Livro animado cavernoso

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Livro animado cavernoso

  1. 1. Uma história mágica... Introdução Introdução Cavernoso é uma história mágica, vivida pela humanidade. Tarefas Cheia de sutilezas e detalhes... Com dicas e experiências para que possamos tornar nosso Processo caminho ameno e, com simplicidade, encontrar nossa felicidade. De forma divertida, Recursos emocionante e poética, as autoras resgatam um tema universal: o poder da Avaliação comunicação na luta contra o sombrio e a força do desejo de Conclusão superação. Assim se construiu a História das mulheres e Créditos homens, e assim continuará... Aproveitem! Webquest elaborada por Marcia Morato Ramalho
  2. 2. Uma história mágica... Tarefas Vou lhe contar... Há muito tempo, numa época bem diferente da de hoje, era a Idade da Pedra. Nesse tempo, não havia telefones, carros ou computadores, nem geladeiras, mas havia homens das cavernas... Isso mesmo, homens esquisitos que viviam nas cavernas e, às vezes, disputavam a casa com animais selvagens. O nosso O que está trabalho consiste esperando? em despertar a Você vai explorar e tua curiosidade realizar as tarefas que para a leitura aparecem nos links deste livro e com dicas de encantá-lo com brincadeiras, as trilhas músicas, sites, faça propostas ao você, passeios, longo da história. leituras, etc... Introdução
  3. 3. Uma história mágica... Processo • Ler a história ―Cavernoso e a magia dos monstros-sombras‖ • Clicar nos links abaixo para visitar e investigar as trilhas sobre a história • Em grupo e com ajuda da professora ou da família executar as atividades propostas nos links e divertir-se. • Socializar as experiências construindo um blog com a sala. GAVETA DE CAVERNA SENTIMENTOS CLÃ ABRAÇO FOGO FIGURAS RODA RUPESTRES MESA DIÁRIO REDONDA DICAS DE SENTIMENTOS LEITURA SOMBRAS MÚSICAS SITES Introdução
  4. 4. Uma história mágica... Recursos • Livro ―Cavernoso e a Magia dos Monstros-Sombras‖ Autoras: Marcia Morato Ramalho e Renata Reis Ottaviani Editora Scortecci – 2008 • http://www.sbe.com.br/cavernas_maiores.asp • Dicionário de Sociologia LAKATOS, Eva Maria, Sociologia Geral, Editora Atlas • Texto: A pipoca de Rubem Alves • Feira de Ciências (Fábio Contrera) • Wikipédia, a enciclopédia livre • Jogos cooperativos (Fábio Otuzi Brotto) • Arnaldo Antunes, Adriana Calcanhoto, Palavra Cantada, Toquinho e Vinícius, Tribalistas • Youtube Introdução
  5. 5. Cavernoso e a Magia dos Monstros-Sombras* Vou lhe contar… Há muito tempo, numa época bem diferente da de hoje, era a época da Idade da Pedra. Nesse tempo, não havia telefones, carros ou computadores, nem geladeiras, mas havia homens das cavernas… Isso mesmo, homens esquisitos que viviam nas cavernas e, às vezes, disputavam a casa com animais selvagens. Nessa época, vivia uma família cavernosa. Cavernoso era o pai. Tinha barbas e cabelos longos, corajoso, dono de um olhar muito sereno. Caverninha, seu filho, era um menino diferente, que prestava atenção em tudo e acompanhava o pai em todos os lugares, imitando-o e aprendendo com ele. Seu pai era o seu espelho… *Este conto encontra-se ampliado no livro de mesmo nome: Cavernoso e a Magia dos Monstros-Sombras. AVANÇAR Processo
  6. 6. Todos moravam em um clã e, juntos, lutavam contra os perigos do dia-a-dia. Faltava muita coisa naquela época: histórias, conversas entre pessoas, pois o homem da pré-história, nos primórdios, só se comunicava por gestos e desenhos, não existiam cartas, email, internet… Não falavam, emitiam alguns sons e grunhidos, e isso dava um aperto no coração do Cavernoso… Ele queria poder falar, para contar ao Caverninha, das caças que fez, dos bisões e mamutes que bravamente matava para alimentar o clã. Nessa época, não dava para comprar coisas em mercados ou lanchonetes. Os homens tinham de lutar muito pelo que queriam. Os alimentos comidos eram crus, pois não havia fogo, forno ou fogão. AVANÇAR Processo
