Versão.04EMPRESA DE GESTÃO EM SEGURANÇA EMEDICINA OCUPACIONAL
Versão.04“ CONSIDERAÇÕES SOBRE AS NORMASREGULAMENTADORES NO SETOR SUCROENERGÉTICO”
• Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais - PPRA;• Plano de Sinalização;• Laudo Técnico das Condições de Ambiente deTr...
• Avaliação de Riscos Físico;• Avaliação de Riscos Químicos;• Avaliação dos Riscos Biológicos;• Avaliação dos Riscos Bioló...
Versão.04“ OS IMPACTOS DAS NR’S 12 E 31 SOBRE O SETORSUCROENERGÉTICO DE PERNAMBUCO – TERMODE COMPROMISSO
ESCLARECER AS ADEQUAÇÕES EMCONFORMIDADE COM A NR-12, NOSPÁTIOS INDUSTRIAIS E OFICINASMECÂNICAS
NR-12 – SEGURANÇA NOTRABALHO EM MÁQUINAS EEQUIPAMENTOS
l- Situação de Grave e Iminente risco;- Relevância do setor - 100.000diretos nas usinas e campo.SURGIMENTO DO TERMO
- Constituição Federal, no art. 21, inciso XXIV, art.11da lei nº 10.593, de 06.12.02;- Convenção 81 da OIT, Decreto nº 41....
Criação do procedimento especialde inspeção.BASE LEGAL
- Adequações mecânicas - 45 Dias;- Adequações elétricas - 120 dias.
RenovaçãoAdequações mecânicas - + 45DiasAdequações elétricas – Sem renovação
Cumprimento do acordadoApresentação a cada 15 diasBoa fé do setor
Concessão dilação prazos:1. Inicial – Por empresa/ equipamento– Argumentos plausíveis2. Entre safra – Máquinas paradas
1. Visita do consultor;2. Levantamento das áreas de risco;3. Quantificação do risco;
4. Cronograma de ação;5. Apresentação quinzenal da execuçãodo cronograma.
Metodologia HRN (Hazard Rating Number / Risco Associadoà Maquinaria) estabelecida pela norma ISO14.121-1:2007.A probabilid...
HRN
COMO MEDIR?
COMO MEDIR?HRN = (PO x FE x GS x NP)
COMO MEDIR?
COMO MEDIR?
COMO MEDIR?
FUNDAMENTAÇÃONBR 14.153Segurança de máquinas - Partes de sistemasde comando relacionadas à segurança - Princípiosgerais pa...
CATEGORIZAÇÃO DE SEGURANÇAS - Severidade do ferimentoS1 Ferimento leve (normalmente reversível)S2 Ferimento sério (normalm...
NBR 14.153
CATEGORIZAÇÃO DE SEGIRANÇACategoria Comportamento do sistemaB A ocorrência de um defeito pode levar à perda da função de s...
ITENS INICIAIS DO TERMO DE COMPROMISSOSONDASFORRAGEIRASPRENSASTOMBADORESESTEIRA DE CANA DESFIBRADADESFIBRADORMOTORES E BOM...
RESULTADOS ?Mais segurança para todos.
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SINALIZAÇÃO
Criação ou adequação de procedimentos-Não remover as proteções físicas;-Nunca neutralizar os dispositivos de segurança;-Ad...
RESULTADOS ?- Realização de treinamentos;- Programação de manutenção acompanhada;- Procedimentos para manutenção.
RESULTADOS ?- Apoio da direção;- Mudança comportamental de todos;- Ações prevencionistas.- Boa imagem mercadológica;
SITUAÇÕES IMPREVÍVEIS
QUEBRA DE PARADÍGMAS"Eles não pensam na saúde do trabalhador. Tudo éválido para enganar e retardar a fiscalização . Além d...
PERNAMBUCOCabo de Sto. AgostinhoRod. PE 60, 97, Cohab(81) 3521 - 0276MaceióRUA JOAQUIM NABUCO Nº53, FAROL(82) 3356-9000Ara...
