DESDOBRAMENTOS D
3992/2017
Reflexões iniciais
18 DE JANEIRO DE
2018
SUS LEGAL
Mudanças no repasse de
recursos, para
cumprimento da LC
141/2012
ORÇAMENTO IMPOSITIVO
CONSTITUIÇÃO
ARTIGO 167
VI- a transposição, o remanejamento ou a transferência
de recursos de uma categoria de programação para
outra ou de um órgão para outro, sem a prévia
autorização legislativa
O artigo 17 da Lei Complementar 141/2012 e o artigo 35 da Lei 8.080/1990 estabelecem critérios
para o repasse dos recursos federais, que deve observar as necessidades de saúde da população, as
dimensões socioeconômicas, demográficas, epidemiológicas e espaciais, a capacidade de oferta,
além do desempenho técnico, econômico e financeiro.
ACORDÃO DO TCU Nº 2.888/2015 DETERMINA CUMPRIMENTO DA
LC 141 /2012.
integrar os
incentivos
financeiros oferecidos
pelo Ministério da Saúde,
de modo a reduzir o
excesso de normas
atualmente existentes nas
transferências financeiras
detalhar de maneira suficiente
as competências nos três níveis de
governo, de modo a evitar
sobreposições de responsabilidades e a
possibilitar a identificação precisa das
responsabilidades executivas e
financeiras de cada ente em relação às
ações e dos serviços de saúde;
considerar as
fragilidades
técnicas
e financeiras da
maior parte dos
municípios brasileiros
TCU determinou a regulamentação dos critérios de rateio dos recursos,
observando três diretrizes:
CÓDIGO DO SUS
Análise de 17 mil portarias, que foram consolidadas em 6,
dividas por eixos temáticos
Organização e
Funcionamento do
SUS
Regras gerais de
organização do sistema
Políticas
Organização das 48 políticas
públicas de saúde
Redes
Normativa de 10
organizações temáticas da
Rede de Atenção à Saúde
Sistemas
Organização sistematizada
dos 10 sistemas de saúde no
SUS
Ações e Serviços
de Saúde
Regras gerais sobre ações e
serviços
Financiamento
Regras sobre o
financiamento do sistema
EXCESSO DE NORMAS NO USO DOS RECURSOS FEDERAIS IMPEDIAM
MUNICÍPIOS E ESTADOS DE REALIZAR SERVIÇOS DE SAÚDE
o Quase 1.200 artigos regulamentam as
transferências de recursos federais (Portaria
de consolidação de Financiamento)
o Mais de R$ 7 bilhões parados nas contas de
municípios, estados e DF em 2017
o Baixa capacidade em realizar atividades de
monitoramento, controle e avaliação efetivas:
• centenas de sistemas de informação
criados sem relação entre si;
• contradições entre normas.
Ministério da Saúde - FNS Estados e Municípios
CENTENAS DE
VINCULAÇÕES
NO USO DOS
RECURSOS
“CAIXINHAS”
PAB Variável
PAB Fixo
Saúde bucal (CEO)
MAC
Samu 192
Componente Básico Assistência
Farmacêutica
Componente Especializado da
Assistência Farmacêutica
Incentivo DST/AIDS e Hepatites
Virais
Incentivo Vigilância Sanitária
Incentivo Vigilância em Saúde
Atenção
Básica
Média e
Alta
Complex.Assistência
Farmacêuti
caVigilância
em Saúde
Gestão do
SUS
95%doORÇAMENTOFEDERAL
(10AÇÕES)
CINCO BLOCOS
DE CUSTEIO
COMO  É  O  REPASSE  FEDERAL  E  APLICAÇÃO  POR  
ESTADOS  E  MUNICÍPIOS  EM  2017
PORTARIA 3.992/2017 - REGORGANIZAÇÃO DOS BLOCOS DE
FINANCIAMENTO
• Atenção Básica,
• MAC,
• Assistência Farmacêutica,
• Vigilância em Saúde,
• Gestão.
ü Somente uma conta corrente para cada bloco de financiamento
(transferências fundo a fundo):
ü Eliminação das chamadas “caixinhas”, esclarecendo que
a vinculação dos recursos deve obedecer ao Orçamento
Federal (art. 167 da CF e art. 8º da LRF).