  7. 7. Mas, isso iria mudar… Um dia, Cavernoso resolvera pensar, e se pôs em um canto a imaginar um mundo diferente, um mundo melhor! Pensando, ele pegou duas pedras para passar o tempo, pensa aqui, pensa ali, bate pedra aqui, bate pedra ali e eis que Cavernoso fez um estalo com as pedras. Desse estalo, saíram faíscas, que queimaram as folhas secas onde descansara. Esse fogo durou e durou até à noite. O clã se reuniu em uma roda, fizeram um círculo em volta do fogo. Ficaram assustados, mas logo se encantaram, achando que era uma magia que os deuses haviam mandado. Tentaram colocar as mãos no fogo e correram, pularam e riram com a sensação que lhes causara. Foi uma noite tão diferente! As mães se aconchegaram aos filhos e emitiram sons que pareciam músicas (naquela época, isso ainda não tinha sido inventado). Eles passaram noites e noites ao redor daquele fogo, onde descansavam e planejavam seus dias, suas caças, enfim, sua luta para a sobrevivência. AVANÇAR Processo
  8. 8. Cavernoso tentou falar a Caverninha e dentre hum, hum, hum, nasciam os primeiros contatos e as primeiras falas. Cavernoso, naquela noite, sentiu o corpo leve, pois ele colocara para fora anos e anos de silêncio. E Caverninha se sentira parte da história. Dia após dia, a partir de então, quando a Lua clareava a escuridão daquele lugar, Cavernoso acendia o fogo e todos saíam de suas cavernas, se aconchegavam para ouvir histórias. Tudo estava indo muito bem, até que um dia perceberam que, quando acendiam o fogo, algo muito estranho acontecia. Começaram a temer o que viam e não entendiam. Era como se outro mundo aparecesse e dele surgiam criaturas esquisitas, os monstros-sombras. Pareciam tão familiares e, por incrível que pareça, tão ameaçadores e monstruosos. Esses monstros passaram a fazer parte daquele clã e só apareciam de noite. Eram enormes, indestrutíveis e imitavam tudo o que eles faziam: gestos, passos, pois o fogo facilitava as suas vidas, mas, ao mesmo tempo, os escravizavam. Eles não reagiam diante daqueles monstros ameaçadores e enormes que os vigiavam a noite toda. Processo AVANÇAR
  9. 9. Todos do clã os temiam e, ao mesmo tempo, tinham um verdadeiro fascínio pelos monstros-sombras. Caverninha e outras crianças ficavam agarrados em suas mães, quase que imóveis, pois os monstros-sombras poderiam atacá-los. Às vezes, de tão quietos, os cavernosos acabavam dormindo. Quando acordavam, o fogo já tinha diminuído, a luz do sol surgia e os monstros sumiam. Todos do clã começaram a sentir-se ameaçados e inseguros. Então, um dia, o Cavernoso pensou muito e planejou atacar os monstros-sombras, pois não agüentava mais viver naquele sofrimento. Então, reuniu todo o clã com armas e muita valentia para acabar com os monstros. Durante muitos dias, planejaram e confeccionaram suas armas. Juntaram galhos, ossos de animais, folhas, pedras e fizeram lanças e armadilhas. Desenharam tudo o que iriam fazer para derrotar todos aqueles monstros. Cada um do clã iria atacar um monstro, já que havia a mesma quantidade de monstros que os membros do clã. AVANÇAR Processo
  10. 10. Quando chegou o grande dia, ou melhor, a grande noite, eles fizeram como de costume. Esperaram a lua clarear, acenderam o fogo e ficaram sentados ao redor dele. As crianças ficaram nas cavernas e só os adultos saíram, munidos de pedras e outros instrumentos que inventaram, para pegar os monstros. Caverninha estava dentro da caverna, junto com outras crianças curiosas como ele, espiando todo o ataque. Por um impulso de coragem, desobedeceu a ordem do pai, saiu da caverna e se escondeu num arbusto para espiar o ataque. Os monstros apareceram. Cada um do clã escolheu um para atacar, como num duelo, e começou o ataque… Usaram todas as munições que criaram, todos os golpes que sabiam, mas nada destruía aqueles monstros-sombras. Eles ficaram maiores e se mexiam como nunca, imitando tudo o que o clã fazia. Caverninha estava escondido, espiando o ataque, quando, para sua tristeza, viu seu pai sendo resgatado pelos monstros-sombras e levado para um mundo diferente. Tentou se aproximar do pai, mas… AVANÇAR Processo