Versão.04Pacífico PinhoEngenheiro Agrônomo e Especialista em Segurança do Trabalhopacifico@dprotecao.com.br(81) 9805-2314
Seminário stab 2013   comum - 06. os impactos da nr12 e nr31 no setor sucroenergético - pacífico pinho (dproteção)
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Seminário stab 2013 comum - 06. os impactos da nr12 e nr31 no setor sucroenergético - pacífico pinho (dproteção)

  1. 1. Versão.04EMPRESA DE GESTÃO EM SEGURANÇA EMEDICINA OCUPACIONAL
  2. 2. Versão.04“ CONSIDERAÇÕES SOBRE AS NORMASREGULAMENTADORES NO SETOR SUCROENERGÉTICO”
  3. 3. • Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais - PPRA;• Plano de Sinalização;• Laudo Técnico das Condições de Ambiente deTrabalho - LTCAT;• Laudo de determinação Pericial de Insalubridade ePericulosidade• Programa de Saúde de Controle Médico Ocupacional-PCMSO;• Gestão em Segurança e Saúde do trabalho;
  4. 4. • Avaliação de Riscos Físico;• Avaliação de Riscos Químicos;• Avaliação dos Riscos Biológicos;• Avaliação dos Riscos Biológicos;• Elaboração de projetos de combate a incêndio junto aocorpo de bombeiros;
  5. 5. Versão.04“ OS IMPACTOS DAS NR’S 12 E 31 SOBRE O SETORSUCROENERGÉTICO DE PERNAMBUCO – TERMODE COMPROMISSO
  6. 6. ESCLARECER AS ADEQUAÇÕES EMCONFORMIDADE COM A NR-12, NOSPÁTIOS INDUSTRIAIS E OFICINASMECÂNICAS
  7. 7. NR-12 – SEGURANÇA NOTRABALHO EM MÁQUINAS EEQUIPAMENTOS
  8. 8. l- Situação de Grave e Iminente risco;- Relevância do setor - 100.000diretos nas usinas e campo.SURGIMENTO DO TERMO
  9. 9. - Constituição Federal, no art. 21, inciso XXIV, art.11da lei nº 10.593, de 06.12.02;- Convenção 81 da OIT, Decreto nº 41.721, de25.07.57;- Decreto nº 4.552, de 27.12.02, que aprova oRegulamento da Inspeção do Trabalho, em seus artigos 27,28,§ 3º e 29, § únicoBASE LEGAL
  10. 10. Criação do procedimento especialde inspeção.BASE LEGAL
  11. 11. - Adequações mecânicas - 45 Dias;- Adequações elétricas - 120 dias.
  12. 12. RenovaçãoAdequações mecânicas - + 45DiasAdequações elétricas – Sem renovação
  13. 13. Cumprimento do acordadoApresentação a cada 15 diasBoa fé do setor
  14. 14. Concessão dilação prazos:1. Inicial – Por empresa/ equipamento– Argumentos plausíveis2. Entre safra – Máquinas paradas
  15. 15. 1. Visita do consultor;2. Levantamento das áreas de risco;3. Quantificação do risco;
  16. 16. 4. Cronograma de ação;5. Apresentação quinzenal da execuçãodo cronograma.
  17. 17. Metodologia HRN (Hazard Rating Number / Risco Associadoà Maquinaria) estabelecida pela norma ISO14.121-1:2007.A probabilidade de ocorrência de estar em contato com o risco (PO);• A frequência de exposição (FE);• O grau de possíveis danos ou de severidade (GS); e,• O número de pessoas expostas ao risco (NP).HRN (RAMq) = PO x FE x GS x NP.
  18. 18. HRN
  19. 19. COMO MEDIR?
  20. 20. COMO MEDIR?HRN = (PO x FE x GS x NP)
  21. 21. COMO MEDIR?
  22. 22. COMO MEDIR?
  23. 23. COMO MEDIR?
