SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 8
CRESCER JUVENIL; A PUBERDADE É O PERÍODO EM QUE OS
MENINOS OU MENINAS CRESCEM E PASSAM PELO PROCESSO
DE MATURAÇÃO SEXUAL; DR. JOÃO SANTOS CAIOJR. ET DRA.
HENRIQUETA V. CAIO; ENDOCRINOLOGIA-
NEUROENDOCRINOLOGIA-FISIOLOGIA.
A PUBERDADE ENVOLVE UMA SÉRIE DE MODIFICAÇÕES FÍSICAS E
PSÍQUICAS QUE CONDUZEM À FERTILIDADE E AO DESENVOLVIMENTO DE
CARACTERÍSTICAS SEXUAIS SECUNDÁRIAS, CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
ASSOCIADAS COM HOMENS E MULHERES ADULTOS (TAL COMO O
CRESCIMENTO DOS PÊLOS PUBIANOS).
CRESCIMENTO PRÉ-PUBERAL
O crescimento durante a infância é um processo relativamente estável. As
mudanças da infância no padrão de crescimento estão completas e a
criança segue a trajetória atingida anteriormente. Até cerca de 4 anos de
idade, as meninas crescem um pouco mais rápido do que os meninos e
ambos os sexos, em média, em seguida, crescem a uma taxa de 5 a 6
cm/ano e 2,5 kg/ano até o início da puberdade. A regra geral é que uma
criança cresce 10 cm, no primeiro ano de vida, entre 12 a 13 cm, no
segundo ano, e depois de 5 a 6 cm cada ano até a puberdade. Assumindo
um comprimento médio de nascimento de 51 cm, a média com 1 ano de
idade é de 76 cm de comprimento, com 2 anos de idade é de 89 cm, com
4 anos de idade é de 102 cm, e com 8 anos de idade é de 127 cm.
CRESCIMENTO PUBERAL
Puberdade é um período dinâmico de desenvolvimento marcado por
rápidas mudanças no tamanho do corpo, forma e composição, todos os
quais são dimorfismo sexual (em biologia, o dimorfismo sexual é
considerado quando há ocorrência de indivíduos do sexo masculino e
feminino de uma espécie com características físicas não sexuais
marcadamente diferentes).
O início da puberdade corresponde a um esqueleto (biológica) por volta
de 11 anos de idade em meninas e 13 em meninos. Em média, as meninas
completam cada fase da
puberdade mais cedo
do que os rapazes. O
tempo e o ritmo da
puberdade variam
muito, mesmo entre as
crianças saudáveis. Ao
determinar a adequação
de uma velocidade de
crescimento particular,
o grau de maturação biológica da criança deve ser considerado. A
maturação esquelética ou puberal pode ser usada para determinar o grau
de desenvolvimento biológico da criança. A idade óssea é determinada
como a média das idades de vários dos pequenos ossos da mão e punho.
O estado de maturação puberal está baseado no desenvolvimento das
mamas e dos pêlos pubianos em meninas e de pêlos pubianos e genitais
em meninos. Esta gama de variabilidade normal é expandida para um grau
ainda maior de alterações na ingestão e gasto energético. Embora a
atividade moderada esteja associada a benefícios cardiovasculares e
mudanças favoráveis na composição corporal, a atividade física excessiva
na infância e adolescência pode afetar negativamente o crescimento e
desenvolvimento dos adolescentes. Esportes que evidenciam um rigoroso
controle de peso e exemplo alto consumo energético, desgaste escolar,
ginástica e particular preocupação para os distúrbios do crescimento,
mudanças no comportamento dos adolescentes. Deve-se considerar que
algumas destas mudanças são transitórias, pelo menos na maioria. Os
mesmos marcadores de crescimento e composição corporal que são mais
lentos durante uma época voltam a acelerar novamente, o que permite
um processo de recuperação para controlar o crescimento e não causam
reduções permanentes de crescimento. Uma das características da
puberdade é o surto de crescimento na adolescência.
Conforme se aproxima a puberdade, a velocidade de crescimento diminui
para um ponto mais baixo ("mergulho pré-puberal") antes de sua
aceleração súbita durante a puberdade propriamente dita. O momento do
surto de crescimento puberal em meninas é normalmente segundo a
classificação de Tanner o desenvolvimento das mamas no estágio 3 e não
alcança a magnitude dos meninos. Nas meninas uma velocidade média de
pico de altura de 9 cm/aos 12 anos de idade e um ganho total de altura de
25 cm durante o período de crescimento puberal. Os meninos, em média,
atingem uma velocidade de pico de altura de 10,3 centímetros/1 a 2 anos
mais tarde do que as meninas, segundo a classificação Tanner fase genital
4, e ganham 28 cm de altura. A maior duração do crescimento pré-puberal
em meninos, combinadas com uma maior velocidade de pico de
crescimento, resulta em uma diferença média de estatura adulta de 13 cm
entre os homens e as mulheres. Após um período de desaceleração da
velocidade de crescimento praticamente o crescimento cessa por causa da
fusão epifisária, geralmente em uma idade óssea de 15 anos em meninas
e 17 anos em meninos. A puberdade é também um momento de ganho de
peso significativo, 50% do peso corporal adulto é adquirido durante a
adolescência. Nos meninos, a velocidade de pico de peso ocorre
aproximadamente ao mesmo tempo que a velocidade de pico de
crescimento e uma média de 9 kg/ano. Nas meninas, o pico de peso fica
atrás da velocidade de pico de crescimento por volta de 6 meses e chega
de 8,3 kg/ano por volta dos 12,5 anos de idade. A taxa de ganho de peso
desacelera de maneira semelhante à velocidade de crescimento durante
os estágios posteriores do desenvolvimento da puberdade. Mudanças na
composição corporal, incluindo alterações nas proporções relativas de
água, músculo, gordura e osso, são uma marca registrada de maturação
puberal e resultar em diferenças do sexo feminino e masculino típicas.
Sob a influência dos hormônios esteróides gonadais e do hormônio de
crescimento (GH), ocorrem aumentos de conteúdo mineral ósseo e massa
muscular e a deposição de gordura é maximamente dimorfismo sexual. As
mudanças na distribuição da gordura corporal (central em comparação
com periférica, subcutânea em comparação com visceral, e superior em
comparação com a parte inferior do corpo) resulta em padrões típicos
andróide e ginóide de distribuição de gordura dos adolescentes mais
velhos e adultos. Sob a influência da testosterona, os rapazes têm um
aumento significativo no crescimento do osso e do músculo e uma perda
simultânea de gordura nas extremidades. A perda máxima de gordura e
aumento de massa muscular nos braços corresponde ao tempo da
velocidade do pico de altura. Nos meninos, o aumento significativo da
massa magra excede o ganho total de peso por causa da perda
concomitante do tecido adiposo.
Como a velocidade de crescimento
diminui, o acúmulo de gordura
recomeça em ambos os sexos, mas é
duas vezes mais rápido em meninas.
Como adultos, os homens têm 150%
da massa corporal magra do sexo da
média do sexo feminino e duas vezes
o número de células musculares. O
aumento de tamanho e massa
muscular esquelética leva ao
aumento da força nos homens.
Ambos os andrógenos e estrógenos
promovem a deposição mineral no
osso, e mais de 90% da massa óssea
está presente por volta dos 18 anos
em adolescentes que se apresentaram o desenvolvimento puberal normal
na época habitual. Em mulheres, cerca de um terço do total mineral ósseo
é acumulado no período de 3 a 4 anos imediatamente após o início da
puberdade. As adolescentes com puberdade atrasada ou amenorréia
secundária podem deixar de acumular a quantidade mineral óssea normal
e a densidade mineral óssea como adultos fica reduzida.
Durante o desenvolvimento puberal, as interações entre GH e os
hormônios esteróides sexuais são impressionantes e importantes. Estudos
de rapazes adolescentes mostraram que as concentrações crescentes de
testosterona durante a puberdade desempenham um papel crucial no
aumento da secreção espontânea de GH e da produção de fator de
crescimento semelhante à insulina I (IGF-I). A capacidade da testosterona
para estimular a secreção de GH da pituitária, no entanto, parece ser
transitória e expressa apenas na peripuberdade; concentrações de GH e
IGF-I diminuem significativamente de forma gradativa durante o final da
puberdade e na idade adulta, apesar de continuar com altas
concentrações de hormônios esteróides gonadais. Em contraste com a
testosterona, o estrogênio modula a atividade secretora GH de forma
desigual; baixas doses de estrogênio estimulam a produção de IGF-I
através do aumento da secreção de GH, mas doses mais elevadas inibem a
produção de IGF-I ao nível hepático.
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930
Como saber mais:
1. As alterações de genes específicos como o gene SHOX (O nome oficial
deste gene é "baixa homeobox estatura...
http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com
2. O gene SHOX também é conhecido por outros nomes, o gene SHOX
fornece instruções para fazer uma proteína que regula a atividade de
outros genes...
http://longevidadefutura.blogspot.com
3. O gene SHOX é parte de uma grande família de genes homeobox, que
atuam durante o desenvolvimento embrionário inicial para controlar a
formação de várias estruturas do corpo...
http://imcobesidade.blogspot.com
AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS
AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
Referências Bibliográficas:
Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H.V., Dra. Endocrinologista,
Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Tanner JM. Auxologia. In: Kappy MS, a
Blizzard RM, Migeon CJ, eds. O diagnóstico e tratamento de doenças endócrinas na infância e
adolescência.4th ed. Springfield, IL: Charles C Thomas, 1995:137-92; Rogol AD, Lawton EL. Medidas
corporais. In: Lohr JA, ed. Procedimentos ambulatoriais pediátricos. Philadelphia: JB Lippincott, 1990:1-
9; Baumgartner RN, Roche AF, Himes JH. Tabelas crescimento incremental: suplementares para gráficos
publicados anteriormente. Am J Clin Nutr 1986; 43 : 711 -22; Tanner JM. Feto no homem: o crescimento
físico, desde a concepção até o venci- mento. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1989;
Crescimento Sinclair D. humana após o nascimento. London: Oxford University Press, 1978; Smith DW.
Crescimento e seus distúrbios. Philadelphia: WB Saunders, 1977; Tanner JM, Healy MJR, Lockhart RD, et
al. Aberdeen Estudo Crescimento, I: a previsão de medição corpo adulto a partir de medições realizadas
a cada ano desde o nascimento até cinco anos. Arch Dis Child 1956 ; 31 : 372 ; Marshall WA, Tanner JM.
Variações nos padrões de mudanças da puberdade em meninas. Arch Dis Child 1969 ; 44 : 291 -303;
Marshall WA, Tanner JM. Variações nos padrões de mudanças da puberdade em meninos. Arch Dis Child
1970 ; 45 : 13 -23; Berkey CS, Wang X, Dockery DW, Ferris B. Adolescente crescimento em altura das
crianças americanas Ann Hum Biol 1994 ; 21 : 435 -42.
Site Van Der Häägen Brazil
www.vanderhaagenbrazil.com.br
www.clinicavanderhaagen.com.br
www.crescimentoinfoco.com
www.obesidadeinfoco.com.br
http://drcaiojr.site.med.br
http://dracaio.site.med.br
Joao Santos Caio Jr
http://google.com/+JoaoSantosCaioJr
Video
http://youtu.be/woonaiFJQwY
Google Maps:
http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt
&sll=-23.578256,46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie =UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t
= h&z=17