  11. 11. Uma força estranha tira Cavernoso do mundo primitivo. Como que sugado por um túnel, Cavernoso acordara num lugar iluminado. A claridade do novo mundo era tão intensa que, no começo, ele ficara atordoado, mas, logo em seguida, um sentimento de deslumbramento tomara conta do seu ser. Passada a confusão inicial, Cavernoso viu com clareza e reparou que não estava em seu mundo, o mundo das cavernas. Com muito medo, tentou dar saltos na tentativa de voltar ao seu confortante mundo, mas foi em vão. Tudo era estranho: carros, metrô, muita gente circulando pra lá e pra cá. Era como se o tempo estivesse em outra rotação, mais rápido, muito rápido. Em meio à multidão, Cavernoso tentara, sem resposta, se comunicar com algum humano daquele lugar, mas os humanos, como o lugar, também eram diferentes. Usavam trajes estranhos, coisas esquisitas nos pés e no corpo, e alguns tinham coisas até na cabeça e nos olhos. Suas armas eram diferentes: penduravam no braço, nas roupas e alguns colocavam as armas nos ouvidos o tempo todo. AVANÇAR Processo
  12. 12. Já estava cansado, atordoado e voltara a sentir aquela angústia de quando tentava se comunicar com seu filho Caverninha. Tudo veio à tona, o sentimento, as angústias, a necessidade de ser compreendido. Perambulou por várias ruas até passar por baixo de um viaduto. Dentre tantas coisas esquisitas, havia uma estátua, o religioso profetizando para o vazio… Cavernoso vê um grupo de crianças e sente saudade de Caverninha. O grupo tinha alguma característica familiar que chamara sua atenção: estavam sujos, cabeludos, pés no chão, maltrapilhos e estavam bem juntinhos, como que em uma caverna. As crianças olharam para Cavernoso. De imediato, o reconheceram e falaram: — Nossa, é um homem das cavernas! Como foi aparecer aqui no nosso mundo? Olharam-no, aproximaram-se dele e o tocaram admiradas! Cavernoso pegou um tijolo (pedra) e começou a desenhar figuras rupestres, para contar a sua história. Desse modo, conseguiu ser compreendido. AVANÇAR Processo
  13. 13. As crianças acreditaram na história dele e começaram a mostrar a Cavernoso os lugares mais importantes da cidade. Mostraram o lado bonito e o lado violento, feio e triste. Conversaram, através de imagens, desenhos e gestos. Ele estava no futuro e, ali, havia muitas coisas bonitas, como os prédios, paisagens e alguns lugares interessantes. É que a tecnologia, o celular, e tantas outras coisas haviam dominado aquele lugar. As crianças eram curiosas e criativas. Com seus desenhos, conseguiram contar e mostrar toda a evolução da humanidade. Mostraram ao Cavernoso uma selva de pedras: – a cidade. Cavernoso e as crianças se entenderam. Através de gestos e desenhos, fizeram várias comparações e perceberam que estavam falando de um mesmo mundo em que havia sol, lua, pessoas e animais… Desse encontro, ninguém saiu o mesmo. Houve uma troca que traria mudanças… AVANÇAR Processo
  14. 14. Cavernoso, de seu modo, olhou o mundo moderno e o entendeu. Também ensinou às crianças um pouco de seu mundo. O olhar das crianças já não era o mesmo. Elas entenderam que a vida é muito mais do que nossos olhos enxergam e que, entre o Sol e a Lua, existiam coisas que precisavam ser explicadas. Entendendo o passado, elas mudaram, passaram a acreditar em si, no que sentiam e dali nasceram educadores, ambientalistas, biólogos, jornalistas, músicos e até um presidente. Dessa maneira, reinventaram a história do planeta, mas isto é uma outra história… O grupo de crianças e Cavernoso, unidos pela afinidade e sentimentos de aceitação, pareciam se conhecer há muito tempo. E uma das melhores características do humano ali se fez presente: – a comunicação. Exausto, observou aquele novo mundo e pôde entender o que seus ancestrais precisavam. Fechara os olhos e… Caverninha sacode seu pai pelo braço, já era hora de caçar. Cavernoso olhou para Caverninha, para a caverna, pro sol e o clã, e viu que estava de volta ao seu mundo, o mundo das cavernas. Processo AVANÇAR