Bloco Custeio de
Ações e Serviços
Públicos de Saúde
Bloco de
Investimentos
ü Unificação dos blocos de custeio:
Bloco Custeio de
Ações e Serviços
Públicos de
Saúde
MUNICÍPIOS E ESTADOS PASSAM A RECEBER EM CONTA
ÚNICA OS RECURSOS FEDERAIS PARA CUSTEIO EM 2018
Ministério da Saúde - FNS Estados e Municípios
Atenção Básica
MAC
Assist. Farmac. (municípios)
Assist. Farmac. (estados)
Vigilância Sanitária
Vigilância em Saúde
CONTA
ÚNICA DE
CUSTEIO
95% do ORÇAMENTO FEDERAL (6 AÇÕES)
Maior flexibilidade financeira e orçamentária, desde que:
• cumpridos os objetos e compromissos assumidos;
• respeitada a vinculação com o orçamento federal, ao final do ano;
• respeitados plano e programação orçamentária, submetidos ao conselho de
saúde.
FORTALECIMENTO DO PAPEL DO
PLANEJAMENTO NO SUS
ü Novo modelo de financiamento do SUS prioriza
planejamento das ações em saúde.
ü A agregação do orçamento federal e a
eliminação das “caixinhas” minimiza a
verticalização e favorece o planejamento
local.
ü Desburocratiza o excesso de normas e foca
no processo de planejamento.
ü Cria condições para órgãos de controle
monitorarem e avaliarem o planejamento (plano,
programação e relatório) na saúde.
Sistema de Informações sobre
Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS)
permitirá, a partir de 2018, a identificação
bimestral, separadamente, do uso dos
recursos federais, estaduais e municipais,
nas grandes áreas de saúde:
• atenção básica;
• média e alta complexidade (assistência
ambulatorial e hospitalar);
• vigilância sanitária;
• vigilância em saúde (epidemiológica);
• assistência farmacêutica (suporte profilático e
terapêutico*)
TRANSPARÊNCIA: MONITORAMENTO BIMESTRAL E ONLINE
DOS RECURSOS
ü Planos, programações orçamentárias
anuais e relatórios, com conteúdos
alinhados entre si:
§ Cada ente deve registrar suas diretrizes,
objetivos, metas e indicadores (DOMI) do plano
de saúde para o quadriênio
§ Na programação orçamentária, as metas do
plano de saúde serão anualizadas, e vinculadas
às subfunções orçamentárias (linguagem
padrão de orçamento no país), estimando ainda
a receita por fonte (recursos federais, estaduais
e municipais)
§ Relatório de gestão apresentará o consolidado
ao final do ano no SIOPS e os resultados das
metas anualizadas
DigiSUS (MÓDULO PLANEJAMENTO)
INFORMATIZAÇÃO E TRANSPARÊNCIA DE INFORMAÇÕES DO PLANEJAMENTO DE ESTADOS E MUNICÍPIOS
ATENÇÃO!!!
QUEM NÃO TIVER PLANO,
PROGRAMAÇÃO E RELATÓRIO, E
TAMBÉM NÃO ALIMENTAR
INFORMAÇÕES EM SISTEMAS
PACTUADOS
TERÁ O REPASSE DE RECURSOS
FEDERAIS DA SAÚDE BLOQUEADO
ATÉ QUE A SITUAÇÃO SEJA
REGULARIZADA
DESDOBRAMENTOS:
• NACIONAL
• MS
• CIT
• CNS
• ESTADUAL
• SES
• CIB
• CES
• REGIONAL
• MUNICIPAL
MINISTÉRIO DA SAÚDE
1. PRODUÇÃO DE MIDIA :
1. PARA O MS, SES, REGIONAIS DE SAÚDE E MUNICÍPIOS
2. FOCADA NO
• DE/PARA
• NOVAS POSSIBILIDADES
• NOVAS RESPONSABILIDADES
• MUDANÇAS CONTABILISTICAS
• MUDANÇAS ADMINISTRATIVAS
• MUDANÇAS NA GESTÃO
2. DESENVOLVIMENTO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO:
1. PLANEJAMENTO
2. ATENÇÃO
3. CONTINUAR A DISCUSSÃO SOBRE RATEIO, REGIONALIZAÇÃO E
MODELO DE ATENÇÃO
4. AMPLIAR A DISCUSSÃO SOBRE FUNÇÃO ORÇAMENTÁRIA
ÚNICA.
