Lição 4 (adultos) - A queda da raça humana

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Subsídios elaborados pelo Pr. Natalino das Neves
Programa Escola Dominical na WEBTV.
IEADSJP - Igreja Evangélica Assembleia de Deus de São José dos Pinhais
Pr. Presidente: Ival Teodoro da Silva
Pr. Vice Presidente: Elson Pereira

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Lição 4 (adultos) - A queda da raça humana

  1. 1. P r. N a t a l i n o d a s N e v e s www.natalinodasneves.blogspot.com.br
  2. 2. P r. N a t a l i n o d a s N e v e s www.natalinodasneves.blogspot.com.br
  3. 3. Demais subsídios: Acompanhe os comentários por meio do vídeo referente ar arquivo de slides desta e outras lições no blog: www.natalinodasneves.blogspot.com.br
  4. 4. Texto Áureo “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.” (Rm 5.12)
  5. 5. Verdade Prática O pecado de Adão trouxe-nos a morte, mas a morte de Jesus Cristo garante-nos a vida eterna e plena comunhão com Deus.
  6. 6. Leitura bíblica em classe Romanos 5.12-19 12 - Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram. 13 - Porque até à lei estava o pecado no mundo, mas o pecado não é imputado não havendo lei. 14 - No entanto, a morte reinou desde Adão até Moisés, até sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual é a figura daquele que havia de vir. 15 - Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos. 16 - E não foi assim o dom como a ofensa, por um só que pecou; porque o juízo veio de uma só ofensa, na verdade, para condenação, mas o dom gratuito veio de muitas ofensas para justificação. 17 - Porque, se, pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça e do dom da justiça reinarão em vida por um só, Jesus Cristo. 18 - Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida. 19 - Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim, pela obediência de um, muitos serão feitos justos.
  7. 7. INTRODUÇÃO
  8. 8. INTRODUÇÃO • Em um mundo sem pecado o ser humano vive em paz. • O pecado do ser humano lhe tirou a paz e a comunhão com Deus. • Com o pecado veio o sofrimento para a humanidade. • O ser humano depende da misericórdia de Deus.
  9. 9. PONTO CENTRAL O homem pecou desobedecendo a Deus, porém o Senhor já havia providenciado um Redentor.
  10. 10. I. O PARAÍSO NO ÉDEN
  11. 11. • O paraíso é um mundo sem pecado. • Em um mundo sem pecado o trabalho é prazeroso (Gn 2.15). • O ser humano tem a tendência de ser inconformado com o que Deus dá. • Essa insatisfação pode tirar o ser humano de sua zona de conforto. O PARAÍSO NO ÉDEN
  12. 12. II - A TENTAÇÃO NO PARAÍSO
  13. 13. II - A TENTAÇÃo NO PARAÍSO • O pecado surgiu com o desejo de ter o que não podia, reforçado pela dúvida da Palavra de Deus. • O ser humano querendo ser Deus. • É difícil aceitar a responsabilidade pelos erros, mais fácil buscar culpados.
  14. 14. III - O JUÍZO DE DEUS
  15. 15. III - O JUÍZO DE DEUS • Com o pecado veio o sentimento de culpa e o medo. • O pecado afasta da comunhão com Deus e prejudica os nossos relacionamentos interpessoais. • O ser humano sofre as consequências pelo seu próprio erro. • Com o sentimento egoísta do ser humano vem a dor, a morte, o sofrimento, ...
  16. 16. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  17. 17. CONSIDERAÇÕE S FINAIS 1. O paraíso é um mundo sem pecado. 2. O orgulho do ser humano o levou a pecar contra Deus e o próximo. 3. O pecado traz consigo as consequências: culpa, medo, morte, sofrimento, entre outras. Todavia, Deus não abandonou o ser humano e proveu a solução: Cristo!
  18. 18. REFERÊNCIAS ANDRADE , Claudionor. O começo d e todas as coisas : estu d os sob re o livro d e Gên esi s . R io de Jan eiro : CPAD, 2 0 1 5 . A R A NA , An d rés Ib añ ez . Para comp ree n d er o livro d o Gên es is . S ão Pau lo : Ed ições Pau lin as, 2 0 0 3. A RCHE R JR . Gleas on . Merece confian ça o Antigo Testamento? S ão Pau lo : V id a Nova, 1 9 9 1 . HE NRY, Matth ew. Comentário B íb lico Matth ew Henr y . R io d e Janeiro : CPAD, 2 0 0 2 . KA ISE R JR , Walter C. Pregan do e en sinan d o a p artir do Antigo Testamento . R io d e Jan eiro : CPA D, 2 0 0 9 . LIÇÕ ES BÍBLICA S . O começo d e tod as as cois as : estu d os sobre o livro d e Gênesis . R io d e Janeiro : CPAD, 2 0 1 5 .
  19. 19. REFERÊNCIAS LOURENÇO, Adauto . Como tudo começou : uma introdução ao c riac ion ismo . S ão José d os Camp os – S P: F iel, 2 0 0 7 . PA LMER , M . D. Panorama d o Pen s amento Cristão . R io d e Jan eiro : CPA D, 2 0 0 1 . RICHARDS , Lawrence O. Guia do Leitor d a Bíblia : Uma an áli se d e Gên esis a Ap ocalips e cap ítu lo por cap ítu lo . 10 . ed . R io d e Jan eiro : CPA D, 2 0 1 2 . V INE , W.E . Dicion ário V I NE . R io d e Jan eiro : CPA D, 2 0 0 3. ZUCK, Roy B. Teologia do Antigo Testamento. Rio d e Jan eiro : CPA D, 2 0 0 9 .

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