  15. 15. Ele já não era o mesmo, perdeu o medo de sofrer e morrer. Assim, naquela noite, ele e o clã enfrentaram os monstros-sombras e surpreenderam-se ao perceber que os monstros eram eles mesmos! Complicado, né? O clã percebeu que dentro de cada um havia um lado sombrio, e que as sombras eram, de alguma forma, o medo e a insegurança que cada um carrega em si. E que o medo era algo que nascia deles e só existia com eles. Quando eles, armados de coragem, se aproximaram da fogueira, viram-se maiores, iluminados pela luz do fogo e da Lua. Acreditaram que poderiam vencer e isso os tornara grandes. Isso fez com que se tornassem donos de si. Após aquele dia, eles dançaram, cantaram e se divertiram com novas imagens. E a história não tem fim. Recomeça a cada dia. Cada vez que se descobre algo sobre o humano, descobre-se que ainda há muita coisa por descobrir. E a família de Cavernoso, conduzida pela lei de evolução, cresceu, percebeu a grandeza do ser humano e de suas limitações. Às vezes, ele vem ao nosso mundo nos ensinar. Processo
  16. 16. CAVERNA Você gostaria de conhecer uma caverna? O que está esperando? Há inúmeras cavernas no Brasil. Você pode acessar http://www.sbe.com.br/cavernas_maiores.asp e conferir a beleza de nossas cavernas. Processo
  17. 17. CLÃ Grupo de parentes baseado numa regra descendência, geralmente medida tanto pela linha masculina quanto pela linha feminina (parentesco através de um dos pais) e numa regra de residência (mesma localidade). Os membros do clã traçam a sua linha de ascendência a partir de um antepassado original, que pode existir somente no passado mitológico: um animal, um ser humano, um espírito ou uma característica da paisagem. Fonte: Dicionário de Sociologia Que tal reunir a família com álbuns de fotografias e relembrar historias do passado e juntos criar um álbum de lembranças para os descendentes. Não se esqueça de fazer a árvore genealógica da família. Processo
  18. 18. FOGO Para quem quer saber mais é só assistir ao filme ―A guerra do fogo‖ de Jean-Jacques Annaud. O filme ajuda a entender e refletir sobre a origem da espécie humana e da linguagem. É interessante! Leia o texto: A pipoca de Rubem Alves. Processo
  19. 19. RODA A roda é uma forma que igualar as pessoas, todos ficam no mesmo nível e todos conseguem se olhar e olhando nos olhos dos outros, a gente pode se ver no outro. E assim aprendemos a ouvir, a esperar e a respeitar. Aqui vai uma dica. Vamos brincar? Que tal convidar sua família (tios, mãe, pai, avós, primos, amigos e fazer uma roda para brincar do ―Se‖. Se eu tivesse nascido na época das cavernas, como eu brincaria? . Se eu fosse minha mãe o que gostaria de fazer e o que não gostaria? . Se eu fosse um animal , que animal seria? . Se eu fosse o presidente, o que mudaria em meu país? . Se eu fosse um super-herói, que poderes teria? . Se eu fosse... (use sua imaginação) Processo
  20. 20. MESA REDONDA Vamos conversar? (Alguém deverá anotar as falas e idéias) Temos um tema ou assunto ou problema. Escolha um objeto, pode ser troféu, urso, almofada... Para falar é preciso ter na mão o ―objeto – permissão‖ escolhido. Esse objeto dá ao portador o direito de falar e todos que não o segurarem deverão ouvir. Vamos lá! Com o objeto na mão, dê a sua opinião. Chuva de idéias! Colabore! Vamos dê palpites, ache soluções, transforme-se. Podemos fazer o seguinte... Vamos criar regras! Viver é respeitar o outro, a natureza, os animais, enfim a vida. Conviver é abrir espaço para o outro em nossa vida, ouvir é a melhor maneira de conviver, ouvindo a gente aprende, aprendendo fazemos coisas que nos deixam felizes. Processo