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Crescer infantil, Juvenil: O Crescer Depende de Hormônios e de Outros Fatores
Crescer infantil, Juvenil: O Crescer Depende de Hormônios e de Outros FatoresCrescer infantil, Juvenil: O Crescer Depende de Hormônios e de Outros Fatores
Crescer infantil, Juvenil: O Crescer Depende de Hormônios e de Outros FatoresVan Der Häägen Brazil
 
A ESTATURA BAIXA ESTÁ INTIMAMENTE LIGADA COM DOENÇAS CRÔNICA
A ESTATURA BAIXA ESTÁ INTIMAMENTE LIGADA COM DOENÇAS CRÔNICAA ESTATURA BAIXA ESTÁ INTIMAMENTE LIGADA COM DOENÇAS CRÔNICA
A ESTATURA BAIXA ESTÁ INTIMAMENTE LIGADA COM DOENÇAS CRÔNICAVan Der Häägen Brazil
 
HIPOPITUITARISMO É GLÂNDULA PITUITÁRIA HIPOATIVA
HIPOPITUITARISMO É GLÂNDULA PITUITÁRIA HIPOATIVAHIPOPITUITARISMO É GLÂNDULA PITUITÁRIA HIPOATIVA
HIPOPITUITARISMO É GLÂNDULA PITUITÁRIA HIPOATIVAVan Der Häägen Brazil
 
CRESCER COMPROMETIDO: CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL- AXIOMA EM FATORES GENÉTICO...
CRESCER COMPROMETIDO: CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL- AXIOMA EM FATORES GENÉTICO...CRESCER COMPROMETIDO: CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL- AXIOMA EM FATORES GENÉTICO...
CRESCER COMPROMETIDO: CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL- AXIOMA EM FATORES GENÉTICO...Van Der Häägen Brazil
 
CRESCER E BAIXA ESTATURA EM CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL INCLUINDO ADOLESCÊNCI...
CRESCER E BAIXA ESTATURA EM CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL INCLUINDO ADOLESCÊNCI...CRESCER E BAIXA ESTATURA EM CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL INCLUINDO ADOLESCÊNCI...
CRESCER E BAIXA ESTATURA EM CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL INCLUINDO ADOLESCÊNCI...Van Der Häägen Brazil
 
BAIXA ESTATURA E CRESCER INFANTIL E JUVENIL; ANORMALIDADES CROMOSSÔMICAS E SÍ...
BAIXA ESTATURA E CRESCER INFANTIL E JUVENIL; ANORMALIDADES CROMOSSÔMICAS E SÍ...BAIXA ESTATURA E CRESCER INFANTIL E JUVENIL; ANORMALIDADES CROMOSSÔMICAS E SÍ...
BAIXA ESTATURA E CRESCER INFANTIL E JUVENIL; ANORMALIDADES CROMOSSÔMICAS E SÍ...Van Der Häägen Brazil
 
Impacto de treinamento físico intenso e o crescimento somático em atletas inf...
Impacto de treinamento físico intenso e o crescimento somático em atletas inf...Impacto de treinamento físico intenso e o crescimento somático em atletas inf...
Impacto de treinamento físico intenso e o crescimento somático em atletas inf...Van Der Häägen Brazil
 
Baixa Estatura o Peso ao Nascer, Crescimento Infanto–Juvenil e Resistência à ...
Baixa Estatura o Peso ao Nascer, Crescimento Infanto–Juvenil e Resistência à ...Baixa Estatura o Peso ao Nascer, Crescimento Infanto–Juvenil e Resistência à ...
Baixa Estatura o Peso ao Nascer, Crescimento Infanto–Juvenil e Resistência à ...Van Der Häägen Brazil
 
CRESCER CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL; CONSTÂNCIA E COMPROMETIMENTOS LONGITUDIN...
CRESCER CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL; CONSTÂNCIA E COMPROMETIMENTOS LONGITUDIN...CRESCER CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL; CONSTÂNCIA E COMPROMETIMENTOS LONGITUDIN...
CRESCER CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL; CONSTÂNCIA E COMPROMETIMENTOS LONGITUDIN...Van Der Häägen Brazil
 
Baixo crescimento infanto juvenil não significa só problemas genéticos
Baixo crescimento infanto juvenil não significa só problemas genéticosBaixo crescimento infanto juvenil não significa só problemas genéticos
Baixo crescimento infanto juvenil não significa só problemas genéticosVan Der Häägen Brazil
 
Crescer e Desenvolver Infanto Juvenil Adolescente
Crescer e Desenvolver Infanto Juvenil AdolescenteCrescer e Desenvolver Infanto Juvenil Adolescente
Crescer e Desenvolver Infanto Juvenil AdolescenteVan Der Häägen Brazil
 
CRESCER E FECHAR EPÍFISES; FATORES ENDÓGENOS-EXÓGENOS PODEM ALTERAR IDADE PUB...
CRESCER E FECHAR EPÍFISES; FATORES ENDÓGENOS-EXÓGENOS PODEM ALTERAR IDADE PUB...CRESCER E FECHAR EPÍFISES; FATORES ENDÓGENOS-EXÓGENOS PODEM ALTERAR IDADE PUB...
CRESCER E FECHAR EPÍFISES; FATORES ENDÓGENOS-EXÓGENOS PODEM ALTERAR IDADE PUB...Van Der Häägen Brazil
 
BAIXO CRESCIMENTO INFANTO-JUVENIL NÃO SIGNIFICA SÓ PROBLEMAS GENÉTICOS
BAIXO CRESCIMENTO INFANTO-JUVENIL NÃO SIGNIFICA SÓ PROBLEMAS GENÉTICOSBAIXO CRESCIMENTO INFANTO-JUVENIL NÃO SIGNIFICA SÓ PROBLEMAS GENÉTICOS
BAIXO CRESCIMENTO INFANTO-JUVENIL NÃO SIGNIFICA SÓ PROBLEMAS GENÉTICOSVan Der Häägen Brazil
 