5. AMPLIAR E QUALIFICAR O APOIO: PROADI, NEMS
6. PREPARAR O DENASUS COM A NOVA VISÃO.
CIT
1. ATÉ MARÇO, PRIORIZAR A AGENDA INCUNCLUSA
2. CONSTRUIR OS INSTRUMENTOS COMPLEMENTARES
3. ACOMPANHAR A DISUSSÃO BIPARTITE NOS ESTADOS
4. DISCUTIR O RATEIO
5. DISCUTIR A REGIONALIZAÇÃO E O PLANEJAMENTO REGIONAL
6. DISCUTIR O MODELO DE ATENÇÃO
CNS
1. APRESENTAR O NOVO PROCESSO DE FINANCIAMENTO.
2. CONTINUAR A DISCUSSÃO SOBRE MODELO DE ATENÇÃO
SES
1. CAPACITAR AS EQUIPES ESTADUAIS, CENTRAIS E REGIONAIS
2. ARTICULAÇÃO SES, COSEMS, NEMS.
3. INSTITUIR MECANISMOS DE ACOMPANHAMENTO DA
DISCUSSÃO REGIONAL: INSTRUMENTOS DE GESTÃO,
INFORMAÇÃO E CONTABILIDADE.
4. CAPACITAR A CONTABILIDADE MUNICIPAL
5. PROCESSO PERMANENTE DE CAPACITAÇÃO DA GESTÃO
MUNICIPAL
6. APRIMORAR E INSTITUIR A GOVERNANÇA DO SISTEMA NO
ÂMBITO ESTADUAL E REGIONAL.( INCLUIR OS CONSÓRCIOS)
7. AVALIAR A GESTÃO MUNICIPAL, EM ESPECIAL NOS MUNICÍPIOS
QUE HISTÓRICAMENTE APRESENTAM FRAGILIDADES ,
EXPONDO A POPULAÇÃO.
8. REVER AS ATRIBUIÇÕES DE VS E AC.
9. DISCUSSÃO SOBRE MODELO DE ATENÇÃO
Estrutura de governança (TCU)
CONCEITOS
gestã
o
governanç
a
planej
a
execut
a
monitor
a
avali
a
controla
Revê
o
plano
Nardes, J A R; em Governança Pública: o desafio
do Brasil
Editora Forum, Belo Horizonte, 2016
Aqui se insere o papel
das OSS na gestão do
SUS
Obrigado!
Ministério da Saúde

Desdobramentos da Portaria GM/MS n. 3992/17

  • 1.
  • 2.
    SUS LEGAL Mudanças norepasse de recursos, para cumprimento da LC 141/2012
  • 3.
    ORÇAMENTO IMPOSITIVO CONSTITUIÇÃO ARTIGO 167 VI-a transposição, o remanejamento ou a transferência de recursos de uma categoria de programação para outra ou de um órgão para outro, sem a prévia autorização legislativa
  • 4.
    O artigo 17da Lei Complementar 141/2012 e o artigo 35 da Lei 8.080/1990 estabelecem critérios para o repasse dos recursos federais, que deve observar as necessidades de saúde da população, as dimensões socioeconômicas, demográficas, epidemiológicas e espaciais, a capacidade de oferta, além do desempenho técnico, econômico e financeiro. ACORDÃO DO TCU Nº 2.888/2015 DETERMINA CUMPRIMENTO DA LC 141 /2012. integrar os incentivos financeiros oferecidos pelo Ministério da Saúde, de modo a reduzir o excesso de normas atualmente existentes nas transferências financeiras detalhar de maneira suficiente as competências nos três níveis de governo, de modo a evitar sobreposições de responsabilidades e a possibilitar a identificação precisa das responsabilidades executivas e financeiras de cada ente em relação às ações e dos serviços de saúde; considerar as fragilidades técnicas e financeiras da maior parte dos municípios brasileiros TCU determinou a regulamentação dos critérios de rateio dos recursos, observando três diretrizes:
  • 5.
    CÓDIGO DO SUS Análisede 17 mil portarias, que foram consolidadas em 6, dividas por eixos temáticos Organização e Funcionamento do SUS Regras gerais de organização do sistema Políticas Organização das 48 políticas públicas de saúde Redes Normativa de 10 organizações temáticas da Rede de Atenção à Saúde Sistemas Organização sistematizada dos 10 sistemas de saúde no SUS Ações e Serviços de Saúde Regras gerais sobre ações e serviços Financiamento Regras sobre o financiamento do sistema
  • 6.