  21. 21. SENTIMENTOS Muitos sentimentos foram armazenados pelas células e guardados instintivamente desde o começo da humanidade. Falar sobre sentimentos, demonstrar emoções nos faz bem nos deixa mais leve. Vamos lá... Que tal construir um EMOCIONÔMETRO Para isso você vai precisar de: - cartolina - recortes de pessoas cujo rosto exprima emoções (medo, raiva, alegria, tristeza...) - canetinhas -Cola Como fazer: Recorte um círculo de uma cartolina e risque em mais ou menos oito partes. Em cada parte desenhe ou cole rostos exprimindo as emoções. Coloque no centro do círculo um ponteiro móvel para demonstrar sua emoção. Para fazer o ponteiro use um molde de papel, perfure- o na extremidade fixe-o com alfinete, protegendo a ponta com um pedacinho de borracha. Cole em algum lugar e todos os dias entre em contato consigo e defina o que sente. Processo
  22. 22. SOMBRAS Muita gente não gosta do escuro. A imaginação Como fazer ―Viaja‖, criando monstros terríveis quando Corte um dos lados menores da caixa de há sombras formadas por claridade vinda de sapatos. Faça também uma pequena algum outro ambiente da casa. Thomas abertura no lado oposto. Por essa abertura Edson, o inventor da lâmpada, tinha medo menor deverá passar o fio com soquete. do escuro e criou algo muito útil para nós Use o papel- hoje: a lâmpada. Mas ninguém precisa ter medo de sombras. São apenas ilusões, alumínio para encapar toda a parte interna da imaginação. Quando a luz atinge objetos caixa e a tábua opacos, ela não consegue atravessá-los. Os Coloque a lâmpada no soquete e deixe-o raios de luz andam em linha reta conforme o deitado sob a tábua. Cubra com a caixa. meio (ambiente) em que está. Desenhe e recorte na cartolina várias figuras a Vamos fazer uma experiência? sua escolha: um pássaro, um gato... Você vai precisar da ajuda de um adulto. Para Coloque o lençol a cerca de um metro a 1,5 isso você vai precisar de: metro da lâmpada. -1 lâmpada incandescente de 150 watts Ligue a extensão na tomada e observe o efeito -1 extensão de fio com soquete de lâmpada da luz na tela. -1 folha de papel-cartão Coloque as figuras próximas da lâmpada, uma de cada vez, e observe a sombra na tela. -1 lençol branco (tela) Você também pode usar suas próprias -1 tábua (pedaço de madeira) mãos nesta experiência. Elas podem formar - papel alumínio figuras interessantes, como pássaros, cães -1 caixa de sapatos etc. -1 varal e prendedores Fonte: Feira de Ciências (Fábio Contrera) Processo
  23. 23. GAVETA DE SENTIMENTOS Use um gaveteiro de plástico, papel ou mesmo uma caixa de sapato. Dentro dela você guardará escrito em papéis seus sonhos, idéias e desejos, quando você escreve seus sonhos e desejos, você estabelece um contato maior com o universo e aí, visualizando o que se quer, você atrai energia positiva e com certeza, conseguirá realizar grandes coisas. Processo
  24. 24. ABRAÇO Todos temos o desejo de amar e ser amado. Sentimos segurança, apoio e a presença amiga quando somos tocados e abraçados. O abraço nos dá consciência de pertencer, de perceber o outro, é uma comunicação generosa e fraternal. Que tal adotar a terapia do abraço? Basta um minutinho para um abraço. Abrace muito sua família, amigos e depois os que não tem afinidade. Pratique! Faz bem a saúde. Visite o site do youtube e assista ao vídeo do abraço. http://www.youtube.com/watch?v=vr3x_RRJdd4 Processo
