossintática sobre o fonema /r/.In: Revista Virtual de Estudos da Linguagem – ReVEL. Ano 4, n. 7, agosto de 2006. Disponível em http:< //paginas.terra.com.br/educacao/revel/>. Acesso em 10/07/2008. SIMÕES, D. Considerações sobre a fala e a escrita. São Paulo: Parábola Editorial, 2006. TARALLO, F. A pesquisa sociolingüística. São Paulo: Ática, 2003. TRAVAGLIA, L. C. Gramática e Interação: uma proposta para o ensino de gramática no 1º e 2º graus. São Paulo: Cortez, 1997.  
  22. 22. OBRIGADA!!!!

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