  24. 24. FUNDAMENTAÇÃONBR 14.153Segurança de máquinas - Partes de sistemasde comando relacionadas à segurança - Princípiosgerais para Projeto.NBR 14.009Segurança de máquinas – Princípios paraapreciação de riscos
  25. 25. CATEGORIZAÇÃO DE SEGURANÇAS - Severidade do ferimentoS1 Ferimento leve (normalmente reversível)S2 Ferimento sério (normalmente irreversível) incluindo morteF- Freqüência e/ou tempo de exposição ao perigoF1 Raro a relativamente freqüente e/ou baixo tempo de exposiçãoF2 Freqüente a contínuo e/ou tempo de exposição longoP - Possibilidade de evitar o perigoP1 Possível sob condições específicasP2 Quase nunca possível
  26. 26. NBR 14.153
  27. 27. CATEGORIZAÇÃO DE SEGIRANÇACategoria Comportamento do sistemaB A ocorrência de um defeito pode levar à perda da função de segurança.1 A ocorrência de um defeito pode levar à perda da função de segurança, porém aprobabilidade de ocorrência é menor que para a categoria B.2 A ocorrência de um defeito pode levar à perda da função de segurança entre asverificações.A perda da função de segurança é detectada pela verificação.3 Quando um defeito isolado ocorre, a função de segurança é sempre cumprida. Oacúmulo de defeitos oudefeito isolado não detectados pode levar à perda da função de segurança.4 Quando os defeitos ocorrem, a função de segurança é sempre cumprida.Os defeitos serão detectados a tempo de impedir a perda das funções de segurança.
  28. 28. ITENS INICIAIS DO TERMO DE COMPROMISSOSONDASFORRAGEIRASPRENSASTOMBADORESESTEIRA DE CANA DESFIBRADADESFIBRADORMOTORES E BOMBASPENEIRA ROTATIVA DA MOENDATRANSMISSÕES DAS SEMENTEIRASCENTRÍFUGAS DE AÇÚCARESTEIRAS DO ARMAZÉMMÁQUINAS DE COSTURA
  29. 29. RESULTADOS ?Mais segurança para todos.
  30. 30. RESULTADOS ?
  31. 31. RESULTADOS ?
  32. 32. RESULTADOS ?
  33. 33. SINALIZAÇÃO
  34. 34. Criação ou adequação de procedimentos-Não remover as proteções físicas;-Nunca neutralizar os dispositivos de segurança;-Adotar sempre que necessário o dispositivo deretenção mecânico de segurança;-Sempre que for necessário o acesso as áreas de risco,acionar o botão de emergência;-Durante as ações de manutenção, setup e similares,efetuar o bloqueio das energias de risco potencial .
  35. 35. RESULTADOS ?- Realização de treinamentos;- Programação de manutenção acompanhada;- Procedimentos para manutenção.
  36. 36. RESULTADOS ?- Apoio da direção;- Mudança comportamental de todos;- Ações prevencionistas.- Boa imagem mercadológica;
  37. 37. SITUAÇÕES IMPREVÍVEIS
  38. 38. QUEBRA DE PARADÍGMAS"Eles não pensam na saúde do trabalhador. Tudo éválido para enganar e retardar a fiscalização . Além disso, umaempresa com esse tanto de funcionários deveria ter nomínimo engenheiro do trabalho, médico, enfermeira, técnicose auxiliar de enfermagem, profissionais para cuidarminimamente da saúde de seus trabalhadores. Ela substituiupor um. A empresa tinha um técnico agrícola para fazer otrabalho todo. Isso caracteriza um extremo descaso com asegurança e saúde";Crítica do Fiscal W. O /GO, que lavrou os 102 autos de infração
  39. 39. PERNAMBUCOCabo de Sto. AgostinhoRod. PE 60, 97, Cohab(81) 3521 - 0276MaceióRUA JOAQUIM NABUCO Nº53, FAROL(82) 3356-9000Arapiraca – AlagoasPraça Pereira Magalhães - nº 164 – Cacimbas(82) 3530 – 9215www.dprotecao.com.br
  40. 40. Versão.04Pacífico PinhoEngenheiro Agrônomo e Especialista em Segurança do Trabalhopacifico@dprotecao.com.br(81) 9805-2314

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