BAIXA ESTATURA E CRESCIMENTO LINEAR: UM LADO POSITIVO PARA O GH HUMANO
BAIXA ESTATURA E CRESCIMENTO LINEAR: UM LADO POSITIVO PARA O GH HUMANOBAIXA ESTATURA E CRESCIMENTO LINEAR: UM LADO POSITIVO PARA O GH HUMANO
BAIXA ESTATURA E CRESCIMENTO LINEAR: UM LADO POSITIVO PARA O GH HUMANOVan Der Häägen Brazil
 
CRESCER:JUVENIL/ADOLESCENTE:EFEITOS DO ÁLCOOL SOBRE PROCESSOS FISIOLÓGICOS E ...
CRESCER:JUVENIL/ADOLESCENTE:EFEITOS DO ÁLCOOL SOBRE PROCESSOS FISIOLÓGICOS E ...CRESCER:JUVENIL/ADOLESCENTE:EFEITOS DO ÁLCOOL SOBRE PROCESSOS FISIOLÓGICOS E ...
CRESCER:JUVENIL/ADOLESCENTE:EFEITOS DO ÁLCOOL SOBRE PROCESSOS FISIOLÓGICOS E ...Van Der Häägen Brazil
 
Desenvolvimento Puberal Atrasado em Atleta Juvenil pelo alto gasto energético...
Desenvolvimento Puberal Atrasado em Atleta Juvenil pelo alto gasto energético...Desenvolvimento Puberal Atrasado em Atleta Juvenil pelo alto gasto energético...
Desenvolvimento Puberal Atrasado em Atleta Juvenil pelo alto gasto energético...Van Der Häägen Brazil
 
Deficiência GH determinantes da resistência Óssea que podem ser afetados prin...
Deficiência GH determinantes da resistência Óssea que podem ser afetados prin...Deficiência GH determinantes da resistência Óssea que podem ser afetados prin...
Deficiência GH determinantes da resistência Óssea que podem ser afetados prin...Van Der Häägen Brazil
 

Mais procurados (20)

Crescer infantil, Juvenil: O Crescer Depende de Hormônios e de Outros Fatores
Crescer infantil, Juvenil: O Crescer Depende de Hormônios e de Outros FatoresCrescer infantil, Juvenil: O Crescer Depende de Hormônios e de Outros Fatores
Crescer infantil, Juvenil: O Crescer Depende de Hormônios e de Outros Fatores
 
A ESTATURA BAIXA ESTÁ INTIMAMENTE LIGADA COM DOENÇAS CRÔNICA
A ESTATURA BAIXA ESTÁ INTIMAMENTE LIGADA COM DOENÇAS CRÔNICAA ESTATURA BAIXA ESTÁ INTIMAMENTE LIGADA COM DOENÇAS CRÔNICA
A ESTATURA BAIXA ESTÁ INTIMAMENTE LIGADA COM DOENÇAS CRÔNICA
 
HIPOPITUITARISMO É GLÂNDULA PITUITÁRIA HIPOATIVA
HIPOPITUITARISMO É GLÂNDULA PITUITÁRIA HIPOATIVAHIPOPITUITARISMO É GLÂNDULA PITUITÁRIA HIPOATIVA
HIPOPITUITARISMO É GLÂNDULA PITUITÁRIA HIPOATIVA
 
CRESCER COMPROMETIDO: CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL- AXIOMA EM FATORES GENÉTICO...
CRESCER COMPROMETIDO: CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL- AXIOMA EM FATORES GENÉTICO...CRESCER COMPROMETIDO: CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL- AXIOMA EM FATORES GENÉTICO...
CRESCER COMPROMETIDO: CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL- AXIOMA EM FATORES GENÉTICO...
 
CRESCER E BAIXA ESTATURA EM CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL INCLUINDO ADOLESCÊNCI...
CRESCER E BAIXA ESTATURA EM CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL INCLUINDO ADOLESCÊNCI...CRESCER E BAIXA ESTATURA EM CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL INCLUINDO ADOLESCÊNCI...
CRESCER E BAIXA ESTATURA EM CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL INCLUINDO ADOLESCÊNCI...
 
BAIXA ESTATURA E CRESCER INFANTIL E JUVENIL; ANORMALIDADES CROMOSSÔMICAS E SÍ...
BAIXA ESTATURA E CRESCER INFANTIL E JUVENIL; ANORMALIDADES CROMOSSÔMICAS E SÍ...BAIXA ESTATURA E CRESCER INFANTIL E JUVENIL; ANORMALIDADES CROMOSSÔMICAS E SÍ...
BAIXA ESTATURA E CRESCER INFANTIL E JUVENIL; ANORMALIDADES CROMOSSÔMICAS E SÍ...
 
Impacto de treinamento físico intenso e o crescimento somático em atletas inf...
Impacto de treinamento físico intenso e o crescimento somático em atletas inf...Impacto de treinamento físico intenso e o crescimento somático em atletas inf...
Impacto de treinamento físico intenso e o crescimento somático em atletas inf...
 
Baixa Estatura o Peso ao Nascer, Crescimento Infanto–Juvenil e Resistência à ...
Baixa Estatura o Peso ao Nascer, Crescimento Infanto–Juvenil e Resistência à ...Baixa Estatura o Peso ao Nascer, Crescimento Infanto–Juvenil e Resistência à ...
Baixa Estatura o Peso ao Nascer, Crescimento Infanto–Juvenil e Resistência à ...
 
CRESCER CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL; CONSTÂNCIA E COMPROMETIMENTOS LONGITUDIN...
CRESCER CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL; CONSTÂNCIA E COMPROMETIMENTOS LONGITUDIN...CRESCER CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL; CONSTÂNCIA E COMPROMETIMENTOS LONGITUDIN...
CRESCER CRIANÇA, INFANTIL E JUVENIL; CONSTÂNCIA E COMPROMETIMENTOS LONGITUDIN...
 
Baixo crescimento infanto juvenil não significa só problemas genéticos
Baixo crescimento infanto juvenil não significa só problemas genéticosBaixo crescimento infanto juvenil não significa só problemas genéticos
Baixo crescimento infanto juvenil não significa só problemas genéticos
 
Crescer e Desenvolver Infanto Juvenil Adolescente
Crescer e Desenvolver Infanto Juvenil AdolescenteCrescer e Desenvolver Infanto Juvenil Adolescente
Crescer e Desenvolver Infanto Juvenil Adolescente
 
CRESCER E FECHAR EPÍFISES; FATORES ENDÓGENOS-EXÓGENOS PODEM ALTERAR IDADE PUB...
CRESCER E FECHAR EPÍFISES; FATORES ENDÓGENOS-EXÓGENOS PODEM ALTERAR IDADE PUB...CRESCER E FECHAR EPÍFISES; FATORES ENDÓGENOS-EXÓGENOS PODEM ALTERAR IDADE PUB...
CRESCER E FECHAR EPÍFISES; FATORES ENDÓGENOS-EXÓGENOS PODEM ALTERAR IDADE PUB...
 
BAIXO CRESCIMENTO INFANTO-JUVENIL NÃO SIGNIFICA SÓ PROBLEMAS GENÉTICOS
BAIXO CRESCIMENTO INFANTO-JUVENIL NÃO SIGNIFICA SÓ PROBLEMAS GENÉTICOSBAIXO CRESCIMENTO INFANTO-JUVENIL NÃO SIGNIFICA SÓ PROBLEMAS GENÉTICOS
BAIXO CRESCIMENTO INFANTO-JUVENIL NÃO SIGNIFICA SÓ PROBLEMAS GENÉTICOS
 
Crescimento Começa com um Ato de Amor
Crescimento Começa com um Ato de AmorCrescimento Começa com um Ato de Amor
Crescimento Começa com um Ato de Amor
 
Crescimento Infanto Juvenil
Crescimento Infanto JuvenilCrescimento Infanto Juvenil
Crescimento Infanto Juvenil
 
BAIXA ESTATURA E CRESCIMENTO LINEAR: UM LADO POSITIVO PARA O GH HUMANO
BAIXA ESTATURA E CRESCIMENTO LINEAR: UM LADO POSITIVO PARA O GH HUMANOBAIXA ESTATURA E CRESCIMENTO LINEAR: UM LADO POSITIVO PARA O GH HUMANO
BAIXA ESTATURA E CRESCIMENTO LINEAR: UM LADO POSITIVO PARA O GH HUMANO
 
Crescimento Infanto
Crescimento InfantoCrescimento Infanto
Crescimento Infanto
 
CRESCER:JUVENIL/ADOLESCENTE:EFEITOS DO ÁLCOOL SOBRE PROCESSOS FISIOLÓGICOS E ...
CRESCER:JUVENIL/ADOLESCENTE:EFEITOS DO ÁLCOOL SOBRE PROCESSOS FISIOLÓGICOS E ...CRESCER:JUVENIL/ADOLESCENTE:EFEITOS DO ÁLCOOL SOBRE PROCESSOS FISIOLÓGICOS E ...
CRESCER:JUVENIL/ADOLESCENTE:EFEITOS DO ÁLCOOL SOBRE PROCESSOS FISIOLÓGICOS E ...
 
