A importância da comunicação de risco para as organizações 1 ab

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A importância da comunicação de risco para as organizações 1 ab

  1. 1. A importância da comunicação de risco para as organizações Coordenador Geral: Milena Albuquerque Coordenadora do grupo: Myrian Conor Equipe: Jessica Tocantins, Myrian Conor, Renato Ferreira
  2. 2. Gerenciamento de risco Comunicação de Risco pode ser entendida como um processo de Comunicação que auxilia os gestores em suas decisões em relação aos seus Stakeholders – públicos de interesse. Além disso, tal estratégia é responsável por gerar um maior entendimento sobre o grau e a natureza dos perigos que ameaçam a organização. Com isso, transforma os públicos em seus aliados e parceiros
  3. 3. Comunicação de crise: Conceito e Objetivo ❖ Resposta comunicacional de uma organização pública ou privada a uma situação crítica, de grande ou de pequena dimensão, ou a um desastre que coloca em risco o seu funcionamento operacional ou sua imagem institucional. ❖ Objetivo: Transmitir aos stakeholders o posicionamento da empresa sobre os fatos ocorridos, alimentar a mídia com informações consistentes, avaliar o conteúdo de informações divulgadas e trabalhar para minimizar os impactos e efeitos negativos dos problemas e das notícias divulgadas, controversas ou não. Além de divulgar também com credibilidade, confiabilidade e transparência as soluções para os problemas que geraram a crise.
  4. 4. Fatores de risco ● Erros de planejamento de comunicação e estudo de mercado ● Questões polêmicas, éticas, de preconceito e políticas ● Problemas de atendimento tradicional ● Fusões, demissões e greves ● Falência e fraudes ● Defeito ou não entrega de produto ● Dúvidas do consumidor ou informação errada compartilhada ● Crimes ambientais ● Influenciadores/Detradore s ● Acidentes/incidentes (falhas humanas ou mecânicas)
  5. 5. Cases #fail
  6. 6. O que esses casos tem em comum? 1. Exigem uma política de gestão de riscos 2. Exigem um plano de comunicação de riscos 3. Exigem um plano para prevenção de crises
  7. 7. Tipos de risco e implicações ● Riscos ambientais e de saúde pública ● Riscos tecnológicos ❖ Eles dão origem a dois ramos da comunicação de riscos muito distintos ● Comunicação de riscos ambientais ● Comunicação de riscos tecnológicos
  8. 8. Impactos e Reflexos de crises Impactos: imagem e a reputação; clima organizacional; estabilidade da produção; Relacionamento com os diferentes públicos da organização; o balanço financeiro. Reflexos Públicos: passam a ter dúvidas quanto à integridade e ética da organização. Uma crise envolve 4 elementos: 1. Ameaça a organização; 2. Elemento Surpresa; 3. Decisão de curto prazo; 4. Necessidade de mudança; (Segundo Martha Gabriel, se não houver necessidade é uma falha ou incidente). A boa comunicação é fundamental
  9. 9. Como as empresas têm encarado as crises? ● Desatenção aos riscos ● A internet contribui para propagar com mais velocidade, alcance e durabilidade ● Empresas despreparadas para o ambiente 2.0 ● Demora em dar respostas ● Respostas inadequadas ● Desinteresse pela imagem corporativa
  10. 10. A palavra é: Planejamento!
  11. 11. O papel da mídia no processo de comunicação de riscos A mídia desempenha um papel fundamental no processo de comunicação de riscos, auxiliando na formação da percepção da opinião pública a respeito das dimensões dos riscos e na maneira como deveriam ser gerenciados pelas organizações. Entretanto, quando se trata de divulgar informações sobre riscos, a mídia pode exemplificar ou exacerbar o conteúdo das informações com desdobramentos sérios sobre a percepção que as partes interessadas formam a respeitos dos riscos existentes.
  12. 12. Benefícios da comunicação de riscos no processo de gerenciamento de riscos ● Deve fazer parte da estratégia de comunicação das organizações ● A comunicação dos riscos ajuda a organização a estabelecer sua atitude em relação a eles ● deve ser um processo de comunicação e não deve se restringir simplesmente a mensagens sobre riscos, mas, acima de tudo, a uma afirmação sobre segurança. ● A comunicação de riscos deve ser um processo de comunicação e não deve se restringir simplesmente a mensagens sobre riscos, mas,acima de tudo, a uma afirmação sobre segurança. Comunicar riscos, políticas, estratégias, programas e iniciativas requer maturidade organizacional,
  13. 13. Limitações organizacionais para a efetiva comunicação dos riscos Wiedemann(1999) ● As micropolíticas existentes nas organizações decorrem, em grande parte, das diferenças de interesses entre essas partes interessadas, disputa de poder internas e da ausência de transparência em compartilhar suas ações. ● Para as organizações, os fatores políticos são vistos como intrusivos na medida em que podem impactar nos seus resultados.
  14. 14. Limitações internas e externas ● Quando o processo de tomada de decisão no setor publico ou privado deixa de envolver as partes interessadas, os desdobramentos com relação com relação às estratégias para a gestão do risco podem ficar comprometidos. ● Posições antagônicas entre politicas interna e externa expõem as organizações em um emaranhado de conflitos: Processos judiciais, atrasos na produção, boicotes,
  15. 15. Considerações finais As organizações podem incorporar a comunicação de risco em seus processos corporativos, como o objetivo de: ● melhorarem sua governabilidade com relação à maneira como gerenciam seus riscos; ● melhorarem suas relações com as partes interessadas; ● proporcionarem melhor transparência de suas ações; ● contribuírem para o desenvolvimento da correta percepção a respeito da dimensão dos riscos existentes
  16. 16. Referências ● A Importância da Comunicação de Risco para as Organizações (Alessandra Rinaldi - Organicon, 2007); ● Gestão de Crises na rede( Alynne Cid - Semana do Consumidor, 2014); ● Gestão de Crises e Comunicação de risco: Os desafios da prevenção (Waltemir de Melo - 4º Seminário Aberje de Com. Integrada, 2011)

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