Tylenol

1.570 visualizações

Publicada em

Comunicação de Crise

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.570
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
10
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Tylenol

  1. 1.   Instituto Superior Miguel Torga Comunicação Empresarial Assessoria de Imprensa Dr.ª Sofia Figueiredo 14/05/2009 Trabalho realizado por: Ana Paula Salgado, Aluna nº 7665 Ana Patrícia Baltazar, Aluna nº 7664 Ana Diogo, Aluna nº 7609
  2. 2. <ul><li>Comunicação de crise é tudo aquilo que se faz na sequência de uma situação adversa (geralmente, bastante adversa: o incêndio numa fabrica, o atentado bombista, a demissão do ministro, o produto estragado que mata várias pessoas) para posicionar a versão do protagonista atingido, garantir a sua intervenção nos meios e transmitir uma posição de abertura, transparência (uma vez que a sua posição está fragilizada e a atenção da opinião pública /meios de comunicação é muito maior) </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Comunicação de Crise - perante situações de adversidade, compensa mais enfrentar o caso, assumir e reconhecer (e se não houver culpas próprias, tendo a certeza, potenciar isso). Esta recomendação é fundamental sempre que a crise em que estamos envolvidos tenha cobertura mediática. Ter em atenção que a mentira, uma vez descoberta, tem um efeito muito negativo. E que negar colaboração é sempre suspeito. “Só há dois tipos de empresas ou de empresários: os que tiveram um problema e os que vão ter”. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Citação: “Pior do que as consequências de uma crise é as consequências de não reagir à crise: deixar queimar em lume brando, aumentar as suspeitas, calunias, sem reagir, aumentar as criticas, rumores; mina as relações de credibilidade e confiança entre empresa e clientes/fornecedores ou do político com a opinião pública; “não temos nada a dizer” Estão a esconder alguma coisa… “quem não deve não teme”…” </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Regra essencial da Comunicação de Crise: Nunca Mentir: “A verdade vem sempre à superfície” </li></ul><ul><li>A comunicação de crise tem a sua grande virtude de limitar os estragos, isto de for feita como deve ser, porque se disserem “Não temos nada a dizer” ou mostrarem indiferença face ao sucedido, as pessoas pensam logo que têm algo a esconder e daí começam a surgir teorias que dão lugar a rumores, por isso tudo tem de ser previsto ao pormenor para minimizar os efeitos negativos de uma situação adversa. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Os que vêem nas crises unicamente problemas, esquecem-se que também podem ser uma fonte de oportunidades, que infelizmente, só podem surgir nesses momentos difíceis. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Um clássico exemplo de como aproveitar uma crise foi protagonizado por Johnson & Johnson nos Estados Unidos, em 1986 </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Morreram sete pessoas. </li></ul><ul><li>A empresa tomou a decisão de recolher todo o produto (com um custo de 300 milhões de dólares), entrou em contacto com as famílias das vítimas para oferecer o seu apoio e adoptou novas medidas de segurança para as suas embalagens. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Johnson & Johnson transmitiu uma imagem de preocupação pela segurança de seus produtos, de interesse pelas pessoas e de solidez em sua gestão. Isto foi reconhecido pelos meios e pelo público, que continua tendo Tylenol como um dos analgésicos líderes de mercado. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>O que fazer perante uma crise, o aparecimento de um problema grave ( daqueles onde não é possível ficar indiferente ou deixar andar ): pode não se saber que problemas existirão, mas sabe-se que muito provavelmente vão existir; por isso pode-se estar preparado minimamente para reposicionar a versão do protagonista atingido, garantir a sua intervenção nos meios e transmitir uma posição de abertura ( transparência ). É a Comunicação de Crise ( aquilo que é feito para limitar os danos ). </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Uma Comunicação de crise bem gerida, transparente e precisa consegue consolidar a imagem institucional de uma empresa séria e fidedigna. </li></ul><ul><li>Exemplo: a Johnson e Johnson no caso Tylenol. </li></ul>

×