Desenvolvimento Puberal Atrasado em Atleta Juvenil pelo alto gasto energético...
Desenvolvimento Puberal Atrasado em Atleta Juvenil pelo alto gasto energético...Desenvolvimento Puberal Atrasado em Atleta Juvenil pelo alto gasto energético...
Desenvolvimento Puberal Atrasado em Atleta Juvenil pelo alto gasto energético...
 
Deficiência GH determinantes da resistência Óssea que podem ser afetados prin...
Deficiência GH determinantes da resistência Óssea que podem ser afetados prin...Deficiência GH determinantes da resistência Óssea que podem ser afetados prin...
Deficiência GH determinantes da resistência Óssea que podem ser afetados prin...
 

Destaque

O eixo gh igf-1 e sua relação com o osso
O eixo gh  igf-1 e sua relação com o ossoO eixo gh  igf-1 e sua relação com o osso
O eixo gh igf-1 e sua relação com o ossoVan Der Häägen Brazil
 
O eixo gh igf 1 é importante regulador do crescimento longitudinal
O eixo gh  igf 1 é importante regulador do crescimento longitudinalO eixo gh  igf 1 é importante regulador do crescimento longitudinal
O eixo gh igf 1 é importante regulador do crescimento longitudinalVan Der Häägen Brazil
 
Maturação Esquelética Criança, Infantil, Juvenil, Processo Morfológico para T...
Maturação Esquelética Criança, Infantil, Juvenil, Processo Morfológico para T...Maturação Esquelética Criança, Infantil, Juvenil, Processo Morfológico para T...
Maturação Esquelética Criança, Infantil, Juvenil, Processo Morfológico para T...Van Der Häägen Brazil
 
A criança em idade pré escolar
A criança em idade pré escolarA criança em idade pré escolar
A criança em idade pré escolarEU O Escutismo
 
Etapas do desenvolvimento pré natal2011
Etapas do desenvolvimento pré natal2011Etapas do desenvolvimento pré natal2011
Etapas do desenvolvimento pré natal2011UNISUL
 
Idade ossea
Idade osseaIdade ossea
Idade osseaendocbh
 
Dinâmicas da educação infantil
Dinâmicas da educação infantilDinâmicas da educação infantil
Dinâmicas da educação infantilLeonarda Macedo
 
Alojamento conjunto e enfermagem
Alojamento conjunto e enfermagemAlojamento conjunto e enfermagem
Alojamento conjunto e enfermagemjusantos_
 
Desenvolvimento das crianças nos primeiros anos de vida
Desenvolvimento das crianças nos primeiros anos de vidaDesenvolvimento das crianças nos primeiros anos de vida
Desenvolvimento das crianças nos primeiros anos de vidaJosé Cristiano
 
19772128 dinamicas-para-trabalhar-em-sala-de-aula
19772128 dinamicas-para-trabalhar-em-sala-de-aula19772128 dinamicas-para-trabalhar-em-sala-de-aula
19772128 dinamicas-para-trabalhar-em-sala-de-aulanadia26
 
Fases do desenvolvimento - Piaget
Fases do desenvolvimento -  PiagetFases do desenvolvimento -  Piaget
Fases do desenvolvimento - PiagetElisms88
 
Crescimento e desenvolvimento infantil
Crescimento e desenvolvimento infantilCrescimento e desenvolvimento infantil
Crescimento e desenvolvimento infantilCamila Oliveira
 
RADIOGRAFIA CARPAL
RADIOGRAFIA CARPALRADIOGRAFIA CARPAL
RADIOGRAFIA CARPALLaTia Tuca
 
Adolescência - Mudanças que ocorrem em nosso corpo
Adolescência - Mudanças que ocorrem em nosso corpoAdolescência - Mudanças que ocorrem em nosso corpo
Adolescência - Mudanças que ocorrem em nosso corpolucols
 
Dinâmicas projeto auto estima
Dinâmicas projeto auto estimaDinâmicas projeto auto estima
Dinâmicas projeto auto estimarosangelars
 

Destaque (20)

O eixo gh igf-1 e sua relação com o osso
O eixo gh  igf-1 e sua relação com o ossoO eixo gh  igf-1 e sua relação com o osso
O eixo gh igf-1 e sua relação com o osso
 
O eixo gh igf 1 é importante regulador do crescimento longitudinal
O eixo gh  igf 1 é importante regulador do crescimento longitudinalO eixo gh  igf 1 é importante regulador do crescimento longitudinal
O eixo gh igf 1 é importante regulador do crescimento longitudinal
 
Maturação Esquelética Criança, Infantil, Juvenil, Processo Morfológico para T...
Maturação Esquelética Criança, Infantil, Juvenil, Processo Morfológico para T...Maturação Esquelética Criança, Infantil, Juvenil, Processo Morfológico para T...
Maturação Esquelética Criança, Infantil, Juvenil, Processo Morfológico para T...
 
A criança em idade pré escolar
A criança em idade pré escolarA criança em idade pré escolar
A criança em idade pré escolar
 
(2011 09-20)hiperuricemia ppt
(2011 09-20)hiperuricemia ppt(2011 09-20)hiperuricemia ppt
(2011 09-20)hiperuricemia ppt
 
Etapas do desenvolvimento pré natal2011
Etapas do desenvolvimento pré natal2011Etapas do desenvolvimento pré natal2011
Etapas do desenvolvimento pré natal2011
 
Idade ossea
Idade osseaIdade ossea
Idade ossea
 
Vigorexia 2
Vigorexia 2Vigorexia 2
Vigorexia 2
 
Dinâmicas da educação infantil
Dinâmicas da educação infantilDinâmicas da educação infantil
Dinâmicas da educação infantil
 
Desenvolvimento prénatal
Desenvolvimento prénatalDesenvolvimento prénatal
Desenvolvimento prénatal
 
Alojamento conjunto e enfermagem
Alojamento conjunto e enfermagemAlojamento conjunto e enfermagem
Alojamento conjunto e enfermagem
 
Atlas greulich y pyle
Atlas greulich y pyleAtlas greulich y pyle
Atlas greulich y pyle
 
Desenvolvimento das crianças nos primeiros anos de vida
Desenvolvimento das crianças nos primeiros anos de vidaDesenvolvimento das crianças nos primeiros anos de vida
Desenvolvimento das crianças nos primeiros anos de vida
 
19772128 dinamicas-para-trabalhar-em-sala-de-aula
19772128 dinamicas-para-trabalhar-em-sala-de-aula19772128 dinamicas-para-trabalhar-em-sala-de-aula
19772128 dinamicas-para-trabalhar-em-sala-de-aula
 
Fases do desenvolvimento - Piaget
Fases do desenvolvimento -  PiagetFases do desenvolvimento -  Piaget
Fases do desenvolvimento - Piaget
 
Crescimento e desenvolvimento infantil
Crescimento e desenvolvimento infantilCrescimento e desenvolvimento infantil
Crescimento e desenvolvimento infantil
 
RADIOGRAFIA CARPAL
RADIOGRAFIA CARPALRADIOGRAFIA CARPAL
RADIOGRAFIA CARPAL
 
Adolescência - Mudanças que ocorrem em nosso corpo
Adolescência - Mudanças que ocorrem em nosso corpoAdolescência - Mudanças que ocorrem em nosso corpo
Adolescência - Mudanças que ocorrem em nosso corpo
 
A adolescência
A adolescênciaA adolescência
A adolescência
 
Dinâmicas projeto auto estima
Dinâmicas projeto auto estimaDinâmicas projeto auto estima
Dinâmicas projeto auto estima
 