    EXCESSO DE NORMASNO USO DOS RECURSOS FEDERAIS IMPEDIAM MUNICÍPIOS E ESTADOS DE REALIZAR SERVIÇOS DE SAÚDE o Quase 1.200 artigos regulamentam as transferências de recursos federais (Portaria de consolidação de Financiamento) o Mais de R$ 7 bilhões parados nas contas de municípios, estados e DF em 2017 o Baixa capacidade em realizar atividades de monitoramento, controle e avaliação efetivas: • centenas de sistemas de informação criados sem relação entre si; • contradições entre normas.
  • 7.
    Ministério da Saúde- FNS Estados e Municípios CENTENAS DE VINCULAÇÕES NO USO DOS RECURSOS “CAIXINHAS” PAB Variável PAB Fixo Saúde bucal (CEO) MAC Samu 192 Componente Básico Assistência Farmacêutica Componente Especializado da Assistência Farmacêutica Incentivo DST/AIDS e Hepatites Virais Incentivo Vigilância Sanitária Incentivo Vigilância em Saúde Atenção Básica Média e Alta Complex.Assistência Farmacêuti caVigilância em Saúde Gestão do SUS 95%doORÇAMENTOFEDERAL (10AÇÕES) CINCO BLOCOS DE CUSTEIO COMO  É  O  REPASSE  FEDERAL  E  APLICAÇÃO  POR   ESTADOS  E  MUNICÍPIOS  EM  2017
  • 8.
    PORTARIA 3.992/2017 -REGORGANIZAÇÃO DOS BLOCOS DE FINANCIAMENTO • Atenção Básica, • MAC, • Assistência Farmacêutica, • Vigilância em Saúde, • Gestão. ü Somente uma conta corrente para cada bloco de financiamento (transferências fundo a fundo): ü Eliminação das chamadas “caixinhas”, esclarecendo que a vinculação dos recursos deve obedecer ao Orçamento Federal (art. 167 da CF e art. 8º da LRF). Bloco Custeio de Ações e Serviços Públicos de Saúde Bloco de Investimentos ü Unificação dos blocos de custeio: Bloco Custeio de Ações e Serviços Públicos de Saúde
  • 9.
    MUNICÍPIOS E ESTADOSPASSAM A RECEBER EM CONTA ÚNICA OS RECURSOS FEDERAIS PARA CUSTEIO EM 2018 Ministério da Saúde - FNS Estados e Municípios Atenção Básica MAC Assist. Farmac. (municípios) Assist. Farmac. (estados) Vigilância Sanitária Vigilância em Saúde CONTA ÚNICA DE CUSTEIO 95% do ORÇAMENTO FEDERAL (6 AÇÕES) Maior flexibilidade financeira e orçamentária, desde que: • cumpridos os objetos e compromissos assumidos; • respeitada a vinculação com o orçamento federal, ao final do ano; • respeitados plano e programação orçamentária, submetidos ao conselho de saúde.
  • 10.
    FORTALECIMENTO DO PAPELDO PLANEJAMENTO NO SUS ü Novo modelo de financiamento do SUS prioriza planejamento das ações em saúde. ü A agregação do orçamento federal e a eliminação das “caixinhas” minimiza a verticalização e favorece o planejamento local. ü Desburocratiza o excesso de normas e foca no processo de planejamento. ü Cria condições para órgãos de controle monitorarem e avaliarem o planejamento (plano, programação e relatório) na saúde.
  • 11.
    Sistema de Informaçõessobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS) permitirá, a partir de 2018, a identificação bimestral, separadamente, do uso dos recursos federais, estaduais e municipais, nas grandes áreas de saúde: • atenção básica; • média e alta complexidade (assistência ambulatorial e hospitalar); • vigilância sanitária; • vigilância em saúde (epidemiológica); • assistência farmacêutica (suporte profilático e terapêutico*) TRANSPARÊNCIA: MONITORAMENTO BIMESTRAL E ONLINE DOS RECURSOS
  • 12.