  25. 25. FIGURAS RUPESTRES Existia uma forma de comunicação chamada de pintura rupestre ou gravura rupestre, que podem ser considerados como a "escrita" dos homens pré-históricos. Esses desenhos ensinam muitas coisas sobre os homens primitivos, como, por exemplo, que eles eram animistas, ou seja, acreditavam que os elementos da natureza, como a água, o sol, o fogo, a terra, e outros, tinham alma e eram deuses ou eram governados por deuses. Muitas dessas figuras mostram cenas de caça ou de adoração aos deuses. Os desenhos nas paredes, também serviam para mostrar aos deuses os animais que eles queriam caçar. Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre Os paleontólogos são especialistas em descobrir fósseis que são restos de plantas e animais preservados em rocha por um longo período. Que tal, usar argila para fazer um fóssil com pequenos insetos mortos ou folhas de árvores. Você sabia que os paleontólogos também estudam as pegadas da humanidade ao longo da evolução? Deixe uma pegada sua para a eternidade, coloque sobre um saco plástico uma camada de argila e pise bem forte. Vamos fazer pinturas em argila, procure motivos rupestres e pesquise quais tintas naturais, você poderá usar. Os fosseis nos ajudam a entender o passado. Estudar o passado, fazer coisas boas no presente e pensar no futuro nos deixa mais fortes, outro jeito de nos fortalecer é plantar árvores. Ajude o planeta! Em algum lugar deixe uma mudinha plantada! Escolha uma árvore da redondeza de sua casa e cuide dela como se fosse a última do planeta, o fato de escolhê-la, a tornará diferente, única e especial. Processo
  26. 26. DIÁRIO Pegue um caderno barato, encape-o com papelão, xeroque em preto e branco várias fotos sua, de sua família e de amigos, cubra o caderno e faça um diário de bordo de sua vida. Escreva tudo, use símbolos para guardar segredos, mas registre tudo: alegria, medos, catarse, falas... Processo
  27. 27. DICAS DE LEITURAS Lendo você pode viajar pelo mundo à fora. Leia muito e peça para alguém ler pra você, com você e sobre você. Aqui vão algumas sugestões: O patinho que não aprendeu a voar e A porquinha do rabo torto (Rubem Alves); Menina bonita do laço de fita (Ana Maria Machado); A casa sonolenta (Audrey Wood); A folha (Léo Buscáglia); Quando Mamãe Virou um Monstro (Joanna Harrison); Jogos Cooperativos: se o importante é competir, o fundamental é cooperar (Fábio Otuzi Brotto); História de Gigante/História de Ratinho (Annegert Fuchsuber). Processo
  28. 28. MÚSICAS Ouça muitas músicas, cante, dance, vá a shows, teatro... Aqui alguns cantores legais: Arnaldo Antunes Barbatuques Palavra Cantada Toquinho e Vinícius Adriana Calcanhoto (Partimpim) Tribalistas... Processo
  29. 29. SITES A internet é uma janela aberta para o mundo. Vamos explorá-la com alguns cuidados, é claro! Aqui vão alguns sites legais: www.rubemalves.com.br www.edumusical.org.br www.estadinho.com.br www.tvcultura.com.br www.uniagua.org.br (acesso em 27 de junho de 2008) Comentário: ―Achei o livrinho delicioso. Que coisa bonita vocês estão fazendo! Eu também já escrevi um livrinho para as crianças sobre o nosso lado sombrio. Chama-se A menina e a pantera negra. Terei prazer em lhe enviar um exemplar. Abração do Rubem Alves.‖ www.rubemalves.com.br Processo
  30. 30. Uma história mágica... Avaliação •Avaliar a participação dos alunos nos grupos. (envolvimento com prazer); •Avaliação dialógica; •feedback dos grupos; •Verificação do trabalho elaborados pelos grupos; •Publicação do Blog. Introdução
  31. 31. Uma história mágica... Conclusão O universo infantil influenciado pela era digital e pela mídia revela à criança um mundo mágico e desafiador. Este mesmo universo, novo e desconhecido, aos olhos de alguns educadores passa por um processo de negação que distancia a realidade infantil da aprendizagem escolar, deixando de emergir conflitos que favoreceriam novas construções. Estamos em uma nova era, é preciso reinventar o jeito de trabalhar na escola. A criança que chega hoje às salas de aulas já não é a mesma que chegava no começo das outras décadas, mas insistimos em manter o mesmo modo de funcionamento e isso gera um hiato entre aprender e ensinar. Algo precisa mudar na escola e somos nós, adultos e formadores de opiniões que carregamos maiores condições de pensar sobre a mudança. Introdução continua