Semelhante a Crescimento Pré-Puberal, Puberal Infanto-Juvenil

Estirão em Infantil Juvenil, compatível com crescer pré e pubertário na menar...
Estirão em Infantil Juvenil, compatível com crescer pré e pubertário na menar...Estirão em Infantil Juvenil, compatível com crescer pré e pubertário na menar...
Estirão em Infantil Juvenil, compatível com crescer pré e pubertário na menar...Van Der Häägen Brazil
 
42586_14c3e97323306f3620b21286f2b5287c.p
42586_14c3e97323306f3620b21286f2b5287c.p42586_14c3e97323306f3620b21286f2b5287c.p
42586_14c3e97323306f3620b21286f2b5287c.pJlioCsar374
 
A puberdade é o processo de mudanças físicas
A puberdade é o processo de mudanças físicasA puberdade é o processo de mudanças físicas
A puberdade é o processo de mudanças físicasVan Der Häägen Brazil
 
Fatores que Influenciam o Crescimento Infantil Somático até os 2 anos de Idade
Fatores que Influenciam o Crescimento Infantil Somático até os 2 anos de IdadeFatores que Influenciam o Crescimento Infantil Somático até os 2 anos de Idade
Fatores que Influenciam o Crescimento Infantil Somático até os 2 anos de IdadeVan Der Häägen Brazil
 
Puberdade é maturação mais rápida do corpo até adulto
Puberdade é maturação mais rápida do corpo até adultoPuberdade é maturação mais rápida do corpo até adulto
Puberdade é maturação mais rápida do corpo até adultoVan Der Häägen Brazil
 
Estatura crescimento infantil juvenil adolescente não depende apenas gh igf-1...
Estatura crescimento infantil juvenil adolescente não depende apenas gh igf-1...Estatura crescimento infantil juvenil adolescente não depende apenas gh igf-1...
Estatura crescimento infantil juvenil adolescente não depende apenas gh igf-1...Van Der Häägen Brazil
 
Criança, infantil, juvenil e o desenvolvimento linear da massa óssea para cre...
Criança, infantil, juvenil e o desenvolvimento linear da massa óssea para cre...Criança, infantil, juvenil e o desenvolvimento linear da massa óssea para cre...
Criança, infantil, juvenil e o desenvolvimento linear da massa óssea para cre...Van Der Häägen Brazil
 
Porque eu devo me preocupar com a baixa estatura dos meus filhos se eles terã...
Porque eu devo me preocupar com a baixa estatura dos meus filhos se eles terã...Porque eu devo me preocupar com a baixa estatura dos meus filhos se eles terã...
Porque eu devo me preocupar com a baixa estatura dos meus filhos se eles terã...Van Der Häägen Brazil
 
Sexualidade na adolescencia
Sexualidade na adolescenciaSexualidade na adolescencia
Sexualidade na adolescenciaLasianny
 
Fatores Determinantes do Crescimento e do Amadurecimento
Fatores Determinantes do Crescimento e do AmadurecimentoFatores Determinantes do Crescimento e do Amadurecimento
Fatores Determinantes do Crescimento e do AmadurecimentoVan Der Häägen Brazil
 
Determinantes do Crescer e Maturação Crianças,Infantil,Juvenil e Subst. Metab...
Determinantes do Crescer e Maturação Crianças,Infantil,Juvenil e Subst. Metab...Determinantes do Crescer e Maturação Crianças,Infantil,Juvenil e Subst. Metab...
Determinantes do Crescer e Maturação Crianças,Infantil,Juvenil e Subst. Metab...Van Der Häägen Brazil
 
Variação genética do crescimento de infantil juvenil-adolescentes em estatura
Variação genética do crescimento de infantil juvenil-adolescentes em estaturaVariação genética do crescimento de infantil juvenil-adolescentes em estatura
Variação genética do crescimento de infantil juvenil-adolescentes em estaturaVan Der Häägen Brazil
 
O estirão durante o crescimento infanto juvenil poderá ser uma roleta russa p...
O estirão durante o crescimento infanto juvenil poderá ser uma roleta russa p...O estirão durante o crescimento infanto juvenil poderá ser uma roleta russa p...
O estirão durante o crescimento infanto juvenil poderá ser uma roleta russa p...Van Der Häägen Brazil
 
Crescimento em baixa estatura criança juvenil adolescente pré púbere falta d...
Crescimento em baixa estatura criança juvenil adolescente pré púbere  falta d...Crescimento em baixa estatura criança juvenil adolescente pré púbere  falta d...
Crescimento em baixa estatura criança juvenil adolescente pré púbere falta d...Van Der Häägen Brazil
 
O Estirão Durante o Crescimento Infanto Juvenil
O Estirão Durante o Crescimento Infanto JuvenilO Estirão Durante o Crescimento Infanto Juvenil
O Estirão Durante o Crescimento Infanto JuvenilVan Der Häägen Brazil
 
Múltiplos caminhos para o crescimento da altura normal de criança, infantil, ...
Múltiplos caminhos para o crescimento da altura normal de criança, infantil, ...Múltiplos caminhos para o crescimento da altura normal de criança, infantil, ...
Múltiplos caminhos para o crescimento da altura normal de criança, infantil, ...Van Der Häägen Brazil
 

Semelhante a Crescimento Pré-Puberal, Puberal Infanto-Juvenil (20)

Estirão em Infantil Juvenil, compatível com crescer pré e pubertário na menar...
Estirão em Infantil Juvenil, compatível com crescer pré e pubertário na menar...Estirão em Infantil Juvenil, compatível com crescer pré e pubertário na menar...
Estirão em Infantil Juvenil, compatível com crescer pré e pubertário na menar...
 
42586_14c3e97323306f3620b21286f2b5287c.p
42586_14c3e97323306f3620b21286f2b5287c.p42586_14c3e97323306f3620b21286f2b5287c.p
42586_14c3e97323306f3620b21286f2b5287c.p
 
A puberdade é o processo de mudanças físicas
A puberdade é o processo de mudanças físicasA puberdade é o processo de mudanças físicas
A puberdade é o processo de mudanças físicas
 
Fatores que Influenciam o Crescimento Infantil Somático até os 2 anos de Idade
Fatores que Influenciam o Crescimento Infantil Somático até os 2 anos de IdadeFatores que Influenciam o Crescimento Infantil Somático até os 2 anos de Idade
Fatores que Influenciam o Crescimento Infantil Somático até os 2 anos de Idade
 
Puberdade é maturação mais rápida do corpo até adulto
Puberdade é maturação mais rápida do corpo até adultoPuberdade é maturação mais rápida do corpo até adulto
Puberdade é maturação mais rápida do corpo até adulto
 
Estatura crescimento infantil juvenil adolescente não depende apenas gh igf-1...
Estatura crescimento infantil juvenil adolescente não depende apenas gh igf-1...Estatura crescimento infantil juvenil adolescente não depende apenas gh igf-1...
Estatura crescimento infantil juvenil adolescente não depende apenas gh igf-1...
 
Gravidez_Adolescência.pdf
Gravidez_Adolescência.pdfGravidez_Adolescência.pdf
Gravidez_Adolescência.pdf
 
Criança, infantil, juvenil e o desenvolvimento linear da massa óssea para cre...
Criança, infantil, juvenil e o desenvolvimento linear da massa óssea para cre...Criança, infantil, juvenil e o desenvolvimento linear da massa óssea para cre...
Criança, infantil, juvenil e o desenvolvimento linear da massa óssea para cre...
 
Puberdade
PuberdadePuberdade
Puberdade
 
Porque eu devo me preocupar com a baixa estatura dos meus filhos se eles terã...
Porque eu devo me preocupar com a baixa estatura dos meus filhos se eles terã...Porque eu devo me preocupar com a baixa estatura dos meus filhos se eles terã...
Porque eu devo me preocupar com a baixa estatura dos meus filhos se eles terã...
 
Sexualidade na adolescencia
Sexualidade na adolescenciaSexualidade na adolescencia
Sexualidade na adolescencia
 
Fatores Determinantes do Crescimento e do Amadurecimento
Fatores Determinantes do Crescimento e do AmadurecimentoFatores Determinantes do Crescimento e do Amadurecimento
Fatores Determinantes do Crescimento e do Amadurecimento
 
Determinantes do Crescer e Maturação Crianças,Infantil,Juvenil e Subst. Metab...
Determinantes do Crescer e Maturação Crianças,Infantil,Juvenil e Subst. Metab...Determinantes do Crescer e Maturação Crianças,Infantil,Juvenil e Subst. Metab...
Determinantes do Crescer e Maturação Crianças,Infantil,Juvenil e Subst. Metab...
 