    ü Planos, programaçõesorçamentárias anuais e relatórios, com conteúdos alinhados entre si: § Cada ente deve registrar suas diretrizes, objetivos, metas e indicadores (DOMI) do plano de saúde para o quadriênio § Na programação orçamentária, as metas do plano de saúde serão anualizadas, e vinculadas às subfunções orçamentárias (linguagem padrão de orçamento no país), estimando ainda a receita por fonte (recursos federais, estaduais e municipais) § Relatório de gestão apresentará o consolidado ao final do ano no SIOPS e os resultados das metas anualizadas DigiSUS (MÓDULO PLANEJAMENTO) INFORMATIZAÇÃO E TRANSPARÊNCIA DE INFORMAÇÕES DO PLANEJAMENTO DE ESTADOS E MUNICÍPIOS ATENÇÃO!!! QUEM NÃO TIVER PLANO, PROGRAMAÇÃO E RELATÓRIO, E TAMBÉM NÃO ALIMENTAR INFORMAÇÕES EM SISTEMAS PACTUADOS TERÁ O REPASSE DE RECURSOS FEDERAIS DA SAÚDE BLOQUEADO ATÉ QUE A SITUAÇÃO SEJA REGULARIZADA
  • 13.
    DESDOBRAMENTOS: • NACIONAL • MS •CIT • CNS • ESTADUAL • SES • CIB • CES • REGIONAL • MUNICIPAL
  • 14.
    MINISTÉRIO DA SAÚDE 1.PRODUÇÃO DE MIDIA : 1. PARA O MS, SES, REGIONAIS DE SAÚDE E MUNICÍPIOS 2. FOCADA NO • DE/PARA • NOVAS POSSIBILIDADES • NOVAS RESPONSABILIDADES • MUDANÇAS CONTABILISTICAS • MUDANÇAS ADMINISTRATIVAS • MUDANÇAS NA GESTÃO 2. DESENVOLVIMENTO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: 1. PLANEJAMENTO 2. ATENÇÃO 3. CONTINUAR A DISCUSSÃO SOBRE RATEIO, REGIONALIZAÇÃO E MODELO DE ATENÇÃO 4. AMPLIAR A DISCUSSÃO SOBRE FUNÇÃO ORÇAMENTÁRIA ÚNICA. 5. AMPLIAR E QUALIFICAR O APOIO: PROADI, NEMS 6. PREPARAR O DENASUS COM A NOVA VISÃO.
  • 15.
    CIT 1. ATÉ MARÇO,PRIORIZAR A AGENDA INCUNCLUSA 2. CONSTRUIR OS INSTRUMENTOS COMPLEMENTARES 3. ACOMPANHAR A DISUSSÃO BIPARTITE NOS ESTADOS 4. DISCUTIR O RATEIO 5. DISCUTIR A REGIONALIZAÇÃO E O PLANEJAMENTO REGIONAL 6. DISCUTIR O MODELO DE ATENÇÃO
  • 16.
    CNS 1. APRESENTAR ONOVO PROCESSO DE FINANCIAMENTO. 2. CONTINUAR A DISCUSSÃO SOBRE MODELO DE ATENÇÃO
  • 17.
    SES 1. CAPACITAR ASEQUIPES ESTADUAIS, CENTRAIS E REGIONAIS 2. ARTICULAÇÃO SES, COSEMS, NEMS. 3. INSTITUIR MECANISMOS DE ACOMPANHAMENTO DA DISCUSSÃO REGIONAL: INSTRUMENTOS DE GESTÃO, INFORMAÇÃO E CONTABILIDADE. 4. CAPACITAR A CONTABILIDADE MUNICIPAL 5. PROCESSO PERMANENTE DE CAPACITAÇÃO DA GESTÃO MUNICIPAL 6. APRIMORAR E INSTITUIR A GOVERNANÇA DO SISTEMA NO ÂMBITO ESTADUAL E REGIONAL.( INCLUIR OS CONSÓRCIOS) 7. AVALIAR A GESTÃO MUNICIPAL, EM ESPECIAL NOS MUNICÍPIOS QUE HISTÓRICAMENTE APRESENTAM FRAGILIDADES , EXPONDO A POPULAÇÃO. 8. REVER AS ATRIBUIÇÕES DE VS E AC. 9. DISCUSSÃO SOBRE MODELO DE ATENÇÃO
  • 18.
    Estrutura de governança(TCU) CONCEITOS gestã o governanç a planej a execut a monitor a avali a controla Revê o plano Nardes, J A R; em Governança Pública: o desafio do Brasil Editora Forum, Belo Horizonte, 2016 Aqui se insere o papel das OSS na gestão do SUS
  • 19.