  32. 32. Arte e cultura são, em si mesmas, provas definitivas da mudança, da capacidade de aprender, mas não se deslocam da história, do lugar, do contexto. Mal entendidas, podem puxar para trás, mas, bem entendidas, iluminam o futuro e mantêm o humano. (...) Pedro Demo,2000. Viajar pelos links desta história e realizar nas práticas diárias e num caráter global temas como: cidadania, pluralidade cultural, emoções, sustentabilidade entre outros, para conscientizá-los de que a realidade em que vivemos faz parte de algo mais complexo e que nossas atitudes são determinantes históricos e mensurar o desempenho e o prazer pelo trabalho foram nossas metas. Introdução Conclusão
  33. 33. Uma história mágica... Créditos • Bate-papo com as autoras • Um pouco sobre as autoras • Para comprar o livro é só acessar a LIVRARIA CULTURA • Blog: http://magiamonstros.blogspot.com/ • e-mail das autoras: marcia.morato@uol.com.br (Marcia) e lelela27@hotmail.com (Renata) Introdução
  34. 34. Quando escrevemos, aprisionamos as palavras a um modo de pensar, mas damos a quem lê, a possibilidade de libertá-las por caminhos, caminhos ainda não percorridos e o resultado é o inesperado, maravilhosamente impensado... e assim não temos paradas, percorremos costumes, lugares e mundos diferentes e mágicos. Essas diferenças, as trocas de experiências, “os erros”, o “não saber tudo” nos aproxima e nos torna mais ousados, curiosos e criativos. Acreditamos no poder transformador das relações humanas, principalmente, em se tratando de crianças e admiramos tantos trabalhos de educadores, ambientalistas, músicos, artistas e tantos seres que conseguem fazer um mundo mais alegre e mais possível que nos levaram a escrever esta história. Créditos AVANÇAR -1
  35. 35. Este livro, abre caminhos para construirmos e re-(significarmos) nossas vivências. Aqui vão algumas dicas para trabalhar sentimentos e emoções, mas vale se perguntar: -Isto faz sentido para mim? Fique com o que tem de bom, o resto deixe de lado. Reescreva a sua história, construindo relações mais verdadeiras com seus filhos e crianças que o cercam. Redescubra sua história dando espaço para o brincar, brinque com seus filhos e amigos deles. Brinque e crie novas brincadeiras. Resgate brincadeiras antigas da sua família. Leia com as crianças, crie um clima para leitura. Inventem histórias, contem histórias de como você brincava. AVANÇAR - 2 Créditos
  36. 36. Como tem gente inteligente e criativa e como tem gente que coloca coisas no mundo. Observe outras pessoas e use-as como modelo. É tão bom estarmos livres das amarras que nos prendem a um único jeito de viver. É preciso flutuar em diferentes espaços e formas de pensar, não há um único caminho ou resposta, é preciso experimentar, tentar um novo olhar, ousar nas menores ou maiores situações. Muitas vezes, olhamos nossas crianças e vemos nelas apenas o que ainda não são e esta busca intensa de as “tornar”, de vê-las acabadas, as impede de ser elas mesmas e de se perceberem como protagonistas de um mundo melhor. A história não tem fim, recomeça a cada descoberta, a cada novo nascimento. Salientamos que são elas, as crianças, que, no brincar, transformam a colher em microfone, a cadeira em carro, mudando categoricamente as coisas estabelecidas, dando assim um novo rumo à vida. Créditos AVANÇAR - 3
  37. 37. Procure pela vizinhança alguma casa diferente e crie uma história bizarra. De vez em quando, reúna algumas crianças, passe enfrente e relembre. O mundo anda meio complicado, mas para brincar, geralmente, as crianças precisam de poucas coisas. Pedaços e sobras são começos de um castelo de sonhos e de magias. Os antigos objetos correspondem a uma nova ordem quando libertados da necessidade de ter uma utilidade, deixando a vida mais mágica e leve. Então, vai outra dica barata e legal: - ensine os filhos a inventar brincadeiras e brinquedos, mas cuidado, pois, às vezes, tentamos organizar as brincadeiras infantis e essa é a fórmula mais eficaz de aniquilá-la de vez. E aí, vivemos, então, uma contradição. De um lado, precisamos do ambiente organizado, do outro, precisamos da expressão mais forte do brincar que são as tralhas e cacarecos que cada um de nós coleciona ao longo da nossa história. Créditos AVANÇAR - 4