Variação genética do crescimento de infantil juvenil-adolescentes em estatura
Variação genética do crescimento de infantil juvenil-adolescentes em estaturaVariação genética do crescimento de infantil juvenil-adolescentes em estatura
Variação genética do crescimento de infantil juvenil-adolescentes em estatura
 
Adolescência
AdolescênciaAdolescência
Adolescência
 
O estirão durante o crescimento infanto juvenil poderá ser uma roleta russa p...
O estirão durante o crescimento infanto juvenil poderá ser uma roleta russa p...O estirão durante o crescimento infanto juvenil poderá ser uma roleta russa p...
O estirão durante o crescimento infanto juvenil poderá ser uma roleta russa p...
 
Estatura Crescimento
Estatura CrescimentoEstatura Crescimento
Estatura Crescimento
 
Crescimento em baixa estatura criança juvenil adolescente pré púbere falta d...
Crescimento em baixa estatura criança juvenil adolescente pré púbere  falta d...Crescimento em baixa estatura criança juvenil adolescente pré púbere  falta d...
Crescimento em baixa estatura criança juvenil adolescente pré púbere falta d...
 
O Estirão Durante o Crescimento Infanto Juvenil
O Estirão Durante o Crescimento Infanto JuvenilO Estirão Durante o Crescimento Infanto Juvenil
O Estirão Durante o Crescimento Infanto Juvenil
 
Múltiplos caminhos para o crescimento da altura normal de criança, infantil, ...
Múltiplos caminhos para o crescimento da altura normal de criança, infantil, ...Múltiplos caminhos para o crescimento da altura normal de criança, infantil, ...
Múltiplos caminhos para o crescimento da altura normal de criança, infantil, ...
 

Mais de Van Der Häägen Brazil

OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDE
OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDEOBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDE
OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDEVan Der Häägen Brazil
 
A IMPORTÂNCIA CLÍNICA DA ADIPOSIDADE VISCERAL: UMA PESQUISA PROSPECTIVA CRÍTI...
A IMPORTÂNCIA CLÍNICA DA ADIPOSIDADE VISCERAL: UMA PESQUISA PROSPECTIVA CRÍTI...A IMPORTÂNCIA CLÍNICA DA ADIPOSIDADE VISCERAL: UMA PESQUISA PROSPECTIVA CRÍTI...
A IMPORTÂNCIA CLÍNICA DA ADIPOSIDADE VISCERAL: UMA PESQUISA PROSPECTIVA CRÍTI...Van Der Häägen Brazil
 
A DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA CORPORAL É MAIS PREDITIVA (INFORMATIVA) DE MORTALID...
A DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA CORPORAL É MAIS PREDITIVA (INFORMATIVA) DE MORTALID...A DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA CORPORAL É MAIS PREDITIVA (INFORMATIVA) DE MORTALID...
A DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA CORPORAL É MAIS PREDITIVA (INFORMATIVA) DE MORTALID...Van Der Häägen Brazil
 
VOCÊ PENSA QUE APENAS OBESO OU GORDO QUE NÃO FAZ EXERCICIO, É QUE MORRE? BEM ...
VOCÊ PENSA QUE APENAS OBESO OU GORDO QUE NÃO FAZ EXERCICIO, É QUE MORRE? BEM ...VOCÊ PENSA QUE APENAS OBESO OU GORDO QUE NÃO FAZ EXERCICIO, É QUE MORRE? BEM ...
VOCÊ PENSA QUE APENAS OBESO OU GORDO QUE NÃO FAZ EXERCICIO, É QUE MORRE? BEM ...Van Der Häägen Brazil
 
PODE ACREDITAR, QUE O SOBREPESO E A OBESIDADE ESTA LIGADA AO HIPOTIREOIDISMO
PODE ACREDITAR, QUE O SOBREPESO E A OBESIDADE ESTA LIGADA AO HIPOTIREOIDISMOPODE ACREDITAR, QUE O SOBREPESO E A OBESIDADE ESTA LIGADA AO HIPOTIREOIDISMO
PODE ACREDITAR, QUE O SOBREPESO E A OBESIDADE ESTA LIGADA AO HIPOTIREOIDISMOVan Der Häägen Brazil
 
OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDE
OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDEOBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDE
OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDEVan Der Häägen Brazil
 
OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDE; LARGUE DESSA VIDA IRRESPONSÁV...
OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDE; LARGUE DESSA VIDA IRRESPONSÁV...OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDE; LARGUE DESSA VIDA IRRESPONSÁV...
OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDE; LARGUE DESSA VIDA IRRESPONSÁV...Van Der Häägen Brazil
 
NOVIDADES E CONCEITOS NOVOS ATRAVÉS DO SOBREPESO
NOVIDADES E CONCEITOS NOVOS ATRAVÉS DO SOBREPESONOVIDADES E CONCEITOS NOVOS ATRAVÉS DO SOBREPESO
NOVIDADES E CONCEITOS NOVOS ATRAVÉS DO SOBREPESOVan Der Häägen Brazil
 
INTERFERÊNCIAS DA OBESIDADE NA FUNÇÃO IMUNOLÓGICA
INTERFERÊNCIAS DA OBESIDADE NA FUNÇÃO IMUNOLÓGICAINTERFERÊNCIAS DA OBESIDADE NA FUNÇÃO IMUNOLÓGICA
INTERFERÊNCIAS DA OBESIDADE NA FUNÇÃO IMUNOLÓGICAVan Der Häägen Brazil
 
DIABETES MELLITUS TIPO 2, DOENÇAS CARDIO RESPIRATÓRIAS, RENAIS, ENTRE OUTRAS.
DIABETES MELLITUS TIPO 2, DOENÇAS CARDIO RESPIRATÓRIAS, RENAIS, ENTRE OUTRAS.DIABETES MELLITUS TIPO 2, DOENÇAS CARDIO RESPIRATÓRIAS, RENAIS, ENTRE OUTRAS.
DIABETES MELLITUS TIPO 2, DOENÇAS CARDIO RESPIRATÓRIAS, RENAIS, ENTRE OUTRAS.Van Der Häägen Brazil
 
VOCÊ TERIA DÚVIDA DE QUE MESMO VACINADA, VOCÊ NÃO CONTRAIRIA POR EXEMPLO A CO...
VOCÊ TERIA DÚVIDA DE QUE MESMO VACINADA, VOCÊ NÃO CONTRAIRIA POR EXEMPLO A CO...VOCÊ TERIA DÚVIDA DE QUE MESMO VACINADA, VOCÊ NÃO CONTRAIRIA POR EXEMPLO A CO...
VOCÊ TERIA DÚVIDA DE QUE MESMO VACINADA, VOCÊ NÃO CONTRAIRIA POR EXEMPLO A CO...Van Der Häägen Brazil
 

Mais de Van Der Häägen Brazil (20)

OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDE
OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDEOBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDE
OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDE
 
A IMPORTÂNCIA CLÍNICA DA ADIPOSIDADE VISCERAL: UMA PESQUISA PROSPECTIVA CRÍTI...
A IMPORTÂNCIA CLÍNICA DA ADIPOSIDADE VISCERAL: UMA PESQUISA PROSPECTIVA CRÍTI...A IMPORTÂNCIA CLÍNICA DA ADIPOSIDADE VISCERAL: UMA PESQUISA PROSPECTIVA CRÍTI...
A IMPORTÂNCIA CLÍNICA DA ADIPOSIDADE VISCERAL: UMA PESQUISA PROSPECTIVA CRÍTI...
 
A DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA CORPORAL É MAIS PREDITIVA (INFORMATIVA) DE MORTALID...
A DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA CORPORAL É MAIS PREDITIVA (INFORMATIVA) DE MORTALID...A DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA CORPORAL É MAIS PREDITIVA (INFORMATIVA) DE MORTALID...
A DISTRIBUIÇÃO DA GORDURA CORPORAL É MAIS PREDITIVA (INFORMATIVA) DE MORTALID...
 
GORDURA VISCERAL
GORDURA VISCERALGORDURA VISCERAL
GORDURA VISCERAL
 
VOCÊ PENSA QUE APENAS OBESO OU GORDO QUE NÃO FAZ EXERCICIO, É QUE MORRE? BEM ...
VOCÊ PENSA QUE APENAS OBESO OU GORDO QUE NÃO FAZ EXERCICIO, É QUE MORRE? BEM ...VOCÊ PENSA QUE APENAS OBESO OU GORDO QUE NÃO FAZ EXERCICIO, É QUE MORRE? BEM ...
VOCÊ PENSA QUE APENAS OBESO OU GORDO QUE NÃO FAZ EXERCICIO, É QUE MORRE? BEM ...
 
PODE ACREDITAR, QUE O SOBREPESO E A OBESIDADE ESTA LIGADA AO HIPOTIREOIDISMO
PODE ACREDITAR, QUE O SOBREPESO E A OBESIDADE ESTA LIGADA AO HIPOTIREOIDISMOPODE ACREDITAR, QUE O SOBREPESO E A OBESIDADE ESTA LIGADA AO HIPOTIREOIDISMO
PODE ACREDITAR, QUE O SOBREPESO E A OBESIDADE ESTA LIGADA AO HIPOTIREOIDISMO
 
OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDE
OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDEOBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDE
OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDE
 
OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDE; LARGUE DESSA VIDA IRRESPONSÁV...
OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDE; LARGUE DESSA VIDA IRRESPONSÁV...OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDE; LARGUE DESSA VIDA IRRESPONSÁV...
OBESIDADE, EMAGRECER, EU QUERO CUIDAR DA SAÚDE; LARGUE DESSA VIDA IRRESPONSÁV...
 
NOVIDADES E CONCEITOS NOVOS ATRAVÉS DO SOBREPESO
NOVIDADES E CONCEITOS NOVOS ATRAVÉS DO SOBREPESONOVIDADES E CONCEITOS NOVOS ATRAVÉS DO SOBREPESO
NOVIDADES E CONCEITOS NOVOS ATRAVÉS DO SOBREPESO
 
OBESIDADE EM PACIENTES INFANTIL
OBESIDADE EM PACIENTES INFANTILOBESIDADE EM PACIENTES INFANTIL
OBESIDADE EM PACIENTES INFANTIL
 
OBESIDADE E SUAS CAUSAS
OBESIDADE E SUAS CAUSASOBESIDADE E SUAS CAUSAS
OBESIDADE E SUAS CAUSAS
 
OBESITY AND GENETICS
OBESITY AND GENETICSOBESITY AND GENETICS
OBESITY AND GENETICS
 
INTERFERÊNCIAS DA OBESIDADE NA FUNÇÃO IMUNOLÓGICA
INTERFERÊNCIAS DA OBESIDADE NA FUNÇÃO IMUNOLÓGICAINTERFERÊNCIAS DA OBESIDADE NA FUNÇÃO IMUNOLÓGICA
INTERFERÊNCIAS DA OBESIDADE NA FUNÇÃO IMUNOLÓGICA
 
GORDURA (ADIPÓCITO)
GORDURA (ADIPÓCITO)GORDURA (ADIPÓCITO)
GORDURA (ADIPÓCITO)
 
GENEALOGIA
GENEALOGIAGENEALOGIA
GENEALOGIA
 
DIABETES MELLITUS TIPO 2, DOENÇAS CARDIO RESPIRATÓRIAS, RENAIS, ENTRE OUTRAS.
DIABETES MELLITUS TIPO 2, DOENÇAS CARDIO RESPIRATÓRIAS, RENAIS, ENTRE OUTRAS.DIABETES MELLITUS TIPO 2, DOENÇAS CARDIO RESPIRATÓRIAS, RENAIS, ENTRE OUTRAS.
DIABETES MELLITUS TIPO 2, DOENÇAS CARDIO RESPIRATÓRIAS, RENAIS, ENTRE OUTRAS.
 
OBESIDADE ABDOMINAL
OBESIDADE ABDOMINAL OBESIDADE ABDOMINAL
OBESIDADE ABDOMINAL
 
SOBREPESO, OBESIDADE (OBESOS)
SOBREPESO, OBESIDADE (OBESOS)SOBREPESO, OBESIDADE (OBESOS)
SOBREPESO, OBESIDADE (OBESOS)
 
GORDURA EM EXCESSO
GORDURA EM EXCESSOGORDURA EM EXCESSO
GORDURA EM EXCESSO
 
VOCÊ TERIA DÚVIDA DE QUE MESMO VACINADA, VOCÊ NÃO CONTRAIRIA POR EXEMPLO A CO...
VOCÊ TERIA DÚVIDA DE QUE MESMO VACINADA, VOCÊ NÃO CONTRAIRIA POR EXEMPLO A CO...VOCÊ TERIA DÚVIDA DE QUE MESMO VACINADA, VOCÊ NÃO CONTRAIRIA POR EXEMPLO A CO...
VOCÊ TERIA DÚVIDA DE QUE MESMO VACINADA, VOCÊ NÃO CONTRAIRIA POR EXEMPLO A CO...
 

Último

Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSHomens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSProf. Marcus Renato de Carvalho
 
relatorio ciencias morfofuncion ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion  ais.pdfrelatorio ciencias morfofuncion  ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion ais.pdfHELLEN CRISTINA
 
Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................paulo222341
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdfRELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdfHELLEN CRISTINA
 
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdfrelatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdfHELLEN CRISTINA
 
Altas habilidades/superdotação. Adelino Felisberto
Altas habilidades/superdotação. Adelino FelisbertoAltas habilidades/superdotação. Adelino Felisberto
Altas habilidades/superdotação. Adelino Felisbertoadelinofelisberto3
 
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfCrianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfivana Sobrenome
 

Último (7)

Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSHomens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
 
relatorio ciencias morfofuncion ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion  ais.pdfrelatorio ciencias morfofuncion  ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion ais.pdf
 
Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdfRELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
 
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdfrelatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
 
Altas habilidades/superdotação. Adelino Felisberto
Altas habilidades/superdotação. Adelino FelisbertoAltas habilidades/superdotação. Adelino Felisberto
Altas habilidades/superdotação. Adelino Felisberto
 
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfCrianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
 