  38. 38. Outra dica legal seria criar caixas. Essas caixas seriam territórios intransitáveis, pois apenas seu dono poderia arrumá-las, respeitando assim, sua condição emocional de querer ou não se desfazer das tralhas e cacarecos. Vale também sacos de recordações que podem ser enfeitados com botões, retalhos, canetinhas para tecidos. Esses sacos teriam um efeito analgésico para a saudade, neles poderiam ser guardados trecos e cacarecos de umas férias especiais ou de passeios. Enfim, guardar de forma criativa pedaço da nossa trajetória. Cada coisa guardada simbolizará situações vividas, vitórias, perdas, dissabores ou sabores e cheiros do tempo esquecido. Créditos AVANÇAR - 5
  39. 39. É tão bom ganhar coisas, é bom entender que, às vezes, precisamos desfazer das coisas.. As arrumações facilitam nossas vidas. Marque um dia para organizar em família as coisas. Separe coisas para doar a alguma instituição, fazer o bem faz nos sentirmos bem, também. Faça uma Cápsula do tempo! Sabemos que nosso planeta precisa ser bem cuidado. Aqui daremos uma dica, mas alertamos para sermos comedidos. A cápsula do tempo será uma garrafa pet, onde você e algumas crianças guardarão objetos, fotos ou qualquer coisa que lhes rendam muitas emoções no futuro e enterrarão em algum lugar onde futuramente possam desenterrar e entender o significado do que cada objeto evocará. Marque uma data e o lugar. E até lá... Muitas coisas vão rolar... Créditos AVANÇAR- 6
  40. 40. Acreditamos que se pode ensinar situações e vivências que alterem percepções e maneiras de pensar. E se façam assim... Onde houver competição que se faça cooperação, onde houver exploração que se faça conservação... Apesar de termos construído uma estrutura social e cultural complexa, a comunicação que faltava na idade da pedra, ainda falta nos tempos de hoje. Muitas vezes, olhamos e não enxergamos o que está ao nosso redor. É preciso olhar nos olhos, se aproximar, tocar... Uma dica: quando você for falar com uma criança, se possível, abaixe-se na altura dela e olhe bem na bolinha de seus olhos. É importante estar em contato! AVANÇAR - 7 Créditos
  41. 41. -Enfim-o-fim-até –que-enfim! Não sabemos, se estamos no caminho certo, diante de tantas estradas sinuosas, interessantes, coloridas, mas sabemos que é exatamente o que fazemos agora que nos levará aonde queremos chegar. Já que não há mais como retornar. O melhor a fazer é se apropriar do jeito de caminhar e planejar nossa caminhada. Não temos um rumo certo, um caminho único, o que temos é a tentativa, novas buscas para se chegar até lá. Marcia e Renata AVANÇAR - 8 Créditos
  42. 42. Meu nome é Márcia. Adoro ler, ouvir e contar histórias e causos. Às vezes, me empolgo tanto, que meus filhos dizem: - mãe, pra tudo você inventa uma história! Ainda conto muitas histórias para a Fê e o Lucas: histórias deles, da família, de livros, inventadas... Espero que se encantem com essa e que ela possa render boas conversas e ajudá-los a falar de sentimentos e emoções – enfim, que vocês acordem para uma vida melhor! Sou a Renata, a pessoa mais curiosa que conheço, presto muita atenção no bate-papo dos outros e viajo nas histórias. Sempre achei que escreveria um livro, pois sou muito intrometida e tem tempos que acho o mundo chato, aí quero mudar, inventar e ver o mundo de cabeça para baixo, pois acredito sempre que a vida pode ser diferente. Sou casada, tenho duas filhas e uma família cheia de histórias e adoramos sentar para contá-las em volta de uma mesa de café. Essa história me traz muita emoção, desperta em mim uma necessidade de transformação. E vocês que sentirão? . Créditos

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