Crescimento Pré-Puberal, Puberal Infanto-Juvenil

  • 1. CRESCER JUVENIL; A PUBERDADE É O PERÍODO EM QUE OS MENINOS OU MENINAS CRESCEM E PASSAM PELO PROCESSO DE MATURAÇÃO SEXUAL; DR. JOÃO SANTOS CAIOJR. ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO; ENDOCRINOLOGIA- NEUROENDOCRINOLOGIA-FISIOLOGIA. A PUBERDADE ENVOLVE UMA SÉRIE DE MODIFICAÇÕES FÍSICAS E PSÍQUICAS QUE CONDUZEM À FERTILIDADE E AO DESENVOLVIMENTO DE CARACTERÍSTICAS SEXUAIS SECUNDÁRIAS, CARACTERÍSTICAS FÍSICAS ASSOCIADAS COM HOMENS E MULHERES ADULTOS (TAL COMO O CRESCIMENTO DOS PÊLOS PUBIANOS). CRESCIMENTO PRÉ-PUBERAL O crescimento durante a infância é um processo relativamente estável. As mudanças da infância no padrão de crescimento estão completas e a criança segue a trajetória atingida anteriormente. Até cerca de 4 anos de idade, as meninas crescem um pouco mais rápido do que os meninos e ambos os sexos, em média, em seguida, crescem a uma taxa de 5 a 6 cm/ano e 2,5 kg/ano até o início da puberdade. A regra geral é que uma criança cresce 10 cm, no primeiro ano de vida, entre 12 a 13 cm, no segundo ano, e depois de 5 a 6 cm cada ano até a puberdade. Assumindo um comprimento médio de nascimento de 51 cm, a média com 1 ano de idade é de 76 cm de comprimento, com 2 anos de idade é de 89 cm, com
  • 2. 4 anos de idade é de 102 cm, e com 8 anos de idade é de 127 cm. CRESCIMENTO PUBERAL Puberdade é um período dinâmico de desenvolvimento marcado por rápidas mudanças no tamanho do corpo, forma e composição, todos os quais são dimorfismo sexual (em biologia, o dimorfismo sexual é considerado quando há ocorrência de indivíduos do sexo masculino e feminino de uma espécie com características físicas não sexuais marcadamente diferentes). O início da puberdade corresponde a um esqueleto (biológica) por volta de 11 anos de idade em meninas e 13 em meninos. Em média, as meninas completam cada fase da puberdade mais cedo do que os rapazes. O tempo e o ritmo da puberdade variam muito, mesmo entre as crianças saudáveis. Ao determinar a adequação de uma velocidade de crescimento particular, o grau de maturação biológica da criança deve ser considerado. A maturação esquelética ou puberal pode ser usada para determinar o grau de desenvolvimento biológico da criança. A idade óssea é determinada como a média das idades de vários dos pequenos ossos da mão e punho. O estado de maturação puberal está baseado no desenvolvimento das mamas e dos pêlos pubianos em meninas e de pêlos pubianos e genitais em meninos. Esta gama de variabilidade normal é expandida para um grau ainda maior de alterações na ingestão e gasto energético. Embora a atividade moderada esteja associada a benefícios cardiovasculares e mudanças favoráveis na composição corporal, a atividade física excessiva na infância e adolescência pode afetar negativamente o crescimento e desenvolvimento dos adolescentes. Esportes que evidenciam um rigoroso
  • 3. controle de peso e exemplo alto consumo energético, desgaste escolar, ginástica e particular preocupação para os distúrbios do crescimento, mudanças no comportamento dos adolescentes. Deve-se considerar que algumas destas mudanças são transitórias, pelo menos na maioria. Os mesmos marcadores de crescimento e composição corporal que são mais lentos durante uma época voltam a acelerar novamente, o que permite um processo de recuperação para controlar o crescimento e não causam reduções permanentes de crescimento. Uma das características da puberdade é o surto de crescimento na adolescência. Conforme se aproxima a puberdade, a velocidade de crescimento diminui para um ponto mais baixo ("mergulho pré-puberal") antes de sua aceleração súbita durante a puberdade propriamente dita. O momento do surto de crescimento puberal em meninas é normalmente segundo a classificação de Tanner o desenvolvimento das mamas no estágio 3 e não alcança a magnitude dos meninos. Nas meninas uma velocidade média de pico de altura de 9 cm/aos 12 anos de idade e um ganho total de altura de 25 cm durante o período de crescimento puberal. Os meninos, em média, atingem uma velocidade de pico de altura de 10,3 centímetros/1 a 2 anos mais tarde do que as meninas, segundo a classificação Tanner fase genital
  • 4. 4, e ganham 28 cm de altura. A maior duração do crescimento pré-puberal em meninos, combinadas com uma maior velocidade de pico de crescimento, resulta em uma diferença média de estatura adulta de 13 cm entre os homens e as mulheres. Após um período de desaceleração da velocidade de crescimento praticamente o crescimento cessa por causa da fusão epifisária, geralmente em uma idade óssea de 15 anos em meninas e 17 anos em meninos. A puberdade é também um momento de ganho de peso significativo, 50% do peso corporal adulto é adquirido durante a adolescência. Nos meninos, a velocidade de pico de peso ocorre aproximadamente ao mesmo tempo que a velocidade de pico de crescimento e uma média de 9 kg/ano. Nas meninas, o pico de peso fica atrás da velocidade de pico de crescimento por volta de 6 meses e chega de 8,3 kg/ano por volta dos 12,5 anos de idade. A taxa de ganho de peso desacelera de maneira semelhante à velocidade de crescimento durante os estágios posteriores do desenvolvimento da puberdade. Mudanças na composição corporal, incluindo alterações nas proporções relativas de água, músculo, gordura e osso, são uma marca registrada de maturação puberal e resultar em diferenças do sexo feminino e masculino típicas. Sob a influência dos hormônios esteróides gonadais e do hormônio de crescimento (GH), ocorrem aumentos de conteúdo mineral ósseo e massa muscular e a deposição de gordura é maximamente dimorfismo sexual. As mudanças na distribuição da gordura corporal (central em comparação
  • 5. com periférica, subcutânea em comparação com visceral, e superior em comparação com a parte inferior do corpo) resulta em padrões típicos andróide e ginóide de distribuição de gordura dos adolescentes mais velhos e adultos. Sob a influência da testosterona, os rapazes têm um aumento significativo no crescimento do osso e do músculo e uma perda simultânea de gordura nas extremidades. A perda máxima de gordura e aumento de massa muscular nos braços corresponde ao tempo da velocidade do pico de altura. Nos meninos, o aumento significativo da massa magra excede o ganho total de peso por causa da perda concomitante do tecido adiposo. Como a velocidade de crescimento diminui, o acúmulo de gordura recomeça em ambos os sexos, mas é duas vezes mais rápido em meninas. Como adultos, os homens têm 150% da massa corporal magra do sexo da média do sexo feminino e duas vezes o número de células musculares. O aumento de tamanho e massa muscular esquelética leva ao aumento da força nos homens. Ambos os andrógenos e estrógenos promovem a deposição mineral no osso, e mais de 90% da massa óssea está presente por volta dos 18 anos em adolescentes que se apresentaram o desenvolvimento puberal normal na época habitual. Em mulheres, cerca de um terço do total mineral ósseo é acumulado no período de 3 a 4 anos imediatamente após o início da puberdade. As adolescentes com puberdade atrasada ou amenorréia secundária podem deixar de acumular a quantidade mineral óssea normal e a densidade mineral óssea como adultos fica reduzida.
  • 6. Durante o desenvolvimento puberal, as interações entre GH e os hormônios esteróides sexuais são impressionantes e importantes. Estudos de rapazes adolescentes mostraram que as concentrações crescentes de testosterona durante a puberdade desempenham um papel crucial no aumento da secreção espontânea de GH e da produção de fator de crescimento semelhante à insulina I (IGF-I). A capacidade da testosterona para estimular a secreção de GH da pituitária, no entanto, parece ser transitória e expressa apenas na peripuberdade; concentrações de GH e IGF-I diminuem significativamente de forma gradativa durante o final da puberdade e na idade adulta, apesar de continuar com altas concentrações de hormônios esteróides gonadais. Em contraste com a testosterona, o estrogênio modula a atividade secretora GH de forma desigual; baixas doses de estrogênio estimulam a produção de IGF-I através do aumento da secreção de GH, mas doses mais elevadas inibem a produção de IGF-I ao nível hepático. Dr. João Santos Caio Jr. Endocrinologia – Neuroendocrinologista CRM 20611 Dra. Henriqueta V. Caio Endocrinologista – Medicina Interna CRM 28930 Como saber mais: 1. As alterações de genes específicos como o gene SHOX (O nome oficial deste gene é "baixa homeobox estatura... http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com
  • 7. 2. O gene SHOX também é conhecido por outros nomes, o gene SHOX fornece instruções para fazer uma proteína que regula a atividade de outros genes... http://longevidadefutura.blogspot.com 3. O gene SHOX é parte de uma grande família de genes homeobox, que atuam durante o desenvolvimento embrionário inicial para controlar a formação de várias estruturas do corpo... http://imcobesidade.blogspot.com AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA. Referências Bibliográficas: Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H.V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Tanner JM. Auxologia. In: Kappy MS, a Blizzard RM, Migeon CJ, eds. O diagnóstico e tratamento de doenças endócrinas na infância e adolescência.4th ed. Springfield, IL: Charles C Thomas, 1995:137-92; Rogol AD, Lawton EL. Medidas corporais. In: Lohr JA, ed. Procedimentos ambulatoriais pediátricos. Philadelphia: JB Lippincott, 1990:1- 9; Baumgartner RN, Roche AF, Himes JH. Tabelas crescimento incremental: suplementares para gráficos publicados anteriormente. Am J Clin Nutr 1986; 43 : 711 -22; Tanner JM. Feto no homem: o crescimento físico, desde a concepção até o venci- mento. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1989; Crescimento Sinclair D. humana após o nascimento. London: Oxford University Press, 1978; Smith DW. Crescimento e seus distúrbios. Philadelphia: WB Saunders, 1977; Tanner JM, Healy MJR, Lockhart RD, et al. Aberdeen Estudo Crescimento, I: a previsão de medição corpo adulto a partir de medições realizadas a cada ano desde o nascimento até cinco anos. Arch Dis Child 1956 ; 31 : 372 ; Marshall WA, Tanner JM. Variações nos padrões de mudanças da puberdade em meninas. Arch Dis Child 1969 ; 44 : 291 -303; Marshall WA, Tanner JM. Variações nos padrões de mudanças da puberdade em meninos. Arch Dis Child 1970 ; 45 : 13 -23; Berkey CS, Wang X, Dockery DW, Ferris B. Adolescente crescimento em altura das crianças americanas Ann Hum Biol 1994 ; 21 : 435 -42. Site Van Der Häägen Brazil www.vanderhaagenbrazil.com.br www.clinicavanderhaagen.com.br www.crescimentoinfoco.com www.obesidadeinfoco.com.br http://drcaiojr.site.med.br http://dracaio.site.med.br
  • 8. Joao Santos Caio Jr http://google.com/+JoaoSantosCaioJr Video http://youtu.be/woonaiFJQwY Google Maps: http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q=Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt &sll=-23.578256,46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie =UTF8&ll=-23.575591,-46.650481&spn=0,0&t = h&z=17